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MEDIA
AR: Movimento
Por Portugal Pró-Vida levanta petição anti-aborto
21/04/2009
- 15:55
O
movimento Por Portugal Pró-Vida, que esteve reunido em Convenção no passado mês
de Março, em Guimarães, também se declara contra as aulas obrigatórias de
educação sexual nas escolas portuguesas NELSON GARRIDO/PÚBLICO (ARQUIVO)
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TÓPICOS
1.
Saúde
O movimento de inspiração católica Por Portugal Pró-Vida irá amanhã
levantar uma petição reivindicando a suspensão imediata da Lei do Aborto que
estava a ser avaliada pela Comissão Parlamentar de Saúde da AR. Em declarações
ao PÚBLICO, o responsável do movimento indicou tratar-se de uma forma de
“protesto” pela forma como a democracia portuguesa está a tratar este assunto.
“Não se trata de uma desistência. Aliás, este acto de levantamento é um
acto de guerra porque nunca ninguém levantou uma petição de uma comissão
parlamentar. O que se pode fazer é desistir, reclamar, protestar... Mas o acto
de levantamento cai num vazio legal. É uma figura que não está tipificada. É um
acto de hostilidade”, explicou Luís Botelho Ribeiro, o primeiro subscritor da
petição nº551/X/4ª.
“Trata-se de uma questão de vida ou de morte (...) Este é um protesto contra a forma como a democracia portuguesa está a tratar este assunto”, sublinhou.
O representante do movimento – que tem a ambição de se transformar em partido – entrega amanhã à presidente da comissão parlamentar de saúde e deputada do PS Maria de Belém Roseira uma carta em que se explicam os motivos do levantamento peticionário.
Ao PÚBLICO Luís Botelho Ribeiro adiantou, porém, que há duas grandes razões para o levantamento da petição. O primeiro prende-se com o facto de o documento não ter tido “o tratamento que a lei prevê”. No dia 22 de Março terminou o fim do prazo de 60 dias para apreciação da petição e dá lá para cá “nenhum outro avanço se verificou”. O segundo motivo prende-se directamente com a lei em si e com o facto de, desde que a Lei do Aborto entrou em vigor, em 2007, terem já morrido “legalmente, em Portugal (...) mais de 30 mil bebés”. “Neste momento o número de vítimas do aborto já igualou o número de peticionários validados: mais de 5000”.
A petição nº551/X/4ª deu entrada na AR no dia 14 de Janeiro e estava a ser avaliada na Comissão Parlamentar de Saúde, tendo o deputado social-democrata André Almeida sido nomeado o relator para o documento no dia 29 de Janeiro. No próprio dia da entrega do documento, Luís Botelho Ribeiro defendeu que a alteração da Lei do Aborto não necessita de uma consulta aos portugueses porque “o referendo não foi vinculativo".
O movimento Por Portugal Pró-Vida, que esteve reunido em Convenção no passado mês de Março, em Guimarães, também se declara contra as aulas obrigatórias de educação sexual nas escolas portuguesas.
A Lei do Aborto foi referendada em Portugal no dia 11 de Fevereiro de 2007 em Portugal, tendo vencido o “sim” à despenalização do aborto realizado por opção da mulher nas primeiras dez semanas de gravidez.
“Trata-se de uma questão de vida ou de morte (...) Este é um protesto contra a forma como a democracia portuguesa está a tratar este assunto”, sublinhou.
O representante do movimento – que tem a ambição de se transformar em partido – entrega amanhã à presidente da comissão parlamentar de saúde e deputada do PS Maria de Belém Roseira uma carta em que se explicam os motivos do levantamento peticionário.
Ao PÚBLICO Luís Botelho Ribeiro adiantou, porém, que há duas grandes razões para o levantamento da petição. O primeiro prende-se com o facto de o documento não ter tido “o tratamento que a lei prevê”. No dia 22 de Março terminou o fim do prazo de 60 dias para apreciação da petição e dá lá para cá “nenhum outro avanço se verificou”. O segundo motivo prende-se directamente com a lei em si e com o facto de, desde que a Lei do Aborto entrou em vigor, em 2007, terem já morrido “legalmente, em Portugal (...) mais de 30 mil bebés”. “Neste momento o número de vítimas do aborto já igualou o número de peticionários validados: mais de 5000”.
A petição nº551/X/4ª deu entrada na AR no dia 14 de Janeiro e estava a ser avaliada na Comissão Parlamentar de Saúde, tendo o deputado social-democrata André Almeida sido nomeado o relator para o documento no dia 29 de Janeiro. No próprio dia da entrega do documento, Luís Botelho Ribeiro defendeu que a alteração da Lei do Aborto não necessita de uma consulta aos portugueses porque “o referendo não foi vinculativo".
O movimento Por Portugal Pró-Vida, que esteve reunido em Convenção no passado mês de Março, em Guimarães, também se declara contra as aulas obrigatórias de educação sexual nas escolas portuguesas.
A Lei do Aborto foi referendada em Portugal no dia 11 de Fevereiro de 2007 em Portugal, tendo vencido o “sim” à despenalização do aborto realizado por opção da mulher nas primeiras dez semanas de gravidez.
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COMENTÁRIOS
Os comentários a este artigo estão fechados. Saiba
porquê.
Não podemos rectificar todas as
referência e interpretações erróneas que suscitamos - mas tendo detectado esta
- e logo num título - impõe-se fazê-lo. O «Portugal pro Vida» não é um
movimento católico nem depende de nenhuma forma da hierarquia da Igreja Católica.
Formado por cidadãos portugueses, é sabido e assumido que conta com muitos
cristãos, católicos e protestantes, entre os seus promotores e apoiantes. Porém
a nenhum destes foi nem será jamais questionada a filiação religiosa como
condição de adesão e participação. O exposto não impede que o movimento assuma
como inspiração a Doutrina Social da Igreja, enquanto reflexão e programa de
intervenção social e cívica. Por outro lado defendemos e praticamos o diálogo
institucional com as igrejas, nomeadamente com a Igreja Católica, com toda a
transparência e abertura, na certeza de que as preocupações e alertas lançados
pelas igrejas exprimem e dão voz a muitos que não têm voz e merecem a maior
atenção por parte do Estado e da política.
Joe Freitas, eu nem acredito que a
petição dê algum resultado pois os nossos governantes irão argumentar que já
houve um referendo a legalizar tal genocídio (após o "não" ter ganho
num referendo desses há uns anos atrás ou seja referendos só se tiverem o resultado
que desejam, tal e qual como andam a fazer na Irlanda com o Tratado de Lisboa).
Mas assinarei a petição de modo a que tais espertalhões não venham com a
desculpa que ninguém mostrou oposição a tal genocídio.
Oh SacaMulas, oxala que a peticao de
algum resultado. Mas na minha opiniao vai ser muito dificil. Isto esta a dar de
comer a muitos. E para eles, o puto do tacho tem mais valor que a vida dos
inocentes bebes.
Onde podem todos os Portugueses
defensores dos direito à vida dos fetos assinar essa petição?
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Postcommunio Súmpsimus. Dómine, sacridona mystérii, humíliter deprécantes, ut, quae in tui commemoratiónem nos fácere praecepísti, in nostrae profíciant infirmitátis auxílium: Qui vivis.
"RECUAR DIANTE DO INIMIGO, OU CALAR-SE QUANDO DE TODA PARTE SE ERGUE TANTO ALARIDO CONTRA A VERDADE, É PRÓPRIO DE HOMEM COVARDE OU DE QUEM VACILA NO FUNDAMENTO DE SUA CRENÇA. QUALQUER DESTAS COISAS É VERGONHOSA EM SI; É INJURIOSA A DEUS; É INCOMPATÍVEL COM A SALVAÇÃO TANTO DOS INDIVÍDUOS, COMO DA SOCIEDADE, E SÓ É VANTAJOSA AOS INIMIGOS DA FÉ, PORQUE NADA ESTIMULA TANTO A AUDÁCIA DOS MAUS, COMO A PUSILANIMIDADE DOS BONS" –
[PAPA LEÃO XIII , ENCÍCLICA SAPIENTIAE CHRISTIANAE , DE 10 DE JANEIRO DE 1890]