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    sábado, 1 de fevereiro de 2014



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    [Catolicos a Caminho] PRÓPRIO DA MISSA E MISSAL ROMANO Som !

     











    • PRÓPRIO DA MISSA E MISSAL ROMANO 




    Está em oposição ao Ordinário da Missa e refere-se às partes da Missa que variam de acordo com as festas e solenidades que se celebram.
    Há o Próprio do Tempo para as festas e solenidades dominicais e o Próprio dos Santos para as festas dos Santos.
    As partes mais importantes do Próprio da Missa são as Orações e toda a Liturgia da Palavra.
    Também há festas e solenidades que têm os seus Prefácios e as suas Orações Eucarísticas próprias.
    Evidentemente, para podermos acompanhar e viver a Missa é indispensável ter e usar o Missal Romano.


    MISSAL ROMANO
    Este é o titulo do livro que contém todos os documentos introdutórios, orações e leituras para a celebração da Missa segundo o Rito Romano.
    Foi promulgado por Paulo VI em 3 de Abril de 1969, Quinta-Feira Santa, em substituição do Missal de S. Pio V de 1570, chamado o Missal Tridentino.
    O recente Concílio Ecuménico Vaticano II, na sua Constituição Sacrosanctum Concilium, assentou as bases de uma reforma geral do Missal Romano.
    Nesta Constituição se determina, antes de mais, que os textos e os ritos sejam ordenados de modo a exprimirem com maior clareza as realidades santas que significam (SC 21); depois, que o Ordinário da Missa seja revisto no sentido de realçar a característica própria de cada uma das suas partes e a sua mútua conexão, e de facilitar ao mesmo tempo a participação piedosa e activa dos fiéis; e ainda, que a mesa da Palavra de Deus seja preparada com mais abundância aos fiéis, patenteando-lhes mais largamente os tesouros bíblicos; finalmente, que seja elaborado um novo rito da concelebração, a inserir no Pontifical e no Missal Romano. (Instrução Geral do Missal Romano pag.7).
    Hoje em dia há já muitas publicações do Missal Romano quer para todos os dias quer apenas para os domingos e festas mais importantes e que se renova e publica em cada ano, e muito acessível, de modo que muito pode ajudar quem quiser tomar parte na celebração da Missa.
    Para um bom católico a Missa dos dias de festa ou de todos os dias, deve ser preparada e isso só se pode fazer se houver, pelo menos um Missal.
    Em muitas Igrejas, as pessoas não usam porque não têm um Missal e, mesmo as que o têm nem sempre se servem dele, porque o não entendem, e não o entendem porque nunca lhes foi explicado suficientemente.
    Há aqui uma espécie de círculo vicioso : As pessoas não têm o seu missal porque não sabem usar, ou não sabem usar porque não lhe foi explicado.
    Um dia perguntei a um sacerdote porque é que as pessoas na sua paróquia não tinham missal, e ele respondeu-me, porque não o sabem usar.
    Mas também não me disse que nunca tinha feito qualquer explicação dele aos seus paroquianos.
    O Missal tem todo o Ano Litúrgico e podemos com muita antecedência aprender a usá-lo para tomarmos parte activa na celebração da Santa Missa. 


    John
    Nascimento


    [Catolicos a Caminho] PASSEMOS À OUTRA MARGEM Som !

     











    • PASSEMOS À OUTRA MARGEM... 


    A Liturgia da Palavra de hoje - 1 de Fevereiro - A, apresentando-nos Jesus a caminho da outra margem, convida-nos a uma renovação de vida e, deixando-se adormecer durante uma forte temprestade, quer dizer-nos simplesmente que devemos ter fé, mesmo quando aparentemente Jesus parece estar ausente, porque Ele disse aos seus discipulos :
    -"Porque sois tão timidos ? Como? Não tendes fé ?".(Mc.4,40).
    Só depois os discipulos compreenderam e disseram : -"Quem é este, a Quem até o vento e o mar obedecem?".(Mc.4,41).
    Estamos todos embarcados, desde que nascemos, numa barca que nos leva para a outra margem da vida.
    À popa, por vezes aparentemente, dormindo placidamente, como se ignorasse os medos dos seus amigos, vai Jesus,
    O nosso problema é precisamente esse, o do medo...
    O medo das tempestades que sempre vão acontecendo ao longo da viagem; mas sobretudo o medo da outra margem da vida, que preferimos esquecer.
    -"Eu estarei sempre convosco", prometeu-nos Jesus.
    Mas, tal como aos discípulos daquela travessia simbólica, há algo que nos escandaliza no comportamento de Deus : os seus silêncios, as suas ausências, os seus atrasos...
    Comportamentos que alguns acham ser motivo suficiente para interpelar Jesus :
    - Porque dormes ?...
    - Porque me abandonaste ?...
    - Se tivesses cá estado, tal não aconteceria...
    - Porque permites tais coisas ?...
    Mas Jesus tudo aceita e não tem pressa de responder.
    Ele não é um Deus de recurso. apenas disponível para as aflições e abandonado quando tudo nos corre bem.
    O nosso Deus quer ter connosco uma relação de aliança e, antes de mais, quer fazer-nos perceber que está sempre connosco.
    Nessas horas dramáticas Ele sempre marca presença, estende-nos a mão e oferece-nos a consolação da sua atitude de escuta, mas tem também uma pergunta para nos fazer :
    - Quem sou eu para ti ?
    Quando a nossa resposta é a expressão duma confiança básica, alicerçada na fé, e consolidada pelo Espírito, então deixam de nos assustar, quer as intempéries da viagem, quer a perspectiva da outra margem, porque aí se dará o encontro face a face e experimentaremos a alegria da revelação do Pai que nos estende os braços e nos leva a conhecer as maravilhas dos novos céus e da nova terra.
    Decedidamente, devemos passar para a outra margem, devemos pôr-nos a caminho, para sermos verdadeiros discípulos de Cristo
    Ser discípulo de Jesus, não significa apenas escutar a Sua Palavra e acolher os Seus dons; significa pôr-se a caminho, numa caminhada de aventura de que Ele é companheiro e guia.
    Animados pelo mesmo Espírito que O impulsionou a Ele, também os Seus discípulos, são convidados permanentes para a tarefa comum de estender as velas da sua barca ao sopro do mesmo Espírito.
    Remando ao largo conduzidos por um amor ardente, os discípulos de Jesus estarão tranquilos, confiantes e seguros, porque o Senhor a quem servem, estará sempre com eles.
    A presença de Jesus no meio do nosso mundo é a Igreja que Ele fundou, sobre rocha firme, inabalável, e as portas do Inferno nada poderão contra ela.
    A Igreja é assim a nova Arca da Aliança que já não foge ao dilúvio porque leva no seu interior o Senhor de todos os mares que conduzirá os seus discípulos ao porto da salvação.
    Por muito significado que tenham todas as etapas da vida, prometedoras ou aviltantes, o mais importante para nós é o valor do nosso futuro, desconhecido mas auspicioso, com garantias de salvação.
    Seguirmos a Jesus é reconhecer com humildade as nossas limitações, as nossas fraquezas e quedas e começarmos em cada dia um novo caminho de fidelidade, uma nova Reconciliação.
    Seguirmos a Jesus, sermos discípulos de Jesus, é pormo-nos a caminho, com generosidade e amor, com confiança e certeza de que até ao fim do mundo Ele estará sempre connosco, porque sempre fizemos parte do Plano da História da salvação. 




    John
    Nascimento 















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    sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

    [Novo post] Razão X fé na guerra política: Reinaldo Azevedo e os aduladores do caos





    lucianohenrique publicou: " A coluna de Reinaldo Azevedo na Folha, publicada hoje e intitulada "Aduladores do Caos", é interessantíssima. Leia e depois volto: Para o submarxismo vigente naqueles ambientes que o poeta Bruno Tolentino (1940-2007) chamava "Complexo Pucusp" –onde a" 



    Responda a este post respondendo acima desta linha 






    Nova publicação em Ceticismo Político 











    A coluna de Reinaldo Azevedo na Folha, publicada hoje e intitulada "Aduladores do Caos", é interessantíssima. Leia e depois volto:


    Para o submarxismo vigente naqueles ambientes que o poeta Bruno Tolentino (1940-2007) chamava "Complexo Pucusp" –onde a imprensa colhe seus "especialistas"–, o futuro já aconteceu faz tempo. O que virá será só a materialização do que já estava inscrito na natureza humana. E essa natureza, consta, é libertar-se da opressão. Assim, toda ação, todo acontecimento, todo evento só encontram sentido na medida em que podem ou não ser úteis a esse propósito. A história deixa de ser "a contínua marcha do desejo", na expressão de Thomas Hobbes, para ser uma sequência de capítulos de fim conhecido, que nos conduzirá ao encontro com a verdade. Parece complicado? Eu me esforcei. Das nuvens para os ônibus.

    Desde 1º de janeiro, 33 ônibus municipais e outros tantos intermunicipais já foram incendiados na periferia de São Paulo e adjacências. Em dois ou três casos, alega-se uma reação à suspeita de que a PM teria matado um rapaz da "comunidade". E os demais? Ah, esses ficariam por conta do "malaise" social que levaria adolescentes da periferia a fazer "rolezinhos", "black blocs" a quebrar tudo, funkeiros a tentar explodir posto de gasolina... Teria sido acionado o gatilho do DNA libertador das massas.

    Analistas muito severos trovejam: "Eu bem que avisei". Outros iluminam suas esperanças com as chamas dos ônibus. Estão com o povo, contra os reacionários! A antropologia da reparação ameaça: "Chegou a hora de entregar os dedos; os oprimidos não se contentam mais com os anéis do reformismo tucano-petista!".

    O espírito do tempo tem peso determinante na história. São os poderes instituídos e as matrizes influentes de valores –onde estão a imprensa e a indústria cultural– que definem a recompensa e a punição aos comportamentos desejáveis ou indesejáveis. Se essas instâncias flertam com a desordem, esta passa a ser encarada como um instrumento eficaz de luta. Se a violência é recompensada com o reconhecimento da legitimidade da "causa", já se tem erigida uma moral. Aí a vaca vai para o brejo.

    Defende-se hoje, a céu aberto, que PMs enfrentem desarmados os fascistoides que vão para as ruas portando coquetéis molotov –e assim é desde a primeira manifestação em São Paulo, no dia 6 de junho do ano passado. Tenta-se linchar um policial que cometeu a ousadia da legítima defesa. A repressão ao tráfico de drogas vira agressão aos direitos humanos. O desvio assume, enfim, o papel de contenção que cabe à norma.


    Insiste-se na farsa ridícula da luta da "sociedade contra o Estado", e policiais "negros e morenos" (como diria Gilberto Carvalho), saídos daquela mesma periferia que seria a portadora do futuro, são tratados como o braço armado da velha ordem a retardar a aurora. O Brasil não é o Egito. A nossa democracia, por enquanto ao menos, não vive sob tutela, a não ser a desses milicianos do futuro. É bem verdade que o PT se esforça para tomar o lugar da sociedade e tenta estatizar até os "manos" e as "minas" dos "rolezinhos". Mas ainda não logrou o seu intento.

    Não pensem que este rottweiler do reacionarismo acredita numa moral intrínseca da história, oposta à dos submarxistas, que nos conduziria para o bem. A história, em si, é amoral e se move por relações de força. Ocorre que, por esse caminho, democracia, fascismo ou comunismo seriam resultados plausíveis até que não se chegasse àquele momento do encontro do homem com o seu começo. Besteira!

    A história não é moral, mas nós somos seres morais. Falaremos em nome de quais valores? A democracia é um regime legitimado pela maioria, mas sustentado, nos seus fundamentos –muito especialmente a proteção às minorias–, por elites de pensamento capazes de fazer escolhas que transcendem seus próprios interesses. É nesse lugar que está a imprensa. Não, meus caros! Os pobres não herdarão o Reino da Terra. Quais serão, então, as nossas escolhas?

    A tônica do texto é uma crítica à religião política. E, oportunamente, demonstra que a oposição à fé política não é outra fé política, mas uma instância de ceticismo político. (E quando falo em ceticismo político, não trato do meu método de ceticismo político, mas da mesma essência que reside neste método)

    Esquerdistas adoram dizer que se eles cultuam o estado, então "nós cultuamos o livre mercado". Nada é mais enganoso do que isso. Dizer que o mercado livre das mãos do estado é menos perigoso do que o mercado controlado pelo estado não é uma afirmação de fé, mas uma análise empírica dos fatos. Quanto mais poder concentrado nas mãos de poucos, mais ele é usado da pior forma possível. E quanto mais poder é controlado por aqueles que não sofrem consequências do uso indevido do poder, pior para os demais. Constatações como essas não passam de obviedades, testáveis através da história. Somente uma fé cega pode ignorar tais obviedades.

    Nosso diálogo de refutação à esquerda não é um conflito de fés políticas, mas a pressão lançada pela razão contra a fé política. Em outras palavras, podemos reconstruir o pensamento de direita como sendo pura e simplesmente o escrutínio cético contra a fé política.

    A fé política mais básica é a crença no homem, narrada no texto de Azevedo. Para que alguém se submeta a crer ao estado, é fundamental existir uma crença em que o homem pode resolver suas contingências (como auto-interesse, uso abusivo do poder, territorialismo, gregarismo, e até a psicopatia de alguns) para enfim criar estruturas gigantescas de poder... que, no final, serão usadas para o bem geral, em vez de beneficiar os donos deste poder.

    Aliás, é a ausência de fé política que faz com que nós ao mesmo tempo rejeitemos o estado inchado dos esquerdistas, como também o estado inexistente de alguns libertários. A base desta rejeição é a mesma: falta de fé injustificada (e absurdamente irracional) no ser humano. Em suma, falta de crença no homem.

    Quando Azevedo diz que "a história, em si, é amoral e se move por relações de força" emite um parecer racional a respeito de como opera a história. Para que alguém creia na salvação pelas mãos do estado, no entanto, é preciso crer no exato oposto, abandonando toda forma de racionalidade na análise política, aceitando um "Prozac" psicológico para então exercer todo seu servilismo a burocratas. Claro que estes burocratas não acreditam no estado, mas fazem uso das crenças de uma legião de manipulados para obterem seus benefícios.

    Conservadores falam na "conservação de valores fundamentais". Libertários falam na liberdade absoluta e na cooperação voluntária que resolve tudo. Liberais falam em ideais originados no iluminismo clássico. Gosto de uma ou outra ideia de cada uma dessas frentes do pensamento de direita (embora os libertários digam que "não são nem de direita, nem de esquerda", que, na verdade não faz muito sentido), mas não consigo me encaixar em nenhuma delas como algo que "defina" meu ponto de vista, embora eu seja praticamente um liberal.

    Creio que podemos ir além disso. Assim, minha concepção de direita, que defino como neo-iluminismo, é muito mais simples, sendo definida apenas pelo seguinte: uso da razão em oposição à fé política. O motivo também é muito simples, beirando o óbvio: a fé política é a mais perigosa forma de fé adotada pelo ser humano.















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    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira O triunfo eucarístico em Minas Gerais




    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





    Posted: 31 Jan 2014 03:38 PM PST


    Em Ouro Preto, a maior festa barroca de todos os tempos e um dos eventos religiosos e sociais mais exuberantes da América Portuguesa Nos idos de 24 de maio de 1733 realizou-se a solene transladação do Santíssimo Sacramento da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para a nova Matriz de Nossa Senhora do Pilar, na […]




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    Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014











    O triunfo eucarístico em Minas Gerais







    31 de janeiro de 2014Sem comentários

    Carlos Sodré Lanna






    • Em Ouro Preto, a maior festa barroca de todos os tempos e um dos eventos religiosos e sociais mais exuberantes da América Portuguesa


    Nos idos de 24 de maio de 1733 realizou-se a solene transladação do Santíssimo Sacramento da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para a nova Matriz de Nossa Senhora do Pilar, na antiga Via Rica, hoje Ouro Preto.

    Nenhum outro acontecimento celebrado em Minas Gerais teve tal esplendor, requinte de luxo e pompa, em plena opulência do ouro. Ele representou grande demonstração do profundo espírito religioso, conjugado a festividades populares, que se observava no Brasil do século XVIII.

    Representação, ocorrida em 2011, do “Triunfo Eucarístico” esplendorosamente celebrado em 1733

    Antecedentes

    A comemoração preliminar começou vários dias antes. Desde o final de abril, dois grupos de pessoas ricamente vestidas, com bandeiras de Nossa Senhora do Rosário e de Nossa Senhora do Pilar, tendo na outra face a custódia do Santíssimo Sacramento, percorriam as ruas da cidade e arredores, anunciando a futura solenidade.

    No dia marcado para a procissão, a cidade amanheceu engalanada. No percurso entre as duas igrejas, as ruas foram atapetadas com flores e folhagens. Como homenagem dos moradores, nas janelas foram colocadas sedas e damascos, em meio a adornos de ouro e prata. Nas ruas, cinco arcos ornamentais, um deles de cera, e um altar para descanso do Santíssimo Sacramento. Antes da saída do cortejo foi celebrada uma Missa, durante a qual o Divino Sacramento esteve colocado em um braço de Nossa Senhora, em lugar do Menino Jesus.

    Iniciaram a procissão 32 cavaleiros vestidos como cristãos e mouros, com dois carros de músicos instrumentistas e vocalistas. Vinham depois romeiros ricamente trajados, e músicos com alegorias diversas. A seguir, quatro figuras a cavalo, representando os ventos dos pontos cardeais. Todas ricamente revestidas com diamante, ouro, renda, seda e plumas.

    Ouro Preto

    Seguia-se um personagem representando Ouro Preto, bairro de Vila Rica onde estava situada a Nova Matriz do Pilar, para onde se dirigia o cortejo. Ele trajava vestes de tecidos finos, ornamentados com ouro e diamantes. Seu cavalo era igualmente ajaezado com ouro, prata, esmeraldas e veludo.

    Vinham depois as esplendorosas figuras representando os corpos celestes: Lua, Marte, Mercúrio, Sol, Júpiter, Vênus e Saturno, todas com deslumbrantes indumentárias e fartamente escoltados.



    Matriz do Pilar

    A seguir aparecia a figura que representava a Igreja Matriz do Pilar, com exuberantes ornamentos, portando um estandarte com a inscrição “Nossa Senhora do Pilar” em um dos lados, do outro o desenho da custódia eucarística.

    Após essas figuras, sumariamente descritas, vinham as irmandades, conduzindo andores com seus santos padroeiros e cruzes de prata. Entre essas confrarias estavam as do Santíssimo Sacramento, de Nossa Senhora do Rosário, de Santo Antonio, de Nossa Senhora da Conceição e de Nossa Senhora do Pilar. Todos os participantes portavam trajes esplendorosos com acabamento em veludo e seda, ouro, prata e pedrarias.

    Fechando a procissão, o Santíssimo Sacramento, conduzido pelo vigário da Matriz do Pilar, debaixo de um pálio de tela carmesim com ramos e franjas de ouro, sustentados por seis varas de prata.

    Logo atrás o Conde de Galvêas, Governador de Minas Gerais, com autoridades civis e militares da Província e do Município.



    Apoteose

    Com toda a população de Ouro Preto e arredores presente, foi uma grande apoteose: sinos tocando, bandas musicais, fogos e cânticos em homenagem ao Santíssimo Sacramento. Os festejos prolongaram-se por três dias, com Missas solenes, cavalhadas, corrida de touros e fogos de artifício.

    O Triunfo Eucarístico foi sem dúvida a maior festa barroca de todos os tempos e um dos eventos religiosos e sociais mais exuberantes da América Portuguesa.

    Em seu livro O Triunfo Eucarístico – Exemplar da Cristandade Lusitana, publicado em 1734, Simão Ferreira Machado, português residente em Minas Gerais, se refere aos seus compatriotas como sendo “os senhores dos mais finos diamantes de todo o mundo, em um momento ao qual referiu não ter tido lembrança que visse no Brasil, nem consta, que se visse na América ato de maior grandeza”.

    Na Minas Gerais barroca, um Brasil autêntico que infelizmente se foi… Mas nessas fulgurações da nacionalidade encontra-se a luz que ainda pode nos indicar o caminho a retomar com vistas ao futuro. Luz que brilha na constelação do Cruzeiro do Sul. Luz que se chama Civilização Cristã.

    ________________

    Fontes de referência:

    1. Joaquim Furtado de Menezes, Igrejas e Irmandades de Ouro Preto. Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1962.

    2. Eponina Ruas, Ouro Preto – Sua História, Templos e Monumentos, Departamento de Imprensa Nacional

    Rio de Janeiro, 1950.

    3. Paulo Kruger Corrêa Mourão, As Igrejas setecentistas de Minas, Editora Itatiaia, Belo Horizonte, 1964.


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    [hagiografia] 31 de Janeiro - São João Bosco, Confessor (+ Turim, 1888)

     



    31 de Janeiro
    São João Bosco,
    Confessor (+ Turim, 1888)
    Sacerdote italiano dotado de carismas extraordinários, desenvolveu um sistema pedagógico inovador e conseguiu reunir em torno de si um prodigioso movimento de apostolado. Tinha freqüentes sonhos de caráter sobrenatural, nos quais recebia luzes sobre o estado de alma de seus alunos e sobre acontecimentos do seu tempo e futuros. Embora sem recursos econômicos, com força de vontade e sobretudo com uma inabalável confiança em Maria Auxiliadora, conseguiu executar projetos apostólicos grandiosos em várias nações. Fundou duas congregações religiosas e um grande número de colégios para a educação de meninos pobres. Foi apóstolo da boa imprensa, não somente escrevendo muitos livros e artigos, mas chegando a constituir uma editora pujante e até a fundar uma fábrica de papel. Exerceu enorme influência na vida social e política da época.

    [Catolicos a Caminho] A FORÇA IRRESISTÍVEL DE DEUS Som !

     













    • A FORÇA IRRESISTÍVEL DE DEUS! 




    - "Se tivésses fé como um grão de mostarda... 




    A Liturgia da Palavra de hoje – 31 de Janeiro – A, apresenta-nos uma das parábolas do Reino de Deus, a força do grão de mostarda, para nos mostrar qual é o poder de Deus e como nós somos servos inúteis, se fazemos apans aquilo que devemos fazer.
    Jesus gosta de fazer uso dos símbolos:
    Na Bíblia a árvore é símbolo da vida e o mar é símbolo da morte.
    No oceano da nossa fragilidade e incompetência, da nossa indiferença e egoísmo, da nossa infidelidade e da nossa morte, Ele vai plantar a árvore da vida e convida-nos a colaborar com Ele, pela fé nessa acção redentora.
    Não perde tempo com os que perguntam as razões de tantos males e tantas misérias.
    Desafia-os à humildade duma fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, e à generosidade dos que olham para o seu semelhante e são bondosos para com ele.
    Alguns cristãos chegam a gabar-se da "muita fé" que têm...
    Se isso significar uma relação de abandono nas mãos de Deus Pai, fazendo depender tudo d'Ele, então seremos cheios do "espírito de fortaleza, caridade e moderação", diz S. Paulo.-
    Mas se isso significa auto-confiança e busca de méritos à custa de sacrifícios e boas obras, então o Senhor pode dirigir-nos uma palavra muito dura :
    - "Servos inúteis".
    Sim, servos inúteis quando fazemos apenas aquilo que temos obrigação de fazer, mas falta aquilo que podíamos e devíamos fazer por amor e generosidade,
    Foi Jesus que o disse : Vós, quando tiverdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei :
    - Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer; na verdade, quando cumprimos a vontade de Deus, cumprimo-nos a nós próprios., realizamo-nos a nós mesmos, e essa é a nossa grande recompensa, mas não deixemos de fazer mais alguma coisa por amor a alguém ou, melhor ainda, por amor a Deus.
    Os servos que Deus ama, têm o comportamento de filhos que fazem tudo isso e muito mais, não em busca de méritos ou para se auto-justificarem, mas como correspondência ao imenso amor de Deus que a fé lhes deixa entrever.
    Paradoxalmente, a força de Deus é irresistível, mas não se impõe.
    Nós, sempre que temos alguma força, algum poder, somos tentados a abusar deles para atingir os nossos objectivos.
    Deus, porém, é suficientemente forte, para não abusar da sua força; a sua força, Deus usa-a para ajudar os homens e não para os explorar ou dominar.
    É doutra natureza a força de Deus; ela é um atributo do amor de Deus; ela é a força de Deus, que Deus demonstra quando "julga com bondade e governa com muita indulgência".
    Mas continua a ser inelutável e irresistível, silenciosa como o grão de mostarda que desabrocha sem darmos por isso, e discreta como o fermento que faz levedar toda a massa.
    A força de Deus nunca nos abndona e é quando nos sentimos mais fracos, como diz S. Paulo, que essa força se revela duma forma mais extraordinária para nos confortar e salvar.
    - "Alegro-me nas minhas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por Cristo, pois, quando me sinto fraco, então é que sou forte".(2 Cor,12,10).
    É pela comunicação desta força como um dom do Espírito Santo que nós vamos tendo acesso à liberdade e, desse modo podemos fazer escolhas de libertação e crescimento para alegria dos irmãos e para a construção de comunidades evangelizadoras que possam contribuir para cumprimento do plano da História da Salvação.


    A força irresistível de Deus ! 





    John

    Nascimento 





    Evento lança Instituto para a Juventude

    Documento sin título
    NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com
    31 de janeiro de 2014
    Evento lança Instituto para a Juventude
    CACHOEIRA PAULISTA, 31 Jan. 14 (ACI) .- Alegria, legado, solidariedade. A alegria da Jornada Mundial da Juventude será revivida. A continuidade da JMJ ganhará o Instituto para Juventude. A solidariedade vai ajudar a quitar os últimos investimentos. Tudo isto no grande evento ‘Doe de Coração’, que acontecerá em Cachoeira Paulista, São Paulo, na sede da comunidade Canção Nova, durante os dias 7, 8 e 9 de março deste ano.
    NOTÍCIA COMPLETA
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    PERFIS
    Católico em Dia
    Evangelho:
    Um pensamento:
    Quando a gente jovem os pensamentos se tornam amor, com a idade o amor se torna pensamentos.
    Albert Einstein
    VATICANO


    VATICANO, 31 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco recebeu ontem os prelados da Conferência Episcopal da Áustria ao final de sua visita “ad Limina” e entregou aos bispos o texto do discurso a eles destinado.

    No texto, o Santo Padre fala da simpatia da Igreja na Áustria pelo Sucessor de Pedro que se manifestou concretamente durante a visita do Papa Bento XVI ao santuário de Mariazell em 2007, apesar de que os anos seguintes representaram uma fase difícil para a Igreja nesse país que se refletiu entre outras coisas na queda do número de católicos. Mas essa tendência, escreve, “não pode nos encontrar inertes, mas alentar nossos esforços para a nova evangelização, sempre necessária”.

    O Papa Francisco afirma que ser Igreja “não significa gerir, mas sair, ser missionários, levar aos homens a luz da fé e a alegria do Evangelho. Não esqueçamos que o impulso do nosso compromisso de cristãos no mundo não é a ideia de uma filantropia, de um humanismo vago, mas um dom de Deus, isto é, a oferenda da filiação divina que recebemos no Batismo. E este dom, ao mesmo tempo, é uma tarefa. Os filhos de Deus não se escondem, pelo contrário, contribuem ao mundo com a alegria de sua filiação divina”.

    “A Igreja -prossegue o Pontífice citando o Concílio Vaticano II- compreende em seu próprio seio a pecadores", quer dizer, “a Santa Igreja sempre tem necessidade de purificação. E isso significa que sempre devemos estar comprometidos com nossa purificação, no Sacramento da Reconciliação".

    "Como pastores da Igreja, queremos ajudar os fiéis, com ternura e compreensão a redescobrir este admirável sacramento e experimentar neste dom o amor do Bom Pastor”.

    “Peço-lhes, portanto, que não se cansem de convidar os homens ao encontro com Cristo no Sacramento da Penitência e da Reconciliação”.

    “Uma área importante no nosso trabalho de pastores -assinala- é a família que se encontra no coração da Igreja evangelizadora. A base sobre a qual se pode construir uma vida familiar harmoniosa é, sobretudo, a fidelidade matrimonial. Por desgraça, em nosso tempo vemos que a família e o matrimônio nos países do mundo ocidental sofrem uma profunda crise interna”.

    “A globalização e o individualismo pós-moderno promovem um estilo de vida que faz que seja muito mais difícil o desenvolvimento e a estabilidade dos laços entre as pessoas e não é favorável à promoção de uma cultura da família. Aqui se abre um novo campo missionário da Igreja, por exemplo, em grupos de famílias onde se cria espaço para as relações interpessoais e com Deus, no qual possa crescer uma autêntica comunidade que acolhe a todos por igual e não se fecha em grupos de elite”.

    “A preocupação da Igreja pela família começa com uma boa preparação e um acompanhamento adequado dos esposos assim como com a exposição fiel e clara da doutrina da Igreja sobre o matrimônio e a família. O matrimônio como sacramento é um dom de Deus e ao mesmo tempo um compromisso”.

    Da família, o Papa passa à paróquia, ao “grande campo que o Senhor nos confiou para que seja frutífero com o trabalho pastoral. Os sacerdotes e párocos devem ser cada vez mais conscientes de que sua tarefa de governar é um serviço profundamente espiritual. O pároco dirige sempre a comunidade paroquial, contando com a ajuda e ao mesmo tempo com a valiosa contribuição dos distintos colegas de trabalho e todos os fiéis leigos”.

    “Há muitas pessoas que estão em busca, embora não o admitam. Todo mundo está chamado; cada um é enviado. E nunca se disse que o lugar do chamado seja somente o centro paroquial... o chamado de Deus pode chegar em qualquer lugar da vida cotidiana”.

    “Falar de Deus -finaliza- levar aos homens a mensagem de amor de Deus e da salvação em Jesus Cristo, para todos os homens, é o dever de todo batizado. E essa tarefa abrange não só o falar com palavras, mas com todo o atuar e o fazer. Justamente no nosso tempo, quando parece que nos convertemos em ‘pequeno rebanho’ estamos chamados como discípulos do Senhor, a viver como uma comunidade que é o sal da terra e a luz do mundo”.

    VATICANO, 30 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Ao ser comunicado sobre a trágica notícia do incêndio em L’Isle-Verte, a 450 quilômetros de Montreal (Canadá), que destruiu um asilo, causando numerosas vítimas, o Papa Francisco expressou suas condolências e solidariedade pelos falecidos.

    Em uma mensagem enviada pelo Secretário de Estado, Dom Pietro Parolin, ao Arcebispo de Rimouski, Dom Pierre-André Fournier, lê-se que “sua Santidade Francisco se une em oração à dor das famílias atingidas pelo luto e confia as vítimas à misericórdia de Deus, para que sejam acolhidas em Sua luz”.

    Conforme assinala a Rádio Vaticano, o texto indica que “o Papa expressa sua proximidade espiritual aos feridos e a seus familiares, assim como aos bombeiros e à equipe de resgate, por sua grande solidariedade, apesar das enormes dificuldades devidas às condições meteorológicas”.

    Dos 52 residentes que estavam no asilo, somente 20 conseguiram escapar com vida e o local onde aconteceu o incêndio registra difíceis condições meteorológicas, chegando a temperaturas de 28 graus abaixo de zero.

    A mensagem do Santo Padre assegura sua especial bênção apostólica a todas as pessoas que sofrem por esta tragédia, ocorrida no dia 22 de janeiro.

    ROMA, 30 Jan. 14 (ACI) .- O Setor de Correspondência do Papa Francisco recebe toda semana milhares de mensagens que chegam em cerca de trinta malotes repletos de cartas, pacotes, desenhos e objetos, procedentes de todas as partes do mundo e dirigidos ao Santo Padre.

    O programa semanal “Vatican Magazine”, do Centro Televisivo Vaticano, recolhe esta semana uma entrevista com Mons. Giuliano Gallorini, Irmã Anna e outras duas senhoras, os componentes de uma pequena equipe que administram as correspondências escritas ao Papa.

    “Os pedidos são, sobretudo, de conforto e oração. Muitos dizem respeito – certamente também devido ao momento em que vivemos – às dificuldades, sobretudo às doenças. Pedem orações para as crianças, descrevem também situações de dificuldades econômicas. Procuramos, então, fazer com que sintam a proximidade do Papa, que acolhe os sofrimentos deles, as dificuldades, que se faz próximo na oração”, explicam.

    O primeiro passo que a equipe realiza para administrar o correio é a seleção por idiomas, depois as cartas são abertas e lidas, já que o Papa Francisco por si só não poderia fazer frente a tal número de correspondência.

    Anteriormente, o Papa deu umas diretrizes para o processo de seleção, no qual se classificam as cartas que supõem uma simples saudação daquelas que procuram nele um conselho espiritual.
    As mensagens que chegam ao escritório do Papa “são os casos mais delicados, como os que se referem a problemas de consciência”, referem.

    Nesses casos a equipe de correios passa as mensagens aos secretários do Pontífice a fim de que o Papa tome conhecimento diretamente. “Sem dúvida, ele as lê, as assina e nos orienta sobre como devemos responder”, afirmam.

    No que diz respeito ao resto das cartas e na medida do possível, a equipe dirige os pedidos aos escritórios correspondentes. Por exemplo, no caso de problemas econômicos, transpassam-se às Cáritas diocesanas, para que possam verificar e agir imediatamente em auxílio da pessoa em questão.

    Trata-se de um trabalho que requer sensibilidade e intelecto, como assinala Mons. Gallorini “Ler essas cartas mais com o coração do que com a mente, partilhar o sofrimento e buscar encontrar as palavras certas para expressar aquilo que o Papa verdadeiramente quer que se expresse: a proximidade, a partilha. É algo realmente no estilo da partilha. Afinal de contas, o Papa sempre diz isso, que o pastor deve viver com o rebanho, com as ovelhas. Sentir e viver a experiência com elas”.

    Protegendo em todo momento os dados pessoais dos remetentes, os responsáveis assinalam também que chegam histórias de todo tipo ao Vaticano. Desde aquele que se encontra em uma encruzilhada pessoal na sua vida e que pede conselho, até um poema, ou um cachecol feito à mão.

    Cheguem ou não ao escritório do Papa, todas as cartas recebem uma resposta e um agradecimento em nome do Papa Francisco.

    VATICANO, 30 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco dirigiu uma mensagem às Academias Pontifícias que celebraram nesta terça-feira a sua 18º Sessão Pública com o tema “Oculata Fides. Ler a realidade com os olhos de Cristo”; em seu texto, o Santo Padre recordou que “é nesta ligação entre fé e amor que se compreende a forma de conhecimento próprio da fé, a sua capacidade de iluminar os nossos passos”.

    O texto, lido pelo Secretário de Estado, Dom Pietro Parolin, recorda que o tema deste ano remete a uma frase de Santo Tomás de Aquino, citada na encíclica Lumen Fidei e que as Pontifícias Academias debatem a relação entre este documento e a recente exortação apostólica “Evangelii Gaudium”.

    “Em ambos os documentos convido a refletir sobre a dimensão 'luminosa' da fé e a ligação entre fé e verdade ... à luz da perspectiva do amor. É nesta ligação entre fé e amor que se compreende a forma de conhecimento próprio da fé, a sua capacidade de iluminar os nossos passos. A compreensão da fé nasce quando recebemos o grande amor de Deus que nos transforma interiormente e nos dá olhos novos para ver a realidade”, expressou o Papa.

    Indicou que “daqui se derivam importantes consequências tanto para o atuar dos crentes, como para o método de trabalho dos teólogos: 'A verdade fica hoje reduzida à autenticidade subjetiva do indivíduo, válida só para a vida de cada um. Uma verdade comum nos dá medo, porque a identificamos com a imposição intransigente dos totalitarismos”.

    “Entretanto, se é a verdade do amor, se é a verdade que se desvela no encontro pessoal com o Outro e com os outros, então se liberta de sua clausura no âmbito privado para fazer parte do bem comum... Em lugar de nos fazer intolerantes, a segurança da fé nos põe em caminho e faz possível o testemunho e o diálogo com todos”.

    “Esta perspectiva, a de uma Igreja toda a caminho e toda missionária é aquela que se desenvolve na Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual. O ‘sonho de uma escolha missionária capaz de renovar todas as coisas’ diz respeito a toda a Igreja e a todas as suas partes”, acrescentou.

    Nesse sentido, Francisco disse que “também as Academias Pontifícias são chamadas a esta transformação, para que não falte a sua contribuição ao corpo eclesial. Não se trata, porém, de fazer operações exteriores, de ‘fachada’. Trata-se, ao invés disto, também para vocês, de concentrar-se ainda mais ‘no essencial, naquilo que é mais bonito, maior, mais atraente, mas também necessário”.

    O Santo Padre conclui sua mensagem com o nome dos homenageados este ano com o Prêmio das Pontifícias Academias aos jovens estudiosos de teologia que oferecem a sua contribuição à promoção de um novo humanismo cristão. Trata-se, nesta ocasião, do reverendo prof. Alessandro Clemenzia por sua obra “Na Trindade como Igreja. Em diálogo com Heribert Mühlen” e a professora Maria Silvia Vaccarezza pela obra “As razões do contingente. A sabedoria prática entre Aristóteles e Santo Tomás de Aquino”.
     

    VATICANO, 29 Jan. 14 (ACI) .- O papa Francisco realizou ontem, dia 29/01 a nomeação de Dom Edmilson Amador Caetano (foto, à esquerda), até agora bispo de Barretos (SP), como novo bispo de Guarulhos (SP). O Santo Padre também nomeou para a Arquidiocese de São Salvador da Bahia, a Arquidiocese Primaz do país, o Padre Estevam Santos da Silva Filho, sacerdote da Arquidiocese de Vitória da Conquista – BA. Dom Edmilson é paulista, 53 anos, monge da Ordem Cisterciense (O.Cist). Seu lema episcopal recorda a graça divina que sustenta a missão: “Deus providenciará”. Ele assume a diocese de Guarulhos, a segunda maior do Estado de São Paulo, da qual fora bispo Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, ativo defensor da vida e da família no Brasil. A diocese de Guarulhos tem uma população de 879 mil católicos, e para seu governo e trabalho pastoral Dom Edmilson contará com 50 sacerdotes e 105 religiosos. Falando da nomeção do Padre Estevam para a arquidiocese primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, scj., Arcebispo de Salvador escreveu em uma carta aos fiéis: “Tenho a alegria de comunicar que o Santo Padre, o Papa Francisco, nomeou Bispo titular de “Feradi Maggiore” e Auxiliar da Arquidiocese de São Salvador da Bahia o Reverendíssimo Padre Estevam Santos, da Arquidiocese de Vitória da Conquista – BA. Pe. Estevam Santos Silva Filho nasceu em Vitória da Conquista – BA, no dia 10 de abril de 1968. Foi ordenado Presbítero no dia 9 de julho de 1995. Além de ter feito cursos na área da Comunicação, em Bogotá – Colômbia e São Paulo – SP, Pe. Estevam participou de um curso para Capacitação para Diretores Espirituais Inacianos, em Itaici – SP. Foi Pároco de várias Paróquias na Arquidiocese de Vitória da Conquista e ali assessorou diversas pastorais e movimentos. Até o momento, era Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Candeias, Diretor Espiritual no Seminário Maior da Arquidiocese de Vitória da Conquista e Ecônomo da Arquidiocese. Em nome da Arquidiocese Primaz do Brasil, saúdo afetuosamente o Pe. Estevam dos Santos Silva Filho: “Bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mt 21,9)”.

    VATICANO, 31 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco recebeu em audiência ontem o Conselho Diretivo da Universidade Católica Notre Dame dos Estados Unidos, que inaugura um centro em Roma. Em seu discurso assinalou que as universidades católicas têm o dever de dar um testemunho inequívoco e indispensável para defender e sustentar a mensagem cristã, sua identidade católica e os ensinamentos da Igreja .

    O Santo Padre recordou que em sua recente exortação Evangelii Gaudium reiterou “a dimensão missionária do discipulado cristão que deve ser relevante na vida das pessoas e na tarefa de qualquer instituição eclesial. Este compromisso de ‘discipulado missionário’, teria que perceber-se de forma especial nas universidades católicas que, por sua natureza, estão comprometidas em demonstrar a harmonia entre fé e razão e em evidenciar a importância da mensagem cristã para uma vida plena e autêntica”.

    Por isso, explicou o Santo Padre “é essencial um testemunho decidido nas universidades católicas do ensinamento moral da Igreja e a defesa de sua liberdade, precisamente nas instituições formativas da Igreja e através delas, para defender esse ensinamento proclamado com autoridade pelo magistério de seus pastores”.

    “Espero que a Universidade Notre Dame continue oferecendo o seu indispensável e inequívoco testemunho a esse aspecto da sua fundamental identidade católica, especialmente diante das tentativas, de onde quer que venham, de diluí-la. E isto é importante: sua identidade, como foi pensada do começo, para defendê-la, preservá-la e avançar nela!”

    O Papa recordou logo o fundador da Universidade Notre Dame, o Padre Edward Sorin, que em 1842 fundou este centro de estudos com alguns religiosos da Congregação da Santa Cruz. Disse que a inspiração que o levou a esta iniciativa “continua sendo chave, também no século XXI, para a identidade que a caracteriza e para seu serviço à Igreja e à sociedade norte-americana”.

    O Santo Padre indicou também que desde sua fundação, esta Universidade “deu uma notável contribuição à Igreja no seu país, comprometendo-se na educação religiosa dos jovens e no ensinamento de um saber inspirado na confiança na harmonia entre fé e razão para alcançar a verdade e a virtude”.

    “Consciente da importância crítica deste apostolado para a nova evangelização, expresso a minha gratidão pelo compromisso que a Universidade Notre Dame mostrou durante os anos para apoiar e fortalecer a educação católica em primária e secundária nos Estados Unidos”.

    Para concluir, o Papa pediu aos presentes que “rezem por mim neste ministério que recebi em serviço ao Evangelho e lhes asseguro minhas orações por vocês e por todos que estão associados a vocês na missão educativa da Universidade Notre Dame”.

    VATICANO, 31 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Em sua homilia da missa que presidiu ontem na Casa Santa Marta, o Papa Francisco explicou que, como dizia o Papa Paulo VI, é uma dicotomia absurda amar Cristo sem a Igreja, escutar o Senhor, mas não a Igreja, simplesmente “não se pode”.

    Conforme assinala a Rádio Vaticano, a homilia de ontem partiu da figura do rei Davi, que tinha "um sentimento forte de pertença ao povo de Deus". E isso “nos leva a perguntar-nos qual é o nosso sentido de pertença à Igreja, nosso sentir com a Igreja e na Igreja”.

    "O cristão não é um batizado que recebe o batismo e, depois, segue adiante pelo seu caminho. O primeiro fruto do batismo é fazer-se pertencente à Igreja, ao povo de Deus. Não se entende um cristão sem Igreja. E, por isso, o grande Paulo VI dizia que é uma dicotomia absurda amar Cristo sem amar a Igreja; escutar Deus, mas não a Igreja; estar com Cristo à margem da Igreja. Não se pode. É uma dicotomia absurda. Nós recebemos a mensagem evangélica na Igreja e fazemos nossa santidade na Igreja, nosso caminho na Igreja. O resto é uma fantasia ou, como ele dizia, uma dicotomia absurda".

    O "sensus ecclesiae" é justamente sentir, pensar, querer, dentro da Igreja. Há três pilares desta pertença, deste sentir da Igreja. O primeiro é a humildade, na consciência de estar dentro de uma comunidade como uma graça grande.

    "Uma pessoa que não é humilde, não pode sentir com a Igreja, sentirá aquilo que ela gosta. E esta humildade que se vê em Davi. 'Quem sou eu, Senhor Deus, e o que é a minha casa?'. Com essa consciência de que a história da salvação não começou comigo e não terminará quando eu morra. Não, é toda uma história da salvação: eu venho, o Senhor te alcança e te faz ir em frente e depois te chama e a história continua. A história da Igreja começou antes de nós e continuará depois de nós. Humildade: somos uma pequena parte de um grande povo, que segue na estrada do Senhor".

    O segundo pilar é a fidelidade, "que vai unida à obediência". "Fidelidade à Igreja, fidelidade aos seus ensinamentos, fidelidade ao Credo, fidelidade à doutrina, manter esta doutrina. Humildade e fidelidade. Também Paulo VI nos recordava que nós recebemos a mensagem do Evangelho como um dom e devemos transmiti-lo como um dom, mas não como uma coisa nossa: é um dom recebido que damos. E nesta transmissão é preciso ser fiéis”.

    “Porque nós recebemos e devemos dar um Evangelho que não é nosso, que é de Jesus, e não devemos - dizia ele – tornar-nos donos do Evangelho, donos da doutrina recebida, para utilizá-la a nosso gosto".

    O terceiro pilar é um serviço particular, finalizou o Santo Padre: “rezar pela Igreja". “Como vai nossa oração pela Igreja? Rezamos pela Igreja? Na missa todos os dias, mas nas nossas casas, não? Quando fazemos nossas orações? Rezar por toda a Igreja, em todas as partes do mundo. Que o Senhor nos ajude a seguir por essa estrada para aprofundar a nossa pertença à Igreja e o nosso sentir com ela”.

    VATICANO, 31 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco designou o Bispo italiano Dom Giorgio Corbellini como novo Presidente interino da Autoridade de Informação Financeira (AIF), depois da renúncia do Cardeal Attlilio Nicora, até agora presidente, conforme informou o Escritório de Imprensa do Vaticano.

    Dom Coberllini foi subsecretário de Estado do Vaticano entre 1993 aos 2011. Em 2010, Bento XVI o nomeou presidente da Comissão Disciplinar da Cúria Romana.
     
    BRASIL


    CACHOEIRA PAULISTA, 31 Jan. 14 (ACI) .- Alegria, legado, solidariedade. A alegria da Jornada Mundial da Juventude será revivida. A continuidade da JMJ ganhará o Instituto para Juventude. A solidariedade vai ajudar a quitar os últimos investimentos. Tudo isto no grande evento ‘Doe de Coração’, que acontecerá em Cachoeira Paulista, São Paulo, na sede da comunidade Canção Nova, durante os dias 7, 8 e 9 de março deste ano.

    O evento vai marcar a criação do Instituto para a Juventude e arrecadar fundos a fim de saldar os últimos investimentos da JMJ Rio2013. A programação traz participação de vários artistas e músicos católicos, que passaram pelos palcos da JMJ Rio2013, momentos de Adoração ao Santíssimo Sacramento, celebrações de Missas, momentos Marianos, pregações, palestras e testemunhos. Será o primeiro evento transmitido, simultaneamente, por todas as emissoras de TV e rádio católicas do Brasil.

    O INSTITUTO PARA A JUVENTUDE

    O Instituto para a Juventude é o maior legado da Jornada Mundial da Juventude, evento que marcou a cidade do Rio de Janeiro e todo Brasil, mostrando a mobilização dos jovens para o encontro com Cristo, através do Papa. O novo instituto foi idealizado pelo arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, em comunhão com todos os outros bispos e sacerdotes envolvidos na construção da JMJ Rio2013.

    Trata-se de um espaço reservado para o jovem expor, aplicar e desenvolver suas ideias para um mundo melhor, cujo objetivo é a promoção, recuperação e inclusão do jovem na sociedade, através da evangelização, brindando assistência e ensinando valores e princípios éticos de um cidadão de bem, de um verdadeiro cristão.

    INSTITUTO PARA A JUVENTUDE LANÇA CONCURSO PARA DEFINIR SUA IDENTIDADE VISUAL

    Uma nova oportunidade para você fazer parte do mundo JMJ. Foi aberto, na última sexta-feira (24/01), o concurso do logotipo que irá definir a identidade visual do Instituto para a Juventude, maior legado da Jornada Mundial da Juventude Rio2013. O formulário para inscrição e o regulamento do concurso podem ser acessados no link abaixo ou pelo site oficial do Instituto para a Juventude (www.ijuventude.org), entre os dias 24 de janeiro e 28 de fevereiro de 2014. A arte escolhida será anunciada, oficialmente, durante o evento ‘Doe de Coração’, que acontecerá entre os dias 7, 8 e 9 de março, em Cachoeira Paulista, São Paulo, sede da comunidade católica Canção Nova.
    Para mais informações e/ou dúvidas, envie um e-mail para concurso@ijuventude.com.

    Link para Ficha de Inscrição do Concurso: http://goo.gl/bf7ZoN
    Link do Edital e Regulamento do Concurso: http://goo.gl/v5fiE6
    MUNDO


    ROMA, 30 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Quase uma semana depois do roubo de uma relíquia de sangue do Beato João Paulo II, os agentes encontraram uma parte do relicário que continha o pequeno pedaço de tecido da batina de João Paulo II que ficou manchada de sangue durante o atentado que sofreu na Praça de São Pedro em 13 de maio de 1981. Até o momento há dois presos e as investigações continuam.

    Conforme assinala o jornal La Nación, dois jovens de 23 e 24 anos foram presos pelo roubo ocorrido na igreja de San Pietro della Ienca, em L'Aquila, na região italiana de Abruzos, eles confessaram ter roubado o relicário e a cruz do templo.

    O presidente da associação San Pietro della Ienca, Pasquale Correriere, responsável pelo santuário do qual a relíquia desapareceu, explicou à imprensa italiana que falta ainda o pedaço de tecido que esperam ainda poder recuperar.

    O fiscal de L'Aquila, David Mancini, ordenou um novo interrogatório aos dois detidos para que confessem onde se encontra a relíquia.

    Justamente hoje chegou a chamada do agora Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi secretário de João Paulo II por mais de 40 anos, para que os ladrões devolvam a relíquia antes da canonização do Pontífice que se realizará em 27 de abril.

    Em 2011, o Cardeal entregou à comunidade de Abruzzos a relíquia como "uma mostra de seu amor pela montanha".

    O jornal La Nación assinala que em um primeiro momento foi considerada a possibilidade de que se tratasse de um roubo para realizar algum rito satânico, mas posteriormente se pensou na possibilidade de que se trate de um roubo vinculado a um colecionador.
     

    NOVA DELHI, 30 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Uma diocese católica na Índia lançou uma campanha médica e contra as superstições depois da morte de um menino que sofria de apendicite e não recebeu atendimento médico porque seus pais utilizaram diversas “curas mágicas” que resultaram inúteis para salvar seu pequeno.

    O menino estudava na primeira escola de São Xavier em Lazu, na diocese de Miao do estado Arunachal Pradesh. O pequeno foi diagnosticado com apendicite durante uma revisão de rotina antes das férias de Natal.

    O diretor da escola, o Pe. Joy Moc, alentou os pais a procurarem o tratamento médico correspondente no hospital, mas ambos fizeram caso omisso e usaram “curas mágicas e sobrenaturais”, com o qual o apêndice do menino se rompeu provocando-lhe a morte.

    “Uma vida inocente se perdeu. Não queremos que isto se repita no futuro”, explicou o sacerdote ao grupo ACI no último dia 23 de janeiro.

    Depois do falecimento do menino, a diocese decidiu realizar uma campanha médica e contra as superstições, que se realizou em 17 de janeiro. Nela participaram 500 estudantes e fiéis da comunidade.

    Como parte da iniciativa se realizou uma marcha onde os participantes levaram cartazes nos quais se lia “Diga não à superstição”, “Nossa saúde é nosso direito”, “Vá ao médico se estiver doente” e “Remédios adequados a tempo”.

    O Bispo de Miao, Dom George Pallipparambil, expressou seu apoio à campanha e assegurou suas orações pelos frutos da iniciativa. Em declarações ao Grupo ACI comentou que “a ignorância e as redes de superstição são grandes desafios. Para enfrentá-los a educação é uma prioridade”.

    O estado de Arunachal Pradesh fica em uma região afastada da Índia e uma parte deste estado é reclamada pela China. A área é montanhosa e tem em seu território os Montes do leste dos Himalayas. As dificuldades do terreno e o difícil acesso são alguns dos fatores que geraram a pobreza, a falta de infraestrutura e o subemprego.
     

    ROMA, 30 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- “Dizem que o Boko Haram não tem nenhuma ligação com a religião (...), mas para mim, este fenômeno tem muito a ver com a religião. Agem gritando Allah Akbar, mesmo que gritassem Jesus é o Senhor, seria uma caracterização religiosa. Perdemos o nosso tempo se não reconhecemos e não enfrentamos este aspecto religioso”, disse o Arcebispo de Abuja, Cardeal John Olorunfemi Onaiyekan, em roda de imprensa depois dos brutais ataques nos últimos dias do grupo terrorista muçulmano Boko Haram no norte da Nigéria onde morreram 130 pessoas.

    Pelo menos 45 pessoas morreram no ataque contra a igreja católica no vilarejo de Wada Chakawa, no Estado de Adamawa, perpetrado por um grupo de homens armados que chegaram a bordo de um veículo blindado e de uma caminhonete, que depois de fecharem os fiéis no lugar de culto, atiraram depois indiscriminadamente contra eles. Outras 85 pessoas morreram no ataque ao vilarejo de Kauwuri, no Estado de Borno.

    “O governo gastou bilhões para comprar todo tipo de dispositivos eletrônico, mas não conta quanto dinheiro é gasto até quando se raciocinar em termos de potência contra potência, fogo por fogo; assim não se pode resolver o problema da segurança”, disse o arcebispo de Abuja.

    O Cardeal destacou a importância dos aspectos sociais, políticos, econômicos e da psicologia social para entender o fenômeno do Boko Haram. “Precisamos entender como um jovem de 27-28 anos, formado em química ou em outra disciplina, termine por viver em meio a um bosque; alguma coisa aconteceu na sua mente. Para mudar a mente deste jovem, é preciso aproximar-se dele, mas não com uma arma”.

    O Cardeal Onaiyekan apela aos líderes religiosos para que trabalhem juntos para resolver o problema. “De um modo ou de outro, alguém deve romper o círculo vicioso e aconselhei o governo sobre este ponto”, conclui.

    Por sua parte o porta-voz da diocese de Canoa, Padre Raymond Danbouye, confirmou que as 22 pessoas que morreram no ataque à igreja foram enterradas depois de um funeral na segunda-feira.

    O grupo fundamentalista, que quer impor a lei islâmica em um país dividido quase em partes iguais entre cristãos e muçulmanos, matou milhares de pessoas nos últimos quatro anos e meio e é considerado o maior risco para a segurança do máximo exportador de petróleo da África e a segunda maior economia do continente depois da África do Sul.
    CONTROVÉRSIA


    MADRI, 30 Jan. 14 (ACI/Europa Press) .- Um total de treze bispos católicos da África do Sul, Finlândia, Islândia, Espanha, França, Canadá, Reino Unido, Estados Unidos, Irlanda, Alemanha, Polônia e Andorra pediram à comunidade internacional "apoio urgente" para evitar a intenção de Israel de construir um novo muro de segurança que passe pela Cisjordânia de Beit Jala, situada entre Jerusalém e Belém, onde vive um total de 58 famílias palestinas cristãs, conforme informou a Conferência Episcopal Espanhola (CEE).

    Os bispos, agrupados na Coordenadoria pela Terra Santa alertaram que a construção do muro supõe para as famílias cristãs "a ameaça de perder suas terras e seus meios de vida já que destruirá vinhedos, olivares e hortas, e lhes separará de suas terras”.

    Além disso, embora tenham reconhecido o "direito do Estado de Israel à segurança e a ter fronteiras seguras", destacaram que o traçado do muro excede o limite da Linha Verde que a comunidade internacional reconhece como os limites do mesmo.

    Segundo os bispos, a intenção do governo israelense com a construção do muro é "consolidar zonas de assentamentos e separar de forma permanente Belém de Jerusalém", por isso insistiram na ilegalidade da construção do muro –de acordo com uma opinião consultiva de referência da Corte Internacional de Justiça– e na "violação flagrante" que supõe segundo acordos de Genebra e a Declaração Universal dos Direitos humanos.

    Os bispos católicos pediram orações para evitar a construção do muro e reiteraram o seu pedido aos governos dos países para que "animem Israel a cumprir com a lei internacional" e a que "respeite os meios de vida destas famílias para que o povo de Beit Jala seja protegido de uma maior expropriação de suas terras e lares".

    O Papa Francisco confirmou no dia 5 de janeiro deste ano que visitará as duas cidades (Jerusalém e Belém) nos dias 24 e 26 de maio, em uma viagem à Terra Santa durante a qual também visitará Ammán, a capital jordana, depois de ter sido convidado tanto pelo presidente israelense, Shimon Peres como pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abas.
    PERFIS


    MISSOURI, 31 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Apesar de sua pouca idade, Vincent Butterfield, de 7 anos, aluno do Central elementary School Union em Missouri (Estados Unidos), deu exemplo de amizade e solidariedade ao raspar a cabeça para que o seu melhor amigo que sofre de leucemia não se sinta estranho, e também começou a vender cachecóis para ajudá-lo a pagar seu tratamento médico.

    Quando Vincent soube que o seu amigo, Zac Gossage, foi diagnosticado com câncer começou a realizar muitas perguntas sobre o tema, aprendeu que seu amigo ficaria sem cabelo e que seu tratamento seria muito caro.

    Em suas próprias palavras, Vincent explicou que a doença “é uma briga entre as células brancas e as vermelhas”, conforme informou o noticiário local do WTNH canal 8.

    Zac tem que ir com muita frequência ao hospital para realizar o seu tratamento de quimioterapia, mas mesmo assim o menino não falta à escola “porque assim eu posso brincar com Vincent”, assinalou, e cada vez que a professora lhe pergunta como está, ele responde com entusiasmo “estou bem”.

    Um dia Vincent chegou ao colégio com a cabeça coberta com uma boina, e disse a sua professora que tinha uma surpresa para Zac e quando tirou a boina mostrou a sua cabeça raspada. "Fiz isso para que não sentisse que ele é o único sem cabelo", expressou o menino.

    Com o apoio de sua família, Vincent decidiu vender cachecóis, com a venda de mais de 20 deles conseguiu um pouco mais de 200 dólares que entregou ao seu melhor amigo para seu tratamento.

    Os que o conhecem assinalam que Vincent, apesar de ser muito novo, ensina com o exemplo o valor da amizade, da entrega e da solidariedade para ajudar não apenas economicamente a um amigo, mas também com gestos que só podem nascer de um coração puro e sincero.
     

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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo