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    quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

    ADHT: Defesa Hetero PPS entra no STF para reconhecimento da homofobia





    ADHT: Defesa Hetero





    Posted: 26 Dec 2013 09:01 AM PST


    Início » Direitos Humanos » PPS entra no STF para reconhecimento da homofobia

    PPS entra no STF para reconhecimento da homofobia




    Partido apresentou ação em que acusa o Congresso de omissão e pede que a discriminação de homossexuais seja combatida com o mesmo rigor do racismo






    POR EDSON SARDINHA | 23/12/2013 18:57 





    José Cruz/ABr


    • Ação movida pelo PPS será relatada pelo ministro Celso de Mello

    O PPS entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) em que pede que seja tratada como crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. O partido quer que assassinatos, atos de violência ou discriminatórios por homofobia e transfobia sejam combatidos com o mesmo rigor previsto na Lei 7716/89, a Lei do Racismo.



    "Todas as formas de homofobia e transfobia devem ser punidas com o mesmo rigor aplicado atualmente pela Lei de Racismo, sob pena de hierarquização de opressões decorrente da punição mais severa de determinada opressão relativamente a outra", sustenta a ação direta de inconstitucionalidade por omissão protocolada pelo partido, que será relatada pelo ministro Celso de Mello.


    Para o PPS, o Congresso foi omisso ao não votar a lei que torna crime a discriminação de homossexuais. Na semana passada, o Senado decidiu incorporar as discussões do PLC 122/06, o chamado PL da Homofobia, que tramitava na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, no debate do novo Código Penal. O projeto de reformulação da legislação penal será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).


    Congresso sob pressão


    O PPS alega que a ação foi proposta para seja imposto ao Poder Legislativo o dever de elaborar legislação criminal que puna a homofobia e a transfobia, espécies de racismo. "Racismo é toda ideologia que pregue a superioridade/inferioridade de um grupo relativamente a outro e a homofobia e a transfobia – espécies de racismo – implicam necessariamente na inferiorização da população LGBT relativamente a pessoas heterossexuais cisgêneras (que se identificam com o próprio gênero)", afirma a sigla no documento assinado pelo presidente, deputado Roberto Freire (PPS-SP).


    O partido acusa o Congresso de prejudicar parcela da população ao não decidir sobre o assunto. "O legislador não aprova, mas também não rejeita, deixando este e todos os outros temas relativos à população LGBT em um verdadeiro limbo deliberativo", sustenta a legenda na ação, de acordo com o STF.


    Como mostrou o Congresso em Foco, evangélicos como os senadores Magno Malta (PR-ES) e Eduardo Lopes (PRB-RJ) e o pastor Silas Malafaia comemoraram na semana passada a manobra que, segundo eles, "sepultou" o PL da Homofobia. O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), um dos principais representantes dos homossexuais no Parlamento, reconheceu que a medida "enterra" o projeto e promete apresentar nova proposta sobre o assunto. Para ele, a base governista "cedeu a chantagem do fundamentalismo religioso".










    Fonte : Congresso em Foco



    3 horas atrás COMENTOU:






    Uol que piada! 

    Congresso em Foco claramente toma partido contra os evangélicos ao citar alguns dos seus líderes-representantes como organizadores de manobras. 

    Viva a demuolcracia! 

    Eu não concordo com muito do comportamentos/pensamentos destes e de muitos líderes citados. Até os meus comportamentos estão em constantes mutações, mas tenho fundamentos: Todavia o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os seus, e: Aparte-se da injustiça/iniquidade todo aquele que profere o nome do Senhor (II Timóteo 2.9).

    Somos discriminados por sermos religiosos. 

    Sugiro que se afirme uma lei em defesa da religião, visto que no Brasil ser religioso implica em ser classificado com os honrosos elogios de "Fundamentalista", "ignorantes", "atrasados", "bitolados", "ladrões", "massas de manobras (se for o povo) e manobristas (se forem lideres)", "violentos", "odiosos", "contrários aos direitos humanos", "nazi-fascistas", sem "cérebro" , "vítimas de lavágem cerébral", etc.

    Se os homossexuais precisam de uma lei que diga que eles são humanos, os evangélicos também precisam pois, a liberdade religiosa e de expressão, não nos serve mais, ela é violada com aplausos pelos "eruditos e humanos direitos" que defendem os direitos dos "humanos" - Grupo do qual fazem parte apenas "as minorias" ou seja, uma minoria privilegiada, são de humanos, a maioria são sei lá o que!

    Precisamos de uma lei específica que diga que é preciso respeitar a lei que diz que existe liberdade de expressão, também, para os religiosos e que estes não podem ser vítimas de incitação ao ódio, violência e discriminação por causa da sua fé!

    Num país de iguais, ser religioso não merece a igualdade. É isso?







    Posted: 26 Dec 2013 07:23 AM PST

    26 de dezembro de 2013








    Rússia escolhe vida


    Steven W. Mosher


    Na semana passada, o presidente russo Vladimir Putin sancionou uma lei que proíbe anúncios comerciais de aborto. Alguns membros da Duma (o Congresso da Rússia) estão falando de ir mais longe e proibir o próprio procedimento do aborto. A Igreja Ortodoxa Russa, cujos membros estão se enchendo de convertidos e pessoas que estavam desviadas, está também mostrando seu peso na questão. Um prelado ortodoxo chamou o aborto de "rebelião contra Deus." Eu mesmo não poderia ter expressado isso de forma melhor.



    Essa é uma virada estupenda num país que há muito tempo é conhecido por seu índice de aborto tragicamente elevado. Até recentemente, em média a mulher russa poderia esperar ter sete abortos durante sua vida inteira. Até mesmo o jornal New York Times, que não é um bastião de sentimentos pró-vida, se sentiu compelido a reconhecer que o elevado índice de aborto da Rússia estava prejudicando a saúde e fertilidade das mulheres russas. Como o jornal comentou num editorial de 2003: "Agora o governo russo está tentando reduzir o índice de aborto. É uma meta admirável, considerando o preço muito alto que os abortos múltiplos têm causado na saúde e fertilidade das mulheres russas." Sem mencionar o preço elevado que o aborto tem custado em vidas de bebês em gestação, e na população como um todo.


    O aborto foi forçado no povo russo pelos bolcheviques (o Partido Comunista da Rússia sob a liderança de Lênin), que ao subirem ao poder em 1920 legalizaram o aborto até o momento do nascimento, sem nenhuma restrição. A meta deles era destruir a família incentivando as mulheres a fazer abortos, a não ficar em casa e a trabalhar fora. A Rússia foi o primeiro país do mundo a declarar guerra nos bebês em gestação desse jeito. É claro que com seus expurgos, execuções em massa e gulags a guerra atingiu os bebês em gestação de outras maneiras também.


    Aliás, foram os primeiros bolcheviques que desenvolveram a máquina de sucção de aborto que ainda hoje as clínicas de aborto usam. De fato, eles desenvolveram duas versões. A primeira era a máquina de sucção elétrica de fazer aborto, usadas nas clínicas de abortos dos Estados Unidos e outros países. A segunda foi o aspirador manual a vácuo, uma máquina de aborto manual que é usada nos países menos desenvolvidos em lugares que não dispõem de energia elétrica.


    O Instituto de Pesquisa Populacional, organização pró-vida com sede nos EUA, vem desempenhando um papel importante ajudando a Rússia a voltar a apoiar a vida. Participei da primeira Cúpula Demográfica na Universidade Social Estatal Russa em Moscou em maio de 2011. Conversamos com elevadas autoridades russas sobre a necessidade de proteger a vida. Não muito depois, uma lei foi aprovada proibindo o aborto de bebês de mais de 12 semanas. A lei também ordenava um período de 2 a 7 dias de espera para um aborto médico, e exigia que todos os que fazem anúncio de serviços de aborto incluíssem um aviso no sentido de que "o aborto é perigoso para a saúde da mulher." Agora, evidentemente, o anúncio de qualquer tipo de aborto foi proibido.


    Consideradas individualmente, cada uma das leis implantadas pelo governo russo tem um impacto demográfico relativamente pequeno. O governo russo, por exemplo, paga uma bonificação de $13.000 aos pais de cada bebê recém-nascido. Contudo, de acordo com o demógrafo Igor Beloborodov, essa bonificação só convenceu 8 por cento dos casais em idade reprodutiva a considerar ter outro filho.


    O efeito cumulativo de todas as políticas pró-vida e pró-natalidade adotadas até agora está longe de ser importante. Embora haja ainda, de acordo com o Ministério da Saúde da Rússia, 1,7 abortos para cada nascimento vivo no país, essa proporção está diminuindo, pois o índice de natalidade está se elevando e o aborto está se tornando gradualmente menos comum.


    Como resultado da adoção de políticas inteligentes para proteger a santidade da vida, o declínio da população da Rússia foi praticamente detido, e o país entrou num curso demográfico mais estável.


    O inverno demográfico da Rússia ainda não acabou, mas há sinais de degelo de primavera.


    Traduzido por Julio Severo do artigo do Instituto de Pesquisa Populacional: Russia Chooses Life




    Leitura recomendada:



























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    sexta-feira, 15 de junho de 2012

    O que significa Homofobia



    O termo Homofobia tem sido frequentemente usado de modo inadequado a fim de descrever qualquer pessoa que se oponha ao comportamento homossexual, seja por questões religiosas, ou de outra ordem. Tecnicamente, contudo, o termo Homofobia significa: homós: igual; e phóbos: medo; denotando alguém que tenha fobia – ou medo irracional – da homossexualidade, um neologismo criado pelo psicólogo George Weinberg, em 1971.

    Embora Homofobia seja um termo controverso (pois etimologicamente não se refere a medo da homossexualidade, ou de homossexuais), passou a ser usado com a tentativa de denotar um medo irracional da homossexualidade (se assim o contrapusermos à claustrofobia-medo de lugares fechados, ou à acrofobia- medo de alturas, por exemplo).

    Para quem não concorde com a homossexualidade, aplicar-lhe o termo homofobia é uma distorção deste termo, pois discordar de algo não é a mesma coisa que ter medo de algo. O termo em si também nada tem a ver com “ódio a homossexuais”, como alguns desejam nos fazer acreditar. Trata-se, neste caso, de mais uma deturpação do termo Homofobia.


    Dr. Eduardo Adnet
    Psiquiatra – Curitiba/PR
    "Dr Adnet - Homossexualidade é doença?/Em:www.dradnet.com/"

    sábado, 9 de junho de 2012

    Contra a liberdade de blasfemar



    Contra a liberdade de blasfemar

    O artigo de Jeanne Smits, publicado no jornal Présent, de 1º. de novembro, resume a polêmica e os protestos contra a apresentação de uma peça de teatro em Paris. Nessa obra, intitulada “Sobre o conceito da face do Filho de Deus”, granadas e excrementos são lançados contra um grande rosto de Cristo, com a finalidade – acredite se quiser! – de provocar uma discussão sobre a bondade de Deus e nossa própria miséria… Tradução e notas de Jaime Maia, pela Montfort.

     Blasfêmia… ou não?


    Jeanne Smits
    Milhares de pessoas responderam ao chamado para a manifestação do Instituto Civitas, em Paris, nesta tarde de sábado para protestar contra a onda de cristianofobia [1] “cultural”.

    O Instituto Civitas é próximo da Fraternidade São Pio X, que esteve na vanguarda da mobilização dos católicos, nos últimos dez dias, durante a realização da peça teatral de Romeo Castellucci, “Sobre o conceito da face do Filho de Deus”. Vimos muitos padres da Fraternidade vir orar com os fiéis diante do “Teatro da Cidade” – altamente subsidiado pelo dinheiro público – como também aos pés da estátua de [Santa] Joana d’Arc, de onde a manifestação se moveu para ir em direção à “Place du Chatelet”[2], para reiterar a indignação dos cristãos contra esta peça, que “culmina” com a descarga de excrementos sobre uma bela representação do rosto de Cristo por Antonello da Messina.

    Havia sim a Fraternidade São Pio X – o Padre Beauvais, pároco de São Nicolau de Chardonnet, presente quase todas as noites, o Padre Toulza e muitos outros – mas não só. Numa noite ou outra, vimos sacerdotes da Fraternidade São Pedro (como o Padre Le Coq), sacerdotes diocesanos, fiéis tradicionalistas e outros nem tanto. Houve até um grupo islâmico em nome do respeito pela religião. A mídia rapidamente encontrou uma forma de desacreditar esta indignação: trata-se de “fundamentalistas cristãos”.

    Eis que alguns começam, depois disso, a gritar sobre a “manipulação” destes jovens que foram induzidos a manifestar-se contra uma peça que, segundo eles dizem, não é tão blasfema assim. É o caso de um padre, o Padre Grosjean, da diocese de Versailles, ou uma colunista de “Resposta Laica” ["Riposte Laïque"], Myriam Picard, que decidiram ver o espetáculo e que saíram “perturbados”, cada um à sua maneira, pela reflexão que ele induz sobre a degradação humana e a bondade do Cristo.

    Não se trata de duvidar da sinceridade dessas opiniões, mas sem perder de vista que elas vêm de pessoas que a priori não tem hostilidade diante de Cristo. Católicos prontos a entrar no jogo do dramaturgo e do teatro contemporâneo, onde tudo é possível, especialmente a transgressão, preferencialmente subvencionada, a partir do momento em que dá origem a uma “discussão”, uma reflexão, independente do sentido.

    Dizer que a blasfêmia, implicitamente, presta reconhecimento à existência de Deus, é um conceito que nós já conhecemos. Ele cada vez mais se instala nos cinemas, nas salas de exposições, instalações de arte contemporânea, recebidos até mesmo dentro de nossas igrejas e na recreação dos jovens – vejam a moda “gótica” e a Hellfest [festival do Inferno, NT[3]], os quais,  já que podem ser tanto um sinal de desespero, quanto o desejo de expressar o ódio a Cristo, são aceitos.

    Desnecessário dizer que o sofrimento, a velhice, a doença, a inutilidade aparente do corpo humano não excluem Deus. Há séculos que, justamente nas Santas Casas, as almas caridosas acolhem os mais sujos, os mais necessitados, os mais repugnantes, sob o olhar de Cristo. O próprio Cristo assumiu a face da humilhação, tomando sobre si toda a miséria dos homens. O problema não está aí. É basicamente a hipocrisia de uma mensagem dita “artística”, que qualquer um reivindica interpretar à vontade, mas que efetivamente, objetivamente, passa por uma espécie de jubilosa agressão àquilo que nossa fé tem de mais sagrado.

    A peça de Castellucci dura 55 minutos, todos já viram trechos extensos colocados na internet. Não passa despercebido o bombardeio do rosto de Cristo com granadas de plástico por crianças – e é significativo que esta cena foi cuidadosamente removida entre Avignon, onde ela foi apresentada no Festival [Internacional de Teatro], e Paris, onde os católicos tinham manifestado sua recusa anteriormente, quer seja diante dos tribunais, através da AGRIF [associação anti-racismo], ou na rua. Não passa despercebido o fato de derramar excrementos, independentemente da finalidade. Não passa despercebido, eu diria mesmo que não é aceitável, apresentar um velho no palco esvaziando suas entranhas. São gestos, atitudes, ações que são da intimidade. A “arte” moderna (como o cinema pornográfico) não aceita esses limites. E sua aposta na dessacralização, na profanação, na negação de todo pudor e limite, está ganha no momento em que nós aceitemos ir além do fato, para buscar a intenção.

    São os nossos pecados, os meus pecados que maculam o rosto de Cristo, que pisoteiam o Crucificado, que cospem sobre o Redentor. Sabemos que Ele veio especificamente para nos lavar disso. Mais uma razão – mesmo que para uma “reflexão” – para não colocá-lO no palco de modo tão “excremental”, acrescentando a isso a humilhação e o insulto.

    O caso da peça de Castellucci seria mais bem analisado a partir das reações e palavras dos que não amam a Cristo, nem amam a fé.

    A maneira como os jovens manifestantes – que se contentavam, salvo pouquíssimas exceções, em cantar a sua fé e pedir que não se ferisse aquilo que eles têm de mais caro – foram abusados, desprezados, ridicularizados, acusados, colocados em viaturas e detidos, deveria nos questionar muito mais do que as defecações artísticas de uma peça subvencionada com dinheiro público.

    Eles são acusados de violência: “atentado à liberdade artística com violência” é o delito a que muitos deles terão de responder. Mas a única “violência” foi a interpretação de canções religiosas! [4]

    Falei com um dos vinte jovens que passaram 48 horas sob custódia, por levantar-se no teatro, na quarta-feira passada, dizendo “Parem com a blasfêmia”, antes de rezar uma “Ave Maria”.

    Ele seguiu imediatamente o soldado que o convidou a sair. O motorista do carro da polícia que o levou para a delegacia lhe disse: “Estou envergonhado de fazer isto”. A polícia explicou estar agindo “sob pressão”. Os bandidos que viram o jovem chegar ao Palácio de Justiça, disseram zombando: “Vejam: mais um branco. Você deve estar vindo do teatro!”

    Eis que então são rotulados como fundamentalistas, violentos sem violência, torturadores, fascistas – são as acusações que o Padre de la Morandais lançou, num programa de TV, contra o advogado da AGRIF e contra um jovem representante da Civitas,  acusando-os de tudo o que se rotulou como “extrema direita” nos últimos cinqüenta anos.

    A lição deste caso é esta: você pode dizer qualquer coisa e fazer o que quiser com o rosto de Cristo, exceto defendê-lo e pedir que ele seja respeitado. [5]

    Artigo publicado no nº 7466 de “Présent” de terça-feira, 1º. de novembro de 2011.
    Traduzido do Blog de Jeanne Smits
    Tradução e notas de Jaime Maia, para a Montfort.



    [1]  Cristofobia, ou cristianofobia: neologismo infeliz recente que pretende equiparar o ódio do mundo, predito por Jesus Cristo Nosso Senhor contra Si e contra seus seguidores, com as manifestações de oposição à aprovação dos assim chamados “direitos homossexuais” e a islamização das nações católicas. Manifestações estas rotuladas sob os “slogans” do linguajar politicamente correto como “homofobia” e “islamofobia”.
    [2] No dia seguinte ao lançamento, a Asociação Civitas convocou uma mobilização geral dos católicos contra a peça teatral blasfema para o dia 29 de outubro. Convocação para a manifestação contra a peça
    [3] Hellfest: literalmente “festival do inferno”, ou “festival infernal”. Festival de Rock, bebedeira e drogas realizado anualmente na França e nos Estados Unidos.
    [4]  Na quinta-feira, 20 de outubro de 2011, foi realizada a 1ª representação em Paris do espetáculo blasfematório de Roméo Castellucci “Sobre o conceito da face do Filho de Deus”, os jovens católicos da “Renovação Francesa” interromperam a peça e ocuparam o palco com firmeza, abriram uma faixa e rezaram, até a chegada da polícia. Uma dezena contra mais de 400 pessoas e exemplo para os católicos do mundo todo. Vídeo mostrando uma das intervenções durante a apresentação da peça de Castellucci

    [5] Reação escandalosa do Arcebispo de Paris, Monsenhor Vingt-Trois, na Rádio Notre Dame, em favor da realização da peça, condenando os manifestantes. Neste vídeo o Cardeal diz que os jovens agiram com violência e são manipulados por “grupos insignificantes de tradicionalistas”:

    quinta-feira, 7 de junho de 2012

    Igreja defende homossexual cercado por 30 trinta pessoas


    7 de junho de 2012

    Igreja defende homossexual cercado por 30 trinta pessoas


    Igreja defende homossexual cercado por 30 trinta pessoas

    • Igreja não sabia que jovem estava sendo perseguido por ter roubado. Mesmo assim, todos os membros, inclusive o pastor, o protegeram

    Uma igreja evangélica na cidade de Piracicaba (SP) foi palco de uma cena de tumulo e violência no último domingo. Um jovem de 18 anos entrou no templo, localizado na Rua Marilice Rodrigues da Silva Pinto, no bairro Monte Líbano, e sentou em uma das cadeiras. Pouco depois várias pessoas surgiram na frente do local, perseguindo o jovem para agredi-lo, segundo informou o pastor Júlio César Carneiro, de 38 anos.
    “Esse rapaz entrou na igreja, conversou com a minha esposa e sentou. Minutos depois, 30 ou 40 pessoas estavam na frente da igreja para bater nele”, contou o pastor, que completou: “Acho que o grupo aglomerado na porta percebeu ligações das pessoas para a polícia e, por isso, eles invadiram o local”.
    Carneiro afirma que depois da invasão se iniciou um confronto generalizado entre os fiéis e os agressores. “Teve senhora batendo com bíblia nas pessoas, gente correndo para proteger as crianças. Havia cerca de 30 crianças no culto. Graças a Deus não aconteceu nada de grave. Eu pulei em um homem para tirar ele de cima do jovem. Fiquei com o cotovelo machucado”.
    Na versão registrada no boletim de ocorrência o jovem disse que é homossexual e estava indo participar de um baile funk quando cerca de 30 pessoas o tentaram agredir e ele fugiu para se esconder dentro da igreja. O jovem relatou também que Carneiro tentou intervir, mas os dois foram agredidos.
    Porém o pastor afirma ter ouvido dos policiais que foram ao local que o jovem tem passagem pela polícia por furto e que teria sido perseguido por ter roubado uma pessoa nas redondezas.
    De acordo com o G1, nenhum dos agressores foi preso pela Polícia Militar, e caso vai ser enviado para o 3º Distrito Policial (DP) de Piracicaba. As vítimas tiveram ferimentos leves, e não quiseram receber atendimento médico. A igreja teve vasos sanitários e cadeiras quebradas na confusão.
    Fonte: GospelMais
    Divulgação: www.juliosevero.com

    sábado, 2 de junho de 2012

    NA VEJA 1 - Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”


    02/06/2012
    às 16:33

    NA VEJA 1 - Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”

    • Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
    *
    Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.
    (…)
    A que o senhor atribui o crescimento do número de evangélicos no Brasil?
    O Evangelho não é algo litúrgico, para ser dissecado em um culto de duas horas. A grandeza do Evangelho está no fato de ser algo que pode ser praticado. A Bíblia é o melhor manual de comportamento humano do mundo. As igrejas evangélicas têm pregado uma mensagem de grande utilidade para a vida das pessoas também depois do culto. Esse é o grande segredo. De que adianta eu fazer o meu fiel ficar duas horas dentro de um templo se, quando aquilo acaba, nada muda nas relações dele com a família, com o trabalho e na vida social? Nós pregamos uma mensagem que condiciona a prática da pessoa no seu dia a dia. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância”. Ele fala da vida terrena nessa passagem.

    (…)
    • A ênfase dos pastores em arrecadar dinheiro dos fiéis não é muito suspeita?
    Existe um preconceito miserável em relação aos evangélicos, que costumam ser descritos como bandos de idiotas, tapados, semianalfabetos, manipulados por espertalhões dedicados a arrancar tudo o que querem deles. Engana-se quem os enxerga assim. Manipulação e exploração existem em todo lugar. Tem muito bandido por aí. Mas esses malandros não conseguem segurar o povo. A distância que me separa de um Edir Macedo, por exemplo, vai do Brasil à China, mas é um erro achar que todo mundo que dá dinheiro à igreja dele, a Universal, é imbecil ou idiota. Claro que não é. A pessoa doa porque se sente abençoada, porque se libertou da bebida, vício que consumia todas as economias dela e que a deixava sem condições até de pagar a conta de luz. Ninguém é obrigado a ofertar. Mas, se quer ser membro, se quer pertencer ao grupo, tem de ajudar. Estou construindo uma igreja linda, com ar-condicionado central, ao custo de 4 milhões de reais. Ela será paga com ofertas dos fiéis, pois, obviamente, não vai descer um anjo do céu e dizer “Malafaia, está aqui um cheque de Jeová, preencha e deposite”. Quem critica os pastores deveria mesmo é agradecer às igrejas evangélicas. Desafio qualquer um a me apresentar uma entidade que recupere mais pessoas do que as igrejas evangélicas.
    (…)
    • Tem muita gente pragmática que já chega à igreja acreditando que vai aprender como subir na vida?
    Tem, mas, se o objetivo fosse apenas subir na vida, não teria rico na igreja. Na minha tem gente pobre, mas também tem desembargadores, membros do Ministério Público, doutores, empresários. Mas dinheiro não é tudo. Se fosse, rico não daria tiro na cabeça, não tomaria remédio de tarja preta. Mesmo que muita gente pense que não deu certo na vida porque Deus não quis, a lógica de buscar amparo em uma igreja não é essa. A pessoa que transfere suas incompetências para Deus está equivocada. Quando um fiel me procura e pede “pastor, ore por mim porque o diabo está roubando as minhas finanças”, eu mando parar com conversa fiada. Se uma pessoa sempre gasta mais do que ganha, a culpa é dela mesma. Não pensem que Deus vai ficar cuidando das pessoas como se elas fossem bebês.
    (…)
    • A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
    Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
    (…)

    • Qual a sua posição sobre o projeto que propõe a descriminação do uso de drogas e que deve chegar ao Congresso ainda neste mês?
    Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. Então eu estou desconfiado de que vai vir um marciano vender drogas aqui, um intergaláctico. Olhe a hipocrisia!
    (…)

    Por Reinaldo Azevedo

    Curtas: aborto frustrado, Gaystapo e a homofobia-de-pensamento, mensagem aos congressistas contra o aborto dos anencéfalos e fotos de criança anencéfala no Facebook


    Curtas: aborto frustrado, Gaystapo e a homofobia-de-pensamento, mensagem aos congressistas contra o aborto dos anencéfalos e fotos de criança anencéfala no Facebook



    - Médico falha aborto e juiz condena-o a cuidar da criança. A história é bizarra: um aborto foi mal-sucedido e a mãe só o percebeu quando a gestação já estava avançada a ponto de não lhe ser mais possível abortar legalmente. “A jovem mãe de 22 anos processou o médico e, numa sentença inédita, o tribunal de Palma de Mallorca condenou agora o clínico, o hospital e também as seguradoras envolvidas a indemnizar a mãe em 150 mil euros, por danos morais, e ainda a cuidar financeiramente da criança até que cumpra a idade de 25 anos”.
    É tão surreal que eu achei ser hoax. Mas está também no La Razón, no El Mundo e no El País. Alguém vai contar para esta criança que ela é sustentada pelo seu verdugo frustrado? Aliás, uma mãe dessas tem porventura condições de ter a guarda do filho?
    * * *
    - Comercial da Nova Schin pode ser retirado do ar por incentivar homofobia. “No anúncio, um homem travestido de mulher é objeto de piada entre um grupo de amigos. A ABGLT pede a retirada do filme do ar imediatamente”.
    Mas a cereja do bolo vem depois: «Atualmente, o conceito de homofobia não se refere apenas a agressão física ou assassinato contra a população LGBT. Segundo a ABGLT, o conceito é mais amplo: “A homofobia (…) transcende a hostilidade e a violência contra LGBT e associa-se a pensamentos e estruturas hierarquizantes relativas a padrões relacionais e identitários de gênero, a um só tempo sexistas e heteronormativos”».
    Entenderam? Homofobia é crime de pensamento! A Gaystapo está, portanto, confessadamente empenhada em criminalizar um tipo de pensamento. Não é o suficiente não agredir (física ou verbalmente) homossexuais; ninguém pode sequer não gostar de gays! São essas as pessoas que estão sendo eleitas como padrões normativos para a sociedade. É evidente o risco que nós corremos. É fundamental deter esta sanha totalitária dos adoradores do vício contra a natureza.
    * * *
    - Não deixem de ver este formulário para envio de mensagens aos congressistas. “Para que sua voz chegue aos Congressistas só é preciso preencher o formulário abaixo e clicar em “Enviar”, este simples gesto vai contribuir para que o Brasil salve muitos nascituros acometidos de anencefalia”. É simples e prático. Faça com que os parlamentares do seu estado saibam a sua posição a respeito da eugenia recém-legalizada no Brasil.
    * * *
    - Facebook se desculpa por apagar fotos de bebê com anencefalia. “A rede social Facebook pediu desculpas a Heather Walker, após ter apagado repetidamente suas fotos e inclusive seu perfil, logo depois que ela postou fotos do seu bebê que nasceu com anencefalia e faleceu oito horas depois do parto”. Obtivemos esta pequena vitória, cuja repercussão pode ser – afinal de contas – bem positiva. Mas é evidente que ainda há muito por fazer. O caminho é longo e importa começá-lo a trilhar imediatamente! Ajude-nos Deus. Que Ele nos socorra com presteza.

     

    terça-feira, 31 de janeiro de 2012

    Evangélicos Comemoram: PEC 23/2007 Não É Aprovada

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    (Evangélicos Comemoram_ PEC 23_2007 Não É Aprovada, Christian News)

    sábado, 28 de janeiro de 2012

    O imaginário crime de "homofobia".

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    terça-feira, 27 de dezembro de 2011

    Os planos gayzistas de Michael Swift e os resultados atuais

    Neo-Ateísmo, Um Delírio

    Ceticismo e racionalidade na demolição da ilusão neo-ateísta

    Os planos gayzistas de Michael Swift e os resultados atuais

    com 6 comentários

    É sempre bom relembrar o texto escrito por Ed Vitagliano, do AgapePress, trazendo as ameaças de Michael Swift, publicadas originalmente em 1987 no Gay Community News.

    (AgapePress) — "Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas". Isso foi o que Michael Swift, um "revolucionário gay", declarou na edição de fevereiro de 1987 do boletim Gay Community News (Notícias da Comunidade Gay).

    "Michael Swift" era um pseudônimo, e a primeira linha da agora infame e louca retórica homossexual — que foi até citada no Registro do Congresso dos EUA — afirmava que o artigo inteiro era uma "fantasia cruel" que explicava "como os oprimidos sonham desesperadamente em ser os opressores".

    O "sonho" era cheio de um cenário de pesadelo que parecia algo como um golpe de Estado fascista: "Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas… Faremos filmes sobre o amor entre homens heróicos… A unidade da família — o terreno de criação de mentiras, traições, mediocridade, hipocrisia e violência — será abolida… Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas".

    Quando o artigo acabou sendo exposto em publicações cristãs, os crentes ficaram horrorizados, e os ativistas homossexuais tentaram fazer pouco caso do conteúdo do artigo, afirmando que seu propósito era meramente satírico.

    Não muitos cristãos, porém, viram o humor nos sentimentos de Swift, expressos nas seguintes declarações: "Sodomizaremos seus filhos… Nós os seduziremos em suas escolas, em seus dormitórios, em seus ginásios, em seus compartimentos, em suas quadras esportivas, em seus seminários, em seus grupos de jovens, nos banheiros de suas salas de cinema, em seus quartos do exército, em suas paradas de caminhões, em seus clubes masculinos, em suas casas do Congresso, onde quer que os homens estejam junto com homens".

    Quer ou não as palavras loucas desse "revolucionário gay" tivessem o propósito de satirizar, o que é de chamar a atenção é o sucesso extraordinário do plano apresentado no artigo. Quem é que pode duvidar de que os ativistas gays conseguiram fazer o sistema legal — principalmente depois da decisão Lawrence versus Texas (2003) do Supremo Tribunal dos EUA que invalidou as leis contra a sodomia — cair aos seus pés? Ou que Hollywood tenha voluntariamente se comprometido a usar seus recursos tremendos para lutar em favor da legitimação homossexual? Ou que a unidade da família virtualmente cessará de existir no sentido tradicional se o casamento gay e as adoções gays forem legalizadas em todos os lugares?
    Embora afirmem querer só igual proteção diante da lei, os planos reais dos ativistas homossexuais são simples: a completa mudança da sociedade para se ajustar à opinião homossexual acerca da sexualidade humana, casamento e família.

    Isso não é exagero. Paula Ettelbrick é ex-diretora legal do Fundo Lambda de Educação e Defesa Legal e hoje diretora executiva da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos. Ettelbrick declarou: "Ser homossexual é muito mais do que só manter a casa arrumada, dormir com uma pessoa do mesmo sexo e buscar aprovação governamental para ter esses direitos… Ser homossexual significa modificar os parâmetros do sexo, sexualidade e família e, no processo, transformar a própria estrutura da sociedade… Devemos manter os olhos na meta… de reordenar radicalmente o modo como a sociedade vê a realidade".

    Táticas de Guerra

    Então, uma utopia homossexual aguarda esses ativistas, se tão somente eles conseguirem lidar com esses incômodos cristãos. Mas se a estratégia é remover o obstáculo que a Igreja representa, quais são as táticas que serão usadas para alcançar a vitória?

    Essa pergunta foi respondida já em 1985, quando em seu artigo para a revista gay Christopher Street, Marshall Kirk e Hunter Madsen causaram sensação com seu plano de "persuadir os heterossexuais" a aceitar o homossexualismo. O artigo deles foi expandido num livro sobre o assunto, o bestseller número um nos EUA After the Ball: How America Will Conquer Its Fear and Hatred of Gays in the '90s (Depois do Baile: Como os Estados Unidos Vencerão Seu Medo e Ódio dos Gays na Década de 1990).

    Kirk e Madsen estabeleceram como centro de sua estratégia usar os meios de comunicação como ferramenta de propaganda para persuadir a maioria das pessoas de que é legal ser gay. Mas eles também trataram da questão do que fazer com a oposição endurecida — isto é, pelo menos em termos institucionais, aqueles que seguem a "autoridade religiosa" da Igreja. Os ativistas gays, dizem os autores, precisam adotar duas abordagens para neutralizar a ameaça de uma oposição liderada por cristãos enérgicos.

    Primeiro, para "confundir" o que Kirk e Madsen chamaram de "homofobia dos crentes verdadeiros", eles sugerem que os gays "enlameiem as águas morais". Em parte, pode-se fazer isso "dando muita publicidade ao apoio das igrejas moderadas aos gays" e "expressando nossas próprias objeções teológicas acerca das interpretações conservadoras dos ensinos bíblicos".

    Essa estratégia foi aplicada com um sucesso tremendo nas principais denominações protestantes dos Estados Unidos, tais como a Igreja Episcopal, a Igreja Metodista Unida, a Igreja Evangélica Luterana e a Igreja Presbiteriana. Os ativistas homossexuais em cada uma dessas importantes denominações obscureceram tanto as questões acerca da posição bíblica sobre a homossexualidade a ponto de ameaçarem cada uma com divisão e ruína.

    Para as igrejas que resistem ao chamado de sereia de abraçar o completo relativismo moral, Kirk e Madsen recomendaram uma segunda estratégia. Eles sugeriram que os gays "minem a autoridade moral de igrejas homofóbicas retratando-as como estagnadas e antiquadas, em descompasso com os tempos modernos…"

    Portanto, nenhum cristão deveria ficar surpreso de se ver representado, em inúmeros programas de TV, como fanáticos que pensam que são mais justos do que todo mundo ou lunáticos encolerizados que simplesmente se recusam a aceitar o fato de que as coisas mudaram na sociedade.

    Apesar disso, Kirk e Madsen sabiam que seria difícil acabar com a autoridade religiosa das denominações cristãs nos EUA. Por isso, as igrejas continuariam a agir a qualquer momento como poderoso impedimento para aceitação da agenda homossexual. Kirk e Madsen compreendiam, por exemplo, que não seria suficiente simplesmente ridicularizar os "pastores fundamentalistas que pregam bobagens com ódio histérico".

    Em vez disso, eles disseram: "Contra a poderosa influência da religião institucional devemos utilizar a força maior da ciência e da opinião pública (o escudo e a espada do maldito 'humanismo secular'). Tal aliança profana funcionou muito bem contra as igrejas antes, em tais questões como divórcio e aborto".

    Assim, os cristãos envolvidos no campo da guerra cultural se acostumaram a defender a posição judaico-cristã acerca da sexualidade contra as declarações de que a ciência "provou" que o homossexualismo é genético. A mesma verdade se aplica às declarações de que todos os grupos profissionais médicos e de saúde mental dizem que ser gay ou lésbica é tão natural quanto ser canhoto. Tais declarações "científicas" sem dúvida têm desempenhado um papel muito importante na mudança da opinião pública acerca dessa questão.

    Mas além dessas táticas, Kirk e Madsen disseram que há a necessidade de também se fazer planos para lidar com os "inimigos entrincheirados", que poderiam persistir até em face das tramas de avanço inicial. Eles disseram: "Depois que os anúncios gays se tornarem comuns, virá a fase da campanha dos meios de comunicação em favor de direitos para os gays. Aí será o momento de ser duro com os inimigos que restarem. Para ser claro, eles deverão ser difamados".

    De novo, os cristãos espertos que estão prestando atenção ao que está acontecendo em nossa sociedade já podem ver isso ocorrendo. Nas escolas secundárias e nas universidades, por exemplo, crentes que ousam abrir a boca contra a agenda homossexual estão sendo ridicularizados e caluniados. Em empresas onde trabalham, alguns cristãos que se recusam a se submeter ao ambiente pró-homossexualismo reinante são repreendidos ou despedidos.

    Não é preciso ter visão profética para entender que as igrejas não ficarão imunes à coerção também. Aliás, os ativistas gays e lésbicos na Marcha Nacional em favor de Direitos Gays e Lésbicos em Washington em 1986 fizeram esta reivindicação: "Deve-se negar a condição de isenção de pagamento de impostos às instituições que discriminam contra os gays e as lésbicas".

    Dá para imaginar que em futuro próximo, as igrejas poderiam ser ameaçadas com a perda de sua condição de isenção de impostos se recusarem contratar empregados homossexuais?

    Alguns poderiam zombar de tal ameaça, confiando na proteção constitucional da religião como um escudo. Mas alguns ativistas homossexuais parecem ver a liberdade religiosa como um obstáculo a ser vencido. Por exemplo, a advogada lésbica Barbara Findlay predisse que "a batalha legal em favor de direitos homossexuais um dia será um confronto entre liberdade de religião versus orientação sexual".

    Se a orientação sexual chegar a ser consagrada como uma condição protegida nas leis federais e estaduais, qual outro direito vencerá esse confronto?

    Por enquanto, os ativistas podem simplesmente tentar suprimir a livre expressão religiosa toda vez que se sentirem de mau humor.

    Por exemplo, quando uma igreja em Boston realizou uma conferência com a mensagem de que Jesus pode libertar gays e lésbicas desse estilo de vida, eles sofreram perturbações e terrorismo de centenas de ativistas homossexuais e simpatizantes do lado de fora — enquanto a polícia de Boston permanecia parada sem nada fazer.

    Finalmente, se os ativistas chegarem a alcançar sua meta de incluir o termo orientação sexual nos estatutos federais de crimes de preconceito, muitos grupos pró-família temem que tal momento será decisivo para um avanço que permita que as leis tratem como crime toda expressão e pensamento contrário ao homossexualismo.

    Em seu artigo, o aviso final de Warren deveria fazer com que os cristãos sábios discirnam com exatidão os tempos em que vivemos: "Já capturamos as instituições liberais e a imprensa. Já derrotamos vocês em muitos campos de batalhas. E temos o espírito da era do nosso lado. Vocês não têm nem a fé nem a força para lutar contra nós. Portanto, bem que vocês poderiam se render agora mesmo".

    Ed Vitagliano, é um colaborador regular de AgapePress, e é editor de notícias de AFA Journal, uma publicação mensal da Associação da Família Americana.

    © 2006 AgapePress all rights reserved.

    E, ainda, vindo da comunidade Canção Nova:

    O que já está acontecendo

    Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas. Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais.[4] Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a "Lei de Orientação Sexual", semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).[5] Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo.[6] No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas.

    Logo no primeiro dia da visita do Santo Padre ao Brasil (09/05/2007), "cerca de 350 integrantes de movimentos de gays e simpatizantes da Bahia, liderados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) [...] ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no Centro da Capital Baiana, e queimaram uma foto ampliada do pontífice. Além disso, promoveram um apitaço, estendendo faixas com mensagens de protesto contra a presença do pontífice. Na maior das faixas, lia-se: 'Papa Bento XVI, chega de inquisição! O amor não tem sexo!'."[7]

    O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa "Brasil sem homofobia":

    O que está para acontecer

    A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da "homofobia", está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por "danos morais", pensão alimentícia após a morte do "companheiro" e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que "autorizam" a prática de um aborto de bebê anencéfalo.

    O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:

    • A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ("manifestação de afetividade") por homossexuais (art. 7°).
    • Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
    • A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, ("ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica").
    • A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)

    Quer dizer, o momento é de alerta total, e será preciso uma ação decisiva para prevenir, antes de ter que remediar.

    P.S.: Este blog não defende qualquer tipo de discriminação contra os homossexuais, mas, da mesma forma, defenderá o direito de que os heterossexuais não sejam discriminados pelos homossexuais. Infelizmente, com a tentativa do PLC 122/2006, é isso que os gayzistas têm tentado fazer. Isso, é claro, requer um revide. Revide, é claro, que deve ser destinado apenas aos gayzistas, e não a todos os homossexuais, obviamente.

    Escrito por lucianohenrique

    dezembro 1, 2009 às 8:12 am

    6 Respostas

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    1. Meu caro, não existe isso de "raça" homossexual. Uma pessoa pode não ser e se tornar, ou ser e deixar de ser. Portanto não diga "discriminação".
      Não existe nada de errado em se discriminar o homossexual à partir do momento em que ele fere a moral e os valores com suas condutas. Proibir atos não significa odiar pessoas. O homossexualismo não atos e não um geito de ser. Quando é que vai terminar essa paranoia?

      Rodrigo César Nunes Pino

      outubro 4, 2010 em 7:26 am

    2. Eu não sei do que é que você está falando Marco. Tanto o site quanto o documento da Igreja Católica não são a favor da homossexualidade, mas sim da proteção de homossexuais como indivíduos. Quem leu errado foi você! Vou até me citar aqui para você ver o que eu escrevi:

      "achei duas coisas interessantes: um site de homossexuais de direita que se opõem ferrenhamente à esquerda e à articulação gayzista e nesse site um link para um documento da Congregação da Doutrina da Fé do Vaticano à favor dos homossexuais".

      É só conferir. Antes de tentar me dar sermão na próxima, vê se lê direito viu?

      Acauã K.

      junho 9, 2010 em 3:33 pm

    3. Acauã K, você não leu direito e percebeu que o que a Igreja pretende não é favorecer o homossexualismo ("para um documento da Congreção à (sic) favor do homossexualismo") e sim a não considerar esta anomalia como crime. É bem diferente!! Quem procura a verdade deve encontrar a verdade!

      Marco Aurélio Agarie

      junho 8, 2010 em 1:36 pm

    4. Fui dar uma procurada nesse texto de Michael Swift no original em inglês (essa coleção de documentos que estou armazenando em meu pc ainda vai acabar comigo) e achei duas coisas interessantes: um site de homossexuais de direita que se opõem ferrenhamente à esquerda e à articulação gayzista e nesse site um link para um documento da Congregação da Doutrina da Fé do Vaticano à favor dos homossexuais. Quem procura acha ^^

      Para quem estiver interessado em ambas as coisas, basta clicar no link abaixo:

      http://gaysdedireita.blogspot.com/2009/07/vaticano-apoia-descriminalizacao-da.html

      Acauã K.

      janeiro 14, 2010 em 3:56 pm

    5. Bom texto.
      Tem alguns outros episódios a lembrar sobre essa história, mas a desconstrução de um modelo de sociedade por parte de gayzistas e movimentos sociais de esquerda é óbvia.

      phillipe

      dezembro 1, 2009 em 1:00 pm

    6. O gayzismo lembra bastante o sionismo.

      São extrapolações na defesa de "grupos minoritários".

      Geralmente há interesse político e econômico embutido em suas dirigências.

      Blog Mallmal

      dezembro 1, 2009 em 12:09 pm


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    1.Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.
    2.Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:
    3.Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
    4.Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
    5.Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
    6.Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
    7.Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
    8.Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
    9.Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
    10.Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
    11.Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
    12.Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.




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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo