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    terça-feira, 27 de maio de 2014

    Ciência confirma a Igreja Arca de Noé podia levar dezenas de milhares de animais






    Ciência confirma a Igreja




    Arca de Noé podia levar dezenas de milhares de animais


    Posted: 26 May 2014 01:30 AM PDT





    A Arca de Noé é prefigura da Igreja Católica, Arca da Salvação.

    Vitral da igreja de Saint' Étienne du Mont, Paris







    Um recente filme que manipula o episódio bíblico da Arca de Noé e do Dilúvio num sentido ambientalista e sensacionalista, veio colateralmente levantar problemas relativos a esse acontecimento magno da História da Salvação.




    Não nos deteremos nas fantasias do filme, mas procuraremos aproveitar algumas matérias recentemente publicadas sobre a odisséia de Noé.




    Noé e sua Arca de que nos fala o Génesis, ainda continuam uma fonte de enigmas, não para a Fé, mas para a ciência.




    De fato, até o presente não foi possível encontrar nada de positivo a respeito do local onde poderiam estar os restos da célebre Arca. Fala-se com certo fundamento que estaria no Monte Ararat, montanha sagrada da Armênia, hoje em território turco.




    Expedição alguma reconhecida pela comunidade científica chegou a fazer descobertas relevantes. As teorias e suposições baseadas nestes ou aqueles fundamentos até agora não foram confirmadas por descobertas ou outros fatores.




    Mas isso não quer dizer que algum dia virão a sê-lo. Aguardemos.




    Entrementes, os Livros Sagrados fornecem informações interessantes sobre a Arca de Noé que alguns cientistas procuraram analisar à luz da ciência.




    Uma das perguntas às quais tentam responder é: podia a Arca descrita no Gênesis levar dentro o mundo de animais que diz ter levado?







    Noé recolhe os animais na Arca. Catedral de Ely, Inglaterra







    As dimensões da Arca definidas por Deus estão no Gênesis 6:15, porém em "côvados": 300 de cumprimento, 50 de largura e 30 de altura.





    11. A terra corrompia-se diante de Deus e enchia-se de violência.




    12. Deus olhou para a terra e viu que ela estava corrompida: toda a criatura seguia na terra o caminho da corrupção.




    13. Então Deus disse a Noé: "Eis chegado o fim de toda a criatura diante de mim, pois eles encheram a terra de violência. Vou exterminá-los juntamente com a terra.




    14. Faze para ti uma arca de madeira resinosa: dividi-la-ás em compartimentos e a untarás de betume por dentro e por fora.




    15. E eis como a farás: seu comprimento será de trezentos côvados, sua largura de cinqüenta côvados, e sua altura de trinta.







    Arca de Noé, Edward Hicks (1780 – 1849).

    Philadelphia Museum of Art




    16. Farás no cimo da arca uma abertura com a dimensão dum côvado. Porás a porta da arca a um lado, e construirás três andares de compartimentos.




    17. Eis que vou fazer cair o dilúvio sobre a terra, uma inundação que exterminará todo ser que tenha sopro de vida debaixo do céu. Tudo que está sobre a terra morrerá.




    18. Mas farei aliança contigo: entrarás na arca com teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos.




    19. De tudo o que vive, de cada espécie de animais, farás entrar na arca dois, macho e fêmea, para que vivam contigo.




    20. De cada espécie de aves, e de cada espécie de quadrúpedes, e de cada espécie de animais que se arrastam sobre a terra, entrará um casal contigo, para que lhes possas conservar a vida.




    21. Tomarás também contigo de todas as coisas para comer, e armazená-las-ás para que te sirvam de alimento, a ti e aos animais." (Gênesis, cap 6, 11ss)







    Arca de Noé, afresco na igreja de San Maurizio, Milão




    E também:





    1. O Senhor disse a Noé: "Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque te reconheci justo diante dos meus olhos, entre os de tua geração.




    2. De todos os animais puros tomarás sete casais, machos e fêmeas, e de todos animais impuros tomarás um casal, macho e fêmea;




    3. das aves do céu igualmente sete casais, machos e fêmeas, para que se conserve viva a raça sobre a face de toda a terra.




    4. dentro de sete dias farei chover sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites, e exterminarei da superfície da terra todos os seres que eu fiz." (Gênesis, cap 7, 1ss)




    Há pequenas divergências sobre o valor do "côvado" – pois, de fato, houve mais de um tipo de "côvado".







    Réplica moderna da Arca de Noé feita ha Holanda permite apreciar as dimensões




    Transpostas as medidas bíblicas a unidades de medida modernas, nós teríamos um navio sem mastros de 137-144 metros de cumprimento, 26 metros de largura e 16 metros de altura divididos em três andares, com uma capacidade de carga de perto de 57.000 metros cúbicos.




    Isto é o equivalente a um navio porta contêineres capaz de levar perto de 1.500 unidades.




    Deus dispôs que entrassem na Arca um casal, macho e fêmea, de cada espécie animal – com exceção dos animais "puros", quer dizer, os usados nos sacrifícios religiosos, e das aves, dos quais recolheu sete casais.




    Quantos animais deveriam então entrar na Arca para que coubessem todas as espécies? O número exato ainda é objeto de disputa. No reputado livro O dilúvio do Gênesis ('The Genesis Flood'), Henry Madison Morris, fundador da Creation Research Society e do Institute for Creation Research e seu colega John Clement Whitcomb sugerem que aproximadamente 35.000 animais subiram na Arca.




    Porém, recentemente, uma equipe de pesquisadores do Departamento de Física e Astronomia da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, concluiu que a Arca tinha capacidade para carregar 70.000 animais sem afundar. Portanto, ainda sobrava espaço.







    Interior da réplica da Arca de Noé, em Amsterdam




    Thomas Morris, um dos autores desse trabalho, declarou ao jornal "The Telegraph":





    "Você não está obrigado a achar que a Bíblia seja necessariamente uma fonte acurada de informação, mas eu confesso que nós ficamos muitos surpresos quando descobrimos que a Arca funcionaria".




    Importa não só o número, mas o volume dos animais. Matthew J. Slick calculou que a Arca podia levar 7.400 mamíferos (obviamente maiores), 120.400 pássaros, 12.600 répteis e 5.000 anfíbios (esses ocupando bem menos espaço). Este cômputo eleva o número dos animais a 145.400, porém faz os descontos dos animais menores.




    Deve-se destacar que o cálculo de Slick também inclui espaço para levar alimento para os animais e área para os insetos...!















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    terça-feira, 13 de maio de 2014

    Ciência confirma a Igreja Arqueologia identifica existência de 50 personagens bíblicos




    Ciência confirma a Igreja




    Arqueologia identifica existência de 50 personagens bíblicos


    Posted: 12 May 2014 01:30 AM PDT










    Na Biblical Archaeology Review, o acadêmico Lawrence Mykytiuk, professor associado da Universidade Purdue, elaborou uma lista dos personagens históricos do Antigo Testamento que ficaram registrados em documentos arqueológicos. 




    Trata-se de colunas de pedra, selos de argila, recibos, tabletes ou inscrições funerárias que ainda existem após 2.000 ou 3.000 anos, apesar de guerras, terremotos, depredações e saques. 




    Mykytiuk constatou que, com os conhecimentos atuais, a partir de provas arqueológicas materiais, se pode demostrar a existência de 50 personagens bíblicos.




    Não está excluido, e até parece certo, que trabalhos em andamento venham a demostrar a existência de outros.




    Os 50 formam um conjunto mais do que suficiente para reforçar a certeza da veracidade e historicidade do Antigo Testamento.







    Prof. Lawrence Mykytiuk, autor do trabalho




    Na lista encontramos pessoas de todas as categorias, incluindo reis e funcionários cujos nomes ficaram registrados em documentos oficiais. 




    A lista inclui:




    – 5 faraós egípcios




    – 1 rei moabita




    – 5 reis e líderes arameus ou sírios




    – 9 governantes do reino de Israel




    – 14 autoridades do reino de Judá




    – 6 reis ou senhores da conquistadora Assíria







    Sargão II, rei da Assíria (721–705 a.C.)., Isaías 20:1




    – 5 reis ou senhores de Babilônia




    – 5 reis da Pérsia




    O professor Mykytiuk só considera confirmados e identificados os personagens de quem se encontraram inscrições da época em que viveram.




    Não inclui figuras aludidas em inscrições de séculos posteriores àqueles em que viveram




    Ele discute cada caso com longas notas ao pé de página.




    Para ver as notas detalhadas das provas arqueológicas de cada um (em inglês) clique: Biblical Archeology Review, março/abril 2014; 





    Acab, o esposo da pérfida Jezabel




    Por exemplo, Acab, rei de Israel, aparece na Bíblia como o perseguidor do profeta Elias, motivado por sua pérfida mulher, a pagã Jezabel. 




    Se não fosse pela Bíblia, só teríamos duas menções desse rei em inscrições de pedra, como no Monólito de Kurkh, encontrado em 1861.




    Nele, Salmanaser III descreve sua vitória contra uma aliança de 11 ou 12 reis na batalha de Qarqar em 853 a.C.







    Salmanaser III descreve vitória sobre Acab, 

    rei de Israel (873–852 a.C.) 1 Reis 16:28, etc.




    Um dos vencidos é "A-ha-ab-bu Sir-ila-a-a", quer dizer, "Acab Senhor de Israel", que participou com "2.000 carros e 10.000 infantes". 




    Também palácios e prédios de sua época demostram que seu reino, embora dominado pela impiedade, segundo a denúncia profética de Elias, era economicamente forte. 





    A Bíblia e o recibo!




    Outro caso curioso: achar um nome bíblico numa conta ou num recibo!




    Há 130.000 placas reunidas no Museu Britânico e que estão sendo traduzidas e analisadas.




    Entre elas, o professor Michael Jursa, da Universidade de Viena, encontrou, em julho de 2007, uma conta do ano 595 antes de Cristo – oito anos antes de os babilônios conquistarem Jerusalém –, episódio descrito com detalhe pelo profeta Jeremias. 




    É uma fatura feita por Nabusarsekim, chefe de eunucos, na qual se lê:





    "1,5 minas [0,75 kg] de ouro, propriedade de Nabu-sharrussu-ukin, chefe dos eunucos, enviadas através do eunuco Arad Banitu para o templo de Esangila; Arad Banitu entregou. Feito na presença de Bel-usat, filho de Alpaya, guarda-costas real; de Nadin, filho de Marduk-zer-ibni, no mês nove, dia 18, ano 10 de Nabucodonosor, rei de Babilônia". 




    Recibo de Nabusarsekim (inícios do século VI a.C.) Jeremias 39:3




    De fato, Jeremias (39,1) descreve a entrada dos chefes e generais de Nabucodonosor em Jerusalém.




    A tradução correta dos nomes semíticos inclui o "nabu" (senhor) Sharrussu-ukin, chefe de eunucos, segundo a Bíblia (Nabusezbã na tradução da Editora Ave Maria) e a fatura do templo.




    O documento em pedra confirma como Jeremias foi meticuloso e documentado na hora de nomear os generais que entraram triunfantes em Jerusalém. 





    Sobna, prefigura de São Pedro e dos Papas




    O professor Mykytiuk menciona também alguns personagens que não inclui na lista, mas que ele considera "quase comprovados".




    Um exemplo é Sobna, mordomo do palácio de Jerusalém. 




    Na ausência do rei, o mordomo tinha poderes comparáveis aos que Jesus Cristo concedeu a São Pedro: "Eu te dou as chaves do reino" (Mt 16, 17-21), frase que deixa sem jeito os protestantes.




    Isaías (22,21ss) descreve a função do mordomo do reino davídico, dizendo:





    "21. Revesti-lo-ei com a tua túnica, cingi-lo-ei com o teu cinto, e lhe transferirei os teus poderes; ele será um pai para os habitantes de Jerusalém e para a casa de Judá.

    22. Porei sobre seus ombros a chave da casa de Davi; se ele abrir, ninguém fechará, se fechar, ninguém abrirá;

    23. fixá-lo-ei como prego em lugar firme, e ele será um trono de honra para a casa de seu pai.




    Túmulo do rei persa Artaxerxes I, (465-425/424 a.C.). Esdras 4:7, etc




    24. Dele estarão pendentes todos os membros de sua família, os ramos principais e os ramos menores, toda espécie de vasos, desde os copos até os jarros". 




    O mordomo era, pois, uma prefigura de São Pedro e dos Papas.




    Mas Isaías (22,15) fala de um mordomo de nome Sobna, que agiu mal e que Deus puniu tirando-lhe as chaves. 




    O professor Mykytiuk considera que Sobna existiu entre 726 e 686 antes de Cristo, e que quiçá também é o personagem mencionado em 2 Reis 18,18ss.




    Em 1953 foi achada a tumba de um mordomo real cavada na pedra em Silwan (ou Siloam), perto de Jerusalém. 




    A inscrição não está completa, porém o nome poderia ser Sobna, de quem em Isaías 22,16 Deus diz:





    "Cava para si um sepulcro num lugar elevado, talha para si uma morada na rocha. Que propriedade tens aqui, que parentes tens nela, para ousares cavar-te nela um sepulcro?" 





    Eis a lista de 50 personagens históricos do Antigo Testamento cuja existência é confirmada em inscrições autênticas da época:





    5 faraós de Egito 

    1 rei de Moab 

    5 personalidades de Aram-Damasco 



    Sosac (=Shishak = Shoshenq I), anos: 945–924 a.C. 1 Reis 11:40, etc.

    Só (= Osorkon IV); anos: 730–715, 2 Reis 17:4

    Tiracá (=Tirhakah = Taharqa); anos: 690–664; 2 Reis 19:9, etc.

    Necó II; anos: 610–595, 2 Crônicas 35:20, etc.

    Ofrá (= Apries); anos: 589–570. Jeremias 44:30 

    Mesá (=Mesha); primeira metade do século IX a.C. 2 Reis 3:4–27 

    Hadadezer, rei de Sobá; primeira metade do s. IX a.C. 1 Reis 11:23, etc.

    Ben-hadad, filho de Hadadezer, 844/842. 2 Reis 6:24.

    Jazael, rei da Síria; 844/842–c. 800 a.C. 1 Reis 19:15, etc.

    Ben-hadad, filho de Jazael; inícios do s. VIII a.C. 2 Reis 13:3, etc.

    Rasão, rei de Síria (=Rezin); meados do s.VIII a.C. al 732. 2 Reis 15:37, etc. 





    9 governantes do Reino de Israel 

    14 autoridades do Reino de Judá 

    6 reis e senhores de Assíria 



    Rei Omrí; 884–873. 1 Reis 16:16, etc.

    Rei Acab (esposo da pérfida Jezabel, perseguidor do profeta Elias); 873–852. 1 Reis 16:28, etc.

    Rei Jehu; 842/841–815/814. 1 Reis 19:16, etc.

    Rei Joás (a quem Eliseu pedia jogar frechas para profetizar); 805–790 a.C. 2 Reis 13:9, etc.

    Rei Jeroboão II; 790–750/749. 2 Reis 13:13, etc.

    Rei Menaém (=Menahem); 749–738. 2 Reis 15:14, etc.

    Rei Peca (=Pekah); 750(?)–732/731. 2 Reis 15:25, etc.

    Rei Oséias (=Hoshea); 732/731–722. 2 Reis 15:30, etc.

    Sanbalat "o joronita", governador da Samaria sob domínio persa; meados do s.V a.C. Neemias 2:10, etc. 

    Rei David; c. 1010–970 a.C. 1 Samuel 16:13, etc.

    Rei Ozias, ou Uzias (= Azariah), 788/787–736/735. 2 Reis 14:21, etc.

    Rei Ajaz (= Jehoahaz); 742/741–726- 2 Reis 15:38, etc.

    Rei Ezequias (que viu Isaías fazendo retroceder a sombra no relógio de sol); 726–697/696. 2 Reis 16:20, etc.

    Rei Manassés; 697/696–642/641. 2 Reis 20:21, etc.

    Jilquias (=Hilkiah), sumo sacerdote que encontrou o Livro da Lei e o deu ao Rei Josias; entre 640/639 e 609 a.C. 2 Reis 22:4, etc.

    Safã o secretário, escriba durante o reinado de Josias; entre 640/639 e 609 a.C. 2 Reis 22:3, etc.

    Azarias, sumo sacerdote no reinado de Josias; entre 640/639 e 609 a.C. 1 Crônicas 5:39, etc.

    Gemarias, filho de Safán, funcionário do Rei Joaquim; entre 609 e 598 a.C. Jeremias 36:10, etc.

    Rei Joaquim (= Jeconiah = Coniah); 598–597. 2 Reis 24:6, etc.

    Selemias, pai do funcionário Jucal; fim do s.VII. Jeremias 37:3, etc.

    Jucal (=Jehucal), funcionário do rei Sedecias; entre 597 e 586. Jeremias 37:3, etc.

    Pasjur, pai de Godolias, funcionário de Sedequias; fim do s.VII. Jeremias 38:1

    Godolias, funcionário de Sedequias; entre 597 e 586. Jeremias 38:1 

    Rei Tiglate-Pileser III (= Pul), 744–727. 2 Reis 15:19, etc.

    Rei Salmanaser V; 726–722. 2 Reis 17:3, etc.

    Rei Sargão II; 721–705, Isaías 20:1.

    Rei Senaqueribe; 704–681, 2 Reis 18:13, etc.

    Adrammelech (= Ardamullissu = Arad-mullissu); filho e assassino de Senaqueribe; inícios do século VII a.C. 2 Reis 19:37, etc.

    Rei Esarhaddon; 680–669; 2 Reis 19:37, etc. 









    5 Reis e líderes de Babilônia 

    5 reis da Pérsia 



    Rei Merodach-baladan II, 721–710 e 703. 2 Reis 20:12, etc.

    Rei Nabucodonosor II, 604–562, 2 Reis 24:1, etc.

    Nabusazbán, chefe dos eunucos (=Nebo-sarsekim, =Sarsachim); general de Nabucodonosor, inícios do século VI. Jeremias 39:3

    Rei Evil-Merodac (= Awel Marduk = Amel Marduk); 561–560. 2 Reis 25:27, etc.

    "Rei" Baltasar (=Belshazzar): durante o banquete, uma mão escreveu na parede. Historicamente foi governador sob o rei Nabônidas; c. 543?–540. Daniel 5:1, etc. 

    Rei Ciro II (= Ciro o Grande); 559–530. 2 Crônicas 36:22, etc.

    Rei Dario I (= Dario o Grande); 520–486. Esdras 4:5, etc.

    Rei Xerxes I (= Assuero); 486–465. Ester 1:1, etc.

    Rei Artaxerxes I Longimano; 465-425/424. Esdras 4:7, etc.

    Rei Dario II Nothus; 425/424-405/404. Neemias 12:22 










    Ciência confirma a Igreja: O milagre eucarístico de Lanciano segundo o cientista que comprovou sua autenticidade



    Ciência confirma a Igreja: O milagre eucarístico de Lanciano segundo o cientista que comprovou sua autenticidade















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    segunda-feira, 20 de agosto de 2012





    Lanciano: carne de Cristo em custódia de prata


    O doutor Edoardo Linoli afirma que portou em suas mãos um verdadeirotecido cardíaco, ao analisar anos atrás as relíquias do milagre eucarístico de Lanciano (Itália), o mais antigo dos conhecidos.

    O fato miraculoso se remonta ao século VIII. 

    Em Lanciano, na igreja dedicada a São Legonciano, um monge basiliano que celebrava a missa em rito latino começou a duvidar da presença real de Cristo sob as sagradas espécies após a consagração. 

    Nesse momento, o sacerdote viu como a sagrada hóstia se transformava em carne humana e o vinho em sangue, que posteriormente se coagulou. 

    Professor de Anatomia e Histologia Patológica, de Química e Microscopia Clínica, e ex-chefe do Laboratório de Anatomia Patológica no Hospital de Arezzo, o doutor Linoli foi o único que analisou as relíquias do milagre de Lanciano. Seus resultados suscitaram um grande interesse no mundo científico. 



    O Dr. Edoardo Linoli, autor das análises


    Em novembro de 1970, por iniciativa do arcebispo de Lanciano, Dom Pacífico Perantoni, e do ministro provincial dos Conventuais de Abruzzo, contando com a autorização de Roma, os Franciscanos de Lanciano decidiram submeter a exame científico as relíquias. 

    Encomendou-se a tarefa ao professor Linoli, ajudado pelo professor Ruggero Bertelli, da Universidade de Siena. 

    Com a maior atenção, o professor Linoli extraiu partes das relíquias e submeteu a análise os restos de “carne e sangue milagrosos”. 

    Em 4 de março de 1971 a equipe apresentou os resultados. 

    Estes evidenciam que a carne e o sangue são com certeza de natureza humana. A carne é inequivocamente tecido cardíaco, e o sangue é verdadeiramente de homem pertencendo ao grupo AB. 

    Consultado pela agência Zenit, o professor Linoli explicou que, “no que diz respeito à carne, encontrei que a carne que tinha na minha mão provinha do endocárdio. Portanto não há dúvida alguma de que se trata de tecido cardíaco”. 


    Trabalho do Dr. Linoli


    publicado pelo diário vaticano "L'Osservatore Romano"
    Quanto ao sangue, o cientista sublinhou que “o grupo sanguíneo é o mesmo do homem do Santo Sudário de Turim, e é singular porque tem as características de um homem que nasceu e viveu nas zonas doOriente Médio”. 


    “O grupo sanguíneo AB, de fato, se encontra numa porcentagem pequena que vai de 0,5 a 1%, enquanto que na Palestina e nas regiões do Oriente Médio é de 14-15%”, apontou.

    Prof. Ruggero Bertelli aprova trabalho do Dr. Linoli


    A análise do professor Linoli revelou também que não havia na relíquia substâncias conservantes e que o sangue não podia ter sido extraído de um cadáver, porque se teria alterado rapidamente. 

    O informe do professor Linoli foi publicado em “Quaderni Sclavo di diagnostica clinica e di laboratório” (1971, fasc 3, Grafiche Meini, Siena). 

    Em 1973, o conselho superior da Organização Mundial da Saúde (OMS) nomeou uma comissão científica para verificar as conclusões do médico italiano. 

    Os trabalhos se prolongaram por 15 meses, com um total de quinhentos exames.

    As conclusões de todas as investigações confirmaram o que havia sido declarado e publicado na Itália. 

    O extrato dos trabalhos científicos da comissão médica da OMS foi publicado em dezembro de 1976, em Nova York e em Genebra, confirmando a impossibilidade da ciência de dar uma explicação a este fenômeno.

    O professor Linoli falou novamente no Congresso sobre os milagres eucarísticos organizado pelo Master em Ciência e Fé do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum (Roma), em colaboração com o Instituto São Clemente I Papa e Mártir, por ocasião do Ano Eucarístico de 2005. 


    Lanciano: relíquias expostas



    “Os milagres eucarísticos são fenômenos extraordinários de diferente tipo”, explicou o diretor do Congresso, padre Rafael Pascual LC, em “Rádio Vaticano”: “Por exemplo, há a transformação das espécies do pão e do vinho em carne e sangue, a preservação milagrosa das Hóstias consagradas, ou algumas hóstias que vertem sangue”.
    “Na Itália, há vários lugares onde ocorreram esses milagres eucarísticos – declarou – mas também os encontramos na França, Alemanha, Holanda, Espanha” e alguns “na América do Norte”.



    MILAGRES EUCARISTICOS - VEJA MAIS EM:










    terça-feira, 29 de abril de 2014

    Ciência confirma a Igreja Últimos achados astrofísicos afinam com narração bíblica da Criação




    Ciência confirma a Igreja




    Últimos achados astrofísicos afinam com narração bíblica da Criação


    Posted: 28 Apr 2014 01:30 AM PDT





    Clem Pryke, Jamie Bock, Chao-Lin Kuo e John Kovac em conferência de imprensa


    no Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics in Cambridge, Massachussets






    Anunciada nos EUA uma descoberta que é um marco para a astrofísica




    Liderados pelo astrônomo John M. Kovac, pesquisadores do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, da Universidade de Minnesota, do California Institute of Technology, da Universidade de Stanford e do Jet Propulsion Laboratory da NASA anunciaram a descoberta da "primeira evidência direta" daquilo que os cientistas chamam de "inflação cósmica".




    A expressão indica a teoria segundo a qual, no segundo imediato ao "Big Bang", o universo expandiu-se a uma velocidade inimaginável. O "Big Bang" (ou "grande explosão") é a teoria que prevalece na ciência a respeito da origem do mundo, embora com muitas variantes segundo os diversos postuladores.




    O novo trabalho também forneceria a primeira demonstração da existência das ondas gravitacionais, ondulações do espaço-tempo, previstas por Albert Einstein, mas nunca detectadas.




    Os pesquisadores trabalham no Observatório BICEP2 (Background Imaging of Cosmic Extragalactic Polarisation), um radiotelescópio instalado no Polo Sul 







    South Pole Telescope, Amundsen-Scott South Pole Station


    A descoberta "nos fornece uma janela sobre o universo em seu comecinho", explicou o físico teórico Lawrence Krauss, da Universidade Estadual de Arizona State University, que não está engajado no trabalho. 




    Para Krauss, os achados constituem o maior passo da astrofísica nos últimos 25 anos, pois constituiria um dos maiores avanços na compreensão da formação inicial do universo, comentou o "Times of Israel". 




    Os pesquisadores expuseram sua descoberta em conferência de imprensa no Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics de Cambridge, Massachusetts, informou "The Jerusalem Post".




    "Este é o 'smoking gun' da inflação cósmica" – comentou Marc Kamionkowski, físico teórico da Universidade Johns Hopkins.





    Para cientista não-católico a descoberta confirma a Criação




    A descoberta, entretanto, não teve repercussão só na ciência.




    O professor Nathan Aviezer, da Universidade Bar Ilan, de Israel, e autor do livro In the Beginning (No começo), explicou que a descoberta vem em apoio do primeiro versículo do Gênesis, escreveu o "The Jerusalem Post". 




    Segundo o Prof. Aviezer, a teoria do Big Bang defende que o universo no primeiro instante teve a aparência de uma enorme bola de luz, resultado da Grande Explosão (o Big Bang).




    Segundo o Prof. Aviezer, esta teoria cientifica, acrescida das novas descobertas, se encaixa perfeitamente com o Gênesis, que ensina: "Deus disse: 'Faça-se a luz!' E a luz foi feita" (Gen 1:3).








    Prof. Nathan Aviezer reage à descoberta: 

    isso é o que está no Gênesis


    Por sua vez, o escritor e colaborador do "Jerusalem Post", Izzy Greenberg, comentou o fato incontroverso: "Quando nós perguntamos como é que o mundo foi criado, podemos concluir que houve um 'Big Bang' e, portanto, um 'Big Banger' [Deus], pois a ciência não pode dizer o que é que causou o início, por que aconteceu e quando aconteceu".




    A Bíblia não é um livro científico, da mesma maneira que os livros científicos não são textos bíblicos ou dogmáticos. Misturar uma coisa com outra é um desserviço. Mas compreender as concordâncias entre um campo e outro é um fator de progresso.




    Segundo o Prof. Joseph Silk, da Universidade da Califórnia e autor de recente livro sobre cosmologia moderna, "o Big Bang é a versão moderna da Criação do universo", escreveu "The Times of Israel".




    No livro In the Beginning, o Prof. Aviezer cita até o Prêmio Nobel Paul Dirac, da Universidade de Cambridge: "Dirac diz muito claramente que a teoria do Big Bang implica em que 'é certo que o universo começou num momento definido por um ato de Criação', e Dirac é um grande ateu".





    Agora não é preciso recorrer à Bíblia para defender a Criação por Deus, disse o Prof. Aviezer. "É um exemplo da divina ironia que levou os cientistas ateus como Dirac e todos os outros a considerarem a verdade do Pentateuco. No momento atual, nós podemos dizer que a Criação é um fato científico".




    O Prof. Aviezer reconhece entrementes que não é finalidade da ciência provar empiricamente a existência de Deus, mas que ele quer apontar como as descobertas científicas concordam com o texto bíblico.





    Teólogo medieval antecipou teoria cosmológica atual




    Porém, os cientistas que gostam de chamar a Idade Média de "era da escuridão", de "noite medieval" e de outras denominações pouco elogiosas, levaram mais uma surpresa.




    O físico Tom McLeish e seus colegas da Universidade de Durham, no Reino Unido, desenvolveram equações a partir do tratado De Luce – Sobre a Luz – escrito pelo teólogo medieval e bispo de Lincoln, D. Roberto Grosseteste (1168 - 1253).







    Dom Roberto Grosseteste se antecipou às teorias astrofísicas modernas sobre a origem do Universo



    E chegaram à conclusão de que a teoria do Big Bang, uma das principais teorias cosmológicas da atualidade, foi elaborada primevamente por esse mestre medieval. E mais, ela está inspirando os cientistas atuais a melhorarem suas próprias teorias. 




    A publicação especializada "The New Scientist" dedicou artigos ao mestre medieval, entre os quais "Medieval multiverse heralded modern cosmic conundrums" , vertido ao português por "Inovação Tecnológica".




    O primeiro a retomar a teoria da expansão do universo no século XX foi o sacerdote, físico e astrônomo belga Mons. Georges Lemaître, (1894–1966) professor de Física na Universidade católica de Louvain.




    Quando os físicos da Universidade de Durham traduziram do latim o tratado do grande bispo de Lincoln do século XIII, e transformaram suas afirmações em equações matemáticas, descobriram que o teólogo previu a avançada ideia dos multiversos em 1225.





    "Nós tentamos traduzir matematicamente o que ele disse em palavras em latim," disse McLeish. "Então você tem um conjunto de equações que podem ser inseridas no computador e resolvidas. Estamos explorando matematicamente um novo tipo de universo, que é o que os teóricos das cordas fazem o tempo todo. Apenas estamos sendo teóricos das cordas medievais."




    D. Roberto foi apelidado de Grosseteste pela sua extraordinária capacidade intelectual (Grosse = grande + teste = cabeça). Foi doutor da Escolástica – a mesma escola de Santo Tomás de Aquino e dos grandes mestres medievais – e fundador da escola Franciscana de Oxford.




    Ele estudou as obras de Aristóteles, que explicam o movimento das estrelas incorporando a Terra numa série de nove esferas celestes concêntricas.




    As coincidências das conclusões de D. Roberto Grosseteste com a teoria cosmológica contemporânea são estarrecedoras, escreveu "The New Scientist". 







    "Imagem do universo", Gautier de Metz, ano 1246


    No tratado Sobre a Luz, Grosseteste propôs que o universo concêntrico começou com um flash de luz emitido a partir de um ponto minúsculo, formando uma grande esfera. Isto é o que os cientistas hoje estão tentando demostrar empiricamente.




    E as similaridades continuam: Grosseteste propõe que a luz e a matéria são intimamente relacionadas – essencialmente acopladas.




    Quando o pulso inicial de luz-matéria em expansão alcançou uma densidade mínima, o universo entrou no que ele chamou de um estado perfeito e parou de se expandir. Esta esfera perfeita emitiu então uma forma diferente de luz que ele chamou de lumen, a qual se propagou para dentro varrendo a matéria "imperfeita", comprimindo-a como um floco de algodão.




    A região menos densa de luz-matéria que restou pode então chegar ao seu estado perfeito e cristalizar-se em uma nova esfera embutida na primeira, que emitiria então seu próprio lumen. Este processo se repetiu até que restou apenas um núcleo de matéria imperfeita, que por sua vez deu origem à Terra.




    O reconhecimento da grandiosidade da ideias do autor medieval pode ser uma forma de reatar os laços dos cientistas acadêmicos modernos com seus mestres, escreveu "Inovação Tecnológica". 




    Traduzindo em números, a equipe de McLeish descobriu que o modelo resultante produz exatamente o tipo de universo que Grosseteste estava descrevendo: esferas concêntricas que se propagam para dentro.




    Ainda há muito a se descobrir, corrigir e acrescentar. Porém, uma coisa parece certa: quanto mais a ciência se aprofunda, mais se aproxima de seus limites, após os quais aparece o Criador em todo seu poder e magnificência.






    A Medieval Multiverse: Mathematical Modelling of the 13th Century Universe of Robert Grosseteste, Richard G. Bower, Tom C. B. McLeish, Brian K. Tanner, Hannah E. Smithson, Cecilia Panti, Neil Lewis, Proceedings of the Royal Society A, Vol.: 507, 161-163. DOI: 10.1038/507161a. 


    History: A medieval multiverse ; Tom C. B. McLeish, Richard G. Bower, Brian K. Tanner, Hannah E. Smithson, Cecilia Panti, Neil Lewis, Giles E. M. Gasper, Nature Vol.: 507, 161-163. DOI: 10.1038/507161a













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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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    A Paixão de Cristo