Gloria Patri et Fílio et Spirítui Sancto. Sicut erat in principio et nunc et semper et in saecula saeculorum. Amen
CONSAGRADO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
Depois do Presépio, a Árvore de Natal é o símbolo mais expressivo da época natalina — sobretudo em tempos passados, nos quais o aspecto comercial do Natal não era tão protuberante e agressivo.
O inventor da árvore de Natal foi São Bonifácio, o apóstolo e evangelizador da Alemanha.
Em 723 São Bonifácio derrubou um enorme carvalho dedicado ao deus Thor, perto da atual cidade de Fritzlar.
Para convencer o povo e os druidas de que não era uma árvore sagrada, ele abateu-a.
Esse acontecimento é considerado o início formal da cristianização da Alemanha.
Na queda, o carvalho destruiu tudo o que ali se encontrava, menos um pequeno pinheiro.
Segundo a tradição, São Bonifácio interpretou esse fato como um milagre. Era o período do Advento e, como ele pregava sobre o Natal, declarou:
“Doravante, nós chamaremos esta árvore de árvore do Menino Jesus”.
O costume de plantar pequenos pinheiros para celebrar o nascimento de Jesus começou e estendeu- se pela Alemanha.
E no século XIX, a Árvore de Natal — também conhecida em alguns países europeus como a “Árvore de Cristo” — espalhou-se pelo mundo inteiro como símbolo da alegria própria ao Natal para se festejar o nascimento do Divino Infante.
(Fonte: Guia de Curiosidades Católicas, Evaristo Eduardo de Miranda)
Quem poderia conhecer todos os tesouros da sabedoria e ciência ocultos em Cristo e escondidos na pobreza de sua carne? Ele, sendo rico, se fez pobre por nossa causa, a fim de enriquecermos com a sua pobreza (cf. 2Cor 8,9).
Quando assumiu a nossa condição e experimentou a morte, manifestou-se na pobreza; contudo, não perdeu suas riquezas, mas prometeu-as para o futuro.
Como é grande a riqueza de sua bondade, reservada para os que o temem, e concedida aos que nele esperam!
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Agora nosso conhecimento é imperfeito, até chegar o que é perfeito. Para sermos capazes de alcançá-lo é que Cristo, igual ao Pai na condição divina, fez-se igual a nós na condição de servo e nos recriou à semelhança divina.
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O Filho único de Deus, tornando-se filho do homem torna filhos de Deus a muitos filhos dos homens; e promovendo a nossa condição de servos com a sua forma visível de servo, tornou-nos livre e capazes de contemplar a sua forma divina.
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Somos filhos de Deus, mas ainda não se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é (IJo 3,2).
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Ora, quais são esses tesouros da sabedoria e de ciência, para que servem essas riquezas divinas senão para manifestar a nossa pobreza? Para que essa imensa bondade senão para nos saciar? Mostra-nos o Pai e isso nos basta (Jo 14,8).
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E, em certo salmo, um de nós, expressando nossos sentimentos ou falando por nós, diz ao Senhor: serei saciado quando se manifestar a vossa gloria (cf. Sl 16,15 Vulg.). Ele e o Pai são um só; e quem o vê, vê também o Pai. Por conseguinte, o Rei da glória Senhor Deus do universo (Sl 23,10). Voltando-se para nós, ele nos mostrará o seu rosto; seremos salvos e saciados, e isso nos bastará.
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Mas até que isso aconteça, até mostrar o que nos basta, até bebermos e ficarmos saciados na fonte da vida que é ele mesmo, enquanto caminhamos na fé e peregrinamos longe dele, enquanto temos fome e sede de justiça e desejamos, com indizível ardor, contemplar a beleza de Cristo na sua condição divina, celebremos com amorosa devoção o nascimento de Deus na condição de servo.
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Se ainda não podemos contemplar aquele que foi gerado pelo Pai antes da aurora, celebremos o seu nascimento da Virgem no meio da noite. Se ainda não podemos compreender aquele cujo nome subsistirá enquanto o sol brilhar (cf. Sl 18,6), reconheçamos que armou sua tenda ao sol (cf. Sl 18,6).
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Se ainda não vemos o Unigênito que permanece no Pai, recordemos o Esposo saindo do quarto nupcial (cf. Sl 18,6). Se ainda não estamos preparados para o banquete do nosso Pai, conheçamos o presépio de nosso Senhor Jesus Cristo.
“Quero anotar um sonho que tive a respeito de Santa Teresinha do Menino Jesus. Eu era ainda noviça e tinha certas dificuldades, que não conseguia superar.
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Tratava-se de obstáculos interiores, mas que se relacionavam com dificuldades exteriores. Fiz novenas a vários Santos, mas a situação tornava-se cada vez mais difícil.
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Os meus sofrimentos eram tão grandes que já não sabia como continuar a viver. De repente, veio-me a idéia de rezar a Santa Teresinha do Menino Jesus. Comecei uma novena a essa Santa, pois já antes do ingresso no Convento tinha uma grande devoção a ela.
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Agora me descuidei um pouco dela, mas, nessa necessidade, novamente, comecei a rezar com todo fervor. No quinto dia da novena sonhei com Santa Teresinha, mas como se ela ainda estivesse na Terra.
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Ocultou diante de mim a circunstância de ela ser Santa e começou a consolar-me, para que eu não ficasse tão triste por causa desse problema, mas confiasse mais em Deus.
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Afirmava-me: “Também eu sofri muito”, e eu não acreditava que ela houvesse sofrido muito e disse-lhe então:” A mim me parece nada haver sofrido”.
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Santa Teresinha
Mas Santa Teresinha respondeu convencendo-me de que sofria muito e disse-me: “Dentro de três dias, a Irmã verá que esse problema será resolvido da melhor maneira”.
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Quando eu não queria acreditar muito nela, então ela se deu a conhecer, dizendo que era uma santa. Neste momento, minha alma encheu-se de alegria e perguntei-lhe: Você é uma santa”, e ela me respondeu que sim: “Sou uma santa e confie que o seu problema se resolverá no terceiro dia.”
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E eu disse a ela: “Santa Teresinha, diga-me irei para o céu?” – Respondeu-me: “A irmã irá para o céu”. – “E serei santa?” – Respondeu-me: “ A irmã será santa”.
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Mas, Teresinha, eu serei uma santa como você, nos altares?” E ela me respondeu: “Sim, você será uma santa como eu, mas deve confiar muito em Jesus”.
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E perguntei-lhe se meu pai e minha mãe irão para o céu – respondeu-me: Irão. E continuei a perguntar: “E as minhas irmãs e meus irmãos também irão para o Céu? – Respondeu-me que rezasse muito por eles e não me deu uma resposta certa. Compreendi que necessitavam, de muitas orações. (p.71).
Em Hulbert, Oklahoma, nasceu um mosteiro beneditino masculino que imita seus antecessores medievais europeus.
O mosteiro de Nossa Senhora da Anunciação de Clear Creek foi fundado por estudantes da Universidade de Kansas que se entusiasmaram pela cultura e as idéias da Civilização Ocidental.
Eles começaram a estudar latim e logo perceberam que o catolicismo foi a fonte de todos os bens que admiravam.
Foram então à procura de abadias com vida tradicional. No fim fundaram um mosteiro.
Eles rezam as oito horas canônicas e celebram a Missa segundo o rito “extraordinário”, ou em latim ou de São Pio V, que eles acham mais de acordo com a vida contemplativa monástica.
Eles querem reeditar a obra das abadias na Idade Média e pretendem construir sua igreja em estilo românico.
É algo muito positivo de que o mundo tem necessidade não apenas espiritual.
O Pe. Vicente MacNabb contou o seguinte fato do grande mestre em Sagrada Escritura, Pe. Lagrange, O. P. Eis suas palavras:
“Recordo-me de um incidente. Um grupo de jovens sacerdotes desejava fazer uma peregrinação à Terra Santa, como também conversar com o Pe. Lagrange. Viajavam em um navio francês onde havia um altar para celebrar missa.
A bordo, um frade vestido mui pobremente, se aproximou e perguntou aos jovens sacerdotes se ele poderia celebrar a missa na manhã seguinte. Com muito má vontade concordaram que ele poderia celebrar depois que todos eles tivessem já celebrado.
Todos os dias ia o bom frade a celebrar como havia combinado.
Quando os jovens sacerdotes chegaram a St. Etienne para fazer a tão desejada visita ao grande mestre, viram que o Pe. Lagrange não era outro senão aquele humilde frade que celebrava a missa depois deles…
(Historietas Catequísticas — F. H. Drinkwaterk — Editorial Herder —Barcelona, Espanha — Ia edição, 1958, p.550).
In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.
“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”