Banner

Jesus Início

Início


Visitas



addthis

Addrhis

Canal de Videos



    •  


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    • -


    Rio de Janeiro

    Santa Sé






    Mostrando postagens com marcador Breno Altman. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Breno Altman. Mostrar todas as postagens

    quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

    [Novo post] Breno Altman já começa 2014 nos garantindo boas risadas: leiam a mensagem de ano novo que ele lançou aos mensaleiros




    lucianohenrique publicou: " Breno Altman, de fato, é um dos mais medíocres militantes do PT. E, para quem investiga fraudes da esquerda, ele se torna particularmente divertido por não ter o menor senso de ridículo. Além de tudo, ele é afobado e comete atos falhos grotescos. V" 



    Para responder a esta publicação digite acima desta linha 






    Nova publicação em Ceticismo Político 











    Breno Altman, de fato, é um dos mais medíocres militantes do PT. E, para quem investiga fraudes da esquerda, ele se torna particularmente divertido por não ter o menor senso de ridículo. Além de tudo, ele é afobado e comete atos falhos grotescos.

    Vamos avaliar as partes mais bizarras de seu texto "Carta de Ano Novo a Três Camaradas", publicado no Brasil247.

    Comecemos:


    Nasci em uma família na qual a palavra camarada sempre representou o valor supremo das relações humanas. Seu significado vai além de qualquer trato protocolar ou laço de sangue. Camarada é irmão de trincheira, parceiro de sonho, companheiro por quem se põe incondicionalmente a mão no fogo.

    Cada um tem a família que pode. A família de Altman, com certeza, não conseguiu dar-lhe bons ensinamentos morais. Além do mais, que raio de família é essa que não o ensinou a suspeitar das amizades? Altman é textual ao dizer que companheiro é alguém por quem "se põe incondicionalmente a mão no fogo". Qualquer pai ou mãe que se preze iria puxar orelha de qualquer filho que afirmasse tamanha besteira. Não podemos "colocar incondicionalmente a mão no fogo" por ninguém. Essa é a base da racionalidade. As pessoas devem fazer por merecer, continuamente, nossa confiança.

    Por outro lado, o discurso de Altman encerra uma confissão. Se ele "põe incondicionalmente a mão no fogo" por seus camaradas, então não tem condições de julgá-los, pois o significado da expressão lançada por ele quer dizer exatamente isso: independentemente do que o camarada fizer, está certo. Logo, ele se torna incapaz de julgar os mensaleiros. Santo ato falho, Altman!


    Tenho orgulho, como milhares de outros brasileiros, em podê-los chamar de meus camaradas. 

    Cada um é cada um. Pessoas normais teriam vergonha de ter amizade com pessoas condenadas por um crime tão abjeto como o Mensalão. Mas é aquilo: esse deve ser o sistema moral que a família de Altman lhe ensinou. Pelo menos ele é coerente.


    Nestas últimas horas do ano que se encerra, apropriadas para se pensar nas batalhas travadas e nas que ainda virão, esse sentimento de fraternidade e solidariedade é uma resposta ao partido do ódio e da covardia.

    Ou o sentimento de fraternidade e solidariedade a corruptos pode também ser evidência de que Breno Altman apoia um partido sem nenhuma base moral.


    Vocês pagam o preço mais alto pela reação da oligarquia contra os que lutam pela emancipação de nosso povo. 

    Que beleza a oligarquia que ficou contra o PT, não? Só faltou avisar aos grandes banqueiros, aliados ao governo, e a gente como Eike Batista e Abílio Diniz. Aliás, essa história dos 10 bilhões que Eike recebeu do BNDES até agora não está bem explicada. De novo, Altman maquia a realidade para esconder os fatos: a tal oligarquia (seja lá que diabos ele queira dizer com isso) está do lado deles.


    Derrotadas nas urnas desde a ascensão do presidente Lula, as forças conservadoras buscam incessantemente um atalho para deslegitimar a esquerda e recuperar o terreno perdido. Não é outra a razão de seu empenho para forjar a Ação Penal 470.

    Ah, sim, agora, na lógica marxista típica de Altman o Mensalão foi "forjado". Guarde bem isso que ele afirmou, pois veremos a contradição a seguir...


    A partir de erros reais cometidos pelo Partido dos Trabalhadores, originários de um sistema político-eleitoral financiado pelo capital privado, fabricou-se uma das maiores farsas jurídicas da história de nosso país. 

    Espere, existiram "erros reais" ou foi tudo forjado pela conspiração conservadora? Note que não demora um parágrafo para ele próprio se enrolar.

    Aliás, a culpa agora não é do PT, mas do "sistema político-eleitoral financiado pelo capital privado". A moral é bem essa: a culpa não é do assaltante, mas de quem deixa o dinheiro lá para ser roubado, ou, ainda, a culpa não é do estuprador, mas da mulher que o deixa excitado. Altman com certeza se finge de maluco. Mas duvido que ele rasgue dinheiro.


    Os setores mais retrógados da velha mídia e da corte suprema, de forma arbitrária e contra provas, deram curso a um processo de exceção.

    Ele reclama pelo fato da "velha mídia" não ser tão camarada, mas somente ter dado apoio moderado ao PT na questão do Mensalão, conforme provei em um post tempos atrás. Se Altman tivesse contado que viu um lobisomem no quintal, seria mais factível do que ele afirmar existir uma "mídia contra o governo". Na verdade, a mídia apenas é moderada no apoio ao governo por medo de perder audiência.

    Em relação ao STF, basta lembrar que vários deles foram colocados lá por Lula, inclusive Joaquim Barbosa. Mas a baixaria do Mensalão era tão grande que não deu para segurar. Em suma, não deu para o STF ser tão "camarada" com os mensaleiros como Altman gostaria que fossem...


    O chamado "mensalão", afinal, não foi capaz de contaminar a vontade popular, apesar de ter golpeado duramente o PT.

    Faltou só ele explicar para 87% dos eleitores do PT, que acham justa a condenação dos mensaleiros. É, os tais "camaradas" não estão sendo tão camaradas quanto ele gostaria...


    Não tenho dúvidas que, mais cedo ou mais tarde, esta farsa terá o mesmo destino que outras fantasias reacionárias do mesmo naipe, como o Caso Dreyfus ou o Incêndio do Reichstag.

    No estágio em que a alucinação de Breno se encontra, ele agora compara eventos de um governo ditatorial com um julgamento ocorrido em um país democrático. Aliás, o Mensalão é "fantasia reacionária" ou é composto de "erros reais"? Ih, agora nem o próprio Altman está sendo tão "camarada" com ele.

    Melhor ele apagar o que escreveu. Mas não vai adiantar, pois continuará registrado aqui.;)


    O espírito de vingança e perseguição, que nutre o comportamento dos principais autores da AP 470, talvez seja um sinal que não está tão longe o dia no qual esta fraude estará definitivamente desmascarada. 

    Raiva? Onde? Não somos nós que fomos pegos em atos de corrupção e fomos para a Papuda. Agora é a realidade que não está sendo "camarada" de Altman...


    Esta gente gostaria de tê-los dobrados e cabisbaixos, apequenados como quem aceita a culpa e renega a identidade. 

    Para que?! Todos nós sabemos que bandidos que vão para a prisão se declaram inocentes. Alguns, mais sem noção, dão risada na frente das câmeras. É esperado. Enfim, eu nunca alimentei qualquer expectativa em relação ao trio de "camaradas" do Altman.


    Os punhos erguidos diante da Polícia Federal foram o símbolo maior de que a estatura histórica e moral dos camaradas presos é infinitamente superior a de seus algozes.

    Nem de longe! Os punhos erguidos diante da PF foram um símbolo de que PT não tem senso de ridículo e não consegue sequer se envergonhar quando seus líderes cometem um crime. É isso, ao contrário, que mostra a base moral dos petistas como infinitamente inferior a de qualquer cidadão decente.

    Quando um cidadão comete um crime e vai preso, se lhe sobrar um pouco de dignidade, ele ficará envergonhado. Mas quem comete um crime, vai preso e não tem sequer um traço de dignidade, realmente é capaz de fazer aquele circo ridículo.

    Aliás, quem estuda o trotskismo sabe que adeptos da extrema-esquerda não se envergonham nem diante de genocídios. Por que se envergonhariam diante de atos de corrupção?


    Aquela cena será a mais cálida lembrança do ano para inúmeros homens e mulheres que formam nas fileiras progressistas. O gesto de quem responde à dor e ao sacrifício com vontade inquebrável de resistir. De quem jamais se entrega.

    Com certeza essa cena dificilmente será esquecida. Ela será motivo de troça eternamente, e servirá como um exemplo de como a extrema-esquerda não tem nenhum sistema moral. A imagem dos mensaleiros de punhos erguidos dão uma demonstração clara do motivo pelo qual essas pessoas se orgulham dos crimes de gente como Fidel Castro e Che Guevara.

    Enfim, Altman entregou o ouro. Ele resolveu começar 2014 mostrando que promete um ano cheio de inversões da realidade, tramóias, discursos emocionais e falácias diversas. É com certeza um dos mascotes da extrema-esquerda atual.















    Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
    Altere as configurações do seu e-mail em Gerenciar Assinaturas

    Problemas para clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 












    sábado, 21 de dezembro de 2013

    [Novo post] Breno Altman e a eterna mania socialista de acusar os outros daquilo que eles fazem




    lucianohenrique publicou: " Como jornalista político, Breno Altman é um dos mais fracos do Brasil. Ele não tem o senso de humor do maluquíssimo Leonardo Sakamoto, nem a prosa de um Mino Carta. No fundo, ele é apenas um petista exacerbado que fica irritado com oposicionistas e re" 



    Para responder a esta publicação digite acima desta linha 






    Nova publicação em Ceticismo Político 











    Como jornalista político, Breno Altman é um dos mais fracos do Brasil. Ele não tem o senso de humor do maluquíssimo Leonardo Sakamoto, nem a prosa de um Mino Carta. No fundo, ele é apenas um petista exacerbado que fica irritado com oposicionistas e resolve partir para a baixaria.

    O resultado, como sempre, é ao mesmo tempo digno de vergonha alheia como também um excelente material de análise da mente da extrema-esquerda.

    Em um post intitulado "Quem é a direita brasileira?", publicado no Brasil247, Breno como sempre baixou o nível da conversa. Para quem quiser ler o post inteiro, basta clicar aqui. Para ver um resumo do discurso, veja abaixo:


    Em artigo exclusivo para o 247, o jornalista Breno Altman disseca o pensamento da nova direita brasileira, que tem Reinaldo Azevedo como um de seus expoentes; "Sob o rótulo de 'direita democrática', o que respira é uma concepção liberal-fascista", lembra Altman. "Não é de hoje que direitistas recorrem a truques de maquiagem para não serem reconhecidos. A mais comum dessas prestidigitações tem sido a de se enrolar em supostas bandeiras democráticas para cometer malfeitos", afirma, lembrando o apoio da direita a golpes e quebras institucionais; sobre Azevedo, Altman nega que se trate de um rottweiler e o compara a um cachorrinho de madame. Ainda assim, adverte sobre o perigo que representa. "Claro que o ladrar de Azevedo e seus parceiros não é capaz, nos dias que correm, de ameaçar a estrutura democrática do país. Mas choca o ovo da serpente pelas ideias e valores que representa"[...]

    Antes, comentarei a ofensinha infantil de Breno, dizendo que Reinaldo Azevedo não é um rottweiller da direita, mas um cachorrinho de madame. Claro que não faz o menor sentido, pois rottweiller é um termo utilizado publicamente para ardosos defensores de uma causa. Quem conhece um pouco de história das ideias, sabe que Thomas Henry Huxley for o Bulldog de Darwin. Richard Dawkins foi chamado de Rottweiller de Darwin. Quando Breno foi ofender, deveria ter ao menos tentado perceber o significado de chamar alguém de rottweiller de qualquer sistema de pensamento que seja. Mas esse começo pouco promissor já dá para notar que ele realmente é muito fraco em termos de debate público. Não surpreenda que tenha sido tão facilmente demolido anteriormente por Olavo de Carvalho. (ver os posts Os crimes de Olavo de Carvalho, o discurso psicótico de Breno Altman, a ópera imunda e o terror no bordel esquerdista e Que tal derrubar de vez o fascista Breno Altman com um desafio?)

    Alias, nem vou falar do rótulo mongoloide "liberal-fascismo", que é tão ilógico quanto definições literais tipo chuva seca e estupro consensual. Deixemos o "liberal-fascismo" para lá, pois já tratei disso nos dois posts que citei acima.

    No resto do post de agora, ele defende a seguinte ideia: 
    • Reinaldo Azevedo representa a direita atualmente 
    • Ele diz que defende ideias democráticas 
    • Mas no fundo de sua alma defende ditadura 
    • Logo, ele é adepto da ditadura, e isso representa a direita 

    Claro que não há uma nesga de verdade nas quatro frases acima, que resumem praticamente todo o ataque de Altman.

    Para começar, Reinaldo não representa a direita. Ele é um dos vários pensadores da direita atual, e estes pensadores divergem entre eles. Isso, alias, é muito produtivo, pois dá uma riqueza de pensamento aos direitistas que foi deixada de lado pelos esquerdistas, que pensam todos da mesma forma. Por isso, mesmo sendo o pensamento esquerdista hegemônico, ele encontra fragilidades por falta de intelectualidade de seus intelectuais orgânicos. Na esquerda atual, não há divergência, mas apenas dogmatismo e concordância pela força. É óbvio que eles não consigam mais debater questão alguma, nem que quisessem.

    Também não há relação alguma entre defender ideias democráticas e "no fundo" defender ditadura. Isso é leitura mental, e não argumentação honesta. Fingir que alguém pensa algo que não demonstrou pensar não passa de mentira de baixo nível. Altman só poderia dizer que Reinaldo Azevedo defende a ditadura se de fato tivesse textos onde seu adversário diz isso. Mas por que Altman não conseguiu demonstrar estes textos? Simples: por que esses textos não existem. Não há um indício mostrando que Reinaldo defende ditaduras.

    Mas é importante esclarecer um pouco mais sobre este item. Qualquer pessoa em sã consciência prefere ser lançada em um aquário com meia dúzia de piranhas vermelhas (que no máximo provocam alguns arranhões) do que em um aquário com um tubarão branco. É simples. O tubarão branco com certeza traz um dano maior do que meia dúzia de piranhas vermelhas na perspectiva de quem estiver sendo lançado dentro de um aquário com os peixes em questão lá dentro. Não existe "defesa" de lançamento de pessoas em um aquário com peixes violentos, mas sim a escolha por um dano menor, no caso de alguém não ter opção quanto a ser lançado dentro de um aquário com peixes violentos.

    Essa foi a opção dos brasileiros pela ditadura de esquerda moderada que culminou no regime militar e partir de 1964. O povo escolheu por ficar a mercê de esquerdistas moderados (criadores de empresas estatais, defensores de reservas de mercado, etc.), que não tencionavam criar campos de extermínio, ao invés de ficar sob o jugo de marxistas que estavam com sede de sangue (e que defendiam fim da propriedade privada, lutas armadas, etc.). Países que caíram na conversa de gente como estes últimos contaram seus mortos na casa dos milhões. Exemplo: Rússia, China e Cambodja.

    A única forma de alguém de direita optar por uma ditadura é na escolha entre duas ditaduras, optando pela de menor vontade de trucidar seus opositores. Já no caso da esquerda, é o contrário: o sistema de pensamento deles é voltado para o estabelecimento de ditaduras. Ontem mesmo eu publiquei uma notícia sobre a Coréia do Norte, país governado por um ditador sanguinário, que pensa da mesma maneira que os marxistas que tentaram tomar o poder no Brasil pouco antes do golpe militar.

    Há uma oposição absoluta entre valores: direitistas pensam em fugir de tiranias, tentando salvar as pessoas da opressão estatal. Esquerdistas (especialmente os da extrema-esquerda), como Breno Altman, pensam dia e noite em estabelecer tiranias, desde que, é claro, possam servi-las e serem recompensados por isso. Não surpreende também que o site Opera Mundi, do qual Altman é editor, viva recebendo polpudas verbas federais. Para Altman, o apoio à ditaduras é um negócio. Alias, todas as ditaduras militares de esquerda moderada de países como Argentina, Brasil e Chile, somadas, perdem feio para a ditadura cubana, que matou mais de 100.000 pessoas.

    Nós encontraremos milhões de evidências mostrando o endosso de gente como Breno Altman à Cuba. Isto é, o apoio à uma ditadura formal de maneira explícita, e não apenas como uma opção para salvar vidas. Ao contrário, para gente desse tipo, quanto mais sangue derramado pelas ditaduras que apoiam, melhor. Por outro lado, não haverá um endosso formal (no nível de valores) à ditaduras no texto de Azevedo. E, caso isso ocorra, não passa da escolha mais racional pela opção entre uma ditadura menos brutal que a outra. Ou seja, para isso não é preciso nem ser de direita. Ser minimamente empático já basta para chegar à conclusão de optar sempre pela redução de violência quando possível.

    Em suma, Reinaldo Azevedo é acusado por Breno Altman daquilo que este último gosta de fazer: apoiar ditaduras.















    Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
    Altere as configurações do seu e-mail em Gerenciar Assinaturas. 

    Problemas para clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 
















    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo