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    quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

    TERROR ISLÂMICO MATA PELO MENOS 34 CRISTÃOS DEPOIS DE MISSA DE NATAL NO IRAQUE



























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    quarta-feira, dezembro 25, 2013



    • Carro-bomba destruiu área próxima à Igreja (Foto do site do Estadão)

    Pelo menos 34 pessoas foram mortas em ataques a bomba em áreas cristãs de Bagdá nesta quarta-feira (25). Algumas delas morreram quando um carro-bomba explodiu perto de uma igreja depois de um culto de Natal, disseram a polícia e os médicos.
    O carro-bomba matou pelo menos 24 pessoas, a maioria delas cristã, quando eles saiam da igreja no distrito de Doura, no sul de Bagdá, informaram fontes policiais.
    Ninguém reivindicou imediatamente a responsabilidade pelos ataques.
    A violência no Iraque subiu para seus piores níveis em mais de cinco anos com militantes sunitas radicais ligados à Al Qaeda intensificando os ataques contra o governo xiita do primeiro-ministro Nuri al-Maliki.
    Milhares de pessoas foram mortas em ataques neste ano.
    A comunidade cristã de minoria foi alvo de ataques de militantes da Al Qaeda no passado, incluindo um ataque em 2010 a uma igreja que matou dezenas de pessoas.
    Duas bombas também explodiram em um mercado lotado em uma outra área de Doura de maioria cristã, matando mais dez pessoas, disseram a polícia e os médicos.
    Pelo menos 52 pessoas ficaram feridas nos ataques.
    Uma série de carros-bomba, tiroteios e ataques suicidas mataram dezenas de peregrinos muçulmanos xiitas na semana que antecede o dia sagrado xiita Arbaeen, que coincidiu com a véspera de Natal deste ano. Do site do Estadão

    MEU COMENTÁRIO: Reparem o texto desta matéria que é da agência Reuters. Agora, imaginem se fosse o contrário, ou seja, que as vítimas fossem islâmicos?


    Postado por Aluizio Amorim 

    quinta-feira, 26 de setembro de 2013

    PEPE MUJICA RECEBE APOIO TOTAL DO CLUBE BILDERGERG PARA LIBERAR USO DOS ENTORPECENTES, COMEÇANDO PELA MACONHA. CIGARRO DE TABACO, NEM PENSAR



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    quinta-feira, setembro 26, 2013

    PEPE MUJICA RECEBE APOIO TOTAL DO CLUBE BILDERGERG PARA LIBERAR USO DOS ENTORPECENTES, COMEÇANDO PELA MACONHA. CIGARRO DE TABACO, NEM PENSAR.



    • Os descolados George Soros, Pepe Mujica e David Rockefeller: unidos pela liberação dos entorpecentes. 


    Uma reportagem da agência internacional de notícias EFE, publicada no site venezuelano 25Segundos, enfoca um detalhe importante do convescote cucaracha-bolivariano montando em New York durante a assembléia da ONU, que reuniu os tiranetes comunistas latino-americanos.
    A grande imprensa que inclui obviamente as agências internacionais de notícia, deu expressivo destaque aos eventos paralelos dos quais os tiranetes do Foro de São Paulo participaram. A notícia mais destacada foi o encontro do presidente do Uruguai, Pepe Mujica teve com duas personalidades: David Rockefeller e George Soros. E o assunto foi a liberação dos entorpecentes. 
    E, para quem afirma que a tal “nova ordem mundial” e o “Clube Bilderberg” são apenas teorias conspiratórias dos malucos da internet, a matéria da agência EFE revela o contrário, quando destaca Rockfeller como um dos fundadores do Grupo Bilderberg, o “clube” das pessoas mais influentes do mundo, ressalta. O Clube Bilderberg, como o Foro de São Paulo, foram transformados pela grande mídia num tabu. Nenhum jornalista - com raras exceções - se refere a essas organizações.
    Tanto Rockefeller como Soros estão empenhados numa campanha internacional para a liberação dos entorpecentes. Todavia, ninguém se arrisque a acender um cigarro de tabaco perto desses dois ícones do Clube Bilderberg que será não só censurado como expulso do ambiente.
    Mujica recebeu o maior apoio de ambos. Soros, que é o presidente da Open Society Foundation, ofereceu toda a ajuda possível para que o processo de liberação dos entorpecentes inciado no Uruguai possa avançar com maior facilidade. 
    Rockfeller, Soros e Mujica compartilham a mesma idéia: a política geral atual com respeito ao narcotráfico não está dando resultado. Pelo raciocínio do tupamaro e dos dois bilderbergs, deduz-se que, se a repressão ao crime em geral não tem evitado os crimes, basta então que se libere todos os criminosos. Acabam-se as prisões e os julgamentos e todos seguirão felizes as suas vidas. Trata-se, como se evidencia, de um troço bestial.
    Mas não deixa de ser interessante todos esses detalhes que aproximam dois bilionários americanos com governos esquerdistas latino-americanos. Pelo menos estão unidos em torno da maconha. Ambos são ricos e poderosos e deles jamais se ouviu qualquer censura aos regimes tirânicos de viés cubano que infestam a América Latina. Muito pelo contrário.

    Transcrevo na íntegra a reportagem da EFE no original em espanhol publicada no site 25Segundos. Leiam:

    (Montevideo, 25 de septiembre. EFE)- El presidente de Uruguay, José Mujica, cruzó hoy el Rubicón, según sus propias palabras, para reunirse en Nueva York con David Rockefeller, nieto del fundador de la Standard Oil, con el que habló sobre la legalización de la marihuana.

    Según un comunicado divulgado por la Presidencia de Uruguay, Mujica, de 78 años y Rockefeller, de 98, intercambiaron ideas relativas al proceso de regulación del mercado de la marihuana que se está desarrollando en Uruguay en la residencia del millonario.

    Rockefeller, uno de los fundadores del Grupo Bilderberg, el "club" de las personas más influyentes del mundo, mostró una "visión positiva" sobre el proceso, según subrayó Mujica, que se encuentra en la ciudad estadounidense con motivo de la Asamblea General de la ONU, donde este martes pronunció un discurso.

    El presidente uruguayo, que perteneció a la guerrilla tupamara, señaló que el encuentro fue para él como "cruzar el Rubicón", lo que significa que dio un paso decisivo a sabiendas del riesgo que implicaba. La expresión recuerda la decisión de Julio César de regresar a Italia, cruzando el río Rubicón, sin permiso del Senado.

    Sin embargo, Mujica dijo que Rockefeller es el "símbolo de una realidad" y que su grupo político "siempre reconoce las realidades".

    El mandatario narró que el multimillonario le contó que su padre que, en principio apoyaba la Ley Seca en los EE.UU, "cambió absolutamente tras ver sus efectos y se fue para el otro lado".

    "Se dio cuenta de que (la prohibición) había sido un disparate por el efecto práctico. Entonces él tenía la preocupación intelectual de saber. Porque se da cuenta de que la política antidroga y antinarcotráfico que se aplica no da resultado", afirmó Mujica.

    El mandatario, por su parte, le relató al millonario la historia del alcohol en Uruguay, en donde el Estado estableció un monopolio a principios del siglo XX y le explicó el proyecto de regulación de la marihuana que ha emprendido en su país, de 3,2 millones de habitantes.

    Es "un experimento que queríamos hacer, por las dimensiones que tiene Uruguay, para intentar encontrar caminos", subrayó.

    "La tesis central es arrebatarle el mercado al narcotráfico y tratar de identificar un público que consume, y que es clandestino, para no dejárselo al narcotráfico. Y que cuando detectemos que ese público se está pasando de la raya, poder atenderlo como enfermo", explicó Mujica.

    El pasado lunes Mujica, al que se ha calificado como el presidente más pobre del mundo por su estilo de vida austero y porque dona su sueldo para obras sociales, se reunió con otro multimillonario, el inversor George Soros, de origen húngaro.

    Soros, presidente de la Open Society Foundation, ofreció a Mujica toda la ayuda posible para que el proceso iniciado en Uruguay pueda avanzar con mayor facilidad en el entendido compartido por ambos de que la política general actual respecto al narcotráfico no está dando resultado.

    Soros razonó entonces que los cambios que se puedan realizar a escala internacional en el futuro dependen del éxito que tenga el plan regularizador de Mujica, al tiempo que se ofreció a apoyar programas educativos en Uruguay para combatir el consumo de drogas y otras adicciones. Do site 25Segundos

    Postado por Aluizio Amorim

    terça-feira, 27 de agosto de 2013

    PADRE PAULO RICARDO: "O SILÊNCIO NÃO VAI SALVAR A IGREJA"













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    terça-feira, agosto 27, 2013



    Como os leitores que acompanham este blog sabem, eu sou ateu. Mas só afirmo isso quando há necessidade, como é o caso deste texto. É que os ateus de verdade não professam a militância do ateísmo, justamente porque é uma incongruência, algo que não teria o menor sentido. 
    Ao contrário do que se imagina, ateus, como é o meu caso, não perseguem e nem combatem aqueles que têm fé. Vou mais longe. Defendo os cristãos e os judeus pois vejo essas duas religiões como as matrizes principais dos valores éticos e morais que deram forma à civilização ocidental. Tanto é que a principal agressão que o Ocidente sofre neste século têm como alvo cristãos e judeus. Nunca no denominando mundo moderno essas duas religioes e seus seguidores sofreram tantos ataques, em que pese a lição histórica do Holocausto. A única diferença do que houve no nazismo alemão que implicou a morte de milhões de judeus e também de cristãos, é que no século XXI pratica-se o assassinato dos valores éticos e morais surgidos a partir da matriz judaico-cristã. Ainda que os ataques físicos aos cristão e judeus continuem acontecendo, o foco é a diabólica operação da metaformose de conceitos e valores na tentativa de zerar a tradição que oferece os fundamentos do mundo ocidental. Os valores são intangíveis fisicamente; mas são eles os responsáveis pela existência e funcionamento da sociedade.
    É com esse enfoque que transcrevo após este prólogo a entrevista do Padre Paulo Ricardo, muito especial, saliente-se, assinada pelo competente jornalista e escritor Paulo Briguet, do Jornal de Londrina. A entrevista foi publicada em 2011, mas permanece e permanecerá atualizada no fluir do tempo. 
    O Padre Paulo Ricardo é muito conhecido, sobretudo pelos mais jovens. Além de seu trabalho eclesiástico, esse sacerdote de notável preparo intelectual também é um ativista político com grande atuação na internet em defesa da democracia e da liberdade. 
    Embora eu não pratique a religião, entendo perfeitamente a argumentação do Padre Paulo Ricardo também no que tange ao catolicismo e a razão de ser da Igreja Católica. E levo suas palavras em grande conta, com admiração e muito respeito. Tanto é que vejo não ser possível a defesa da nossa civilização ocidental sem considerar os postulados da fé do cristianismo e do judaísmo. Isto porque os vejo perfeitamente imbricados em qualquer análise honesta, isto é, vazada nos fatos, tendo em vista o Ocidente. Refiro-me, evidentemente, aos aspectos políticos, geopolíticos e culturais os quais, creio, não podem ser desligados da esfera religiosa, ou seja, daquela matriz à qual aludi. 
    Acabei, é verdade, me estendendo nessas considerações. Mas creio ter sido necessário fazê-lo, mais ainda, em reverência ao grande Padre Paulo Ricardo que com sua inteligência - o que é raro nesses dias de lamentável triunfo das iniqüidades - realiza com desvelo sua missão e lança um poderoso facho de luz que ajuda a melhorar a compreensão dos fenômenos que fustigam a Igreja e o Ocidente e, sobretudo, mitigar a angústia existencial que inquieta os seres humanos. Segue a entrevista com a excelente introdução de Paulo Briguet.
    A ENTREVISTA
    Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é um padre no sentido pleno da palavra. E não apenas por usar batina. Eis um padre que segue o catecismo, o missal e a doutrina católica. Um padre que defende a Igreja e o papa. Um padre estudioso e com grande domínio da palavra. Um padre que conhece profundamente as questões canônicas. Um padre que fala de vida espiritual. Um padre que não ignora este mundo, mas sem jamais esquecer o outro. Um padre que não se furta a criticar outros sacerdotes, sobretudo o chamado “clero progressista”, ligado à teologia da libertação. Um padre à maneira antiga – tão antiga quanto os 2 mil anos da Igreja Católica.
    Com todas essas qualidades, o padre Paulo Ricardo está fazendo um grande sucesso com seu trabalho de evangelização na internet. Através do site padrepauloricardo.org, ele diz o que pensa para um público cada vez mais amplo – e constituído em grande parte por jovens.
    Nascido em novembro de 1967, o padre Paulo Ricardo foi ordenado em 1992, pelo papa João Paulo II. É bacharel em Teologia e mestre em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma). Membro do Conselho Internacional de Catequese, nomeado pela Santa Sé, pertence à Arquidiocese de Cuiabá (Mato Grosso). É autor de diversos livros e apresenta o programa semanal “Oitavo Dia”, pela Rede Canção Nova de Televisão.
    Durante uma visita do padre Paulo Ricardo por Londrina e região, em setembro, o JL realizou a seguinte entrevista. Entre os assuntos abordados, o papel dos cristãos na sociedade contemporânea e uma relação especial com a cidade de Londrina.

    JL: Em 2005, o sr. passou por uma experiência pessoal muito importante em Londrina. O que aconteceu? E de que forma essa experiência o marcou? 
    Padre Paulo Ricardo: Há seis anos, eu estava vindo de São Paulo e o avião fazia escala em Londrina, indo para Cuiabá. Aconteceu que o avião atrasou, tivemos que ir para o hotel. Depois voltamos para pegar o avião outra vez. Uns cinco minutos depois da decolagem, houve um estouro na turbina direita. Trinta segundos depois, um novo estouro. Ninguém sabia o que estava acontecendo. O pessoal ficou apavorado. O avião continua estável, o que se via claramente. Fiquei pensando: vou observar. Se eu notar que vai ocorrer o pior, dou a absolvição coletiva.
    Enquanto eu não sabia o que estava acontecendo, fiz meu ato de contrição, pedi a Deus perdão do meu pecado – e esperei. Enquanto esperava, pensei que havia sido prudente inutilmente. Agora eu estaria me apresentando diante de Deus, Deus iria pedir conta do meu ministério, e eu fui prudente a vida inteira, porque queria ser bispo, queria fazer carreira, não queria me queimar. Dali para frente aquilo marcou. Dali para frente eu vi que era um homem morto. Deus me disse assim: “O que eu havia previsto para você eram somente estes anos de sacerdócio, agora você vai morrer, acabou, e você não deu conta do recado. Você escondeu seus talentos”.
    Dali para frente resolvi me considerar um homem morto. Porque Deus estava me dando uma segunda chance. Eu não poderia mais me colocar numa situação de prudência, pensando no futuro. O bom soldado, quando vai para a guerra, não tem que se preocupar em voltar para casa. Ele tem que se preocupar em sobreviver o maior tempo possível para fazer o maior estrago para o inimigo. O soldado sabe que um dia vai levar um tiro e um dia vai sair de ação.
    Esse foi meu exame de consciência: o sacerdócio é um dom, e um dom não é algo para ser guardado. Dali em diante, eu vi que a minha batina não é um enfeite, ela é uma mortalha. O sacerdote é um homem que deveria ter morrido para o mundo; se ele não morreu para o mundo, o que está fazendo aí? Afinal de contas, a Igreja e o sacerdócio ou servem para o Céu, ou não servem para nada, podem fechar as portas.
    JL: E de que maneira a Igreja Católica pode assumir a sua verdadeira missão?
    Padre Paulo Ricardo: A grande dificuldade é que a Igreja, nas últimas décadas, introjetou a acusação dos marxistas – de que “a religião é o ópio do povo”. Ela se sente culpada de falar do Céu, de salvação eterna, de felicidade futura. E tenta desconversar com uma suposta doutrina social. Você vai para a Igreja e dizem que a finalidade da religião é “fazer um mundo melhor”. Ora, mas essa não é a finalidade da Igreja! Bento XVI, na encíclica “Spe Salvi”, que houve uma imanentização da esperança cristã. A esperança cristã era voltada para o Céu, agora a gente espera a coisa aqui na Terra. A gente espera um mundo ideal, um mundo melhor, em desfavor da transcendência.
    Paulo Briguet: Foi a partir desse episódio que o sr. iniciou o trabalho de evangelização na internet?
    Padre Paulo Ricardo: Na verdade, a coisa foi gradual. O episódio do avião foi em 2005. Existem conversões fulminantes, como a de São Francisco – o homem que um dia era pecador, no outro era virtuoso. Comigo não foi assim. Ou melhor: comigo não está sendo assim – porque ainda não terminou. Sempre fui um menininho comportado, conservador, usava traje social, camisa de manga comprida... Quando entrei no seminário, logo veio a tentação da carreira. Eu me saía melhor nos estudos; era apreciada pela maneira como falava; comecei a pensar numa carreira dentro da Igreja. Fui para Roma, fiz Teologia lá. Vivia mais no Vaticano do que Universidade, sempre metido com cardeais e gente importante. Quando fui ordenado padre pelo papa João Paulo II, passei a desempenhar algumas funções menores na Santa Sé, nada muito importante. Minha pretensão era voltar ao Brasil, servir a diocese por um tempo e depois fazer carreira no Vaticano. Mas aconteceu que em 1997, tive uma experiência de conversão. Uma experiência com Santa Teresinha. Ali eu comecei a perceber que não poderia ser padre sem abraçar uma cruz. Não poderia transformar o sacerdócio numa carreira. Entendi que o sacerdócio não era um homem, mas o sacrifício de um homem. Passei a me voltar mais para Deus, para a espiritualidade. Eu já era padre há cinco anos. Em 2002, eu conheci pela internet o filósofo Olavo de Carvalho e comecei a ler tudo que ele escrevia. Foi como se escamas caíssem dos meus olhos. Você descobre por que apanhou a vida inteira: você descobre por que lutava numa argumentação, vencia os debates, mas nada mudava. A partir disso, passei a ver que as razões verdadeiras não eram as razões apresentadas em discussões. Tem sempre algo debaixo da mesa. Tem sempre a má intenção por trás – o que é típico da mentalidade revolucionária. Em 2005, houve o episódio do avião. De 2005 para frente, eu passei a ser muito mais claro no que dizia. A partir daí comecei a realizar uma pregação mais clara contra a corrente geral.
    JL: Como o sr. definiria hoje o seu papel na Igreja? 
    Padre Paulo Ricardo: Hoje eu vejo que não nasci para ser bispo. Que nasci para ser pai de bispo, ou seja, formar uma geração de novos padres – e, um dia, um deles será bispo. Um dia algum deles vai ajudar a Igreja no episcopado. Para mim, o importante é saber agora que o silêncio não vai ajudar a Igreja. A gente vê no jovem a gratidão imensa quando você fala.
    O filósofo Eugen Rosenstock-Huessy, pouco conhecido no Brasil, analisa as doenças da linguagem. Uma delas é a guerra; outra é a crise. O que caracteriza a guerra? A guerra é quando eu não quero ouvir o meu inimigo. Já a crise é o contrário: é não falar ao amigo. Meu amigo precisa de minha ajuda, eu sei onde está a solução, mas por conveniência eu calo. Assim a sociedade entra em crise. A sociedade está em crise porque os líderes morais que poderiam dar uma orientação às pessoas estão calados. Alguém tem de pagar o preço de falar. Mesmo sabendo que, ao falar, a pessoa vai sofrer o martírio dos tempos modernos, como o papa Bento XVI descreve com muita clareza, até porque ele mesmo é vítima desse processo. O martírio dos tempos modernos é o assassinato da personalidade. É transformar o sujeito em não-pessoa. É a calúnia, a perseguição. Você vai sendo fritado. Então, hoje nós precisamos na Igreja do Brasil de padres e bispos mártires. Uso sempre a palavra profético, mas a palavra mais adequada seria mártir. Martyrios em grego quer dizer testemunha. Alguém que crê tanto no Reino do Céu que está disposto a desprezar o reino dos homens.
    JL: Há uma guerra cultural em curso no Brasil de hoje, à semelhança do conflito que Peter Kreeft identificou na sociedade norte-americana?
    Padre Paulo Ricardo: Existe uma guerra cultural incipiente no país. Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, a esquerda brasileira conseguiu a hegemonia da mídia. Em todos os âmbitos. Qualquer um que seja oposição só tem um espaço de militância atualmente, que é a internet. Basicamente esse é o espaço que nos concedem – ainda. A esquerda diz que a revolução só pode ser alcançada se houver um período que a precede, chamado de acumulação de forças. Nós estamos no período de acumulação de forças. Ainda não existe guerra de fato. Guerra supõe exército dos dois lados. O que existe é um exército que invadiu e ocupou o país. Nós temos uma ocupação hegemônica da esquerda. Mas a geração está sendo formada. Bento XVI, nesse sentido, foi o homem da Providência para a Igreja e para o Brasil. É preciso recomendar que o cardeal Joseph Ratzinger foi o homem que condenou a Teologia da Libertação. Antes, quando se citava o cardeal Ratzinger, tudo quanto era bispo e padre aqui no Brasil dizia que isso era uma “visão radical”. Hoje em dia, cita-se Bento XVI e todos têm que ficar calados, porque não podem dizer que o papa é radical. O papa nos deu carta-branca. Está servindo como escudo para que a gente possa agir. Dentro do meu ministério, eu sempre tenho como diretriz lutar as lutas que o papa está lutando. De tal forma que o bom católico veja que eu não estou seguindo uma ideologia; eu estou seguindo a fé da Igreja de 2000 anos. A hegemonia esquerdista no Brasil é tal que a pessoa que pretende ser católica se sente um peixe fora d’água. A oposição ao pensamento do papa é tão grande que a maior parte dos jovens se sentiria fora da Igreja. A esquerda católica nos acusa – a nós que somos fiéis a Bento XVI – de estarmos fora da Igreja. Mas já que o papa está ao nosso lado e nós estamos ao lado do papa, eles não podem mais dizer isso.
    JL: O sr. sempre diz que no Brasil tenta-se impor uma minoridade social aos católicos. Em que consiste esse processo?
    Padre Paulo Ricardo: É a chamada ideologia do Estado laico. Segundo essa ideologia, qualquer pessoa que tenha uma visão religiosa do mundo deve guardá-la para sua vida privada. Para os defensores dessa ideologia, a religiosidade não tem espaço público, não tem cidadania. Uso essa expressão – minoridade – para dizer que nós somos cidadãos brasileiros como os menores de idade. Mas nem todos os nossos direitos são reconhecidos. Os menores de idade não podem votar, não podem dirigir carro, têm direitos e responsabilidades limitadas. Há um grupo que se apossou da “classe falante” e não nos dá direito de falar e expressar nossas opiniões – porque nós somos religiosos. O fato é o seguinte: o ateísmo é uma atitude tão religiosa quanto o catolicismo, pois vê o mundo a partir de um prisma religioso, a não-existência de Deus. Não existe alguém indiferente ao problema religioso. Se você varre do espaço público qualquer manifestação religiosa, não está colocando o Estado nas mãos de uma visão religiosamente isenta; você está impondo uma religião que se chama materialismo ateísta. Os ateus não são cidadãos de primeira categoria e nós não somos cidadãos de segunda categoria. Eles são tão cidadãos quanto nós; têm o direito de ser ateus. Só que, numa democracia, quem dá o tônus do ambiente cultural é a maioria. A maioria esmagadora da população brasileira é extremamente religiosa. Portanto, nós não temos por que ficar amordaçados por uma minoria de ateus militantes.



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    Postado por Aluizio Amorim

    domingo, 18 de agosto de 2013

    'FORA DO EIXO' DEIXOU RASTRO DE CALOTES EM CUIABÁ, AFIRMA JORNAL.




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    domingo, agosto 18, 2013

    'FORA DO EIXO' DEIXOU RASTRO DE CALOTES EM CUIABÁ, AFIRMA JORNAL.



    • Pablo Capilé, chefe do Fora do Eixo

    O pacote de notas multicoloridas, semelhantes às de jogos de tabuleiro, enche uma gaveta no caixa do restaurante de José Ignácio Lima, no centro de Cuiabá.
    O que os papéis representam, porém, está longe de ser brincadeira. "São R$ 21 mil, ou quase 2.000 refeições, que tento receber há três anos, sem sucesso", diz Lima.
    As notas, de 1, 5, 10 e 50, são Cubo Cards, "moeda alternativa" lançada em 2003 pelo Espaço Cubo, grupo cultural mato-grossense que foi o embrião do grupo Fora do Eixo, hoje sediado em São Paulo e com braços pelo país.
    O grupo ganhou visibilidade após a revelação de que banca as ações da Mídia Ninja, que cobriu ao vivo, via web, a onda de protestos no país.
    Os Cubo Cards eram usados para pagar artistas, produtores e donos de estúdios
    "O acordo era que, se aceitasse os Cards como pagamento, eu trocaria parte em dinheiro e receberia parte em propaganda. Fiquei com este monte de papel", diz Lima.
    Trato semelhante foi feito com a rede de papelarias de Zerrer Salim, outro "colecionador" involuntário de Cubo Cards. Com R$ 22 mil a receber, ele conta que fechou um acordo com o Fora do Eixo e aceitou um longo parcelamento. "Não adiantou. Recebi apenas R$ 2.000 neste ano."
    O rastro de calotes inclui artistas, donos de estúdios musicais e ao menos três hotéis. Um deles acionou na Justiça o líder do grupo, Pablo Capilé, e obteve sentença favorável, ainda não executada.
    "Hospedamos 60 pessoas por sete dias e elas simplesmente saíram, não vieram acertar e, mesmo com decisão favorável da Justiça, não recebemos um centavo", diz Faiana Prieto, filha da dona.
    O caso ocorreu em 2006, na realização do festival Calango, uma das vitrines do grupo, então apoiado por Estado e Prefeitura de Cuiabá.
    Financiado desde 2008 pela Petrobras, o festival foi considerado o maior evento de música alternativa do Centro-Oeste. Na última edição, em 2010, reuniu 40 bandas.
    No ano seguinte, foi cancelado e nunca mais aconteceu. A cantora Luciana Bonfim, que se apresentou no evento, diz que calote era a "política oficial". "Até empresas de banheiro químico, de extintores de incêndio e pedreiros ficaram sem receber", diz.
    Outro hotel disse que ficou sem receber R$ 5.000 em diárias em 2006, mas que desistiu de cobrar. Para a cineasta Caroline Araújo, esses casos "não são novidade para os cuiabanos". "O Brasil está vendo o que Cuiabá já sabia."
    OUTRO LADO
    A coordenação do Fora do Eixo disse ter R$ 60 mil em dívidas em Cuiabá, que o valor está em negociação e todos os credores serão pagos.
    "Estamos negociando com todos os fornecedores e parcelando as dívidas. E pode ter certeza: uma parte significativa dos agentes culturais no Brasil possui dívidas como essas", disse Lenissa Lenza, responsável pelo braço financeiro, o banco Fora do Eixo.

    Diferentemente do que afirmaram os donos da papelaria e do restaurante, Lenza disse que as dívidas do grupo foram parceladas e que os acordos estão em dia. Da Folha de S. Paulo deste domingo

    Postado por Aluizio Amorim

    CUBO CARD, A MOEDA PARALELA DA ONG 'FORA DO EIXO', BASE DA MILITÂNCIA DO PT, É DENUNCIADA POR COMERCIANTES DE CUIABÁ.




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    domingo, agosto 18, 2013

    CUBO CARD, A MOEDA PARALELA DA ONG 'FORA DO EIXO', BASE DA MILITÂNCIA DO PT, É DENUNCIADA POR COMERCIANTES DE CUIABÁ.


    O pacote de notas multicoloridas, semelhantes às de jogos de tabuleiro, enche uma gaveta no caixa do restaurante de José Ignácio Lima, no centro de Cuiabá.
    O que os papéis representam, porém, está longe de ser brincadeira. "São R$ 21 mil, ou quase 2.000 refeições, que tento receber há três anos, sem sucesso", diz Lima.
    As notas, de 1, 5, 10 e 50, são Cubo Cards, "moeda alternativa" lançada em 2003 pelo Espaço Cubo, um grupo “cultural” que se transformou no Fora do Eixo, sob a liderança do ativista Pablo Capilé.
    A foto acima, sem o crédito, bomba nas redes sociais alertando os comerciantes essa “moeda paralela” com a qual a ONG Fora do Eixo paga seus fornecedores.
    A entidade dirigida por Capilé, é acusada de deixar um rastro de calotes na praça de Cuiabá. Vejam AQUI.

    Postado por Aluizio Amorim

    domingo, 4 de agosto de 2013

    O RITUAL SATÂNICO, A FUGA DA BASE ALIADA E O COMEÇO DO FIM DO PT! FALTA APENAS OS MENSALEIROS NA CADEIA.











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    domingo, agosto 04, 2013



    • O ritual satânico das vadias do PT: o começo do fim.

    Uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, que transcrevo após este prólogo, faz um levantamento do nível de apoio da denominada ‘base aliada’ do governo do PT. Constata-se que a base se esfarelou com uma debandada geral, o que reduz o PT ao seu devido tamanho, ou seja, algo que pode ser aferido pela meia dúzia de gatos pingados, os denominados “militantes”, que emporcalham o portão de acesso ao Palácio do Governo de São Paulo ou ainda pela marcha pornográfica ocorrida durante a visita do Papa no Rio de janeiro, onde as vadias do PT praticaram um ritual satânico que incluiu a fornicação com um crucifíxo e a quebra da imagem de N. S. Aparecida, a Padroeira do Brasil, além de atentado ao pudor.
    Esse estado miserável de desordem, insegurança, inflação, corrupção e toda sorte de imoralidade que tomou conta do Brasil é o resultado de mais de uma década do PT no poder. Com as eleições de 2014 se aproximando os políticos vão ficando apavorados.
    O fato é que todos aqueles senadores e deputados que emprestaram seu apoio a essa década de diabólica orgia com o dinheiro público, com a impunidade, com o deboche, serão cobrados nas urnas em 2014. Por oportunismo ou mesmo vergonha (algo que não é de se acreditar) estão tentando exercer um ato de purificação perante os cidadãos brasileiros pulando fora do lupanar petista.
    E, sem o apoio dessa ‘base alugada’ o PT tende a definhar retornando aos seus primórdios, ou seja, à sua real estatura política, a de partido comunista nanico. Nem mesmo a condescendência da maioria dos jornalistas da grande imprensa brasileira que vivia lambendo o traseiro de Lula e, por certo, ainda o fará por algum tempo, poderá reverter esta realidade. 
    Leiam o que informa o Estadão: 
    Em seu terceiro ano como presidente, Dilma Rousseff assistiu ao esfacelamento do "núcleo duro" de apoio a seu governo na Câmara dos Deputados, que já foi formado por 17 partidos e hoje abriga apenas petistas e remanescentes de outras sete legendas.
    O núcleo duro - formado pelos parlamentares que votam com o governo 90% das vezes ou mais - era integrado em 2011 por 306 dos 513 deputados. Ou seja, Dilma podia contabilizar como aliados fiéis seis em cada dez dos membros da Câmara. Desde então, esse núcleo vem encolhendo, e atualmente se resume a 101 deputados, segundo revela o Basômetro, ferramenta online do Estadão Dados que mede a taxa de governismo do Congresso.
    Dos nove partidos que abandonaram totalmente a linha de frente de apoio ao governo, três são de tamanho médio - PR, PSD e PSB. Os demais se enquadram na categoria dos "nanicos", com bancadas de menos de dez integrantes (PMN, PTC, PRTB, PSL, PT do B e PRB).
    O PMDB, principal aliado do PT em termos numéricos, tem hoje apenas quatro representantes no núcleo duro - desde o final de 2011, 63 peemedebistas abandonaram o grupo e agora se concentram na faixa dos que votam com o governo entre 60% e 89% das vezes. No PP, a debandada foi de 32 deputados para apenas 2. No PDT, de 16 para 2. No PTB só sobrou um dos 19 fiéis.
    Com uma base cada vez mais inconsistente, Dilma tem enfrentado dificuldades crescentes para aprovar projetos. Na tentativa de agradar à base, acenou com a abertura dos cofres: na semana passada. Determinou a liberação de R$ 6 bilhões em emendas parlamentares até o final do ano, em três parcelas
    Com uma base cada vez mais inconsistente, Dilma tem enfrentado dificuldades crescentes para aprovar projetos. Na tentativa de agradar à base, acenou com a abertura dos cofres: na semana passada. Determinou a liberação de R$ 6 bilhões em emendas parlamentares até o final do ano, em três parcelas.
    Mesmo assim, há temor de que a estratégia não funcione. Para evitar eventuais derrotas, o governo quer adiar a votação de temas polêmicos.
    Palanques. O desmanche do grupo fiel a Dilma se acelera no momento em que os partidos se realinham para medir forças em 2014. O PSB, que já promove a candidatura presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tinha taxa de governismo de 95% em 2011, segundo o Basômetro. Em 2013, o índice está em 77% - com tendência de queda. A taxa dos partidos é calculada com base na média dos votos contra e a favor de seus integrantes.
    No primeiro ano de mandato de Dilma, o núcleo duro de apoio ao governo tinha 27 deputados do PSB. Em 2012, esse número se reduziu a menos da metade, e em 2013 todos abandonaram o barco.
    No PDT, o afastamento pode ser simbolizado pelo comportamento de um de seus principais líderes, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP). Em 2011, ele apoiou o governo em 89% das votações. Neste ano, em apenas 33%.
    Dilma só não pode se queixar de seus correligionários: o número de petistas com taxa de fidelidade superior a 90% subiu de 83 em 2011 para 86 em 2013. A presidente nunca dependeu tanto de seu partido: atualmente, o PT tem 85% dos integrantes do núcleo duro - no primeiro ano de mandato, eles eram 27%. Do site do Estadão



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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo