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    sábado, 19 de maio de 2012

    Fwd: Evangelho quotidiano





    Enviado via iPhone


    Início da mensagem encaminhada

    De: "EAQ" <noreply@evzo.org>
    Data: 19 de maio de 2012 02:04:55 BRT
    Para: acrv.catolico@gmail.com
    Assunto: Evangelho quotidiano




    EVANGELHO QUOTIDIANO

    Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68



    Sabado, dia 19 de Maio de 2012


    Sábado da 6ª semana da Páscoa


    Santo do dia : S. Celestino V, papa e eremita, +1296,  Santo Ivo, presbítero, +1303, padroeiro dos advogados

    Ver comentário em baixo, ou carregando aqui
    São Fulgêncio de Ruspe : «Nesse dia, apresentareis em Meu nome os vossos pedidos ao Pai»

    Evangelho segundo S. João 16,23b-28.

    Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai em meu nome, Ele vo-la dará.
    Até agora não pedistes nada em meu nome; pedi e recebereis. Assim, a vossa alegria será completa.»
    «Até aqui falei-vos por meio de comparações. Está a chegar a hora em que já não vos falarei por comparações, mas claramente vos darei a conhecer o que se refere ao Pai.
    Nesse dia, apresentareis em meu nome os vossos pedidos ao Pai, e não vos digo que rogarei por vós ao Pai,
    pois é o próprio Pai que vos ama, porque vós já me tendes amor e já credes que Eu saí de Deus.
    Saí do Pai e vim ao mundo; agora deixo o mundo e vou para o Pai.»


    Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org



    Comentário ao Evangelho do dia feito por :

    São Fulgêncio de Ruspe (467-532), bispo no Norte de África
    Carta 14,36; CCL 91, 429

    «Nesse dia, apresentareis em Meu nome os vossos pedidos ao Pai»
    Em conclusão das nossas orações, dizemos: «Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho» e não «pelo Espírito Santo». Esta prática da Igreja universal não deixa de ter uma razão. A sua causa é o mistério segundo o qual o homem Jesus Cristo é o mediador entre Deus e os homens (1Tm 2,5), Sumo Sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedec, Ele que pelo Seu próprio sangue entrou no Santo dos santos, não num santuário feito por mão de homem, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, onde está à direita de Deus e intercede por nós (Heb 6,20; 9,24).


    É a pensar no sacerdócio de Cristo que o apóstolo diz: «Por meio d'Ele ofereçamos sem cessar a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o Seu nome» (Heb 13,15). É por Ele que oferecemos o sacrifício de louvor e a oração, porque foi a Sua morte que nos reconciliou quando éramos inimigos (Rm 5,10). Ele quis sacrificar-Se por nós; é por Ele que a nossa oferenda pode ser agradável aos olhos de Deus. Eis por que motivo São Pedro nos adverte nestes termos: «E vós mesmos, como pedras vivas, entrai na construção de um edifício espiritual por meio de um sacerdócio santo, cujo fim é oferecer sacrifícios espirituais que serão agradáveis a Deus, por Jesus Cristo» (1Pe 2,5). É por esta razão que dizemos a Deus Pai: «Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho».







    Fwd: [catolicos_respondem] Resumo 2890[1 Anexo]



    Enviado via iPhone

    Início da mensagem encaminhada

    De: catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br
    Data: 17 de maio de 2012 09:19:42 BRT
    Para: catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br
    Assunto: [catolicos_respondem] Resumo 2890[1 Anexo]
    Responder A: "Sem respostas"<notify-dg-catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br>

    Católicos Respondem

    Mensagens neste resumo (2 Mensagens)

    Mensagens

    1.

    Fwd: A hora dos discipulos de Jesus, da sua Igreja (homilia)

    Enviado por: "Evangelizar" evangelizar12demaio@gmail.com   campos4791

    Qua, 16 de Mai de 2012 1:59 pm

    [Anexo(s) de Evangelizar incluído(s) abaixo]

    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: José <campos1deoutubro@gmail.com>
    Data: 16 de maio de 2012 13:58
    Assunto: Fwd: A hora dos discipulos de Jesus, da sua Igreja (homilia)
    Para:

    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: José Antonio
    Data: 16 de maio de 2012 13:57
    Assunto: Fwd: A hora dos discipulos de Jesus, da sua Igreja (homilia)
    Para:

    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: Ciriaco Madrigal
    Data: 14 de maio de 2012 15:49
    Assunto: A hora dos discipulos de Jesus, da sua Igreja (homilia)
    Para:

    Meus irmäos e amigos.
    Ai está a homilia do próximo Domingo no qual celebramos a Festa da Ascensäo
    do Senhor. É a celebraçäo do inicio da missäo da Igreja, como continuadora
    da obra do Senhor, e da nossa missäo como membros da Igreja. O Evangelho
    tem que ser anunciado por todos os meios de comunicaçäo. Este meio da
    internet é um meio todo especial pela facilidade com que pode atingir as
    pessoas. Tenho o prazer de usa-lo, mesmo que rudimentarmente. Espero que
    vocês näo deixem de fazer o mesmo, aproveitando seus contatos...
    Um grande abraço com as bençäos de Deus para todos.
    *Madrigal*

    Anexo(s) de Evangelizar

    1 de 1 arquivo(s)

    2.

       MISERICÓRDIA DE DEUS (06) MISERICÓRDIA NO MINISTÉRIO DE

    Enviado por: "nascimentoja@shaw.ca" nascimentoja@shaw.ca

    Qua, 16 de Mai de 2012 8:08 pm





    MISERICÓRDIA DE DEUS !

    (06) MISERICÓRDIA NO MINISTÉRIO DE JESUS !

    "Prefiro a misericórdia ao sacrifício, porque não vim chamar os justos, mas os pecadores". (Mt.9,13).

    O ensinamento de Jesus era suportado pela Sua oração, pelo Seu estilo de vida, pelo Seu trabalho que fez com que os Fariseus vissem e tomassem as suas resoluções e até ficassem edificados.

    Fariseus e Saduceuas esperavam um Messias politico, mas Jesus era uma pessoa humana, um pregador itinerante que até fazia milagres, e era natural duma pequena aldeia.

    Ora isso não correspondia às ideias que eles tinham e até julgavam que estava tudo errado e Ele não era o verdadeiro Messias.

    Por isso, Fariseus e Saduceuas, pensariam de tudo o pior ; mas não incluíam Jesus na classe dos pobres.

    Para eles os pobres não eram os que não tinham nada mas sim os marginalizados.

    Os marginalizados eram aqueles que não tinham uma situação legal : eram doentes ou aleijados e mendigos, sem família para suportar como viúvas ou órfãos; não eram bons trabalhadores e eram considerados pecadores como prostitutas ou cobradores de impostos.

    Para surpreza de toda a gente, Jesus, recebia os pecadores ; por vezes até comia com eles.

    Tomar uma refeição com alguém na cultura daquele tempo, indicava um bom relacionamento.

    Aqui estava Jesus ; aqui estava a esperança para os pobres – alguém que os ouvisse e cuidasse deles.

    Jesus censurava os Fariseus, dizendo-lhes :

    - "Prefiro a misericórdia ao sacrifício, porque não vim chamar os justos, mas os pecadores". (Mt.9,13).

    E Jesus fazia muitos milagres em favor dos mais pobres.

    Através da oração, Jesus desenvolvia um especial relacionamento de amor a Deus e dava assim uma imagem totalmente diferente do Deus dos Fariseus e Saduceus.

    Jesus apresentava um Deus misericordioso e clemente, cuja compaixão se manifestava para com a miséria humana.

    Era esta manifestação de Deus que animava o ministério de Jesus.

    Jesus foi baptizado no rio Jordão e foi para o deserto onde foi tentado pelo demónio.

    Assim já podia proclamar que o Espírito de Deus estava sobre Ele, como aconteceu quando foi ler na sinagoga de Nazaré :

    -"O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres".(Lc.4,18).

    E assim ele ensinou outros a rezar – Uma oração que em primeiro lugar honra a Deus; reconhece a nossa total dependência de Deus em todas as nossas dificuldades, tanto físicas como espirituais; não só pede a misericórdia de Deus como também é misericordioso e compassivo.

    Foi esta mesma imagem de amor a Deus que inspirou Jesus a proclamar o maior dos Mandamentos, quando interrogado pelos Fariseus.

    Referindo-se ao Deuteronómio, Jesus respondeu a uma pergunta :

    -"Mestre, qual é o maior Mandamento da Lei ?. Jesus disse-lhe : Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente. Este é o maior e o primeiro mandamento". (Mt.22,36-40).

    Para Jesus, o amor de Deus necessitava de uma melhor definição, e então Jesus acrescentou :

    -"O Segundo é-lhe semelhante : amarás ao teu próximo como a ti mesmo".

    Para os seus mais próximos, Jesus descreveu o mandamento do amor ainda de outra maneira :

    -"Um novo mandamento vos dou : Que vos ameis uns aos outros ; Assim como Eu vos amei, vós também vos deveis amar uns aos outros. É por isto que todos saberão que sois Meus discípulos : Se vos amardes uns aos outros".(Jo.13,34-35).

    Certamente, os primeiros Cristãos receberam esta mensagem no coração, o que levou Tertulianao, um não crente do século II, a dizer :

    -Vejam como os Cristãos se amam uns aos outros.

    John

    Nascimento

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    Fwd: [catolicos_respondem] Resumo 2892



    Enviado via iPhone

    Início da mensagem encaminhada

    De: catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br
    Data: 19 de maio de 2012 08:53:33 BRT
    Para: catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br
    Assunto: [catolicos_respondem] Resumo 2892
    Responder A: "Sem respostas"<notify-dg-catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br>

    Católicos Respondem

    Mensagens neste resumo (1 Mensagem)

    Mensagem

    1.

      HISTÓRIA DA IGREJA (048) CONVENTO DE CRISTO EM TOMAR  Som !

    Enviado por: "nascimentoja@shaw.ca" nascimentoja@shaw.ca

    Sex, 18 de Mai de 2012 8:07 pm





    HISTÓRIA DA IGREJA

    (048) CONVENTO DE CRISTO EM TOMAR !

    Janela do Convento de Cristo em Tomar.

    Em 1510, o rei D. Manuel mandou que o novo templo erigido no início desse século, no local onde outrora existira o castelo templário de D. Gualdim Pais, fosse decorado com elementos pictóricos e escultóricos.

    Foi encarregado da obra mestre Diogo de Arruda que nos deixou um dos mais perfeitos e fabulosos exemplos da estética manuelina, a assombrosa janela, virada a poente, soberbo conjunto de combinações e sugestões múltiplas, numa exuberância de formas e volumes de impressionante vigor.

    Seja como for, parece demonstrado que o papa acreditou na autenticidade dessas acusações e, por isso, nomeou comissões de inquérito, cujas conclusões não foram definitivas, mas que o levaram a extinguir a ordem no Concílio de Viena do Delfinado (1311).

    O rei de Inglaterra, Ricardo II, dirigiu uma carta a vários soberanos europeus, e entre eles D. Dinis, em que classificava as pretensas culpas dos Templários de "perversas calúnias nascidas da cobiça".

    Os reis da Península Hispânica, avisados para o dito Concílio de Viena (e alguns deles se fizeram representar) e havendo reconhecido que nem eles nem os seus povos tinham motivos de queixa dos Templários, procuraram evitar que os cavaleiros fossem perseguidos e, ao mesmo tempo, como o papa pretendia dispor dos bens da ordem, por esta lhe estar directamente subordinada, tentaram obstar à sua alienação, alegando que eles lhes tinham sido concedidos com o intuito de favorecer a sua acção e que, desaparecendo a ordem, desaparecia o motivo da doação feita, devendo os bens regressar à coroa.

    Os reis de Portugal, Castela e Leão e Aragão trataram entre si nesse sentido e conseguiram os seus fins, fazendo regressar parte dos bens à coroa, dotando com outras ordens criadas especialmente, com a Ordem de Cristo em Portugal e a Ordem de Montesa em Aragão.

    Os bens dos Templários em França foram para a coroa; na Alemanha e na Itália, para a Ordem do Hospital.

    Em Portugal, a Ordem de Cavalaria de Jesus Cristo foi criada pelo papa João XXII em 14 de Março de 1319 pela bula Ad ea exquibus, que se reservou a nomeação de um certo número de cavaleiros.

    A bula começa por sumariar a argumentação na qual o rei de Portugal baseava a sua pretensão.

    Afirma em primeiro lugar, que a solução adoptada em outros países, de entregar os bens dos Templários à Ordem dos Hospitalários (ou cavaleiros de S. João de Jerusalém), tinha em Portugal inconvenientes enormes.

    Não se diz quais fossem, mas não é difícil imaginá-los : colocava sob um único poder, cuja sede ficava fora de Portugal, cerca de metade do País ao sul do rio Mondego.

    Descrevia depois com vivacidade os ataques "que os moiros porfiosos inimigos da fé de Cristo, fizeram por muitas vezes, e fazem, e não quedam de fazer em aqueles lugares a que eles são chegados e vizinhos, em que moram os fiéis de Cristo."

    Era uma clara alusão aos moiros do Norte de África, à ameaça que eles representavam para a cristandade, e talvez também aos perigos da pirataria mourisca, que prejudicavam constantemente as relações marítimas, muito intensas, entre as cidades italianas, intermediárias do comércio oriental, e os portos do Norte da Europa.

    Ora, entre os "remédios que podia haver para remediar a maldade dos inimigos da fé", um dos melhores seria a criação de uma nova Ordem de Cavalaria com sede em "Castro Marim, do bispado de Silves, que no reino do Algarve, castelo muito forte a que a disposição do lugar dá ser defeso, que é na fronteira dos ditos inimigos e parte com eles".

    Deste modo, em relação aos bens dos Templários, o rei não só não pedia nada, como pelo contrário estava disposto a oferecer ainda uma excelente fortaleza no reino do Algarve, na fronteira com os sarracenos.

    A nova Ordem era uma versão actual e útil das velhas ordens da Terra Santa, nascidas com as Cruzadas, mas tornadas inúteis porque a Palestina estava de novo em poder dos Turcos.

    Agora (pelo menos para os mercadores italianos) o inimigo contra o qual era preciso lutar era de Tunes e Argel, não o da Ásia Menor.

    As indicações sobre o valor militar de Castro Marim e até sobre a sua situação fronteiriça tinham muito de fantasioso.

    Mas o papa concordou, e assim nasceu, segundo as palavras da bula, a "nova ordem da cavalaria de Jesus Cristo, no dito castelo de Castro Marim, a qual casa temos por bem que seja cabeça dessa ordem".

    Um indício de que a oferta de Castro Marim constituía hábil artifício diplomático que permitia caracterizar a Ordem de Cristo como uma milícia de fronteira, sempre em guerra com os Mouros, está no facto de aquela vila algarvia não ter nunca chegado a ser sede da Ordem.

    Os freires queixaram-se de que a vila não tinha quaisquer condições; o primeiro conselho da Ordem reuniu em Lisboa, e o mestre escolheu para residência a vila de Castelo Branco, no centro de uma província fértil, mas pouco povoada..

    Passados alguns anos, a sede estava em Tomar, onde os Templários tinham construído um castelo, uma Igreja e convento que servia de núcleo a uma povoação rapidamente desenvolvida.

    Não há indicações de que, nos seus primeiros anos, a Ordem de Cristo tomasse parte na guerra contra os sarracenos.

    É possível que tal guerra fosse um projecto do rei, visto que em 1320 obteve do papa João XXII um valioso privilégio : a dízima das rendas eclesiásticas de todo o reino para financiar uma armada de galés que, durante três anos, devia fazer a guerra aos Mouros.

    Ignora-se se tal expedição se concretizou, mas a negativa é quase certa.

    Precisamente em 1320 começavam em Portugal graves perturbações internas e a época brilhante do rei poeta iria terminar na sangrenta tragédia de uma longa guerra civil.

    Segundo o ilustre historiador Fincke, que estudou o processo dos Templários aragoneses, não se justificam para estes as acusações feitas em conjunto.

    É provável que à mesma conclusão houvessem chegado os inquéritos ordenados pelos reis de Portugal e de Castela, tanto mais que as comissões nomeadas por Clemente V também não tinham sido afirmativas sobre os crimes atribuídos aos Templários.

    John

    Nascimento

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    O “pecado mortal” de duas evangélicas: reclamar do barulho numa das ruas mais barulhentas de SP


    19 de maio de 2012

    O “pecado mortal” de duas evangélicas: reclamar do barulho numa das ruas mais barulhentas de SP


    O “pecado mortal” de duas evangélicas: reclamar do barulho numa das ruas mais barulhentas de SP

    Advogada e pedagoga reclamaram do barulho em frente a uma casa de swing nessa que é uma das regiões mais movimentadas da capital paulista (especialmente à noite). Sem constatar barulho suficiente, um promotor público resolveu processar as duas, acusando-as de “patrulhamento moral”. O motivo? Ambas são evangélicas.
    “Eu nunca fui tão humilhada em toda a minha vida”, disse Raquel Barcellos, advogada, à reportagem do jornal Agora. “Não temos por que mentir. O promotor tratou a gente como dois cachorros sarnentos”, completou Elizabete Cassavara, 47, pedagoga e síndica do edifício Augustus, vizinho da boate. (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/43215-reclamacao-sobre-barulho-em-casa-de-swing-se-volta-contra-as-denunciantes.shtml)
    Segundo ele (o promotor), as moradoras fizeram “patrulhamento moral” porque elas se incomodam com o tipo de frequência e de prática que há na boate Nefertitti. “É um egoísmo da parte de pessoas que não sabem conviver em sociedade”, disse. O promotor pediu que a polícia instaure inquérito para investigá-las por denunciação caluniosa, crime com pena de até oito anos de prisão.
    Tanto o promotor quanto a fiscalização da Prefeitura alegam que não há barulho suficiente da parte da casa de swing que justifique qualquer reclamação. Para quem não conhece a região, entretanto, é importante ressaltar que a movimentação e a bagunça (especialmente após as 22 horas, quando intensifica-se o trânsito de carros e pedestres em decorrência das inúmeras casas noturnas existentes na rua) são generalizadas, o que pode confundir tanto os moradores, quanto os fiscais, a respeito da origem do barulho, por exemplo.
    O que espanta na história toda, ademais, é a ênfase dada à “religião” das denunciantes, expostas agora à humilhação pública conforme deixa claro a notícia de jornal. O vereador Carlos Apolinário, que também é evangélico, manifestou-se a respeito disso na Folha de S.Paulo: “Raquel abriu representação na OAB contra o promotor. Não entro no mérito da denúncia feita por ele. O que me preocupa neste episódio é o juízo de valor que o senhor promotor faz sobre o comportamento delas, relacionando-o à religião, pois dá a impressão de que se trata de preconceito religioso.” (http://carlosapolinario.blogspot.com.br/2012/05/folha-publica-carta-de-minha-autoria.html)
    De agora em diante, é mais do que justo esperar que, sempre que alguém fizer qualquer reclamação de barulho na cidade de São Paulo, seja levada em conta não só sua religião, como também seus hábitos e preferências sexuais: quem diz que eventual reclamação contra ruído alto em templos religiosos não terá partido de algum praticante de swing, por exemplo?
    Fonte: MídiaMais
    Divulgação: www.juliosevero.com


    São Mateus, 25


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    bibliacatolica Notas sobre os Mórmons e a Bíblia. via @bibliacatolica bit.ly/xehOf8 37 minutes ago · reply · retweet · favorite
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    São Mateus, 25
    1.           Então o Reino dos céus será semelhante a dez virgens, que saíram com suas lâmpadas ao encontro do esposo.      
    2.           Cinco dentre elas eram tolas e cinco, prudentes.
    3.           Tomando suas lâmpadas, as tolas não levaram óleo consigo.      
    4.           As prudentes, todavia, levaram de reserva vasos de óleo junto com as lâmpadas.
    5.           Tardando o esposo, cochilaram todas e adormeceram.  
    6.           No meio da noite, porém, ouviu-se um clamor: Eis o esposo, ide-lhe ao encontro.             
    7.           E as virgens levantaram-se todas e prepararam suas lâmpadas.   
    8.           As tolas disseram às prudentes: Dai-nos de vosso óleo, porque nossas lâmpadas se estão apagando.         
    9.           As prudentes responderam: Não temos o suficiente para nós e para vós; é preferível irdes aos vendedores, a fim de o comprardes para vós.     
    10.         Ora, enquanto foram comprar, veio o esposo. As que estavam preparadas entraram com ele para a sala das bodas e foi fechada a porta.        
    11.         Mais tarde, chegaram também as outras e diziam: Senhor, senhor, abre-nos!       
    12.         Mas ele respondeu: Em verdade vos digo: não vos conheço!        
    13.         Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.     
    14.         Será também como um homem que, tendo de viajar, reuniu seus servos e lhes confiou seus bens.    
    15.         A um deu cinco talentos; a outro, dois; e a outro, um, segundo a capacidade de cada um. Depois partiu.   
    16.         Logo em seguida, o que recebeu cinco talentos negociou com eles; fê-los produzir, e ganhou outros cinco.     
    17.         Do mesmo modo, o que recebeu dois, ganhou outros dois.          
    18.         Mas, o que recebeu apenas um, foi cavar a terra e escondeu o dinheiro de seu senhor.    
    19.         Muito tempo depois, o senhor daqueles servos voltou e pediu-lhes contas.           
    20.         O que recebeu cinco talentos, aproximou-se e apresentou outros cinco: - Senhor, disse-lhe, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.'   
    21.         Disse-lhe seu senhor: - Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor.             
    22.         O que recebeu dois talentos, adiantou-se também e disse: - Senhor, confiaste-me dois talentos; eis aqui os dois outros que lucrei.          
    23.         Disse-lhe seu senhor: - Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor.             
    24.         Veio, por fim, o que recebeu só um talento: - Senhor, disse-lhe, sabia que és um homem duro, que colhes onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. 
    25.         Por isso, tive medo e fui esconder teu talento na terra. Eis aqui, toma o que te pertence. 
    26.         Respondeu-lhe seu senhor: - Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei e que recolho onde não espalhei. 
    27.         Devias, pois, levar meu dinheiro ao banco e, à minha volta, eu receberia com os juros o que é meu.     
    28.         Tirai-lhe este talento e dai-o ao que tem dez.      
    29.         Dar-se-á ao que tem e terá em abundância. Mas ao que não tem, tirar-se-á mesmo aquilo que julga ter.            
    30.         E a esse servo inútil, jogai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.    
    31.         Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. 
    32.         Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.
    33.         Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.    
    34.         Então o Rei dirá aos que estão à direita: - Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo,         
    35.         porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes;        
    36.         nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.       
    37.         Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? 
    38.         Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos?     
    39.         Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?            
    40.         Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes. 
    41.         Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: - Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos.         
    42.         Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber;             
    43.         era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes.           
    44.         Também estes lhe perguntarão: - Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos?         
    45.         E ele responderá: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.   
    46.         E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna.             

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    Isaías, 58



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    Isaías, 58
    1.           Clama em alta voz, sem constrangimento; faze soar a tua voz como a corneta. Denuncia a meu povo suas faltas, e à casa de Jacó seus pecados.      
    2.           Sem dúvida eles me procuram dia após dia, desejam conhecer o comportamento que me agrada, como uma nação que houvesse sempre praticado a justiça, sem abandonar a lei de seu Deus. Informam-se junto a mim sobre as exigências da justiça, desejam a presença de Deus.     
    3.           De que serve jejuar, se com isso não vos importais? E mortificar-nos, se nisso não prestais atenção? É que no dia de vosso jejum, só cuidais de vossos negócios, e oprimis todos os vossos operários.          
    4.           Passais vosso jejum em disputas e altercações, ferindo com o punho o pobre. Não é jejuando assim que fareis chegar lá em cima vossa voz.    
    5.           O jejum que me agrada porventura consiste em o homem mortificar-se por um dia? Curvar a cabeça como um junco, deitar sobre o saco e a cinza? Podeis chamar isso um jejum, um dia agradável ao Senhor?        
    6.           Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo.   
    7.           É repartir seu alimento com o esfaimado, dar abrigo aos infelizes sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante.
    8.           Então tua luz surgirá como a aurora, e tuas feridas não tardarão a cicatrizar-se; tua justiça caminhará diante de ti, e a glória do Senhor seguirá na tua retaguarda.   
    9.           Então às tuas invocações, o Senhor responderá, e a teus gritos dirá: Eis-me aqui! Se expulsares de tua casa toda a opressão, os gestos malévolos e as más conversações;       
    10.         se deres do teu pão ao faminto, se alimentares os pobres, tua luz levantar-se-á na escuridão, e tua noite resplandecerá como o dia pleno.       
    11.         O Senhor te guiará constantemente, alimentar-te-á no árido deserto, renovará teu vigor. Serás como um jardim bem irrigado, como uma fonte de águas inesgotáveis.       
    12.         Reerguerás as ruínas antigas, reedificarás sobre os alicerces seculares; chamar-te-ão o reparador de brechas, o restaurador das moradias em ruínas.      
    13.         Se te abstiveres de calcar aos pés o sábado, de cuidar de teus negócios no dia que me é consagrado, se achares o sábado um dia maravilhoso, se achares respeitável o dia consagrado ao Senhor, se tu o venerares não seguindo os teus caminhos, não te entregando às tuas ocupações e às conversações,  
    14.         então encontrarás tua felicidade no Senhor: eu te farei galgar as alturas da terra, e gozar a herança de Jacó, teu pai; porque a boca do Senhor falou.             

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    Julho de 1993
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    A Realidade Concisamente
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    Daniel Cohn-Bendit, apresentado pela míia como principal personagem da Revolução da Sorbonne de 1968 reconheceu, por ocasião dos 25 anos daquele evento, que o slogan "proibido proibir" –– difundido pelo referido movimento revolucionário –– é "frase que perdeu o sentido. Uma sociedade precisa de proibições". Como explicar essa transformação? Atual vice-prefeito de Frankfurt, eleito pelo Partido Verde, é compreensível que Cohn-Bendit se oponha hoje à liberdade completa, utopia anarquista incompatível com as proibições, freqüentemente insensatas, dos ecologistas.
    Além disso, o corifeu da rebelião de 68 manifestou-se contra outra utopia daquela época: o pacifismo. Agredido pela realidade, reconheceu: "Em certas situações excepcionais não podemos ser pacifistas", referindo-se aos conflitos balcânicos.
    5%
    O Estado de Roraima, que tem 70% de seu território ocupado por reservas indfgenas –– esses constituídos em verdadeira casta e a mais privilegiada do Brasil –– vê-se ameaçado em ter mais 1,5 milhões de hectares demarcados, reduzindo a área do Estado a apenas 5% da área total! A região a ser demarcada concentra o rebanho bovino do Estado, estimado em 400 mil cabeças (cfr. "Jornal do Brasil", 23-4-93).
    10%
    A Áustria doará 600 mil dólares para a demarcação de 10 mil km2 de terras da tribo ticuna, no Estado do Amazonas. "Com isto estaremos ajudando os índios e protegendo a floresta tropical”, declarou o governo de Viena. Essa área corresponde à metade do Estado de Sergipe e o dobro do Distrito Federal. Os recursos minerais da Amazônia estão avaliados em mais de 4 trilhões de dólares. Seria necessário que essa riqueza beneficiasse a todos os brasileiros. Ora, conforme notícia publicada pelo "Jornal do Brasil", 10% do território nacional –– 100 milhões de hectares, extensão que corresponde ao território da França –– são ocupados por apenas 250 mil índios! Os quais, como se sabe, não cultivam a terra, apenas a usam, reduzem-na a verdadeiras caatingas, e depois movem-se para outro lugar. Tendo em vista as vantagens que o Brasil poderia ter, aproveitando sabiamente os recursos da região, a esmola oferecida por Viena é demais...
    Chernobyl marítima
    Relatório oficial do governo russo admite que a frota da ex-URSS despejou no mar de Kara, no Oceano Ártico, 17 reatores nucleares de submarinos, seis deles cheios de combustível usado. Admite também que, desde 1959, os comunistas verteram naquele oceano e no Pacífico resíduos radioativos de baixa e média intensidade, provenientes de sua frota nuclear. Os despejos continuaram até 1992, quando a União Soviética já havia desaparecido.
    Safra: esperanças e apreensões
    O Brasil colheu uma boa safra de verão no presente ano: 64,1 milhões de toneladas de soja, milho, arroz, feijão e algodão. Enquanto a colheita nacional de grãos, fibras e frutas, cresceu 24% no período de sete anos, seu valor bruto decresceu 33%, despencando de Cr$ 559,9 trilhões para Cr$ 232,2 trilhões. Deficiências no armazenamento e transporte fizeram sumir 10 milhões de toneladas de soja, milho, arroz, feijão e trigo em 1990/91, com prejuízos calculados em 1,5 bilhão de dólares. Não é de Reforma Agrária que o Brasil precisa, mas de boa administração!
    Vacas sagradas mancam
    Na América Latina, as esquerdas apontaram –– na maior parte deste século –– as companhias petrolíferas estrangeiras como símbolos da exploração imperialista. "O petróleo é nosso". O monopólio estatal tornou-se a regra em toda a região. Porém, a queda dos preços do petróleo diminuiu as entradas de dinheiro e tornou dolorosamente notórias as falhas desses mimados monopólios. A Argentina está propondo a venda da Yacimientos Petroliferos Fiscales, a firma petrolífera estatal. A Venezuela tenta atrair os estrangeiros, expulsos em 1975. Até Fidel Castro urgiu os executivos de Cubapetroleo, a companhia estatal de energia, a que procurassem investimentos estrangeiros mais energicamente. Para tranqüilizar os hesitantes homens de negócios, Cuba adotou emendas na sua constituição permitindo maior proteção às propriedades de estrangeiros. E a nossa vaca sagrada? ...
    Ditadura dos eurocratas
    A Comunidade Européia, sediada em Bruxelas, decidiu aplicar à Grã-Bretanha um regulamento exigindo que oas pepinos sejam retos, para facilitar sua contagem e embalagem: o pepino não pode se desviar em mais de um centímetro para cada dez de comprimento. A CE transpõe assim o passo que vai do super-planejamento ao ridículo.
    Encontro mundial de sodomitas
    A Associação Internacional de Gays e Lésbicas (AIGL) foi reconhecida pela ONU como organização consultiva. Até lá chegamos... E realizará sua primeira conferência mundial na cidade de Barcelona (Espanha), em julho. São esperadas 300 delegações de sodomitas, que serão recepcionadas com pompa pelo governo da Catalunha e pela Prefeitura de Barcelona. E uma lepra moral.
    Passeata de homossexuais
    300 mil homossexuais realizaram uma passeata em Washington, reinvindicando –– entre outras aberrações –– o reconhecimento legal do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. É incrível, mas o Presidente Clinton enviou-lhes uma mensagem de apoio.
    Abusos cometidos por parentes
    Das 105 mulheres que procuraram realizar aborto legal no Hospital Municipal do Jabaquara, em São Paulo, 50% têm entre 11 e 16 anos, tendo sido vítimas de transgressões praticadas por padrastos ou outros parentes. A deterioração moral vai atingindo inúmeras famílias.
    Dívidas das estatais
    Relatório do Ministério do Planejamento mostra que a dívida das 163 empresas estatais atinge 87 bilhões de dólares  (cerca de 20% do PIB do País). O mais grave é que esse valor supera até o patrimônio líquido dessas entidades, estimado em 80 bilhões de dólares.
    Prestígio da Tradição
    Os ingressos antecipados para as visitas de grupos ao Palácio real de Buckingham, na Inglaterra, estão esgotados até 1996. Só para visitas de grupos nos meses de agosto e setembro deste ano já foram vendidos 40 mil ingressos.
    Privatizada, Petroflex obtém lucro
    A Petroflex –– fabricante de borrachas sintéticas ––, privatizada há um ano, obteve no primeiro trimestre de 1993 um lucro líquido de 1,5 milhão de dólares. Em 1991, quando pertencia ao governo, a empresa teve um prejuízo de 40 milhões de dólares.

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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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    A Paixão de Cristo