Banner

Jesus Início

Início


Visitas



addthis

Addrhis

Canal de Videos



    •  


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    • -


    Rio de Janeiro

    Santa Sé






    Mostrando postagens com marcador Eu Defendo. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Eu Defendo. Mostrar todas as postagens

    domingo, 20 de maio de 2012

    Líderes pró-vida reagem à decisão do Tribunal Europeu com relação à lei contra o aborto na Irlanda

    European Court _ com



    Líderes pró-vida reagem à decisão do Tribunal Europeu com relação à lei contra o aborto na Irlanda

    Hilary White
    ROMA, Itália, 16 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Líderes pró-vida em todo o continente da Europa estão respondendo à decisão confusa de hoje dada pelo Tribunal Europeu de Direitos Humanos no Caso ABC.

    O Tribunal decidiu em favor da queixa de uma das três mulheres no caso, que vinha recebendo tratamento de câncer na época que queria fazer o aborto, dizendo que as leis pró-vida da Irlanda violavam o direito dela à privacidade sob a Convenção Europeia de Direitos Humanos.

    Ao mesmo tempo, o Tribunal revelou que não há “nenhum direito humano ao aborto” que tenha tido origem na Convenção Europeia de Direitos Humanos.

    (Clique aqui para descobrir mais sobre a decisão.)

    Patrick Buckley, um irlandês e diretor da Rede Pró-Vida Europeia na Irlanda, disse que a decisão de hoje sobre as leis pró-vida da Irlanda é uma ameaça às vidas inocentes que elas protegem bem como à soberania nacional da Irlanda.

    Falando diretamente de Estrasburgo nesta manhã, Buckley disse que o tribunal “unilateralmente” interpretou de forma errada as leis da Irlanda, inclusive sua cláusula constitucional que protege a vida desde a concepção.

    “A Irlanda precisa sem mais descartar essa interferência numa questão nacional e constitucional muito delicada. A Europa está de novo decidindo sobre as cabeças do povo irlandês. Ficamos pensando no que virá amanhã”, disse ele.

    Youth Defence (Defesa Jovem), a maior organização de defesa pró-vida da Irlanda, descreveu a decisão judicial como “intrusiva, indesejável e uma tentativa de violar as leis pró-vida da Irlanda”. Eles avisaram ao governo irlandês que qualquer tentativa de implementá-la por meio do afrouxamento na proibição ao aborto na Irlanda se defrontaria com imediata ação conjunta.

    Rebecca Roughneen, de Youth Defence, disse que o veredicto do Tribunal “não era de surpreender” e confirmou que está em linha com muito da instituição da UE em sua dominante mentalidade pró-aborto. Roughneen comentou que o Conselho da Europa, que governa o tribunal, tentou também “coagir a Irlanda a legalizar o aborto”.

    Roughneen acrescentou que não é verdade que as mulheres grávidas da Irlanda não podem obter tratamento para câncer, ainda que isso represente uma ameaça a um bebê em gestação: “O que o tribunal recusou reconhecer foi que o tratamento médico para câncer que provoca danos involuntários ao bebê em gestação não é aborto, e esse tratamento é pois totalmente acessível para todas as mulheres irlandesas”.

    O Centro Europeu para Direito e Justiça (CEDJ) disse que “vê com cautela” a decisão. Num comunicado à imprensa o CEDJ disse que “aplaude que o Tribunal Europeu de Direitos Humanos tenha reconhecido o ‘direito à vida do bebê em gestação’” e o direito da Irlanda de criar suas próprias leis sobre o aborto.

    Contudo, continuaram eles, o CEDJ “rejeita a hipótese de que o TEDH tem de que a constituição irlandesa realmente permite o aborto”.

    “Para o CEDJ, tem de ficar bem claro que a interpretação autêntica da Constituição da Irlanda pertence somente ao Tribunal Constitucional Irlandês, não ao TEDH”, disse a organização.

    Bernadette Smyth, diretora de Precious Life (Vida Preciosa), disse: “Recebemos de bom grado a decisão do Tribunal de que as duas mulheres envolvidas no caso não tiveram seus direitos quebrados. Mas o Tribunal Europeu interpretou de forma errada a Constituição irlandesa em sua decisão judicial sobre a terceira mulher”.

    “Eles cometeram o erro de obscurecer a diferença clara entre tratamento médico legítimo e aborto”, disse ela. “Sob a Constituição irlandesa, nenhuma mulher na Irlanda sofre recusa quando precisa de tratamento médico legítimo por qualquer complicação durante a gravidez. Em alguns casos a criança pode morrer como efeito colateral involuntário do tratamento, mas isso não é aborto. Não há circunstâncias médicas em que a vida de uma mulher grávida só possa ser salva pelo aborto. O fato é, sem o aborto, a Irlanda é o país mais seguro no qual estar grávida. As mulheres irlandesas recebem a melhor assistência médica do mundo. No relatório mais recente da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mortalidade materna, a Irlanda ficou em primeiro lugar em termos de segurança para mulheres grávidas”.

    Niamh Uí Bhriain do Instituto da Vida disse que a decisão judicial não é obrigatória.

    “O Tribunal não pode forçar a Irlanda a mudar suas leis ou cobrar penalidades da Irlanda se recusarmos”, disse ela. Embora o TEDH, disse ela, não tenha uma sustentação legal na Irlanda, tem com essa decisão judicial “demolido completamente sua própria autoridade moral ao negar direitos humanos aos bebês em gestação”.

    “Essa foi uma opinião judicial arrogante e coerciva”, disse ela. “Foi uma decisão movida à agenda, ilógica e recusa reconhecer os fatos médicos, ou o direito soberano do povo irlandês de decidir em importantes questões morais”.

    “Na Irlanda, sob nossa constituição, o povo é soberano: eles farão a decisão final com relação ao aborto. Esse é um direito sobre o qual o povo irlandês tem fortes sentimentos — e é por isso que nossos políticos não se moveram para legalizar o aborto aqui — porque haveria agitações”, acrescentou ela.

    Youth Defence disse que o trâmite inteiro foi parte de uma campanha maior para fazer com que o aborto fosse classificado como tratamento médico na Irlanda. Roughneen apontou para o fato de que a Associação de Planejamento Familiar da Irlanda, a principal organização irlandesa que faz pressões políticas e legais em favor do aborto, liderou uma campanha de propaganda no passado para definir os tratamentos médicos para gravidez ectópica ou câncer, os quais podem resultar na morte não intencional do bebê em gestação. Essa tentativa de confundir a questão, Roughneen disse, foi rechaçada com sucesso por uma campanha em massa de conscientização do público feita por Youth Defence.

    John Smeaton, diretor da Sociedade para a Proteção dos Bebês em Gestação e veterano na luta contra o crescimento global da ideologia pró-aborto, disse: “Esse caso nunca teve nada a ver com assistência às mulheres que se defrontam com uma gravidez de crise”.
    “Esse caso foi instigado por grupos pró-aborto internacionais de pressão política e legal, que têm o objetivo máximo de forçar os governos em todo o mundo a reconhecerem o acesso ao aborto como um direito legal”.

    Joseph Meaney, que trabalha para Human Life International (Vida Humana Internacional), falou com LSN a partir de seu escritório em Roma, dizendo: “Esse caso inteiro foi uma tática da Federação Internacional de Planejamento Familiar* para atacar as leis pró-vida na Irlanda e na Europa de forma geral”.

    O Tribunal, disse ele, mostrou uma “visão torcida” da Convenção Europeia dos Direitos Humanos.

    “Felizmente, eles decidiram realmente que as leis da Irlanda têm de ser respeitadas em não permitir o aborto por motivos sociais, econômicos ou de saúde, mas eles de fato aceitaram que o aborto tem de ser permitido para um risco não definido à vida da mãe”. Essa definição foi usada em outros países para abrir a porta para o aborto legal irrestrito.

    Meaney assegurou que sua organização trabalhará na Irlanda e no mundo inteiro para impedir essa decisão judicial de derrubar a lei da Irlanda.

    “Uma vigilância ainda maior é necessária aqui”, disse ele, “já que os promotores do aborto agora tentarão torcer a interpretação dessa pequena vitória nas leis e normas que efetivamente permitirão o aborto para muitas mães na Irlanda”.

    * Nota do tradutor: Federação Internacional de Planejamento Familiar, em inglês International Planned Parenthood Federation (IPPF), é a maior organização de aborto, educação sexual e planejamento familiar do mundo.

    Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

    Jovem pai pró-vida quase perdeu filho para o aborto: diz que pais não têm direitos legais




    Jovem pai pró-vida quase perdeu filho para o aborto: diz que pais não têm direitos legais

    Hilary White

    DUBLIN, Irlanda, 8 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Joseph Lee, que trabalha como encarregado de desenvolvimento da Sociedade para a Proteção dos Bebês em Gestação da Escócia, é o pai de um menino de quatro anos. Mas ele quase perdeu seu filho há exatamente quatro anos, graças ao fato de que as leis de aborto da Inglaterra não permitem que os homens sejam levados em consideração nas decisões de aborto.

    Lee contou seu testemunho doloroso para LifeSiteNews.com numa conferência neste final de semana em Dublin.

    Aos 22 anos, a namorada de Lee ficou grávida e tinha a intenção de fazer aborto. Apesar do fato de que ele queria ter o bebê e cria que o aborto é moralmente errado, ele se achou sem nenhum recurso legal para salvar a vida de seu filho em gestação.

    Sem nenhum lugar para onde ir para pedir ajuda, a única opção que restou para Lee foi a oração.

    Duas vezes antes da aprovação da Lei de Aborto de 1967 os homens tentaram e fracassaram nos tribunais em seus esforços para proteger seus filhos do aborto legal. Lee havia estudado direito e sabia que “não havia dúvida de que eu estava indo a um advogado”.

    “Eu sabia que seria completamente inútil. Por isso, eu sabia que tudo o que eu podia realmente fazer era, primeiro orar sobre isso, e tentar persuadi-la a ficar com o bebê. Era muito frustrante”.

    A mãe de Lee tinha estado envolvida no movimento pró-vida. “Portanto, eu sabia que eu era completamente contra o aborto em todos os casos”, disse ele. “Mas eu nunca havia tido um desafio nessa área e nunca fiz nada sobre isso. Assim, minha namorada ia fazer um aborto numa clínica, mas eu não conseguia enfrentar isso, independente do fato de que eu tinha apenas 22 anos, e eu não estava em condições de cuidar nem de mim mesmo, sem mencionar de outra pessoa. Por isso, tentei persuadi-la a não abortar, mas ela foi em frente e marcou uma consulta”.

    Lee diz que está convencido de que foi apenas pelo poder da oração que a enfermeira na clínica de aborto mostrou a imagem de ultrassom para a namorada dele. Nas clínicas de aborto do mundo inteiro, um ultrassom é normalmente exigido para se averiguar o tempo exato de gestação da criança para decidir qual método de aborto usar. Mas as mulheres rotineiramente são proibidas de ver imagens de seus bebês em gestação se tais imagens as influenciarem contra o aborto.

    Como ocorreu com tantas outras mulheres, logo que a namorada de Lee viu o ultrassom, ela compreendeu que não poderia fazer o aborto.

    “Lembro-me de uma ligação telefônica em que ela disse que não ia fazer o aborto naquele dia, e que ela viu nosso filho na imagem, parecendo bem feliz, nadando ali dentro. Ela disse que ele parecia como uma minúscula pessoa. Lembro-me de pensar: ‘A razão é porque é uma pessoa’”.

    Ele relata que a enfermeira que estava oferecendo a pílula “médica” de aborto RU-486 disse, “Estou feliz em lhe dar isso, a menos que você tenha 100 por cento de certeza”.

    “E obviamente ela não estava 100 por cento segura, porque eu estava fazendo tudo que eu podia fazer para persuadi-la a ficar com o bebê. Eu não percebi isso na época, mas descobri mais tarde que ela tinha conversado com uma amiga que havia usado a pílula do aborto, de modo que talvez isso fosse algo que tenha influenciado a decisão dela. Aquela pode não ter sido uma noite agradável”.

    Lee apontou para o fato de que “é muito raro” ver algo escrito sobre os direitos dos pais no debate do aborto.

    “Até mesmo entre as pessoas que são pró-vida… os grupos de aborto de pressão política colocam todo o foco nos direitos das mulheres”, disse ele. “As pessoas pró-vida tendem com justiça a ter como foco a criança. A maioria dos conselheiros enfoca a mulher, mas nada coloca o pai como foco”.

    Perguntado se há alguém fazendo algum tipo de trabalho legal em favor de homens nessa situação, Joseph respondeu: “Não que eu saiba”.

    “Isso tudo mostra que o lado pró-aborto tem tido muito sucesso em fazer do aborto uma questão exclusivamente das mulheres, o que é completamente ridículo, pois tenho visto, a partir da minha própria experiência, que as mulheres têm muito mais probabilidade de fazerem aborto se o homem não se envolve”.

    Ele apontou para o fato de que as leis de aborto isolam as mulheres. Mesmo que uma mulher não esteja sendo pressionada para fazer um aborto, sem o pai envolvido ela não tem apoio: “Se o cara diz, ‘É só você e sua vida’, isso é o que coloca pressão nela e dá a ela a sensação de que ela tem de fazer o aborto. É uma mentira completa sugerir que as mulheres devam depender somente de si mesmas para fazer a decisão. Não há mal em admitir que às vezes ela precisa do conselho e apoio de outras pessoas. O aborto é uma das decisões mais horrendas que alguém faz em toda a vida, e ter de fazê-la sozinha é algo muito assustador”.

    Os homens recebem tratamento injusto da lei, quer eles sejam pais ou não, disse Lee, que argumenta que o aborto legal tem dado aos homens a desculpa para abandonaram as mães de seus filhos. “O aborto legal legitima os homens não se envolvendo [na criação de filhos] e sendo aptos a abandoná-los. Eles terão a expectativa de que as mulheres tenham um aborto. Não há contradição quando um homem é desprezado se ele não está presente quando seu filho nasce, mas dizem a ele que ele não tem parte na situação toda. Ele é difamado por não ter um papel na vida do filho, por não apoiá-lo, considerando que isso é favoravelmente incentivado desde o próprio começo da vida da criança. Portanto, não é surpresa que vejamos homens abandonando filhos”.

    Ele acrescentou: “Sei que não devemos julgar as pessoas, mas eu realmente penso que o que um homem faz em relação a seus filhos é um jeito em que podemos até certo ponto medir se ele é um homem de verdade ou não, pois se um homem abandona seu próprio filho, então ele não é um homem de verdade aos meus olhos”.


    Traduzido por Julio Severo:
    www.juliosevero.com

    Veja também este artigo original em inglês:
    http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10110805.html

    Folha de S.Paulo: Criminalização da homofobia, legalização do aborto e casamento gay são temas que voltarão à pauta do Congresso


    Folha de S.Paulo: Criminalização da homofobia, legalização do aborto e casamento gay são temas que voltarão à pauta do Congresso
    30/01/2011 - 10h40

    Depois de protagonizar a campanha presidencial, a polêmica sobre o aborto e temas ligados à comunidade gay promete acirrar ânimos no novo Congresso, que toma posse na terça-feira, destaca neste domingo o jornal
    Folha de S.Paulo. Arquivado no início de janeiro pelo Senado, o projeto que criminaliza a homofobia vai ser a primeira pauta a causar polêmica no Legislativo. A proposta prevê punição para uma série de discriminações e preconceitos, entre eles pela orientação sexual.

    Senadores ligados à causa gay se articulam para recolher as 27 assinaturas necessárias para desarquivá-lo. O texto já havia tramitado por duas legislaturas sem ir a votação no plenário. A senadora eleita Marta Suplicy (PT-SP) lidera o movimento para a retomada da matéria. "Assim que estiver empossada, iniciarei as conversas para obter as assinaturas. Tenho me manifestado em assumir a relatoria desde já", disse ela.


    A principal barreira para a aprovação do texto está na bancada evangélica, que vê a possibilidade de censura às pregações dos pastores.


    O presidente da ABLGT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, disse que adotará estratégia mais enérgica em favor do projeto. "Fizemos todas a concessões possíveis." Reis antevê outra batalha, para o segundo semestre: o projeto que regulamenta o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Até então, o foco vinha sendo a aprovação da união homoafetiva, mas a comunidade gay quer ampliar o debate.


    Outra polêmica engatilhada é a legalização do aborto. Uma nova minuta de projeto de lei está em discussão pelas feministas e pode chegar ao Congresso neste semestre.


    Telia Negrão, secretária-executiva da Rede Feminista de Saúde, esteve com os ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Maria do Rosário (Direitos Humanos) neste mês para discutir o assunto, entre outros itens da pauta.


    O movimento de mulheres quer o engajamento do governo federal na aprovação da proposta.


    O outro lado da disputa não está paralisado e se articula para frear as iniciativas. O dia da posse dos novos congressistas, na terça-feira, será festejado com o "Show Vida", evento católico que ocorrerá em Brasília e é articulado por parlamentares ligados à igreja -caso do recém-eleito deputado Eros Biondini (PTB-MG). "Já fiz outros shows como esse. No dia da posse, [o objetivo] é fincar uma das nossas bandeiras", afirma o eleito. Biondini promete reapresentar, se necessário, o chamado Estatuto do Nascituro, projeto que garante o direito à vida mesmo antes do nascimento.


    Como medida imediata, o grupo "pró-vida" no Congresso vai tentar a revogação da resolução do Conselho Federal de Medicina que confirmou o uso da reprodução assistida por casais gays.


    Fonte: Folha de S.Paulo

    quarta-feira, 16 de maio de 2012

    Descriminalização do aborto: 78 deputados a favor, 267 contra






    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo