quinta-feira, 1 de novembro de 2012

[Catolicos a Caminho] DIA DE FINADOS Som !

 

 

                       

               DIA DE FINADOS !

 

 

    Dia de grande Esperança para as

           Almas do Purgatório.

 

O Dia de Finados é o dia escolhido pela Igreja, (celebra-se a 2 de Novembro) para recordar e orar pelas almas do Purgatório, convidando toda a Comunidade para este gesto de caridade e de sufrágio.

Esta celebração, a que podemos também chamar esta Festa, tem as suas origens numa prática começada por Santo Odilo (962-1049), monge e abade de Cluny em 994.

Os monges de Cluny faziam preces especiais e cantavam salmos pelos defuntos no dia imediato ao Dia de Todos os Santos.

Como as almas do Purgatório estão já no caminho certo para o Céu, nós podemos, com as nossas orações, abreviar o seu tempo de espera e de purificação.

Esta prática de reservar um dia especial e oficial para sufragar as almas do Purgatório tornou-se popular e divulgou-se por muitas comunidades católicas da Europa e das Américas Latinas.

No século XV muitos sacerdotes começaram a celebrar três missas neste dia e este costume tornou-se uma prática habitual da Igreja de modo que em 1920 o papa Bento XV (1914-1922) permitiu que todos os sacerdotes celebrassem oficialmente três missas no dia de Fiéis Defuntos (Dia de Finados), 2 de Novembro, sendo uma por uma intenção especial do celebrante, a segunda por todas as almas do Purgatório, e a terceira pelas intenções do papa.

As razões de muitas orações pelos defuntos começaram por uma superstição popular muito antiga, segundo a qual as pessoas pensavam que as almas do outro mundo andavam por cá a penar e lhes apareciam.

A Igreja procurou esclarecer devidamente os fiéis à luz da doutrina teológica e apontando para a parábola do Evangelho do rico avarento e do pobre Lázaro, segundo a qual:

- "Entre nós e vós foi estabelecido um grande abismo( ... ) Têm Moisés e os profetas; que os oiçam(... ) Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão pouco se deixarão convencer se alguém ressuscitar de entre os mortos". (Lc.16,26-31).

Ainda hoje o costume de celebrar três missas no Dia de Finados, tornado oficial em 1920, é prática comum da Igreja, que escolheu as leituras próprias para estas Missas e compôs as respectivas orações numa linha de amor de Deus por nós, alimentando a nossa esperança de salvação eterna.

Nos ritos fúnebres por seus filhos, celebra a Igreja com fé o Mistério pascal, na firme esperança de que os que se tornaram, pelo Baptismo, membros de Cristo morto e Ressuscitado, passem com Ele através da morte à vida.

É necessário, porém, que a sua alma seja purificada, antes de ser recebida no Céu com os santos e os eleitos, enquanto o corpo espera a bem-aventurada vinda de Cristo e a ressurreição final.

A oração pelos defuntos é uma tradição da Igreja.

De facto subsiste no homem, mesmo quando morre em estado de graça, muita imperfeição.

Para essa imperfeição, existe, portanto, o Purgatório, lugar de purificação.

É um costume muito popular e muito antigo, neste dia, a começar já na véspera, fazerem-se visitas aos cemitérios, numa recordação mais ao vivo das almas cujos corpos ali foram sepultados.

Esta devoção de surágio pelas almas do Purgatório, deu sentido a todo o mês de Novembro, a que chamamos o MÊS DAS ALMAS.

 

                                                O melhor que podemos oferecer pelas

                                                                               Almas do Purgatório é a Santa Missa.                   

 

                                                 John       

                                                               Nascimrento

 

 

 

 

 

 

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Postcommunio Súmpsimus. Dómine, sacridona mystérii, humíliter deprécantes, ut, quae in tui commemoratiónem nos fácere praecepísti, in nostrae profíciant infirmitátis auxílium: Qui vivis.

"RECUAR DIANTE DO INIMIGO, OU CALAR-SE QUANDO DE TODA PARTE SE ERGUE TANTO ALARIDO CONTRA A VERDADE, É PRÓPRIO DE HOMEM COVARDE OU DE QUEM VACILA NO FUNDAMENTO DE SUA CRENÇA. QUALQUER DESTAS COISAS É VERGONHOSA EM SI; É INJURIOSA A DEUS; É INCOMPATÍVEL COM A SALVAÇÃO TANTO DOS INDIVÍDUOS, COMO DA SOCIEDADE, E SÓ É VANTAJOSA AOS INIMIGOS DA FÉ, PORQUE NADA ESTIMULA TANTO A AUDÁCIA DOS MAUS, COMO A PUSILANIMIDADE DOS BONS" –
[PAPA LEÃO XIII , ENCÍCLICA SAPIENTIAE CHRISTIANAE , DE 10 DE JANEIRO DE 1890]