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    sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira O triunfo eucarístico em Minas Gerais




    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





    Posted: 31 Jan 2014 03:38 PM PST


    Em Ouro Preto, a maior festa barroca de todos os tempos e um dos eventos religiosos e sociais mais exuberantes da América Portuguesa Nos idos de 24 de maio de 1733 realizou-se a solene transladação do Santíssimo Sacramento da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para a nova Matriz de Nossa Senhora do Pilar, na […]




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    Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014











    O triunfo eucarístico em Minas Gerais







    31 de janeiro de 2014Sem comentários

    Carlos Sodré Lanna






    • Em Ouro Preto, a maior festa barroca de todos os tempos e um dos eventos religiosos e sociais mais exuberantes da América Portuguesa


    Nos idos de 24 de maio de 1733 realizou-se a solene transladação do Santíssimo Sacramento da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para a nova Matriz de Nossa Senhora do Pilar, na antiga Via Rica, hoje Ouro Preto.

    Nenhum outro acontecimento celebrado em Minas Gerais teve tal esplendor, requinte de luxo e pompa, em plena opulência do ouro. Ele representou grande demonstração do profundo espírito religioso, conjugado a festividades populares, que se observava no Brasil do século XVIII.

    Representação, ocorrida em 2011, do “Triunfo Eucarístico” esplendorosamente celebrado em 1733

    Antecedentes

    A comemoração preliminar começou vários dias antes. Desde o final de abril, dois grupos de pessoas ricamente vestidas, com bandeiras de Nossa Senhora do Rosário e de Nossa Senhora do Pilar, tendo na outra face a custódia do Santíssimo Sacramento, percorriam as ruas da cidade e arredores, anunciando a futura solenidade.

    No dia marcado para a procissão, a cidade amanheceu engalanada. No percurso entre as duas igrejas, as ruas foram atapetadas com flores e folhagens. Como homenagem dos moradores, nas janelas foram colocadas sedas e damascos, em meio a adornos de ouro e prata. Nas ruas, cinco arcos ornamentais, um deles de cera, e um altar para descanso do Santíssimo Sacramento. Antes da saída do cortejo foi celebrada uma Missa, durante a qual o Divino Sacramento esteve colocado em um braço de Nossa Senhora, em lugar do Menino Jesus.

    Iniciaram a procissão 32 cavaleiros vestidos como cristãos e mouros, com dois carros de músicos instrumentistas e vocalistas. Vinham depois romeiros ricamente trajados, e músicos com alegorias diversas. A seguir, quatro figuras a cavalo, representando os ventos dos pontos cardeais. Todas ricamente revestidas com diamante, ouro, renda, seda e plumas.

    Ouro Preto

    Seguia-se um personagem representando Ouro Preto, bairro de Vila Rica onde estava situada a Nova Matriz do Pilar, para onde se dirigia o cortejo. Ele trajava vestes de tecidos finos, ornamentados com ouro e diamantes. Seu cavalo era igualmente ajaezado com ouro, prata, esmeraldas e veludo.

    Vinham depois as esplendorosas figuras representando os corpos celestes: Lua, Marte, Mercúrio, Sol, Júpiter, Vênus e Saturno, todas com deslumbrantes indumentárias e fartamente escoltados.



    Matriz do Pilar

    A seguir aparecia a figura que representava a Igreja Matriz do Pilar, com exuberantes ornamentos, portando um estandarte com a inscrição “Nossa Senhora do Pilar” em um dos lados, do outro o desenho da custódia eucarística.

    Após essas figuras, sumariamente descritas, vinham as irmandades, conduzindo andores com seus santos padroeiros e cruzes de prata. Entre essas confrarias estavam as do Santíssimo Sacramento, de Nossa Senhora do Rosário, de Santo Antonio, de Nossa Senhora da Conceição e de Nossa Senhora do Pilar. Todos os participantes portavam trajes esplendorosos com acabamento em veludo e seda, ouro, prata e pedrarias.

    Fechando a procissão, o Santíssimo Sacramento, conduzido pelo vigário da Matriz do Pilar, debaixo de um pálio de tela carmesim com ramos e franjas de ouro, sustentados por seis varas de prata.

    Logo atrás o Conde de Galvêas, Governador de Minas Gerais, com autoridades civis e militares da Província e do Município.



    Apoteose

    Com toda a população de Ouro Preto e arredores presente, foi uma grande apoteose: sinos tocando, bandas musicais, fogos e cânticos em homenagem ao Santíssimo Sacramento. Os festejos prolongaram-se por três dias, com Missas solenes, cavalhadas, corrida de touros e fogos de artifício.

    O Triunfo Eucarístico foi sem dúvida a maior festa barroca de todos os tempos e um dos eventos religiosos e sociais mais exuberantes da América Portuguesa.

    Em seu livro O Triunfo Eucarístico – Exemplar da Cristandade Lusitana, publicado em 1734, Simão Ferreira Machado, português residente em Minas Gerais, se refere aos seus compatriotas como sendo “os senhores dos mais finos diamantes de todo o mundo, em um momento ao qual referiu não ter tido lembrança que visse no Brasil, nem consta, que se visse na América ato de maior grandeza”.

    Na Minas Gerais barroca, um Brasil autêntico que infelizmente se foi… Mas nessas fulgurações da nacionalidade encontra-se a luz que ainda pode nos indicar o caminho a retomar com vistas ao futuro. Luz que brilha na constelação do Cruzeiro do Sul. Luz que se chama Civilização Cristã.

    ________________

    Fontes de referência:

    1. Joaquim Furtado de Menezes, Igrejas e Irmandades de Ouro Preto. Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1962.

    2. Eponina Ruas, Ouro Preto – Sua História, Templos e Monumentos, Departamento de Imprensa Nacional

    Rio de Janeiro, 1950.

    3. Paulo Kruger Corrêa Mourão, As Igrejas setecentistas de Minas, Editora Itatiaia, Belo Horizonte, 1964.


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    segunda-feira, 25 de novembro de 2013

    Blogueros con el Papa Nos vemos en la Eucaristía




    Blogueros con el Papa





    Posted: 23 Nov 2013 08:00 PM PST



    José-fina Rojo ha diseñado un logo precioso que expresa uno de los lemas de los blogueros con el Papa. No se trata de un lema oficial.




    "Nos encontramos en la Eucaristía" es un deseo profundo con el que Tarihatzi -apodo de Cristina Llano- lleva años despidiéndose de cuantos interlocutores encuentra en la Red. No sé si es por la insistencia con que lo usado o por la fuerza del deseo de ser fuente de comunión bloguera o por la profundidad del mensaje, que expresa el fundamento de toda comunión de personas, el caso es que cada vez son más los blogueros que la imitan usando ese lema o coletilla final.




    Si no me equivoco, Cristina suele decir "nos encontramos en la Eucaristía". Joséfina, en cambio, ha preferido otra versión "nos vemos" que es análoga.




    Ciertamente, "nos vemos en la Eucaristía" es una frase equívoca, porque permite acentuar dos significados distintos pero complementarios. Y quizá por eso es más acertada.


    Por una parte, parece la despedida de unos parroquianos con que se citan recíprocamente para volverse a ver en la celebración eucarística. Es allí donde se ven y se encuentran. Allí es donde quedan para celebrar juntos el misterio de nuestra fe católica. La Eucaristía es la vida de la Iglesia y lógicamente lo es también de cada uno de sus miembros. Vivimos por y para la Eucaristía.




    En este sentido, "nos vemos en la Eucaristía" porque es allí donde nos encontramos. Es más, o nos encontramos en la Eucaristía o no nos encontraremos nunca.




    Por otra parte, "nos vemos" subraya el sentido de que allí es donde, quienes se despiden, se reconocen como feligreses de una misma Iglesia. Pueden verse como hermanos, porque la suya es la comunión de Cristo, expresada en la Eucaristía.




    Ya sólo por estas consideraciones valía la pena escribir este post. Pero el motivo principal por el que me he animado a hacerlo es porque este lema o slogan puede producir en algunas personas un dolor. Me lo dijo una vez un amigo mío, que vive en una situación matrimonial irregular y que no puede acercarse a la comunión sacramental. Estas palabras le producen mucho dolor. Sería algo así como poner el dedo en la llaga abierta o como estar comiendo copiosamente ante la presencia de un muerto de hambre. Quien usa esta expresión no pretende ni remotamente producir ese sufrimiento en quien lo escucha, pero de hecho así puede suceder. Aquél le desea algo muy bueno... pero el otro piensa para sus adentros: "sí, eso quisiera yo, pero no podremos vernos allí, porque yo no puedo comulgar".




    Es perfectamente comprensible este dolor. Y no creo que lo que yo escriba a continuación pueda servir para eliminarlo del todo, pero sí espero que por lo menos pueda paliarlo de algún modo.




    La Eucaristía y la Comunión no son palabras equivalentes. La Eucaristía es la fuente de la Comunión y de toda comunión de personas, porque es la Vida de la Iglesia -tanto dentro como fuera de sus límites visibles-, puesto que la salvación de los hombres nos llega a través de ella. La Eucaristía no es otra cosa que la celebración del misterio pascual de Cristo. Los teólogos suelen hablar de esos tres aspectos de la Eucaristía: como sacramento, sacrificio y comunión.




    En la práctica, muchos fieles reducen todo a un significado muy personal: "recibir la comunión sacramental", es decir, comulgar. Ciertamente para ellos ese momento es el decisivo y, por eso, se sienten excluidos e incluso rechazados por la Iglesia. Sin embargo, lo importante no es recibir sacramentalmente a Jesús sino estar realmente en comunión con Él. Es decir, lo importante no es el signo sino lo significado. La prohibición de comulgar tiene un fundamento jurídico: siendo el matrimonio signo de la Eucaristía, es decir, de la unión esponsal de Cristo con su Iglesia, quien vive en situación irregular se encuentra en una contradicción objetiva. 


    "La Iglesia, no obstante, fundándose en la Sagrada Escritura reafirma su práxis de no admitir a la comunión eucarística a los divorciados que se casan otra vez. Son ellos los que no pueden ser admitidos, dado que su estado y situación de vida contradicen objetivamente la unión de amor entre Cristo y la Iglesia, significada y actualizada en la Eucaristía. Hay además otro motivo pastoral: si se admitieran estas personas a la Eucaristía, los fieles serían inducidos a error y confusión acerca de la doctrina de la Iglesia sobre la indisolubilidad del matrimonio" (Familiaris consortio, 84).

    No es por una razón moral ni mucho menos penal. No se difama a nadie por excluirlo de la Comunión eucarística. Son dos hechos públicos y exteriores que entran en conflicto: la Eucaristía no encuentra correspondencia con la vida sexual del fiel que está en situación matrimonial irregular. La contradicción no tiene por qué ser necesariamente subjetiva. La vida es tan complicada que son infinitas las situaciones y la valoración moral que deba atribuirse a cada una.




    Precisamente por eso, y también por la Misercordia divina, la Iglesia que es Madre no cesa de insistir a sus hijos a que no consideren excluidos de la comunión divina y eclesial. Particularmente significativas son las declaraciones de los dos últimos Papas:




    En el año 2005, el Papa Benedicto XVI se extendió sobre este tema en un famoso discurso dirigido al clero del valle de Aosta, al que pertenecen estas palabras:


    "Aunque no pueden acudir a la Comunión sacramental, no están excluidos del amor de la Iglesia y del amor de Cristo. Ciertamente, una Eucaristía sin la Comunión sacramental inmediata no es completa, le falta algo esencial. Sin embargo, también es verdad que participar en la Eucaristía sin Comunión eucarística no es igual a nada; siempre implica verse involucrados en el misterio de la cruz y de la resurrección de Cristo. Siempre implica participar en el gran Sacramento, en su dimensión espiritual y pneumática; también en su dimensión eclesial, aunque no sea estrictamente sacramental". 

    Más recientemente, Francisco tuvo una rueda de prensa en el avión en que regresaba a Roma después de la celebración de la JMJ de Río de Janeiro '13.


    "Es un tema que vuelve siempre. Creo que ha llegado el tiempo de la misericordia, este cambio de época en el que hay muchos problemas incluso en la Iglesia, incluso en el testimonio no tan bueno de algunos sacerdotes. El clericalismo ha herido a mucha gente y hay que ir a curar a estos heridos con la misericordia. La Iglesia es mamá, y en la Iglesia se debe encontrar misericordia para todos. Y no hay que esperar a los heridos, hay que ir a encontrarlos. Creo que ha llegado el momento de la misericordia, como había intuido Juan Pablo II que instituyó la fiesta de la Divina Misericordia. Los divorciados pueden hacer la comunión, son los divorciados en segunda unión los que no pueden. Hay que ver el tema en la totalidad de la pastoral matrimonial. Abro un paréntesis: los ortodoxos, por ejemplo, siguen la teología de la economía y permiten una segunda unión. Cuando se reúna el grupo de los ocho cardenales, en los primeros tres días de octubre, trataremos sobre cómo seguir adelante en la pastoral matrimonial. Estamos en camino para una pastoral matrimonial más profunda. Mi predecesor en Buenos Aires, el cardenal Quarracino, siempre decía: "Para mí, la mitad de los matrimonios son nulos, porque se casan sin saber que es para siempre, porque lo hacen por conveniencia social, etc...". También debemos estudiar el tema de la nulidad" (Rueda de prensa en el avión).

    En definitiva, con este post querría ser de consuelo para todos aquellos que sufren al oír las palabras "nos vemos en la Eucaristía". Este puede ser también su lema, porque realmente lo que en él se significa es la comunión de los santos, incoada aquí en la Tierra y plenamente consumada en el Cielo cuando Cristo sea todo en todos.





    Joan Carreras




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    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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