Gloria Patri et Fílio et Spirítui Sancto. Sicut erat in principio et nunc et semper et in saecula saeculorum. Amen
CONSAGRADO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
Bebê chinês declarado morto chora quando iam incinerá-lo
Um menino chinês que havia sido declarado morto no hospital pediátrico da província de Anhui (leste da China) começou a chorar quando estava prestes a ser cremado, informou a imprensa local, segundo reproduziu a agência AFP.
Os pais do bebê, que tinha menos de um mês e estava gravemente doente, aceitaram a eutanásia proposta pelos médicos para acabar com a vida do inocente, afirmaram fontes do hospital à agência oficial Xinhua.
Após a assinatura da certidão de óbito, o bebê foi entregue a uma funerária, que não efetuou a cremação porque a criança começou a chorar.
O bebê retornou imediatamente ao hospital. Após o incidente, um médico do hospital foi suspenso e uma enfermeira foi demitida.
O caso patenteia a inumanidade dos procedimentos contra a natalidade na China comunista. Mas, é só na China?
O fato poderia ter ocorrido no Ocidente, com ou sem lei de eutanásia para crianças.
A China está apenas um pouco na frente desapiedada corrida da “cultura da morte” que odeia a existência humana.
De onde vêm as bolas coloridas de Natal? Antes, colocavam-se frutas na árvore de Natal, sobretudo maçãs vermelhas e bem brilhantes, que as crianças comiam na festa de Reis. Porém, em 1847, Hans Greiner, um mestre vidreiro de Lauscha, Alemanha, quis agradar seus filhos e imitou com vidro as frutas e as nozes que pendiam da árvore natalina. Em 1858, tendo uma grande seca eliminado as maçãs e outras frutas na região de Vosges e Mosela, na França, um artesão vidreiro de Meisenthal fabricou então suas maravilhosas bolinhas. No século XIX, quando a rainha Vitória manifestou seu entusiasmo pela árvore de Natal cheia de adornos cristalinos, todo o mundo quis ter algo semelhante. Após a II Guerra Mundial, o socialismo soviético — espécie de protótipo da feiura anticristã — estatizou as fábricas de Lauscha, que acabaram fechando. Com a queda do comunismo, reviveram as antigas tradições e retomou-se a produção das bolas natalinas na cidade.
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(*) Luis Dufaur é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)
Estão se multiplicando as prisões de ativistas pelas liberdades
Um documento interno do PCC – Partido Comunista da China – acaba de alertar os chineses para os perigos dos “valores ocidentais”.
Segundo o “New York Times”, a iniciativa é do próprio presidente Xi Jinping que assumiu a liderança do partido em novembro do ano passado.
O “Documento Número 9” enumera os sete perigos maiores voltados contra o poder do PC. O primeiro seria a “democracia ocidental constitucional”.
Os outros incluem “valores universais”, direitos humanos, liberdade de imprensa, conceitos “neoliberais” de economia de mercado e críticas “niilistas” à história do Partido Comunista.
Xi Jinping: proibido falar em democracia, direitos humanos, Constituição e “capitalismo” condenável.
“Forças ocidentais hostis à China e dissidentes dentro do país continuam infiltrando constantemente a esfera ideológica”, diz o texto.
A linha dura da nova liderança decepcionou os liberais e até ex-dirigentes moderados, que esperavam mudanças com a ascensão de Xi.
De fato, as recentes prisões de ativistas demonstram que as ameaças do documento estão sendo levadas a sério.
Xi também ordenou o combate aos que defendem a independência do Judiciário e a limitação da onipotência do Partido pela Constituição.
“O constitucionalismo pertence só ao capitalismo”, fulminou o “Diário do Povo”, jornal do PCC.
“Constitucionalismo se tornou palavra ameaçadora ao governo. Sob a liderança anterior, ao menos havia alguma discussão”, lamenta Hu Jia, dissidente que passou três anos preso, acusado de subversão.
Dessa maneira nenhuma lei pode ser objeto de debate livre e democrático.
Para o governo socialista da China comunista nenhuma lei é digna de respeito.
Mas, apesar de isso ter sido sempre assim, também sempre existiram aqueles que acreditavam na vigência do que estava escrito na Constituição chinesa.
1 comentário para Novo presidente da China acaba com Estado de Direito e expurga dissidência
Luis Dufaur 13/07/2013 21:50:43 Veja mais em "Catedrais Medievais" Reconstituição virtual "Paris 3D_ a Tour of the City Through the Ages" de DassaultSystemes. Música "Prose de la Dédicace", Adam de Saint-Victor (c. 1112 † c. 1192)
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The construction of Notre Dame de ParisMore on "Catedrais Medievais" Virtual reconstitution: "Paris 3D_ a Tour of the City Through the Ages" de DassaultSystemes. Music "Prose de la Dédicace", Adam de Saint-Victor (c. 1112 † c. 1192)
In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.
“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”