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    sábado, 5 de outubro de 2013

    A cultura pornográfica e a banalização da sexualidade











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    Bíblia Católica News





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    4 outubro 2013
    Autor: Bíblia Católica | Postado em: Outros




    Nunca foi tão fácil macular o próprio corpo, templo do Espírito Santo, como nestes tempos, com o advento da pornografia virtual



    • Como uma droga, o pecado da pornografia destrói e aprisiona o ser humano.

    Uma das maiores dificuldades para os jovens que desejam viver a castidade hoje são as inúmeras ocasiões de pecado que lhes são apresentadas quotidianamente, em altas doses. Roupas decotadas e ofensivas à modéstia, imagens sensuais em anúncios de outdoors, palavras indecorosas em livros “da moda”, programas televisivos indecentes: em praticamente todos os ambientes pelos quais se passa, há alguma insinuação perversa – o “dedo” do demônio convidando as pessoas ao pecado da impureza.

    Nunca foi tão fácil macular o próprio corpo, templo do Espírito Santo, como nestes tempos, com o advento da pornografia virtual. Se é verdade que há muitos cristãos utilizando a Internet para buscar entretenimento sadio, conhecimento e, muitas vezes, aumentar a sua fé em Jesus Cristo e na Sua Igreja, outras porções de pessoas têm se aproveitado das comodidades do mundo virtual para saciarem seu anseio de felicidade nos lugares errados.

    O Catecismo da Igreja Católica, ao falar da pornografia, lembra que ela “ofende a castidade, porque desnatura o ato conjugal, doação íntima dos esposos um ao outro” (§ 2354). A colaboração com a produção deste material, em qualquer nível (seja no da atuação, comercialização ou consumo), é pecado grave.

    É bem verdade que a cultura relaxada em que vivemos tem contribuído para enfraquecer nas pessoas aqueles valores e noções importantes, constantemente pregados pela Igreja, que tanto bem fazem à humanidade, dando equilíbrio e estabilidade à civilização. Porém, negar a realidade não vai fazer com que ela deixe de ser. O veneno pode se esconder em belos frascos, mas nem por isso deixa de ser veneno. Nem por isso deixa de ser mortal. O ser humano possui uma dignidade intrínseca e o homem e a mulher foram criados para viver a sexualidade no dom divino do Matrimônio: nenhuma realidade terrena, por mais forte e hostil que seja, poderá apagar esta verdade.

    De fato, sequer é preciso ser católico para detectar a maldade inerente à pornografia. Para reconhecê-la, basta – como recordou em várias ocasiões o Papa Bento XVI – identificar a existência de uma moralidade objetiva inscrita no coração dos homens – a “lei moral natural”.

    Para as mentes corretamente formadas, esta lei moral se manifesta através da famosa “voz da consciência”. Àqueles que, como o filho mais novo da parábola evangélica, têm se chafurdado na lavagem dos porcos: lancem um olhar sincero para o próprio coração. No começo, a malícia da pornografia parece evidente, mas a exposição contínua a doses cada vez mais pesadas do material vai estrangulando a consciência que indica o erro e diminuindo a resistência ao pecado… Pouco a pouco, vai-se criando um mau hábito, do qual, agora, muitas pessoas se veem em tremendas dificuldades para sair.

    É assim porque a pornografia causa dependência. O dr. Valerie Voon, neurocientista da Universidade de Cambridge, realizou um estudo com pessoas que viam material pornográfico de modo compulsivo. A conclusão foi um “claro paralelismo com as pessoas viciadas em substâncias”, como heroína ou álcool. Isto sem falar das inúmeras perversões sexuais presentes na pornografia, que, se não eliminam por completo as noções de limites e moderação, alçam à categoria da normalidade verdadeiras aberrações, só defendidas hoje pelos completamente afetados promotores da “ideologia de gênero”.

    Por isso, o Catecismo da Igreja Católica não só recorda que a pornografia é um pecado, mas também que “as autoridades civis devem impedir a produção e a distribuição de material pornográfico”. Não é possível que o Estado persiga o bem comum se permite aos seus cidadãos que se machuquem de modo tão sério, gerando consequências que não se limitam à esfera espiritual, mas prejudicam as pessoas no convívio familiar, em seu trabalho, nas suas relações com as demais pessoas e em outros tantos ambientes.

    Se para reconhecer esta situação sequer é preciso crer, para livrar-se dela não se pode dizer o mesmo. É na busca sincera do perdão de Deus que se encontra o caminho para aquele que “peca contra o seu próprio corpo” (1 Cor 6, 18). É aterrador constatar como o hedonismo tem se tornado “cultura” e como a sua influência nociva é forte e crescente. Para enfrentá-lo, o Senhor pede-nos coragem. “Referi-vos essas coisas para que tenhais a paz em mim. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16, 33).


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    quinta-feira, 26 de abril de 2012

    Pornografia: o problema é sério, mas tem conserto

    • Pornografia: o problema é sério, mas tem conserto

     
     
     
     
     
     
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    Eu quero aproveitar que o blog O Catequista está abordando o assunto para oferecer também uma humilde contribuição sobre este tema delicado que é a pornografia. É triste observar que os meios de comunicação social – em especial, a Internet – têm facilitado muito, e de maneira assustadora, o acesso dos indivíduos ao material pornográfico, disponível seja por meio de imagens, textos ou mesmo vídeos. O resultado desta verdadeira “pornografização” de nossa cultura é trágico. Isto porque, como lembrou a Viviane, “pessoas que consomem pornografia correm o sério risco de desenvolverem uma sexualidade pervertida”. E por sexualidade pervertida, leia-se zoofilia, pedofilia, sadomasoquismo, homossexualidade et caterva.
    Já há muito tempo O Ancião recomendou, neste espaço, um livro de psicanálise que tratava justamente o efeito da pornografia no cérebro masculino. Neste ínterim, aceitei a sugestão dele e acabei adquirindo a obra. Infelizmente, o ótimo Wired for Intimacy: How Pornography Hijacks the Male Brain [“Ligado para a intimidade: como a pornografia sequestra o cérebro masculino”], de William Struthers, ainda não tem tradução para o português, mas, para aqueles que leem em inglês, vale muito a aquisição.
    Neste livro, o autor, Ph.D. pela Universidade de Illinois, explica que o uso repetido da pornografia pode configurar um verdadeiro vício, comparável até à dependência de drogas ou a transtornos obsessivos-compulsivos. “O usuário é incapaz de parar de usar, apesar de tentativas sucessivas de limitar ou reduzir seu consumo de pornografia. Isso pode progredir para comportamentos de alto risco (vendo o material em público), e a quantidade de tempo e energias devotada à pornografia aumenta, mesmo que se sinta apenas um curto pedaço de tempo passando” (p. 81, The Consequences of Porn).
    Como podemos ver, a situação pode ficar realmente desastrosa. Mas tudo isto nada mais é que consequência do pecado. São Paulo já dizia que a ofensa a Deus acarreta a morte (cf. Rm 6, 23); primeiro, a morte espiritual, a perda da graça. Quando deliberadamente decidimos abrir, na Internet, um site pornográfico, ou quando vamos a uma banca e compramos uma revista do mesmo teor, estamos decidindo por destronar do nosso espírito o Senhor Jesus Cristo, para dar lugar ao seu mais infame inimigo, o demônio. Depois disso, há também a morte física, e aqui cabem as consequências devastadoras do consumo da pornografia. Ele vai lentamente tornando-se um mau hábito, até que encontremo-nos em um verdadeiro poço sem fundo, escravizados pelo pecado da impureza, incapazes de submetermos as nossas paixões ao sadio uso da razão.
    Mais importante que deplorar os funestos frutos da pornografia, porém, é alertar para como se livrar deste problema. Porque, sim, existem muitas pessoas, bons católicos até, que travam um combate difícil para vencer sua carne e deixar a pornografia. Uma vez neste mundo – e uma vez exposto a altas doses de vídeos adultos -, torna-se difícil eliminar instantaneamente a dependência deste material. Para isto, aconselhamos a leitura do Tratado da Castidade, de Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja. Ali, este grande santo católico mostra alguns passos para fugir do espírito da impureza. Segundo ele, são seis:
    O primeiro é humilhar-se continuamente diante de Deus. O Senhor castiga muitas vezes os espíritos soberbos, permitindo que caiam em qualquer pecado impuro. Sê, pois, humilde, e não confies em tuas próprias forças. (…)
    O segundo meio é recorrer imediatamente a Deus, sem entrar em diálogo com a tentação. Logo que se apresentar ao nosso espírito um pensamento impuro, devemos elevar a Deus imediatamente o nosso pensamento ou dirigi-lo a qualquer objeto indiferente. A coisa melhor será invocar imediatamente os Santíssimos Nomes de Jesus e Maria, e não cessar de repeti-los até desaparecer a tentação. (…)
    O terceiro meio é a recepção assídua dos Santos Sacramentos da Confissão e da Comunhão. É de suma importância revelar quanto antes ao confessor as tentações impuras. (…)
    O quarto meio é a devoção à Imaculada Mãe de Deus, que é chamada a Virgem das Virgens. Quantos jovens não se conservaram puros e castos como Anjos, devido à devoção à Santíssima Virgem!
    O quinto meio é a fuga da ociosidade. (…) “Quem trabalha é tentado por um demônio só; quem vive ocioso, é atacado por uma multidão deles”, diz São Boaventura.
    O sexto meio consiste no emprego de todas as precauções exigidas pela prudência, tais como a modéstia dos olhos, a vigilância sobre as inclinações do coração, a fugida das ocasiões perigosas, etc.
    Então, é possível, sim, viver a castidade, muito embora o mundo lute, com todas as forças, para que vivamos a impureza e a devassidão. É importante lembrar, porém, que todo esforço humano, sem a graça de Deus, resulta em fracasso. Urge apegarmo-nos constantemente aos meios sobrenaturais, a fim de que sejamos vitoriosos nesta batalha pela pureza. E não temamos; o Senhor está conosco!
    Graça e paz.
    Salve Maria Santíssima!



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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo