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    terça-feira, 13 de agosto de 2013

    Voz da Igreja +




    Voz da Igreja +





    Posted: 12 Aug 2013 12:25 PM PDT







    Qual a diferença entre a Bíblia usada pelos católicos e a usada pelos "protestantes"? Qual é a diferença e o que significa? O estudo que ora apresentamos vem sendo solicitado desde o início do nosso trabalho: oferece respostas a perguntas que, de tempos em tempos, sempre nos fazem, e que já foram dadas em outras páginas católicas competentes, mas que faltavam aqui. Procuramos condensar e aprofundar as respostas. Que seja útil a todos.







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    quarta-feira, 3 de abril de 2013

    Comissão reflete sobre "Inspiração e verdade da Bíblia"



    Comissão reflete sobre "Inspiração e verdade da Bíblia"













    Augusto d… · Correspondências · Enviar ·
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    Augusto de Piabetá: Comissão reflete sobre "Inspiração e verdade da Bíblia"




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    Comissão reflete sobre "Inspiração e verdade da Bíblia"


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    2013-04-03 Rádio Vaticana
    Cidade do Vaticano (RV) – A Pontifícia Comissão Bíblica realizará sua sessão plenária anual de 8 a 12 de abril, na Casa Santa Marta, no Vaticano. Os trabalhados serão presididos pelo arcebispo alemão Gerhard Ludwig Müller e dirigidos pelo Secretário-geral, Pe. Klemens Stock.
    No encontro, os membros da sessão devem concluir o estudo sobre o tema “Inspiração e verdade da Bíblia”. Há alguns anos, a Comissão tem concentrado seus esforços em verificar como estes dois temas se expressam nos livros da Sagrada Escritura. O objetivo desta reflexão é oferecer uma contribuição para que ao compreender os conceitos “inspiração e verdade”, os fiéis possam acolher de modo mais adequado o dom da Palavra de Deus.
    (CM)
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    Irmãos caríssimos, o Senhor definiu a plenitude do amor com que devemos amar-nos uns aos outros, quando disse: Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos (Jo 15,13). Daqui se conclui o que o mesmo evangelista João diz em sua epístola: Jesus deu a sua vida por nós. Portanto, também nós devemos dar a vida pelos irmãos (1Jo 3,16), amando-nos verdadeiramente uns aos outros, como ele nos amou até dar a sua vida por nós.

    Ora, a mesa do poderoso é a mesa em que se recebe o corpo e o sangue daquele que deu a sua vida por nós. É o que diz o apóstolo Pedro: Cristo sofreu por nós, deixando-nos um exemplo, a fim de que sigamos os seus passos (cf. 1Pd 2,21). Isto significa preparar coisas semelhantes. Foi o que fizeram, com ardente amor, os santos mártires. Se não quisermos celebrar inutilmente as suas memórias e nos sentarmos sem proveito à mesa do Senhor, no banquete onde eles se saciaram, é preciso que, como eles, preparemos coisas semelhantes.

    Ele, morrendo, matou em si a morte; nós, por sua morte, somos libertados da morte. Ele não precisou de nós para nos salvar; entretanto, sem ele nós não podemos fazer nada. Ele se apresentou a nós como a videira para os ramos; nós não podemos ter a vida se nos separarmos dele.
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    segunda-feira, 9 de julho de 2012

    São Lucas, 19




    Bíblia Católica Online


    São Lucas, 19
    1. Jesus entrou em Jericó e ia atravessando a cidade.
    2. Havia aí um homem muito rico chamado Zaqueu, chefe dos recebedores de impostos.
    3. Ele procurava ver quem era Jesus, mas não o conseguia por causa da multidão, porque era de baixa estatura.
    4. Ele correu adiande, subiu a um sicômoro para o ver, quando ele passasse por ali.
    5. Chegando Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa.
    6. Ele desceu a toda a pressa e recebeu-o alegremente.
    7. Vendo isto, todos murmuravam e diziam: Ele vai hospedar-se em casa de um pecador...
    8. Zaqueu, entretanto, de pé diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo.
    9. Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto também este é filho de Abraão.
    10. Pois o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido.
    11. Ouviam-no falar. E como estava perto de Jerusalém, alguns se persuadiam de que o Reino de Deus se havia de manifestar brevemente; ele acrescentou esta parábola:
    12. Um homem ilustre foi para um país distante, a fim de ser investido da realeza e depois regressar.
    13. Chamou dez dos seus servos e deu-lhes dez minas, dizendo-lhes: Negociai até eu voltar.
    14. Mas os homens daquela região odiavam-no e enviaram atrás dele embaixadores, para protestarem: Não queremos que ele reine sobre nós.
    15. Quando, investido da dignidade real, voltou, mandou chamar os servos a quem confiara o dinheiro, a fim de saber quanto cada um tinha lucrado.
    16. Veio o primeiro: Senhor, a tua mina rendeu dez outras minas.
    17. Ele lhe disse: Muito bem, servo bom; porque foste fiel nas coisas pequenas, receberás o governo de dez cidades.
    18. Veio o segundo: Senhor, a tua mina rendeu cinco outras minas.
    19. Disse a este: Sê também tu governador de cinco cidades.
    20. Veio também o outro: Senhor, aqui tens a tua mina, que guardei embrulhada num lenço;
    21. pois tive medo de ti, por seres homem rigoroso, que tiras o que não puseste e ceifas o que não semeaste.
    22. Replicou-lhe ele: Servo mau, pelas tuas palavras te julgo. Sabias que sou rigoroso, que tiro o que não depositei e ceifo o que não semeei...
    23. Por que, pois, não puseste o meu dinheiro num banco? Na minha volta, eu o teria retirado com juros.
    24. E disse aos que estavam presentes: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem dez minas.
    25. Replicaram-lhe: Senhor, este já tem dez minas!...
    26. Eu vos declaro: a todo aquele que tiver, dar-se-lhe-á; mas, ao que não tiver, ser-lhe-á tirado até o que tem.
    27. Quanto aos que me odeiam, e que não me quiseram por rei, trazei-os e massacrai-os na minha presença.
    28. Depois destas palavras, Jesus os foi precedendo no caminho que sobe a Jerusalém.
    29. Chegando perto de Betfagé e de Betânia, junto do monte chamado das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos e disse-lhes:
    30. Ide a essa aldeia que está defronte de vós. Entrando nela, achareis um jumentinho atado, em que nunca montou pessoa alguma; desprendei-o e trazei-mo.
    31. Se alguém vos perguntar por que o soltais, responder-lhe-eis assim: O Senhor precisa dele.
    32. Partiram os dois discípulos e acharam tudo como Jesus tinha dito.
    33. Quando desprendiam o jumentinho, perguntaram-lhes seus donos: Por que fazeis isto?
    34. Eles responderam: O Senhor precisa dele.
    35. E trouxeram a Jesus o jumentinho, sobre o qual deitaram seus mantos e fizeram Jesus montar.
    36. À sua passagem, muitas pessoas estendiam seus mantos no caminho.
    37. Quando já se ia aproximando da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, tomada de alegria, começou a louvar a Deus em altas vozes, por todas as maravilhas que tinha visto.
    38. E dizia: Bendito o rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus!
    39. Neste momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: Mestre, repreende os teus discípulos.
    40. Ele respondeu: Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!
    41. Aproximando-se ainda mais, Jesus contemplou Jerusalém e chorou sobre ela, dizendo:
    42. Oh! Se também tu, ao menos neste dia que te é dado, conhecesses o que te pode trazer a paz!... Mas não, isso está oculto aos teus olhos.
    43. Virão sobre ti dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, te sitiarão e te apertarão de todos os lados;
    44. destruir-te-ão a ti e a teus filhos que estiverem dentro de ti, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo em que foste visitada.
    45. Em seguida, entrou no templo e começou a expulsar os mercadores.
    46. Disse ele: Está escrito: A minha casa é casa de oração! Mas vós a fizestes um covil de ladrões (Is 56,7; Jr 7,11).
    47. Todos os dias ensinava no templo. Os príncipes dos sacerdotes, porém, os escribas e os chefes do povo procuravam tirar-lhe a vida.
    48. Mas não sabiam como realizá-lo, porque todo o povo ficava suspenso de admiração, quando o ouvia falar.

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    terça-feira, 12 de junho de 2012

    “A Bíblia não é ficção”: descobertas recentes confirmam a historicidade das Escrituras




     
     
     
     
     
     
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    Fonte: Religión en Libertad | Tradução: Ecclesia Una – Arqueólogos israelenses trouxeram à luz um selo no qual aparece a menção de Belém mais antiga já encontrada, há 2700 anos. “A Bíblia fala de Belém, agora temos a prova de que esta cidade existia de fato”, declarou Eli Shukron, arqueólogo da Autoridade das Antiguidades de Israel. O selo, que mede 1,5 cm, foi encontrado na chamada Cidade de Davi, uma grande área arqueológica fora das muralhas de Jerusalém onde se acredita que o rei teria construído seu palácio. O Vatican Insider entrevistou Simone Venturini, biblista e escritor, investigador do Arquivo Secreto do Vaticano e professor de Ciências Bíblicas na Pontifícia Universidade da Santa Cruz. É autor, entre outras coisas, de Il libro segreto de Gesù [“O livro secreto de Jesus”], editado por Newton Compton.
    • - Professor Venturini, que efeitos tem esta descoberta sobre a origem da cidade natal de Jesus?
    - É fácil para quem está acostumado a “deduzir” a historicidade da Bíblia encontrar todos os argumentos possíveis para dizer que esta ou outra cidade citada nas Escrituras na realidade nunca existiu. Sobretudo na Itália, onde a imprensa sabe sempre tudo sobre Belém ou sobre a Copa da UEFA, mas pouco ou nada sobre o livro que é a base da civilização europeia. Era, por exemplo, o caso da cidade de Nazaré. Até poucos anos, não havia provas de sua existência anteriores ao século III d. C. Mas em 2009, a arqueóloga Yardenna Alexandre demonstrou de maneira irrefutável que havia encontrado os restos de uma modesta casa que remontava ao século I, a época de Jesus. A descoberta que aconteceu durante as escavações arqueológicas na área do Jerusalem National Park tem a mesma importância. O selo, usado provavelmente para enviar o recolhimento dos impostos da cidade de Belém ao rei da Judeia, foi datado em torno de 800-700 a. C. O selo leva a inscrição em língua hebraica “l’shvat – bat-lechem – [l’mele]ch”. Nela aparece a informação essencial para realizar o envio ao rei que governava no sul, na Judeia. Pela primeira vez o nome da cidade de Belém aparece também fora da Bíblia. É óbvio que a este ponto é difícil duvidar da existência em torno do século VI a. C. da cidade em que nasce Jesus, que, pelo contrário, existia pelo menos oitocentos anos antes de seu nascimento.
    • - Já há algum tempo a arqueologia segue confirmando a historicidade e importância dos Evangelhos e do Antigo Testamento. Um caso recente é o do time de arqueólogos dirigidos pelo professor Yosef Garfinkel, docente do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, que durante as escavações arqueológicas em Khirbel Qeiyafa, uma cidade a oeste de Jerusalém adjacente ao vale de Elá, descobriu encaixes ricos de cerâmica, pedra, utensílios de metal e objetos de culto. Além disso, apareceram três grandes habitações que serviam como santuários de culto. De que modo esta descoberta de novos restos da época do rei Davi reforça a historicidade bíblica?
    - Trata-se de uma descoberta arqueológica recentíssima que aconteceu a cerca de 30 quilômetros ao sudeste de Jerusalém. Durante as escavações de Khirbet Qeiyafa – “ruínas de Qeiyafa” – a equipe do professor Yosef Garfinkel da Universidade Hebraica de Jerusalém desenterrou restos que poderiam revolucionar os atuais estudos sobre a Bíblia. Nas últimos décadas, de fato, muitos biblistas duvidavam fortemente de que antes do século VIII a. C. teria existido um verdadeiro reino de Israel organizado e socialmente bem estruturado. Os restos de Khirbet Qeiyafa, datados com carbono 14 como correspondentes ao período compreendido entre o século X e o século XI a. C., demonstram, pelo contrário, acima de qualquer dúvida razoável, que em tempos de Davi e Salomão existiam cidades perfeitamente fortificadas e com uma estrutura social, que formavam parte de um reino sólido e estável. E não é só. O fato de que não se tenham encontrado ossos de porco ou imagens esculpidas nas quais se representam divindades, demonstraria, além disso, que a origem do culto monoteísta em Israel é bem mais antiga do que os estudiosos estão dispostos a admitir. Para terminar, também as leis que impõem regras alimentarias (cf. Levítico 11, 7) não seriam uma evolução tardia de uma alimentação mais antiga e menos restritiva. Em uma palavra, a Bíblia – incluindo o Antigo Testamento – não é sempre ficção.
    • - Em que se parece a descrição destes lugares às descrições presentes na Bíblia que falam da época do rei Davi?
    As descobertas de Khirbet Qeiyafa nos ajudam a entender um pouco melhor as sofisticadas particularidades arquitetônicas do Tempo de Jerusalém. Antes que o professor Garfinkel trouxesse à luz as “maquetes” dos santuários correspondentes a 30 anos antes da construção do Templo, nos víamos obrigados a supor a fisionomia do templo a partir da enigmática descrição que aparece no I Livro dos Reis (cap. 6-7). Agora, pelo contrário, sabemos, por exemplo, como eram suas colunas, e conhecemos as peculiaridades de alguns de seus frisos. Inclusive – graças aos estudos de Yardenna Alexandre – podemos reconstruir uma casa de Nazaré da época de Jesus, uma daqueles nas quais provavelmente viveram Jesus, Maria e José.
    • - A arqueologia é “aliada” ou “inimiga” da fé?
    - A arqueologia é aliada da fé, no sentido que dá consistência à nossa relação com Deus. Não é uma ideia que – pelo menos para os cristãos católicos – pode ser elaborada a partir das modas e exigências do momento. De fato, a fé em um Deus único que se revela ao homem tem raízes muito antigas e nos recorda que a Bíblia é imprescindível para entender em profundidade o mistério do homem.

    domingo, 3 de junho de 2012

    Apocalipse, 22



    Apocalipse, 22
    1. Mostrou-me então o anjo um rio de água viva resplandecente como cristal de rocha, saindo do trono de Deus e do Cordeiro.
    2. No meio da avenida e às duas margens do rio, achava-se uma árvore da vida, que produz doze frutos, dando cada mês um fruto, servindo as folhas da árvore para curar as nações.
    3. Não haverá aí nada de execrável, mas nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Seus servos lhe prestarão um culto.
    4. Verão a sua face e o seu nome estará nas suas frontes.
    5. Já não haverá noite, nem se precisará da luz de lâmpada ou do sol, porque o Senhor Deus a iluminará, e hão de reinar pelos séculos dos séculos.
    6. Ele me disse: Estas palavras são fiéis e verdadeiras, e o Senhor Deus dos espíritos dos profetas enviou o seu anjo para mostrar aos seus servos o que deve acontecer em breve.
    7. Eis que venho em breve! Felizes aqueles que põem em prática as palavras da profecia deste livro.
    8. Fui eu, João, que vi e ouvi estas coisas. Depois de as ter ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que as mostrava.
    9. Mas ele me disse: Não faças isto! Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e aqueles que guardam as palavras deste livro. Prostra-te diante de Deus.
    10. Disse ele ainda: Não seles o texto profético deste livro, porque o momento está próximo.
    11. O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais.
    12. Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras.
    13. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim.
    14. Felizes aqueles que lavam as suas vestes para ter direito à árvore da vida e poder entrar na cidade pelas portas.
    15. Fora os cães, os envenenadores, os impudicos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que amam e praticam a mentira!
    16. Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos atestar estas coisas a respeito das igrejas. Eu sou a raiz e o descendente de Davi, a estrela radiosa da manhã.
    17. O Espírito e a Esposa dizem: Vem! Possa aquele que ouve dizer também: Vem! Aquele que tem sede, venha! E que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida!
    18. Eu declaro a todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro;
    19. e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, descritas neste livro.
    20. Aquele que atesta estas coisas diz: Sim! Eu venho depressa! Amém. Vem, Senhor Jesus!
    21. A graça do Senhor Jesus esteja com todos.

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    Apocalipse, 20



    Apocalipse, 20
    1. Vi, então, descer do céu um anjo que tinha na mão a chave do abismo e uma grande algema.
    2. Ele apanhou o Dragão, a primitiva Serpente, que é o Demônio e Satanás, e o acorrentou por mil anos.
    3. Atirou-o no abismo, que fechou e selou por cima, para que já não seduzisse as nações, até que se completassem mil anos. Depois disso, ele deve ser solto por um pouco de tempo.
    4. Vi também tronos, sobre os quais se assentaram aqueles que receberam o poder de julgar: eram as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e todos aqueles que não tinham adorado a Fera ou sua imagem, que não tinham recebido o seu sinal na fronte nem nas mãos. Eles viveram uma vida nova e reinaram com Cristo por mil anos.
    5. (Os outros mortos não tornaram à vida até que se completassem os mil anos.) Esta é a primeira ressurreição.
    6. Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: reinarão com ele durante os mil anos.
    7. Depois de se completarem mil anos, Satanás será solto da prisão.
    8. Sairá dela para seduzir as nações dos quatro cantos da terra (Gog e Magog) e reuni-las para o combate. Serão numerosas como a areia do mar.
    9. Subiram à superfície da terra e cercaram o acampamento dos santos e a cidade querida. Mas desceu um fogo dos céus e as devorou.
    10. O Demônio, sedutor delas, foi lançado num lago de fogo e de enxofre, onde já estavam a Fera e o falso profeta, e onde serão atormentados, dia e noite, pelos séculos dos séculos.
    11. Vi, então, um grande trono branco e aquele que nele se assentava. Os céus e a terra fugiram de sua face, e já não se achou lugar para eles.
    12. Vi os mortos, grandes e pequenos, de pé, diante do trono. Abriram-se livros, e ainda outro livro, que é o livro da vida. E os mortos foram julgados conforme o que estava escrito nesse livro, segundo as suas obras.
    13. O mar restituiu os mortos que nele estavam. Do mesmo modo, a morte e a morada subterrânea. Cada um foi julgado segundo as suas obras.
    14. A morte e a morada subterrânea foram lançadas no tanque de fogo. A segunda morte é esta: o tanque de fogo.
    15. Todo o que não foi encontrado inscrito no livro da vida foi lançado ao fogo.

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    São Lucas, 21



    São Lucas, 21
    1. Levantando os olhos, viu Jesus os ricos que deitavam as suas ofertas no cofre do templo.
    2. Viu também uma viúva pobrezinha deitar duas pequeninas moedas,
    3. e disse: Em verdade vos digo: esta pobre viúva pôs mais do que os outros.
    4. Pois todos aqueles lançaram nas ofertas de Deus o que lhes sobra; esta, porém, deu, da sua indigência, tudo o que lhe restava para o sustento.
    5. Como lhe chamassem a atenção para a construção do templo feito de belas pedras e recamado de ricos donativos, Jesus disse:
    6. Dias virão em que destas coisas que vedes não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído.
    7. Então o interrogaram: Mestre, quando acontecerá isso? E que sinal haverá para saber-se que isso se vai cumprir?
    8. Jesus respondeu: Vede que não sejais enganados. Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu; e ainda: O tempo está próximo. Não sigais após eles.
    9. Quando ouvirdes falar de guerras e de tumultos, não vos assusteis; porque é necessário que isso aconteça primeiro, mas não virá logo o fim.
    10. Disse-lhes também: Levantar-se-ão nação contra nação e reino contra reino.
    11. Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu.
    12. Mas, antes de tudo isso, vos lançarão as mãos e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, levando-vos à presença dos reis e dos governadores, por causa de mim.
    13. Isto vos acontecerá para que vos sirva de testemunho.
    14. Gravai bem no vosso espírito de não preparar vossa defesa,
    15. porque eu vos darei uma palavra cheia de sabedoria, à qual não poderão resistir nem contradizer os vossos adversários.
    16. Sereis entregues até por vossos pais, vossos irmãos, vossos parentes e vossos amigos, e matarão muitos de vós.
    17. Sereis odiados por todos por causa do meu nome.
    18. Entretanto, não se perderá um só cabelo da vossa cabeça.
    19. É pela vossa constância que alcançareis a vossa salvação.
    20. Quando virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a sua ruína.
    21. Os que então se acharem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade retirem-se; os que estiverem nos campos não entrem na cidade.
    22. Porque estes serão dias de castigo, para que se cumpra tudo o que está escrito.
    23. Ai das mulheres que, naqueles dias, estiverem grávidas ou amamentando, pois haverá grande angústia na terra e grande ira contra o povo.
    24. Cairão ao fio de espada e serão levados cativos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos pagãos, até se completarem os tempos das nações pagãs.
    25. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas.
    26. Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas.
    27. Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade.
    28. Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação.
    29. Acrescentou ainda esta comparação: Olhai para a figueira e para as demais árvores.
    30. Quando elas lançam os brotos, vós julgais que está perto o verão.
    31. Assim também, quando virdes que vão sucedendo estas coisas, sabereis que está perto o Reino de Deus.
    32. Em verdade vos declaro: não passará esta geração sem que tudo isto se cumpra.
    33. Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.
    34. Velai sobre vós mesmos, para que os vossos corações não se tornem pesados com o excesso do comer, com a embriaguez e com as preocupações da vida; para que aquele dia não vos apanhe de improviso.
    35. Como um laço cairá sobre aqueles que habitam a face de toda a terra.
    36. Vigiai, pois, em todo o tempo e orai, a fim de que vos torneis dignos de escapar a todos estes males que hão de acontecer, e de vos apresentar de pé diante do Filho do Homem.
    37. Durante o dia Jesus ensinava no templo e, à tarde, saía para passar a noite no monte chamado das Oliveiras.
    38. E todo o povo ia de manhã cedo ter com ele, no templo, para ouvi-lo.

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    Isaías, 24



    Isaías, 24
    1. Eis que o Senhor devasta a terra e a torna deserta, transtorna a sua face e dispersa seus habitantes.
    2. Isso acontece ao sacerdote como ao leigo, ao senhor como ao escravo, à senhora como à serva, ao vendedor como ao comprador, ao que empresta como ao que toma emprestado, ao credor como ao devedor.
    3. A terra será totalmente devastada, inteiramente pilhada, porque o Senhor assim o decidiu.
    4. A terra está na desolação, murcha; o mundo definha e esmorece, e os chefes do povo estão aterrados.
    5. A terra foi profanada por seus habitantes, porque transgrediram as leis, violaram as regras e romperam a aliança eterna.
    6. Por isso a maldição devora a terra e seus habitantes expiam suas penas; os habitantes da terra são consumidos, um pequeno número de homens sobrevive.
    7. O mosto está triste, a vinha, murcha, e os que tinham o coração em alegria suspiram.
    8. O som alegre dos tamborins cessou, os risos morreram e o som alegre da cítara calou-se.
    9. Não se canta mais bebendo vinho. O licor é amargo ao bebedor.
    10. A cidade desordenada está em ruínas, todas as casas fechadas, para que ninguém possa entrar nelas.
    11. Gritam nas ruas: Não há mais vinho! Acabada a alegria, o regozijo foi banido da terra.
    12. Na cidade só restam escombros e a porta arrombada está em pedaços,
    13. pois isso acontece na terra, no meio dos povos, como com as oliveiras que alguém vareja, como com as uvas que, acabada a vindima, alguém rebusca.
    14. Eles elevam a voz e cantam, do lado do mar aclamam a majestade do Senhor:
    15. Glorificai, pois, ao Senhor, nas regiões da luz, e, nas ilhas do mar, o nome do Senhor, Deus de Israel.
    16. Dos confins da terra, ouvimos cantar: Honra ao justo! Eu, porém, disse: Infeliz de mim, infeliz de mim! Ai de mim! Os salteadores saqueiam, os salteadores obstinam-se na pilhagem.
    17. O terror, a fossa e a cilada vão apanhar-te, habitante da terra.
    18. O que fugir para escapar do terror cairá na fossa, o que se livrar da fossa será preso no laço. Porque as comportas lá do alto abrir-se-ão e os fundamentos da terra serão abalados.
    19. A terra é feita em pedaços: estala, fende-se, é sacudida,
    20. cambaleia como um homem embriagado e balança como uma rede. Seus crimes pesam sobre ela, e ela cairá para não mais se levantar.
    21. Naquele tempo o Senhor, lá do alto, examinará a milícia celeste e os reis do mundo, sobre a terra.
    22. Serão amontoados como prisioneiros num calabouço, serão encerrados numa prisão, e, depois de muitos dias, serão castigados.
    23. A lua corará de vergonha e o sol empalidecerá, porque o Senhor dos exércitos reinará sobre o monte Sião e em Jerusalém, e sua glória resplandecerá diante de seus anciãos.

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    quarta-feira, 30 de maio de 2012

    São Lucas, 1


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    bibliacatolica O falacioso Protestantismo. via @bibliacatolica bit.ly/sapd2W about 1 hour ago · reply · retweet · favorite
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    bibliacatolica Escola da Fé – Pe. Paulo Ricardo responde a telespectador protestante!. via @bibliacatolica bit.ly/rS1B9j 45 minutes ago · reply · retweet · favorite
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    São Lucas, 1
    1. Muitos empreenderam compor uma história dos acontecimentos que se realizaram entre nós,
    2. como no-los transmitiram aqueles que foram desde o princípio testemunhas oculares e que se tornaram ministros da palavra.
    3. Também a mim me pareceu bem, depois de haver diligentemente investigado tudo desde o princípio, escrevê-los para ti segundo a ordem, excelentíssimo Teófilo,
    4. para que conheças a solidez daqueles ensinamentos que tens recebido.
    5. Nos tempos de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote por nome Zacarias, da classe de Abias; sua mulher, descendente de Aarão, chamava-se Isabel.
    6. Ambos eram justos diante de Deus e observavam irrepreensivelmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor.
    7. Mas não tinham filho, porque Isabel era estéril e ambos de idade avançada.
    8. Ora, exercendo Zacarias diante de Deus as funções de sacerdote, na ordem da sua classe,
    9. coube-lhe por sorte, segundo o costume em uso entre os sacerdotes, entrar no santuário do Senhor e aí oferecer o perfume.
    10. Todo o povo estava de fora, à hora da oferenda do perfume.
    11. Apareceu-lhe então um anjo do Senhor, em pé, à direita do altar do perfume.
    12. Vendo-o, Zacarias ficou perturbado, e o temor assaltou-o.
    13. Mas o anjo disse-lhe: Não temas, Zacarias, porque foi ouvida a tua oração: Isabel, tua mulher, dar-te-á um filho, e chamá-lo-ás João.
    14. Ele será para ti motivo de gozo e alegria, e muitos se alegrarão com o seu nascimento;
    15. porque será grande diante do Senhor e não beberá vinho nem cerveja, e desde o ventre de sua mãe será cheio do Espírito Santo;
    16. ele converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus,
    17. e irá adiante de Deus com o espírito e poder de Elias para reconduzir os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, para preparar ao Senhor um povo bem disposto.
    18. Zacarias perguntou ao anjo: Donde terei certeza disto? Pois sou velho e minha mulher é de idade avançada.
    19. O anjo respondeu-lhe: Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado para te falar e te trazer esta feliz nova.
    20. Eis que ficarás mudo e não poderás falar até o dia em que estas coisas acontecerem, visto que não deste crédito às minhas palavras, que se hão de cumprir a seu tempo.
    21. No entanto, o povo estava esperando Zacarias; e admirava-se de ele se demorar tanto tempo no santuário.
    22. Ao sair, não lhes podia falar, e compreenderam que tivera no santuário uma visão. Ele lhes explicava isto por acenos; e permaneceu mudo.
    23. Decorridos os dias do seu ministério, retirou-se para sua casa.
    24. Algum tempo depois Isabel, sua mulher, concebeu; e por cinco meses se ocultava, dizendo:
    25. Eis a graça que o Senhor me fez, quando lançou os olhos sobre mim para tirar o meu opróbrio dentre os homens.
    26. No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,
    27. a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria.
    28. Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.
    29. Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.
    30. O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus.
    31. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus.
    32. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó,
    33. e o seu reino não terá fim.
    34. Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, pois não conheço homem?
    35. Respondeu-lhe o anjo: O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.
    36. Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril,
    37. porque a Deus nenhuma coisa é impossível.
    38. Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-se dela.
    39. Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá.
    40. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.
    41. Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
    42. E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.
    43. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?
    44. Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.
    45. Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!
    46. E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,
    47. meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
    48. porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
    49. porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.
    50. Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.
    51. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.
    52. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.
    53. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.
    54. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,
    55. conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.
    56. Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois voltou para casa.
    57. Completando-se para Isabel o tempo de dar à luz, teve um filho.
    58. Os seus vizinhos e parentes souberam que o Senhor lhe manifestara a sua misericórdia, e congratulavam-se com ela.
    59. No oitavo dia, foram circuncidar o menino e o queriam chamar pelo nome de seu pai, Zacarias.
    60. Mas sua mãe interveio: Não, disse ela, ele se chamará João.
    61. Replicaram-lhe: Não há ninguém na tua família que se chame por este nome.
    62. E perguntavam por acenos ao seu pai como queria que se chamasse.
    63. Ele, pedindo uma tabuinha, escreveu nela as palavras: João é o seu nome. Todos ficaram pasmados.
    64. E logo se lhe abriu a boca e soltou-se-lhe a língua e ele falou, bendizendo a Deus.
    65. O temor apoderou-se de todos os seus vizinhos; o fato divulgou-se por todas as montanhas da Judéia.
    66. Todos os que o ouviam conservavam-no no coração, dizendo: Que será este menino? Porque a mão do Senhor estava com ele.
    67. Zacarias, seu pai, ficou cheio do Espírito Santo e profetizou, nestes termos:
    68. Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e resgatou o seu povo,
    69. e suscitou-nos um poderoso Salvador, na casa de Davi, seu servo
    70. (como havia anunciado, desde os primeiros tempos, mediante os seus santos profetas),
    71. para nos livrar dos nossos inimigos e das mãos de todos os que nos odeiam.
    72. Assim exerce a sua misericórdia com nossos pais, e se recorda de sua santa aliança,
    73. segundo o juramento que fez a nosso pai Abraão: de nos conceder que, sem temor,
    74. libertados de mãos inimigas, possamos servi-lo
    75. em santidade e justiça, em sua presença, todos os dias da nossa vida.
    76. E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque precederás o Senhor e lhe prepararás o caminho,
    77. para dar ao seu povo conhecer a salvação, pelo perdão dos pecados.
    78. Graças à ternura e misericórdia de nosso Deus, que nos vai trazer do alto a visita do Sol nascente,
    79. que há de iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte e dirigir os nossos passos no caminho da paz.
    80. O menino foi crescendo e fortificava-se em espírito, e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel.

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    Levítico, 18


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    Levítico, 18
    1. O Senhor disse a Moisés:
    2. “Dize aos israelitas o seguinte: eu sou o Senhor, vosso Deus.
    3. Não procedereis conforme os costumes do Egito onde habitastes, ou de Canaã aonde vos conduzi: não seguireis seus costumes.
    4. Praticareis meus preceitos e observareis minhas leis, e a elas obedecereis. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
    5. Observareis meus preceitos e minhas leis: o homem que o observar viverá por eles. Eu sou o Senhor.
    6. Nenhum de vós se achegará àquela que lhe é próxima por sangue, para descobrir sua nudez. Eu sou o Senhor.
    7. Não descobrirás a nudez de teu pai, nem a de tua mãe. Ela é tua mãe: não descobrirás a sua nudez.
    8. Não descobrirás a nudez da mulher de teu pai: é a nudez de teu pai.
    9. Nem a de tua irmã, filha de teu pai ou de tua mãe, nascida na casa ou fora dela.
    10. Não descobrirás a nudez da filha de teu filho ou da filha de tua filha, porque é tua nudez.
    11. Nem a da filha da mulher de teu pai, nascida de teu pai: é tua irmã.
    12. Não descobrirás a nudez da irmã de teu pai: ela é da mesma carne que teu pai.
    13. Nem a da irmã de tua mãe; porque ela é da mesma carne que tua mãe.
    14. Não descobrirás a nudez do irmão de teu pai, aproximando-te de sua mulher: é tua tia.
    15. Não descobrirás a nudez de tua nora: é a mulher de teu filho. Não descobrirás, pois, a sua nudez.
    16. Nem a da mulher de teu irmão: é a nudez de teu irmão.
    17. Não descobrirás a nudez de uma mulher e de sua filha, e não tomarás a filha de seu filho, nem a filha de sua filha, para descobrir a sua nudez: elas são tuas próximas parentas, e isso seria um crime.
    18. Não tomarás a irmã de tua mulher, de modo que lhe seja um rival, descobrindo a sua nudez com a de tua mulher durante a sua vida.
    19. Não te achegarás a uma mulher durante a sua menstruação para descobrir a sua nudez.
    20. Não terás comércio com a mulher de teu próximo: contaminar-te-ias com ela.
    21. Não darás nenhum de teus filhos para ser sacrificado a Moloc; e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor.
    22. Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação.
    23. Não terás comércio com um animal, para te contaminares com ele. Uma mulher não se prostituirá a um animal: isso é uma abominação.
    24. Não vos contamineis com nenhuma dessas coisas, porque é assim que se contaminaram as nações que vou expulsar diante de vós.
    25. A terra está contaminada; punirei suas iniqüidades e a terra vomitará seus habitantes.
    26. Vós, porém, observareis minhas leis e minhas ordens, e não cometereis nenhuma dessas abominações, tanto o aborígine como o estrangeiro que habita no meio de vós,
    27. porque todas essas abominações cometeram os habitantes da terra que vos precederam, e a terra está contaminada.
    28. Desse modo a terra não vos vomitará por havê-la contaminado, como vomitou os povos que a habitaram antes de vós.
    29. Todos aqueles, com efeito, que cometerem qualquer dessas abominações, serão cortados do meio de seu povo.
    30. Guardareis, pois, os meus mandamentos, e não seguireis nenhum dos costumes abomináveis que se praticavam antes de vós, e não vos contaminareis por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus.”

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    São Mateus, 23


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    bibliacatolica A Eclesiologia Protestante. via @bibliacatolica bit.ly/oW8knc 39 minutes ago · reply · retweet · favorite
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    São Mateus, 23
    1. Dirigindo-se, então, Jesus à multidão e aos seus discípulos,disse:
    2. Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés.
    3. Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem.
    4. Atam fardos pesados e esmagadores e com eles sobrecarregam os ombros dos homens, mas não querem movê-los sequer com o dedo.
    5. Fazem todas as suas ações para serem vistos pelos homens, por isso trazem largas faixas e longas franjas nos seus mantos.
    6. Gostam dos primeiros lugares nos banquetes e das primeiras cadeiras nas sinagogas.
    7. Gostam de ser saudados nas praças públicas e de ser chamados rabi pelos homens.
    8. Mas vós não vos façais chamar rabi, porque um só é o vosso preceptor, e vós sois todos irmãos.
    9. E a ninguém chameis de pai sobre a terra, porque um só é vosso Pai, aquele que está nos céus.
    10. Nem vos façais chamar de mestres, porque só tendes um Mestre, o Cristo.
    11. O maior dentre vós será vosso servo.
    12. Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado.
    13. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Vós fechais aos homens o Reino dos céus. Vós mesmos não entrais e nem deixais que entrem os que querem entrar.
    14. [Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Devorais as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso, sereis castigados com muito maior rigor.]
    15. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Percorreis mares e terras para fazer um prosélito e, quando o conseguis, fazeis dele um filho do inferno duas vezes pior que vós mesmos.
    16. Ai de vós, guias cegos! Vós dizeis: Se alguém jura pelo templo, isto não é nada; mas se jura pelo tesouro do templo, é obrigado pelo seu juramento.
    17. Insensatos, cegos! Qual é o maior: o ouro ou o templo que santifica o ouro?
    18. E dizeis ainda: Se alguém jura pelo altar, não é nada; mas se jura pela oferta que está sobre ele, é obrigado.
    19. Cegos! Qual é o maior: a oferta ou o altar que santifica a oferta?
    20. Aquele que jura pelo altar, jura ao mesmo tempo por tudo o que está sobre ele.
    21. Aquele que jura pelo templo, jura ao mesmo tempo por aquele que nele habita.
    22. E aquele que jura pelo céu, jura ao mesmo tempo pelo trono de Deus, e por aquele que nele está sentado.
    23. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar em primeiro lugar, sem contudo deixar o restante.
    24. Guias cegos! Filtrais um mosquito e engolis um camelo.
    25. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Limpais por fora o copo e o prato e por dentro estais cheios de roubo e de intemperança.
    26. Fariseu cego! Limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o que está fora fique limpo.
    27. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois semelhantes aos sepulcros caiados: por fora parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos, de cadáveres e de toda espécie de podridão.
    28. Assim também vós: por fora pareceis justos aos olhos dos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.
    29. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Edificais sepulcros aos profetas, adornais os monumentos dos justos
    30. e dizeis: Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos manchado nossas mãos como eles no sangue dos profetas...
    31. Testemunhais assim contra vós mesmos que sois de fato os filhos dos assassinos dos profetas.
    32. Acabai, pois, de encher a medida de vossos pais!
    33. Serpentes! Raça de víboras! Como escapareis ao castigo do inferno?
    34. Vede, eu vos envio profetas, sábios, doutores. Matareis e crucificareis uns e açoitareis outros nas vossas sinagogas. Persegui-los-eis de cidade em cidade,
    35. para que caia sobre vós todos o sangue inocente derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o templo e o altar.
    36. Em verdade vos digo: todos esses crimes pesam sobre esta raça.
    37. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas aqueles que te são enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne seus pintinhos debaixo de suas asas... e tu não quiseste!
    38. Pois bem, a vossa casa vos é deixada deserta.
    39. Porque eu vos digo: já não me vereis de hoje em diante, até que digais: Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor.

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    segunda-feira, 28 de maio de 2012

    Mais de 40 mil participantes nos 10 dias de Festival Bíblico


    ZP12052811 - 28-05-2012
    Permalink: http://www.zenit.org/article-30435?l=portuguese

    Mais de 40 mil participantes nos 10 dias de Festival Bíblico


    Em 2013 o foco será a fé e a liberdade

    ROMA, segunda-feira, 28 de maio de 2012(ZENIT.org) – Os primeiros números falam de mais de 40 mil participantes durante os 10 dias do evento Festival Bíblico 2012. Foi registrado um trend crescente em relação aos anos anteriores. A edição que terminou ontem é um sinal de esperança e de abertura confiante no futuro, em um momento de crise e de temor, econômico e social, no qual vivemos atualmente.
    Durante o último dia chegaram dois elogios inesperados e muito apreciados, do Bispo Beniamino Pizziol e do Prefeito Achille Variati, que intervieram durante a conferência  desta tarde do Cardeal Joseph Zen, bispo de Hong Kong.
    “Fiquei positivamente surpreso com o Festival, mesmo conhecendo-o e acompanhando de longe, enquanto participava da Assembléia dos Bispos Italianos, destacou Pizziol. Esta é uma iniciativa a ser mantida, reforçada e melhorada”. O prefeito Variati quis “agradecer o Festival pela oportunidade de discussão e reflexão oferecida durante estes dias à cidade”.
    Satisfação também por parte dos presidentes do Festival, Monsenhor Roberto Tommasi e Dom Ampelio Crema: “Esta edição permitiu aos protagonsitas e participantes de discutirem e falarem sobre os medos e esperanças que os animam. Tivemos um retorno satisafatório por parte dos convidados ao Festival. A pluralidade de vozes que intervieram - crentes e "pensadores", nomes católicos e nomes "ecumênicos" de diferentes denominações cristãs – representou uma riqueza para todos em um momento histórico onde, por muitos, através da cultura é indicada a estrada para retomar o caminho".
    As presenças de Zygmunt Bauman, da Irmã Helen Prejean e do Cardeal Joseph Zen - entre outras - têm "internacionalizado" o Festival, dando aos participantes a oportunidade de ouvir e encontrar personalidades de grande valor mundial.
    As vozes de Robert Vecchioni, Luca Bassanese, The Sun e Ars Canuts enriqueceram os10 dias de Evento. Os mais de 140 convidados animaram encontros, concertos, teatro, exposições e eventos que contaram com grande participação e apreciação.
    O encontro anterior em Verona (de18 a24 de maio, com mais de 3500 participantes) com sucesso "regionalizou" o Festival, que agora envolve três províncias (Vicenza, Verona e Pádua). As intervenções vitais levaram à cidade, palestrantes de grande valor nas questões academicas ligadas à Biblia.
    E enquanto estão os remanescentes finais do Festival, o Comitê Organizador - agradeceu aos patrocinadores, funcionários, voluntários e todos aqueles que têm trabalhado em várias funções - anuncia o tema de 2013.
    Duas sugestões orientam a próxima edição: o Ano da fé proclamada por Bento XVI por ocasião do 50 º aniversário da proclamação do Concílio Vaticano II, e o aniversário de 1700° do Edito de Constantino. Neste sentido, em maio de 2013, o Festival irá refletir sobre fé e a liberdade.

    sábado, 19 de maio de 2012

    São Mateus, 25


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    bibliacatolica Notas sobre os Mórmons e a Bíblia. via @bibliacatolica bit.ly/xehOf8 37 minutes ago · reply · retweet · favorite
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    São Mateus, 25
    1.           Então o Reino dos céus será semelhante a dez virgens, que saíram com suas lâmpadas ao encontro do esposo.      
    2.           Cinco dentre elas eram tolas e cinco, prudentes.
    3.           Tomando suas lâmpadas, as tolas não levaram óleo consigo.      
    4.           As prudentes, todavia, levaram de reserva vasos de óleo junto com as lâmpadas.
    5.           Tardando o esposo, cochilaram todas e adormeceram.  
    6.           No meio da noite, porém, ouviu-se um clamor: Eis o esposo, ide-lhe ao encontro.             
    7.           E as virgens levantaram-se todas e prepararam suas lâmpadas.   
    8.           As tolas disseram às prudentes: Dai-nos de vosso óleo, porque nossas lâmpadas se estão apagando.         
    9.           As prudentes responderam: Não temos o suficiente para nós e para vós; é preferível irdes aos vendedores, a fim de o comprardes para vós.     
    10.         Ora, enquanto foram comprar, veio o esposo. As que estavam preparadas entraram com ele para a sala das bodas e foi fechada a porta.        
    11.         Mais tarde, chegaram também as outras e diziam: Senhor, senhor, abre-nos!       
    12.         Mas ele respondeu: Em verdade vos digo: não vos conheço!        
    13.         Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.     
    14.         Será também como um homem que, tendo de viajar, reuniu seus servos e lhes confiou seus bens.    
    15.         A um deu cinco talentos; a outro, dois; e a outro, um, segundo a capacidade de cada um. Depois partiu.   
    16.         Logo em seguida, o que recebeu cinco talentos negociou com eles; fê-los produzir, e ganhou outros cinco.     
    17.         Do mesmo modo, o que recebeu dois, ganhou outros dois.          
    18.         Mas, o que recebeu apenas um, foi cavar a terra e escondeu o dinheiro de seu senhor.    
    19.         Muito tempo depois, o senhor daqueles servos voltou e pediu-lhes contas.           
    20.         O que recebeu cinco talentos, aproximou-se e apresentou outros cinco: - Senhor, disse-lhe, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.'   
    21.         Disse-lhe seu senhor: - Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor.             
    22.         O que recebeu dois talentos, adiantou-se também e disse: - Senhor, confiaste-me dois talentos; eis aqui os dois outros que lucrei.          
    23.         Disse-lhe seu senhor: - Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor.             
    24.         Veio, por fim, o que recebeu só um talento: - Senhor, disse-lhe, sabia que és um homem duro, que colhes onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. 
    25.         Por isso, tive medo e fui esconder teu talento na terra. Eis aqui, toma o que te pertence. 
    26.         Respondeu-lhe seu senhor: - Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei e que recolho onde não espalhei. 
    27.         Devias, pois, levar meu dinheiro ao banco e, à minha volta, eu receberia com os juros o que é meu.     
    28.         Tirai-lhe este talento e dai-o ao que tem dez.      
    29.         Dar-se-á ao que tem e terá em abundância. Mas ao que não tem, tirar-se-á mesmo aquilo que julga ter.            
    30.         E a esse servo inútil, jogai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.    
    31.         Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. 
    32.         Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.
    33.         Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.    
    34.         Então o Rei dirá aos que estão à direita: - Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo,         
    35.         porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes;        
    36.         nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.       
    37.         Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? 
    38.         Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos?     
    39.         Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?            
    40.         Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes. 
    41.         Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: - Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos.         
    42.         Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber;             
    43.         era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes.           
    44.         Também estes lhe perguntarão: - Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos?         
    45.         E ele responderá: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.   
    46.         E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna.             

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    Isaías, 58



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    bibliacatolica Bispo não é título que se pode atribuir a si mesmo. via @bibliacatolica bit.ly/vlSNLi 3 hours ago · reply · retweet · favorite
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    bibliacatolica O Vaticano pede a América não ceder a pressão contra a vida e a família. via @bibliacatolica bit.ly/xue9Ei 2 hours ago · reply · retweet · favorite
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    bibliacatolica Ordem que foi próxima do arcebispo Lefebvre anuncia comunhão com Roma. via @bibliacatolica bit.ly/oTf89D about 1 hour ago · reply · retweet · favorite
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    Isaías, 58
    1.           Clama em alta voz, sem constrangimento; faze soar a tua voz como a corneta. Denuncia a meu povo suas faltas, e à casa de Jacó seus pecados.      
    2.           Sem dúvida eles me procuram dia após dia, desejam conhecer o comportamento que me agrada, como uma nação que houvesse sempre praticado a justiça, sem abandonar a lei de seu Deus. Informam-se junto a mim sobre as exigências da justiça, desejam a presença de Deus.     
    3.           De que serve jejuar, se com isso não vos importais? E mortificar-nos, se nisso não prestais atenção? É que no dia de vosso jejum, só cuidais de vossos negócios, e oprimis todos os vossos operários.          
    4.           Passais vosso jejum em disputas e altercações, ferindo com o punho o pobre. Não é jejuando assim que fareis chegar lá em cima vossa voz.    
    5.           O jejum que me agrada porventura consiste em o homem mortificar-se por um dia? Curvar a cabeça como um junco, deitar sobre o saco e a cinza? Podeis chamar isso um jejum, um dia agradável ao Senhor?        
    6.           Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo.   
    7.           É repartir seu alimento com o esfaimado, dar abrigo aos infelizes sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante.
    8.           Então tua luz surgirá como a aurora, e tuas feridas não tardarão a cicatrizar-se; tua justiça caminhará diante de ti, e a glória do Senhor seguirá na tua retaguarda.   
    9.           Então às tuas invocações, o Senhor responderá, e a teus gritos dirá: Eis-me aqui! Se expulsares de tua casa toda a opressão, os gestos malévolos e as más conversações;       
    10.         se deres do teu pão ao faminto, se alimentares os pobres, tua luz levantar-se-á na escuridão, e tua noite resplandecerá como o dia pleno.       
    11.         O Senhor te guiará constantemente, alimentar-te-á no árido deserto, renovará teu vigor. Serás como um jardim bem irrigado, como uma fonte de águas inesgotáveis.       
    12.         Reerguerás as ruínas antigas, reedificarás sobre os alicerces seculares; chamar-te-ão o reparador de brechas, o restaurador das moradias em ruínas.      
    13.         Se te abstiveres de calcar aos pés o sábado, de cuidar de teus negócios no dia que me é consagrado, se achares o sábado um dia maravilhoso, se achares respeitável o dia consagrado ao Senhor, se tu o venerares não seguindo os teus caminhos, não te entregando às tuas ocupações e às conversações,  
    14.         então encontrarás tua felicidade no Senhor: eu te farei galgar as alturas da terra, e gozar a herança de Jacó, teu pai; porque a boca do Senhor falou.             

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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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