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    quinta-feira, 22 de maio de 2014

    Jornal esquerdista Folha de S. Paulo acusa deputado evangélico de “ofender” Xuxa no Congresso Nacional




    Jornal esquerdista Folha de S. Paulo acusa deputado evangélico de “ofender” Xuxa no Congresso Nacional





    Posted: 21 May 2014 02:25 PM PDT




    Jornal esquerdista Folha de S. Paulo acusa deputado evangélico de "ofender" Xuxa no Congresso Nacional


    Julio Severo


    Além de acusar o deputado evangélico Pastor Eurico (PSB-PE) de ofender Xuxa, jornal esquerdista Folha de S. Paulo também apresentou de forma distorcida a Lei da Palmada. A Folha disse:


    "Durante uma acirrada discussão sobre o projeto de lei que pune agressões violentas a crianças cometidas no ambiente familiar, na Comissão de Constituição da Câmara na manhã desta quarta-feira (21), o deputado Pastor Eurico (PSB-PE) acabou ofendendo a apresentadora Xuxa Meneghel ao dizer que ela provocou uma agressão às crianças quando 'protagonizou um filme pornô.'" 


    No entanto, pela expressão exagerada, chamando a Lei da Palmada de "lei que pune agressões violentas a crianças cometidas no ambiente familiar," a impressão clara que fica é que a jornalista confundiu o projeto com alguma Lei da Paulada.





    Xuxa no Congresso Nacional lutando pela aprovação da Lei da Palmada (21/05/14)




    Qualquer jornalista que não sabe ler e interpretar o assunto que está tratando causa confusão, como uma faísca causa um grande incêndio. Seja como for, Mariana Haubert, a jornalista que assinou a matéria da Folha, confundiu Lei da Palmada com Lei da Paulada.


    Mesmo que o problema fosse paulada, há leis suficientes para tratar desse tipo de agressão. Nenhum pai ou mãe que dá paulada é isento de prestar contas à lei.


    Diferente é o caso da agressão sexual. É nesse ponto que entra a atuação do Pr. Eurico, que igualmente foi vítima da má interpretação da jornalista, que em vez de cobrar da Xuxa, cobra de quem ousou lembrar do filme pedófilo da dela.


    Um jornalista honesto e imparcial diria: "Como pode Xuxa, que encenou cena erótica com uma criança, querer hoje mandar o que os pais e mães do Brasil podem ou não podem fazer?" 


    Um amigo de Facebook comentou: "Uma mulher que se deita nua com uma criança em uma filmagem deve de perder o direito de opinião quando se trata de criar filhos, menos direito ainda se for filhos dos outros."


    Outra amiga disse: "Podiam fazer uma faixa e levar pra lá com [comentário]! Foi no ponto exato da questão! Super verdade!"


    A reação da Folha de S. Paulo será previsível: Pais e mães levam ao Congresso Nacional faixas que ofendem Xuxa!


    Xuxa foi ao Congresso Nacional defender os interesses do governo do PT, especialmente de sua militante radical Maria do Rosário, de confiscar os direitos dos pais de disciplinar fisicamente os filhos. E a jornalista da Folha, que recebe patrocínio de empresas estatais, sem pestanejar defende Xuxa na sua defesa dos interesses do governo do PT.


    Se a jornalista se preocupasse de fato com as crianças do Brasil, cobraria do governo suas incessantes campanhas para avançar o aborto. E aborto não se faz com meros tapinhas no bebê em gestação. É agressão das mais desumanas e barbaras. É violência que, em comparação, faz qualquer varadinha ou palmada uma mera cócega.


    Se fosse honesta, a jornalista também poderia cobrar do governo: Por que, desde que fez seu filme pedófilo, Xuxa nunca foi para a cadeia?


    Não. A jornalista achou mais confortável e politicamente correto retratar o Pr. Eurico como uma espécie de homem mal-educado destratando uma donzela inocente que só fez bem as crianças do Brasil.


    Para fazer o jornalismo do Brasil andar em determinada direção, só com patrocínio da Petrobras. A direção da honestidade e defesa da família, infelizmente, não conta com esse descomunal patrocínio. Daí, impunemente tratam a Lei da Palmada como Lei da Paulada. 


    Daí, impunemente, tratam Xuxa como exemplo reluzente de criação de filhos.


    Daí, tratam o Pr. Eurico (que simboliza a aversão do brasileiro honesto contra a pedofilia e intromissões do governo) como o homem "mal-educado."


    Magno Malta acertou em cheio quando disse que "a Lei da Palmada é uma agressão à família."


    Se antes da aprovação da infame Lei da Palmada, governo do PT e Folha de S. Paulo já se unem para agredir, com mentiras e distorções, a família brasileira e seus defensores, o que farão depois?




    Leitura recomendada:


    Artigos sobre Xuxa:








    Artigos sobre o jornalismo tendencioso da Folha de S. Paulo:














    Artigos sobre a Lei da Palmada e disciplina de crianças:




















































































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    quarta-feira, 5 de março de 2014

    Conservador americano denuncia intromissão sórdida de neocons americanos na Ucrânia







    Conservador americano denuncia intromissão sórdida de neocons americanos na Ucrânia

    Posted: 04 Mar 2014 11:43 AM PST




    Conservador americano denuncia intromissão sórdida de neocons americanos na Ucrânia

    Os neocons não se importam de que lado você está, contanto que eles lucrem



    Michael Savage



    Permita-me ajudar você a compreender o que está acontecendo na Ucrânia enquanto esse país cai em caos armado, ameaçando expulsar Viktor Yanukovich, o presidente ucraniano legitimamente eleito, e colocar o país nas mãos de forças rebeldes lideradas por neonazistas ucranianos e radicais islâmicos chechenos.





    • Michael Savage


    Victoria Nuland, vice-secretária de Estado dos EUA, junto com Susan Rice, assessora de Obama e mentirosa designada, são neoconservadores — em resumo, são neocons. Os neocons, primeiro na forma da Comissão Trilateral e mais recentemente como o Grupo Carlyle, fazem muito dinheiro em cima de conflitos militares. Quando o mundo está em guerra, os neocons e a indústria bélica que trabalha com eles lucram enormes quantias de dinheiro.


    Os neocons não se importam de que lado você está, enquanto puderem trabalhar com você para criar uma situação política que eles consigam fazer crescer até virar guerra, e aí eles começam a tirar lucro.


    A "revolução" ucraniana foi fomentada e incentivada por Nuland, Rice e Geoffrey Pyatt, embaixador dos EUA na Ucrânia. Esses três foram muito importantes para encenar uma campanha de desestabilização. Trabalhando com neonazistas ucranianos, eles fomentaram a revolta ucraniana que fez com que o presidente ucraniano fugisse de Kiev.


    John McCain, senador do Arizona, também fez parte dessa fraude. McCain foi a Kiev em dezembro do ano passado e ajudou a incitar as multidões que derrubariam o presidente legitimamente eleito. Se existisse uma coisa tal como Prêmio Nobel Anti-Paz, McCain o ganharia facilmente por seu trabalho no Egito e Síria, com o topo sendo o que ele tem feito na Ucrânia.


    Os insurgentes apoiados pelos EUA assumiram o controle de Kiev e agora mantêm o povo ucraniano refém enquanto os EUA tiraram o corpo fora de sua responsabilidade direta em toda essa confusão e Barack Obama balbucia as palavras mais vazias que se possa imaginar — haverá "custos" para a Rússia por suas ações militares contra os insurgentes — quando os EUA se viram de mãos atadas.


    Nas fases iniciais da rebelião, o presidente ucraniano Yanukovich se encontrou com os rebeldes que encenaram a revolta, e as duas partes concordaram em parar a violência e fazer uma transição ordeira para um novo governo escolhido numa nova data de eleições. Em vez disso, os rebeldes direitistas ignoraram o acordo e assumiram o controle de Kiev à força, com suas patrulhas armadas mantendo controle por meio da violência.


    A situação na Ucrânia tem sido pintada como um conflito entre a Rússia de Vladimir Putin, os supostos caras maus, e os rebeldes ucranianos, os supostos caras bons que buscam expulsar a Rússia de uma posição de influência na Ucrânia e instalar um novo governo que dará atenção ao povo ucraniano.


    Não acredite numa única palavra disso.


    Os nacionalistas ucranianos são fascistas. O propósito original do governo dos EUA ao encenar um golpe na Ucrânia era afastar a Ucrânia da Rússia e levar a Ucrânia à União Europeia. Em outras palavras, os neocons e os "moderados" comprados do governo de Obama queriam tirar, à força, o controle da Ucrânia das mãos de Putin e ganhar controle econômico e energético sobre o país. Como o Dr. Stephen F. Cohen apontou, os países ocidentais, com os EUA liderando o caminho, estão há décadas provocando Putin. O Ocidente expandiu a OTAN para incluir ex-estados soviéticos — a Ucrânia parece ser o próximo alvo — e atacou aliados da Rússia, inclusive Líbia e Iraque. Os EUA — junto com outros países ocidentais — por meio de suas incursões na política, economia e segurança nacional da Rússia e vários de seus aliados, efetivamente provocaram a situação que agora está se revelando na Ucrânia. Cohen está certo.


    Putin certamente não é um cara bonzinho, mas não é o vilão dessa história. Os judeus sempre deram o sinal de alerta sobre direitos humanos na Rússia, e Putin tem sido melhor para os judeus russos do que qualquer outro líder russo do século passado. Com o governo eleito agora expulso da Ucrânia, os criminosos fascistas antissemitas apoiados pelos EUA que assumiram o controle estão cometendo vandalismo contra as sinagogas e ameaçando a vida dos judeus na Crimeia.


    Putin também foi forçado a mobilizar agentes para a Crimeia, uma importante região que a Rússia cedeu para a Ucrânia na década de 1950, quando a URSS estava alcançando o pico de seu poder e a Ucrânia era apenas um de seus estados fantoches. A maioria da população da Crimeia é russa, e seus portos de águas quentes do Mar Negro são essenciais para as forças armadas e interesses comerciais da Rússia. A Rússia não pode se dar ao luxo de deixar a região da Crimeia cair nas mãos dos insurgentes que estão tentando assumir o controle da Ucrânia.


    Além de mobilizar agentes militares na Crimeia, Putin fez contato com seus aliados em pelo menos oito países de localização estratégica para garantir que a Rússia tenha acesso às instalações militares desses países a fim de que as forças de Putin possam estender a capacidade naval de longo alcance e bombardeiros estratégicos. Em outras palavras, a interferência dos EUA na política ucraniana teve como consequência Putin expandindo sua influência militar, enquanto ao mesmo tempo Barack Obama está empenhado em encolher as forças armadas dos EUA aos níveis anteriores à 2ª Guerra Mundial.


    Mais uma vez, o incompetente, desinformado e neutro presidente dos EUA desenhou uma linha rosa na areia. Obama não sabe de que lado está. Ele nem mesmo se incomodou de comparecer à reunião de seus assessores de segurança nacional na tarde de sexta-feira enquanto o conflito ucraniano estava se agravando e Putin estava mobilizando suas forças armadas. O novo jogo do governo americano é: "Onde está Obama?" Eles tiveram o trabalho de colocar, mediante Photoshop, Obama em fotos de reuniões de segurança nacional durante a crise de Benghazi. Nesse caso, nem mesmo estão se incomodando de simular que ele está no comando.


    Obama tem sido incapaz de entender o que significa o conflito na Ucrânia. Nuland e Rice, duas cavaleiras do apocalipse que parecem fazer muitas decisões cruciais no governo americano, o orientaram a culpar Putin, de modo que é o que ele fez.


    Agora os russos e os ucranianos estão em grave risco dos nacionalistas ucranianos e jihadistas islâmicos chechenos em cujas mãos os EUA trabalharam para colocar o destino desse país, e Putin está chamando seus aliados para ajudá-lo a expandir sua presença militar no mundo inteiro.


    A maior hipocrisia aí vem dos que pedem fronteiras abertas dos EUA com o México e anistia para 30 milhões de estrangeiros ilegais que violaram a integridade territorial dos EUA. Os próprios políticos e assessores americanos — os senadores Dick Durbin, Lindsey Graham e John McCain, junto com renegados de segurança nacional como Zbigniew Brzezinski e Madeleine Albright — que tornaram as fronteiras americanas sem sentido. Os inimigos externos dos EUA são menos perigosos do que os americanos subversivos que estão orquestrando e ajudando ucranianos neonazistas pró-islâmicos a tomar o poder da Ucrânia.


    Michael Savage é um americano conservador que apresenta o terceiro programa de rádio de maior audiência dos EUA e é autor de dois livros que chegaram à primeira posição na lista de best-sellers do jornal New York Times.


    Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Putin crosses Obama's pink line




    Leitura recomendada:










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    terça-feira, 4 de março de 2014

    Foto sugestiva: Almoço no Mackenzie com um notório esquerdista







    Foto sugestiva: Almoço no Mackenzie com um notório esquerdista

    Posted: 04 Mar 2014 05:07 AM PST




    Foto sugestiva: Almoço no Mackenzie com um notório esquerdista


    Julio Severo



    No dia 20 de fevereiro, data marcada em que recebi ameaça de que se eu não parasse de denunciar o esquerdismo de Ariovaldo Ramos dados e endereços de minha família seriam difundidos pela internet, Danilo Fernandes, dono do Genizah, e o novo chanceler do Mackenzie, Rev. Davi Charles Gomes, apareceram juntos em foto amistosa e sugestiva.


    A foto também traz Uziel Santana, presidente da ANAJURE.





    Uziel Santana, Danilo Fernandes e Davi Charles Gomes


    Para quem já sabe que o dono do tabloide sensacionalista é um promotor de Ariovaldo e sua teologia ideológica, não houve novidade. Para quem também sabe que Ariovaldo e sua teologia ideológica nunca tiveram portas fechadas no Mackenzie, nenhuma novidade. Aliás, o "principal evento de juventude cristã no Brasil," realizado em novembro de 2013 no Mackenzie, trouxe a nata da liderança esquerdista evangélica brasileira. O principal preletor foi Ariovaldo. O patrocinador foi o Genizah.


    E se, em vez de Danilo no meio sorrindo, a foto trouxesse Silas Malafaia? Veríamos o chanceler do Mackenzie e o diretor da ANAJURE consentindo em ficar do lado do pastor assembleiano?


    O dono da Lixeira Gossip (também conhecido como Genizah), que considera Malafaia um "servo de Belzebu," não sorriria. Falaria palavrões, como é de seu habito. Ele sempre atacou Malafaia por defender posturas cristãs sólidas diante do gayzismo, especialmente sua luta intensa contra o PLC 122.


    Com Malafaia no Mackenzie, a Lixeira Gossip, que nunca viu o PLC 122 como ameaça, perderia o espaço nos almoços, fotos e parcerias, e a universidade presbiteriana, que outrora, ao ser ameaçada por um grupo de ativistas gays, removeu do seu site um manifesto anti-PLC 122, nunca mais retrocederia em posturas cristãs.


    Com Malafaia como parceiro e conselheiro, o Mackenzie nunca mais jogaria a toalha diante do supremacismo gay e nenhum advogado da ANAJURE nunca mais seria vaiado no Mackenzie em debates com Jean Wyllys, que nunca mais poderia declarar que os "calvinistas são aliados do movimento homossexual."




    Claro que Malafaia não é perfeito, especialmente em suas escolhas políticas em época de eleição. Mas suas fortes posturas cristãs pró-vida e pró-família na guerra cultural são um excelente exemplo e modelo.


    Contudo, entre os defeitos de Malafaia não está a defesa ideológica descarada da esquerda — prática comum na Lixeira Gossip, que já foi denunciada por seu esquerdismo nos seguintes artigos:








    Em cada um desses artigos, muitos calvinistas se comunicaram comigo para comentar:


    "Julio, o Genizah não tem nada de calvinista. Aliás, é uma vergonha que eles usem o título calvinista."


    "Julio, não associe o Genizah com os calvinistas."


    "Julio, você nunca verá nenhum grande líder calvinista ao lado do dono do Genizah."


    Dá para acrescentar: "Julio, você nunca verá uma foto deles juntos…"


    A foto não é uma resposta para mim. É uma resposta para os leitores calvinistas do meu blog. Um foto tirada, com parceiros de Ariovaldo Ramos, no mesmo dia em que recebo uma ameaça para me silenciar quanto ao esquerdismo dele. A tentativa de censura e chantagem foi denunciada em artigo que saiu originalmente no GospelMaisintitulado: "Sob ataque: Julio Severo fala de censura em entrevista especial."


    As ações de censura não foram somente contra meu blog. Em 28 de fevereiro, depois de publicar meu artigo "Ariovaldo Ramos na Igreja Batista da Lagoinha," o proeminente site do Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP) recebeu comunicado da assessoria jurídica de Ariovaldo para remover o artigo.


    Com essa foto em mãos, os leitores calvinistas não mais precisarão me cobrar desnecessariamente: "Julio, por que você insinua que há ligação entre a Lixeira Gossip e os calvinistas?" 


    Eles irão até seus líderes e cobrarão: "Se não há ligação, por que a foto? Por que o almoço? Por que o grande evento esquerdista patrocinado pelo Genizah na Universidade Presbiteriana Mackenzie, que tem tido também portas abertas, em seus cursos de teologia, para Ariovaldo Ramos, Ricardo Bitun e outros evangélicos esquerdistas?"


    O problema da infiltração esquerdista nos meios presbiterianos é antigo. 


    De acordo com um amigo presbiteriano, antes de 1964 a biblioteca do Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife, se tornara praticamente um centro de documentação marxista. Quando veio a revolução anticomunista, um policial que era presbiteriano foi correndo ao seminário para avisá-los de que o exército estava a caminho. Houve então uma correria tremenda de alunos e professores jogando os livros marxistas no rio Capibaribe, que corre em frente ao seminário, e assim se safaram de alguma medida de repressão dos militares. 


    Meu amigo diz que em 1962 ele participou de um seminário de evangélico marxistas ocorrido no Colégio Presbiteriano Agnes Erskine em Recife. O seminário foi conduzido por comunistas (tanto presbiterianos quanto não evangélicos). O diretor do colégio, que foi o primeiro brasileiro a ocupar tal posição, fora professor do Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro, cujo irmão era líder comunista.


    Quando ocorreu a Revolução de 1964, uma filha desse professor se auto exilou em Genebra, a capital mundial do calvinismo, onde encontrou um ambiente claramente marxista entre os calvinistas suíços e todo um grupo de evangélicos marxistas vindos do Brasil e de outros países latino-americanos para se refugiarem. De acordo com meu amigo presbiteriano, durante o governo militar do Brasil Genebra tornara-se um grande centro de evangélicos marxistas. 


    A ameaça marxista continua presente, nos mesmos meios, embora mais sutil e cínica, conforme denunciei no meu artigo: "A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil."


    Tomara que o Mackenzie seguisse direção diferente de seus irmãos de Genebra! Mas com espaço aberto para a Lixeira Gossip, que considera Malafaia um "servo de Belzebu," é natural que Jean Wyllys chame os calvinistas de aliados do movimento gay.


    Tomara que essa aliança seja quebrada!




    Leitura recomendada:














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    terça-feira, 28 de janeiro de 2014

    Julio Severo: “Curso estatal de formação de novos Luiz Motts e Jean Wyllys” plus 1 more




    Julio Severo: “Curso estatal de formação de novos Luiz Motts e Jean Wyllys” plus 1 more




    Posted: 28 Jan 2014 04:00 AM PST




    Curso estatal de formação de novos Luiz Motts e Jean Wyllys


    Julio Severo



    Se você quer saber como está sendo usado o dinheiro que lhe é extraído através de impostos, não caia da cadeira: o governo federal, juntamente com o governo do estado do Rio de Janeiro, está oferecendo 100 vagas para formar líderes em ativismo homossexual.



    A Fundação CEPERJ, que é ligada ao governo do estado do Rio de Janeiro, em parceria firmada com o Ministério da Saúde, está selecionando, até 20 de fevereiro de 2014, candidatados homossexuais de todo o Brasil para receberem treinamento, com todas as despesas pagas pelo governo, para fazerem exatamente o que Jean Wyllys e Luiz Mott fazem.


    Jean Wyllys é o ativista gay "exemplar" que recentemente mentiu sobre a morte do jovem homossexual Kaique Augusto Batista dos Santos, que se matou depois de ser rejeitado pelo amante. Mas Wyllys, que não perde a oportunidade de mostrar suas loucuras, inventou que o homossexual foi assassinado em crime de "homofobia," culpando Silas Malafaia, Marco Feliciano, a bancada evangélica e todas as igrejas cristãs do Brasil.



    Ao que parece, o governo está interessado em multiplicar os modelos Wyllys em escala industrial, de modo que veremos nos próximos anos mais ativistas gays enlouquecidos culpando os cristãos por todas as desventuras que homossexuais sofrem por sua falta de juízo e decisões pessoais irresponsáveis.


    É o Estado laico trabalho religiosamente para levantar uma nova geração de Wyllys no Brasil.


    Luiz Mott é outro modelo "exemplar" para a formação de líderes homossexuais. Afinal, ele é considerado o pai do moderno movimento gay do Brasil, tendo até sido condecorado pelo governo federal. Mas condecorado pelo quê? Por ter promovido um museu erótico enquanto alisava a estátua de um bebê nu? Por ter sido acusado de defender a pedofilia?





    Luiz Mott com estátua de bebê nu


    Pelo visto, o governo que o condecorou quer formar mais Motts no Brasil. Mais defensores da pedofilia. Mais ativistas gays alisando estátuas de bebês pelados, babando para tocar em carne fresca.


    É o Estado laico trabalho religiosamente para levantar uma nova geração de Motts no Brasil.


    Mas o governo brasileiro não está sendo um pingo inovador e pioneiro em seu aventura de treinar novos Wyllys e Motts. O governo americano passou na frente. No ano passado, o governo de Obama incumbiu a USAID de treinar um exército de militantes gays internacionaisde pressão política, social e legal para fazerem campanhas em favor do "casamento" de mesmo sexo, leis anti-discriminação e "direitos" homossexuais no mundo inteiro.





    Barack Obama


    A meta, uma porta-voz da USAID disse, é ensinar os homossexuais como se infiltrar no sistema político e defender leis que a maioria dos americanos, que estão pagando as despesas desse programa, não aceitam. "Esse programa poderá ser um poderoso instrumento de transformações para avançar os direitos humanos LGBT," insistiu ela.


    O governo brasileiro, supostamente governado por socialistas anti-imperialismo americano, conseguiu mais uma vez imitar… o imperialismo cultural dos EUA!


    Aguarde. Nos próximos anos, haverá mais 50 Wyllys falando bobagens e mentiras e mais 50 Motts defendendo museus eróticos alisando estátuas de bebês nus — por causa do treinamento estatal pago pelo dinheiro que você está dando agora ao governo.




    Leitura recomendada:




    Sobre Luiz Mott:














    Sobre Jean Wyllys:














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    Posted: 28 Jan 2014 04:42 AM PST




    Censura: a ambição de certos grupos evangélicos


    Maya Felix


    Falar sobre a censura no meio evangélico é falar sobre uma rede extensa e complexa de interesses. Buscar primeiro o reino de Deus ficou em último lugar, e hoje muitos pastores, teólogos, doutores, presidentes e advogados de associações que se denominam evangélicas, além de blogueiros e donos de site exercem a censura como meio de fazer prevalecer seu ponto de vista sobre as opiniões e as pessoas das quais discordam.



    Censura. Pressões, chantagens. Parafraseando Shakespeare, há mais coisas entre evangélicos e a vida mundana do que pode supor nossa vã filosofia. Tenho um blog simples. Aliás, dois. Um no qual procuro discutir temas ligados à política e à religião, além de incluir postagens várias sobre literatura, música, cinema etc., e outro, no qual publico exclusivamente textos literários de minha autoria. Sou professora de uma universidade, gosto muito do que faço e em geral não me sobra tempo para postar com regularidade, a não ser nas férias, ou em um feriado prolongado. Então os blogs não são, definitivamente, uma atividade prioritária na minha vida.


    Independentemente disso, desde que comecei a criticar um senhor calvinista que detém poder e influência, o nome do meu blog de textos político-religiosos desapareceu da listagem de vários blogs, inclusive de blogs de pessoas que estão em minha lista de amigos no Facebook, por exemplo. Coincidência? Tenho um amigo que passou pela mesma experiência.


    A rede de interesses, barganhas, chantagens, comunicações subterrâneas, "truques" e atos aparentemente inocentes existe para tirar do oponente qualquer possibilidade de réplica e crítica. Esses que não gostam de críticas ostentam a imagem de amantes do debate. Mas o "debate" não ocorre, porque a mão pesada da censura e da intimidação elimina o gosto desagradável e incômodo do questionamento. Hoje não se questiona mais por que a teologia cessacionista é errada à luz da Bíblia. A web está repleta de blogs e sites pentecostais, mas ninguém fala nisso. Blogueiros pentecostais acham mais importante falar como a música pentecostal é ruim e sem imaginação a confrontar uma teologia visivelmente satânica.


    Blogs cujos donos ou administradores pentecostais publicam artigos do senhor ao qual me refiro no início deste texto sem nenhum constrangimento – e escolhem em geral fotos muito boas para ilustrar seus textos! Que bom! Design é tudo. Ninguém ousa pensar. O mais irônico é que tanto se critica os neopentecostais por "não pensarem". E isso é demonstrado quando publicam artigos do senhor teólogo que vê heresia, pura e simplesmente, nas experiências pentecostais.


    Minha expressão de espanto é sobrepujada pela amargura em perceber a estrutura diabólica que tem alimentado a rede de blogs "evangélicos". Aí vem a blogueira que sente "uma necessidade quase física" (sabem que eu gostei disso? É tão Lars Von Trier!) de expressar seus pensamentos… Seu blog é uma "tentativa" de "recolocar o cristianismo na via dos debates intelectuais". Bonito, não? Não! Porque em um artigo recente ela diz exatamente o contrário! Ela diz que devemos separar bem as coisas: uma coisa é a igreja, outra é a universidade. Então para quê "recolocar o cristianismo na via dos debates intelectuais"? Mais adiante, ela explica humildemente (ainda bem, porque penso que seus textos são pedantes, e que ela é cheia de orgulho, habilmente encoberto por uma humildade falsa – uma das maiores evidências do orgulho): "Não por pedantismo ou orgulho, mas por uma necessidade quase física de dar nomes às minhas intuições".


    Segundo o artigo dessa moça, publicado na revista virtual "Teologia Brasileira", teologia é uma coisa, mundo acadêmico é outra. E quem diz o contrário é… "conservador"! Ou seja: não podemos criticar o que ocorre em uma universidade como a Mackenzie, da Igreja Presbiteriana. Segundo ela, esse silêncio se chama "maturidade cristã". Mas eu chamo de censura. Os que questionam o que ocorre na Mackenzie são tachados de conservadores, pessoas de visão turva, pouco inteligentes, mal esclarecidos. Afinal, como está escrito em Tito 1:15, "tudo é puro para os que são puros…" Não é assim que os cristãos liberais justificam Marx, Luiz Mott, Teologia da Libertação, Missão Integral et caterva no meio evangélico? É assim também que os cessacionistas justificam qualquer coisa. Justificam o Genizah, justificam as pressões, justificam a censura, justificam as ações nada cristãs da Anajure a favor de uma denominação específica, de uma visão teológica estreita, de determinadas pessoas e blogs.


    E mais uma coisa, que eu já disse em texto anterior: a censura ocorre também contra os que a praticam. A liberdade plena é concedida apenas aos cessacionistas: eles escrevem e publicam o que bem entendem, no blog de quem bem entendem. Em seus blogs, não há nem mesmo uma citação ou link para qualquer blog pentecostal — nem mesmo para os blogs que os citam, elogiam e divulgam. Definitivamente, esse desequilíbrio é a face mais visível de um processo de degradação espiritual sem precedentes no meio evangélico. Uma "tentativa" de "recolocar o cristianismo na via dos debates intelectuais". Bonito, não? Mas toda turma cessacionista odeia ter sua heresia cessacionista contestada, questionada, debatida. Essa blogueira é incapaz, por agradecimento, por cortesia ou por gratidão, de citar ou divulgar os links dos blogs que recomendam seu blog como digno de ser lido. O que é isso? Uma opção pessoal, diriam alguns. Censura, eu afirmo.


    Desisti de escrever para um portal de blogs para o qual escrevia sobre política. Minha interlocutora, ali, sempre foi de uma gentileza ímpar comigo. Mas uma entrevista que dei para o Blog do Júlio Severo foi rejeitada. Foi censurada. Não pela minha interlocutora, mas por irmãos pentecostais que têm interesses em jogo com a VINACC, a Mackenzie e a Anajure, todas dominadas pela fatia cessacionista da Igreja Presbiteriana, sobretudo na figura do ilustre chanceler. Não, não é coincidência. Isso tem nome. Isso tem explicação. Isso tem autor. Isso tem razão de ser. Pense com sua cabeça, investigue e analise. Você vai se surpreender.


    Fonte: GospelPrime


    Divulgação: www.juliosevero.com


    Leiutra recomendada:
























    Sobre cessacionismo:






















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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo