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    sábado, 26 de abril de 2014

    Classificação da Perseguição Religiosa







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    Classificação da Perseguição ReligiosaOnde seguir as palavras do Senhor Jesus pode custar a própria vida: conheça os 50 países em que a perseguição aos cristãos atinge o nível mais elevado




    Uma vez que seu chamado é servir os que pagam um alto preço por causa de sua fé em Jesus, a Portas Abertas entende ser necessário monitorar a situação religiosa dos países para saber onde sua ajuda se faz mais necessária. Para isso, criou a Classificação da Perseguição Religiosa (chamada anteriormente de Classificação de Países por Perseguição). Esta é a única pesquisa do tipo realizada anualmente em todo o mundo. Ela mede a liberdade que um cristão tem para praticar sua fé.

    Trata-se de uma lista que relaciona os 50 países em que os seguidores de Cristo são mais hostilizados, somando assim milhões de cristãos afetados pela perseguição – atualmente, cerca de cem milhões de cristãos são perseguidos; em média, cem indivíduos cristãos perdem sua vida a cada mês em razão de sua fé em Jesus Cristo.

    Governos instáveis e extremismo islâmico
    A maior fonte de perseguição à Igreja em 2013 foi o extremismo islâmico. Dos 50 países listados na Classificação da Perseguição Religiosa, 36 deles apresentaram essa tendência, principalmente na África. Seria possível dizer que a Classificação de 2014 mostra que a perseguição aos cristãos está se tornando mais intensa em mais países, espalhando-se pelo continente africano.

    Os dez países mais hostis aos cristãos tratam-se de nações que passam por sérios problemas em seu governo: Somália, Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Iêmen. Junto a eles, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Maldivas e Irã completam a primeira dezena de países em que ser cristão é, praticamente, uma prova de resistência.

    Como a Classificação é formada
    Para entender melhor como acontece a perseguição aos cristãos no mundo atual, a Portas Abertas definiu cinco áreas diferentes em que os cristãos são hostilizados: individualidade, família, comunidade, nação e igreja.

    Ao separar as áreas para análise, a Portas Abertas elabora um questionário bastante específico e extenso que contempla as diferentes formas de perseguição. Cristãos de diversas nações são convidados a responder um total de 96 perguntas que, somadas a informações obtidas por meio de pesquisas e averiguação, culminam na pontuação do país na Classificação.

    Este resultado final é usado para determinar a ordem dos países na posição de 1 a 50 da Classificação da Perseguição Religiosa. Além disso, a pesquisa faz distinção entre duas formas principais de perseguição: ameaças e pressões que cristãos vivenciam em todas as áreas da vida, e pela violência.

    Não se engane ao imaginar que a violência é a forma predominante e mais invasiva de perseguição; em muitos casos, a opressão pode ter um efeito ainda mais devastador. Isso explica porque não necessariamente quanto maior a violência física contra os cristãos, maior é a perseguição.

    A Portas Abertas tem monitorado a perseguição aos cristãos em todo o mundo desde 1970. Ao longo dos anos, a metodologia da pesquisa passou por uma evolução gradual. Em 2013, a metodologia foi aperfeiçoada para o modelo explicado acima.

    Confiabilidade da pesquisa
    A partir de 2014, o processo de pesquisa e análise dos dados utilizados na Classificação da Perseguição Religiosa é auditado de maneira independente. O trabalho está sendo realizado pela única instituição com acadêmicos dedicados ao estudo da liberdade religiosa dos cristãos, o Instituto Internacional de Liberdade Religiosa (International Institute of Religious Freedom - RIFI), que conta com a atuação de profissionais de diferentes países do mundo.

    Se você desejar saber mais informações sobre a metodologia e o processo de formação da Classificação da Perseguição Religiosa, entre em contato com a Portas Abertas pelo e-mail falecom@portasabertas.org.br ou ligue para 11 2348 3330.

    Os mais perseguidos
    A cada ano, novos países entram na Classificação da Perseguição Religiosa, o que faz com que outros deixem de aparecer na lista. Isso não corresponde, necessariamente, a uma melhora na perseguição religiosa nos países que saíram do ranking, mas sim que, nos países que passam a integrar a lista, o nível de perseguição é maior. Você pode conferir onde o nível de perseguição aumentou; diminuiu; e manteve-se estável no mapa da Classificação (também disponível paradownload).

    Novos países que integram a Classificação 2014
    Bangladesh
    Um novo grupo extremista reuniu milhares de pessoas em Daka, capital do país, exigindo que fossem feitas treze emendas na Constituição — uma delas era a adoção da sharia (lei islâmica).

    República Centro-Africana
    Notícias de confrontos civis nessa nação africana dominaram as manchetes em 2013, cujo governo foi derrubado por um golpe militar que concedeu ao grupo rebelde Seleka o poder no país. Sempre com violência desmedida, os rebeldes estupraram, assaltaram e mataram cristãos centro-africanos. Este caso mostra como um Estado aparentemente estável pode se desintegrar e como uma minoria cristã pode correr o risco de vir a se extinguir.

    Sri Lanka
    As igrejas do Sri Lanka experimentaram hostilidades em 2013. Mais de 50 delas foram atacadas por participantes de um movimento nacionalista budista.

    Perseguição e perseverança
    Além dos países citados acima, aqueles que seguem a Cristo enfrentam a oposição de seus governos, sociedades e até parentes em 60 nações, pelo menos. Isso faz com que os cristãos sejam o grupo religioso mais perseguido do mundo.

    A boa notícia é que a perseguição tende a estar relacionada com o crescimento e o testemunho, e normalmente refina e fortalece a fé dos cristãos, não o oposto. Por isso, em geral, o aumento das pressões contra o cristianismo mostra que a Igreja está crescendo.

    Somos igualmente livres
    Cristãos perseguidos possuem em Deus a mesma liberdade que cristãos brasileiros. Mas civilmente, não. Use sua liberdade para servi-los.



    [*Exsurge Domini*] Resumo 3337






    Exsurge Domini *O site da evangelização* Grupo



    1 Mensagem


    Resumo #3337







    1


    Três excelentes palestras do Padre Paulo Ricardo (valem muito a p by "Joel Xavier" jrkarpov



    Mensagem

    1
    Três excelentes palestras do Padre Paulo Ricardo (valem muito a p


    Sex, 25 de Abr de 2014 6:23 am . Enviado por:
    "Joel Xavier" jrkarpov



    Três excelentes palestras do Padre Paulo Ricardo (valem

    muito a pena!)





    (áudio 01) O Sacerdócio de Cristo (excelente!)

    https://www.4shared.com/download/RgjKAtTVce/01_-_O_Sacerdcio_de_Cristo.mp3?lgfp=3000





    (áudio 02) Porque o Sacerdócio de Cristo é perfeito (excelente!)

    https://www.4shared.com/download/HpFJAeT_ce/02_-_Porque_o_Sacerdcio_de_Cri.mp3?lgfp=3000





    (áudio 03) Para participar com fruto da Santa Missa (excelente!)

    https://www.4shared.com/download/-4D0UtH0ce/03_-_Para_participar_com_fruto.mp3?lgfp=3000





    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++



    COMPLEMENTO:



    Arquivo PDF com links para 389 Vídeos do Padre Paulo Ricardo

    (clique para baixar):

    https://www.4shared.com/download/37VCeS_6ba/389_Vdeos_do_Padre_Paulo_Ricar.pdf?lgfp=3000





    Arquivo PDF com links para 33 vídeo-aulas publicadas no site

    católico Montfort (clique para baixar):

    https://www.4shared.com/download/_KwHIqogba/33_vdeo-aulas_publicadas_no_si.pdf





    Revelações de Nossa Senhora do Bom Sucesso (aparição

    aprovada pela Igreja) (clique para baixar):

    https://www.4shared.com/download/thgmw6iJce/Revelaes_de_Nossa_Senhora_do_B.pdf





    Excelentes entrevistas com o Professor Orlando Fedeli -

    Rádio Italiana (clique para baixar):

    https://www.4shared.com/download/jUnt9If3/Prof_Orlando_Fedeli_-_Entrevis.pdf





    Arquivo PDF com links para 48 vídeos do leigo católico

    Michael Voris. Legendados (clique para baixar):

    http://www.4shared.com/download/qOzV8DBR/Leigo_Catlico_Michael_Voris_-_.pdf





    Arquivo PDF com links para 160 vídeos de Filosofia e

    Teologia (clique para baixar):

    http://www.4shared.com/download/j2lFadN8/160_vdeos_de_Filosofia_e_Teolo.pdf





    Blog do Angueth (vida de Santos) - 16 vídeos

    https://www.4shared.com/download/mqSLCcsN/Blog_do_Angueth_-_16_vdeos__1_.pdf





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    sexta-feira, 25 de abril de 2014

    Papa Francisco escapa de políticos brasileiros oportunistas que queriam sair em fotos de beija-mão — Renan Calheiros à frente








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    25/04/2014

    às 19:41 \ Política & Cia

    Papa Francisco escapa de políticos brasileiros oportunistas que queriam sair em fotos de beija-mão — Renan Calheiros à frente




    (Foto: EFE/Angelo Carconi)

    Por José Maria Mayrink, do Vatinaco, para o jornal O Estado de S. Paulo

    POLÍTICOS ASSUSTAM PAPA, QUE DEIXA MISSA


    Parlamentares se aproximaram na hora errada para a cerimônia do beija-mão

    O papa Francisco deixou inesperadamente a Igreja de Santo Inácio de Loyola, no centro de Roma, na noite desta quinta-feira, 24, após celebrar missa em ação de graças pela canonização do Padre Anchieta, cancelando uma cerimônia de beija-mão, na qual seria cumprimentado por 50 convidados, numa sala ao lado do altar.

    Na interpretação dos organizadores da cerimônia, Francisco ficou assustado com o assédio de políticos brasileiros que tentavam se aproximar quando ele falava com o vice-presidente da República, Michel Temer, que veio a Roma representando a presidente Dilma Rousseff.

    Os políticos, que pelo protocolo não deveriam se aproximar naquele momento, eram Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, e seus colegas Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e Ana Rita (PT-ES), além do deputado Esperidião Amin (PP-SC) e o ex-senador Gerson Camata.

    Tudo estava preparado para o beija-mão, mas Francisco caminhou até a porta principal do templo, onde foi aplaudido umas 100 pessoas que não tiveram acesso à missa e cercado por um grupo de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas, em meio a um pequeno tumulto.

    Em vez de voltar para o beija-mão e de sair por uma porta lateral, o papa pegou seu carro de volta ao Vaticano sem explicações. Alguns convidados acharam que ele estava muito cansado, o que seria natural após a programação da Semana Santa.

    A missa reuniu 1.200 pessoas, selecionadas pela Conferência Nacionaldos Bispos do Brasil ( CNBB), que convidou o governo e parlamentares,e pela Companhia de Jesus, a qual pertencia São José de Anchieta.

    Simplicidade. O também jesuíta papa Francisco, que canonizou o Apóstolo do Brasil há três semanas, em 3 de abril, celebrou uma missa festiva, mas de liturgia simples, que duro pouco mais de uma hora.

    O papa leu o texto da missa em português, mas fez a homilia em espanhol.

    Embora os participantes fossem, na maioria, brasileiros, havia uma delegação de 80 peregrinos e três bispos das Ilhas Canárias (Espanha), onde Anchieta nasceu na cidade de São Cristóvão da Laguna.

    Tags: Ana Rita, centros espíritas, Espiridião Amin, José de Anchieta, Michel Temer, missa, papa Francisco, Renan Calheiros, Ricardo Ferraço, Senado,Vaticano






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    Blogueros con el Papa Los sentidos




    Blogueros con el Papa




    Los sentidos


    Posted: 24 Apr 2014 11:00 PM PDT




    Todo hombre religioso sabe que el fin del ser humano es servir a Dios en esta vida, conservándola y actuando positivamente en ella, y es que la misma realidad creada se nos ha dado no para que la destruyamos, convirtiéndonos, que a veces es a lo que hemos llegado a ser, en auténticos depredadores, sino para disfrutar de ella, se nos ha dado para nuestro deleite. Para ello hemos sido dotados de una serie de facultades, como son los sentidos, que nos ayudan a percibir, usar y valernos de la propia realidad. Los sentidos son los que nos ponen en relación con el mundo material. Una persona privada de alguno de los sentidos está un poco separado de la realidad externa que le rodea. 






    El ser humano ha sido dotado de una serie de facultades, unas para obrar, otras para sentir, como son los sentidos exteriores o los sentidos interiores, la imaginación, la memoria sensitiva, otras para apetecer y querer las cosas sensuales, el deseo de comer, de ver, de oír cosas agradables, de sentir cosas gustosas. Pero no solamente tenemos estas facultades o sentidos externos, sino que también hemos sidos dotado de toda una serie de facultades espirituales como el entendimiento, que nos da la capacidad de conocer, la memoria, que nos ayuda a recoordar lo conocido, o la voluntad, que nos permite apetecer y querer lo conocido. Unas y otras se necesitan. Si sólo nos quedaramos con lo que nos proporciona los sentidos externos seriamos unos seres un tanto pobres, y es que la información suministrada por nuestros sentidos externos y procesada por las que llamamos las facultades espirituales, han ayudado a que el ser humano se desarrolle como tal, y haya sido capaz de ser un ser cultural, desarrollando la ciencia, el pensamiento abstracto, el arte, el sentimiento religioso. Ya decían los clásicos autores espirituales que el entendimiento se nos dio para que a través del conocmineto, de toda la información que nos proporcionan los sentidos, diríjamos nuestro pensamiento y nuestro obrar hacia Dios, y es que aunque pensemos muchas cosas que son de nuestro agrado, y aparentemente no se refieren a Dios, todas ellas nos aydudan a pensar en Dios. Lo mismo decían de la memoria, que debe ayudarnos, a partir del recuerdo de la información sensible, acordarnos de Dios y de sus beneficios; y, por supuesto, algo parecido venían a decir de la voluntad, para que a través de la información que nos transmiten los sentidos, amemos no sólo a las cosas, sino que las cosas nos ayuden a amar a Dios. Por ello una persona mística es aquella que, ayudada por todas las facultades de las que está dotado el ser humano, es capaz de percivir el fondo divino que reside en el corazón, en lo más interior de cada persona y de cada cosa. Cuenta Teilhar de Chardin que su primera sensación de Dios fue estrechando en su mano un trozo de metal, a través de la finitud del metal llegó a experimentar la infinitud de Dios. A todo esto nos ayudan los sentidos, a elevarnos de la realidad sensible a ese mundo que está más allá de los sentidos y que, desde la fe, identificamos con Dios, al que, en expresión de San Agustín, experimentamos como "totalmente Otro que yo mismo y más yo que yo mismo".






    Se ha dicho, y esta es una verdad de perogrullo, que lo que llamo los sentidos: la vista, el odio, el gusto, el olfato y el tacto, son como las ventanas que nos ponen en relación con el mundo exterior en el que vivimos inmersos y del que no podemos prescindir, de donde podemos deducir que nada hay en nuestro entendimiento, o nada recuerda la memoria, o nada apetece la voluntad, que no haya entrado por los sentidos, son ellos los que nos permiten satisfacer nuestras necesidades más elementales y a la vez que ser solidarios con la realidad externa de la que formamos parte. 






    Los sentidos, que son los que ahora nos interesa, dan al ser humano la capacidad de deleitarse en las cosas que existen en el mundo material, ya decía Santo Tomás "lo bello causa un placer sensible".No podemos olvidar que todo nos ha sido dado, como creyentes afirmamos que por Dios, lo único que tenemos que hacer es reconocerlo, lo que lo que hacemos através de todas esas facultades con las que hemos sido dotados, y en primer lugar por los sentidos. Todo lo que nos ha sido dado en sí es bueno. La misma Escritura dice que Dios vio la obra salida de sus manos y la encontro buena, hermosa. La maldad y la fealdad con que se reviste a la realidad están en el interior del ser humano, es de allí, del corazón, como decía Jesús, de donde salen los males sentimientos, los malos de seos, las malas acciones. Por tanto es ese interior el que tenemos que saber educar, mortificar, dirían los clásicos, para que todo lo que nos suministran los sentidos pueda ser usado de forma positiva. Uno no termina de comprender muchos de esos ejemplos que se nos contaba acerca del uso de los sentidos y que la verdad a uno se le revelan como poco cristianos y menos evangélicos. Se decía que determinados santos no miraban a la cara a las mujeres, de San Francisco se decía que sólo conocía el rostro de dos mujeres, la verdad que cuesta creerlo de él que supo cantar la grandeza y la hermosura de Dios a través de las criaturas. Se recomendaba, creo que es una forma falsa de vivir el pudor, a llevar siempre los ojos bajos o como se dice de Santo Domingo "a no fijar la mirada donde hay mujeres". Como práctica ascética se recomendaba matar el gusto a los alimentos o a darles un gusto un tanto desabrido echando para ello ajenjo en las comidas.






    Hoy vemos que se da una valoración positiva de los sentidos y del uso de los mismos para captar la bomdad de la propia realidad, por supuesto el exceso, es desconocer los sentidos y la misma realidad. Se valora la belleza, los sabores agradables, los olores gratificantes, el tacto como medio de comunicación, uno gusta y se delita de los sonidos amenos. No creo que por arcaicos principios ascéticos debamos criticar esta actitud como sibaritismo. Una profesional de la concina recomienda hacer el siguiente ejercicio, y esto es saber comer con sentido, "toma un alimento de consumo cotidiano, un trozo de pan, una uva, una hoja de lechuga, mírale con determinación, descubre todos los colores que tiene, aprecia sus formas; tócale, recorre sus bordes, siente su textura con los dedos. Ahora siéntele en tus labios, huélele, trata de identificar la gama de aromas que despide, llénate de su olor", concluso está profesional que "los sabores me dan alguna noticia de lo esencial de la existencia" y que "día tras día podemos hacer del acto de comer un júbilo, una oportunidad para sentirnos vivos en el sentido más amplio y literal d ela palabra. Nuestros sentidos están ahí para nuestro disfrute y para nuestro propio crecimiento como seres humanos y para intensificar nuestra experiencia de la vida". La verdad que la experiencia histórica no demuestra algo de esto, el ser humano a medida que satisface las necesidades vitales, la lástima es que no todos lo hayan podido lograr, no consume en cantida, sino en calidad.






    La fascinación, la admiración, que tanto se valora en la experiencia religiosa, es algo que podemos llevar a cabo a a través de los sentidos. Leyendo la Biblia nos encontramos con una serie de jemplos gráficos. Dios, al que se suele atribuir sentimientos humanos a la hora d ehablar de él, se admira al ver la obra de la creación. Adán se queda maravillado al ver a la mujer y al papalpar su cuerpo: "está si que es hueso de mis huesos y carne de mi carne". Moisés cuando oye la voz misteriosa en el desierto, o ve la zarza ardiendo, se admira, se pasmó, se quedó sin palabras y presinte que detrás de todo eso estaba Dios. Y el viejo Simeón al ver al niño y tomarlo en sus brazos, quedó conmovido, maravillado, llegó a comprender que Dio ha cumplido la promesa y que, después de lo visto, ya puede descansar en paz: "ahora, Señor, según tu promesa puedes dejar a tu siervo irse en paz"






    Javier de la Cruz




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    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




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    • Itu não se omitiu! Cidade realizou ATO DE REPARAÇÃO contra a peça “Jesus Cristo SuperStar” 
    • Estatísticas para viver 200 anos 
    • Santuário de Nossa Senhora das Neves na Índia atrai multidões 
    • A verdade nua e crua sobre a “teoria do gênero” 


    Itu não se omitiu! Cidade realizou ATO DE REPARAÇÃO contra a peça “Jesus Cristo SuperStar”

    Posted: 25 Apr 2014 07:46 AM PDT


    Famílias católicas ituanas se reuniram em plena Sexta-Feira da Paixão de Nosso Senhor para o Ato de Reparação contra as ofensas cometidas na encenação da peça blasfema "Jesus Cristo SuperStar" na capital paulista. O Ato contou com profunda adesão e espírito piedoso dos participantes que rezaram o Santo Terço em frente ao tradicional Cruzeiro de […]

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    Estatísticas para viver 200 anos

    Posted: 25 Apr 2014 07:15 AM PDT


    Ultimamente a minha caixa postal de e-mail vem sendo congestionada por mensagens de amigos, e até desconhecidos, com propostas miraculosas e irrecusáveis para prolongar minha preciosa existência terrena. Não sei se essa avalanche de terapias alternativas contém alguma insinuação, mas imagino que o meu iminente ingresso na terceira idade deve ter algo a ver com […]

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    Santuário de Nossa Senhora das Neves na Índia atrai multidões

    Posted: 25 Apr 2014 07:06 AM PDT


    Perto de 2 milhões de católicos – de todas as partes da Índia, Sri Lanka e países distantes como Inglaterra e Canadá - peregrinaram ao porto de Tuticorin (2.700 kms ao sul de Nova Delhi), para a festa de Nossa Senhora das Neves. A imagem foi levada em procissão num carro dourado de 21 metros de […]

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    A verdade nua e crua sobre a “teoria do gênero”

    Posted: 25 Apr 2014 05:54 AM PDT


    "Le Figaro" de Paris publicou, em 31 de janeiro de 2014, o fracasso da primeira tentativa de comprovação da "teoria do gênero", que culminou com o suicídio do jovem Bruce- Brenda-Davi (seus três nomes, como homem, mulher e homem!).(*)[foto acima] As ideias do prof. John Money, que definiu o "gênero masculino ou feminino" como uma conduta sexual que escolhemos […]

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    [Catolicos a Caminho] SE CRISTO NÃO RESSUSCITOU É VÃ A NOSSA FÉ Som !

     



















    SE CRISTO NÃO RESSUSCITOU 


    É VÃ A VOSSA FÉ ! 





    Ser vã a nossa fé, significa que continuaremos a permanecer nos nossos pecados. 

    Estarmos a questionar a autenticidade da Ressurreição já não é uma novidade, pois que no tempo de S. Paulo a crença na ressurreição dos mortos, entre os judeus era de cerca de 50%. 

    O mundo dos Gentios era fortemente influenciado pela filosofia grega que considerava o corpo e a alma como duas entidades distintas. 

    Para esses filósofos, só a alma era eterna e, portanto, era compreensivel para os coríntios terem as suas dúvidas acerca da Boa-Nova que Paulo pregava. 

    Então Paulo insistia constantemente : 

    - "Se não há ressurreição dos mortos Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou é vã a nossa pregação e vã a nossa fé".(1 Cor.15,13). 

    E como se tal argumento não fosse suficiente ou convincente, Paulo continuou : 

    - "E assim somos considerados falsas testemunhas de Deus porque contra Ele testificamos que ressuscitou a Cristo, a quem não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam. Porque se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou"( 1 Cor.15,15-16). 

    Não esqueçamos que Paulo foi convertido muito depois da Ressurreição de Jesus e assim logo desde o princípio, havia uma fé segura a respeito da proclamação cristã sobre a Ressurreição e uma convicção de que se devia considerar como sagrado tanto o corpo como o espírito. 

    Ficou revelado em toda a sua plenitude através da Incarnação que na magnificência da nossa humnanidade, é inseparável a uinião do material do espiritual. 

    A inseparável união entre o corpo e a alma, tem tremendas implicações. 

    A salvação envolve Deus a resgatar os filhos adoptivos de Deus do frio e corrupto cosmos, deixando o universo no seu próprio e escuro destino. 

    Além disso, a salvação através de Cristo ressuscitado é a reintegração de toda a Criação com Cristo – total, completa, purificada de todo o mal. 

    - "Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também, em Cristo, todos serão vivificados...Depois será o fim, quando entregar o Reino de Deus Pai, depois de ter destruído todo o Principado, toda a Dominação e Potestade. É necessário que Ele reine, até que haja posto todos os inimigos debaixo de Seus pés. O último inimigo a ser destruído, será a morte".(1 Cor.15,22-26). 

    Devemos, portanto compreender, aceitar e respeitar o nosso corpo e a nossa alma como entidades sagradas, em ordem à posse do Reino de Deus. 

    Está assim em jogo toda a nossa caminhada para o nosso destino que é a posse do Reino de Deus eterno. 

    Mas será que no mundo consternado e talvez desorientado em que vivemos, a humanidade dos crentes e dos não crentes ainda se preocupa, vive e faz as suas reflexões a respeito da Ressurreição de Cristo e da nossa como meta final das nossas actividades na Terra com uma certeza de eternidade ? 

    É que isto envolve uma responsabilidade de pecado que precisa de um perdão que só Deus pode dar através da Igreja que Ele fundou depois da Sua Ressurreição, para garantir a Salvação a quem a desejar e lutar por ela. 

    Agora Jesus recomenda : 

    -"Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura. Quem acreditar e for baptizado será salvo, mas quem não acteditar será condenado".(Mc.16,9-10). 

    Podemos chamar a isto "Um Apelo Urgente". 



    John

    Nascimento 












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    Confraria de São João Batista Católico pode ser marxista (comunista ou socialista)?




    Confraria de São João Batista




    Católico pode ser marxista (comunista ou socialista)?


    Posted: 25 Apr 2014 12:30 AM PDT


    "Porque dizem que o católico não pode ser comunista?"










    1. O comunismo hoje muito apregoado, ou seja, o marxismo (doutrina de Karl Marx, 1818-1883), vem a ser o sistema que propugna tornar comuns, de maneira radical e mais ou menos violenta, não somente os fundos produtivos (o capital e as terras), mas também os bens produzidos; preconiza assim a abolição da propriedade particular e a rigorosa igualdade social entre os homens.










    O marxismo econômico e sociológico se enquadra dentro de uma concepção geral da vida ou dentro de uma filosofia, da qual é inseparável. Esta filosofia, porém, é muitas vezes ignorada por aqueles a quem certos aspectos laterais do comunismo conseguem atrair. Percorramos, portanto, rapidamente os traços dessa ideologia.










    Primeiramente, o marxismo professa o materialismo, e materialismo dialético; o que quer dizer: a única realidade existente é a matéria, e matéria posta em contínua evolução, devida ao choque de forças antagônicas. Em consequência, toda a história se tece de conflitos entre os elementos contrários da matéria. Tão longo processo, porém, tende ao equilíbrio e à harmonia finais. Vê-se desde já que o marxismo incute uma visão dinâmica (que os seus mentores chamam de «dialética»), em oposição a qualquer concepção estática (ou «metafísica», diriam os marxistas) do mundo.










    A matéria é eterna; está em movimento desde todo o sempre, nem pode ser concebida sem movimento. Na ideologia marxista, portanto, não há necessidade de um Motor Imóvel, Causa última de todas as causas (segundo a filosofia de Aristóteles), nem de um Criador ou Deus. A fé em um Ser todo-poderoso proviria da incapacidade de explicar os fenômenos naturais ressentida pelo homem primitivo.










    Aplicados mais pròximamente à sociologia, estes princípios significam que o gênero humano até a época contemporânea viveu em constante luta de classes; o capitalista é o explorador e opressor; o operário, o oprimido: "A história da humanidade registrada até hoje é história da luta de classes", reza o manifesto de Karl Marx publicado em 1848. O fator que condiciona a luta e explica todas as atividades humanas, vem a ser a economia: "A economia e a produtividade da vida material condicionam os fenômenos sociais, políticos o espirituais da vida em geral. Não é a consciência do homem que determina o modo de ser da sociedade, mas, ao contrário, é a vida dos homens na sociedade que determina a consciência dos mesmos" (Marx. Zur Kritik der politischen Oekonomie, Vorrede 1859}.










    Em outros termos: Direito, Filosofia, Moral, Arte, Religião são considerados «ideologias» ou «superestruturas» da produção material; a classe dominante na sociedade costuma impor «às demais as suas concepções filosóficas e religiosas. O feudalismo medieval e o capitalismo falavam de princípios éticos absolutos; o marxismo, ao contrário, nega a existência de normas morais imutáveis: «A nossa moral é, em tudo e por tudo, subordinada aos interesses da luta de classe do proletariado» (Lênin, Obras, 3:> edição XXV. Moscou 1933, 391). A primeira lei da ética marxista é a luta pela instauração universal da ordem de coisas comunista: não há, pois, direitos absolutos, mas a força e a violência em vista do objetivo proposto vêm a ser os ditames supremos da vida social. As artes e as ciências no marxismo devem igualmente exprimir o pensamento da classe operária, isto é, hão de ser cultivadas em função do Partido Comunista; aliás, toda a cultura comunista vem a ser «cultura do Partido», portadora de caráter popular socialista, patriotismo soviético, otimismo, etc.










    Proposto ao mundo nos séc. XIX e XX, o marxismo apregoa a revolução social, da qual devem resultar a total extinção de classes e até mesmo a supressão do Estado; é a propriedade particular que divide a sociedade em classes. Para conseguir a sua meta final, o marxismo visa, em primeiro lugar, instaurar a chamada «ditadura do proletariado». Mediante a abolição do Estado burguês, os trabalhadores oprimidos procurarão aniquilar os seus opressores atuais, sendo-lhes lícito, para isto, o recurso a qualquer meio coibitivo (em verdade, no Estado marxista, é um só homem, o ditador, quem aplica esses meios «em nome do proletariado» ou também contra o proletariado), Na fase definitiva do processo comunista, já não haverá autoridade de Estado, mas todos os homens, livres da escravidão capitalista e dos numerosos preconceitos que esta acarreta, viverão sem leis, movidos unicamente pelo entusiasmo do trabalho desinteressado, trabalho espontaneamente executado para o bem da coletividade; desaparecerão as injustiças e a miséria! — É, pois, uma verdadeira Redenção, é um autêntico messianismo encaminhado para um paraíso terrestre, que o marxismo propõe ao mundo.










    Neste quadro é claro que nenhuma das tradicionais formas de religião tem cabimento : «O marxismo é um materialismo. Como tal, é inimigo implacável da religião.. Devemos combater a religião. Este é o abc de todo materialismo, por conseguinte também do marxismo» (Lênin. Obras XIV 70). «O Partido não pode ser neutro frente à religião. .. porque ele é favorável à ciência, ao passo que os preconceitos religiosos são contrários a esta» (Stalin. Obras X 132). Não é menos verdade, porém, que a ideologia marxista com a sua mística, ou seja, com a sua fé entusiástica na consecução da felicidade integral, se torna uma religião, exigindo para as instituições e os representantes do comunismo a adesão que sempre foi tributada a Deus. Já Dostoievsky (+1881) dizia muito bem, como que caracterizando antecipadamente os comunistas contemporâneos: "Os homens não se tornam ateus apenas, mas creem no ateísmo como em uma religião". Tem-se observado repetidas vezes que o marxismo se apresenta como um catolicismo às avessas; muitos são os pontos de contato de ambos, trazendo apenas sinais inversos de valorização (positivo, negativo; à direita, à esquerda).










    2. Qual o juízo a proferir sobre tais teorias?










    Não se pode negar que a ideologia marxista encerra um núcleo de verdade: o mal-estar da sociedade provém não raro do predomínio injusto de uma classe sobre as outras ou da defeituosa distribuição dos bens produtivos. Desta verificação, porém, não se segue que a solução consista em suprimir a propriedade privada e as classes sociais. Com efeito:










    a) não se podem reduzir todos os problemas humanos à questão econômica, como se o homem por sua natureza fosse destinado a ser mero produtor e consumidor de bens materiais, ficando as suas demais aspirações dependentes da satisfação desta primeira. Haja vista a família: não são as necessidades econômicas que dão origem à família, mas, ao contrário, é a família que funda a economia (o termo grego oikonomia o diz muito bem: oikos, casa; nomiat dispensação, legislação). É o desejo de se perpetuar e de certo modo imortalizar que leva o homem a constituir um lar e a procurar consequentemente, mediante a sua indústria (caça, pesca, agricultura), os meios de subsistência para os seus familiares.










    Também é vão dizer que a Filosofia, a Moral, a Religião são funções da produção material, embora possam sofrer a influência desta; existem, sem dúvida, verdades especulativas e normas éticas objetivas, imutáveis: que a soma dos ângulos de um triângulo seja igual a dois retos, é proposição que nenhum sistema econômico jamais poderá alterar. Em particular no tocante à religião, é absurdo apresentá-la como expressão do homem covarde ou atrasado: o testemunho dos povos, os documentos da civilização aí estão a dizer o contrário. A religião sempre foi o fator que estimulou a civilização e a indústria dos diversos povos: a construção da habitação humana, a fundação de cidades, a abertura de estradas, a ereção de pontes, a domesticação de animais, o cultivo de plantas, a contabilidade bancária são realizações inspiradas inicialmente por motivos religiosos; a religião, longe de coibir, sempre fomentou o exercício das faculdades superiores do homem (inteligência e vontade) ; a história da ciência e a civilização são, em grande parte, tributárias das aspirações religiosas que constantemente moveram os homens a novos empreendimentos. Veja-se a propósito a abundante documentação citada por P, Deffontaines, Géographie et Religions, Paris 1948; outrossim «P. R.» 19/1959, qu. 1.










    b) A tese da eternidade da matéria está em contradição com a da evolução ascensional da mesma matéria; carência de inicio e evolução são termos inconciliáveis entre si, pois toda evolução supõe necessàriamente um ponto inicial e outro final. A hipótese da eternidade do mundo está também em desacordo com a ciência moderna, que não somente requer um ponto de partida para o processo evolutivo do universo, mas também fala de relativa «juventude» do cosmos (cerca de dez bilhões de anos).










    c) Entre os homens existe, sim, igualdade básica de natureza (todos são animais racionais), diferenciada, porém, por

    características acidentais, pessoais; dotados de diversa capacidade intelectual e variada energia de vontade, os indivíduos tendem pelas suas atividades a se dispor em hierarquia, devida ao uso e ao abuso que cada um faz de suas qualidades. As desigualdades econômicas, portanto, provêm em grande parte das desigualdades naturais que intercedem entre os indivíduos; por isto é que não são condenáveis, desde que se mantenham dentro de certos limites e não impeçam a colaboração de todos para o bem comum. O nivelamento dos indivíduos mediante a extinção da propriedade particular é contraditório à própria natureza humana, como o comprova a experiência da Rússia mesma: a sociedade soviética conhece hoje de novo as suas classes, os seus indivíduos e grupos privilegiados, embora os nomes e títulos sejam diferentes dos que estavam em voga no regime imperial. Donde se vê que a igualdade entre os homens não poderá ser aritmética, mas há de ser proporcional: todo indivíduo na sociedade há de gozar de direitos particulares, correlativos às suas aptidões naturais e à contribuição que ele possa prestar ou haja prestado ao bem comum.










    De resto, fraternidade entre os homens sem crença em Deus é impossível; se não se reconhece um Pai comum nos céus, com que direito se exigirá que os homens se reconheçam uns aos outros como irmãos sobre a terra ? Cedo ou tarde, mostra-nos a história que as tendências egoístas se atuam, corroendo a filantropia dos ateus. Muito menos se pode esperar que, sem Deus, os homens instaurem o paraíso sobre a terra, vivendo sem leis, em espontânea concórdia. Tal expectativa ignora totalmente a realidade histórica: a natureza humana e, com ela, o mundo visível estão sujeitos à desordem que o pecado inicial introduziu (pecado de que falam as reminiscências mesmas dos povos primitivos); e somente pela reconciliação do homem com Deus é que se poderão obter harmonia e bem- -estar neste mundo. — À luz destas considerações, o marxismo aparece claramente como uma religião desviada do seu verdadeiro objetivo. Aliás, já dizia muito a propósito Donoso Cortês, o famoso estadista (+1853): "Toda civilização é sempre o reflexo de uma Teologia" (Ensayo sobre el catolicismo, el liberalismo y el socialismo 1851).










    Vê-se, por fim, que não há compatibilidade entre catolicismo e marxismo plenamente entendidos. Isto não exclui que certas teses marxistas referentes à economia ou à administração pública possam ser incorporadas à ideologia cristã. Segundo as declarações dos próprios comunistas, o marxismo não pode nem quer ser concebido independentemente do quadro filosófico ou do materialismo dialético que inspirou a Marx; qualquer tentativa, como a da II Internacional, de edificar o comunismo sobre outro fundamento filosófico é rejeitada pelo bloco marxista preponderante qual deviação ou heresia (sabe-se que a II Internacional, de 1880 ao fim da primeira guerra mundial, foi tida por Lenin, Trotzkij como Internacional dos social-patriotas e dos traidores). A prática do marxismo é indissolúvel da respectiva teoria; por isto também tudo que o marxista realiza na vida pública, ele o realiza no espírito do partido. Diz Lênin: "O materialismo implica, por assim dizer, o espírito de partido, enquanto nos obriga, em lodo juízo que formulemos sobre um acontecimento, a colocar-nos direta e abertamente do ponto de vista de certo grupo social" (Obras I 380s).
















    Dom Estêvão Bettencourt (OSB)



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    Se não fosse por João XXIII não teria me casado nem formado uma família

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    NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










    25 de abril de 2014 







    ROMA, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Silvano Gasperini tem 87 anos de idade e é vizinho de Castel Gandolfo, o povo italiano onde os Papas costumam morar na temporada do verão. Conheceu João XXIII no seu último ano de vida e lhe agradece por tê-lo animado a casar-se e formar uma família.



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    MANCHETES DO DIA 











    VATICANO 
    Assim será a canonização de João Paulo II e João XXIII 
    Papa Francisco envia uma vídeomensagem aos poloneses pela canonização de João Paulo II 
    Declaração do Vaticano: O Papa Francisco não autorizou a comunhão de divorciados 
    Fiéis de Bérgamo recebem mensagem do Papa Francisco pela canonização de João XXIII 
    O Papa Francisco preside uma missa por São José de Anchieta, o Apóstolo do Brasil 
    Dois bilhões de pessoas acompanharão a canonização de João Paulo II e João XXIII através de diversos meios de comunicação 
    A Igreja não cresce por proselitismo, cresce por atração, diz o Papa Francisco na missa em ação de graças pela canonização de São José de Anchieta 
    Sacerdotes copto e argentino são os novos secretários do Papa Francisco 

    MUNDO 
    O milagre feito por João XXIII e que o tornou beato ocorreu há quase 50 anos 
    As crianças de sua época confundiam o Papa João XXIII com o Papai Noel 

    PERFIS 
    “Se não fosse por João XXIII não teria me casado nem formado uma família” 
    Floribeth Mora: Nasci de novo no dia do milagre graças a João Paulo II 





    Católico em Dia 



    Evangelho: 





    Santo ou Festa: 




    Um pensamento: 

    Ama at que te doa, se doer o melhor sinal.

    Beata Teresa de Calcutá 













    VATICANO 









    ROMA, 24 Abr. 14 (ACI/Europa Press) .- A cerimônia de canonização de João Paulo II e João XXIII, que será celebrada no próximo domingo a partir de 10h a.m. (hora local) na Praça de São Pedro do Vaticano, seguirá um rito simplificado e contará com as relíquias de sangue e pele de João Paulo II e João XXIII, respectivamente.

    Antes da missa em latim, haverá a oração do terço da Divina Misericórdia que se recita utilizando o terço e também haverá cantos interpretados pelos coros de Roma, Bérgamo, Cracóvia e o coro oficial da Capela Sistina.

    O ato começa com o canto da Ladainha dos Santos e, depois, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Cardeal Angelo Amato, faz três pedidos ao Pontífice para que inscreva os beatos –neste caso, João Paulo II e João XXIII– no livro dos Santos. Primeiro o pede com "grande força", mais uma vez com "maior força" e, por último, com "grandíssima força".

    Continuando, o Santo Padre exercerá toda a sua autoridade como cabeça da Igreja universal através de uma oração: "Em honra da Santíssima Trindade, para exaltação da fé católica e incremento da vida cristã, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a nossa, após ter longamente refletido, invocado várias vezes o auxílio divino e escutado o parecer dos nossos irmãos no episcopado, declaramos e definimos como Santos os Beatos João XXIII e João Paulo II".

    Francisco continuará dizendo que serão inscritos no livro dos Santos e que fica estabelecido que sejam venerados por toda a Igreja. E concluirá: "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".

    Depois, serão levados até o altar os relicários que contêm as relíquias dos Santos, uma ampola de sangue no caso de João Paulo II e um pedaço de pele que saiu durante a exumação, no caso de João XXIII. Concretamente, a relíquia de Roncalli a levarão familiares do santo, entre eles, seu sobrinho, enquanto que a do Papa Wojtyla será levada por pessoas próximas a ele, provavelmente por aquelas sobre as quais obrou o milagre.

    Depois da procissão, o Cardeal Amato mostrará seu agradecimento ao Papa Francisco pela canonização, será cantado o Glória e se escutarão as leituras correspondentes ao segundo domingo de Páscoa. Além disso, devido à solenidade da celebração, o Evangelho será cantado em latim e grego.

    Também serão lidas cinco preces, a primeira delas em espanhol –para que a beleza da vida nova resplandeça sempre na Igreja e que todos os homens reconheçam nela a Jesus ressuscitado e vivo–. A esta, seguirão as preces em árabe, inglês, chinês e francês, nas quais se pede pelos homens da cultura, da ciência e do governo.

    Além disso, na prece eucarística se escutará pela primeira vez os nomes dos papas como São João Paulo II e São João XXIII. A cerimônia durará aproximadamente duas horas e terminará com a oração do Regina Caeli, oração Mariana típica do tempo de Páscoa.

    As imagens dos futuros Santos que se colocarão durante a cerimônia serão as mesmas que se utilizaram para a beatificação. Os dias que se atribuirão para a veneração serão 11 de outubro para João XXIII e 22 de outubro para João Paulo II.

    Bento XVI
    O porta-voz da Santa Sé indicou que o Papa Emérito Bento XVI não confirmou ainda sua presença na cerimônia embora tenha insistido em que está convidado e em que é necessário respeitar a sua decisão de acudir ou não, tendo em conta sua idade e suas forças.


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    VATICANO, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco enviou uma vídeomensagem aos fiéis da Polônia por ocasião da canonização de João Paulo II, na qual destacou o trabalho evangelizador do futuro santo, de quem disse “se deu todo a todos”.

    Na mensagem, retransmitida pela rádio e televisão polonesa, o Santo Padre também destacou as grandes potencialidades de fé e prática cristã da Igreja na Polônia, a qual agradeceu pelo dom de João Paulo II.

    A seguir, a íntegra da mensagem graças à tradução da Rádio Vaticano:

    Caros compatriotas do Beato João Paulo II!

    Está próxima a canonização de um grande homem e um grande Papa, que fez história com o nome de João Paulo II. Estou feliz por ter sido chamado para proclamar sua santidade, no próximo Domingo da Divina Misericórdia, na conclusão das Oitavas de Páscoa. Sou grato a João Paulo II, como todos os membros do Povo de Deus, pelo seu serviço incansável, sua guia espiritual, por ter introduzido a Igreja no terceiro milênio da fé pelo seu testemunho extraordinário de santidade.

    O Papa Bento XVI assinalou justamente, há três anos, no dia da beatificação de seu antecessor, que aquilo que João Paulo II pedia a todos era não ter medo e abrir as portas a Cristo, ele mesmo fez isso em primeiro lugar: “Abriu a Cristo à sociedade, à cultura, aos sistemas políticos e econômicos, invertendo com a força de um gigante – força que lhe vinha de Deus – uma tendência que podia parecer irreversível. Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande humanidade, este filho exemplar da Nação polonesa ajudou cristãos de todo o mundo a não ter medo de ser chamado cristão, de pertencer à Igreja, de falar do Evangelho. Em uma palavra: ele nos ajudou a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade “(Homilia, 1&or dm; de maio de 2011). Eu me identifico totalmente com as palavras do Papa Bento XVI.

    Nós todos sabemos que antes de viajar pelas estradas do mundo, Karol Wojtyla cresceu no serviço de Cristo e da Igreja e sua Pátria, Polônia. Lá, ele formou o seu coração, coração que depois se dilatou para a dimensão universal, primeiro por participar no Concílio Vaticano II, e especialmente depois, em 16 de outubro de 1978, para que encontrassem lugar todas as Nações, línguas e culturas, João Paulo II se fez tudo para todos.

    Agradeço ao povo polonês e à Igreja na Polônia pelo dom de João Paulo II. Todos nós fomos enriquecidos por esse dom. João Paulo II continua a nos inspirar. Nos inspira suas palavras, seus escritos, seus gestos, seu estilo de serviço. Nos inspira seu sofrimento vivido com esperança heroica. Nos inspira sua total entrega a Cristo, Redentor do homem, e à Mãe de Deus.

    Durante a recente Visita ad limina Apostolorum dos Bispos poloneses, sublinhou que a Igreja na Polônia continua a ter um grande potencial para a fé, a oração, a caridade e a prática cristã. Eu também coloquei em relevo os desafios pastorais, como a família, os jovens, os pobres e as vocações ao sacerdócio e à vida consagrada. Espero que a canonização de João Paulo II, e também de João XXIII, dê um novo impulso ao diário e perseverante trabalho da Igreja em vosso país. Congratulo-me com o fato de que, se Deus quiser, daqui a dois anos eu vou visitar pela primeira vez o seu país, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude.

    Encorajo todos a viverem profundamente a canonização do Beato João Paulo II e do Beato João XXIII. Alguns de vocês estarão em Roma, mas, graças à mídia, muitos poderão participar deste grande evento. Por isso, gostaria de agradecer a todos os jornalistas de imprensa, rádio e televisão pelo serviço prestado à canonização no próximo domingo.

    Saúdo todos os compatriotas de João Paulo II, mesmo aqueles que não pertencem à Igreja Católica. Trago todos vocês em meu coração. Deus abençoe a todos!

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    VATICANO, 24 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Depois da grande repercussão internacional que gerou as declarações de uma mulher argentina sobre uma conversa telefônica que teria tido com o Papa Francisco na segunda-feira passada, o Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, o Padre Federico Lombardi, explicou que o Santo Padre não autorizou a comunhão para os divorciados.

    A declaração de hoje do Padre Lombardi assinala que “telefonemas aconteceram no âmbito das relações pessoais pastorais do Papa Francisco. Não se tratando absolutamente de atividade pública do Papa, não são de esperar informações ou comentários por parte da Sala de Imprensa.

    O que foi difundido a este propósito, saindo do âmbito próprio das relações pessoais e sua amplificação midiática consequente, não tem confirmação e é fonte de mal entendido e confusão.

    É por isso que se deve evitar deduzir desta circunstância consequências no que diz respeito ao ensinamento da Igreja", conclui a declaração.

    O comunicado do Padre Lombardi foi divulgado por causa da polêmica originada por uma mulher argentina que teria recebido um telefonema do Papa na segunda-feira de Páscoa, no qual lhe teria sido concedida “permissão” para receber a comunhão “em outra paróquia” apesar de estar casada com um homem divorciado. A história se converteu em um relato complexo e duvidoso quanto a alguns de seus detalhes.

    A notícia envolve a Jaquelina Lisbona, de 47 anos de idade e a Julio Sabetta, de 50, da cidade de San Lorenzo, localizada a 300 quilômetros ao noroeste da capital Buenos Aires.

    Sabetta casou-se pela Igreja em 1985 e se divorciou legalmente sete anos depois, em 1992. Em 1994 se reencontrou com Jaquelina –com quem teve uma relação em sua adolescência– e começaram a morar juntos depois de unir-se civilmente. Têm duas filhas, Candela e Josefina, de 17 e 14 anos de idade, respectivamente.

    Faz seis anos, durante a preparação de Candela para a Crisma –as duas filhas receberam o batismo, a primeira comunhão e a crisma– o pároco nesse então –a quem erradamente algumas fontes informaram como se tivesse deixado o ministério sacerdotal– disse a Jaquelina que não podia receber a comunhão devido a sua situação conjugal.

    Em setembro do ano passado, alentada por seus amigos, a mulher escreveu ao Papa Francisco sobre a sua situação e seu desejo de receber a Comunhão.

    A notícia sobre a “permissão” do Papa para que Jaquelina receba a comunhão foi publicada primeiro por Sabetta na sua página do Facebook quando ele escreveu: “hoje aconteceu comigo uma das coisas mais lindas, depois do nascimento das minhas filhas, recebi um telefonema na minha casa nada mais nada menos que do Papa Francisco, foi uma emoção muito grande até o momento não nos caiu a ficha, esta ligação foi originada por minha Sra. que lhe enviou uma carta e ele dedicou o seu tempo para telefonar para ela e conversar com ela. Posso assegurar que quando fala tem uma paz total. Obrigado Deus por esta bênção!"

    A notícia foi logo difundida por “La Red”, uma rádio local, e pelo jornal “La Capital”, depois pela agência oficial argentina Telam até que finalmente monopolizou a imprensa em todo mundo ontem quarta-feira.

    O que disse exatamente o Papa a Jaquelina –que em uma das suas declarações admite que se afastou da Igreja, não vai à missa e que não é católica “praticante”– é até agora um assunto que não fica claro. Conversando com La Red, Jaquelina disse que logo depois de falar por uns dez minutos com o Santo Padre, ele lhe teria dito que alguns sacerdotes são “mais papistas que o Papa” e que ela poderia “confessar-se e começar a receber a comunhão em outra paróquia”.

    Em uma segunda entrevista, constrangida pela atenção internacional e pelas ligações de todo o mundo, confirmou que tinha recebido “permissão” do Pontífice para receber a comunhão, mas assinalou que “se supunha que isto devia ser discreto, agora não posso ir a lugar algum”. Desde ontem Jaquelina não deu declarações a respeito.

    Catholic News Agency (CNA) –agência do grupo – ligou para a casa de Jaquelina e conversou com a sua filha Candela que confirmou que “o Papa Francisco ligou. Estamos muito felizes e honrados como família”, e explicou que sua mãe estava constrangida e que não estava recebendo ligações e tinha deixado de ir trabalhar na pequena loja que a família tem cruzando a rua.

    Por sua parte, Sabetta esteve muito disponível para falar com a imprensa. Segundo a sua versão “Francisco disse a minha esposa que estava livre de todo pecado, que podia receber a comunhão, que podia ir com paz mental, já que um divorciado que vai (à comunhão) não está fazendo nada de errado”. “Ele somente lhe disse que volte para a comunhão em outra paróquia para evitar conflito (com o pastor)”.

    Por sua parte, o pároco de San Lorenzo, o Padre José Ceschi, disse nesta quarta-feira que a suposta "permissão" para receber a comunhão dada pelo Papa seria "absurdo".

    Falando com a rádio local La Ocho, o sacerdote disse: “me alegro primeiro que o Papa tenha ligado para alguém de San Lorenzo, o Papa surpreende com estas ligações e as pessoas não podem acreditar. Não é que não acredite na ligação, mas o que me parece extremamente estranho é que tenha lhe dado permissão para comungar”.

    “O Papa nunca vai fazer isso, é impossível que tenha feito isso, é impossível, se ele (o marido) vem de um sacramento anterior é absolutamente impossível. O que acontece é que o Papa, como todos os bispos e sacerdotes, temos que ser pai, mãe e mestre, para ter o coração aberto, mas não passar da linha, dizer as coisas como são”.

    Sobre seu predecessor, que disse a Jaquelina que não podia receber a comunhão, o sacerdote disse que “se o casamento anterior é somente pelo civil, para a Igreja não há nenhum inconveniente para casar-se, depois que houver a separação de maneira legal. Se o casamento foi pelo sacramento do matrimônio, a coisa é diferente, porque a Igreja não pode dar um passo além do que diga Jesus”.

    Se o anterior pároco, o Padre Sergio, tivesse dado a "absolvição nestes casos, é como dar um cheque sem fundo, quando você vai ao banco, não tem dinheiro na conta”, disse.

    “Esclareço que acredito na ligação de Francisco porque ele surpreende assim às pessoas, mas o outro não, são invenções ou má-interpretações, é absurdo”, concluiu.


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    VATICANO, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco enviou uma mensagem escrita aos cidadãos de Bérgamo, província onde fica o povoado de Sotto Il Monte, onde nasceu João XXIII em 1881, na qual convidou os fiéis a agradecer a Deus por este grande dom para a Igreja Universal que deve servir de inspiração à sociedade para procurar novos modos de “edificar uma convivência apoiada sobre os valores perenes da fraternidade e da solidariedade”.

    O texto foi publicado no jornal provincial da cidade ''L'Eco di Bergamo'', no qual o Papa Bom colaborou durante seus anos de sacerdote.

    A seguir a mensagem na íntegra por cortesia do portal Canção Nova:

    Queridos amigos de Bérgamo,

    Aproximando-se o dia da canonização do beato João XXIII, senti o desejo de enviar esta saudação ao vosso bispo Francisco, aos sacerdotes, aos religiosos e às religiosas, aos fiéis leigos da diocese de Bérgamo, mas também àqueles que não pertencem à Igreja e a toda a comunidade civil de Bérgamo.

    Sei quão bem vocês querem ao Papa João e quanto ele queria bem à sua terra. Do dia da sua eleição ao Pontificado, o nome de Bérgamo e de Sotto Il Monte se tornaram familiares em todo o mundo e ainda hoje, a mais de cinquenta anos de distância, esses ficaram associados à sua face sorridente e à sua ternura de pai.

    Convido-vos a agradecerem ao Senhor pelo grande dom que a sua santidade foi para a Igreja universal, e vos encorajo a proteger a memória do terreno no qual essa foi germinada: um terreno feito de profunda fé vivida no cotidiano, de famílias pobres, mas unidas pelo amor do Senhor, de comunidades capazes de partilhar na simplicidade.

    Certo, desde então o mundo mudou, e novos são também os desafios para a missão da comunidade
    cristã. Todavia, aquela herança pode inspirar ainda hoje uma Igreja chamada a viver a doce e confortante alegria de evangelizar, a ser companhia no caminho de cada homem, “fonte da vila” da qual todos possam aproveitar a água fresca do Evangelho. A renovação desejada pelo Concílio Ecumênico Vaticano II abriu o caminho, e é uma alegria especial que a canonização do Papa Roncalli aconteça juntamente àquela do beato João Paulo II, que levou tal renovação adiante em seu longo pontificado.

    Estou certo de que também a sociedade civil poderá sempre encontrar inspiração da vida do Papa de Bérgamo e do ambiente que o gerou, procurando modalidades novas e adaptadas aos tempos para edificar uma convivência baseada nos valores perenes da fraternidade e da solidariedade.

    Queridos irmãos e irmãs, confio esta minha mensagem ao “Eco di Bergamo”, do qual o jovem sacerdote Angelo Roncalli foi apreciado colaborador. Quando depois o ministério o levou para longe, ele recebeu sempre das páginas do “Eco” a voz e a recordação da sua terra.

    Peço-vos para rezarem por mim, enquanto asseguro a minha recordação e a oração por todos vocês, em particular pelos sofredores, pelos doentes – recordando o hospital da cidade que vocês quiseram dedicar ao Papa João – e pelo seminário diocesano, tão querido ao seu coração. A todos envio, na iminência das festas pascais, a Benção Apostólica.

    Desde o Vaticano, abril de 2014.

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    ROMA, 24 Abr. 14 (ACI/Europa Press) .- O Papa Francisco preside nesta quinta-feira 24, a partir das 18h na igreja de Santo Inácio em Roma, uma Missa de Ação de Graças onde se reconhecerá o trabalho do jesuíta São José de Anchieta, o chamado Apóstolo do Brasil, inscrito no livro dos Santos há pouco mais de duas semanas.

    A delegação canária (Espanha) de mais de oitenta pessoas, está encabeçada pelos dois bispos de Canarias, Dom Bernardo Álvarez (Tenerife) e Dom Francisco Case (Grande Canaria), o presidente do Governo regional, Paulino Rivero, o do Conselho de Tenerife, Carlos Alonso, e o prefeito de La Laguna –cidade natal de São José de Anchieta– Fernando Clavijo, entre outros.

    A Eucaristia de ação de graças será em português, mas o Papa realizará sua homilia em espanhol, e duas pessoas pertencentes à Diocese Nivariense lerão duas preces da oração dos fiéis.

    A canonização de Anchieta se realizou através do processo chamado 'equivalente', já que não responde a um milagre recente, mas se reconhece sua ininterrupta fama de santidade e seu intenso trabalho de evangelização de tribos indígenas no Brasil realizado na segunda metade do século XVI.

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    VATICANO, 24 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Pelo menos dois bilhões de pessoas em todo o mundo serão testemunhas no próximo domingo, dia 27 de abril, da canonização de João Paulo II e João XXIII, graças à grande cobertura dos meios de comunicação que junto com a rádio e a televisão, incluirá o uso das redes sociais, Youtube ao vivo, 500 salas de cinema e a utilização de nove satélites televisivos.

    "Este evento será enorme em termos da demanda do sinal via satélite. Para os Jogos Olímpicos de Sochi, foram necessários três dos nossos satélites. As canonizações usarão nove", sustentou Cristão Benzi, diretor de Vídeo e Broadcasting do Eutelsat, segundo um artigo da última edição do Newsweek.

    Assim, a canonização de ambos os pontífices será acompanhada minuto a minuto pelos fiéis católicos também através das contas do Facebook, Twitter e Instagram do Vaticano, o qual solicitou Eutelsat que a transmissão seja em alta definição e acrescente tecnologia 3D.

    Além disso, serão habilitadas 500 salas de cinema na Europa, Estados Unidos e América Latina. Argentina, Brasil, México, Colômbia e Uruguai terão suas transmissões no telão. O Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais (PCCS) publicou no seu site a lista dos cinemas participantes.

    Além disso, como se recorda, a Santa Sé lançou o site 2popesaints.org para acompanhar as canonizações em tempo real. Do mesmo modo, no Twitter se utilizará o hashtag #2popesaints.
    Quanto à rádio, haverá serviço em 40 idiomas.

    No dia 27 de abril os produtores estarão em um estúdio instalado no ático da Basílica de São Pedro, e o Centro Televisivo Vaticano (CTV) transmitirá por seu canal de streaming que poderá ser seguido no YouTube.

    No Brasil, seis cinemas transmitirão ao vivo a canonização, são eles:

    Salvador (Bahia) – Cinemark Salvador
    Rio de Janeiro – Cinemark Botafogo
    São Paulo – Cinemark Santa Cruz e Cinemark Boulevard Tatuapé
    Recife (Pernambuco) – Cinemark Riomar Recife
    Belo Horizonte (Minas Gerais) – Cinemark BH Shopping

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    VATICANO, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco celebrou nesta quinta-feira a missa em ação de graças pela canonização de São José de Anchieta, o evangelizador do Brasil, e afirmou que “a Igreja não cresce por proselitismo, cresce por atração” do testemunho alegre do anúncio de Cristo ressuscitado.

    “Esse testemunho que nasce da alegria assumida, aceita e depois transformada em anúncio, é uma alegria fundada. Sem este gozo, sem esta alegria não se pode fundar uma Igreja, não se pode fundar uma comunidade cristã. É uma alegria apostólica, que se irradia, que se expande”, assegurou o Pontífice durante a cerimônia realizada na igreja romana de Santo Inácio.

    A seguir a homilia na íntegra por cortesia do portal Canção Nova:

    Na passagem do Evangelho que acabamos de escutar, os discípulos não conseguem acreditar na alegria que têm, porque não podem acreditar na causa dessa alegria.
    Imaginemos a cena, Jesus ressuscitou, os discípulos de Emaús contaram sua experiência, Pedro também o vê, e depois o próprio Senhor aparece no Cenáculo e lhes diz: “a Paz esteja convosco”.

    Vários sentimentos irrompem no coração dos discípulos, medo, surpresa, dúvida, e por fim, alegria. Uma alegria tão grande que, por esta alegria não conseguiam acreditar. Estavam atônitos, pasmos, e Jesus quase esboçando um sorriso lhes pede algo para comer e começa a explicar-lhes aos poucos as Escrituras, abrindo-lhes o entendimento para que as compreendessem.

    É o momento do estupor, do encontro com Jesus Cristo, em que tanta alegria não parece ser verdade, mas ainda assumir o regozijo e a alegria naquele momento nos parece arriscado e sentimos a tentação de refugiar-nos no ceticismo, no não exagerar. Não é fácil acreditar em um fantasma, em Cristo vivo. É mais fácil ir a um cartomante que te adivinhe o futuro, que te coloque as cartas, do que confiar-se na esperança de um Cristo Triunfante, de um Cristo que venceu a morte. Não é uma ideia, não é uma imaginação. A docilidade a esse Senhor que surge da morte e sabe a que coisa nos convida.

    Esse processo de relativizar tanto a fé, acaba por distanciar-nos do encontro, do carinho de Deus. É como se destilássemos a realidade do encontro no alambique do medo, no alambique da excessiva segurança, de querer nós mesmos controlar o encontro. Os discípulos tinham medo da alegria e também nós.

    Na leitura dos Atos dos Apóstolos, falamos de um paralítico. Ouvimos somente a segunda parte da história, mas todos conhecemos a transformação deste homem, entrevado desde o nascimento, sentado à porta do Templo a pedir esmola, sem jamais atravessar a soleira e como seus olhos se fixaram nos apóstolos esperando que lhe dessem algo.

    Pedro e João não podiam dar-lhe nada daquilo que ele buscava, nem ouro, nem prata. E ele, que sempre permaneceu na porta, agora entra com seus pés, pulando e louvando a Deus. Celebrando suas maravilhas. E sua alegria é contagiosa. Isso é o que nos diz hoje a Escritura. As pessoas estavam cheias de estupor e maravilhadas acorriam para ver.

    No meio daquela confusão, Pedro anunciava a mensagem. Porque a alegria do encontro com Jesus Cristo, aquela que nos dá tanto medo de assumir, é contagiosa e grita o anúncio. E aí cresce a Igreja. O paralítico acredita. A Igreja não cresce por proselitismo, cresce por atração. A atração testemunhal.
    Esse testemunho que nasce da alegria assumida, aceita e depois transformada em anúncio, é uma alegria fundada. Sem este gozo, sem esta alegria não se pode fundar uma Igreja, não se pode fundar uma comunidade cristã. É uma alegria apostólica, que se irradia, que se expande.

    Pergunto-me: como Pedro, sou capaz de sentar-me ao lado do meu irmão e explicar lentamente o dom da Palavra que recebi? Contagiar a ele com minha alegria? Sou capaz de convocar ao meu redor o entusiasmo daqueles que descobrem em nós o milagre de uma vida nova, que não se pode controlar?
    Sem docilidade não se atrai. É uma alegria nascida do encontro com Cristo.

    Também São José de Anchieta soube comunicar aquilo que tinha experimentado com o Senhor, o que tinha visto e ouvido Dele. O Senhor lhe comunicou em seus exercícios. Ele, junto a Nóbrega, foi o primeiro jesuíta que Inácio enviou à América. Um jovem de 19 anos tinha tal alegria, tal gozo na alma que colocou os fundamentos culturais de uma nação em Jesus Cristo. Não tinha estudado teologia, não havia estudado filosofia. Era um jovem que havia sentido o olhar de Jesus Cristo e deixou-se alegrar pela luz. Essa foi e é sua santidade: Não teve medo da alegria.

    São José de Anchieta tem um hino belíssimo dedicado à Virgem Maria, a quem, inspirando-se no cântico de Isaías 52, compara com um mensageiro que procura a paz, que anuncia a alegria da boa notícia.
    Que ela, que naquele alvorecer do Domingo, insone pela esperança, não teve medo da alegria, nos acompanhe em nosso peregrinar. Convidando todos a levantarem-se, a renunciar a paralisia, para entrar juntos na paz e na alegria que Jesus, o Senhor ressuscitado, nos promete.

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    VATICANO, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco nomeou recentemente como seu novo secretário pessoal o sacerdote argentino Fabián Pedacchio Leaniz, em substituição de Dom Alfred Xuereb, que foi promovido para a Secretaria de Economia do Vaticano.

    O Pe. Fabián Pedacchio Leaniz, de 50 anos, é licenciado em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Católica Argentina "Santa María de los Buenos Aires" (UCA), foi presidente da Sociedade Argentina de Direito Canônico e se desempenhou nos tribunais eclesiásticos locais.

    Foi também vigário paroquial da paróquia Virgem Imaculada de Lourdes e logo pároco de Santa Margarida María Alacoque.

    Chegou ao Vaticano em 2007, recomendado pelo então Arcebispo de Buenos Aires (Argentina), Cardeal Jorge Mario Bergoglio (hoje Papa Francisco), e se desempenhou, até meados de 2013, na Congregação para os Bispos.

    Desde julho de 2013, o sacerdote argentino assistiu o Papa em diversas tarefas, tanto como tradutor como respondendo parte de suas correspondências pessoais.

    Também se incorporou à secretaria pessoal do Papa o sacerdote copto católico Yoannis Lahzi Gaid. O presbítero egípcio, o primeiro secretário de um Papa que não é de rito latino, traduz as catequeses do Santo Padre para o árabe.

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    MUNDO 









    ROMA, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Em 1966, Deus escutou as preces da Irmã Adele Labianca, uma religiosa Filha da Caridade, que pediu um milagre por intercessão do Papa João XXIII falecido três anos antes.

    O milagre ocorreu no dia 25 de maio de 1966. Irmã Caterina Capitani, uma religiosa que sofria com uma perfuração gástrica hemorrágica com fístula externa e peritonite aguda, estava a ponto de morrer. Por ela, Irmã Adele tinha rezado em diversas ocasiões ao Papa João.

    Irmã Adele está em Roma para assistir à canonização daquele que ajudou a salvar a vida de sua irmã.
    Conforme explicou a religiosa em uma conferência celebrada no Escritório de Imprensa da Santa Sé, Irmã Caterina narrou que teve uma visão com o Papa João XXIII que disse que a oração da Irmã Adele tinha sido tão forte, que lhe tinha tirado o milagre do coração.

    “Irmã Caterina rezou para mim, e também muitas outras religiosas. Mas especialmente uma delas, Irmã Adele. Tiraste este milagre do meu coração. Agora tudo aconteceu e te curaste”, escutou Irmã Caterina.

    Irmã Caterina só tinha 23 anos quando ocorreu a cura milagrosa. O Papa João tinha morrido e era tradição rezar o terço em seu nome. Mas as coisas pioraram, uma noite teve uma febre muito alta e foi levada em ambulância ao hospital. “Estava cheia de dor e moribunda e chegou a pedir o Sacramento da Unção dos Enfermos. Agora o único que restava era confiar na providência divina”.

    Irmã Adele explica que a situação era muito grave, a consternação era evidente em todos os presentes, “estávamos sem esperança” e “quando as forças físicas a tinham abandonado, ocorreu o milagre”.
    Em 22 de maio de 1966 colocaram sobre as feridas do estômago umas relíquias do Papa João e mais tarde, Irmã Caterina se levantou sem nenhuma dor, era 25 de maio de 1966.

    Irmã Caterina contava que estava sozinha quando sentiu uma mão apoiada no estômago e escutou uma voz. Viu o Papa João sentado na sua cama, vestido de pontífice sorridente e falando com ela. Depois se levantou anunciando a sua cura. “Ninguém acreditava no que dizia. Mas a ferida estava fechada”, afirmou Irmã Adele.

    O milagre ocorreu, comprovaram-no as perícias médicas de 8 de junho de 1966 e todos os atos do processo que estabeleceram sua autenticidade. O processo de beatificação foi encerrado em 29 de março de 1971. Entretanto, sua beatificação foi celebrada apenas no dia 3 de setembro do ano 2000.

    Irmã Caterina viveu o resto de sua vida uma grande devoção ao Papa João, difundiu-a e a transmitiu. Morreu em 3 de abril de 2010 deixando um imenso testemunho espiritual.

    Joao XXIII será canonizado junto com o Beato João Paulo II no próximo dia 27 de abril, festa da Divina Misericórdia, em uma cerimônia dirigida pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro do Vaticano e para a qual chegaram a Roma milhares de fiéis. O Pontífice o proclamará santo sem requerer um segundo milagre atribuído a sua intercessão.


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    ROMA, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa João XXIII, que será canonizado neste domingo, dia 27 de abril, era conhecido como o “Papa bom” por seu grande carisma e chegou a ser confundido com São Nicolau ou Papai Noel pelas crianças de sua época.

    Em 23 de abril, em uma conferência de imprensa organizada pelo Escritório de Imprensa do Vaticano, Mons. Battista Pansa, um dos mais reconhecidos peritos na vida do beato, assinalou que a primeira coisa que o pontífice fez depois ser eleito em 1958, foi visitar as crianças e os doentes.

    Um dos primeiros destinos que escolheu foi o Hospital Pediátrico Menino Jesus de Roma, onde, por causa do seu peso, da sua batina vermelha, e do gorro vermelho de pompom branco que vestia, as crianças o confundiram com o Papai Noel.

    O corpo de João XXIII, que será canonizado no próximo dia 27 de abril na Praça de São Pedro do Vaticano, encontra-se em uma urna de cristal situada na Basílica de São Pedro. Sua vestimenta continua sendo parecida com a do Papai Noel: uma batina vermelha e seu característico chapéu papal.

    Por que o Cardeal Roncalli escolheu o nome de João XXIII?

    Mons. Pansa disse que cada pontífice tem uma história especial que lhe fez escolher seu nome papal. Antes de tornar-se pontífice, o Cardeal Giuseppe Roncalli, era patriarca de Veneza, mas depois de um Conclave que durou três dias, decidiu chamar-se João por dois motivos muito especiais para ele: “Era o nome da Igreja onde foi batizado em seu lugar de origem, Soto Il Monte; e o nome da Catedral de Roma, a Catedral do Papa: São João de Latrão”.

    Mons. Pansa, também disse que uma expressão que pode resumir a vida deste Papa é: “A arte do encontro”. “O Papa João levava dentro dele uma grande experiência nisto, já que conheceu de perto os operários”, acrescentou.

    A revolução do Concílio Vaticano II

    Por outro lado, o perito assinalou que em 4 de janeiro de 1959 na Basílica São Paulo Extramuros, pela primeira vez, o Papa João XXIII comunicou que queria realizar o Concílio Vaticano II. “Foi a primeira vez que em centenas de anos um pontífice saía de Roma, e visitou o santuário de Loreto e Assis”.

    Anteriormente os Concílios se celebravam para reagir diante de uma heresia ou grupos separados da Igreja Católica. “De modo que o Concílio Vaticano II foi o primeiro da história que não ia contra ninguém”. Ao final, o Concílio começou em 11 de outubro de 1962, e embora João XXIII não tenha vivido para vê-lo concluir -morreu um ano depois- mudou a história da Igreja para uma visão mais misericordiosa de Deus e que hoje continua o Papa Francisco.


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    PERFIS 









    ROMA, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Silvano Gasperini tem 87 anos de idade e é vizinho de Castel Gandolfo, o povo italiano onde os Papas costumam morar na temporada do verão. Conheceu João XXIII no seu último ano de vida e lhe agradece por tê-lo animado a casar-se e formar uma família.

    “Conheço muito bem João XXIII, ele foi quem me empurrou à vocação do matrimônio”, explicou Gasperini em declarações ao grupo ACI. Era 1963 quando conheceu o “papa Bom”, era o último ano de seu pontificado, e Gasperini foi convidado como presidente dos agricultores da zona, junto com o prefeito e o pároco de Castel Gandolfo ao palácio papal.

    “O Papa conhecia os outros dois que vinham comigo, mas a mim não. Perguntou-me diretamente ‘E quem é você?’, eu não sabia se podia falar… o Papa continuava me olhando com curiosidade, tanto que comecei a ficar nervoso. E me disse de novo ‘Quem é você?’”.

    Silvano recorda que o Papa João XXIII estava no seu último ano de vida e já estava afetado pelo câncer, e nesse momento começou uma espécie de amizade. “‘Sou o presidente dos cultivadores de Castel Gandolfo’. Então o Papa me disse ‘Ouça, sabe que eu também fui agricultor? Venho de uma família de agricultores’”.

    Depois, olhou fixamente suas mãos e lhe perguntou “Mas quantos anos você tem?”. “Eu tinha quase 40 anos. E compreendi por que me olhava, porque não tinha a aliança de casado no dedo!”. Ato seguido o Pontífice lhe disse: “Sabe que na sua idade, ou a pessoa se casa, ou vai para a vida religiosa!”.

    “Essas palavras do Papa me impactaram. Naquela época as pessoas da minha idade já não se casavam e graças ao seu impulso conheci a minha mulher e alguns anos depois pedi a sua mão em casamento e nos casamos. Posso-lhe contar que tive uma família modelo. Tanto por minha mulher como por meus filhos. Somos uma família de dez pessoas, sete mulheres e três homens muito generosos e estou muito orgulhoso”.

    Gasperini foi testemunha do pontificado de oito Papas, mas assegura que de todos eles se lembra com mais carinho de João XXIII. “Era um homem muito simples, conheci seus ajudantes, fiz amizade com eles, pessoas muito boas, e posso dizer que era muito simples. De uma normalidade que impressionava na época pela austeridade do Papa. Os ajudantes me mostraram uma vez uma foto na qual Papa estava sentado, com as pernas uma em cima da outra e uma bengala no meio. Como um velhinho! Outras vezes desaparecia aos olhos dos seguranças e ia dar uma voltinha por sua própria conta”.

    Silvano já não tem as mesmas forças de antes, trabalha no negócio familiar, situado justo ao lado do palácio papal, onde vende lembranças dos Papas para os turistas, e está contente porque o Papa que lhe animou a construir a sua família será canonizado neste domingo na Praça de São Pedro do Vaticano junto ao Beato João Paulo II.

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    ROMA, 25 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- “Esse foi o dia em que nasci de novo: 1º de maio de 2011”, afirmou Floribeth Mora, a mulher costarriquenha a quem a intercessão de João Paulo II permitiu curar-se milagrosamente de um aneurisma para o qual a ciência não tinha solução.

    Em declarações ao grupo ACI, Floribeth contou que “desde que soube da minha doença, levava comigo um santinho de João Paulo II, acreditei em sua intercessão, sou uma mulher que tenho muita fé” e que inclusive continua pedindo “sua intercessão em todo momento para que ele me ajude”.

    A mulher e mãe de família recordou que sua admiração pelo papa polonês nasceu quando ele visitou a Costa Rica em 1983. “Era um homem totalmente cheio de santidade. Isso me impactou nele. Talvez por isso tenha crescido a minha admiração por ele e pedi sua intercessão”, expressou.

    Durante a entrevista, Floribeth também manifestou a sua admiração pelo Papa Francisco, “por sua humildade e simplicidade”, e se animou a “pedir-lhe que se em algum momento tem a disposição de viajar, que nos visite na Costa Rica que o esperamos com os braços abertos”.

    “Estávamos convencidos do milagre”

    Por sua parte, o marido Edwin Arce afirmou que como família não foi difícil acreditar que a cura de Floribeth tinha ocorrido por causa do milagre. “Quando comecei a ver a melhora nela, nós estávamos certos de que foi um milagre… nós vimos que aí estava a mão de Deus”, assegurou.

    Em declarações ao Grupo ACI, Arce recordou os difíceis momentos que passaram durante a doença. “No hospital, estando eu nesse desespero, pedindo a Deus, sentado na escada, dizia ‘meu Deus me ajude, Karol Wojtyla intercede ante Deus, me ajude a sair adiante, já não posso com isso’, e eu ouvi a voz que me dizia: ‘levanta-te, mas eu não queria tirá-la do hospital… e quando voltou a dizer-me ‘levanta-te não tenhas medo’… é Deus, é João Paulo II’”, relatou.

    O marido disse que, já em sua casa, Floribeth lhe diz “meu amor vou contar uma coisa para você, mas de repente vai achar que estou louca”. Entretanto, para lhe dar confiança, Arce lhe respondeu: “não meu amor, tranquila, me conte’. Quando ela começou a me contar, tive até calafrios, porque lhe disse ‘meu amor, tranquila, se você estiver louca, eu também estou louco, porque eu também ouvi estas palavras no hospital’”.

    Mariano Ramírez Carbajal, médico atribuído pela cúria metropolitana da Costa Rica como perito médico no caso de Floribeth Mora, afirmou ao Grupo ACI que certificou “que a história clínica, que os documentos clínicos e que as imagens clínicas eram verdadeiras”.

    “Eu nunca vi um aneurisma desaparecer espontaneamente. É a primeira vez que vejo um aneurisma que desaparece”, assinalou.

    Por sua parte, o embaixador da Costa Rica ante a Santa Sé, Fernando Sánchez, relatou que para a cerimônia de canonização chegou um numeroso grupo de costarriquenhos, pois para o país centro-americano isto “significou uma grande festa nacional”.

    “O povo o está vivendo como uma espécie de privilégio e reconhecimento de sua fé. É um povo muito piedoso o povo costarriquenho”, afirmou.

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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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