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    domingo, 22 de setembro de 2013

    Pai da escravidão nos EUA era negro








    Posted: 22 Sep 2013 03:00 AM PDT




    Pai da escravidão nos EUA era negro

    Exclusivo: Ben Kinchlow revela a verdadeira história da escravidão legal



    • Ben Kinchlow



    Fevereiro foi oficialmente definido, reconhecido por muitos e até festejado por alguns como o Mês da História Negra, ou Mês Nacional da História Afro-Americana nos Estados Unidos. Embora seja reconhecido em mais alguns países (principalmente Canadá e Reino Unido), ele é originalmente dedicado às conquistas dos afro-americanos nos EUA. A partir de agora, irei incluir o fato histórico que Barack Hussein Obama se tornou o primeiro afro-americano presidente dos Estados Unidos.






    • Ben Kinchlow, autor deste artigo 


    No entanto, a antiga história americana também revela outro surpreendente fato envolvendo um negro americano.


    Na verdade, deveria ser considerada uma celebração conjunta. Estamos, na realidade, reconhecendo as conquistas tanto dos negros quanto dos EUA. Uma vez que estamos celebrando as conquistas de ambos, seria apropriado começar pelo início.


    A lembrança da História Negra começou como a Semana da História Negra em 1926 por Carter G. Woodson, filho de ex-escravos. A segunda semana de fevereiro foi escolhida em honra de Frederick Douglass e Abraham Lincoln (ambos nascidos nesse mês), e em 1976 o mês inteiro foi declarado o Mês da História Negra.


    Agora vamos ao início. É bem conhecido o fato de que os primeiros colonos chegaram ao litoral norte-americano após o assentamento de Jamestown pela Companhia da Virgínia em 1607. Um fato talvez não tão conhecido seja que, após a Guerra dos Trinta Anos, a economia europeia estava em uma grave depressão. Consequentemente, muitos trabalhadores, qualificados ou não, estavam desempregados, e o Novo Mundo oferecia esperança e uma chance para um novo futuro.


    De acordo com alguns relatórios, de metade a dois terços dos imigrantes que foram para as colônias americanas chegaram como empregados contratados, e isso incluía alguns africanos, que chegaram a Jamestown em 1619. Esta distinção é fundamental; empregados contratados não eram escravos.


    Os primeiros negros a chegarem aos EUA não eram escravos, mas empregados.


    Em 1619, todos os empregados (brancos ou negros) tinham períodos especificados de serviço que variavam de quatro a sete anos, e recebiam exatamente o mesmo tratamento e a mesma remuneração. Após a conclusão de seus respectivos tempos de serviço, cada um recebia liberdade, cidadania e concessões de terra de 10 a 20 hectares. Durante o início do período colonial, quando todas as terras eram administradas pelo rei, a base da alienação de terras eram concessões, distribuídas pelo governo local de acordo com os desejos do rei.


    As concessões de terra na Virgínia eram emitidas de acordo com um sistema específico. Com base nesse sistema, toda pessoa que chegasse à Virgínia por seus próprios meios recebia 20 hectares de terra, o que se conhecia como "headright". Não havia nenhum estigma social associado à concessão, e todas as famílias, tanto de brancos quanto de negros, acabaram usufruindo dos direitos e privilégios dos outros cidadãos da comunidade. Um pai poderia contratar uma família de quatro, e uma vez que cada membro da família tinha direito a 20 hectares ao concluir o período de serviço, eles ganhavam liberdade e a família poderia se habilitar para um pedaço de terra de 80 hectares.


    Por meio desse método, um colono, Anthony Johnson, contratando os membros da própria família, pôde assegurar 100 hectares de terra. Seus filhos, com a mesma estratégia, ganharam mais 260 hectares. Os Johnsons se estabeleceram em "Pungoteague Creek", a leste do litoral da Virgínia, e prosperaram por quase 40 anos.


    Para os contratados, havia benefícios tanto econômicos quanto civis associados a essa prática. A lei britânica protegia os direitos do indivíduo, e o poder do senhor sobre seus contratados era limitado, e era obrigatório ensinar uma habilidade específica.


    A Companhia da Virgínia, no entanto, mudou as regras. Agora eles permitiam que qualquer pessoa pagasse o transporte de uma pessoa para a colônia em troca de um período de serviço contratado, sujeito a algumas ressalvas. Sob as novas regras, o conhecimento de uma habilidade de qualquer tipo não estava inclusa no contrato, e qualquer pessoa que pagasse o custo da passagem receberia 20 hectares de terra por cada passagem comprada. Os contratados agora não recebiam nada além da viagem, e muitas vezes se viam sem direitos ou liberdade. Como um dos contratados, Thomas Best escreveu da Virgínia em 1623, "Meu senhor Atkins me vendeu por 150 libras esterlinas, ora, como se eu fosse um escravo".


    Os empregados contratados, principalmente brancos, podiam fugir (e com frequência o faziam), juntar-se a outro assentamento e simplesmente desaparecer. Buscou-se e implementou-se uma solução permanente e economicamente benéfica para as elites.


    Nota: A Bíblia aponta uma falha comum e o caminho da injustiça social: "o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males". Nada contra o dinheiro em si, mas o amor por ele influencia atividades que geram miséria; não é uma grande aprovação para um conceito que ela deveria propagar e apoiar. (E como aparte, a grande maioria das pessoas acredita que a Bíblia é um livro religioso escrito para promover a religião. Na verdade, há sete referências à religião na Bíblia, e seis delas são negativas).


    Aqui, a história toma um rumo bizarro. Quando me deparei com essa assombrosa peça de informação, fiquei estupefato.


    Parte do problema com os fatos é que eles podem causar desconforto quando não estão de acordo com noções preconcebidas. Nunca eu havia escutado mais do que boatos sobre isso, e foi de encontro a tudo o que eu conhecia, ou qualquer pessoa, conhecia sobre as origens da escravidão nas colônias inglesas. Isso é que é politicamente incorreto!


    Lembram-se de Anthony Johnson, citado anteriormente? Ele criou animais, prosperou como era comum com os donos de terra, e contratou um negro e vários brancos como empregados. Johnson abriu processos judiciais e ganhou muitos casos, mas um deles em particular abriria caminho para uma mudança drástica na força de trabalho. Há vários relatos sobre a origem desse caso histórico, o que iria inevitavelmente mudar o cenário cultural americano e impactar nas relações entre brancos e negros por séculos.


    Um relato afirma que John Casor, um negro contratado, deu um "calote" em Johnson no seu tempo de serviço restante. Outro afirma que a família convenceu Johnson a libertar Casor. E ainda outro afirma que Casor "convenceu" um vizinho branco, Robert Parker, que ele estava sendo detido ilegalmente. Qualquer que seja a razão, Johnson não estava satisfeito com o estado das coisas e processou Casor e Parker, alegando que Casor não havia sido obtido como empregado, mas como escravo.


    Entenda o real significado desse caso. Johnson não estava processando John Casor para que este cumprisse uma dívida de serviço. Em vez disso, ele insistiu que o tribunal deferisse sua petição para que "tivesse o negro pela vida". Ele reivindicou os serviços de John Casor pelo restante de sua vida natural. Até onde sei, não havia registro anterior de apoio judicial dado à escravidão na Virgínia, exceto como punição por crime. Anthony Johnson estava pedindo ao tribunal que lhe concedesse John Casor (que não havia cometido crime algum) como um escravo.


    Parker e um outro dono de terra influente, ambos brancos, ficaram ao lado de Casor. O tribunal, no entanto, decidiu em favor de Johnson. Na linguagem original tirada dos documentos originais está a decisão do tribunal do condado:


    "Court of Northampton; Eight Mar, Anno1654:


    Whereas complaint was this daye made to ye court by ye humble peticion of Anth. Johnson Negro ag[ains]t Mr. Robert Parker…"


    Traduzindo em linguagem corrente se lê:


    "Considerando que a petição foi protocolada nesta data a pedido de Anthony Johnson, negro, contra Robert Parker, alegando que este detêm John Casor, um negro, empregado do requerente, sob alegação de que John Casor é um homem livre. Este Tribunal, examinando seriamente e deliberando de forma madura as premissas, julga que Robert Parker detém ilegalmente o negro John Casor do seu senhor de direito Anthony Johnson, conforme apresentado no Depoimento do Capt. Samuel Goldsmith e várias outras circunstâncias prováveis. Seja esta, portanto, a decisão deste tribunal, e determina que John Casor, negro, seja imediatamente devolvido ao serviço do seu senhor, Anthony Johnson, devendo Robert Parker pagar todas as custas do processo e da execução. (Oito de março, ano 1654)"


    Essa é aparentemente a primeira sanção legal da escravidão (não por um crime) no Novo Mundo.


    Johnson, ele próprio capturado em Angola e trazido à América como empregado contratado, era negro.






    • Anthony Johnson, pai da escravidão nos EUA 


    Pelas provas encontradas em antigos documentos legais, Anthony Johnson deve ser reconhecido como o primeiro senhor de escravos legal dos EUA.


    O pai da escravidão legalizada nos EUA era um negro.


    Devemos festejar isso como parte do Mês da História Negra?


    Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: Father of U.S. slavery was a black man




    Leitura recomendada:




















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    Posted: 21 Sep 2013 03:14 PM PDT


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    Padre Alberto Gambarini




    Padre Alberto Gambarini





    Posted: 21 Sep 2013 11:25 AM PDT





    A Liturgia da Palavra se conclui com a profissão de fé e a oração dos fiéis. Depois de termos participado da mesa da Palavra, iniciamos o segundo grande momento da missa: a Liturgia Eucarística. 

    RITO DO OFERTÓRIO

    O nosso olhar se volta para o altar, onde vemos uma toalha estendida para indicar que aí se celebra o banquete eucarístico instituído por Jesus, são acesas as velas para manifestar que se trata de uma refeição sagrada e por fim o crucifixo recorda que a cada missa estamos aos pés da cruz.

    1. A PROCISSÃO DAS OFERENDAS

    Este é o momento forte onde são trazidos os dons utilizados por Cristo na última ceia: pão, vinho e água. Estes elementos irão se transformar no Corpo e Sangue de Cristo, simbolizando também a nossa vida sendo apresentada a Deus no altar.

    2. APRESENTAÇÃO DOS DONS

    O sacerdote apresenta o pão e o vinho a Deus. Ele eleva a patena e depois o cálice. Neste momento, mesmo cantando, é importante acompanhar cada gesto do celebrante, tendo no coração o desejo de apresentar todas as nossas alegrias e lutas. Santo Agostinho ensinava: "sobre o altar a nossa vida é celebrada." Esta certeza nos é dada pelas orações que se seguem na elevação do pão e do vinho. Elevando a patena com o pão, o sacerdote reza:

    Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,

    Pelo pão que recebemos de vossa bondade,

    Fruto da terra e do trabalho humano,

    Que agora vos apresentamos,

    E para nós se vai tornar pão da vida. 

    Todos: Bendito seja Deus para sempre

    A seguir o sacerdote derrama vinho no cálice e acrescenta uma gota de água. Por quê? Este gesto era um costume judeu durante a ceia da Páscoa, usado também por Jesus. Mas, entrou para a liturgia cristã com um significado mais profundo. Vemos isso nas palavras do sacerdote:

    Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

    Já no século III, São Cipriano, bispo na África, escrevia: "Quando se mistura a água no vinho do cálice, o povo forma uma só realidade com o Cristo que nada poderá separar."

    O sacerdote ao apresentar o vinho diz:

    Bendito sejais, Deus do universo,

    Pelo vinho que recebemos de vossa bondade,

    Fruto da videira e do trabalho humano,

    Que agora vos apresentamos

    E para nós se vai tornar vinho da salvação.

    Todos: Bendito seja Deus para sempre

    Depois da oferenda do pão e vinho, o sacerdote faz uma pequena inclinação, para rezar uma oração onde se pede para o Senhor receba não só os dons, mas também todos os que os apresentam.

    De coração contrito e humilde,

    Sejamos, Senhor, acolhidos por vós;

    E seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido

    Que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

    A apresentação das oferendas é completado pelo gesto do sacerdote lavar as mãos. O significado principal é o de indicar a importância em buscar a pureza, a santidade e conversão de vida para celebrar dignamente a eucaristia.

    Lavai-me, Senhor, de minhas faltas

    E purificai-me dos meus pecados.

    E por fim, o sacerdote convida a assembleia a se colocar em pé, por meio de um convite:

    Orai, irmão e irmãs,

    Para que o nosso sacrifício

    Seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

    Todos: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,

    Para a glória do seu nome,

    para o nosso bem e de toda a Igreja.

    Segue a oração sobre as oferendas, onde pedimos que os dons oferecidos a Deus, por ação do Espírito Santo, se tornem o nosso alimento espiritual.






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    [*Exsurge Domini*] Resumo 3260

    Exsurge Domini *O site da evangelização*

    Mensagens neste resumo (1 Mensagem)

    1.
    La Nobleza del Amor De: fayna

    Mensagem

    1.

    La Nobleza del Amor

    Enviado por: "fayna" fayna@teneyi.net   fayna1234

    Sáb, 21 de Set de 2013 12:14 pm





    El amor… no se irrita, no guarda rencor.
    1 Corintios 13:5.

    Sed benignos unos con otros, misericordiosos,
    perdonándoos unos a otros,
    como Dios también os perdonó a vosotros en Cristo.
    Efesios 4:32.






    La Nobleza del Amor

    Una palabra ofensiva, el amor propio herido son temas que se machacan; hablamos fácilmente de ello a otros. Al final, no aguantamos más y explotamos diciendo palabras duras y descontroladas que producen terribles estragos. Pero el verdadero amor no se irrita y nos protege de tales reacciones.

    La única indignación justificada es cuando vemos a un desdichado maltratado, o cuando se contradice la Palabra de Dios. La indignación según Dios nunca resulta de algo que sea hecho contra nosotros. Cuando Jesús limpió el templo estaba indignado a causa de la profanación de la casa de su Padre (Mateo 21:12), pero cuando fue atacado o humillado, jamás se enojó ni se defendió.

    El amor no hace cuentas, porque no da lugar al resentimiento ni al rencor. Si Dios borró nuestros numerosos pecados, si no nos inculpa de nuestras faltas (Romanos 4:8), ¡Con cuánta más razón debemos perdonar y olvidar el mal que se nos ha hecho! Perdonar es no tener cuenta de ellos. ¡Qué liberación!

    El amor no guarda rencor. En contabilidad es obligatorio escribir todo lo que se me debe (y lo que debo), pero en mis relaciones personales recordar todo lo que fue hecho contra mí es el camino que me conduce a la amargura. "No seas vencido de lo malo, sino vence con el bien el mal" (Romanos 12:21).



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    Da Mihi Animas




    Da Mihi Animas


    • RECORRAMOS AO PADRE PIO 
    • CARDEAL ACUSADO DE HERESIA PELA FSSPX É CONFIRMADO NO CARGO DA CDF POR FRANCISCO 
    • “É necessário distinguir entre uma Teologia da Libertação equivocada e uma correta”, afirma Gerhard Müller 



    Posted: 21 Sep 2013 10:55 AM PDT









    Posted: 21 Sep 2013 08:54 AM PDT




















    Em junho do ano passado, na cerimônia de ordenação sacerdotal, realizada em Zaitzkofen, na Alemanha, D. Galarreta lamentava a decisão do Papa Bento em nomear D. Muller e acusou o Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé de heresia por negar o dogma da Virgindade Perpétua de Nossa Senhora, quando declarou que ela "não se apartou das particularidades fisiológicas no processo natural do parto, como fatos semelhantes à não abertura do canal endocervical, o não rompimento do hímen e o não sentir as dores do parte". 






    São polêmicas também as declarações do Prefeito sobre o Dogma da Transubstanciação e sobre a declaração "Dominus Iesus", que para ele não é "teologicamente correta" sobretudo no que trata das seitas protestantes, quando afirma que elas não podem ser consideradas "igrejas". 



    O Superior Geral da FSSPX, Dom Fellay já tinha se pronunciado sobre D. Muller : 


    'O antigo bispo de Ratisbona, onde se encontra nosso seminário de Zeitzkofen, não nos admira, e isso não é segredo para ninguém. Depois do corajoso ato de Bento XVI em nosso favor, em 2009, ele parecia ter pouco interesse em atuar no mesmo sentido e nos tratava como leprosos! 


    Foi ele quem então declarou que nosso seminário deveria ser fechado e que nossos seminaristas deveriam reingressar nos seminários de suas regiões de origem, afirmando, sem rodeios, que "os quatro bispos da Fraternidade São Pio X devem renunciar"! (Cf. entrevista a Zeit online, 8 de maio de 2009). 


    No entanto, mais importante e mais inquietante para nós é papel que ele deverá assumir à frente da Congregação para a Doutrina da Fé, que deve defender a fé, cuja missão própria consiste em combater os erros doutrinais e as heresias. Porque muitos textos de Dom Müller sobre a verdade transubstanciação do pão e do vinho em Corpo e Sangue de Cristo, sobre o dogma da virgindade de Maria, sobre a necessidade dos não-católicos se converterem à Igreja Católica… são mais do que discutíveis! Não cabe dúvidas de que em outra época teriam sido objeto de uma intervenção da parte do Santo Ofício, do qual surgiu a Congregação para a Doutrina da Fé que ele encabeça atualmente.







    Posted: 21 Sep 2013 07:44 AM PDT



































    A nomeação do cardeal Gerhard Ludwig Müller para prefeito da Congregação que se ocupa da ortodoxia da doutrina católica, somada à eleição do arcebispo de Buenos Aires para bispo de Roma, foi qualificada em alguns ambientes como uma revanche da Teologia da Libertação, criticada por João Paulo II e pelo cardeal Ratzinger. 






    A decisão do Papa não foi por motivos pessoais: Müller foi nomeado prefeito porque é um dos mais brilhantes teólogos da Igreja, como demonstra sua carreira acadêmica. 






    Em alguns ambientes católicos a nomeação do bispo de Regensburg para prefeito da ortodoxia católica suscitou preocupação, porque havia sido acusado de ter mantido contatos com representantes da Teologia da Libertação e, particularmente, de ter sido amigo do padre Gustavo Gutiérrez, com quem escreveu o livro Da Parte dos Pobres. Teologia da Libertação. 






    A entrevista é de Włodzimierz Rędzioch e está publicada no sítio Zenit, 20-05-2013. 






    A tradução é do Cepat. Eis a entrevista. 






    Você, desde que é sacerdote e também como bispo é muito sensível aos valores da justiça, da solidariedade e da dignidade da pessoa. Por que este interesse pelos problemas sociais?






    Eu venho de Mainz e minha cidade, no início do século XIX, teve um grande bispo, o barão Willhelm Emmanuel von Ketteler, que foi um precursor da Doutrina Social da Igreja. Desde criança vivia em um ambiente de empenho social. E não devemos esquecer que se na Europa do pós Segunda Guerra Mundial e após as diversas ditaduras conseguimos construir uma sociedade democrática, isto devemos também à doutrina social católica. Graças ao cristianismo os valores da justiça, solidariedade e dignidade da pessoa foram introduzidos nas Constituições de nossos países. 






    Em seu currículo vemos que teve muita relação com a América Latina. Como nasceu esta relação? 






    Durante 15 anos viajei pela América Latina, estive no Peru, mas também em outros países. Passava dois ou três meses ao ano vivendo como vivem as pessoas comuns, ou seja, em condições muito simples. No começo, para um europeu isto é difícil, mas quando se aprende a conhecer pessoalmente as pessoas e se vê como elas vivem, então se aceita a situação. Um cristão tem que se encontrar em sua casa em qualquer parte: onde há um altar Cristo está presente; em qualquer parte se pertence à família de Deus. 






    No ano passado, quando você foi nomeado prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, alguns o acusavam de ser amigo do padre Gustavo Gutiérrez, fundador da Teologia da Libertação. O que nos pode dizer sobre isso?






    É verdade que conheço bem o padre Gutiérrez. Em 1988, me convidaram para participar de um seminário com ele. Fui com alguma reserva porque conhecia as duas declarações da Congregação para a Doutrina da Fé sobre a Teologia da Libertação, publicadas em 1984 e em 1986. Entretanto, pude constatar que é necessário distinguir uma Teologia da Libertação equivocada e uma correta. Considero que cada teologia é boa se parte de Deus e de seu amor e tem a ver com a liberdade e a glória dos filhos de Deus. Portanto, a teologia cristã que fala da salvação dada por Deus não pode ser misturada com a ideologia marxista que fala de uma autorredenção do homem. A antropologia marxista é completamente diferente da antropologia cristã, porque trata o homem como um ser privado de liberdade e dignidade. O comunismo fala da ditadura do proletariado e a boa teologia, ao contrário, fala da liberdade e do amor. O comunismo, e também o capitalismo neoliberal, rechaçam a dimensão transcendente da existência e se limitam ao horizonte material da vida. O capitalismo e o comunismo são as duas faces da mesma moeda, a moeda falsa. Ao contrário, para construir o Reino de Deus a verdadeira teologia vem da Bíblia, dos Padres da Igreja e do Concílio Vaticano II.






    Em certos ambientes, sua nomeação para prefeito da Congregação que se ocupa da doutrina católica e a recente eleição do arcebispo de Buenos Aires para bispo de Roma foram vistos como uma revanche da Teologia da Libertação, criticada por João Paulo II e pelo cardeal Ratzinger. O que responde a estas vozes? 






    Em primeiro lugar, queria destacar que não existe nenhuma ruptura entre Bento XVI e o Papa Francisco no que se refere à Teologia da Libertação. Os documentos do então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé serviram para esclarecer o que era necessário evitar, da maneira de fazer a Teologia da Libertação à autêntica teologia da Igreja. Minha nomeação não significa que se abre um novo capítulo nas relações com esta teologia; pelo contrário, é um sinal de continuidade. Bento XVI, ao receber em 2009 um grupo de bispos do Brasil em visita ad limina apostolorum, disse que valia a pena recordar que em agosto do ano anterior foram comemorados os 25 anos da Instrução Libertatis Nuntius da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da Teologia da Libertação. E acrescentou que "suas consequências mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, discordância, ofensa, anarquia ainda agora se fazem sentir, criando em nossas comunidades diocesanas grande sofrimento e uma grave perda de forças vivas".






    Concorda com esta análise do pontífice sobre as consequências da Teologia da Libertação? 






    Estes aspectos negativos dos quais fala Bento XVI são o resultado da mal entendida e mal aplicada Teologia da Libertação. Estes fenômenos negativos não teriam acontecido se tivesse sido aplicada a autêntica teologia. As diferenças ideológicas criam divisão na Igreja. Mas isto acontece também na Europa onde há, por exemplo, os chamados católicos progressistas e conservadores. Isto recorda a situação de Corinto, onde havia quem se referia a Paulo e quem, ao contrário, se referia a Pedro, ao passo que outros se referiam a Cristo. Mas todos nós temos que estar unidos em Cristo, porque Deus une, o mal divide. A teologia que cria as divisões é antes ideologia. A verdadeira teologia tem que levar a Deus, então não se pode criar divisões. 






    Excelência, você, ao receber em 2008 o Doutorado Honoris Causa na Pontifícia Universidade Católica do Peru, condenou em seu discurso "a infâmia da nossa época: o capitalismo neoliberal". O capitalismo neoliberal é uma estrutura do mal? 






    É difícil fazer comparações entre uma estrutura do mal e um pecado pessoal, embora cada pecado tenha uma dimensão social, estando inserido em alguma 'estrutura': família, ambiente de trabalho, sociedade, país. O capitalismo neoliberal é uma daquelas estruturas do mal que no século XIX e XX queriam eliminar os valores do cristianismo. Mas repito: por trás de cada estrutura estão as pessoas que aceitam seus princípios, ou seja, por trás de qualquer estrutura do mal há pecados pessoais.










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    [hagiografia] 22 de Setembro - Santos Maurício e Companheiros, Mártires (+ séc. III)

     



    22 de Setembro

    Santos Maurício e Companheiros, Mártires (+ séc. III)


    São Maurício comandava a célebre Legião Tebana, constituída por cristãos do Egito. Por volta do ano 286, enquanto reinava Diocleciano, essa divisão estava servindo em território da atual Suíça, quando o comandante supremo, Maximiano, ordenou que todos os soldados oferecessem sacrifícios aos deuses pagãos. Os membros da Legião Tebana se recusaram e foram todos mortos por amor a Jesus Cristo.



    __._,_.___






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    A história de cada santo é extraída do livro: Cada dia tem seu Santo
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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo