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    terça-feira, 27 de maio de 2014

    ACI Digital: O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa













    NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com










    27 de maio de 2014






    O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa


    ROMA, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco visitou na manhã de hoje a Basílica romana de Santa Maria Maior para agradecer a Mãe de Deus pelo bom êxito da viagem à Terra Santa e confiar a ela os frutos desta peregrinação.


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    MANCHETES DO DIA











    VATICANO
    O abuso de um menor “é como uma missa negra”, denuncia o Papa Francisco e reitera tolerância zero
    O Papa Francisco anuncia viagem ao Sri Lanka e Filipinas

    MUNDO
    Terra Santa: Extremista tenta incendiar Abadia da Dormição
    O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa
    O Papa Francisco lamenta que em alguns lugares não se possa usar um crucifixo ou ler a Bíblia
    Que a mensagem do Papa Francisco na Terra Santa suscite justiça e paz, espera o Patriarca de Jerusalém





    Católico em Dia



    Evangelho:





    Santo ou Festa:
    Santo Agostinho de Cantuária



    Um pensamento:

    Quando se deixa de acreditar em Deus, em seguida se acredita em algo.

    G. K. Chesterton













    VATICANO








    O abuso de um menor “é como uma missa negra”, denuncia o Papa Francisco e reitera tolerância zero

    ROMA, 27 Mai. 14 (ACI) .- No voo de volta de Israel a Roma, o Papa Francisco condenou mais uma vez o abuso sexual de menores cometido por sacerdotes, comparou este crime com uma “missa negra”, esclareceu que não há privilégios para os bispos que cometam este crime e anunciou que no início de junho se reunirá com um grupo de vítimas no Vaticano.

    Ao ser perguntado por um jornalista sobre o que fará se encontrar um bispo que não cumpre com as normas das Igrejas locais nesta delicada matéria, o Papa Francisco esclareceu que “não há privilégios” para os pastores que cometam estes crimes.

    “Na Argentina, chamamos os privilegiados de ‘filhos de papai’. Pois bem, sobre este tema não haverá filhos de papai. Neste momento, há três bispos sob investigação e um deles, já condenado, tem a pena em estudo. Não há privilégios neste tema dos menores”, explicou.

    Explicou que “é um problema muito grave. Um sacerdote que comete um abuso, trai o corpo do Senhor. O padre deve levar o menino ou a menina à santidade. E o menor confia nele. E ao invés de levá-lo à santidade, abusa. É gravíssimo.”.

    “É como fazer uma missa negra! Ao invés de levá-lo à santidade, o leva a um problema que terá por toda a vida”, enfatizou.

    O Papa anunciou que nos primeiros dias de junho “haverá uma missa com algumas pessoas abusadas, na Santa Marta, e depois haverá uma reunião com eles. São pessoas da Alemanha, duas da Inglaterra ou Irlanda... Serão uns oito, com o Cardeal (Francis) O'Malley, da comissão. Sobre isto se deve prosseguir com tolerância zero!”.

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    O Papa Francisco anuncia viagem ao Sri Lanka e Filipinas

    VATICANO, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco confirmou que viajará em janeiro de 2015 para visitar o Sri Lanka e as regiões afetadas pelo tufão nas Filipinas. Fez esta confirmação durante a roda de imprensa que concedeu no avião de volta de Israel a Roma.

    O Santo Padre explicou que “com respeito à Ásia, há duas viagens programadas. Primeira, a da Coréia do Sul para o encontro dos jovens cristãos (em agosto de 2014). E em janeiro de 2015, uma viagem de dois dias ao Sri Lanka, e depois as Filipinas às regiões afetadas pelo tufão”.

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    MUNDO








    Terra Santa: Extremista tenta incendiar Abadia da Dormição

    JERUSALÉM, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Poucos minutos depois que o Papa Francisco terminou a Missa no Cenáculo –como parte de sua visita a Terra Santa-, um desconhecido tentou incendiar a Abadia da Dormição, lugar onde a tradição afirma que a Virgem Maria teria dormido antes de ser assunta ao Céu.

    A agência EFE informou que segundo testemunhas, poucos depois que o Papa deixou o lugar e quando os franciscanos retiravam as cruzes do recinto, um desconhecido ateou fogo em um livro e o colocou entre os bancos e pequenas cruzes de madeira, causando um incêndio que foi rapidamente controlado.

    "Chamamos imediatamente a polícia e, felizmente, ainda havia o dispositivo de segurança por causa da visita do papa. Os bombeiros vieram e controlaram as chamas", explicou a esta agência um dos monges beneditinos que administram a abadia.

    A Polícia de Israel investiga este fato. Outras testemunhas disseram a EFE que depois da Missa celebrada por Francisco, um grupo de jovens judeus ultra-ortodoxos acompanhados por um rabino tiveram uma discussão com os frades franciscanos e os acusaram de terem profanado com suas cruzes a sacralidade judaica do edifício onde está o Cenáculo.

    Desde o século XII os judeus afirmam que nos alicerces deste edifício está o túmulo do rei Davi. Por este motivo as autoridades não permitem que se celebrem Missas no Cenáculo, com exceção de Quinta-feira Santa e Pentecostes. Entretanto, estenderam uma permissão especial com ocasião da visita do Papa Francisco.

    Situado no Monte Sião, o Cenáculo foi durante 200 anos propriedade da Custódia franciscana da Terra Santa, mas Suleiman o Magnífico, o expropriou no século XVI e com a criação do Estado de Israel em 1948 passou a ser administrado pelos israelenses.

    A parte reivindicada pelos cristãos e os edifícios vizinhos foram objeto, nos últimos anos, de repetidos ataques, pichações e manifestações de extremistas judeus que exigem a expulsão dos cristãos.


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    O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa

    ROMA, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco visitou na manhã de hoje a Basílica romana de Santa Maria Maior para agradecer a Mãe de Deus pelo bom êxito da viagem à Terra Santa e confiar a ela os frutos desta peregrinação.

    O Cardeal Santos Abril y Castelló, Arcipreste da Basílica, explicou à Rádio Vaticano que o Santo Padre ofereceu um buquê de flores a Nossa Senhora, recolhendo-se, a seguir, em oração por alguns minutos e depois cumprimentou os fiéis presentes.

    Do mesmo modo, o Cardeal comentou que viu o Pontífice “muito feliz” pela visita a Terra Santa.

    Durante o pontificado de Francisco, foi em várias ocasiões à basílica para rezar e apresentar suas intenções a Nossa Senhora. Também o fez na sexta-feira passada, antes de partir para Terra Santa.

    Desde o início de seu pontificado em março de 2013, é a nona visita do Papa à Basílica.

    O Cardeal Santos Abril y Castelló disse faz alguns dias que “o Papa Francisco sempre vem a Santa Maria Maior com muito gosto porque encontra na Mãe a guia e a inspiração para toda sua ação”.

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    O Papa Francisco lamenta que em alguns lugares não se possa usar um crucifixo ou ler a Bíblia

    ROMA, 27 Mai. 14 (ACI) .- Consultado sobre a liberdade religiosa e a liberdade de expressão em países asiáticos como a Coréia do Norte e China, o Papa Francisco esclareceu que “o problema da falta de liberdade para praticar a religião não é só de alguns países asiáticos. Também se dá em outros países do mundo”.

    “A liberdade religiosa é algo que nem todos os países têm. Alguns têm um controle mais fácil e tranquilo, outros tomam medidas que acabam em uma verdadeira perseguição”, explicou aos jornalistas a bordo do avião que o levou de Israel a Roma.

    “Há mártires. Há mártires hoje. Mártires cristãos, católicos e não católicos. Há lugares onde não se pode usar um crucifixo ou ler a Bíblia, onde não se pode ensinar o catecismo. Eu acho que hoje, se não estou errado, há mais mártires que nos primeiros tempos da Igreja”.

    O Pontífice disse logo que “devemos nos aproximar destes casos com prudência para ajudar, devemos rezar muito por estas Igrejas que sofrem. Também os bispos e a Santa Sé trabalham para ajudar os cristãos destes países. Mas não é uma coisa fácil”.

    “Digo uma coisa: em um país está proibido rezar juntos. Os cristãos querem celebrar a Eucaristia. Há um senhor que trabalha como operário que é sacerdote. Fazem como se estivesse tomando o chá e celebram a missa. Isto acontece hoje”, assegurou.

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    Que a mensagem do Papa Francisco na Terra Santa suscite justiça e paz, espera o Patriarca de Jerusalém

    JERUSALÉM, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Dom Fouad Twal é o Patriarca Latino de Jerusalém e como tal dirige a Igreja Católica em Israel, Territórios Palestinos e Jordânia e é Arcebispo de Jerusalém, razão pela qual foi um dos principais acompanhantes do Papa Francisco em sua visita histórica à Terra Santa.

    Ante uma viagem como esta, Dom Twal recordou que um dos momentos mais importantes foi “o encontro no Santo Sepulcro entre o Papa Francisco e o Patriarca Ortodoxo de Constantinopla Bartolomeu”.

    Segundo precisa o Arcebispo de Jerusalém, “a visita é pastoral, certamente, é uma viagem espiritual como afirmou várias vezes o Papa, para rezar e dialogar com os outros, mas não falta a dimensão política. Suas palavras e gestos iluminarão tanto as pessoas comuns como os dirigentes políticos”, afirmou.

    E é que conforme explica Dom Twal “a situação no Oriente Médio é muito complexa, muito complicada. O número dos refugiados na Jordânia continua em aumento com o que significa de injustiça para estas pessoas e, desestabilização para um Reino pequeno como a Jordânia. Por isso, que a paz na Síria ajudará a restabelecer o frágil equilíbrio regional, sanando por sua vez as feridas da guerra no povo sírio e fazendo com que o povo da Jordânia recupere a serenidade de vida”.

    Porque os temas que o Oriente Médio enfrenta são muitos e muito variados, entre eles Sua Beatitude destaca como “tema preocupante” o despertar do fanatismo em alguns ambientes muçulmanos e judeus e afirma que “o fanatismo nunca é o caminho válido para nenhuma causa. Muito menos quando o fanatismo pretende usar o Nome de Deus. Esperamos muitas mensagens do Papa Francisco para mais justiça e paz”.

    Conforme assegura o anfitrião do Papa na Terra Santa, esta visita “é muito curta e isso faz que muitos cristãos e também muitas outras pessoas não possam chegar a vê-lo. Por exemplo, em Jerusalém, onde a cidade estará literalmente blindada, apenas poucas pessoas da paróquia puderam ver o Papa indo para Belém”, por isso se une ao desejo de que “o Santo Padre possa voltar na Terra Santa para que mais gente tenha a possibilidade de vê-lo. Sabemos que seria algo totalmente fora do comum, mas seria uma coisa ótima”.

    Trata-se de uma viagem que Dom Twal definiu como “uma grande alegria para todos os cristãos da Terra Santa. Certamente de um modo especial para os católicos, mas, para falar a verdade, e graças à união existencial que existe entre todos os crentes de Cristo na região, todos: católicos, ortodoxos, anglicanos, luteranos, todos aqueles que acreditam no Senhor Jesus reconhecem, admiram e amam o Papa”.

    Conforme explica, “os Papas nos ensinam qual é a atitude que o cristão que vem à Terra Santa deve ter. O cristão vem como peregrino, vem para visitar os lugares santificados pela presença dos Patriarcas, dos profetas e especialmente por Jesus Cristo, para meditar nos mistérios da nossa salvação e para rezar, para unir-se mais a Deus”, mas outro aspecto importante também é o de conhecer como vivem os católicos na Terra Santa: “Todos os papas peregrinos tiveram um contato direto com a comunidade cristã do lugar que representa aproximadamente dois por cento da população total”.

    E embora assegure que “não haja diferenças essenciais” entre as viagens que realizaram os predecessores de Francisco, sim reconhece que “será belo participar das manifestações e momentos de oração com o Santo Padre, mas será mais belo ainda ler os discursos do Papa Francisco, meditar e encontrar na mensagem do santo Padre um programa de vida para todos, fiéis leigos e religiosos, civis e dirigentes políticos, cristãos, judeus e muçulmanos”.

    Apesar de tratar-se de uma viagem pastoral, o Papa Francisco abriu as portas do Vaticano para propiciar um encontro entre palestinos e israelenses. Algo que Dom Twal define como “uma política constante da Santa Sé intervir pela Paz no mundo inteiro, como em seu momento interveio no conflito entre a Argentina e Chile”.

    Por isso o Arcebispo de Jerusalém está seguro de que esta visita “ajudará o Papa a conhecer melhor a complexa situação da região. Na Jordânia com o encontro com refugiados sírios e em Belém com o almoço com famílias pobres da zona além da visita às crianças de três campos de refugiados palestinos”.

    É óbvio, os encontros com autoridades israelenses e palestinas, judaicas, muçulmanas, drusas e cristãs contribuirão ao Papa uma visão interna da situação nessa zona. Mas, sobretudo, Dom Twal espera “que o exemplo e as palavras do Santo Padre estimulem os governantes a trabalhar com determinação por uma paz justa e estável”.

    Uma paz justa e estável na qual o líder da igreja católica em Israel, Territórios Palestinos e Jordânia, assegura que para consegui-la será necessário encontrar “a solução dos dois Estados e ligado a este o tema das fronteiras, devem ser dois Estados soberanos com fronteiras reconhecidas mútua e internacionalmente”.

    “Assim se poderá dar uma resposta mais realista ao tema dos refugiados palestinos, a quem se deve reconhecer o direito de retorno a sua pátria e finalmente o tema do estatuto de Jerusalém, garantindo o livre acesso de todos os crentes aos lugares Santos”.

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    sábado, 24 de maio de 2014

    ACI Digital: Visita à Terra Santa: O Papa Francisco ora à beira do rio Jordão













    NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com










    24 de maio de 2014






    Visita à Terra Santa: O Papa Francisco ora à beira do rio Jordão


    AMAN, 24 Mai. 14 (ACI) .- O Papa Francisco realizou uma silenciosa oração na sua visita hoje ao rio Jordão, lugar onde Jesus foi batizado como parte de sua visita a Terra Santa, para posteriormente ir ao encontro dos refugiados e deficientes físicos na Igreja Latina de Betânia.


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    MANCHETES DO DIA











    VATICANO
    O Papa Francisco encomenda à Virgem Maria sua peregrinação à Terra Santa
    [Íntegra]: Discurso do Papa no encontro com autoridades na Jordânia

    MUNDO
    Visita à Terra Santa: Papa Francisco deixa o estrado para aproximar-se de um jovem deficiente físico
    Que Deus converta os violentos, diz o Papa Francisco em um campo de refugiados em Betânia
    Visita à Terra Santa: O Papa Francisco ora à beira do rio Jordão
    [Íntegra] O Papa Francisco recorda no Jordão que a paz se constrói e não se pode comprar
    Liberdade religiosa é direito humano fundamental, afirma o Papa Francisco em discurso às autoridades na Jordânia





    Católico em Dia



    Evangelho:





    Santo ou Festa:
    Festa de Maria Auxiliadora



    Um pensamento:

    Quando o homem se separa de Deus, no Deus quem o persegue, mas sim os dolos.

    Joseph Ratzinger













    VATICANO








    O Papa Francisco encomenda à Virgem Maria sua peregrinação à Terra Santa

    ROMA, 23 Mai. 14 (ACI) .- O Papa Francisco visitou de maneira individual na manhã de hoje Basílica da Santa Maria Maior em Roma para orar e confiar à Mãe de Jesus, a Santíssima Virgem Maria, sua peregrinação a Terra Santa que começa neste sábado 24 de maio e culmina no domingo 26.

    Depois de aproximadamente 15 minutos de recolhimento e oração ante a imagem Mariana conhecida como a Salus populi romani (Protetora do Povo Romano), o Papa Francisco ofereceu um ramo de rosas brancas e amarelas aos pés da Virgem.

    Desde o início de seu ministério petrino em março de 2013, esta foi a oitava visita do Pontífice à Virgem Maria na igreja mais antiga a Ela dedicada no mundo. Vale recordar que o Papa confiou a Ela seu pontificado.

    Em declarações à Rádio Vaticano, o Arcipreste da Basílica Santa Maria Maior, o Cardeal espanhol Santos Abril e Castelló, explicou que “o Papa Francisco sempre vem a Santa Maria Maior com muito gosto porque encontra na Mãe a guia e a inspiração para toda sua ação”.

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    [Íntegra]: Discurso do Papa no encontro com autoridades na Jordânia

    AMAN, 24 Mai. 14 (ACI) .-


    Discurso do Papa Francisco na Cerimônia de boas-vindas no Palácio Real em Amã (Jordânia)


    Sábado, 24 de maio de 2014





    Majestade





    Excelências, Amados Irmãos Bispos,





    Queridos Amigos!





    Agradeço a Deus por poder visitar o Reino Hachemita da Jordânia, seguindo os passos dos meus antecessores Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI, e agradeço a Sua Majestade o Rei Abdullah II pelas suas cordiais palavras de boas-vindas, com viva recordação do recente encontro no Vaticano. Estendo a minha saudação aos membros da Família Real, ao Governo e ao povo da Jordânia, uma terra rica de história e de grande significado religioso para o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.





    Este País oferece generoso acolhimento a um grande número de refugiados palestinenses, iraquianos e vindos de outras áreas de crise, nomeadamente da vizinha Síria, abalada por um conflito que já dura há muito tempo. Tal acolhimento merece a estima e o apoio da comunidade internacional. A Igreja Católica quer, na medida das suas possibilidades, empenhar-se na assistência aos refugiados e a quem vive em necessidade, sobretudo através da Cáritas Jordana.





    Ao mesmo tempo que constato, com pena, a persistência de fortes tensões na área médio-oriental, agradeço às autoridades do Reino aquilo que fazem e encorajo a continuarem a empenhar-se na busca da desejada paz duradoura para toda a região; para tal objectivo, torna-se imensamente necessária e urgente uma solução pacífica para a crise síria, bem como uma solução justa para o conflito israelita-palestinense.





    Aproveito esta oportunidade para renovar o meu profundo respeito e a minha estima à comunidade muçulmana e manifestar o meu apreço pela função de guia desempenhada por Sua Majestade o Rei na promoção duma compreensão mais adequada das virtudes proclamadas pelo Islã e da serena convivência entre os fiéis das diferentes religiões. Exprimo a minha gratidão à Jordânia por ter incentivado uma série de importantes iniciativas em prol do diálogo inter-religioso visando promover a compreensão entre judeus, cristãos e muçulmanos, nomeadamente a «Mensagem Inter-religiosa de Aman», e por ter promovido no âmbito da ONU a celebração anual da «Semana de Harmonia entre as Religiões».





    Uma saudação cheia de afecto quero agora dirigir às comunidades cristãs, que, presentes no país desde a era apostólica, oferecem a sua contribuição para o bem comum da sociedade na qual estão plenamente inseridas. Embora hoje sejam numericamente minoritárias, conseguem desempenhar uma qualificada e apreciada acção no campo da educação e da saúde, através de escolas e hospitais, e podem professar com tranquilidade a sua fé, no respeito da liberdade religiosa, que é um direito humano fundamental, esperando vivamente que o mesmo seja tido em grande consideração em todo o Médio Oriente e no mundo inteiro. Tal direito «implica tanto a liberdade individual e colectiva de seguir a própria consciência em matéria de religião, como a liberdade de culto (…), a liberdade de escolher a religião q! ue se crê ser verdadeira e de manifestar publicamente a própria crença» (BENTO XVI, Exort. ap. Ecclesia in Medio Oriente, 26). Os cristãos sentem-se e são cidadãos de pleno direito e pretendem contribuir para a construção da sociedade, juntamente com os seus compatriotas muçulmanos, oferecendo a sua específica contribuição.





    Por fim, formulo sentidos votos de paz e prosperidade para o Reino da Jordânia e seu povo, com a esperança de que esta visita contribua para incrementar e promover boas e cordiais relações entre cristãos e muçulmanos.





    Agradeço-vos pela vossa hospitalidade e cortesia. Deus Omnipotente e Misericordioso conceda a Suas Majestades felicidade e longa vida e cubra a Jordânia com as suas bênçãos. Salam!

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    MUNDO








    Visita à Terra Santa: Papa Francisco deixa o estrado para aproximar-se de um jovem deficiente físico

    AMAN, 24 Mai. 14 (ACI) .- Como já é usual desde que iniciou seu Pontificado, o Papa Francisco teve novamente um gesto de afeto ao deixar o estrado de onde escutava os testemunhos das crianças e jovens deficientes e refugiados –presentes na Igreja Latina da Betânia-, para abaixar-se e abraçar a um jovem portador de deficiência, antes que os voluntários levantassem a cadeira em que estava para levá-lo a Santo Padre.

    Logo depois de pronunciar um discurso, o Santo Padre ouviu atentamente –graças à tradução de um sacerdote franciscano- os testemunhos dos jovens e crianças que são atendidos nos campos de refugiados que há na Jordânia, aonde chegam fugindo da violência na Síria, Iraque e outras regiões do Meio Oriente.

    Um dos testemunhos foi o de um menino de aproximadamente onze anos e que padece de leucemia. “Não sei por que isto me sucede, mas sigo rezando a Deus”, expressou o menor, que desde 2012 recebe quimioterapia.

    Anteriormente, uma mulher cristã Iraquiana relatou ao Pontífice o sofrimento de seu povo, o qual, afirmou, deseja a paz. O mesmo fez uma jovem palestina.

    Finalmente, falou-se do caso de um jovem deficiente físico, cuja história foi relatada por uma mulher. Ao concluir, um grupo de voluntários estavam por levantar a cadeira para levar este jovem até o Pontífice, mas Francisco se levantou primeiro e desceu do estrado para aproximar-se do jovem, a quem abraçou e dedicou algumas palavras. Vários dos presentes aproveitaram para rodear o Papa e expressar seu agradecimento por visitar a Terra Santa.

    Com este encontro foi concluído o programa do Francisco no Jordânia. Amanhã domingo, às 08:30h do horário local, partirá em helicóptero para Belém.

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    Que Deus converta os violentos, diz o Papa Francisco em um campo de refugiados em Betânia

    AMã, 24 Mai. 14 (ACI) .- Na localidade da Betânia perto ao lugar onde Jesus foi batizado, o Papa Francisco dirigiu um discurso a um grupo de aproximadamente 600 refugiados e de jovens portadores de deficiência física, ante os quais reafirmou sua grande preocupação pelo conflito na Síria, e expressou seu desejo de que Deus converta o coração dos violentos e os que fazem projetos de guerra. Neste sentido, o Santo Padre também fez uma forte denúncia contra quem fabrica e vendem armas.

    A seguir o discurso de Sua Santidade:

    Amados irmãos e irmãs!

    Na minha peregrinação, desejei ardentemente encontrar-me convosco que, devido a conflitos sangrentos, tivestes de deixar as vossas casas e a vossa pátria, encontrando refúgio nesta terra hospitaleira da Jordânia e também convosco, queridos jovens, que sentis o peso de alguma limitação física.

    Este lugar, onde nos encontramos, lembra-nos o baptismo de Jesus. Vindo aqui ao Jordão para ser baptizado por João, mostra a sua humildade e a partilha da condição humana: abaixa-Se até nós e, com o seu amor, devolve-nos a dignidade e dá-nos a salvação. Não cessa de nos impressionar esta humildade de Jesus, que Se debruça sobre as feridas humanas para as curar. E, da nossa parte, ficamos profundamente tocados com os dramas e as feridas do nosso tempo, especialmente as feridas provocadas pelos conflitos ainda em curso no Médio Oriente. Penso, em primeiro lugar, na Síria, dilacerada por uma luta fratricida que dura desde há três anos e já ceifou inúmeras vítimas, obrigando milhões de pessoas a tornarem-se refugiados e exilados noutros países.

    Agradeço às autoridades e ao povo jordano pela generosa hospitalidade dada a um número altíssimo de refugiados provenientes da Síria e do Iraque, e estendo os meus agradecimentos a todos aqueles que lhes prestam ajuda nas várias obras de assistência e solidariedade. Penso também na obra de caridade realizada por instituições da Igreja como a Cáritas Jordana e outras que, assistindo os necessitados sem distinção de crença religiosa, filiação étnica ou ideológica, manifestam o esplendor do rosto caritativo de Jesus misericordioso. Deus todo-poderoso e clemente vos abençoe a todos e a cada um dos vossos esforços por aliviar os sofrimentos causados pela guerra!

    Faço apelo à comunidade internacional para que não deixe a Jordânia sozinha a enfrentar a emergência humanitária provocada pela chegada ao seu território de um número tão alto de refugiados, mas continue e incremente a sua ação de apoio e ajuda. E renovo o meu apelo mais veemente pela paz na Síria. Cessem as violências e seja respeitado o direito humanitário, garantindo a necessária assistência à população que sofre! Todos ponham de parte a pretensão de deixar às armas a solução dos problemas e voltem ao caminho das negociações. Na realidade, a solução só pode vir do diálogo e da moderação, da compaixão por quem sofre, da busca de uma solução política e do sentido de responsabilidade pelos irmãos.



    A vós, jovens, peço que vos unais à minha oração pela paz. Podeis fazê-lo também oferecendo a Deus as vossas fadigas diárias, tornando-se assim particularmente preciosa e eficaz a vossa oração. E encorajo-vos a colaborar, com o vosso empenho e a vossa sensibilidade, na construção duma sociedade respeitadora dos mais frágeis, dos doentes, das crianças, dos idosos. Apesar das dificuldades da vida, sede sinal de esperança. Vós estais no coração de Deus e das minhas orações, e agradeço-vos pela vossa presença entusiasta e numerosa.

    No final deste encontro, renovo meus votos de que prevaleçam a razão e a moderação e que a Síria reencontre, com a ajuda da comunidade internacional, o caminho da paz. Deus converta os violentos e aqueles que têm projetos de guerra e converta os corações e as mentes dos operadores de paz e os recompense com todas as bênçãos.

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    Visita à Terra Santa: O Papa Francisco ora à beira do rio Jordão

    AMAN, 24 Mai. 14 (ACI) .- O Papa Francisco realizou uma silenciosa oração na sua visita hoje ao rio Jordão, lugar onde Jesus foi batizado como parte de sua visita a Terra Santa, para posteriormente ir ao encontro dos refugiados e deficientes físicos na Igreja Latina de Betânia.

    O Santo Padre chegou até o rio em um automóvel descoberto. Ao chegar, foi recebido pela autoridade arqueológica do lugar. Para poder descender pelas escalinatas, o Papa foi ajudado por um sacerdote franciscano, devido a que –como se sabe-, Francisco sofre um problema na coluna, o que lhe dificulta inclinar-se.

    Apesar desta dificuldade, o Pontífice aproveitou um momento para ajoelhar-se e tocar com sua mão um pouco da água do rio Jordão, para em seguida colocá-la sobre sua frente e ficar a sós.

    Depois de um breve momento de oração, Francisco fez o sinal da cruz e retomou o caminho para dirigir-se para outro ponto do rio, onde os fiéis de diversas denominações cristãs são batizadas por imersão. Neste lugar, o Papa foi recebido pelos reis do Jordânia.

    Depois de um breve momento de reflexão, o Santo Padre se retirou a assinar o livro de visitas, onde as autoridades entregaram uma garrafa com água do rio e um quadro como obséquios. Posteriormente, o Papa saiu ao encontro dos refugiados e deficientes.

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    [Íntegra] O Papa Francisco recorda no Jordão que a paz se constrói e não se pode comprar

    AMAN, 24 Mai. 14 (ACI) .- Na homilia da Missa que presidiu esta tarde (hora local) no estádio internacional de Amã na Jordânia, o Papa Francisco explicou que a paz não se pode comprar e que é necessário construi-la na vida cotidiana.

    Abaixo segue na Íntegra a homilia do Santo Padre:

    Ouvimos, no Evangelho, a promessa de Jesus aos discípulos: «Eu apelarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito para que esteja sempre convosco» (Jo 14, 16). O primeiro Paráclito é o próprio Jesus; o «outro» é o Espírito Santo.

    Aqui não estamos muito longe do lugar onde o Espírito Santo desceu poderosamente sobre Jesus de Nazaré, depois de João O ter baptizado no rio Jordão (cf. Mt 3, 16). Por isso, o Evangelho deste domingo e também este lugar, onde, graças a Deus, me encontro como peregrino, convidam-nos a meditar sobre o Espírito Santo, sobre aquilo que Ele realiza em Cristo e em nós e que podemos resumir da seguinte maneira: o Espírito realiza três acções, ou seja, prepara, unge e envia.

    No momento do baptismo, o Espírito pousa sobre Jesus a fim de O preparar para a sua missão de salvação; missão caracterizada pelo estilo do Servo humilde e manso, pronto à partilha e ao dom total de Si mesmo. Mas o Espírito Santo, presente desde o início da história da salvação, já tinha agido em Jesus no momento da sua concepção no ventre virginal de Maria de Nazaré, realizando o evento maravilhoso da encarnação: «O Espírito Santo virá sobre ti – diz o Anjo a Maria – e a força do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra, e tu darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus» (cf. Lc 1, 35.31). Depois, o Espírito Santo tinha actuado sobre Simeão e Ana, no dia da apresentação de Jesus no Templo (cf. Lc 2, 22). Ambos à espera do Messias, ambo! s inspirados pelo Espírito Santo, Simeão e Ana, à vista do Menino, intuem que Ele é mesmo o Esperado por todo o povo. Na atitude profética dos dois anciãos, exprime-se a alegria do encontro com o Redentor e, de certo modo, actua-se uma preparação do encontro entre o Messias e o povo.

    As diferentes intervenções do Espírito Santo fazem parte de uma acção harmónica, de um único projecto divino de amor. Com efeito, a missão do Espírito Santo é gerar harmonia – Ele mesmo é harmonia – e realizar a paz nos vários contextos e entre diferentes sujeitos. A diferença de pessoas e a divergência de pensamento não devem provocar rejeição nem criar obstáculo, porque a variedade é sempre enriquecedora. Por isso hoje, com coração ardente, invoquemos o Espírito Santo, pedindo-Lhe que prepare o caminho da paz e da unidade.

    Em segundo lugar, o Espírito Santo unge. Ungiu interiormente Jesus, e unge os discípulos para que tenham os mesmos sentimentos de Jesus e possam, assim, assumir na sua vida atitudes que favoreçam a paz e a comunhão. Com a unção do Espírito, a nossa humanidade é marcada pela santidade de Jesus Cristo e tornamo-nos capazes de amar os irmãos com o mesmo amor com que Deus nos ama. Portanto, é necessário praticar gestos de humildade, fraternidade, perdão e reconciliação. Estes gestos são pressuposto e condição para uma paz verdadeira, sólida e duradoura. Peçamos ao Pai que nos unja para nos tornarmos plenamente seus filhos, configurados cada vez mais a Cristo, a fim de nos sentirmos todos irmãos e, assim, afastar de nós rancores e divisões e amar-nos fraternalmente. Isto mesmo nos pediu Jesus no Evangelho: «Se me tendes a! mor, cumprireis os meus mandamentos, e Eu apelarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito para que esteja sempre convosco» (Jo 14, 15-16).

    E, por último, o Espírito Santo envia. Jesus é o Enviado, cheio do Espírito do Pai. Ungidos pelo mesmo Espírito, também nós somos enviados como mensageiros e testemunhas de paz.

    A paz não se pode comprar: é um dom que se deve buscar pacientemente e construir «artesanalmente» através dos pequenos e grandes gestos que formam a nossa vida diária. Consolida-se o caminho da paz, se reconhecermos que todos temos o mesmo sangue e fazemos parte do género humano; se não nos esquecermos que temos um único Pai celeste e que todos nós somos seus filhos, feitos à sua imagem e semelhança.

    Neste espírito, vos abraço a todos: o Patriarca, os irmãos Bispos, os sacerdotes, as pessoas consagradas, os fiéis leigos, a multidão de crianças que hoje fazem a Primeira Comunhão e os seus familiares. Com todo o meu coração saúdo também os numerosos refugiados cristãos que vieram da Palestina, da Síria e do Iraque: levai às vossas famílias e comunidades a minha saudação e a minha solidariedade.

    Queridos amigos! O Espírito Santo desceu sobre Jesus no Jordão e deu início à sua obra de redenção para libertar o mundo do pecado e da morte. A Ele pedimos que prepare os nossos corações para o encontro com os irmãos independentemente das diferenças de ideias, língua, cultura, religião; que unja todo o nosso ser com o óleo da sua misericórdia que cura as feridas dos erros, das incompreensões, das controvérsias; que nos envie, com humildade e mansidão, pelas sendas desafiadoras mas fecundas da busca da paz. Amen!

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    Liberdade religiosa é direito humano fundamental, afirma o Papa Francisco em discurso às autoridades na Jordânia

    AMAN, 24 Mai. 14 (ACI) .- Em seu discurso às autoridades do reino do Jordânia, o Papa Francisco disse hoje que a liberdade religiosa é um direito humano fundamental que deve ser considerado não só no Meio Oriente a não ser em todo mundo.

    Depois de saudar as comunidades cristãs na Jordânia, o Santo Padre disse que “apesar de ser hoje numericamente minoritárias, têm a possibilidade de desenvolver um qualificada e reconhecida trabalho no campo educativo e sanitário, mediante escola e hospitais”

    Os cristãos, continuou o Papa, “podem professar com tranquilidade a sua fé, no respeito da liberdade religiosa, que é um direito humano fundamental, esperando vivamente que o mesmo seja tido em grande consideração em todo o Médio Oriente e no mundo inteiro”.

    Recordando o que já havia dito o Supremo Pontífice Emérito, Bento XVI, no documento Ecclesia in Medio Oriente, o Papa assinalou que “este direito ‘abrange tanto a liberdade individual como coletiva de seguir a própria consciência em matéria religiosa como a liberdade de culto… a liberdade de escolher a religião que se estima verdadeira e de manifestar publicamente a própria crença’”.

    “Os cristãos sentem-se e são cidadãos de pleno direito e pretendem contribuir para a construção da sociedade, juntamente com os seus compatriotas muçulmanos, oferecendo a sua específica contribuição”, adicionou.

    Para concluir, o Pontífice discursou: “Por fim, formulo sentidos votos de paz e prosperidade para o Reino da Jordânia e seu povo, com a esperança de que esta visita contribua para incrementar e promover boas e cordiais relações entre cristãos e muçulmanos”.

    “Agradeço-vos pela vossa hospitalidade e cortesia. Deus Omnipotente e Misericordioso conceda a Suas Majestades felicidade e longa vida e cubra a Jordânia com as suas bênçãos. Salam!”, concluiu.

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    quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

    No dia 29 de Janeiro: oração pela paz na Terra Santa

    ZP12012409 - 24-01-2012
    Permalink: http://www.zenit.org/article-29549?l=portuguese

    No dia 29 de Janeiro: oração pela paz na Terra Santa


    Comunicado de imprensa da IV Jornada Internacional de intercessão pela paz na Terra Santa


    ROMA, terça-feira, 24 janeiro de 2012 (ZENIT.org) .- Oferecemos aos nossos leitores o comunica do de imprensa da IV Jornada Internacional de intercessão pela paz na Terra Santa, agendada para domingo, 29 de janeiro.

    2.500 cidades de todo o mundo rezarão pela paz na terra de Jesus no próximo 29 de Janeiro. Se realizará nesta data a IV Jornada internacional de intercessão pela paz na Terra Santa, uma iniciativa de oração nascida pelo desejo de algumas associações católicas juvenís, que há alguns anos também o Santo Padre e toda a Igreja celebram em comunhão com o Patriarcado Latino de Jerusalém e com a custódia da Terra Santa. A Jornada – numa ideal passagem de testemunho - será precedida pela Semana de oração Extraordinária de todas as Igrejas pela Reconciliação, a Unidade e a Paz, que se realizará junto à igreja Copta-Ortodoxa de Jerusalém na tarde do 28 de janeiro.

    Desde a sua primeira edição, a Jornada tem envolvido muitos jovens nos momentos de adoração eucarística nas Igrejas dos 5 continentes; a eles, em particular, dirigiu-se o Cardeal Peter Turkson, Presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz. "Os jovens - escreve o cardeal na sua mensagem para a ocasião - são e podem ser um recurso para a paz se eles vivem a sua liberdade em conexão com a verdade, com o bem e com Deus. Só assim colocam profundas raízes ao seu compromisso pela justiça e pela paz. (...) O período da juventude é aquela estação da vida na qual se olha para os grandes valores que hoje, infelizmente, parecem estar muito fracos: a verdade, a liberdade, a justiça, o amor, a fraternidade". "Agradeço-vos – conclui o cardeal Turkson - porque mostrais ao mundo o rosto jovem, ativo e bonito da Igreja de Cristo".

    A Jornada é promovida por diversas realidades juvenis: da Associação Nacional Papaboys (www.papaboys.it), pelo Apostolado "Jovens pela Vida" (www.youthfl.org), pelas Capelas de Adoração Perpétua em toda a Itália e em todo o mundo , por grupos de adorações eucarísticas (www.adorazione.org), pelas Associações para a Promoção da oração Extraordinária de todas as igrejas pela reconciliação, a unidade e a paz, começando por Jerusalém. Uma representação destas realidades associativas estará presente no domingo, às 12hs, na Praça de São Pedro para o Angelus do Santo Padre Bento XVI, para também participar da festa da paz dos jovens da Ação Católica.

    Para aderir à iniciativa, é necessário inserir na celebração eucarística do domingo 29 de janeiro, uma oração especial pela Terra Santa, ou um momento de adoração eucarística no final da Santa Missa. O horário da celebração, o nome da Igreja ou o grupo de oração e a cidade devem ser comunicados pelo e-mail para ufficiostampa@papaboys.it

    Nesta quarta edição também será possível acompanhar o evento pela Telepace, que cobrirá ao vivo no dia 29 de janeiro das 9hs às 13hs. Depois da santa missa e de um breve momento de adoração, muitos convidados se revezarão no estúdio. Vários serviços e aprofundamentos da Itália e de Jerusalém apresentarão os melhores momentos desta Jornada de oração, antes de colocar no ar o Angelus do Santo Padre. Depois se terão os testemunhos da praça de São Pedro e as reflexões conclusivas sobre a Jornada.

    A Jornada, a nível internacional será inaugurada por uma celebração que se terá no dia 29 de janeiro às 5 horas, hora  italiana, no Calvário de Jerusalém. Também o Custódio da Terra Santa, padre Pierbattista Pizzaballa, interveio com a sua saudação: "Bem-vindo, então, à IV Jornada Internacional de intercessão pela paz na Terra Santa. Um evento que enriquece este mês de reflexão comum sobre o Dom apenas recebido, e nos convida a superar toda divisão para dar graças a Deus que nos dá a vitória por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo ( tema da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos )."

    Anexo ao presente comunicado de imprensa:

    Promoção da IV Jornada Internacional de Intercessão pela Paz na Terra Santa

    Mensagem do Pontifício Conselho Justiça e Paz

    O vídeo comercial do dia (em italiano)  Clique aqui

    O link da transmissão da Tv Telepace (em italiano) Clique aqui

    O vídeo comercial da Jornada (em espanhol) Clique aqui

    Para solicitar mais informações:

    Sala de Prensa Papaboys

    ufficiostampa@papaboys.it

    Informações Tel 0039 328 8188028

    [Tradução TS]

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    1.Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.
    2.Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:
    3.Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
    4.Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
    5.Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
    6.Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
    7.Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
    8.Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
    9.Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
    10.Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
    11.Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
    12.Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.




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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo