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    domingo, 28 de setembro de 2014

    [Ditadura do Foro de São Paulo] nova mensagem de Edvania C. Fiorese

    Edvania C. Fiorese
    Edvania C. Fiorese27 de setembro de 2014 18:36
    ,( ...
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    [Novo post] A direita que não tem um plano A, não pensa em planos B ou C, mas sempre se contenta com o plano Z




    lucianohenrique publicou: " Durante esta eleição, a direita usou algumas variantes de discurso, que incluem: "Entre Dilma e Marina, ninguém, pois ambas são do Foro" e "Entre Dilma, Marina e Aécio, ninguém, pois Aécio é socialista fabiano". É brincadeira? Todavia, de acordo co"



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    Nova publicação em Ceticismo Político








    A direita que não tem um plano A, não pensa em planos B ou C, mas sempre se contenta com o plano Z


    by lucianohenrique





    Durante esta eleição, a direita usou algumas variantes de discurso, que incluem: "Entre Dilma e Marina, ninguém, pois ambas são do Foro" e "Entre Dilma, Marina e Aécio, ninguém, pois Aécio é socialista fabiano". É brincadeira?

    Todavia, de acordo com a Janela de Overton, sempre é possível tomar decisões diante das opções apresentadas para nós, sempre buscando a melhor. Veja este artigo de Reinaldo Azevedo sobre a janela de Overton, que parece ser muito pouco conhecida pela direita.

    Se olharmos por essa perspectiva, Marina pode ser um plano B tanto para os petistas como para nós, da direita, se isso não for tão bom para o PT como seria a eleição deles próprios. Alguns dizem que "é assim mesmo que os dialéticos pensam", mas na verdade essa é a única forma de pensar estrategicamente.

    Há uma mania de parte da direita de criticar os acertos da esquerda, como o pensamento dialético. À Lenin é atribuído algo como "estratégia das tesouras" (embora eu nunca tenha encontrado fontes a esse respeito), mas vejo que se o líder socialista tratou disso apenas descobriu o óbvio: sempre existem planos B quando o plano A não dá certo.

    O fato é que os socialistas, quando implementam uma ditadura, expurgam o pensamento de direita e permitem uma dissidência vinda apenas de outros partidos de esquerda, o que dá a impressão de existir "divergência de ideias" e, portanto, uma "democracia".

    Só que mesmo que nós não lutemos por um totalitarismo, deveríamos pensar do mesmo jeito. Quer dizer, saber que se temos um plano A em mãos, devemos ter um plano B, assim como devemos lutar para que no caso do plano A não dar certo, é melhor contarmos com o plano B. Mas se tanto plano A como B não vingarem, ainda podemos pensar em um plano C. E assim, sucessivamente, para cada questão, para cada disputa, para cada eleição.

    Infelizmente, a direita acostuma-se a pensar na base do "tudo ou nada". Mas aí já é suficiente lembrarmos de ditados populares dizendo-nos "quem tudo quer, tudo perde".

    Como eu defendo que a direita passe a pensar de forma mais estratégica, faço minha contribuição com sugestões de planos A, B e C para a direita nestas eleições:
    Plano A: vitória de Aécio, que derrubará o decreto 8243
    Plano B: vitória de Marina, derrubar decreto 8243
    Plano C: mesmo com vitória de Dilma, derrubar decreto 8243 e travar o projeto petista de censura de mídia

    Caso tudo dê certo e o plano A seja implementado, há um risco a ser tratado: o da direita "relaxar" por termos vencido o mal maior (o PT) e esquecer de que há muito a ser feito, especialmente na busca de consolidarmos um partido que defenda as bandeiras de direita para 2018 ou 2022. Mas acredito que podemos sem muita dificuldade lutarmos contra esse "relaxamento", por isso este é o melhor plano. Alias, se criarmos um partido de direita com força para vencer, este se tornaria nosso plano A e o PSDB/DEM viraria um plano B. (Note que pela Janela de Overton, ou "estratégia das tesouras", a esteira pode rolar...)

    Já o plano B serve para o caso de Aécio não ter condições de vencer, e impõe alguns riscos hoje mais relacionados ao PT, principalmente pelo PSB ser parte do Foro de São Paulo. Mas neste caso, não vejo uma elite psicopática ao lado de Marina, portanto é mais fácil para nós derrubarmos as implementações totalitárias já estabelecidas e evitar novos projetos neste sentido. Outro risco, assim como vimos anteriormente, é o de descuidarmos pelo fato do PT ter perdido.

    No caso de irmos para o plano C significa que tanto o plano A como o plano B não deram certo. Aqui o problema é maior: o PT já implementou seu decreto 8243, vai lutar pela censura de mídia e tem um batalhão de pessoas prontas para facilitar-lhes a vitória nestes aspectos. No plano C, devemos realmente melhorar nossa capacidade de luta contra as implementações totalitárias deles. Sem a censura de mídia e o decreto 8243, as coisas vão se complicar para o PT, pois ele precisará esconder as consequência de seu bolivarianismo, que tem causado sérios danos à nossa economia. A derrubada destes projetos totalitários deve aumentar a taxa de rejeição para o PT em 2018.

    Existe um plano D? Claro. Basta o PT ganhar e ficarmos nos preocupando com várias outras questões laterais, esquecendo-nos de priorizar a luta pela liberdade de imprensa e pelos três poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário), ou seja, o sustentáculo de nossa democracia.

    Como se percebe, A, B e C não são iguais, mas enquanto o alfabeto vai avançando, as opções vão ficando piores para nós. Se mudarmos a forma de pensar, partindo para um pragmatismo político, começaremos a trabalhar com opções, sempre, e assim conseguiremos mais resultados cumulativos, pois sempre podemos ir "puxando" as coisas para o nosso lado, assim como os esquerdistas já fazem. Para isso, é preciso largar o purismo. Fazer isso não passa da "sinistra" estratégia das tesouras, que nada mais é do que mais um filtro de pensamento estratégico hoje usado pela esquerda.

    Resumindo, uns dizem que Marina é plano B do Foro. Ora, se é plano B, então é melhor para nós do que o plano A. E a mesma coisa vale para Aécio,que seria o plano C do Foro. Se é plano C, é melhor para nós que o plano B, assim como o plano B é melhor para nós que o plano A. Isso, é claro, até o dia em que tivermos um plano A, o que não temos. Mas se não pensarmos pragmaticamente assim, não teremos plano A, B ou C. Daí corremos o risco de termos que nos contentar com o plano Z para nós, que é a manutenção do PT no poder, com total liberdade para implementar uma ditadura.



    lucianohenrique | 27 de setembro de 2014 às 9:26 pm | Tags: eleições 2014, esquerdismo, estratégia, foro de são paulo, guerra política, jogos políticos, planejamento, PSB, PSDB, PT | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-98N




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    [Novo post] As finalidades e os efeitos da Santa Missa




    Thais publicou: "Em sua encíclica Mediator Dei, o venerável Papa Pio XII presenteou todo o povo cristão com um verdadeiro tesouro doutrinal, explicando com precisão e eloquência o que é a sagrada liturgia e em que consiste o sacrifício da Santa Missa. É na segunda part"



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    Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra








    As finalidades e os efeitos da Santa Missa


    by Thais



    Em sua encíclica Mediator Dei, o venerável Papa Pio XII presenteou todo o povo cristão com um verdadeiro tesouro doutrinal, explicando com precisão e eloquência o que é a sagrada liturgia e em que consiste o sacrifício da Santa Missa.

    É na segunda parte deste documento, de modo particular, que Sua Santidade, a partir das sentenças dogmáticas do imortal Concílio de Trento, desenvolve o seu Magistério sobre a celebração eucarística.

    Ele começa por explicar a sua natureza: "O augusto sacrifício do altar não é (...) uma pura e simples comemoração da paixão e morte de Jesus Cristo, mas é um verdadeiro e próprio sacrifício, no qual, imolando-se incruentamente, o sumo Sacerdote faz aquilo que fez uma vez sobre a cruz, oferecendo-se todo ao Pai, vítima agradabilíssima"01. Substancialmente, o sacrifício do Calvário e o sacrifício eucarístico são o mesmo sacrifício. Quando o sacerdote sobe ao altar e, emprestando a Cristo a sua língua e a sua mão02, oferece a Santa Missa por todos os homens, está fazendo não só a mesma coisa que Jesus fez naquela ceia derradeira03, mas também aquele ato de entrega realizada no madeiro da Cruz. A diferença é que, enquanto no Calvário Jesus se entregou de modo cruento, isto é, derramando o Seu sangue, na última ceia e nos altares de nossas igrejas este sacrifício é oferecido sem derramamento de sangue ("incruentamente"). Preleciona Pio XII:


    "Na cruz, com efeito, ele se ofereceu todo a Deus com os seus sofrimentos, e a imolação da vítima foi realizada por meio de morte cruenta livremente sofrida; no altar, ao invés, por causa do estado glorioso de sua natureza humana, 'a morte não tem mais domínio sobre ele' (Rm 6, 9) e, por conseguinte, não é possível a efusão do sangue; mas a divina sabedoria encontrou o modo admirável de tornar manifesto o sacrifício de nosso Redentor com sinais exteriores que são símbolos de morte. Já que, por meio da transubstanciação do pão no corpo e do vinho no sangue de Cristo, têm-se realmente presentes o seu corpo e o seu sangue; as espécies eucarísticas, sob as quais está presente, simbolizam a cruenta separação do corpo e do sangue. Assim o memorial da sua morte real sobre o Calvário repete-se sempre no sacrifício do altar, porque, por meio de símbolos distintos, se significa e demonstra que Jesus Cristo se encontra em estado de vítima."04

    Assim, é importante explicar: durante a celebração da Santa Missa, Jesus não está, por assim dizer, "sofrendo de novo" o Calvário, experimentando a agonia da coroa de espinhos ou carregando novamente todo o peso da cruz. A entrega feita no sacrifício eucarístico, no entanto, é a mesma: o oferente é o próprio Jesus – "é Ele mesmo quem preside invisivelmente toda Celebração Eucarística"05 – e trata-se da mesma vítima: "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo"06. A diferença de modo entre as duas é apenas acidental, não muda a substância do sacrifício.

    Pela transubstanciação, estão presentes debaixo das espécies do pão e do vinho Jesus Cristo em corpo, sangue, alma e divindade. Por força do sacramento, no pão está o Seu corpo e, no vinho, o Seu sangue; mas, pela realidade dos fatos, Jesus todo está presente tanto no pão quanto no vinho.É assim porque, estando Ele ressuscitado e no Céu em corpo glorioso, não pode mais ser separado. O uso do pão e do vinho como matéria deste sacramento, no entanto, significa esta "cruenta separação" do Seu corpo e do Seu sangue, ocorrida na Cruz.

    Pio XII também indica que não só o ministro e a vítima dos dois sacrifícios são "idênticos", mas também os fins.

    O primeiro deles é a glorificação de Deus (latrêutico). Trata-se da "adoração". A típica atitude de adoração consiste em pôr-se de joelhos diante de Deus, rebaixando-se diante d'Ele e reconhecendo-se um nada. Na Cruz, Jesus adorou o Pai de modo perfeitíssimo. "Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de um escravo e assemelhando-se aos homens. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz"07.

    Durante a Santa Missa, por mais que se tenha um sacerdote ou uma assembleia indigna, Jesus está oferecendo a mesma adoração perfeita que ofereceu no madeiro da Cruz. Ainda que todos os seres humanos e todos os anjos juntos cultuassem a Deus, não conseguiriam jamais superar o valor desta oferta do próprio Deus. Por esse motivo, é impossível comparar o augusto Sacrifício do altar com as chamadas "celebrações da Palavra". Se por um lado estas celebrações comunitárias são importantes em lugares com carência de padres, por outro, é realmente muito triste que a sua frequência indevida acabe por obscurecer as diferenças substanciais entre a Missa e uma simples "reunião fraterna". Na Missa, o padre age in persona Christi; na celebração da Palavra, ao invés, ainda que a comunidade faça parte do Corpo Místico de Cristo, não há como ocorrer a consagração do pão e do vinho, uma vez que "o povo (...) não pode de nenhum modo gozar dos poderes sacerdotais"08.

    A segunda finalidade da Missa é eucarística, ou seja, dar a Deus ação de graças. O homem, que tudo recebe de Deus, tem-lhe uma dívida de ação de graças que não poderia jamais pagar, a menos que o Senhor mesmo não se fizesse homem e sanasse esta dívida por ele. "A Eucaristia é um sacrifício de ação de graças ao Pai, uma bênção pela qual a Igreja exprime seu reconhecimento a Deus por todos os seus benefícios, por tudo o que ele realizou por meio da criação, da redenção e da santificação. (...) Este sacrifício de louvor só é possível através de Cristo: Ele une os fiéis à sua pessoa, ao seu louvor e à sua intercessão, de sorte que o sacrifício de louvor é oferecido por Cristo e com ele para ser aceito nele"09.

    O terceiro fim deste memorial é propiciatório, isto é, oferecer uma expiação pelos nossos pecados. Com o pecado, o homem ofende a Deus e Este, por sua vez, espera do homem, além do arrependimento, a reparação de sua ofensa. Se os sacrifícios oferecidos pelos antigos "simplesmente devolviam a Deus as coisas que Ele mesmo havia criado: touros, ovelhas, pão e vinho", na Santa Missa, "irrompe um elemento novo e maravilhoso: pela primeira vez e todos os dias, a humanidade pode já oferecer a Deus um dom digno dEle: o dom do seu próprio Filho, um dom de valor infinito, digno de Deus infinito"10. Só desta forma os crimes cometidos pelo homem contra Deus podem ser plenamente satisfeitos.

    Por fim, a quarta finalidade da Missa é impetratória: Jesus "nos dias de sua vida mortal, dirigiu preces e súplicas, entre clamores e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, e foi atendido pela sua piedade"11. Nos altares de nossas igrejas, Jesus continua colocando-se entre a humanidade e o Pai e pedindo a Ele as graças necessárias para nossa salvação.

    Para lograr os efeitos da redenção de Jesus, no entanto, é preciso que o homem se abra a Deus. Por isso, ensina Pio XII, "é necessário que depois de haver resgatado o mundo com o elevadíssimo preço de si mesmo, Cristo entre na real e efetiva posse das almas"12. Para ilustrar que, mesmo oferecendo o Santo Sacrifício por todos os homens, apenas alguns muitos verdadeiramente aproveitam de sua eficácia, o Santo Padre faz uma bela analogia: "Pode-se dizer que Cristo construiu no Calvário uma piscina de purificação e de salvação e a encheu com o sangue por ele derramado; mas se os homens não mergulham nas suas ondas e aí não lavam as manchas de sua iniquidade, não podem certamente ser purificados e salvos"13.

    Para tanto, urge que os fiéis participem "do santo sacrifício eucarístico, não com assistência passiva, negligente e distraída, mas com tal empenho e fervor que os ponha em contato íntimo com o sumo sacerdote (...), oferecendo com ele e por ele, santificando-se com ele"14.

    O protagonista da Sagrada Liturgia é Jesus, que oferece ao Pai o dom precioso de Si mesmo. Não é a comunidade que está no centro da Missa; a ação principal não está sendo realizada nem pelo sacerdote nem pela assembleia, mas por Jesus. Para participar ativamente da Santa Missa, os fiéis devem ser motivados a perscrutar o que se passa no altar, e não inventar jograis, danças ou outras coisas que, em última instância, acabam desviando o foco de toda a ação litúrgica da Cruz.
    Artigo recomendado
    "Christus Passus" nella dottrina eucarística di San Tommaso d'Aquino
    Referências
    Carta Encíclica Mediator Dei, sobre a Sagrada Liturgia, n. 61
    Cf. São João Crisóstomo, In Joan. Hom., 86, 4
    Cf. Mt 26, 1-16; Mc 14, 1-11; Lc 22, 7-23
    Carta Encíclica Mediator Dei, sobre a Sagrada Liturgia, n. 63
    Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 1348
    Jo 1, 29
    Fl 2, 6-7
    Carta Encíclica Mediator Dei, sobre a Sagrada Liturgia, n. 76
    Catecismo da Igreja Católica, parágrafos 1360 e 1361
    Trese, Leo John. A fé explicada. Trad. Isabel Perez. 7. ed. São Paulo: Quadrante, 1999. P. 320
    Hb 5, 7
    Carta Encíclica Mediator Dei, sobre a Sagrada Liturgia, n. 70
    Ibidem
    Carta Encíclica Mediator Dei, sobre a Sagrada Liturgia, n. 73



    Via Christo Nihil Praeponere



    Thais | 28/09/2014 às 12:58 am | Tags: Missa, sacrificio | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1jw




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    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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