Banner

Jesus Início

Início


Visitas



addthis

Addrhis

Canal de Videos



    •  


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    • -


    Rio de Janeiro

    Santa Sé






    Mostrando postagens com marcador Xuxa. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Xuxa. Mostrar todas as postagens

    quinta-feira, 22 de maio de 2014

    Jornal esquerdista Folha de S. Paulo acusa deputado evangélico de “ofender” Xuxa no Congresso Nacional




    Jornal esquerdista Folha de S. Paulo acusa deputado evangélico de “ofender” Xuxa no Congresso Nacional





    Posted: 21 May 2014 02:25 PM PDT




    Jornal esquerdista Folha de S. Paulo acusa deputado evangélico de "ofender" Xuxa no Congresso Nacional


    Julio Severo


    Além de acusar o deputado evangélico Pastor Eurico (PSB-PE) de ofender Xuxa, jornal esquerdista Folha de S. Paulo também apresentou de forma distorcida a Lei da Palmada. A Folha disse:


    "Durante uma acirrada discussão sobre o projeto de lei que pune agressões violentas a crianças cometidas no ambiente familiar, na Comissão de Constituição da Câmara na manhã desta quarta-feira (21), o deputado Pastor Eurico (PSB-PE) acabou ofendendo a apresentadora Xuxa Meneghel ao dizer que ela provocou uma agressão às crianças quando 'protagonizou um filme pornô.'" 


    No entanto, pela expressão exagerada, chamando a Lei da Palmada de "lei que pune agressões violentas a crianças cometidas no ambiente familiar," a impressão clara que fica é que a jornalista confundiu o projeto com alguma Lei da Paulada.





    Xuxa no Congresso Nacional lutando pela aprovação da Lei da Palmada (21/05/14)




    Qualquer jornalista que não sabe ler e interpretar o assunto que está tratando causa confusão, como uma faísca causa um grande incêndio. Seja como for, Mariana Haubert, a jornalista que assinou a matéria da Folha, confundiu Lei da Palmada com Lei da Paulada.


    Mesmo que o problema fosse paulada, há leis suficientes para tratar desse tipo de agressão. Nenhum pai ou mãe que dá paulada é isento de prestar contas à lei.


    Diferente é o caso da agressão sexual. É nesse ponto que entra a atuação do Pr. Eurico, que igualmente foi vítima da má interpretação da jornalista, que em vez de cobrar da Xuxa, cobra de quem ousou lembrar do filme pedófilo da dela.


    Um jornalista honesto e imparcial diria: "Como pode Xuxa, que encenou cena erótica com uma criança, querer hoje mandar o que os pais e mães do Brasil podem ou não podem fazer?" 


    Um amigo de Facebook comentou: "Uma mulher que se deita nua com uma criança em uma filmagem deve de perder o direito de opinião quando se trata de criar filhos, menos direito ainda se for filhos dos outros."


    Outra amiga disse: "Podiam fazer uma faixa e levar pra lá com [comentário]! Foi no ponto exato da questão! Super verdade!"


    A reação da Folha de S. Paulo será previsível: Pais e mães levam ao Congresso Nacional faixas que ofendem Xuxa!


    Xuxa foi ao Congresso Nacional defender os interesses do governo do PT, especialmente de sua militante radical Maria do Rosário, de confiscar os direitos dos pais de disciplinar fisicamente os filhos. E a jornalista da Folha, que recebe patrocínio de empresas estatais, sem pestanejar defende Xuxa na sua defesa dos interesses do governo do PT.


    Se a jornalista se preocupasse de fato com as crianças do Brasil, cobraria do governo suas incessantes campanhas para avançar o aborto. E aborto não se faz com meros tapinhas no bebê em gestação. É agressão das mais desumanas e barbaras. É violência que, em comparação, faz qualquer varadinha ou palmada uma mera cócega.


    Se fosse honesta, a jornalista também poderia cobrar do governo: Por que, desde que fez seu filme pedófilo, Xuxa nunca foi para a cadeia?


    Não. A jornalista achou mais confortável e politicamente correto retratar o Pr. Eurico como uma espécie de homem mal-educado destratando uma donzela inocente que só fez bem as crianças do Brasil.


    Para fazer o jornalismo do Brasil andar em determinada direção, só com patrocínio da Petrobras. A direção da honestidade e defesa da família, infelizmente, não conta com esse descomunal patrocínio. Daí, impunemente tratam a Lei da Palmada como Lei da Paulada. 


    Daí, impunemente, tratam Xuxa como exemplo reluzente de criação de filhos.


    Daí, tratam o Pr. Eurico (que simboliza a aversão do brasileiro honesto contra a pedofilia e intromissões do governo) como o homem "mal-educado."


    Magno Malta acertou em cheio quando disse que "a Lei da Palmada é uma agressão à família."


    Se antes da aprovação da infame Lei da Palmada, governo do PT e Folha de S. Paulo já se unem para agredir, com mentiras e distorções, a família brasileira e seus defensores, o que farão depois?




    Leitura recomendada:


    Artigos sobre Xuxa:








    Artigos sobre o jornalismo tendencioso da Folha de S. Paulo:














    Artigos sobre a Lei da Palmada e disciplina de crianças:




















































































    Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter: http://twitter.com/juliosevero Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430






    You are subscribed to email updates from Julio Severo

    To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. 

    Email delivery powered by Google 


    Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610 

    quinta-feira, 28 de junho de 2012

    Xuxa está perdendo luta contra seu passado pornográfico



    Julio Severo
    Comentários, artigos e notícias do Brasil e do exterior
    28 de junho de 2012
    Xuxa está perdendo luta contra seu passado pornográfico




    Julio Severo
    Em outubro de 2010 a apresentadora Xuxa Meneghel entrou com processo contra o Google exigindo que o site de busca não mostrasse nenhum link de sites que a relacionassem com as palavras “pornografia” e “pedofilia”.
    Mas o Superior Tribunal de Justiça deu vitória ao Google por entender que “os sites de busca não podem ser obrigados a limitar resultados, já que são apenas o meio de acesso ao conteúdo e não os responsáveis pela publicação”.
    “Imagens e vídeos em que ela apareça nua ou encenando atos sexuais não poderão ser retirados dos resultados da pesquisa”, diz a Folha de S. Paulo. Esse acervo pornográfico de Xuxa, hoje amplamente acessível pela internet, tem sido uma pedra nas ambições da apresentadora, que quer uma imagem internacional de ídolo das crianças.
    Há, obviamente, uma incompatibilidade e incoerência enorme entre ídolo pornográfico e ídolo infantil. Nem Xuxa consegue conciliar esses dois papéis. Por isso, hoje, ela luta para esconder seu passado, especialmente seu filme de pedofilia.

    Xuxa em cena de sexo com menino de 12 anos no filme pedofílico “Amor Estranho Amor”

    Quando se busca no Google, por exemplo, “Xuxa” e “pedofilia”, essas palavras levam ao filme “Amor Estranho Amor”, filmado em 1979, em que a apresentadora aparece tendo relações sexuais com um menino de 12 anos.
    Quanto mais Xuxa luta para tentar apagar o filme pró-pedofilia, mais versões piratas se espalham pela internet.
    No final de sua carreira, Xuxa vê sua fama ganhando força graças a um passado de erotismo, pornografia e pedofilia.
    E ela está perdendo sua luta contra seu passado, que está fazendo mais sucesso do que nunca.
    Em contraste, sua campanha “Não Bata, Eduque” não tem enfrentado igual resistência. Desde o governo Lula, de quem ela recebeu apoio, até a Rede Globo, que também apoia sua campanha, Xuxa tem sido a principal voz na luta governamental e midiática para criminalizar o direito dos pais disciplinarem fisicamente seus filhos.

    Xuxa fazendo propaganda de seu filme de pedofilia

    A mulher com passado imoral se julga com moral para impor sobre pais e mães suas convicções pessoais como se fossem melhores do que os valores que ela, o governo petista e a Globo têm. Para eles, não é só “Não Bata, Eduque”, mas também “Não Ame as Crianças, Aborte-as” ou “Não Proteja as Crianças, Eduque-as no Homossexualismo”. Esse é o amor que eles têm pelas crianças.
    Varada, cintada ou palmada poderia resolver esses excessos imorais na infância dos que hoje dominam o Brasil através do governo e da mídia. Com esse recurso moral, eles poderiam ter se tornado muito melhores do que são hoje para o Brasil e suas crianças.
    Uma infância com disciplina e limites poderia ter dado para Xuxa a integridade moral de evitar um passado sujo do qual ela não se envergonha, do qual ela nunca pediu perdão para as crianças do Brasil, mas faz tudo para apagar a fim de não prejudicar sua carreira.
    Eu gostaria que todos os sites que têm fotos de nudez e pedofilia da Xuxa fossem fechados. Mas minha motivação é diferente. Não é proteger a carreira dela. É proteger as crianças, e do monstro que a pornografia alimenta em abusadores de mulheres, de esposas e de crianças.
    Pornografia, seja da Xuxa ou não, é sujeira. Portanto, o que a Xuxa deveria fazer é abandonar sua campanha contra palmadas e lançar uma campanha contra a sujeira da pornografia, mostrando seus malefícios para todos, inclusive para moças oportunistas que posam nuas em troca de dinheiro e fama suja.
    Assim, o público veria que a luta dela contra a pornografia não é para proteger sua carreira e fama, mas para proteger crianças e adolescentes do próprio passado podre que rendeu muito dinheiro a ela.
    Fonte: www.juliosevero.com

    http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/06/xuxa-esta-perdendo-luta-contra-seu.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JulioSevero+(Julio+Severo)

    quarta-feira, 13 de junho de 2012

    Bruxo que Matava Crianças para GLOBO se converte e denuncia




    Bruxo que Matava Crianças para GLOBO se converte e denuncia



    ESTE VÍDEO RELATA QUE MUITAS DAS NOVELAS DA REDE GLOBO PARA TEREM SUCESSO , ERAM SACRIFICADAS SEIS ( 6) CRIANÇAS INOCENTES PARA O DIABO ,E TAMBÉM FALA SOBRE O PACTO COM SATANÁS FEITO POR XUXA.ESTE TESTEMUNHO TEM ABALADO A TODOS,É REALMENTE MUITO, MUITO FORTE,POUCAS PESSOAS O CONHECEM,NÃO DEIXE DE ASSISTIR.

    sábado, 2 de junho de 2012

    Xuxa: Freud explica, Marx comemora



    Xuxa: Freud explica, Marx comemora


    Xuxa: Freud explica, Marx comemora

    Mirian Macedo
    A entrevista de Xuxa ao Fantástico foi tiro pela culatra. Em vez de comover, serviu para relembrar. Um sobrevôo na vida pregressa da Rainha dos Baixinhos leva inevitavelmente a uma suposição: Xuxa ficou tão traumatizada com o abuso sexual que sofreu quando criança que acabou por assumir a persona de “suja” e “sem-vergonha”, transformando a sua vida artística num simulacro de Sodoma e Gomorra. Freud explica.
    Convenhamos: se Xuxa foi de fato abusada quando criança, só Freud para explicar a persistência e determinação com que a Rainha dos Baixinhos escolheu e trilhou uma carreira toda calcada em apelos à sensualidade, exploração do sexo e oportunismo carreirista.
    Provam-no as fotos nuas, os filmes com cenas picantes de sexo, os romances com homens mais velhos e famosos, as atrações pornográficas e os convidados vulgares dos programas e shows infantis pilotados pela apresentadora e cantora.
    Basta analisar com clareza e objetividade a vida de Xuxa para concluir que sua indignação e revolta por ter sido abusada não guarda qualquer coerência com a figura sexual apelativa com que a Rainha dos Baixinhos se apresenta(va) às crianças que  a idolatravam e a idolatram ainda hoje.

    Tampouco a apregoada campanha de Xuxa para proteger a inocência das crianças contra pedófilos é compatível com o  modelo de virtude que ela ofereceu a estas mesmas inocentes criaturas durante toda a sua vida. 
    Ter sido a responsável pela difusão e imposição do pancadão do funk, com suas coreografias e letras grosseiras, chulas, vulgares e inadequadas, aos corações e mentes da infância e juventude do Brasil é só parte do estrago que Xuxa produziu em mais de uma geração de súditos que estiveram sob a influência nefasta desta rainha má.
    Mas, sejamos honestos, a contribuição freudiana pára por aí. A instalação e consolidação do reinado de apologia ao sexo pilotado por Xuxa têm outra explicação. Os pais da criança atendem pelos nomes de Karl Marx e Antonio Gramsci.
    Xuxa é a prova viva de que a revolução passiva gramsciana, aliada ao marxismo cultural, vem sendo implantada no Brasil desde o tempo em que a esquerda ainda se passava por vítima naqueles que acostumamos a chamar de “anos de chumbo”.
    O processo de perversão, corrupção e erotização da infância e juventude brasileira não começou agora, já vem de longe. A erosão e destruição da tradição moral judaico-cristã é ponto de honra e questão fechada na cartilha de implantação do socialismo. Uma das propostas explícitas de Lênin era  “varrer o cristianismo da face da Terra”.
     A chorosa senhora que apareceu no Fantástico vem cometendo crime de lesa-infância há quase 30 anos, com seus programas “infantis” recheados de vulgaridades, indecências e pornografias. Foi esta cinquentona, com ares de moça preocupada com a preservação da inocência das crianças, que implantou o funk de norte a sul do Brasil em seus programas da Globo e shows país e mundo afora. 
    A este ponto alto no curriculum da Rainha dos Baixinhos, soma-se à jogada marquetólogica de uma gravidez arranjada através da seleção e escolha de um reprodutor de plantel. Construir uma família — marido, mulher e filhos — nunca foi projeto da moça que diz tanto amar as crianças.  São palavras suas:
    “Estou procurando (um homem). Mas se não aparecer, vou ter essa criança sozinha.(...) Se eu tiver um filho por inseminação, ela vai conhecer ao menos a mãe. Na Espanha, nenhuma clínica tem os genes que eu quero. Na Alemanha e na França tem. Fazendo inseminação, vou ser o pai e a mãe da criança, quero que ela seja o mais parecida possível comigo”.
    Precisa dizer mais?
    Eu nunca permiti que meus três filhos assistissem ao circo de horrores que Xuxa liderava na TV Globo. Ainda assim, a pequena amostra do que pude ver sempre me levou a achar que esta “santa” merecia cadeia.
    Qualquer um que assiste às entrevistas e brincadeiras do programa ou ouve as letras, e confere o significado das palavras da maioria das músicas ali apresentadas, só tem uma alternativa: pedir prisão perpétua para Xuxa. Pena de morte também não seria um exagero. É proporcional à gravidade dos crimes: lesa-infância, lesa-juventude e lesa-pátria.
    No domingo, 19 de maio, Xuxa não foi à televisão defender crianças (ela mesma é a maior ameaça à infância). Se ela confessou sua tragédia pessoal foi para induzir à idéia de que é a família, a intimidade do lar, ou o próprio pai (por omissão ou por má companhia) quem ameaça os filhos.
    Xuxa deu a entrevista e fez as confissões porque ela é quem é e continua a mesma, desde que surgiu para o estrelato com seus 16 anos de idade. Xuxa está aí para corromper e perverter as virtudes e valores morais do povo brasileiro, como pudor, família e alta cultura. É o seu papel. 
    Sou cética e crítica. Se, por um lado, nunca brinquei ou debochei da possibilidade real de que Xuxa tenha sido vítima de abusos, também  não me comoveram as suas lágrimas. Ao contrário, a choramingação sobre os abusos que ela sofreu serviu, antes, para me fazer pensar por que Xuxa não denunciou há mais tempo fato de tamanha gravidade e não deu o nome de seus molestadores.
    Se teve coragem de se expor na televisão, por que não ir atrás de justiça, denunciando quem abusou dela? Xuxa alega que era criança sem malícia, não sabia discernir o errado e tinha medo de denunciar os molestadores. A sua tragédia pessoal aconteceu há 40 anos. 
    Mas, e agora?  Por que escolheu um programa de televisão para fazer uma confissão tão dolorida e íntima?  Ela não sabe diferenciar a esfera pública da vida privada? Se resolveu expor-se desta maneira para alertar sobre os abusos, por que protegeu seus molestadores? É esta a mensagem? “Criança, se abusada, não divulga nunca o nome do criminoso, nem quando chegar a idade adulta. Premia o infame com o anonimadto e a impunidade.”
    Quer dizer que patifes (Xuxa diz que foram vários adultos!) cometem crime hediondo de pedofilia e a vítima, nas condições favoráveis de que desfruta Xuxa hoje, não os denuncia e não os submete aos rigores da lei? Se já estão mortos, tanto faz, não interessa. É preciso fazer justiça, desmascarando e retirando o véu de dignidade que pode recobrir a vida destes monstros. Por que ela não o fez?
    Se Xuxa é tão transparente, honesta e virtuosa, por que seu tão corajoso e sincero depoimento ao Fantástico não tocou na sua participação ainda adolescente no concurso de pantera de Ricardo Amaral?  Ela também nada falou de suas fotos nuas (inclusive na capa) para a revista Playboy. Nenhuma referência à tentativa de apagar a sua aparição do filme Amor Estranho Amor, de Walter Hugo Khoury, em que reparte com um menino de 12 anos uma cena de sexo ardente. 
    Xuxa seduzindo um menino de 12 anos no filme pornográfico Amor Estranho Amor
    Por que a versão de que, menor de idade, com 17 anos, era a “namorada desinteressada” de uma celebridade como Pelé, o homem mais famoso do planeta, à época um quarentão, com idade para ser seu pai? O próprio Rei reconhecia que Xuxa era apenas uma ninfeta: “Não quis ser o primeiro homem da Xuxa. Quando eu a conheci, ela tinha 16, 17 anos. Era virgem e tinha um namoradinho com quem estava brigada.(...) Na base da brincadeira, dizia para Xuxa resolver o problema da virgindade.”
    Amaury Junior conta que Pelé saía com fotos da modelo no bolso para pedir o apoio da imprensa e que foi abordado pelo ex-jogador, numa festa, com algumas delas nas mãos. “Ele me pediu para dar uma força àquela menina, dizendo que ela um dia faria muito sucesso”.
    Pelé confirma: “Ajudei muito ela, fui eu que recolhi todas as fotos que Xuxa tinha feito nua. Todas. Tinha foto dela em cima de um taxi em Nova York com a bunda de fora, e todos foram compreensíveis comigo, afinal, ela era uma menina sem maldade, muito natural, que encarava a nudez com a maior tranquilidade”. (Pelé, em entrevista a Playboy)
    Segundo a revista IstoÉ, “Pelé e Xuxa se conheceram em 1980, num ensaio fotográfico. Pelé ditou os passos de sua carreira nos seis anos de namoro. Em um ano, Xuxa foi capa de mais de 80 revistas. Virou apresentadora de programa infantil na TV Manchete e se tornou a Rainha dos Baixinhos”. Quanto amor!
    Um balanço frio da carreira de Xuxa nos últimos tempos não deixa distante a hipótese, muito provável, de que a confissão ao Fantástico sobre os abusos, anunciada com sensacionalismo e recheada de emocionalismo piegas, seja puro golpe de marketing, destinado a recuperar a carreira descendente e decadente da apresentadora. Para tanto, ela resolveu posar de cidadã corajosa e heroína, que sacrifica a própria imagem e se expõe para proteger seus anjinhos inocentes. 
    O tiro pode ter saído pela culatra, Ibope não significa necessariamente aprovação e admiração. Um número expressivo de pessoas que assistiram e comentaram a entrevista de Xuxa ao Fantástico não teceu loas nem ficou comovido com o “calvário infantil” da senhora Maria das Graças Meneghel. 
    Muita gente continua achando que já passou a hora desta senhora prestar contas à Justiça por seus crimes contra a infância, adolescência e juventude do Brasil.
    Divulgação: www.juliosevero.com

    Cala a boca,Xuxa!




    Cala a boca,Xuxa!

    Não vi a comentada entrevista da tal Xuxa no Fantástico deste domingo, dia 20/05. Mas não pude ignorá-la por muito tempo, pois a primeira notícia que recebi nesta manhã, logo cedo, foi: “Cê viu que a Xuxa foi abusada na infância?”
    Fora o surrealismo da revelação, ocorreu-me que aquela, certamente, não era a notícia que desejava ouvir logo no início da semana. Afinal, como uma mulher de 50 anos, aparentemente esclarecida, só agora, passado todo esse tempo, resolve falar sobre algo tão grave? E por que me irritou tanto esta informação? Parei para refletir sobre o motivo deste sentimento e, confesso, não foi difícil descobrir.
    Esta senhora, lá pelos seus primórdios, vivia no mesmo condomínio do meu irmão, no Grajaú, Rio de Janeiro. Lembro-me das minhas sobrinhas, ensandecidas, indo buscar as grotescas sandalinhas cheias de brilhos no apartamento dela, na esperança de encontrar o Pelé que, vira e mexe, dava as caras por lá.
    Desde os seus 20 e poucos anos de idade, ela comanda programas infantis cuja tônica é erotizar precocemente as crianças, transformando meninas em arremedos de mulheres sem se preocupar com sua vulgarização.
    Os programas que comandou sempre tiveram como mote atropelar o desenvolvimento infantil em sua exuberância repleta de etapas simbólicas. Pasteurizou os encantos desta fase empenhando-se em exaltar a diferença entre possuir e não possuir os produtos que anunciava ou que levavam sua grife tais como sandálias, roupas, maiôs, lingeries, xampus, bonecas, chicletes, cosméticos, álbum de figurinhas, cadernos, agendas, computadores, sopas, iogurtes, etc., num universo insano onde ela, eternamente fantasiada de insinuante ninfeta, faz biquinho e comanda a miúda plebe ignara.
    Xuxa: símbolo máximo da erotização da infância no Brasil
    Cientes estamos todos de que esta senhora, durante muitos e muitos anos, defendeu zelosamente seu polpudo patrimônio utilizando-se da fachada de menina meio abobada que sequer sabia quantos milhões possuía. Costumava dizer que era a sua empresária que administrava suas posses cujo montante alegava, candidamente, desconhecer. Pobre menina rica. E burra, com certeza. Como se fosse possível alguém tão htapada tornar-se tão rica.
    Talvez para esconder a consciência que tinha acerca do quanto ajudou a devastar a inocência de tantas gerações de meninas que lhe devotavam a mais pura idolatria, posou de inocente útil usando a mesma máscara que agora reedita para falar, emocionada, do seu mais novo pretenso drama/marketing.
    Esqueceu-se de que sua audiência, formada, na sua massacrante maioria, por meninas, passou a ser considerada como alvo da desumana propaganda colocando-as como mero veículo de consumo.
    Esqueceu-se, convenientemente, de comentar que milhares de garotas pelo Brasil afora foram abusadas sexualmente ao mesmo tempo em que eram, por ela, adestradas a vestirem-se e comportarem-se como verdadeiras lolitas.
    Esqueceu-se de que ensinou atitudes claramente ambivalentes para crianças que não faziam a mais pálida ideia do que podiam mobilizar em mentes doentias.
    Esqueceu-se de que a erotização tem sido ligada a três dos maiores problemas de saúde mental de adolescentes e mulheres adultas: desordens alimentares, baixa auto-estima e depressão.
    Esqueceu-se também de que as crianças, diariamente bombardeadas com imagens de paquitas como modelos de uma beleza simplesmente inalcançável enquanto corpos reais, torturavam-se perseguindo um modo de serem belas, perfeitas, saudáveis e eternas.
    Estimulando a sexualidade de forma tão precoce, essas meninas perderam grande e preciosa fase do seu desenvolvimento natural. E reduzir o período da inocência, certamente, acarretou-lhes desdobramentos nefastos.
    Daí para ideia, cada vez mais presente, da infância como objeto a ser apreciado, desejado, exaltado, numa espécie de pedofilização generalizada na sociedade foi, apenas, um pequeno passo.
    Num país onde as mães deixam suas crias, por absoluta falta de opção, frente à tevê sem qualquer tipo de controle e sem condições para discutir o conteúdo apresentado, encontrou esta senhora terreno mais que propício para disseminar sua perversa e desmedida ganância por audiência e dinheiro.
    Fosse ela uma pessoa minimamente preocupada com a direção que a sexualidade exacerbada e fora de contexto toma, neste país onde mulheres são cotidianamente massacradas, teria falado sobre este suposto drama muito tempo atrás. Teria tido muito mais cuidado com os exemplos de exposição que passava. Teria norteado seu trabalho dentro de parâmetros muito mais educativos e, desta forma, contribuído para que milhares de meninas fossem verdadeiramente cuidadas e respeitadas.
    Ou teria simplesmente virado as costas e ido embora.
    Logo, frente ao seu histórico, não tem mesmo nenhuma autoridade para sustentar qualquer atitude fundamentada em belos e necessários méritos.
    Porque são de grandes valores, bons princípios e atitude exemplares que nossa sociedade necessita de maneira urgente.
    Portanto, cale-se, Xuxa!
    Nota de Julio Severo: Esse texto, que foi muito bem escrito, está sendo distribuído por email e também foi enviado a mim. Por mais que eu tivesse procurado localizar o verdadeiro autor e origem, não consegui.
    Divulgação: www.juliosevero.com
    Fantástico na luta contra a pedofilia?



    Análise doFriday Fax: Queda de Mortes Maternas Globais Não Significa Melhoria da SaúdeMaterna

    Dra. Susan Yoshihara
    NOVA IORQUE, EUA, 25 de maio (C-FAM) No mundo inteiro, morre no parto quase metade do número de mulheres que morria 20 anos atrás, diz um recente relatório da ONU. A boa notícia esconde o triste fato de que para as mulheres em muitos países que querem mais filhos, elas arriscarão a vida para tê-los.
    Em nível global, há menos mortes maternas porque há menos bebês nascendo. Em nível individual, menos gravidezes podem reduzir as probabilidades de uma mulher morrer no parto. Mas onde as mulheres escolhem ter famílias grandes, elas permanecem em risco elevado e até extremo, de acordo com o relatório recente. Mulheres de países de baixa renda têm uma chance de 1 em 56 de morrer de causas relacionadas à gravidez, enquanto o risco para mulheres em países ricos é 1 em 4200. Na África subsaariana, o risco é 1 em 39, quatro vezes e meia a média mundial.
    Durante anos as principais agências de assistência do mundo fizeram do planejamento familiar prioridade absoluta ao tratar da saúde materna, num esforço para suprimir ainda mais a fertilidade. Intervenções médicas que realmente tratam da saúde materna — tais como atendentes de parto com experiência e assistência pré-natal — têm sido rebaixados aos pontapés à segunda ou terceira categoria na lista de financiamentos.
    Um dos motivos é que essas agências acham mais fácil distribuir contracepção do que inspecionar sistemas de saúde em regiões longínquas. Outro motivo é que eles podem medir a “prevalência contraceptiva” com mais facilidade do que podem avaliar a melhoria de qualidade na assistência médica. Numa era de limitações fiscais e exigências de doadores para que haja mais prestação de contas, interesses particulares de agências guiam prioridades de financiamento que podem não fazer muito sentido médico.
    Pegue por exemplo a resposta de Babatunde Osotimehin, diretor-executivo do FNUAP, aos números recentes. Nas mesmas palavras que seu antecessor usou com relação a relatórios anteriores com números vastamente mais elevados, Osotimehin promoveu ainda mais planejamento familiar dizendo: “Sabemos o que fazer, sabemos como fazer. Apenas continuaremos a ampliar essa escala”.
    O que vem também guiando a agenda de saúde materna são alvos estritos fixados em nível internacional que não refletem necessariamente as realidades locais. Na virada do século, os líderes mundiais haviam concordado em reduzir o índice de mortalidade infantil em seus países e no mundo inteiro em 75% até 2015.
    Cada um dos países que atingiu a meta experimentou uma queda de fertilidade de acordo com as estimativas da ONU. Desses dez, todos os países em desenvolvimento, exceto um, tiveram um declínio dramático. Na lista, os países restantes, que são da Europa, já tinham índices de fertilidade abaixo de 2 filhos por mulher, e caíram ainda mais.
    De modo oposto, um terço das mulheres que morreram no parto em 2010 era da Índia ou Nigéria, onde a pobreza permanece elevada e o tamanho das famílias é relativamente grande em média. De modo geral, uma mulher enfrenta risco elevado de morte para trazer um filho ao mundo em 40 dos 180 países avaliados. Uma mulher do Chade ou Somália, que teve mais de 6 filhos em média durante 1990-2010, teve o risco mais elevado a vida inteira no mundo. As nações devastadas pela guerra são as únicas com mortalidade materna “extremamente” elevada, de acordo com o relatório.
    Portanto, muito embora o relatório se gabe, “Todas as regiões das Metas de Desenvolvimento do Milênio experimentaram um declínio em índices de mortalidade materna”, não há nenhuma indicação de que as campanhas mundiais que priorizam o planejamento familiar fizeram uma diferença para as mulheres pobres ou mulheres em países que favorecem famílias grandes.
    Aliás, o índice de mortalidade materna pode ser muito mais elevado do que os especialistas pensam. O índice de mortalidade é elevado em lugares em que os dados são escassos. O relatório admite que bons dados só existem onde uma fração magra de 15% dos nascimentos está ocorrendo, na maior parte no mundo desenvolvido. Não há dado algum para os 27 dos 180 países pesquisados, e 88 não têm “bons” dados. Em essência, apesar de melhores métodos de análise e coleta de dados, ninguém realmente sabe o nível do problema para a maior parte das mães. O relatório conclui que “não é possível explicar completamente a razão por que alguns países tinham declínios mais acentuados do que outros, ou por que alguns não faziam nenhum progresso”.
    Em contraste com a priorização que a ONU impõe na redução da fertilidade por meio do planejamento familiar, ministros de saúde reunidos em Washington no mês passado frisaram melhor assistência de saúde e sistemas de distribuição. O Dr. Bautista Rojas, ministro da saúde da República Dominicana, disse que “componentes chaves” do programa desse país são “assistência obstétrica de emergência… uma série de práticas de assistência materna focadas na salvação de vidas, e um sistema de treinamento e supervisão no trabalho usando listas de controle” que aumentavam a qualidade da assistência.
    O Dr. Mam Bunheng do Camboja creditou o sucesso ao fim da guerra, crescimento econômico, melhores estradas, telefones celulares, e mais e melhores postos de saúde e parteiras treinadas. Seu país oferece “incentivos de obstetrícia” que dão 15 dólares para um posto de saúde e 10 para um hospital de encaminhamento por todo nascido vivo em seu estabelecimento. Revertendo a posição das agências internacionais de assistência, o ministro da saúde do Camboja colocou o planejamento familiar em penúltimo lugar numa lista de seis desafios que seu país enfrentava, pondo a sobrevivência dos recém-nascidos, conexões para hospitais e melhoria da qualidade de assistência em primeiro lugar.
    As campanhas enérgicas para reduzir as gravidezes como o principal meio de reduzir as mortes maternas permanecem inalteradas desde as décadas de relatórios anteriores da ONU declarando que mais de 500.000 mulheres morrem no parto anualmente. A ONU foi compelida a revisar esse número para quase metade depois que um grupo de pesquisadores independentes da Universidade de Washington desafiou os dados e metodologia da ONU em 2010. Na época, alguns pesquisadores argumentaram que seus colegas da ONU se mostraram incapazes de agir de forma imparcial por ocuparem o papel de determinadores das políticas públicas. Essa é a segunda edição consecutiva do relatório da ONU que compara sua metodologia à metodologia dos pesquisadores independentes, efetivamente confessando que eles não são mais o padrão ouro na pesquisa de saúde materna.
    Tradução: www.juliosevero.com
    Fonte: Friday Fax

    Xuxa - A estrela fala

    Glória Maria: Mulher, todo mundo sabe, tem aquele negócio de mentir idade - quase sempre pra menos. Agora, a Xuxa é exatamente o contrário. Ela está com 39, e resolveu antecipar o grito de independência, que geralmente acontece aos 40. O que aconteceu com você?
    • Xuxa: A vida começa aos 40. Então, eu já estou com 40...
    • Glória Maria: Falta um ano, Xuxa.
    • Xuxa: - Quase 40 já é 40.
    • Glória Maria: Você está cheia de projetos como, por exemplo, vídeo "Xuxa Só Para baixinhos - III". Como é que está tua vida?
    • Xuxa: "Xuxa Só Para baixinhos - III" sai agora. As pessoas já estão cantando. Estão curtindo. Estão podendo ver. E o filme também. Estou começando a filmar essa semana. O programa que deve estrear agora, na primeira semana de outubro, também está começando a produção essa semana. Ou seja, tem muita coisa pra acontecer e muita está acontecendo. A série de vídeos era um sonho antigo de voltar a trabalhar para crianças e deu certo. O projeto começou desacreditado, mas virou sucesso já na primeira edição. Eu tive que pagar essa idéia. Todo mundo franzia a testa quando via o projeto.
    • Sozinha, sem o apoio da equipe que sempre trabalhou com ela, Xuxa foi à luta e bancou a série.
    • Xuxa: O volume II, graças a Deus, está concorrendo a premio, galera. “And the Grammy goes to: Xuxa, Só Para Baixinhos II” já pensou? A loura cai dura. Ai, caramba.
    • Glória Maria: Cansa você ter que fazer tudo sozinha?
    • Xuxa: Ocupar a cabeça com o trabalho que você gosta, e que você quer fazer, é muito bom.
    • A rainha dos baixinhos confessa: num passado recente, trabalhou sem prazer.
    • Xuxa: Eu estava me violentando, fazendo isso. Eu nunca fiz isso. Eu nunca trabalhei por dinheiro. Eu nunca trabalhei porque tinha que trabalhar.
    • Agora, está de volta às origens: o público infantil.
    • Xuxa: Eu só quero trabalhar para eles. Eu quero cantar para eles. Eu quero ver o resultado nos olhinhos deles.
    • A decisão tem um preço. Xuxa deixou de trabalhar com a diretora Marlene Matos.
    • Xuxa: Vou ter que aprender a andar com minhas pernas. Vou ter que aprender a ouvir com os meus ouvidos, a olhar com os meus olhos, a pensar com a minha cabeça e a sentir com o meu coração. Era muito normal as pessoas me protegerem de tudo e de todos, até pensavam por mim. E aí, chegou um momento que a bonequinha disse: ‘não’.
    • Glória Maria: Xuxa, é tudo muito novo, né? Pintam momentos de medo? De insegurança?
    • Xuxa: Pinta. Claro que pinta. Quando se fala de dinheiro então, aí, pinta mais ainda. Porque é uma coisa que realmente eu não entendo. Eu aprendi uma frase que a Marlene falava o tempo todo, que é o seguinte: ‘O mundo é feito de meias verdades’. Eu entendo o que ela quer dizer com isso. É porque pra você sobreviver nesse mundo, você ficar em pé nesse mundo, você tem que saber se defender. E para você se defender disso tudo, tem que se proteger de uma maneira. Ou seja: meia verdade.
    • Glória Maria: Todo passo novo que a gente dá, é difícil é complicado. Como é que você está agora?
    • Xuxa: O que é ruim, às vezes, é a gente deparar com certas coisas, como por exemplo: a minha gravidez de dois meses que as pessoas estão falando. É só eu engordar um pouquinho e já falam: ‘está grávida’. Eu falei: é, vai nascer em dezembro e vai se chamar Xus.
    • Glória Maria: Você não falou que a Sasha queria um irmãozinho?
    • Xuxa: Não. A Sasha pede todos os dias um irmão, uma irmã.
    • Glória Maria: E você não faz todas as vontades da Sasha?
    • Xuxa: É Glória. Acontece que eu não posso fazer sozinha essa vontade dela. Sentei e falei: vamos conversar. Se até os cinco anos você tiver ainda com isso na cabeça vamos adotar uma criança.
    • Glória Maria: Adotar Xuxa? Você adotaria uma criança?
    • Xuxa: Adotaria. Numa boa. Eu adotaria sim. Por que não?
    • Glória Maria: Você ainda pode ter. Por que adotar?
    • Xuxa: Sim. Mas para eu ter você não concorda que falta uma peça principal?
    • Glória Maria: Mas essa peça principal pode aparecer a qualquer momento.
    • Xuxa: Você está achando que vai aparecer o príncipe encantado amanhã para mim. Eu acredito em duende. Príncipe encantado eu já deixei de acreditar...
    A Xuxa da nova fase parece segura. Comemora hoje os quatro anos de Sasha, brinca como criança entre os amiguinhos da filha e mostra que não perdeu o humor

    terça-feira, 22 de maio de 2012

    Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual


    22 de maio de 2012

    Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual


    Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual

    Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante décadas?

    Julio Severo
    No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
    Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia
    Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.
    Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
    Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino
    A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.
    Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
    Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.
    Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro
    Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.
    Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboy à rainha dos baixinhos.
    É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
    Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
    Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.
    Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
    Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
    Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
    Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
    Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
    Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
    O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
    E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.



    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo