Gloria Patri et Fílio et Spirítui Sancto. Sicut erat in principio et nunc et semper et in saecula saeculorum. Amen
CONSAGRADO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus 4,12-17.23-25
"Quando soube que João tinha sido preso, Jesus retirou-se para a Galileia. Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, [...] para cumprir-se o que foi dito pelo profeta Isaías: "[...] O povo que estava nas trevas viu uma grande luz, para os habitantes da região sombria da morte uma luz surgiu". A partir de então, Jesus começou a anunciar: "Convertei-vos, pois o Reino dos Céus está próximo". Jesus percorria toda a Galileia, [...] anunciando a Boa-Nova do Reino e curando [...]. Sua fama também se espalhou por toda a Síria. Levaram-lhe todos os doentes, sofrendo de diversas enfermidades e tormentos: possessos, epiléticos e paralíticos. E ele os curava. Grandes multidões o acompanhavam, vindas da Galileia, da Decápole, de Jerusalém, da Judeia e da região do outro lado do Jordão."
MEDITAÇÃO - JULGAR (O que diz o texto para mim?)
Meditação:
Jesus inicia a sua missão fazendo um apelo e convite ao mesmo tempo à conversão passando pelas ruas dos nossos bairros, as nossas cidades, nos estados, províncias e paises. Assim como nas regiões descritas deste evangelho suas palavras continuam a ressoar não só no mundo, mas em cada coração humano, pois sua Palavra é verdade eterna: “convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”.
Este convite à conversão constitui a conclusão vital do anúncio feito pelos apóstolos depois de Pentecostes. Nele, o objeto do anúncio fica totalmente explícito: já não é genericamente o “reino”, mas sim a obra mesma de Jesus, integrada no plano divino predito pelos profetas.
Ao anúncio do que teve lugar com o Jesus Cristo morto, ressuscitado e vivo na glória do Pai, segue-lhe o premente convite à “conversão”, a que está ligada o perdão dos pecados. Tudo isto aparece claramente no discurso que Pedro pronuncia no pórtico de Salomão: “Deus deu cumprimento deste modo ao que tinha anunciado por boca de todos os profetas: que seu Cristo padeceria. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que vossos pecados sejam apagados” (At 3,18-19).
Este perdão dos pecados, no Antigo Testamento, foi prometido por Deus no contexto da “nova aliança”, que Ele estabelecerá com seu povo (Jr 31,31-34). Deus escreverá a lei no coração.
Nesta perspectiva, a conversão é um requisito da aliança definitiva com Deus e ao mesmo tempo uma atitude permanente daquele que, acolhendo as palavras do anúncio evangélico, passa a formar parte do reino de Deus em seu dinamismo histórico e escatológico.
Os destinatário da mensagem de Jesus são todos os que se abrem à Palavra, para escutá-la com sinceridade, alcançam a paz, a salvação, a vida. Ele continua a revelar-se para nossa humanidade, quando fazemos o esforço necessário para nossa conversão.
Após receber o baptismo de João, Jesus inicia uma nova fase em sua vida. Deixa a sua cidade de origem, Nazaré, onde morava sua família, e vai morar em Cafarnaum, às margens do mar da Galiléia.
Jesus percorre a Galiléia, onde se encontravam gentios e judeus. O grande número de doentes e enfermos era a expressão das precárias condições de vida do povo oprimido, com o qual Jesus se relacionava e comungava. A ele acorrem, também, as multidões provenientes das regiões exclusivamente gentílicas, vizinhas da Galiléia.
Fica bem em evidência o caráter universalista do anúncio de Jesus, visando à libertação de toda opressão e ao favorecimento da vida.
A vinda de Cristo exige uma contínua conversão, um mudar de caminho.
Este tempo de Advento é o momento ideal para a conversão. É necessário preparar os caminhos do Senhor e acolher a sua chegada!
O Senhor já não quer nascer numa manjedoura, pois já nasceu historicamente falando. Ele quer é nascer dentro dos nossos corações.
É a partir de cada um de nós que começa o mundo novo. É a partir do coração novo de cada um de nós que o mundo poderá ter um novo coração!
Reflexão Apostólica:
Jesus começa sua atividade na Galiléia, região distante do centro econômico, político e religioso do seu país. A esperança da salvação se inicia justamente numa região da qual nada se espera.
A pregação de Jesus tem a mesma radicalidade que a de João Batista: é preciso total mudança de vida, porque o Reino do Céu está próximo.
Jesus cumpria o que diziam as escrituras, por isso, Ele não se acomodava em nenhum lugar e procurava caminhar de acordo com o que os profetas haviam anunciado.
Ele tinha consciência de que o povo vivia nas trevas do pecado e da morte e que a Sua missão era a de justamente levar a Luz de Deus para as nações.
Assim sendo, Ele não tinha descanso e procurava fazer a vontade do Pai que era a de instalar o Seu reino aqui na terra.
Deste modo, Ele ensinava e pregava o Evangelho curando e libertando os cativos. Conclamava o povo à conversão, dizendo: “convertei-vos, porque o reino dos céus está próximo”.
O reino dos céus é Ele mesmo, que ainda hoje nos atrai e quer nos tirar das trevas da ignorância. A conversão do nosso coração implica em uma mudança de mentalidade e de comportamento e requer como primeiro passo, a cura da nossa mentalidade mundana.
O mundo nos oferece uma vida virtual e passageira, por isso nós não temos constância nas nossas realizações. Jesus, ao contrário, quer nos dar uma vida duradoura e abundante e nos atrai para que nós sejamos, primeiro que tudo, curados (as) das nossas feridas.
A Palavra de Deus é a receita para que sejamos sarados (as) das nossas mazelas. Firmados (as) nas Escrituras e curados pelo amor nós poderemos também, como Jesus, levar ao mundo a Luz de Deus até os confins da terra.
Você também vive segundo as Escrituras? O reino de Deus já foi instalado no seu coração? Você tem muitas feridas? Jesus está a sua disposição para curá-lo (a) para que você leve a Sua Luz a todas as nações.
ORAÇÃO (O que o Evangelho de hoje me leva a dizer a Deus?)
Oração: Pai, torna-me beneficiário do Reino anunciado por Jesus, e dá-me, de novo, a alegria de viver e de empenhar-me pelo advento de um mundo melhor e mais fraterno.
REGRA VIDA e MISSÃO (AGIR) (Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Como vou vivê-lo na missão?)
Propósito: Eliminar, do modo de pensar e agir, aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre.
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Polícia estoura clínica de aborto em Bonsucesso
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Rio - Onze pessoas foram presas durante uma operação da Corregedoria da Policia Civil para cumprir um mandado de busca e apreensão em uma clínica de aborto na Rua da Proclamação, 684, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio. Entre elas estão funcionários, um médico e um policial militar que fazia a segurança do estabelecimento. Eles foram autuados por formação de quadrilha, aborto e tráfico de drogas. No local também foram apreendidas substâncias de uso controlado, além de equipamentos médicos. Outras três mulheres que realizavam o aborto no momento do flagrante, foram autuadas. Como o crime é afiançavel, elas foram soltas e responderão em liberdade
BOA TARDE ANJO!
Quє єм ŧuα vidα hαjα suficiєηŧє Fé
"Imaginação é o começo da criação;
nós imaginamos o que desejamos,
somos o que imaginamos
e criamos o que somos.
Integridade é o que fazemos,
o que dizemos e
o que dizemos que fazemos."
COMUNIDADE
AMOR SEM LIMITES
Amanhã Será Tarde Demais Pequena Vida de Pedro-Julião Eymard (1811-1868) Norman B. Pelletier Livro de 1996 - 172 págs Pequena Vida de Pedro-Julião Eymard No fim da primeira sessão do concílio Vaticano II, João XIII canonizou o Padre Pedro-Julião Eymard, o apóstolo da Eucaristia. Foi em 1858 que ele fundou em Paris a Congregação do Santíssimo Sacramento, composta hoje de padres, de
Capacitado para evangelizar e demonstrar misericórdia
Wesley Campbell
Como ilustração do Segundo maior mandamento em ação, Jesus contou a famosa parábola do Bom Samaritano. No final Ele fez uma pergunta bem afiada a um homem religioso que estava atrás de uma resposta: "Qual foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?" A única resposta possível era que o próximo real para o samaritano era "aquele que teve misericórdia dele". A história foi obviamente contada para demonstrar aos que estavam ouvindo com que realmente parece a atitude de amar o próximo — a verdadeira bondade, em contraste com a bondade imaginada. Então, com aplicação incisiva, Jesus disse: "Vá e faça o mesmo".
Se realmente temos de amar nossos próximos como a nós mesmos, nos veremos sendo puxados para a responsabilidade de evangelizar e demonstrar misericórdia. Misericórdia, pois somos movidos a ajudar nas necessidades materiais dos outros aqui na terra, e evangelismo, pois somos movidos a ajudar nas necessidades espirituais dos outros, necessidades que envolvem questões da vida aqui na terra e da vida na eternidade. É natural que os cristãos que foram renovados ou reavivados andem na direção do evangelismo e de atitudes de misericórdia.
Até mesmo uma olhada casual na história da igreja revela que os reavivamentos estão complexamente ligados ao aspecto da demonstração de misericórdia. Em alguns casos, logo que o reavivamento chegou os cristãos reavivados passaram a ver tudo com novos olhos e começaram a demonstrar atos extraordinários de misericórdia enquanto transformavam a sociedade, desde os mais pobres e miseráveis até chegar às autoridades. Em outras ocasiões, as estações de avivamento reavivaram somente segmentos da igreja, que com zelo renovado começaram a mostrar misericórdia. O resultado foi o mesmo: reavivamento. Onde é que os rios de avivamento precisam fluir? Precisam fluir onde tantas vezes fluíram antes nos reavivamentos clássicos: nas ruas, entre as pessoas comuns.
Olhando para os exemplos dos despertamentos espirituais nos últimos 250 anos, vemos que o padrão é o mesmo. Na Inglaterra, foram os quacres e então Wesley e os metodistas que foram os primeiros a se opor à escravidão dos negros. Embora Wesley e seus convertidos ministrassem em prisões, hospitais e locais de trabalho, eles também tentaram abolir a escravidão. Isso finalmente veio a acontecer 40 anos depois de sua morte, na forma da Lei de Emancipação de 1833 que libertou 781.000 escravos em todas as colônias britânicas.
A lista de obras, organizações e realizações de caridade feitas por aqueles cristãos avivados que obedeciam literalmente ao mandamento de Jesus de mostrar misericórdia é tão numerosa que impressiona tremendamente. John Howard inspirou-se em John Wesley para realizar importantes reformas nas prisões da Inglaterra. Elizabeth Fry, mãe de onze filhos, se tornou pregadora quacre e batalhadora em prol de reformas nas prisões. Até mesmo a Associação Cristã de Moços (ACM) foi fundada para oferecer serviços religiosos e cultura num "lar longe do lar". Florence Nightingale disse que Deus a havia chamado com voz audível para ajudar os doentes. Ela impactou um evangélico chamado Henri Dunant, que veio a fundar a Cruz Vermelha. Até mesmo a Sociedade Real da Prevenção à Crueldade contra os Animais foi fundada por um clérigo anglicano, Arthur Bloome.
A igreja sempre teve como foco mostrar misericórdia para as crianças. O lorde Shaftesbury se tornou membro do Parlamento britânico em 1826 e passou a maior parte de seu tempo lutando contra os males da exploração infantil nas indústrias, minas, fábricas de tijolos e trabalho de limpeza de chaminés. Essa exploração era com justiça chamada de "comércio escravo de brancos". Crianças brancas de até quatro anos passavam até catorze horas por dia em minas escuras. Crianças órfãs pegas nas ruas eram forçadas a subir as grandes chaminés das fábricas e depois descer pela tubulação escura, claustrofóbica e sufocante. Shaftesbury promulgou a Lei de Dez Horas que proibia as fábricas de forçarem as crianças a trabalhar treze a dezesseis horas por dia. Ele aprovou leis que proibiam o uso de crianças na limpeza de chaminés e leis que não permitiam que crianças com menos de dez anos trabalhassem em minas.
George Muller experimentou um avivamento e voltou a atenção ao cuidado dos órfãos. Ele chegou a cuidar, em certo momento, de 2.050 crianças. Thomas J. Barnardo foi o resultado do reavivamento de 1859. O lorde Shaftesbury influenciou Barnardo a se tornar missionário nas favelas de Londres. Barnardo abriu lares para crianças que tinham pais alcoólatras e não tinham onde ficar. Antes da morte de Barnardo, ele cuidou de sessenta mil crianças.
Nos EUA, o Segundo Grande Avivamento começou sob o ministério de Francis Asbury e também através de reuniões de acampamentos. Esse avivamento continuou até o ministério de Charles Finney e criou uma verdadeira onda imensa de ministérios de misericórdia. Esse avivamento teve maior impacto na sociedade secular do que qualquer outro na história dos EUA através de sua vasta preocupação social. Os cristãos leigos organizaram milhares de sociedades que tocaram toda esfera da vida social americana. Escravidão, abstinência de bebidas alcoólicas, imoralidade sexual, paz mundial, direitos das mulheres, guarda do domingo, reformas presidiárias, linguagem profana, educação — todas essas questões e outras mais eram tratadas por sociedades específicas que trabalhavam para melhorar o que era bom e para combater o que era ruim.
O que tornou possível todas essas realizações foi uma vasta rede de sociedades de cooperadores voluntários, todas unidas sob uma grande bandeira de uma entidade chamada o Império da Benevolência. Em 1834 o rendimento anual total do Império da Benevolência foi aproximadamente o equivalente hoje a milhões de dólares, que rivalizavam com o orçamento inteiro do governo federal dos EUA naqueles dias!
Poucas pessoas percebem que das primeiras 119 universidades fundadas nos EUA, 104 foram iniciadas por cristãos para levar os estudantes a conhecer Deus. Essas universidades e escolas de ensino superior incluem Princeton, Dartmouth, Columbia, Harvard e Yale. Além do mais, de uma turma de quarenta mil estudantes que estavam se formando em 1855, dez mil se tornaram pastores — mais de 25 por cento! Portanto, quer fossem as escolas, hospitais, política ou os males da sociedade, os cristãos avivados sempre permitiram que sua religião fluísse em atitudes de misericórdia para com as pessoas simples que estavam no mundo.
Quando Deus se moveu poderosamente em nossa igreja em meados de 1990, nos tornamos incapacitados pelo amor por Ele que tínhamos começado a experimentar. Tudo o que queríamos era nos reunir, adorar e orar. Durante os primeiros seis meses do derramamento de Toronto, fizemos pouco mais do que nos reunir e orar — às vezes até trinta e quarenta e cinco horas por semana. Lembro-me de pensar: "Nada mais importa do que isso". Então, depois que havíamos passado muito tempo na presença do Senhor ansiando apenas conhecer e amar a Deus, uma mudança sutil começou a ocorrer. Começamos a amar as coisas que Ele amava. O que pode ser diretamente atribuído à renovação que estávamos experimentando é que nos tornamos envolvidos com ministérios de misericórdia e ação social. Foi surpreendente o modo como Deus escolheu os meios.
Certa noite um empresário chamado John, que sabia ir direto ao que queria, havia marcado hora para me visitar. Ele e sua esposa, Sandra, vinham frequentando nossa igreja havia pouco tempo. Ele era da tradição reformada holandesa e ela da tradição batista conservadora. Mediante uma série de encontros inesperados, o Senhor começou a lidar com John, primeiramente lhe falando ao coração, e então batizando-o com Seu amor. Então Deus começou a falar à consciência de John. Nos próximos dois a três meses, John começou a ouvir sinos audíveis toda vez que mentia ou torcia a verdade. Isso acontecia nas reuniões da empresa ou em casa. Finalmente, o Senhor disse: "Agora quero tudo de você! Amo você e chamei você para servir. Você será servo dos outros. Quero 30 por cento de seu tempo, seus pertences e suas finanças! Depois disso, quero que você comece a dar 50 por cento".
Esse acontecimento acabou criando em John um estilo de vida tipo Bom Samaritano. Inicialmente foi aos poucos, à medida que John de modo bem criativo empregava mães solteiras para orar por sua empresa e vida espiritual. Logo sua família inteira se envolveu de modo bem ativo na luta contra o aborto. Ele e sua esposa aconselhavam as mães jovens a não matar seus bebês e à medida que elas iam tendo seus filhos, John tinha de lidar com outras necessidades que surgiam. Algumas das mães e seus bebês se mudaram para a casa de John. Sua família tinha de cinco a oito pessoas vivendo com eles durante os próximos seis anos. Em tempo, nasceu um plano para ajudar a elaborar oportunidades de moradia e empregos inovadores. Esse plano se concretizou na formação da Sociedade da Esperança.
Com uma equipe de dedicadas pessoas leigas, John e outros são líderes de sua própria entidade de ajuda aos necessitados. Antes, eles haviam acumulado edifícios inteiros de apartamentos e grandes casas valendo milhões de dólares. A sociedade hoje possui e administra moradias subsidiadas para mães solteiras necessitadas. Se isso não fosse suficiente, foi fundada a Esperança para as Nações. Sob essa organização, a equipe de líderes começou uma parceria com três orfanatos em áreas subdesenvolvidas, mudando a vida de um grande número de crianças. Isso é só um exemplo de uma família que o reavivamento influenciou. Para a nossa igreja, a renovação se tornou o combustível que dirigiu centenas de cristãos comprometidos em direção a um novo foco de misericórdia — o ministério de Jesus. Evangelismo e misericórdia — é para aí que o Rio tem de fluir
Título original: Empowered for Missions & Mercy. Publicado originalmente no boletim Lutheran Renewal de maio de 2005: www.lutheranrenewal.org
Traduzido e adaptado, com a devida permissão, por Julio Severo: www.juliosevero.com
Adorable Baby Crashes Daddy's Concert Christian musician, Coffey Anderson, was recently joined on stage by his adorable and energetic baby with the cutest dance moves you have ever seen. You will love watching him wiggle his heart out. :)
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HOMILIA DO CARDEAL ANGELO SODANODURANTE SANTA MISSA NABASÍLICA DE SÃO PEDRO PELOJUBILEU DOS REPRENTANTES PONTIFÍCIOS
17 de Setembro de 2000
Queridos Irmãos no Episcopado Beneméritos Representantes Pontifícios!
O nosso encontro jubilar teve início ontem, com a festa da Exaltação da Santa Cruz, e continua hoje, na recordação da Virgem das Dores. A liturgia destas duas jornadas vem assim iluminar estas reuniões fraternas tal como, aliás, a luz da fé nos indica, cada dia, o nosso caminho.
No Evangelho escutámos de novo as palavras proféticas dirigidas pelo velho Simeão à Mãe de Jesus: "Ele está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel... Uma espada trespassará a tua alma" (Lc 2, 34-35).
1. A imagem da Virgem das Dores
A representação da espada que trespassa o coração de Maria permaneceu gravada fortemente no povo cristão, inspirando também magníficas composições literárias e obras de arte. Jacopone de Todi deixou-nos a bonita sequência do Stabat Mater. Os Servos de Maria chegaram depois a representar-nos a Mãe do Senhor como que trespassada por sete espadas, em recordação dos sete episódios particularmente significativos da sua vida sulcada pela dor: desde a vivida em Belém ao dar à luz Jesus na pobreza de uma gruta, até ao suplício da deposição do corpo de Cristo da cruz. Na representação daPietà, Miguel Ângelo esculpiu no mármore a dor de Maria.
Todas estas imagens nos mostram a Mãe de Jesus como intimamente unida à Paixão do Filho, verdadeira "Socia Redemptoris".
2. O caminho da cruz
Queridos Irmãos, viestes a Roma para vos renovardes no espírito, participando no Grande Jubileu do Ano 2000, com o empenho da contínua conversão e com o propósito da revigorada fidelidade à própria missão. Nesse contexto, a memória litúrgica de Nossa Senhora das Dores recorda a todos o caminho da cruz, aquele caminho que todo o apóstolo de Cristo deve percorrer se quiser cooperar na obra da redenção.
Desta Basílica, o Apóstolo Pedro parece repetir-nos quanto dizia aos primeiros cristãos: "Christus passus est pro vobis, vobis relinquens exemplum ut sequamini vestigia eius" (1 Pd2, 21). Sim, Cristo sofreu por nós, deixando-nos um exemplo, a fim de seguirmos as suas pegadas.
3. A vida dos Núncios
A experiência comum ensina-nos que a existência quotidiana de um Enviado pontifício comporta renúncias não leves: a distância do próprio ambiente, as dificuldades de adaptação em outro contexto cultural, nalguns casos a provação da solidão ou da doença, sem considerar os espinhos ligados ao trabalho metódico e silencioso, como é a obra típica de um Núncio Apostólico.
Ao mesmo tempo, porém, bem sabemos que este é o contributo pessoal que cada um de nós deve oferecer para a edificação do Reino de Cristo.
A este respeito, é significativo o título que o saudoso Cardeal Agostino Casaroli quis dar às suas memórias: O martírio da paciência (Turim, Ed. Einaudi, 2000).
Ele recordava quanto, certa vez, lhe confidenciara um Bispo lituano, enquanto se referia ao martírio da prudência, que ainda o fazia sofrer. O Prelado tinha voltado à diocese depois de ter cumprido uma longa pena de prisão, mas observava que tinham sobrevindo outras provas, igualmente pesadas.
"Passei anos na Sibéria dizia e jamais chorei; sabia que sofria por causa da fidelidade à Igreja, e isto dava-me paz e tranquilidade; dormia os meus sonos tranquilos, e ao despertar-me de manhã sabia o que devia fazer durante o dia. Agora não mais. Todos os dias estou a perguntar-me que decisões devo tomar, ao serviço da Igreja... Críticas, queixas, exortações de todas as partes; uns me julgam muito débil ou condescendente diante do governo, e outros me censuram por ser pouco prudente ou pouco previdente" (Ibid., pág. XXV).
Ao saudoso Secretário de Estado aquele martírio da prudência era semelhante ao martírio da paciência, que se prova quando se deve trabalhar em ambientes difíceis. Este é o nosso contributo pessoal para a difusão do Reino de Deus.
4. O ensinamento do Papa
Para este valor salvífico do sofrimento remetia-nos o Santo Padre João Paulo II, na sua conhecida Carta ApostólicaSalvifici doloris (em AAS, 1984, pp. 201-250), partindo do exemplo do Apóstolo Paulo que via nas suas tribulações um instrumento de graça e de redenção, de maneira a exclamar diante dos Colossenses: "Alegro-me nos sofrimentos suportados por vossa causa e completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo, pelo Seu Corpo, que é a Igreja" (Cl 1, 24).
Eis a contribuição que somos chamados a dar; um contributo oferecido com amor, que nos faz sentir alegres, mesmo nas tribulações. Também o Apóstolo Pedro nos dirige o mesmo convite, quando afirma: "Alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo, para que vos possais alegrar e exultar no dia em que for manifestada a Sua glória" (1 Pd 4, 13).
5. A teologia da cruz
Os teólogos discutiram muito sobre os motivos pelos quais a Providência Divina quis unir ao sofrimento o preço da Redenção. Dois famosos professores da Pontifícia Universidade Gregoriana, os saudosos Padres Flick e Alszeghy, S.I., dedicaram ao tema o esplêndido volume intitulado "O mistério da Cruz. Ensaio de teologia sistemática", Bréscia, Ed. Queriniana, 1978.
Sem dúvida, é útil que os estudiosos tenham indagado a relação entre a cruz de Jesus e a Redenção do mundo, entre teologia da glória e teologia da cruz. É justo que continuem a fazê-lo também hoje. Os Santos de todos os tempos, porém, entenderam-no bem, contemplando o Crucificado e Aquela que estava "iuxta crucem Domini". É a lição que nos foi transmitida pelos Apóstolos e mártires, por inumeráveis pastores e doutores da Igreja, com a sua vida evangélica e o seu serviço ao próximo.
Seja esta a graça que também nós imploramos ao Senhor pela intercessão de Maria, sua Mãe das Dores. O nosso Jubileu marcará assim uma renovação na nossa vida interior e confirmar-nos-á no santo propósito de oferecer toda a nossa existência para a redenção do mundo.
6. Conclusão
Queridos Irmãos, deitámos a mão ao arado, trabalhando em campos diversos, lá onde a Providência Divina nos chamou. O nosso dever é dar continuidade ao compromisso quotidiano, estimulados por um grande amor aos nossos irmãos e repetindo aquilo que o Apóstolo Paulo dizia a Timóteo: "Omnia sustineo propter electos. Por amor dos escolhidos tudo suporto" (2 Tm 2, 10).
As dificuldades do nosso trabalho parecem hoje aumentar com o surgir de novos problemas. Porém, como Paulo poderemos sempre testemunhar diante do mundo a nossa fé inabalável, dizendo: "Omnia possum in eo qui me confortat. Tudo posso n'Aquele que me conforta" (Fl 4, 13).
Amém.
O Redator de Teresópolis deseja recomendar o seguinte arquivo:
Ricardo Lewandowski entra para a história com a conquista do título de HSV de 2012
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A eleição do Homem sem Visão de 2012 foi marcada pela quebra de recordes aparentemente insuperáveis. A votação da enquete, por exemplo, mobilizou 12.891 leitores-eleitores, mais que o dobro dos 5.441 de 2011. O campeão Ricardo Lewandowski conquistou o título de HSV do Ano com 6.921 votos ─ quase seis vezes mais que os 1.126 que garantiram a vória de Márcio Thomaz Bastos na finalíssima do ano passado. MTB conseguiu 21% do eleitorado. Lewandowski atingiu impressionantes 54%. Emocionado, o revisor do processo do mensalão dedicou o triunfo à ex-primeira-dama Marisa Letícia. "Isto vai para a minha querida vizinha, amiga da minha mãe e madrinha", disse exibindo a medalha de ouro. Ainda desfrutando do direito de ir e vir, José Dirceu, José Genoino e Delubio Soares aplaudiram o ministro da defesa dos mensaleiros sentados na fila do gargarejo no trecho do discurso em que Lewandowski reconheceu que a absolvição da trinca contribuiu decisivamente para o histórico desempenho na finalíssima de 2012. A medalha de prata obtida por Rui Falcão (11% do total de votos) transformou o presidente do PT em forte candidato ao título de 2013. "Se eu tivesse lançado um pouco antes a campanha do MEXEU COM LULA, MEXEU COMIGO, daria uma surra de relho no companheiro Lewandowski", disse o vice-campeão. "Mas peço à militância que já se mobilize para me eleger no ano que vem". A acirrada disputa da medalha de bronze terminou com a vitória de José de Abreu, que teve uma vantagem de 8 votos sobre José Eduardo Cardozo e de 44 sobre Paulo Henrique Amorim. Os três conseguiram 9% do total. Também participaram da enquete Dias Toffoli (7%), Cândido Vaccarezza (1%) e Ana Arraes, lanterninha também com 1% dos votos. Lewandowski entrou para a história como o quarto integrante da galeria onde sorriem para a posteridade os retratos de Dilma Rousseff (HSV de 2009), Franklin Martins (HSV de 2010) e Márcio Thomaz Bastos (HSV de 2011). Parabéns, ministro! Parabéns, leitores-eleitores! Mais uma vez, venceu o pior!
Põe diante do espelho, olha bem para os teus olhos e
reconhece que há uma presença divina dentro de ti.
Dize, com o máximo de certeza, que em teus olhos
estão a clareza de raciocínio, a limpeza de coração,
a paz de espírito, os meios de afastar a angústia,
o progresso constante, a competência, a
disposição para o bem e a fé em Deus.
Repete que estás bem.
O que dizes com convicção firma-se dentro
de ti e se faz antídoto contra a angústia.
Quanto mais amas, melhor consegues
te enxergar no espelho.
Lourival Lopes
Mons. Boanerges W. Bueno ‡ Congregação Missionária Santíssima Trindade ICC - Instituto Católico Carismático Igreja Nossa Senhora Aparecida - Perus- Caixa Postal 2055 São Paulo - Brasil Cep.: 06194-971
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Ir. Waldemartins Bueno de Oliveira
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Satanismo para a juventude!
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1. Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.
2. Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:
3. Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
4. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
5. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
6. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
7. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
8. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
9. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
10. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
11. Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
12. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira <feedipco@gmail.com>
Data: 5 de janeiro de 2013 23:22
Assunto: IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira Satanismo para a juventude! Posted: 05 Jan 2013 12:35 AM PST Orock and roll já exerceu mais atração para a juventude do que hoje em dia, superado que foi por outros sons superlativamente cacofônicos e aberrantes. Entretanto, é fora de dúvida que ele continua a servir de iniciação no capítulo… You are subscribed to email updates from IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. Email delivery powered by Google Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610
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Satanismo para a juventude!
5, janeiro, 2013
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O rock and roll já exerceu mais atração para a juventude do que hoje em dia, superado que foi por outros sons superlativamente cacofônicos e aberrantes. Entretanto, é fora de dúvida que ele continua a servir de iniciação no capítulo da ilogicidade, do desvario e mesmo do satanismo para uma parcela não desprezível de jovens. Jovens!? Bem, digamos. As bandas de rock vão envelhecendo e não encontram reposição em número suficiente.
Sobretudo os “ídolos” rockeiros já passaram de todas as idades para o exercício de sua profissão, à qual indevidamente chamam “arte”, mas não encontram substitutos à altura. Caso característico é o de Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, que já foi preso juntamente com uma de suas namoradas por porte de drogas, e andou pelo Brasil envolvendo-se com atrizes ou modelos, pois moralidade não rima bem com rock.
Já “os primeiros álbuns dos Stones trazem referências explícitas ao diabo, presente nas capas dos discos e nas letras das músicas”. Agora, com 70 anos, Jagger é ainda o que a propaganda tem de melhor a oferecer nessa matéria. O mais grave, porém, na carreira desse “astro” – como do rock em geral – consistiu na divulgação prática do satanismo em matéria de música e arte.
Uma biografia recente de Mick Jagger, escrita pelo jornalista Philip Norman, trata longamente de seus desvarios em matéria de sexo e drogas. Baseamo-nos na recensão publicada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” (20-10-12).
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Trata-se de “um superstar arrogante, sovina, narcisista e predador, enfim um Casanova pouco preocupado com suas presas sexuais, aí incluídos mulheres e homens”. O biógrafo fala da “atração sexual do primeiro empresário dos Stones, Andrew Oldham, por Jagger”. Oldham “trabalhou com Mary Quant, a inventora da minissaia”.
Uma das namoradas do vocalista, Marianne Faithfull, “teria muito a dizer, especialmente sobre a adesão de Jagger ao satanismo”. O demônio teve grande papel na vida de Jagger, pois seu biógrafo não só “culpa Satã por todo o mal que perseguiu os amigos de Jagger e os coadjuvantes de seus filmes”, como “reprisa a velha história do cantor de blues Robert Johnson, que teria feito um pacto com o demônio para obter sucesso”.
Influenciado pela obra Mestre e Margarida do russo Mikhail Bulgákov, Jagger compôs a música Sympathy for de Devil(Simpatia pelo diabo). “Em síntese, Bulgákov fala que o grande triunfo de Satã foi o de colocar Pôncio Pilatos no caminho de Jesus, recusando salvá-lo da Cruz. Jagger atualiza o baile organizado pelo diabo, no livro do russo, e fala de algumas celebridades históricas que herdaram o bastão de Pilatos: Hitler é o protagonista da canção de Jagger, mas há lugar para os bolcheviques que mataram a família real [...] Jagger queria transpor o Mestre e Margarida para as telas. Ele, naturalmente, faria o papel de Satã”.
O vocalista “passou a se interessar muito por satanismo e magia negra, especialmente pela obra do bruxo Aleister Crowley [...]. Uma das namoradas de Jagger, a atriz alemã Anita Pallenberg, era bruxa [...]. Ele aceitou atuar num filme maldito de Kenneth Anger, Lúcifer Rising (A ascensão de Lúcifer)” [...].
Tais são os modelos que certa mídia apresenta para a juventude!
In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.
“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”