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    domingo, 17 de junho de 2012

    Luiz Mott acusando a inquisição de perseguir homossexuais

    Luiz Mott acusando a inquisição de perseguir homossexuais

    Enquanto brigamos por causa de ateísmo e deísmo, os políticos agradecem. Pensem nisto!

    O professor que defendia a pessoa






    Inspirador e redactor das encíclicas Mater et magistra e Pacem in terris de João XXIII, e também da declaração conciliar Dignitatis humanae sobre a liberdade religiosa, Pietro Pavan (1903-1994, criado cardeal em 1985) desempenhou um papel de relevo inclusive na segunda parte do pontificado do Papa Pacelli, sobretudo no âmbito da doutrina social. Concentra-se sobre estes aspectos da obra de Pavan, talvez menos conhecidos, o livro Pietro Pavan. La metamorfosi della dottrina sociale nel pontificato di Pio XII (Bologna, il Mulino, 2011, 360 páginas) de Caterina Ciriello. Recorrendo a uma rica documentação arquivística, em grande parte inédita, a autora delineia um retrato claro de Pavan.
    Foi sobretudo no segundo pós-guerra que o compromisso social de Pavan desabrochou de maneira mais decidida. De facto, por um lado ele contribuiu para a reconstrução intelectual e moral italiana, entrelaçando uma densa rede de relações, frequentemente amistosas, com grande parte da classe política do país. Por outro, Pavan empenhou-se por difundir, tanto nos âmbitos eclesiásticos como nos laicos, os princípios de uma doutrina social fundada na justiça distributiva, o bem comum e a afirmação da dignidade da pessoa, também no campo económico. A sua contribuição para a organização e a promoção das Semanas sociais, nas quais desempenhou os cargos de secretário e depois de vice-presidente, foi fundamental.
    Os temas da pessoa e do trabalho estiveram sempre no centro da reflexão do professor Pavan, como João Paulo II – que o criou cardeal em 1985 e lhe confiou a redacção da Laborem exercens – gostava de o chamar.
    Giovanni Cerro

    Comitê da CEDAW Critica Sistema Democrático de Elaboração de Leis no Brasil

    Julio Severo
    Comentários, artigos e notícias do Brasil e do exterior
    17 de junho de 2012
    Comitê da CEDAW Critica Sistema Democrático de Elaboração de Leis no Brasil




    Dr. Stefano Gennarini
    GENEBRA, Suíça, 15 de junho (C-FAM) O Comitê da CEDAW, encarregado de monitorar a implementação da Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), avisou o Brasil que seu sistema democrático de elaboração de leis é uma ameaça aos “direitos sexuais e reprodutivos”, e o Comitê continua a insistir em que o aborto ilegal tem um impacto negativo na mortalidade materna.
    Em suas Observações Finais, no fim da consideração do relatório brasileiro em Genebra em março, o Comitê disse que “lamenta que mulheres que passam por abortos ilegais continuem a enfrentar sanções criminais no Brasil e que a liberdade das mulheres gozarem saúde e direitos sexuais e reprodutivos está sendo colocada em perigo por vários projetos de lei que estão sob consideração no Congresso Nacional, tais como o PL 478/2008 (Estatuto Nascituro).”
    Não é a primeira vez que o Comitê disse para delegações que a cultura, leis e sistema de elaboração de leis de seus países estão abaixo do padrão por causa de restrições ao aborto. O Comitê tem agido assim mais de uma centena de vezes. O que é novidade é o Comitê se pronunciando na legislação que ainda não foi adotada, num país com um sistema democrático bem estabelecido.
    O Comitê insiste em que as mulheres têm de ter acesso ao aborto, apesar das medidas estabelecidas pelo governo brasileiro para reduzir a mortalidade materna e infantil. Em seu relatório, o Brasil mencionou uma nova campanha chamada Rede Cegonha cujo objetivo é fornecer assistência materna e neonatal para mulheres de baixa renda.
    O Comitê não se importou com essa campanha porque “está preocupado que essa campanha não consiga de modo suficiente lidar com todas as causas de mortalidade materna por meramente focar em serviços de assistência às mulheres grávidas”. O Comitê está evidentemente se referindo ao que os promotores do aborto chamam de “aborto inseguro”. O primeiro estudo epidemiológico sobre o efeito do aborto ilegal na mortalidade materna mostrou que não há nenhuma evidência de que legalizar o aborto reduz a mortalidade materna total.
    O Comitê da CEDAW está seguindo o exemplo da Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos, Navanethem Pillay, cujo gabinete fornece apoio logístico para todo o sistema de direitos humanos da ONU. Numa recente conversa, ela sugeriu claramente que a partir da perspectiva de direitos humanos o aborto e a contracepção são mais importantes do que a assistência de saúde materna e neonatal.
    “Embora intervenções focadas nos aspectos de saúde da mortalidade materna se concentrem na qualidade da assistência às mulheres grávidas, uma análise de direitos humanos exige que examinemos se as mulheres têm uma escolha em decidir engravidar em primeiro lugar, ou a escolha de buscar a assistência que elas requerem sem ter de obter permissão de parentes do sexo masculino”, disse Pillay.
    Outros comentários feitos pelo Comitê nesta última sessão incluíram referências a mulheres e adolescentes que são vítimas “por causa de padrões culturais conservadores”, brechas nas legislações em questões como “desenvolvimento genético, avanços tecnológicos e orientação sexual” e um comentário sobre o Judiciário do Brasil descrevendo como “reproduz estereótipos sociais com uma atribuição predominantemente patriarcal de papéis sociais”.
    Tradução: www.juliosevero.com
    Fonte: Friday Fax

    Fwd: Evangelho quotidiano



    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: EAQ <noreply@evzo.org>
    Data: 17 de junho de 2012 02:04
    Assunto: Evangelho quotidiano
    Para: acrv.catolico@gmail.com


    EVANGELHO QUOTIDIANO

    Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68


    Domingo, dia 17 de Junho de 2012

    11º Domingo do Tempo Comum - Ano B


    Festa da Igreja : Décimo primeiro domingo do tempo comum (semana III do saltério)
    Santo do dia : S. Bessário, eremita, séc. IV,  S. Rainério de Pisa, peregrino, +1160

    Ver comentário em baixo, ou carregando aqui
    São Pedro Crisólogo : «Mas, uma vez semeado, cresce e ultrapassa todas as plantas do horto»

    Evangelho segundo S. Marcos 4,26-34.

    Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra.
    Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce, sem ele saber como.
    A terra produz por si, primeiro o caule, depois a espiga e, finalmente, o trigo perfeito na espiga.
    E, quando o fruto amadurece, logo ele lhe mete a foice, porque chegou o tempo da ceifa.»
    Dizia também: «Com que havemos de comparar o Reino de Deus? Ou com qual parábola o representaremos?
    É como um grão de mostarda que, ao ser deitado à terra, é a mais pequena de todas as sementes que existem;
    mas, uma vez semeado, cresce, transforma-se na maior de todas as plantas do horto e estende tanto os ramos, que as aves do céu se podem abrigar à sua sombra.»
    Com muitas parábolas como estas, pregava-lhes a Palavra, conforme eram capazes de compreender.
    Não lhes falava senão em parábolas; mas explicava tudo aos discípulos, em particular.



    Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org



    Comentário ao Evangelho do dia feito por :

    São Pedro Crisólogo (c. 406-450), bispo de Ravena, doutor da Igreja
    Sermão 98, 1-2; CCL 24A, 602

    «Mas, uma vez semeado, cresce e ultrapassa todas as plantas do horto»

    Irmãos, ouvistes que o Reino dos céus, em toda a sua grandeza, é parecido a um grão de mostarda. [...] É apenas isto que os crentes esperam? É isto que os fiéis aguardam? [...] É isto «o que o olho não viu, nem o ouvido ouviu, nem jamais veio ao coração do homem»? É isto que o apóstolo Paulo promete, e que está reservado no mistério inexprimível da salvação àqueles que amam? (1Cor 2,9) Não nos deixemos desconcertar pelas palavras do Senhor. Se, de facto, «a fraqueza de Deus é mais forte do que o homem, e a loucura de Deus é mais sábia do que o homem» (1 Cor 1,25), essa pequena coisa que é o bem de Deus é mais esplêndida do que a imensidão do mundo.


    Possamos nós semear no nosso coração esta semente de mostarda, de modo que ela venha a ser a grande árvore do conhecimento (Gn 2,9), elevando-se em toda a sua altura para elevar os nossos pensamentos para o céu, e desenvolvendo todos os ramos da inteligência. [...]


    Cristo é o Reino. Como se fosse um grão de mostarda, ele foi lançado num jardim, o corpo da Virgem. Cresceu e tornou-Se a árvore da cruz que cobre a terra inteira. Depois de ter sido esmagado pela Paixão, o Seu fruto produziu sabor suficiente para dar o Seu bom gosto e o Seu aroma a todos os seres vivos que n'Ele tocam. Pois, enquanto a semente de mostarda está intacta, as suas virtudes permanecem ocultas, mas desenvolvem toda a sua pujança quando a semente é esmagada. Da mesma forma, Cristo quis que o Seu corpo fosse esmagado para que a sua força não ficasse oculta. [...] Cristo é Rei, porque é a fonte de toda a autoridade. Cristo é o Reino, pois n'Ele está toda a glória do Seu reino.










    --



































    1.    Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.    
    2.    Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:    
    3.    Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!    
    4.    Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!    
    5.    Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!    
    6.    Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!    
    7.    Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!    
    8.    Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!    
    9.    Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!    
    10.    Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!    
    11.    Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.    
    12.    Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.



















    Mais mensagens? http://www.cantinhodarosy.com

    Os filhos do ambientalismo

    Julio Severo
    Comentários, artigos e notícias do Brasil e do exterior
    16 de junho de 2012
    Os filhos do ambientalismo




    Dr. Fábio Blanco
    Desconfia de quem se mostra demais solícito com as crianças, disposto a ensiná-las nos caminhos certos da vida moderna e a discipliná-las em um pensamento coerente com o que há de mais politicamente correto. Não deixes teus filhos à mercê dos educadores, das políticas educacionais e dos currículos escolares; eles não existem para tornar tuas crianças boas, mas moldadas conforme à imagem e semelhança dos poderes deste mundo.
    Quando vejo, como vi em uma reportagem na tv, uma ecologista dizendo que concentrava seu trabalho de divulgação nas crianças, por serem elas um grande instrumento propagador das idéias ambientalistas, onde, talvez, a maioria das pessoas tenham visto amor, bondade e as melhores intenções, para mim, era como se o próprio Satanás estivesse, esfregando as mãos, avisando que eles, os pequenos, lhes pertencia.
    Desde Rousseau, com seu Emílio, é possível perceber tal obsessão: a moldagem das mentes infantes segundo a visão de mundo de seus educadores. Não são os pais, em seu ambiente familiar, transmitindo os valores herdados e as características próprias da família os que devem assumir a educação, mas, sim, os representantes dos poderes maiores, como o Estado, o Globo e, quem sabe, até os seres dos ares.
    Com isso, esvaem-se os vínculos, eliminam-se os elos. Todos são forjados segundo a Grande Mente global, e apenas se vêem ligados a esta fraternidade mundial, que existe somente na cabeça de ideólogos de uma Nova Era onde o indivíduo não é ninguém em si mesmo, mas unicamente parte de um poder superior terreno.
    Não abandones teus filhos! Não largue-os na escola, ficando tu aliviado por poder tê-los controlados, por outros, durante algumas horas. Mais ainda, não abandones teus filhos às ideias propagadas em sala de aula. Pergunta, indaga, investiga. Deseja saber o que eles estão aprendendo e, no que puderes, destrói as armadilhas postas em suas mentes. Tu és o educador. Tu és o transmissor de valores. Tu sabes o que é bom para eles. Não permitas que eles transformem teus filhos em teus acusadores e delatores.
    Quando ouço uma criança me repreender por alguma noção segundo a visão politicamente correta moderna, sinto-me no romance de Orwell e percebo que o escritor não era apenas um visionário, mas um profeta. Filhos denunciando pais, crianças informantes delatando amigos e familiares, tudo isso parecia, até bem pouco, apenas uma hipérbole sombria de um mundo opressivo. Mas não! Isso já está acontecendo e teus filhos estão sendo doutrinados para fazerem parte desse grande exército.
    Não sejas tu, também, um acólito das idiotices modernas. Informa-te sobre a verdade, rastreia a informação e descobre quem são aqueles que promovem a agenda que, com a desculpa de proteger a terra, pretende destruir seu maior tesouro: o homem em sua individualidade.
    Fonte: Discurso de Cadeira
    Divulgação: www.juliosevero.com

    A Vocação no Cotidiano

    CONSAGRE-SE AGORA AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E A NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ


    00:08 JOEL NUNES DOS SANTOS NO COMMENTS
    Aproveitando um momento de disponibilidade de tempo nesta corrida vida de São Paulo, pude ajoelhar diante do Santíssimo exposto numa antiga Igreja do centro da cidade. Tão logo ajoelhei, olhei-O, e eis que as palavras de Jesus, “se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas...” (Mat 18, 3) surgiu-me na alma com a força de consolo de Maria. Tanto mais isso se pode dizer por causa da paz no coração que daí resultou.

    Nesta hora veio-me à lembrança cenas da infância, quando era simples aceitar as “regras do jogo” da brincadeira a seguir: “Agora você é tal pessoa, e fará isto e aquilo”. As demais crianças, assim como eu, se encaixavam cada uma no papel que lhes era designado. Nenhuma resistência ou obstáculo interior, nenhum pedido de explicação, absolutamente nada se interpunha na imaginação que impedisse a obediência infantil às regras do jogo e assunção do papel designado.

    Ao dispor-me ajoelhar diante do Santíssimo, notei que só o fazia porque meu coração aceitava – aceita – como um coração de criança aceita algo sem pedir provas. Basta que a Igreja diga que Jesus ali está escondido, é o quanto basta.

    Em seguida olhei para mim mesmo como quem procura ver o que vai no próprio coração, em busca do motivo de tamanha paz e comoção. Vi então um coração cheio de ternura por uma pessoa. Isto mesmo: ternura por uma pessoa, acompanhada do encanto que geralmente sinto em presença de algo esteticamente bem apresentado. Ternura por uma pessoa, Jesus, e comoção ao notar a beleza do ostensório.

    Logo ficou claro que o que passava em minha alma, neste momento, resumia com singeleza sem igual a estrutura mesma de minha vocação natural. A ternura que senti, o encanto pela beleza do recipiente, como moradia bem construída para hospedar o Rei da Glória, faziam vibrar a vocação cujo acento é na pessoa e complemento na estética.

    Voltando para casa, com a alma mergulhada numa paz semelhante a suave brisa, pus-me a imaginar como reverberaria no coração de outras pessoas a contemplação do Santíssimo. Partindo do fato de que a fé inicia pelo “Creio” (ou “Cremos ), o conteúdo desta profissão de fé encontra, em cada coração, razão conforme com a vocação natural de cada um.

    Uns crêem porque não duvidam de que Jesus é O amigo, é o interlocutor verdadeiro e eternamente buscado por quem queira de fato atingir a felicidade que não se esgota. Ele é a pessoa que se põe no lugar de cada um. E este é o sentir dos que possuem vocação interpersonalística.

    Uns crêem porque a Igreja, ao mandar crer, o faz usando símbolo adequado e apto a apoiar a fé. Tais pessoas crêem porque sua alma fica impactada pela excelência artístico-arquitetônica inspirada pelo Espírito Santo ao longo dos séculos de existência d Igreja a respeito da maneira como deveria ser o culto que Lhe agrada e sob qual estética. Como ouvi de alguém certa vez: “Eu creio na Eucaristia porque ela é bonita”. E com os tais é assim porque a vocação é principalmente artística.

    Uns crêem porque sentem a alma encantar-se com o engenho de Deus, com a praticidade de Deus, que ao longo da história da Igreja sempre permitiu fácil acesso a Ele próprio, sem subordinar Sua presença ao caráter do sacerdote que pronuncia as palavras que O invocam. E aqui não poderia deixar de recordar a solução que as empresas, na minha infância e na cidade do interior onde nasci, encontraram para o problema de assalto dos transportadores de valores. Por anos os empregados das empresas saíam do banco transportanto valores dentro do mesmo tipo de saco com que as padarias ensacavam o pão. A nenhum ladrão ocorria assaltar alguém com um saco de pão na mão. Da mesma forma, o maior de todos os tesouros fica exposto no altar, à disposição de quem O queira contemplar. Que maior ciência – que sempre se volta à solução prática do problema ao qual se aplica – pode haver que esta que a Igreja aplica? E este é o sentir dos que possuem vocação principalmente científica.

    Uns crêem porque Deus, através da Igreja, diz: “Crê”! E aqui convêm as palavras de Santo Agostinho, "Credo ut intelligam, intelligo ut credam", acredito para poder entender e quanto mais entendo, mais acredito. A Igreja dá a premissa, e premissa segura é o que a Filosofia procura de modo que seu discurso seja coerente e conversível com a realidade mesma das coisas. E esta é a atitude interior do coração dos que têm na linguagem instrumento de transmissão de conhecimento e, portanto, são dotados de vocação principalmente filosófica.

    No ato de se colocar diante do Santíssimo e adorá-lo está presumido o “Eu creio” com que inicia a fé católica – a única fé que assim inicia, cfe. ensina Bento XVI no seu livro “Introdução ao Cristianismo”. E agir em coerência com esta fé parece ser pôr em prática as palavras de São José Maria Escrivá “A vocação cristã consiste em transformar em poesia heróica a prosa de cada dia.” E cada um pode elevar-se à condição de herói na medida em que sua fé seja firme; e ela será tanto mais firme quanto mais a pessoa a receba em conformidade com a vocação que Deus lhe deu.

    Joel Nunes dos Santos, em 14 de junho de 2012.

    Ó Maria, nossa Mãe e nossa esperança!


    Ó Maria, nossa Mãe e nossa esperança, rogai a Deus por nós e por todos.
    Mãe de Deus, rogai por nós. Jesus e Maria, Misericórdia!
    São José, São Pedro e São Paulo, protetores de todos os fiéis da Igreja de Deus, e de todos nós; Anjos e Santos do Paraíso, pedi, implorai, Misericórdia para toda Humanidade.

    Ó Maria, Mãe de Misericórdia, ajudai-nos no Temor de Deus, rogai por nós e alcançai-nos a Graça que pedimos…
    e Vós, ó Maria, Arca de Salvação, ajudai-nos na Piedade de Deus, rogai para que alcançe-mos a Graça que pedimos…
    Maria, Advogada nossa, ajudai-nos na ciência de Deus.

    Ó Maria, nossa Mãe e nossa esperança, rogai a Deus por nós e por todos. Imaculada Maria, Mãe de Deus, rogai por nós. Jesus, Maria, Misericórdia!

    Maria, sem pecado cocebida, rogai por por nós...

    "Lindas Mensagens Cristãs"

    HOMILIA DO CARDEAL ANGELO SODANO DURANTE SANTA MISSA NA BASÍLICA DE SÃO PEDRO PELO JUBILEU DOS REPRENTANTES PONTIFÍCIOS

    DURANTE SANTA MISSA NA
    BASÍLICA DE SÃO PEDRO PELO
    JUBILEU DOS REPRENTANTES PONTIFÍCIOS

    17 de Setembro de 2000




    Queridos Irmãos no Episcopado
    Beneméritos Representantes
    Pontifícios!

    O nosso encontro jubilar teve início ontem, com a festa da Exaltação da Santa Cruz, e continua hoje, na recordação da Virgem das Dores. A liturgia destas duas jornadas vem assim iluminar estas reuniões fraternas tal como, aliás, a luz da fé nos indica, cada dia, o nosso caminho.

    No Evangelho escutámos de novo as palavras proféticas dirigidas pelo velho Simeão à Mãe de Jesus: "Ele está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel... Uma espada trespassará a tua alma" (Lc 2, 34-35).

    1. A imagem da Virgem das Dores

    A representação da espada que trespassa o coração de Maria permaneceu gravada fortemente no povo cristão, inspirando também magníficas composições literárias e obras de arte. Jacopone de Todi deixou-nos a bonita sequência do Stabat Mater. Os Servos de Maria chegaram depois a representar-nos a Mãe do Senhor como que trespassada por sete espadas, em recordação dos sete episódios particularmente significativos da sua vida sulcada pela dor: desde a vivida em Belém ao dar à luz Jesus na pobreza de uma gruta, até ao suplício da deposição do corpo de Cristo da cruz. Na representação da Pietà, Miguel Ângelo esculpiu no mármore a dor de Maria.
    Todas estas imagens nos mostram a Mãe de Jesus como intimamente unida à Paixão do Filho, verdadeira "Socia Redemptoris".

    2. O caminho da cruz

    Queridos Irmãos, viestes a Roma para vos renovardes no espírito, participando no Grande Jubileu do Ano 2000, com o empenho da contínua conversão e com o propósito da revigorada fidelidade à própria missão. Nesse contexto, a memória litúrgica de Nossa Senhora das Dores recorda a todos o caminho da cruz, aquele caminho que todo o apóstolo de Cristo deve percorrer se quiser cooperar na obra da redenção.

    Desta Basílica, o Apóstolo Pedro parece repetir-nos quanto dizia aos primeiros cristãos: "Christus passus est pro vobis, vobis relinquens exemplum ut sequamini vestigia eius" (1 Pd 2, 21). Sim, Cristo sofreu por nós, deixando-nos um exemplo, a fim de seguirmos as suas pegadas.

    3. A vida dos Núncios

    A experiência comum ensina-nos que a existência quotidiana de um Enviado pontifício comporta renúncias não leves: a distância do próprio ambiente, as dificuldades de adaptação em outro contexto cultural, nalguns casos a provação da solidão ou da doença, sem considerar os espinhos ligados ao trabalho metódico e silencioso, como é a obra típica de um Núncio Apostólico.
    Ao mesmo tempo, porém, bem sabemos que este é o contributo pessoal que cada um de nós deve oferecer para a edificação do Reino de Cristo.

    A este respeito, é significativo o título que o saudoso Cardeal Agostino Casaroli quis dar às suas memórias: O martírio da paciência (Turim, Ed. Einaudi, 2000).

    Ele recordava quanto, certa vez, lhe confidenciara um Bispo lituano, enquanto se referia ao martírio da prudência, que ainda o fazia sofrer. O Prelado tinha voltado à diocese depois de ter cumprido uma longa pena de prisão, mas observava que tinham sobrevindo outras provas, igualmente pesadas.

    "Passei anos na Sibéria dizia e jamais chorei; sabia que sofria por causa da fidelidade à Igreja, e isto dava-me paz e tranquilidade; dormia os meus sonos tranquilos, e ao despertar-me de manhã sabia o que devia fazer durante o dia. Agora não mais. Todos os dias estou a perguntar-me que decisões devo tomar, ao serviço da Igreja... Críticas, queixas, exortações de todas as partes; uns me julgam muito débil ou condescendente diante do governo, e outros me censuram por ser pouco prudente ou pouco previdente" (Ibid., pág. XXV).

    Ao saudoso Secretário de Estado aquele martírio da prudência era semelhante ao martírio da paciência, que se prova quando se deve trabalhar em ambientes difíceis. Este é o nosso contributo pessoal para a difusão do Reino de Deus.

    4. O ensinamento do Papa

    Para este valor salvífico do sofrimento remetia-nos o Santo Padre João Paulo II, na sua conhecida Carta Apostólica Salvifici doloris (em AAS, 1984, pp. 201-250), partindo do exemplo do Apóstolo Paulo que via nas suas tribulações um instrumento de graça e de redenção, de maneira a exclamar diante dos Colossenses: "Alegro-me nos sofrimentos suportados por vossa causa e completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo, pelo Seu Corpo, que é a Igreja" (Cl 1, 24).

    Eis a contribuição que somos chamados a dar; um contributo oferecido com amor, que nos faz sentir alegres, mesmo nas tribulações. Também o Apóstolo Pedro nos dirige o mesmo convite, quando afirma: "Alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo, para que vos possais alegrar e exultar no dia em que for manifestada a Sua glória" (1 Pd 4, 13).

    5. A teologia da cruz

    Os teólogos discutiram muito sobre os motivos pelos quais a Providência Divina quis unir ao sofrimento o preço da Redenção. Dois famosos professores da Pontifícia Universidade Gregoriana, os saudosos Padres Flick e Alszeghy, S.I., dedicaram ao tema o esplêndido volume intitulado "O mistério da Cruz. Ensaio de teologia sistemática", Bréscia, Ed. Queriniana, 1978.
    Sem dúvida, é útil que os estudiosos tenham indagado a relação entre a cruz de Jesus e a Redenção do mundo, entre teologia da glória e teologia da cruz. É justo que continuem a fazê-lo também hoje. Os Santos de todos os tempos, porém, entenderam-no bem, contemplando o Crucificado e Aquela que estava "iuxta crucem Domini". É a lição que nos foi transmitida pelos Apóstolos e mártires, por inumeráveis pastores e doutores da Igreja, com a sua vida evangélica e o seu serviço ao próximo.

    Seja esta a graça que também nós imploramos ao Senhor pela intercessão de Maria, sua Mãe das Dores. O nosso Jubileu marcará assim uma renovação na nossa vida interior e confirmar-nos-á no santo propósito de oferecer toda a nossa existência para a redenção do mundo.

    6. Conclusão

    Queridos Irmãos, deitámos a mão ao arado, trabalhando em campos diversos, lá onde a Providência Divina nos chamou. O nosso dever é dar continuidade ao compromisso quotidiano, estimulados por um grande amor aos nossos irmãos e repetindo aquilo que o Apóstolo Paulo dizia a Timóteo: "Omnia sustineo propter electos. Por amor dos escolhidos tudo suporto" (2 Tm 2, 10).

    As dificuldades do nosso trabalho parecem hoje aumentar com o surgir de novos problemas. Porém, como Paulo poderemos sempre testemunhar diante do mundo a nossa fé inabalável, dizendo: "Omnia possum in eo qui me confortat. Tudo posso n'Aquele que me conforta" (Fl 4, 13).

    Amém.







    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo