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    quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

    [hagiografia] 12 de Dezembro - Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira Principal da América Latina

     


    12 de Dezembro 

    • Nossa Senhora de Guadalupe, 

    Padroeira Principal da América Latina 


    Em 1531, Nossa Senhora apareceu a um príncipe indígena mexicano, o Beato Juan Diego e deixou a ele um sinal de que era realmente a Mãe de Deus:
    no manto do vidente apareceu milagrosamente impressa a imagem da Virgem. A partir daí, a evangelização do México, até então lenta e difícil, tornou-se avassaladora, sendo destruídos os últimos resquícios da bárbara superstição dos aztecas, que escravizavam outros povos e sacrificavam seus próprios filhos em rituais sangrentos. O manto de Juan Diego, perfeitamente conservado apesar de se terem passado mais de 450 anos, é ainda hoje venerado no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, que foi declarada Padroeira de toda a América, em 1945, pelo Papa Pio XII. Nesse santuário, o Papa João Paulo II consagrou solenemente, em 1979, toda a América Latina a Nossa Senhora de Guadalupe.





    _

    quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

    [Catolicos a Caminho] NOSSA SENHORA DE GUADALUPE Som !

     











    • NOSSA SENHORA DE GUADALUPE 




    Em 1519 o conquistador espanhol Hernán Cortez apoderou-se do México, onde reinava uma religião bárbara, em cujos templos se imolavam vítimas humanas.
    Pouco a pouco, esses templos, testemunhas de tanta crueldade foram dando lugar a Igrejas cristãs, mas os missionários sentiam dificuldades em penetrar naqueles corações dominados pelo terror e inclinados à idolatria.
    Até que, num sábado, 9 de Dezembro de 1531, um índio convertido, de cerca de 48 anos, chamado Juan Diego, pôs-se a caminho da missão franciscana, logo de manhã cedo, para assistir à missa em honra da Mãe de Deus.
    Atravessava uma colina, chamada Tepeyac, nos arredores da actual capital do México, quando lhe chegaram aos ouvidos os sons de uma música maravilhosa.
    Uma voz chama-o carinhosamente, com doçura maternal, usando os diminutivos :
    - "Juanito, Juan Dieguito" !
    Juan Diego dirigiu-se sem hesitar ao cimo da colina donde vinha aquela voz e deparou-se com uma jovem de radiosa beleza, aparentando quinze anos.
    Ao vê-la, sentiu-se possuído por uma tão grande felicidade que só conseguiu cair de joelhos e sorrir-lhe.
    No meio do seu enlevo, a jovem falou-lhe :
    - "Juanito, meu querido filho, para onde vais"?
    - "Senhora e filha minha - respondeu ele - vou a caminho da Igreja, para estudar e aprender os divinos mistérios que os Padres nos ensinam".
    - "Fica a saber, filho querido - continuou a jovem - que eu sou a sempre Virgem mãe do Deus verdadeiro, no qual vivemos, Criador e Autor do Céu e da Terra.
    É meu desejo que se construa aqui um templo em minha honra, onde eu derramarei o meu amor, socorro e protecção.
    Eu sou a vossa Mãe dadivosa, Mãe amorosa para com os que me amam, confiam em mim e procuram o meu auxílio. Prestarei ouvidos aos seus lamentos e dar-lhes-ei consolo em todas as suas tristezas e sofrimentos".
    Juan Diego escutava atento e maravilhado aquela aparição inaudita.
    E a jovem continuou :
    - "Para conseguir tudo o que o meu amor pede, vai agora à casa do bispo e diz-lhe que eu te envio para manifestar o meu grande desejo de ter aqui um templo, edificado em meu nome.
    Diz-lhe exactamente o que viste e ouviste e que eu lhe serei agradecida e o recompensarei. Mostrarei como vale a pena dar-se a este trabalho.
    Agora filhinho, ouviste o meu desejo.
    Vai e faz o melhor que puderes".
    Com o coração cheio de simplicidade e obediência, Juan Diego pôs-se logo a caminho.
    Chegado ao Paço Episcopal, deu conta a D. Frei João de Zumárraga do pedido da Senhora, contando tudo quanto tinha visto e ouvido.
    O bispo escutou-o com atenção e teve pena daquele pobre índio que lhe vinha com semelhante fantasia.
    Disse-lhe que ia pensar e mandou-o voltar dali a alguns dias.
    Juan Diego ficou triste e dirigiu-se outra vez à colina, pensando ter sido por culpa sua que o bispo não tinha acreditado nele, pobre índio inculto que não soubera pôr suficiente força nas suas palavras.
    Pediria à senhora que arranjasse outra pessoa que soubesse falar melhor.
    Perdido nos seus pensamentos, deu de repente com a luz maravilhosa que envolvia a jovem senhora.
    Correu para ela, o coração alvoroçado de alegria por vê-la de novo, mas cheio de desgosto por não trazer a notícia esperada.
    Deu-lhe conta de como tinha dito tudo ao bispo e da descrença deste, pedindo-lhe que mandasse alguém mais capaz para ser acreditado.
    - " Filho querido - respondeu a Senhora - deves compreender que há muitos servos de categoria a quem eu poderia confiar a minha mensagem ; todavia eu escolhi-te a ti para te encarregares desta tarefa.
    É por teu intermédio que o meu plano deve ser cumprido.
    Volta de novo ao bispo amanhã, fala-lhe em meu nome e informa-o de que é meu desejo que se erga aqui um templo.
    Diz-lhe que sou eu, em pessoa, Santa Maria sempre Virgem, Mãe de Deus, quem te envia".
    Juan Diego sentia renascer a coragem e depois de agradecer as palavras ternas da Mãe amorosa, prometeu-lhe voltar lá no dia seguinte e pôr todo o seu empenho em fazer com que o bispo acreditasse.
    Domingo, dia 10, de manhã cedo, depois da missa, o bom índio voltou a casa do bispo.
    Em lágrimas relatou novamente a conversa que tivera e o pedido da Senhora.
    D. Frei João de Zumárraga interrogou-o então minuciosamente.
    Quase que acreditava, e disse a Juan Diego :
    - "O teu recado interessa-me, mas não podias trazer-me um sinal da Senhora, uma prova de que realmente Ela é a Mãe de Deus e deseja o templo na colina de Tepeyac ?"
    O índio respondeu que iria pedir à Senhora um sinal.
    Juan Diego falou outra vez com a Senhora a quem deu conta do pedido do bispo.
    - "Seja, meu filho.
    Vem novamente amanhã de manhã e então poderás obter o sinal que o bispo quer, e ele não voltará a duvidar".
    Ao chegar a casa, Juan Diego encontrou seu tio João Bernardino, com quem vivia, muito doente com febre.
    Temendo que a morte viesse, o tio pediu-lhe que fosse ao mosteiro chamar um padre para lhe administrar os últimos Sacramentos.
    O dedicado sobrinho apressou-se, mas ao passar pela colina lembrou-se da Senhora e desviou o caminho, para não a encontrar, pois achava que primeiro tinha que atender o pedido do tio moribundo.
    Enquanto descia por outro lado, eis que a Senhora voltou a aparecer-lhe, perguntando :
    - "Que te preocupa, meu filho querido? Onde vais ?"
    - "Depois de ter cumprido a minha obrigação, respondeu Juan Diego, voltarei a vós e farei o vosso recado. Perdoai-me, Senhora minha, e tende paciência comigo".
    Enquanto falava, a Senhora contemplava-o com amor e compaixão e ele percebeu que ela sabia todos os seus problemas, sem que precisasse de falar,
    - "Escuta, meu filho, não temas, não fiques preocupado ou assustado; não tens que temer essa doença, nem qualquer outro dissabor ou aflição.
    Não estou eu aqui ao teu lado ?
    Eu sou a Mãe dadivosa.
    Não te escolhi para mim e não te tomei ao meu cuidado ?
    Não permitas que nada te aflija ou perturbe.
    Quanto à doença de teu tio, não é mortal.
    Acredita : agora mesmo ficará curado".
    Ao ouvir estas palavras, o piedoso vidente voltou a renovar o seu oferecimento para levar o sinal ao bispo.
    A SS. Virgem mandou-o ao lugar onde a tinha visto pela primeira vez, dizendo-lhe que lá encontraria uma grande variedade de flores.
    Que as colhesse e as trouxesse.
    Subiu Juan Diego ao alto da colina.
    No frio mês de Dezembro, naquela terra árida e rochosa, onde nem vegetação havia, tinham brotado abundantes rosas de cor e perfume maravilhosos.
    Nossa Senhora colocou-lhas no seu <poncho> (uma manta com um buraco ao meio), e mandou levá-las ao bispo que, com este sinal, se havia de convencer.
    Os criados do Paço mostraram-se grosseiros e não o queriam deixar entrar.
    Esperou várias horas pacientemente.
    Por fim, lá o deixaram ir ter com o Prelado.
    Juan Diego voltou a contar a conversa que tivera com a Senhora, deixou cair as pontas da sua manta, e o chão cobriu-se de rosas frescas, rosas de Toledo, em pleno inverno.
    D. Frei João de Zumárraga cai de joelhos maravilhado, não tanto pelas rosas, mas por um outro prodígio mais importante.
    Na manta de Juan Diego aparecia impressa com beleza surpreendente a mesma Senhora que o pobre índio tinha contemplado na colina de Tepeyac.
    Era o dia 12 de Dezembro de 1531.
    O bispo pegou respeitosamente na manta privilegiada, colocou-a no seu oratório particular e deu graças a Deus e à Sua Mãe Imaculada.
    Ao chegar a casa, Juan Diego viu que seu tio estava realmente de perfeita saúde e soube também que Nossa Senhora lhe havia aparecido, e ficou a chamar àquela Senhora : Nossa Senhora de Guadalupe.
     

    Acorreram multidões de curiosos à residência episcopal para venerar a imagem impressa na manta de Juan Diego.
    O Prelado, para satisfazer a devoção dos espanhóis e índios, levou-a para a Sé catedral e colocou-a em cima do altar-mor para que todos a pudessem venerar.
    Em 1622 construíram a segunda capela, substituída em 1709 por uma Basílica que ainda dura, mas que foi ultimamente transformada em museu religioso, uma vez que em 12 de Outubro de 1976, foi inaugurada a nova Basílica com capacidade para dez mil pessoas.
    Milagre Contínuo
    O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem.
    Os sábios, os técnicos, os pintores e especialistas, usando os meios modernos da Química, Física e Raios X, não são capazes de explicar como é que se combinam na mesma pintura, sem vestígios de pincel, a aguarela, o óleo e o fresco.
    O tecido feito de cacto não dura mais de 20 anos e este já dura há mais de quatro séculos e meio.
    Além disso, a pintura resistiu à humidade e ao salitre, muito abundantes naquela região, tendo danificado quadros e tecidos muito mais fortes.
    Durante 116 anos a tela esteve totalmente desprotegida, tendo recebido milhões de beijos e sendo tocados nas suas mãos e rosto, terços e objectos religiosos, sem conta.
    Só mais tarde a protegeram com um vidro, que por vezes ainda é retirado.
    A imagem nunca foi retocada e até hoje, os peritos de pintura e Química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção, o que se torna inexplicável segundo as leis naturais.
    . Como se tudo isso fosse pouco, em 1791, quando alguns peritos limpavam o caixilho de oiro que a circunda, um frasco de ácido nítrico tombou, entornando-se todo em cima da pintura.
    Pois nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem.
    Nesta pintura, tudo quanto vem de Deus conserva-se, e quanto é dos homens deteriora-se e desaparece.
    Com a invenção e ampliação da fotografia descobriu-se um novo prodígio ainda maior.
    Tal como a figura das pessoas com quem falamos se reflecte nos nossos olhos, assim a figura de Juan Diego e de duas outras pessoas se reflectiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora.
    Os recentes exames, feitos com todo o rigor cientifico pelos mais competentes oftalmologistas americanos chegaram à conclusão de que as três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva.
    As três imagens são Juan Diego, o intérprete e o bispo.
    Com razão podemos concluir com as palavras do papa Bento XIV em 1754 : Nela tudo é milagroso: uma imagem estampada num tecido tão transparente que se pode ver através dele facilmente o povo e a nave da Igreja; uma imagem nada deteriorada, nem no seu supremo encanto, nem na nitidez das cores, pelas emanações da humidade do lago vizinho que já corroeram a prata, o oiro e o bronze. Deus não procedeu assim com nenhuma outra nação.
    O Significado
    A maravilhosa Senhora impressa na manta de Juan Diego trazia rica mensagem para os índios a quem era tão difícil ensinar a catequese porque se exprimiam em 22 línguas diversas e 50 dialectos.
    A Senhora tão atraente, pura e amável era tão diferente das suas deusas e deuses pagãos !
    Colocada sobre o Sol e rodeada de raios, indicava que o seu poder era maior que o do Sol, que os índios adoravam.
    A Lua debaixo dos pés provava-lhes que a sua deusa Lua nada era perante aquela Senhora.
    O traje azul-escuro tinha 46 estrelas de oiro; portanto aquela Senhora era mais que as estrela, por eles também adoradas.
    Mas tal Senhora não era Deus, pois estava com as mãos juntas e a cabeça inclinada perante um Ser invisível, superior.
    Trazia ao pescoço um cordão com uma cruz, a mesma cruz que os missionários lhes pregavam.
    Estas quatro aparições e os prodígios que as acompanharam deram origem ao maior êxito missionário de toda a História da Igreja.
    Em sete anos converteram-se oito milhões de índios, mais de um milhão por ano.
    Houve dias em que se baptizaram 15 mil.
    Quinze mil é também a média de peregrinos que cada dia vai visitar e venerar Nossa Senhora.
    Cada ano são cinco milhões as pessoas que, em média, acorrem em peregrinação ao lugar de Guadalupe.
    Bento XIV (1740-1758), autorizou em 1754, por um Decreto, a Missa e o Ofício sob o título de Nossa Senhora de Guadalupe, cuja festa se ficaria a celebrar em 12 de Dezembro, e nomeou Maria como Padroeira da Nova Espanha.
    O papa Leão XIII, por meio dum seu legado, coroou Nossa Senhora de Guadalupe a 12 de Outubro de 1885; a 12 de Outubro de 1945 o papa Pio XII declarou-a Padroeira de toda a América Latina, e Paulo VI concedeu-lhe a Rosa de Oiro em 1968.
    Em 27 de Janeiro de 1979, na sua Viagem Apostólica ao México, o papa João Paulo II visitou este santuário, consagrando a Nossa Senhora de Guadalupe toda a América Latina, da qual ela é Padroeira.
    Em Portugal há as seguintes Paróquias que têm como orago Nossa Senhora de Guadalupe :
    • Guadalupe S. ta Cruz da Graciosa Angra do H. 
    • Agualva Praia da Vitória Angra do H. 
    • Serpa (Salvador) Serpa Beja 
    • Guadalupe Évora Évora 
    • Porto da Cruz Machico Funchal 
    • Há ainda um Santuário em S.Vítor da Diocese de Braga. 



    CONSAGRAÇÃO a NOSSA SENHOR de GUADALUPE
    "Os primeiros missionários chegados à América, provenien­tes de terras de eminente tradi­ção Mariana, juntamente com os rudimentos da fé cristã, for­am ensinando o amor a TI, Mãe de Jesus e de todos os homens.
    E desde que o índio Juan Diego falou da doce Senhora de Tepeyac, Tu, Mãe de Guadalupe, entras de modo determinante na vida cris­tã do povo do México...
    Salve Mãe do México! Mãe da América Latina (João Paulo II).









    John Nascimento 



















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    terça-feira, 29 de outubro de 2013

    Ciência confirma a Igreja Nossa Senhora de Guadalupe e São Juan Diego:diálogo de rainha com cortesão




    Ciência confirma a Igreja





    Posted: 28 Oct 2013 12:30 AM PDT








    Nossa Senhora de Guadalupe apareceu em 9 de Dezembro de 1531 ao príncipe São Juan Diego (1474-1548) no morro Tepeyac, onde se ergue hoje a "Capilla del Cerrito". A Virgem falou na língua dele, o náhuatl. O nobre indígena tinha então 57 anos e já estava batizado. 




    Após as aparições foi construída ao pé do morro a primeira capela consagrada a Nossa Senhora. No mesmo dia que a milagrosa imagem foi nela instalada, o santo foi viver com licença do bispo num quartinho ou ermida, colado na capela. 




    Ele cuidava da capela e ensinava ao povo o conteúdo e significado das aparições. Ele ficava longos momentos rezando diante da Santa Imagem.




    Tinha licença do bispo para comungar três vezes por semana. Naquela época semelhante autorização era excepcional e só concedida a pessoas de avançada virtude. 




    O nobre São Juan Diego destacava-se pelo jejum e mortificação, e recebia os peregrinos com grade amabilidade. Ele usava o hábito dos terceiros franciscanos




    O povo tinha-o em fama de santidade. Índios e espanhóis iam lhe pedir milagres. Ainda hoje, alguns pais de família na hora de dar a benção a seus filhos dizem: "que Deus te faça como Juan Diego".




    Faleceu em 3 de Junho de 1548, com 74 anos de idade e foi sepultado naquela primeira ermida. No século XX durante as perseguições anti-católicas, após um atentado, os "cristeros" mudaram seus restos para evitar profanações.





    Nossa Senhora tratou São Juan Diego como a um filho de uma estirpe nobiliárquica que está desaparecendo, mas tem uma alma pura e simples. 




    Ela o tratou com um carinho extraordinário, quase como a uma criança. O relato da conversa tem um sabor extraordinário. Nela vê-se a predileção que Nossa Senhora tem pelas almas grandes, heróicas, que marcam as vidas dos povos e das civilizações. Mas também, como Ela ama as almas simples, pequenas, inteiramente voltadas para Ela e que ignoram a sua própria virtude.




    O príncipe indígena sem ter recebido educação nenhuma no sentido ocidental e cristão, falou para Nossa Senhora como um verdadeiro cortesão. E Nossa Senhora de Guadalupe soube encontrar para ele fórmulas que têm fidalguia, delicadeza e diplomacia. 




    Eis o diálogo entre Nossa Senhora de Guadalupe e o vidente São Juan Diego, transcrito por Edésia Aducci no livro "Maria e Seus títulos gloriosos":




    Na primeira aparição, Nossa Senhora, falando no idioma indígena, dirige-se a Juan Diego: "Meu filho, a quem amo ternamente, como a um filho pequenino e delicado, aonde vais?"




    ‒ "Vou, nobre Senhora minha, à cidade, ao bairro de Tlaltelolco, ouvir a santa missa que nos celebra o ministro de Deus e súdito seu".





    ‒ "Fica sabendo, filho muito querido, que eu sou a sempre Virgem Maria, Mãe do verdadeiro Deus, e é meu desejo que me erijam um templo neste lugar, de onde, como Mãe piedosa tua e de teus semelhantes, mostrarei minha clemência amorosa e a compaixão que tenho dos naturais e daqueles que me amam e procuram; ouvirei seus rogos e súplicas, para dar-lhes consolo e alívio; e, para que se realize a minha vontade, hás de ir à cidade do México, dirigindo-te ao palácio do bispo que ali reside, ao qual dirás que eu te envio e que é vontade minha que me edifique um templo neste lugar; referirás quanto viste e ouviste; eu te agradecerei o que por mim fizeres a este respeito, te darei prestígio e te exaltarei".




    ‒ "Já vou, nobilíssima Senhora minha, executar as tuas ordens, como humilde servo teu".





    Segunda aparição: Juan Diego volta do palácio do bispo, no mesmo dia, à tarde. A Santíssima Virgem o esperava. 




    ‒ "Minha muito querida Rainha e altíssima Senhora, fiz o que me mandaste, e, ainda que não pudesse entrar a falar com o senhor bispo senão depois de muito tempo, comuniquei-lhe a tua mensagem, conforme me ordenaste; ouviu-me afavelmente e com atenção; mas, pelo seu modo e pelas perguntas que me fez, entendi que não me havia dado crédito; portanto, te peço que encarregues disso uma pessoa nobre e de importância, digna de respeito, e em quem se possa acreditar; perdoa, minha Rainha, o meu atrevimento, se me afastei do respeito devido à tua grandeza; que eu não tenha merecido tua indignação, nem te haja desagradado minha resposta".




    "A Santíssima Virgem insiste com Juan Diego. Este volta ao bispo e este exige um sinal da aparição. Volta o índio e Nossa Senhora manda que volte no dia seguinte, ao mesmo local, que Ela satisfaria o desejo do bispo; mas Juan Diego, precisando chamar o sacerdote para seu tio, que adoecera gravemente, e desvia-se do caminho combinado, certo que a Santíssima Virgem não o veria. 




    Mas eis que Nossa Senhora aparece-lhe noutro local. "Aonde vais, meu filho, e por que tomaste este caminho?" 




    Juan Diego: "Minha muito amada Senhora, Deus te guarde! Como amanheceste? Estás com saúde?... Não te agastes com o que te vou dizer: está enfermo um servo teu, meu tio, e eu vou depressa à igreja de Tlaltelolco, para trazer um sacerdote para confessá-lo e ungi-lo, e, depois de feita esta diligência, voltarei a este lugar, para obedecer à tua ordem. Perdoa-me, peço-te Senhora minha, e tem um pouco de paciência, que amanhã voltarei sem falta".




    "Nossa Senhora ordenou-lhe colher flores para o bispo. Embora fosse um local ermo e pedregoso, num dia de inverno, S Juan Diego subiu fielmente ao morro e ali achou roseiras em plena formação. Ele as colheu na sua "tilma" ou "ayate" (espécie de poncho de fibra vegetal) e as levou para o bispo.




    "Quando abriu a "tilma" as rosas caíram, e o bispo Zumárraga e todos os presentes ficaram atônitos. Do pasmo passaram para a emoção vendo que na humilde "tilma" estava impressa uma imagem da Santíssima Virgem, mestiça e de indescritível beleza. Então todos caíram de joelhos..."






    Sobre Nossa Senhora de Guadalupe:





























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    terça-feira, 15 de outubro de 2013

    Ciência confirma a Igreja




    Ciência confirma a Igreja





    Posted: 14 Oct 2013 01:30 AM PDT



    O Dr. Adolfo Orozco (foto), investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autonômica do México, assinalou que o extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe "está completamente fora de todo tipo de explicação científica".




    Orozco, que também é especialista no manto da Virgem, falou em Phoenix, EUA, no 1º Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe.




    O especialista disse que "todos os tecidos similares a do manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos".




    Em 1789 fora pintada uma cópia a imagem de Guadalupe.





    "Essa imagem foi feita com as melhores técnicas de seu tempo, era formosa e estava feita com um tecido bastante similar a do manto original. Além disso, também estava protegida com um vidro desde que foi exposta", indicou.







    A imagem em seu santuário.



    Entretanto, "oito anos depois, essa cópia teve que ser desprezada porque estava perdendo as cores e as fibras se estavam rompendo.




    Em contraste – acrescentou Orozco – o manto original vem sendo exposto há 116 anos sem nenhum tipo de amparo, recebendo todos os raios infravermelhos e ultravioletas de dezenas de milhares de velas que estavam perto dela".





    Uma das características mais interessantes do manto, prosseguiu, "é que a parte de trás do tecido é rugoso e pouco liso; enquanto que a parte de adiante (onde está a imagem de Guadalupe) é 'tão suave como a seda' como assinalavam os pintores e cientistas em 1666; e confirmou quase cem anos depois, em 1751, o pintor mexicano Miguel Cabrera".




    O manto de São Juan Diego é feito de fibras de agave (da mesma família botânica que produz o sisal e a iúca, foto embaixo).




    O Dr. Orozco relatou mais dois fatos sem explicação científica ligados à conservação da imagem.




    O primeiro ocorreu em 1785 quando um trabalhador acidentalmente derramou um líquido que continha um 50% de ácido nítrico na parte direita do tecido.




    "Está fora do entendimento natural o fato que o ácido não tenha destruído a malha; e que ademais não danificasse as partes coloridas da imagem", precisou.







    • Agave: de uma pé semelhante foi tirada a fibra do manto de São Juan Diego



    O segundo relaciona-se com a explosão de uma bomba perto do manto em 1921. A bomba explodiu a 150 metros da imagem e destruiu todos os vidros nesse raio.




    Entretanto, explicou o perito, "nem o manto nem o vidro comum que a protege foram danificados ou quebrados". O único afetado foi um Cristo de ferro que terminou dobrado.





    "Não há explicação para o fato que as ondas expansivas que romperam os vidros a 150 metros ao seu redor não destruíram o que cobria a manto. Alguns dizem que o Filho, com o crucifixo que sim foi afetado, protegeu a imagem de Sua Mãe. O certo é que não temos uma explicação natural para essa ocorrência", concluiu.











    terça-feira, 1 de outubro de 2013

    Ciência confirma a Igreja - O inimaginável no olhar da Virgem de Guadalupe desafios às ciências modernas




    Ciência confirma a Igreja




    O inimaginável no olhar da Virgem de Guadalupe desafios às ciências modernas


    Posted: 30 Sep 2013 01:30 AM PDT





    • A imagem aqueropita (não pintada por mão humana) de Nossa Senhora de Guadalupe, no seu santuário, Cidade do México





    No dia 9 de dezembro de 1531, na cidade do México, Nossa Senhora apareceu ao nobre índio Quauhtlatoatzin — que havia sido batizado com o nome de Juan Diego — e pediu-lhe que dissesse ao bispo da cidade para construir uma igreja em sua honra.




    Juan Diego transmitiu o pedido. O bispo exigiu alguma prova. Então Nossa Senhora fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo.




    Este o fez no dia 12 de dezembro, acondicionando-as no seu manto. Ao abri-lo diante do bispo e de várias outras pessoas, verificaram admirados que a imagem de Nossa Senhora estava estampada no manto.




    O interesse da ciência começou na hora de investigar como é possível que o manto de Juan Diego se tenha conservado até hoje.




    Esse tipo de manto, conhecido no México como tilma, é feito de tecido grosseiro, e deveria ter-se desfeito há muito tempo.




    No século XVIII, pessoas piedosas decidiram fazer uma cópia da imagem, a mais fidedigna possível.




    Teceram uma tilma idêntica, com as mesmas fibras de maguey da original. Apesar de todo o cuidado, a tilma se desfez em quinze anos.




    O manto de Guadalupe tem hoje 477 anos, portanto nada deveria restar dele.




    • Uma vez que o manto (ou tilma) existe, é possível estudá-lo a fim de definir, por exemplo, o método usado para se imprimir nele a imagem.




    Em 1936, o bispo da cidade do México pediu ao Dr. Richard Kuhn que analisasse três fibras do manto, para descobrir qual o material utilizado na pintura.




    Para surpresa de todos, o cientista constatou que as tintas não têm origem vegetal, nem mineral, nem animal, nem de algum dos elementos atômicos conhecidos.




    "Erro do cientista" — poderia se objetar. Mas o Dr. Kuhn foi prêmio Nobel de Química em 1938. Além do mais, ele não era católico, mas de origem judia, o que exclui parti-pris religioso.




    No dia 7 de maio de 1979 o prof. Phillip Serna Callahan, biofísico da Universidade da Flórida, junto com especialistas da NASA, analisou a imagem. Desejavam verificar se a imagem é uma fotografia.




    Resultou que não é fotografia, pois não há impressão no tecido. Eles fizeram mais de 40 fotografias infravermelhas para verificar como é a pintura. E constataram que a imagem não está colada ao manto, mas se encontra 3 décimos de milímetro distante da tilma.




    Verificaram também que, ao aproximar os olhos a menos de 10 cm da tilma, não se vê a imagem ou as cores dela, mas só as fibras do manto.




    Talvez o que mais intriga os cientistas sobre o manto de Nossa Senhora de Guadalupe são os olhos dela. Com efeito, desde que em 1929 o fotógrafo Alfonso Marcué Gonzalez descobriu uma figura minúscula no olho direito, não cessam de aparecer as surpresas.




    Os olhos da imagem são muito pequenos, e as pupilas deles, naturalmente ainda menores. Nessa superfície de apenas 8 milímetros de diâmetro aparecem nada menos de 13 figuras!




    José Aste Tonsmann, engenheiro de sistemas da Universidade de Cornell e especialista da IBM no processamento digital de imagens, dá três motivos pelos quais essas imagens não podem ser obra humana:




    • Primeiro, porque elas não são visíveis para o olho humano, salvo a figura maior, de um espanhol. Ninguém poderia pintar silhuetas tão pequenas;




    • Em segundo lugar, não se consegue averiguar quais materiais foram utilizados para formar as figuras. Toda a imagem da Virgem não está pintada, e ninguém sabe como foi estampada no manto de Juan Diego;




    • Em terceiro lugar, as treze figuras se repetem nos dois olhos. E o tamanho de cada uma delas depende da distância do personagem em relação ao olho esquerdo ou direito da Virgem.




    Esse engenheiro ficou seriamente comovido ao descobrir que, assim como os olhos da Virgem refletem as pessoas diante dela, os olhos de uma das figuras refletidas, a do bispo Zumárraga, refletem por sua vez a figura do índio Juan Diego abrindo sua tilma e mostrando a imagem da Virgem.




    Qual o tamanho desta imagem? Um quarto de mícron, ou seja, um milímetro dividido em quatro milhões de vezes. Quem poderia pintar uma figura de tamanho tão microscópico? Mais ainda, no século XVI...




    Muito grandes ampliações fotográficas dos olhos de Nossa Senhora permitiu reconhecer nas duas córneas da imagem 13 pessoas em total.




    Este fenômeno só é possível em olhos vivos.







    • O milagre: a imagem aparece pintada na tilma do santo.  Basílica de Guadalupe, Cidade do México


    As pessoas puderam ser reconhecidas, menos uma. E se tratava de uma pessoa de raça negra.




    Isto parecia impossível, pois não havia notícia de alguém dessa cor no México daquele tempo. Esta descoberta punha em dúvida todas as anteriores que poderiam ser tidas como ditadas por alguma ideia ou preferência preestabelecida.




    Foi, então, que um historiador informado do problema, telefonou ao Dr. Aste Tonsmann, dizendo jocosamente:




    -- "Já encontrei sua 'negrita'!"




    De fato, nos registros históricos consta que o bispo espanhol Frei Juan de Zumárraga, na hora da morte, lavrou documento concedendo a liberdade a um casal negro que foram seus servidores no México. 




    Provavelmente, os dois tinham sido trazidos pelos espanhóis. O nome dela era Maria.




    Os testes passaram assim por uma prova crucial.




    Veja mais detalhes no vído embaixo.





    Video: O inimaginável no olhar da Virgem de Guadalupe




























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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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    A Paixão de Cristo