Banner

Jesus Início

Início


Visitas



addthis

Addrhis

Canal de Videos



    •  


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    • -


    Rio de Janeiro

    Santa Sé






    Mostrando postagens com marcador Dia de Todos os Santos. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Dia de Todos os Santos. Mostrar todas as postagens

    sexta-feira, 1 de novembro de 2013

    Dia de todos os santos - O que são os santos








    -



























































    Hoje a Santa Igreja comemora o dia de todos os santos e este é um assunto ainda polêmico, infelizmente. É polêmico porque em geral não é bem compreendido por quem não é católico. Ontem eu estava dando aula e, como tratava do pensamento sofista de Protágoras, fiz uma ponte pra falar do intenso relativismo contemporâneo no qual vivemos. A fim de usar um exemplo que fosse bem conhecido dos alunos, eu fiz menção à problemática religiosa de que o mundo atual tem sido palco. Há uma infinidade de religiões; pelo menos no Brasil, é comum ver, em uma só rua, mais de uma igreja protestante. E o que determina qual religião deve ser seguida é, no mais das vezes, o gosto pessoal. Há inúmeros exemplos de pessoas que, aderindo a uma prática que não é aceita pela sua denominação atual, mudam para uma religião que os acolha sem ser preciso que mudem de conduta.


    E assim, a coisa toda fica muito solta: eu decido o que seguir não pela verdade deste ou daquele discurso, mas segundo este ou aquele discurso me agrade, concorde comigo e com os meus interesses. Temos um self service de religiões. Há algumas delas que desafiam os limites do absurdo. Um dos grandes determinantes para aderir a um caminho religioso se tornou o próprio conforto, o bem estar; em suma, o egoísmo. É a mesma lógica de quem peca: buscar prazer, conforto, bem estar, etc.


    Mas isso tudo em nada se parece com a "negação de si" de Cristo falou. Converter-se é conformar-se ao Evangelho, e não adaptar o Evangelho a si. E isto é o básico. Se sequer isto é compreendido, está-se em maus lençóis, pois é prova de que não se dispõe do mais mínimo para compreender qual seja a natureza do cristianismo ou do fenômeno religioso como um todo. Uma religião vivida segundo os moldes atuais antes deforma do que forma; as pessoas que se acostumam a este tipo de coisa terminam tendo o próprio caráter grandemente prejudicado, e o hábito da auto-mentira tende a assumir um status divino. É o caminho da iniquidade institucionalizada e disfarçada de religião. Como atacar algo que foi identificado com a própria natureza do sagrado? E isto tudo, além de impedir uma vida espiritual autêntica nos seus seguidores, termina servindo de escândalo e de troça diante dos outros.


    Pois bem, eu estava falando do relativismo religioso, e uma das alunas falou que uma das grandes diferenças, hoje, é a entre evangélicos e católicos. A distinção, segundo ela, consistia no fato de que os primeiros adoravam a Deus, enquanto que os segundos serviam aos santos. Este tipo de ignorância total a respeito do catolicismo ou dos santos em geral não é exclusivo dos protestantes. Muitos católicos terminam adquirindo uma visão parecida, seja no sentido de desprezar os santos, seja no sentido de divinizá-los. Mas essas visões são de todo equivocadas. A fim de que nossa fé seja sadia, é importante que a gente compreenda bem tudo isso. Esclareçamos, portanto:


    A santidade implica sempre um altíssimo grau de bondade. Não se concebe que um santo seja mau. Quando dizemos de outro: "é um santo", queremos significar que este outro tem ações e intenções puras e boas. A santidade pressupõe a bondade. Porém, "só Deus é bom", diz Jesus. Esta afirmação não significa que não haja bondade no mundo, mas que não há outra fonte de bondade a não ser o próprio Deus. Fora de Deus, nada é bom. Com Deus, tudo é bom. O segredo da bondade é estar em Deus. Aquele que vive com Ele termina participando da Sua bondade e se torna bom por participação. Ora, se a bondade leva à santidade, então é preciso admitir que também os homens podem ser santos na mesma medida em que participem da santidade de Deus. E tal é a ordem de Jesus: "Sede santos como vosso Pai é santo!" Ora, se o próprio Cristo nos ordena tal, é porque tal é possível e, antes, exigido aos homens. Não há, então, nenhuma contradição no fato de existirem santos. Do que foi dito, também é preciso excluir a idéia de que o santo represente qualquer tipo de poder alternativo a Deus. O santo é, antes, uma pessoa humana que mergulhou tão profundamente em Deus que ficou "molhado" da Sua santidade e não apenas na superfície do seu corpo, mas desde dentro. A santidade significa uma profunda transfiguração de tudo quanto é humano. Ser santo é ser divinizado por Deus por participar da vida d'Ele. Com efeito, diz Jesus: "Se alguém me ama, meu Pai o amará, e eu virei a ele e me manifestarei nele." Ora, o modo de Jesus manifestar-se não é outro senão santificando aquilo em que Ele se manifesta. É o que aconteceu com S. Paulo: "Já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim".


    O que são os santos, pois? São pessoas humanas que, não obstante as suas fraquezas e inclinações ao egoísmo e ao pecado - como qualquer um de nós -, se abandonaram de tal modo a Deus que como que saltaram por cima de si mesmos, numa confiança absoluta, e se renderam inteiramente a Ele num estrito combate contra si mesmos, numa contínua auto-negação e, neste processo, segundo a pureza de suas intenções, foram auxiliados pelo próprio Deus que, então, os revestiu de Si, os transfigurou em Si e nos deu, de modo claro e inequívoco, a prova de que as verdades do Evangelho são eficazes e possíveis e que superabundam as nossas mais felizes expectativas.


    A santidade não é outra coisa senão a reaquisição da saúde interior que nós perdemos pelo pecado. É o limpar dos olhos da alma que permitirá aos homens vencerem as ilusões e distorções deste mundo. Isto possibilitará uma visão totalmente nova das coisas e de si mesmos, pois, então, tudo se revela na sua relação mais íntima com Deus. Depois, é também a libertação das forças profundas da alma, em particular da força do amor, o que permite que a alma vença a sua estreiteza e a sua timidez de ocupar sempre e somente o pequeno espaço da sua redoma de desejos e medos. O santo é como alguém que redescobriu a liberdade e só então teve consciência da baixeza da sua escravidão anterior.


    O santo, ao retomar a veracidade de sua vida, ao sair das ilusões e das escravidões, e ao tomar consciência mais clara do amor de Deus e do que significa ser Seu filho, descobre a felicidade. Uma felicidade que, como dizia S. Josemaria Escrivá, é algo muito diferente do prazer de animal sadio; é, antes, uma felicidade íntima, que surge de dentro, e muito diferente dos prazeres cá de baixo que meio que raspam na superfície do nosso ser. Ao descobrirem a natureza de tal felicidade, querem comunicá-la aos demais. O santo é assim uma poderosa testemunha do Cristo e da Verdade. É um inimigo dos confortos mundanos e dos prazeres egoístas. E, neste sentido, é uma constante ameaça às nossas hipocrisias e aos nossos auto-enganos. É alguém que grita como um alucinado, mas com profunda sobriedade: "é preciso sangrar por Cristo!" É alguém que, aos olhos do mundo, pode parecer um maluco. Mas, na verdade, o santo é aquele que se tornou sadio e denuncia a loucura do mundo.


    Neste dia de todos os santos, olhemos para essas lâmpadas ardentes do fogo do amor divino. Cada um em sua época soube reacender no mundo aquele fogo que Jesus sonhava em fazer arder. Olhemos para eles e permitamo-nos inflamar de novo por Deus, para este Deus que se fez homem, deu Sua vida por nós e nos dá a oportunidade de nos tornarmos felizes na medida em que o amemos e imitemos. A santidade é o segredo da felicidade, assim como o pecado é o caminho para a frustração. Não sejamos tolos: amemos a Deus com a nossa vida; que ela seja uma canção de amor agradável a Ele. Que a nossa alma exale o Seu perfume. Que os santos intercedam por nós. Que a Virgem Santíssima nos dê as devidas disposições para seguir o Seu Filho. Amém.





    Postado por Fábio Graa 


    Marcadores: Combate pela Fé, Espiritualidade, Heresias


    Dia de Todos os Santos - 1° de novembro










    -






















    "O encanto grandioso e delicado da Cristandade não provém tanto do que ela realizou, como da harmonia profunda e da veracidade cintilante dos princípios sobre os quais ela construiu". Graças a Igreja Católica a mulher foi elevada a uma dignidade nunca antes atingida. Essas mulheres virtuosas também contribuíram para a grandeza da Cristandade. Aquelas glorificadas pela Igreja, o foram para que as mulheres de todos os tempos as tomassem como exemplo.































    quinta-feira, 31 de outubro de 2013


    

    • Todos os Santos por Frá Angélico



    A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, os cristãos começaram a honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Nosso Senhor Jesus Cristo no céu, rezavam a eles para que intercedessem a seu favor.
    Esta tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia ao redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
    A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande, que se tornou impossível designar para cada mártir um dia do ano. No século IV, em Antioquia já eram celebrados todos os santos mártires em um dia comum, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.
    Com o passar dos anos, mais homens e mulheres se sobressaíram como exemplos de santidade. Ao martírio pela fé que os cristãos respeitavam se soma a entrega de toda a vida no serviço de Deus; assim, "o dia de todos os santos" celebra todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (*).
    A comemoração regular começou quando, em 13 de maio de 609 ou 610 d.C., o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra a todos os deuses — a Maria e a todos os mártires.
    A data foi mudada para novembro quando o Papa Gregório III (731-741 d.C.) dedicou uma capela em Roma a todos os santos e ordenou que eles fossem homenageados em 1° de novembro. Não se sabe ao certo por que ele fez isso, mas pode ter sido porque já se comemorava um feriado parecido na mesma data na Inglaterra.
    A Enciclopédia da Religião afirma: “O Samhain continuou a ser uma festa popular entre os povos celtas durante todo o tempo da cristianização da Grã-Bretanha. A Igreja britânica tentou desviar esse interesse em costumes pagãos acrescentando uma comemoração cristã ao calendário, na mesma data do Samhain. É possível que a comemoração britânica medieval do Dia de Todos os Santos tenha sido o ponto de partida para a popularização dessa festividade em toda a Igreja cristã”.
    Markale menciona a crescente influência dos monges irlandeses em toda a Europa naquela época. De modo similar, a Nova Enciclopédia Católica afirma: “Os irlandeses costumavam reservar o primeiro dia do mês para as festividades importantes e, visto que 1° de novembro era também o início do inverno para os celtas, seria uma data propícia para uma festa em homenagem a todos os santos”.
    Finalmente, em 835, o Papa Gregório IV declarou-a uma festa universal.

    O Dia de Finados, no qual as pessoas rezam a fim de ajudar as almas no purgatório a obter a bem-aventurança eterna, teve sua data fixada em 2 de novembro durante o século XI pelos monges de Cluny, na França. Embora se afirmasse que o Dia de Finados era um dia santo católico, é óbvio que na mente do povo ainda havia muita confusão. A Nova Enciclopédia Católica afirma que “durante toda a Idade Média era popular a crença de que, nesse dia, as almas no purgatório podiam aparecer em forma de fogo-fátuo, bruxa, sapo, etc.”.
    Intenção catequética da festividade
    Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética destas celebrações que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para segui-lo e ser santo à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente veem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. 
    Além disso, é importante recordar o artigo do Credo que fala da Comunhão dos Santos. Na Doutrina Católica a comunhão dos Santos tem dois significados intimamente relacionados: "comunhão nas coisas santas, sancta" e "comunhão entre as pessoas santas, sancti".
    O primeiro significa a participação de todos os membros da Igreja nas coisas santas: a Fé, os Sacramentos (nomeadamente a Eucaristia), os carismas e os outros dons espirituais. O segundo significa a união viva e espiritual de todos os fiéis cristãos e membros da Igreja que, "pela graça, estão unidos a Cristo", formando um único Corpo Místico de Cristo e sendo por isso "pessoas santas (sancti) em Cristo". Logo, esta comunhão de santos forma "uma só família, a Igreja", que está organizada em três estados espirituais diferentes:
    - A Igreja militante, formada pelos fiéis que "peregrinam na Terra", nomeadamente aqueles que estão em estado de graça (ou seja, que não estão manchados por pecados mortais não confessados);
    - A Igreja padecente ou purgante, constituída pelas almas que ainda padecem no Purgatório e que, por isso, necessitam das orações de sufrágio (nomeadamente a missa), das boas obras, dos sacrifícios, das indulgências e das obras de penitência praticadas pelos membros da Igreja militante. Todas estas ações aceleram a purificação e posterior entrada no Céu destas almas padecentes;
    - A Igreja triunfante, composta pelos habitantes do Céu (desconhecidos, anônimos ou oficialmente reconhecidos pela Igreja), que alcançaram a eterna e definitiva santidade e que, portanto, são os intercessores dos homens junto de Deus.
    Todos os membros da Igreja destes três diferentes estados espirituais, unidos espiritualmente em Cristo, podem por isso interceder e ajudar-se mutuamente através de orações, boas obras, sacrifícios e indulgências, ou seja, através da "comunicação dos bens espirituais".
    Esta união viva é sustentada na doutrina católica de que "todos os crentes formam um só corpo, [logo] o bem duns é comunicado aos outros [...]. E assim, deve-se acreditar que existe uma comunhão de bens na Igreja. [...] Mas o membro mais importante é Cristo, que é a Cabeça [...]. Assim, o bem de Cristo é comunicado a todos os membros, comunicação que se faz através dos sacramentos da Igreja". Esta união espiritual, em última análise, é fundamentada "no mesmo amor de Deus e do próximo" que todos os católicos comungam, "embora de modo e grau diversos", formando assim uma só Igreja. 

    Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. Coimbra: Gráfica de Coimbra, 2000. ISBN 972-603-349-7

    (*) No século V, teve início o uso de um processo para que a heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo fosse averiguada; após o término do processo, o investigado pode ser chamado universalmente de beato ou santo. O processo também institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa.

    Postado por Zeni às 07:13








    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo