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    sexta-feira, 2 de maio de 2014

    Terroristas sírios crucificam cristãos; papa chora | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com













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    02/05/2014 às 14:51

    Terroristas sírios crucificam cristãos; papa chora


    Pesssoas observam homem crucificado em Raqqa, na Síria, por terroristas islâmicos


    O papa Francisco confessou ter chorado ao saber da notícia de que alguns cristãos tinham sido crucificados na Síria nos últimos dias, disse nesta sexta-feira durante a homilia da missa que realiza a cada manhã em sua residência no Vaticano. “Eu chorei quando vi nos meios de comunicação a notícia de que cristãos tinham sido crucificados em certo país não cristão”, explicou o papa em referência ao acontecimento durante a guerra civil síria.

    Citando passagens da Bíblia e a perseguição dos primeiros cristãos, o papa acrescentou que “hoje também há gente assim, que, em nome de Deus, mata e persegue”. Em relação à perseguição, Francisco lembrou que “existem países em que você pode ser preso apenas por levar o Evangelho”. Há poucos dias, o site da Rádio Vaticano publicou as declarações de uma freira, a irmã Raghida, que tinha estado na Síria e denunciou que cristãos estavam sendo crucificados em povoados ocupados por grupos de muçulmanos extremistas.

    Crucificados
    Nesta quarta-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, entidade civil sediada em Londres, divulgou imagens que seriam de cristãos crucificados publicamente na cidade de Raqqa, no norte da Síria. A imprensa internacional não conseguiu provar a autenticidade das fotos nem quando teriam ocorrido as crucificações. Também não está claro se os homens foram mortos antes ou durante a crucificação.

    Segundo a entidade, as mortes teriam sido obra do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), um grupo extremamente radical que sofre ataques inclusive de outras milícias muçulmanas que não concordam com suas ações. Ainda segundo o Observatório Sírio, os homens crucificados teriam realizado ataques com granada contra um dos militantes do grupo no início deste mês. Em uma faixa amarrada em torno de um dos homens mortos há a mensagem em árabe: “Este homem lutou contra os muçulmanos e jogou uma granada neste lugar”.

    No início deste ano, os cristãos de Raqqa foram informados pelos rebeldes extremistas de que eles teriam de começar a pagar um “imposto de proteção”. Sua liberdade de culto também foi controlada drasticamente pelos membros do EIIL, que proibiram os cristãos de exibir símbolos religiosos fora das igrejas, orar em público, badalar sinos em templos, entre outras restrições.Por Reinaldo Azevedo

    Tags: Bashar Al Assad, Síria


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    ACI Digital: Papa Francisco chorou pelos cristãos crucificados na Síria

    Documento sin título










    NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com










    2 de maio de 2014






    Papa Francisco chorou pelos cristãos crucificados na Síria


    VATICANO, 02 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Durante a missa celebrada hoje na Casa Santa Marta, o Papa Francisco expressou que chorou pelos cristãos crucificados faz uns dias na Síria por parte de extremistas muçulmanos, e lamentou que ainda haja gente “que em nome de Deus, mata e persegue”.




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    Papa Francisco chorou pelos cristãos crucificados na Síria
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    Amar não é olhar-se um ao outro; mas olhar juntos na mesma direção.

    Saint-Exupery













    VATICANO









    VATICANO, 02 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco afirmou nesta sexta-feira para o Conselho de economia –que hoje teve a sua primeira reunião-, que é necessário pôr em marcha uma reforma da Cúria romana “para servir melhor a Igreja e a missão de Pedro, (…) um desafio importante que requer lealdade e prudência”; e recordou o dever da Igreja de administrar seus bens à luz da evangelização “com especial atenção aos mais necessitados”.

    Em seu discurso, o Santo Padre recordou que este conselho “foi estabelecido pelo Motu Proprio 'Fidelis et dispensator Prudens' em 24 de fevereiro junto com a Secretaria para a Economia e o Escritório do Auditor Geral”.

    “O documento faz insistência na importante consciência e responsabilidade que a Igreja tem que ter de proteger e administrar cuidadosamente seus próprios bens, à luz de sua missão de evangelização, com especial atenção aos mais necessitados". "Não pode abandonar este caminho", "a transparência e a eficiência... são para isto”.

    Nesse sentido, indicou, “a Santa Sé se sente chamada a pôr em prática esta missão, sobretudo, levando em consideração a sua responsabilidade para com a Igreja universal. Por outra parte, estas mudanças refletem o desejo de pôr em marcha a necessária reforma da Cúria romana para servir melhor à Igreja e à missão de Pedro. Este é um desafio importante que requer lealdade e prudência”.

    "O percurso não será simples, pois requer coragem e determinação. Uma nova mentalidade de serviço evangélico deve ser estabelecida nas várias administrações da Santa Sé”, assinalou.

    Francisco disse que neste processo de reforma o Conselho para a economia tem um papel importante, pois “tem a tarefa de fiscalizar a gestão econômica e vigiar as estruturas e as atividades administrativas e financeiras destas administrações; realizar suas atividades em estreita relação com a Secretaria de Economia".

    "O Conselho representa a Igreja universal: oito cardeais de diversas Igrejas particulares, sete leigos que representam as diferentes partes do mundo e que contribuem com sua experiência ao bem da Igreja e a sua missão particular. E os leigos são membros de pleno direito do novo Conselho: não são membros de segunda classe”, afirmou.

    "O trabalho do Conselho é de grande peso e de grande importância e oferecerá uma contribuição fundamental ao serviço desenvolvido pela Cúria Romana e pelas várias administrações da Santa Sé”, concluiu o Papa.

    Os membros do Conselho de Economia do Vaticano são o Arcebispo Primado de Lima (Peru), Cardeal Juan Luis Cipriani Thorne; o Arcebispo Primado do México, Cardeal Norberto Rivera Carrera; o Arcebispo de Munique e Frisinga (Alemanha), Cardeal Reinhard Marx, que é o coordenador; o Arcebispo de Galveston-Houston (Estados Unidos), Cardeal Daniel DiNardo; o Arcebispo de Durban (África do Sul), Cardeal Wilfrid Fox Napier; o Arcebispo de Bordeaux (França), Cardeal Jean-Pierre Ricard; o Bispo de Hong Kong, Cardeal John Tong Hon; e o Vigário Geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma, Cardeal Agostini Vallini.
    Por sua parte, os peritos leigos são Joseph F.X. Zahra, de Malta, como vice-coordenador; Jean-Baptiste de Franssu, da França; John Kyle, de Canadá; Enrique Llano Cueto, da Espanha; Jochen Messemer, da Alemanha; Francesco Vermiglio, da Itália; e George Yeo, de Singapura.

    Como Cardeal prefeito da Secretaria de Economia, o Papa Francisco nomeou o Arcebispo de Sidnei, Cardeal George Pell, um dos oito membros do Conselho de Cardeais.

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    VATICANO, 02 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco recebeu nesta sexta-feira os clubes de futebol de Florença, de Nápoles e a delegação da Federação de Futebol e da Liga Série A, e os alentou a ser exemplo dos jovens dentro e fora do campo de jogo; e pediu também que o fator econômico não prevaleça sobre o esportivo.

    ''O futebol é um fator social e requer uma responsabilidade social por parte dos jogadores de futebol, dentro e fora do campo, e dos dirigentes nacionais e locais'', expressou o Santo Padre, que é torcedor do clube argentino San Lorenzo de Almagro. Ele recordou os ''bons momentos de sua juventude'' quando aos domingos ia ao estádio para ver a partida com a sua família e pediu que ''o futebol e o resto dos esportes famosos recuperem a dimensão de festa''.

    O Papa advertiu que “hoje o futebol se move em um ambiente de negócios, pela publicidade e pela televisão. Mas o fator econômico não deve prevalecer sobre o esportivo, porque pode contaminar tudo, tanto a nível internacional como nacional ou local. Por isso é preciso reagir positivamente, devolvendo a dignidade esportiva aos eventos''.

    Do mesmo modo, recordou aos jogadores de futebol sua grande responsabilidade em relação aos muitos jovens que os seguem, portanto seu comportamento “tem uma ressonância tanto para bem como para mal”. “Sejam sempre verdadeiros esportistas!”, expressou.

    Finalmente, o Papa destacou o forte valor educativo do esporte para o crescimento da pessoa. ''No crescimento pessoal, na harmonia do corpo e do espírito e no crescimento social, na solidariedade, na lealdade e no respeito'', ''que o futebol desenvolva sempre estes potenciais!'', expressou.

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    VATICANO, 02 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Durante a missa celebrada hoje na Casa Santa Marta, o Papa Francisco expressou que chorou pelos cristãos crucificados faz uns dias na Síria por parte de extremistas muçulmanos, e lamentou que ainda haja gente “que em nome de Deus, mata e persegue”.

    “Eu chorei quando vi nos meios de comunicação social” a notícia de “cristãos crucificados em certo país não cristão. Também hoje há gente assim, que em nome de Deus, mata e persegue”, disse o Papa, e indicou que assim como os apóstolos, hoje também se veem tantos fiéis que se sentem “felizes por serem ultrajados em nome de Jesus”.

    Faz uns dias, Rádio Vaticano publicou as declarações da irmã Raghida, que tinha estado na Síria e que denunciou crucificações de cristãos em povos ocupados por extremistas muçulmanos.

    Em sua homilia se centrou no Evangelho da multiplicação dos pães e dos peixes e na narração dos Atos dos Apóstolos onde os discípulos de Jesus são flagelados pelo Sinédrio.

    Conforme informou a Rádio Vaticano, Francisco propôs três ícones: o primeiro é o amor de Jesus pelas pessoas, os ciúmes das autoridades religiosas da época e o padecimento em nome de Jesus.

    O Santo Padre recordou que Cristo não se preocupava com os que o seguiam, se eram muitos ou poucos... e, por conseguinte, não se preocupa se a Igreja aumentou ou não. Ele, simplesmente, pregava, amava, rezava, acompanhava, caminhava com as pessoas mansas e humildes. A todos os que o seguiam, o Senhor falava mediante a força do amor.

    O segundo ícone refere-se aos “ciúmes” das autoridades religiosas daquele tempo que não toleravam as pessoas que seguiam Jesus. “Não o toleravam! Tinham ciúmes”, expressou o Papa, que advertiu que esta é uma atitude feia, pois dos ciúmes surge a inveja.

    “Sabemos que o pai da inveja” é o demônio e pela inveja “entrou o mal no mundo”. “Estas pessoas sabiam bem quem era Jesus: sabiam! Estas pessoas eram as mesmas que tinham pago aos guardas para dizerem que os apóstolos tinham roubado o corpo de Jesus!” com o objetivo de silenciar a verdade

    “Ele pagaram para calar a verdade. Mas, eram perversos! Pagar para esconder a verdade consiste em uma grande perversidade. As pessoas sabiam quem eles eram e não os seguiam. Elas apenas toleravam a sua autoridade: autoridade de culto, de disciplina eclesiástica e sobre o próprio povo. Enfim, o Sinédrio não tolerava a mansidão de Jesus, do Evangelho, do amor. Por isso, pagava por ter inveja e ódio”, expressou.

    O último ícone apresentado pelo Pontífice, com base na liturgia do dia, consiste naqueles que são submetidos a ofensas por causa do nome de Jesus. Aqui, o Papa Francisco confessou ter até chorado diante da notícia, veiculada pela mídia, sobre a crucificação de cristãos em um país não-cristão.

    Em nossos dias, concluiu o Santo Padre, muitos são assassinados e perseguidos por causa do nome de Jesus. Não obstante, os cristãos sempre se gloriam de seguir Jesus, tanto no presente como no passado. Eles não ocultam a verdade, que é o próprio Jesus Cristo.


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    VATICANO, 02 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Em uma publicação na rede social Twitter, no dia de São José Operário, o Papa Francisco alentou a quantos têm responsabilidades políticas que não esqueçam no seu trabalho a dignidade humana e o bem comum.

    “Peço a quantos têm responsabilidades políticas que não se esqueçam de duas coisas: a dignidade humana e o bem comum.”, publicou.

    No dia 20 de abril deste ano, divulgou-se que o Santo Padre, através de suas contas em 9 idiomas, entre eles o português, espanhol, o inglês, o latim e o árabe, chegou a ter mais de 13 milhões de seguidores.

    Entretanto, através dos “retweets” (forma como se compartilham as mensagens no Twitter) as mensagens do Papa, chegariam a mais de 60 milhões de pessoas, conforme indicou no começo de 2014 o Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli.

    Com efeito, a influência do Papa Francisco supera a do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, segundo um estudo realizado pelo Mobile World Congress de Barcelona em fevereiro deste ano.

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    AMÉRICA









    WASHINGTON DC, 02 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Andreas Widmer dedicou dois anos da sua vida a cuidar de São João Paulo II como integrante da Guarda Suíça Pontifícia e assegura que o novo santo lhe deixou uma grande lição: “se nos deixarmos cuidar por Deus, o céu é o limite”. Em declarações à CNA, agência do Grupo ACI, Andreas Widmer disse que “a melhor prova disso é que foi a pessoa mais plenamente humana que conheci” e que apesar de ser o Papa, João Paulo II foi um “homem normal”.

    Widmer disse que com ele “podia ficar muito bem” e esta normalidade reflete a importância de João Paulo II em que todas as pessoas se sintam chamadas à santidade.

    “Sempre dizia que todos conhecemos os santos” e que “Deus nos faz ser santos e querer ser santos, então realmente deveríamos tentá-lo”, indicou.

    Widmer foi membro da Guarda Suíça Pontifícia de 1986 a 1988. Atualmente é diretor dos programas de empreendimento da Universidade Católica dos Estados Unidos.

    Quando começou as suas funções na Guarda Suíça, Widmer não tinha nenhum interesse em particular com respeito a seu chefe além de ser “o homem a quem estávamos protegendo”.

    “Não tinha nenhuma inclinação especial por ele”, explicou. “Aproximava-me dele como a qualquer outra pessoa. Não tinha nenhuma opinião a favor ou contra ele”.

    Entretanto, com o passar do tempo, Widmer cresceu em sua fé e compreendeu melhor o Ministério Petrino, sendo testemunha da marca que João Paulo II estava deixando no mundo.

    Embora nunca tenha viajado com o Papa, Widmer pôde ver os efeitos das viagens de João Paulo II a 129 países durante seu longo pontificado, número que superou todas as viagens dos papas anteriores.

    Essas viagens foram um testemunho de “evangelização no verdadeiro sentido da palavra: levar Cristo ao mundo”. Também foram resultado de uma decisão prática: “é mais fácil levar Cristo lá” que trazer milhões de peregrinos ao Vaticano.

    Widmer considera que com suas viagens o Papa “se fez acessível” e “redefiniu o seu Pontificado” em termos de acessibilidade. Um século antes, explicou Widmer, a maioria das pessoas não podia reconhecer o Papa em fotografias. “Agora sim é possível”, afirmou. “Isto é uma contribuição importante de suas viagens”.

    Widmer indicou que o Papa João Paulo II aprendeu muito de suas viagens. “Ele soube como infundir a força moral nas suas viagens”.

    “Com frequência os governos queriam utilizá-lo como selo de aprovação, mas ele ia e provocava o contrário”, explicou o ex-membro da Guarda Suíça. “Ele se assegurava de escolher lugares onde procurava denunciar e dizer coisas realmente difíceis”, estabelecendo afirmações morais baseadas nos ensinamentos da Igreja em vez de cooperar com os interesses políticos dos países.

    O Papa João Paulo II visitou numerosos países que estavam sob o regime soviético, incluindo a sua Polônia natal. Na escolha dos lugares para visitar e interagir com os líderes soviéticos, o Papa “era astuto”, mas também “sinceramente agradável”.

    Widmer acrescentou que “é muito difícil lutar” contra uma pessoa verdadeiramente amável. O amor e apoio do Papa “à pessoa humana”, incluindo os líderes comunistas, fazia difícil para os funcionários de governos soviéticos o não querer trabalhar com o pontífice.

    “O Papa não brigava com eles porque os odiava ou lhes desagradava. Não brigava contra o comunismo, ele brigava por algo, não contra algo. Ele brigava pela verdade e pela dignidade do ser humano”.

    Do mesmo modo, Widmer afirmou que quando o Papa trabalhou com líderes políticos ocidentais na transformação de alguns países do leste da Europa, eles tinham “razões divergentes no que faziam”, e trabalhavam para objetivos diferentes.

    “Enquanto que líderes como o presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, e a Primeira Ministra do Reino Unido, Margaret Thatcher, trabalhavam para acabar com o comunismo, o Papa João Paulo II tinha um objetivo maior”.

    Quanto aos propósitos do Papa, Widmer assegurou que “é muito simplista dizer que lutou contra o comunismo porque não foi assim: ele lutou contra o ateísmo e o consumismo”.

    O Papa João Paulo II acentuou seu papado por um forte sentido de missão, disse Widmer, em parte pela tentativa de assassinato que sofreu em 1981. Sobreviver a um atentado dessas características é “sem dúvida um milagre” e o Papa “se deu conta disso e soube que tinha uma missão para cumprir”.

    “Ele sabia que ia conduzir a Igreja ao novo milênio”.

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    PERFIS









    MADRI, 02 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Faz quatro anos, um 1º de maio, a espanhola Olalla Oliveros abandonou o mundo da moda, do cinema e da televisão para seguir o caminho da vida religiosa em um convento de semi-clausura.

    “O Senhor não se engana, fez-me um casting e não pude dizer que não”, disse Olalla, em um testemunho dado a sua comunidade e que pode ser encontrado no YouTube.

    Olalla do Sim de Maria é o seu nome agora, aos 36 anos, depois de dar às costas a uma promissora carreira nos meios de comunicação para ingressar na Ordem e Mandato de São Miguel Arcanjo, associação católica com duas sedes na Espanha.

    Antes de ingressar na associação religiosa a que agora pertence, Olalla protagonizou anúncios publicitários para marcas muito conhecidas, e teve papéis secundários em séries populares, mas sentia que “me escolhiam para papéis muito frívolos, muito vaidosos, de garota frívola. E eu me dizia, quando me darão um papel de freira? Porque sentia no meu interior que o papel de freira eu o faria muito bem”.

    "Ao chegar a Vigo -sua cidade natal- minhas amigas me diziam: ´fui a esta loja e te vi em um catálogo´; ´te vi em um anúncio´. Isso momentaneamente me preenchia porque via admiração, porque reconhecimento... mas a sós com o Senhor não te podes esconder e não era feliz".

    Sua representante, Mirella Melero, confessou ao jornal espanhol que ficou surpreendida pelo “plano B” pelo qual optou Olalla, pois inclusive “tinha um trabalho confirmado” quando tomou a decisão.

    “Tinham-lhe dado um papel importante em uma série junto com nomes reconhecidos da interpretação. Estava recolhendo os frutos de um grande trabalho", disse.

    Melero assinalou que "foi uma decisão pessoal e a respeito. Não sou religiosa nem acredito na Igreja Católica, mas Olalla me explicou seus motivos e eu acredito na sua vocação".

    Depois de passar três dias em Fátima (Portugal), onde ocorreu a aparição da Virgem Maria, e voltar para Madri (Espanha), onde trabalhava já por cerca de dez anos, Olalla sentiu que as perguntas davam voltas em sua cabeça.

    “O que é o que me dá esta força? O que é o que me dá esta paz?, perguntava-me (...). Deus foi dando a força, as luzes (...) Não conseguia tirar uma freira da minha cabeça. Ria-me. Dizia, Oh Senhor, como pode ser que você esteja me pedindo isso?! E comecei a rir e a chorar. Assim passei todo o caminho em ônibus, de noite".

    Olalla recordou que “fui à Missa, confessei-me, falei com o sacerdote. E quando tentava falar com Jesus não consegui falar com Ele, porque começava a rir”.

    “Era tanta a alegria que o único que fazia era rir, porque estava entendendo que era feliz, que o Senhor me pedia isso".

    Olalla nunca tinha pensado que poderia ter vocação religiosa, pois “sonhava com ser atriz. De fato, as coisas iam muito bem para mim (...) Essa alegria e essa felicidade não a dá nem um namorado, nem um ´que bonita você está´, nem um salto alto".

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    quinta-feira, 24 de abril de 2014

    * Cristãos são crucificados na Síria por não renunciar fé Cristã. | Blog Carmadélio









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    * Cristãos são crucificados na Síria por não renunciar fé Cristã.



    Cristãos na Síria que se recusaram a professar a fé muçulmana ou pagar resgate foram crucificados por jihadistas nesta sexta-feira (18), segundo denunciou uma freira síria à Rádio Vaticano.

    De acordo com a irmã Raghid, que atualmente vive na França, a freira assumiu funções como diretora da escola do , em Damasco, na Síria, relata que “em cidades ou vilas ocupadas por elementos armados, os jihadistas e todos os grupos extremistas muçulmanos oferecem aos cristãos a shahada (a fé muçulmana) ou a morte. Em alguns casos pediram resgate (propina para não serem mortos)”.

    “Por não renunciar à sua fé, os cristãos sofreram o martírio(morte, tormentos sofridos pela fé). E o martírio é realizado de uma maneira extremamente desumana, de extrema violência. Em Maalula, por exemplo, crucificaram dois jovens porque eles recusaram a shahada”. “Em outra ocasião, um jovem foi crucificado emfrente a seu pai, que foi morto em seguida. Isso aconteceu em Abra, na zona industrial na periferia de Damasco”, relatou.

    De acordo com Raghid, após os massacres, os jihadistas(grupo extremista islâmico) degolam as vitimas para”pegar a cabeça para jogar futebol com elas”, e em situações desumanas também chegam a tirar bebês das mulheres grávidas para os pendurarem em árvores com o seus próprios cordões umbilicais, afirmou a freira.

    Informações: AFP http://www.afp.com/pt/node/2303120



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    quinta-feira, 17 de abril de 2014

    Mídia Sem Máscara - Católicos fogem da Criméia sob perseguição policial russa










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    Ano IX Qui, 17 de Abril de 2014 Número 227








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    Católicos fogem da Criméia sob perseguição policial russa

    ESCRITO POR LUIS DUFAUR | 16 ABRIL 2014
    NOTÍCIAS FALTANTES - PERSEGUIÇÃO ANTICRISTÃ

    Os católicos de rito grego, ou “uniatas”, estão sendo obrigados a abandonar a Crimeia para fugir às prisões e ao confisco de suas propriedades.

    “O novo governo nos apresenta como nacionalistas e extremistas”, disse o Pe. Mykhailo Milchakovskyi, pároco e capelão militar de Kerch, falando para a agência do episcopado dos EUA – noticiou a revista inglesa“The Catholic Herald”.




    Dom Sviatoslav Shevchuk, arcebispo-mor dos católicos,
    denuncia perseguição análoga à dos tempos soviéticos.


    Agentes da FSB russa (Serviço de Segurança Federal, herdeiro da sinistra KGB) estão convocando padres e fiéis católicos a comparecerem às delegacias para saber se eles “reconhecem a nova ordem”.

    O Pe. Milchakovskyi e pelo menos dois terços de seus fiéis tiveram que fugir, seguindo conselho do Arcebispo-mor dos ucranianos católicos, D. Sviatoslav Shevchuk.

    O religioso disse que o Pe. Mykola Kvych, pároco da igreja da Dormição em Sebastopol, também fugiu após ter sido preso e espancado por agentes russos que o acusavam de “promover o extremismo e a agitação de massa”.

    Segundo o Pe. Milchakovskyi, a Igreja cismática da Crimeia, dita “ortodoxa”, em conchavo com a polícia russa, quer apoderar-se das propriedades dos católicos.

    O arcebispo-mor católico D. Shevchuk reconheceu que outros sacerdotes estão sofrendo “moléstias, pressões e ameaças”, mas que continuam seu ministério com “bravura, coragem, firmeza e força”.

    Eles estão sendo qualificados com menosprezo de ‘agentes do Vaticano’ e sendo incitados a apostatar da Igreja Católica, acrescentou o arcebispo.


    Luis Dufaur edita o blog Flagelo Russo.























































    Tags: Rússia | globalismo | perseguição anticristã | comunismo | socialismo | história | cristianismo | notícias faltantes | KGB

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    quarta-feira, 9 de abril de 2014

    Da Mihi Animas




    Da Mihi Animas


    • Síria: Padre Jesuíta Espancado e Morto. E 13 Cristãos Decapitados por Terroristas Islâmicos
    • MAIS UMA ENTREVISTA DE FRANCISCO!
    • Francisco convida Ervin Kräutler, bispo do Xingu, como colaborador na elaboração da encíclica sobre ecologia
    • PAPA DISTRIBUIRÁ EVANGELHOS DE BOLSO
    • Nota da CNBB sobre os 50 anos do golpe civil-militar

    Síria: Padre Jesuíta Espancado e Morto. E 13 Cristãos Decapitados por Terroristas Islâmicos


    Posted: 08 Apr 2014 02:51 PM PDT













    O padre holandês, Frans van der Lugt, que vivia desde 1966 na Síria, foi espancado e morto com dois tiros na cabeça dentro do seu monastério na cidade síria de Homs. Ele tinha 75 anos (foto acima) e tinha se recusado a deixar a cidade depois que começou o conflito entre o governo e as milícias terroristas islâmicas. O Vaticano confirmou a triste notícia.




    O site Rome Reports fez um vídeo sobre a morte do padre e lembrou que ele tinha feito um vídeo pedindo ajuda aos pobres e carentes do país e tinha recebido a ONU para relatar o que estava acontecendo na cidade de Homs. Vejam vídeo abaixo.








    Também foi noticiado que milícias terroristas ligadas a Al-Qaeda atacaram uma cidade síria na fronteira com a Turquia, chamada Kessab, que é conhecida pela grande presença de cristãos armênios. Eles mataram 80 pessoas, decapitaram pelo menos 13 cristãos, profanaram igrejas cristãs e roubaram as residências. 3 mil cristãos armênios fugiram da cidade, mas muitos não conseguiram fugir, pois não tinham condições físicas ou tinha de cuidar dos mais velhos.








    Será que a Igreja Católica agora vai se levantar, vendo mais um padre sendo morto e testemunhando mais cristãos sendo decapitados pelo Islã?






    Rezemos pelo padre der Lugt. Ele era conhecido como um padre que queria dialogar com os muçulmanos. Parece-me que a morte dele é mais uma prova que este diálogo deve ser feito entendendo o que significa o Islã, como o Islã diz que os infiéis devem ser tratados.



























    FONTE










    MAIS UMA ENTREVISTA DE FRANCISCO!

    Posted: 08 Apr 2014 08:11 AM PDT

























    Cidade do Vaticano (RV) - Foi transmitida na noite desta quinta-feira pela televisão pública flamenga da Bélgica VRT, a entrevista que o Papa Francisco concedeu a alguns jovens belgas, em 31 de março passado, no estúdio do palácio apostólico, no Vaticano. A iniciativa nasceu de um projeto de comunicação da Pastoral da Juventude das Flandres: os jovens, acompanhados pelo bispo de Gent, Dom Lucas Van Looy, fizeram-lhe as perguntas em inglês e o Papa as respondeu em italiano.








    Foi um encontro alegre e familiar, num clima de grande simplicidade: entre os jovens encontrava-se também uma jovem agnóstica que diz sentir-se inspirada pelas palavras do Papa Francisco.










    Perguntaram-lhe, em primeiro lugar, por qual motivo aceitou a entrevista. O Papa respondeu que para ele é um serviço precioso falar à inquietude dos jovens. Depois, uma pergunta à queima-roupa: "O senhor é feliz? E por que é feliz?"










    "Absolutamente! Absolutamente sou feliz (disse sorrindo)!... E é também uma felicidade tranquila, porque a esta idade não é a mesma felicidade de um jovem, há uma diferença. Mas uma certa paz interior, uma paz grande, felicidade, que chega com a idade, também. E inclusive com um caminho que sempre teve problemas. Também agora existem problemas, mas essa felicidade não vai embora com os problemas, não: enxerga os problemas, sofre por causa deles e segue adiante, faz algo para resolvê-los e segue adiante. Mas no fundo do coração há esta paz e esta felicidade. Para mim, verdadeiramente, é uma graça de Deus. É uma graça! Não é mérito próprio."










    Os jovens perguntaram o motivo de seu grande amor pelos pobres: "Porque é o coração do Evangelho", respondeu Francisco:










    "Para mim, o coração do Evangelho é dos pobres. Dois meses atrás ouvi que uma pessoa disse, por isto, por falar sobre os pobres, por ter essa preferência: "Esse Papa é comunista!" Não. Essa é uma bandeira do Evangelho, não do comunismo: do Evangelho! Mas a pobreza sem ideologia, a pobreza... E por isso creio que os pobres estão no centro do anúncio de Jesus. Basta ler o Evangelho. O problema é que depois, algumas vezes, na história, essa postura em relação aos pobres foi ideologizada."










    A jovem agnóstica perguntou ao Papa qual é a mensagem que ele tem para todos os jovens:










    "Todos somos irmãos, crentes, não crentes, desta ou de outra confissão religiosa, judeus, muçulmanos... todos somos irmãos! O homem está no centro da história, e isso para mim é muito importante: o homem é o centro. Neste momento da história o homem foi tirado do centro, foi jogado na periferia, e no centro – ao menos neste momento – está o poder, o dinheiro, e nós devemos trabalhar em prol das pessoas, do homem e da mulher, que são a imagem de Deus."










    Hoje "entramos numa cultura do descarte", prosseguiu o Papa. "As crianças são excluídas – não se quer crianças, queremos menos crianças, famílias pequenas: não se quer crianças. "










    "Os anciãos são excluídos: muitos deles morrem em decorrência de uma eutanásia escondida, porque não se cuida deles e acabam morrendo. E agora os jovens são excluídos."










    O Santo Padre recordou que na Itália o desemprego juvenil dos 25 anos abaixo é de quase 50%. Mas recordando seus encontros com alguns jovens políticos argentinos, afirmou ter confiança neles e na vontade deles de concretude:










    "E fico contente porque eles, quer de esquerda, quer de direita, falam uma nova música, com uma nova música, um novo estilo de política. E isso me dá esperança. E creio que a juventude, neste momento, deve assumir a luz e seguir adiante. Que sejam corajosos! Isso me dá esperança."










    Perguntado sobre a busca que o homem faz de Deus, o Papa respondeu:










    "Quando o homem encontra a si mesmos, busca Deus. Talvez não consiga encontrá-lo, mas segue num caminho de honestidade, buscando a verdade, por um caminho de bondade e um caminho de beleza... está num bom caminho e seguramente encontrará Deus! Mais cedo ou mais tarde o encontrará. Mas o caminho é longo e algumas pessoas não o encontram, na vida. Não o encontram conscientemente. Mas são muito verdadeiras e honestas consigo mesmas, muito boas e muito amantes da beleza, que acabam tendo uma personalidade muito madura, capaz de um encontro com Deus, que é sempre uma graça. Porque o encontro com Deus é uma graça."










    Um jovem perguntou-lhe o que seus erros lhe ensinaram. O Papa Bergoglio afirmou que os erros são "grandes mestres de vida":










    "Grandes mestres: os erros nos ensinam muito. Também nos humilham, porque alguém pode sentir-se um super-homem, uma super-mulher... e a pessoa erra e isso a humilha e a coloca em seu lugar. Não diria que aprendi com todos os erros que cometi: não, creio que não aprendi com alguns deles, porque sou cabeça-dura (disse sorrindo) e não é fácil aprender. Mas dos muitos erros aprendi e isso me fez bem, me fez bem. E também reconhecer os erros. Errei aqui, errei ali, errei acolá... E também o estar atento para não voltar ao mesmo erro."










    Uma jovem perguntou-lhe: "Teria um exemplo concreto de como aprendeu a partir de um erro?":










    "Por exemplo, na condução da vida da Igreja: fui nomeado superior muito jovem e cometi muitos erros com o autoritarismo, por exemplo. Eu era muito autoritário: tinha 36 anos... Depois, aprendi que se deve dialogar, que se deve ouvir o que os outros pensam... Mas não foi aprendido uma vez por todas! É um caminho longo."










    Por fim, a última pergunta dos jovens ao Papa foi particular: "O senhor teria uma pergunta para nós?":










    "A pergunta que gostaria de fazer-lhes não é original. Tomo-a do Evangelho. Onde está o seu tesouro? Essa é a pergunta. Onde repousa o seu coração? Em que tesouro repousa o seu coração? Porque onde estiver o seu tesouro será a sua vida... Essa é a pergunta (disse sorrindo), mas devem respondê-la a vocês mesmos, sozinhos, em casa..." (RL)














    FONTE




    Francisco convida Ervin Kräutler, bispo do Xingu, como colaborador na elaboração da encíclica sobre ecologia

    Posted: 08 Apr 2014 08:06 AM PDT






    Bispo de origem austríaca, missionário no Brasil, foi chamado pelo Papa Francisco para ajudá-lo na redação da próxima encíclica sobre os pobres e o cuidado do ambiente, como ele mesmo informou na entrevista concedida ao Orff Journal. A notícia foi divulgada pela agência KathPress.


    A informação é de Maria Teresa Pontara Pederiva, publicada por Vatican Insider, 06-04-2014. A tradução é da IHU On-Line.





    Kräutler, nascido, em 1939, em Koblach, onde a sua família está desde os idos desde os idos de 1412, primogênito de seis irmãos, pertence à Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue. Depois dos estudos de filosofia e teologia em Salzburg, em 1965 partiu como missionário na Amazônia e em 1980 foi nomeado bispo na maior diocese, em extensão geográfica, do Brasil: a diocese deAltamira-Xingu, tornando-se bispo auxiliar do seu tio Eurico, e, um ano depois, o seu sucessor.





    De 1983 a 1991, Kräutler foi presidente doConselho Indigenista Missionário – CIMI, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Em 2006, quando D. Gianfranco Masserdotti, presidente em exercício morreu num acidente, Kräutler foi reconduzido à presidência do CIMI.


    Em 1997 foi um dos quinze delegados eleitos para participar do Sínodo para a América e naquela ocasião foi o porta-voz do povo brasileiro cujo território estava sendo brutalmente saqueado.


    Sempre na primeira linha na defesa das populações locais ameaçadas pelo desmatamento ao longo dos rios da Amazônia, o bispo austríaco recebeu, em 2010, o Prêmio Nobel alternativo "pelo seu compromisso a favor dos direitos humanos das populações indígenas e pela sua luta pela conservação da floresta pluvial na Amazônia".


    Muitas vezes ameaçado de morte (em 1987 sobreviveu a um atentado onde foi morto o seu motorista), continuou a se posicionar ao lado das populações na defesa da dignidade humana e do ambiente da Amazônia.


    A relação pobres-ambiente, muito cara a Papa Francisco desde o início do seu pontificado, para o bispo Kräutler é algo que está presente na sua ação cotidiana com a mais genuína Teologia da Libertação: a sua luta é contra a pobreza para que seja garantido a cada pessoa um trabalho e um salário justo acompanhado da promoção do reconhecimento dos direitos fundamentais, como a saúde e a defesa do território.


    Kräutler, que no próximo mês de julho completa 75 anos, provavelmente apresentou ao papa Francisco, naaudiência da última sexta-feira, 5-04-2014, a sua demissão. Os temas da audiência foram, segundo Orf, os direitos dos povos indígenas, as ameaças a que são submetidos os povos indígenas com a construção das grandes barragens, os impactos e as consequências da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e algumas propostas para enfrentar a falta de padres numa diocese que tem a extensão geográfica equivalente à Alemanha.Kräutler informou que o Papa esperava dele "propostas corajosas e audazes".


    Sobre a encíclica, se de um lado a nomeação de Kräutler (em alemão se fala de "Mitautor", isto é, co-autor, mas na realidade tratar-se-á de uma colaboração estreita) faz pensar na articulação que o Papa Bergoglio reconhece entre o cuidado da criação e a promoção da justiça (são os pobres que sofrem as mais dramáticas consequências), como o Papa lembrou na recente entrevista aos jovens flamengos, por outro lado, trata-se de um sinal que a redação da encíclica está em curso, ou, pelo menos, em fase de estudos.






    FONTE




    PAPA DISTRIBUIRÁ EVANGELHOS DE BOLSO

    Posted: 08 Apr 2014 07:59 AM PDT













    O Vaticano distribuirá uma edição de bolso do Evangelho aos fiéis que comparecerem à celebração do Ângelus no próximo domingo, na Praça São Pedro. De acordo com o Vaticano, esse foi um pedido do próprio papa Francisco. "Francisco sempre aconselhou os fiéis a terem consigo um pequeno livro do Evangelho para abrir, ler e meditar as palavras e ações de Jesus", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.


    "Para ajudar a colocar em prática esse conselho, por vontade do Papa, distribuiremos gratuitamente milhares de cópias do Evangelho", afirmou. Recentemente, o Vaticano também distribuiu rosários ao público


    Na ocasião, cerca de 150 voluntários fizeram as entregas


    FONTE




    Nota da CNBB sobre os 50 anos do golpe civil-militar

    Posted: 08 Apr 2014 07:52 AM PDT

















    O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) aprovou dia 1º de abril, declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar, intitulada "Por tempos novos, com liberdade e democracia". O texto, assinado pela Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta as "gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito".






    Os bispos relembram "os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima" e reafirmam "o compromisso da Igreja com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos". Leia, na íntegra, a declaração da CNBB.







    DECLARAÇÃO








    POR TEMPOS NOVOS, COM LIBERDADE E DEMOCRACIA






    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB faz memória, neste 1º de abril, com todo o Brasil, dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, que levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história. Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito.








    Se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada "revolução" com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos.






    Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares.






    Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura.






    Graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura… A democracia exige participação constante de todos.






    Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança.







    Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor.








    Cardeal Raymundo Damasceno Assis


    Arcebispo de Aparecida


    Presidente da CNBB









    Dom José Belisário da Silva, OFM




    Arcebispo de São Luís do Maranhão


    Vice Presidente da CNBB









    Dom Leonardo Ulrich Steiner




    Bispo Auxiliar de Brasília


    Secretário Geral da CNBB






    FONTE





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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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