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    domingo, 17 de junho de 2012

    Comitê da CEDAW Critica Sistema Democrático de Elaboração de Leis no Brasil

    Julio Severo
    Comentários, artigos e notícias do Brasil e do exterior
    17 de junho de 2012
    Comitê da CEDAW Critica Sistema Democrático de Elaboração de Leis no Brasil




    Dr. Stefano Gennarini
    GENEBRA, Suíça, 15 de junho (C-FAM) O Comitê da CEDAW, encarregado de monitorar a implementação da Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), avisou o Brasil que seu sistema democrático de elaboração de leis é uma ameaça aos “direitos sexuais e reprodutivos”, e o Comitê continua a insistir em que o aborto ilegal tem um impacto negativo na mortalidade materna.
    Em suas Observações Finais, no fim da consideração do relatório brasileiro em Genebra em março, o Comitê disse que “lamenta que mulheres que passam por abortos ilegais continuem a enfrentar sanções criminais no Brasil e que a liberdade das mulheres gozarem saúde e direitos sexuais e reprodutivos está sendo colocada em perigo por vários projetos de lei que estão sob consideração no Congresso Nacional, tais como o PL 478/2008 (Estatuto Nascituro).”
    Não é a primeira vez que o Comitê disse para delegações que a cultura, leis e sistema de elaboração de leis de seus países estão abaixo do padrão por causa de restrições ao aborto. O Comitê tem agido assim mais de uma centena de vezes. O que é novidade é o Comitê se pronunciando na legislação que ainda não foi adotada, num país com um sistema democrático bem estabelecido.
    O Comitê insiste em que as mulheres têm de ter acesso ao aborto, apesar das medidas estabelecidas pelo governo brasileiro para reduzir a mortalidade materna e infantil. Em seu relatório, o Brasil mencionou uma nova campanha chamada Rede Cegonha cujo objetivo é fornecer assistência materna e neonatal para mulheres de baixa renda.
    O Comitê não se importou com essa campanha porque “está preocupado que essa campanha não consiga de modo suficiente lidar com todas as causas de mortalidade materna por meramente focar em serviços de assistência às mulheres grávidas”. O Comitê está evidentemente se referindo ao que os promotores do aborto chamam de “aborto inseguro”. O primeiro estudo epidemiológico sobre o efeito do aborto ilegal na mortalidade materna mostrou que não há nenhuma evidência de que legalizar o aborto reduz a mortalidade materna total.
    O Comitê da CEDAW está seguindo o exemplo da Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos, Navanethem Pillay, cujo gabinete fornece apoio logístico para todo o sistema de direitos humanos da ONU. Numa recente conversa, ela sugeriu claramente que a partir da perspectiva de direitos humanos o aborto e a contracepção são mais importantes do que a assistência de saúde materna e neonatal.
    “Embora intervenções focadas nos aspectos de saúde da mortalidade materna se concentrem na qualidade da assistência às mulheres grávidas, uma análise de direitos humanos exige que examinemos se as mulheres têm uma escolha em decidir engravidar em primeiro lugar, ou a escolha de buscar a assistência que elas requerem sem ter de obter permissão de parentes do sexo masculino”, disse Pillay.
    Outros comentários feitos pelo Comitê nesta última sessão incluíram referências a mulheres e adolescentes que são vítimas “por causa de padrões culturais conservadores”, brechas nas legislações em questões como “desenvolvimento genético, avanços tecnológicos e orientação sexual” e um comentário sobre o Judiciário do Brasil descrevendo como “reproduz estereótipos sociais com uma atribuição predominantemente patriarcal de papéis sociais”.
    Tradução: www.juliosevero.com
    Fonte: Friday Fax

    Fwd: Evangelho quotidiano



    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: EAQ <noreply@evzo.org>
    Data: 17 de junho de 2012 02:04
    Assunto: Evangelho quotidiano
    Para: acrv.catolico@gmail.com


    EVANGELHO QUOTIDIANO

    Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68


    Domingo, dia 17 de Junho de 2012

    11º Domingo do Tempo Comum - Ano B


    Festa da Igreja : Décimo primeiro domingo do tempo comum (semana III do saltério)
    Santo do dia : S. Bessário, eremita, séc. IV,  S. Rainério de Pisa, peregrino, +1160

    Ver comentário em baixo, ou carregando aqui
    São Pedro Crisólogo : «Mas, uma vez semeado, cresce e ultrapassa todas as plantas do horto»

    Evangelho segundo S. Marcos 4,26-34.

    Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra.
    Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce, sem ele saber como.
    A terra produz por si, primeiro o caule, depois a espiga e, finalmente, o trigo perfeito na espiga.
    E, quando o fruto amadurece, logo ele lhe mete a foice, porque chegou o tempo da ceifa.»
    Dizia também: «Com que havemos de comparar o Reino de Deus? Ou com qual parábola o representaremos?
    É como um grão de mostarda que, ao ser deitado à terra, é a mais pequena de todas as sementes que existem;
    mas, uma vez semeado, cresce, transforma-se na maior de todas as plantas do horto e estende tanto os ramos, que as aves do céu se podem abrigar à sua sombra.»
    Com muitas parábolas como estas, pregava-lhes a Palavra, conforme eram capazes de compreender.
    Não lhes falava senão em parábolas; mas explicava tudo aos discípulos, em particular.



    Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org



    Comentário ao Evangelho do dia feito por :

    São Pedro Crisólogo (c. 406-450), bispo de Ravena, doutor da Igreja
    Sermão 98, 1-2; CCL 24A, 602

    «Mas, uma vez semeado, cresce e ultrapassa todas as plantas do horto»

    Irmãos, ouvistes que o Reino dos céus, em toda a sua grandeza, é parecido a um grão de mostarda. [...] É apenas isto que os crentes esperam? É isto que os fiéis aguardam? [...] É isto «o que o olho não viu, nem o ouvido ouviu, nem jamais veio ao coração do homem»? É isto que o apóstolo Paulo promete, e que está reservado no mistério inexprimível da salvação àqueles que amam? (1Cor 2,9) Não nos deixemos desconcertar pelas palavras do Senhor. Se, de facto, «a fraqueza de Deus é mais forte do que o homem, e a loucura de Deus é mais sábia do que o homem» (1 Cor 1,25), essa pequena coisa que é o bem de Deus é mais esplêndida do que a imensidão do mundo.


    Possamos nós semear no nosso coração esta semente de mostarda, de modo que ela venha a ser a grande árvore do conhecimento (Gn 2,9), elevando-se em toda a sua altura para elevar os nossos pensamentos para o céu, e desenvolvendo todos os ramos da inteligência. [...]


    Cristo é o Reino. Como se fosse um grão de mostarda, ele foi lançado num jardim, o corpo da Virgem. Cresceu e tornou-Se a árvore da cruz que cobre a terra inteira. Depois de ter sido esmagado pela Paixão, o Seu fruto produziu sabor suficiente para dar o Seu bom gosto e o Seu aroma a todos os seres vivos que n'Ele tocam. Pois, enquanto a semente de mostarda está intacta, as suas virtudes permanecem ocultas, mas desenvolvem toda a sua pujança quando a semente é esmagada. Da mesma forma, Cristo quis que o Seu corpo fosse esmagado para que a sua força não ficasse oculta. [...] Cristo é Rei, porque é a fonte de toda a autoridade. Cristo é o Reino, pois n'Ele está toda a glória do Seu reino.










    --



































    1.    Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.    
    2.    Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:    
    3.    Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!    
    4.    Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!    
    5.    Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!    
    6.    Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!    
    7.    Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!    
    8.    Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!    
    9.    Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!    
    10.    Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!    
    11.    Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.    
    12.    Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.



















    Mais mensagens? http://www.cantinhodarosy.com

    Os filhos do ambientalismo

    Julio Severo
    Comentários, artigos e notícias do Brasil e do exterior
    16 de junho de 2012
    Os filhos do ambientalismo




    Dr. Fábio Blanco
    Desconfia de quem se mostra demais solícito com as crianças, disposto a ensiná-las nos caminhos certos da vida moderna e a discipliná-las em um pensamento coerente com o que há de mais politicamente correto. Não deixes teus filhos à mercê dos educadores, das políticas educacionais e dos currículos escolares; eles não existem para tornar tuas crianças boas, mas moldadas conforme à imagem e semelhança dos poderes deste mundo.
    Quando vejo, como vi em uma reportagem na tv, uma ecologista dizendo que concentrava seu trabalho de divulgação nas crianças, por serem elas um grande instrumento propagador das idéias ambientalistas, onde, talvez, a maioria das pessoas tenham visto amor, bondade e as melhores intenções, para mim, era como se o próprio Satanás estivesse, esfregando as mãos, avisando que eles, os pequenos, lhes pertencia.
    Desde Rousseau, com seu Emílio, é possível perceber tal obsessão: a moldagem das mentes infantes segundo a visão de mundo de seus educadores. Não são os pais, em seu ambiente familiar, transmitindo os valores herdados e as características próprias da família os que devem assumir a educação, mas, sim, os representantes dos poderes maiores, como o Estado, o Globo e, quem sabe, até os seres dos ares.
    Com isso, esvaem-se os vínculos, eliminam-se os elos. Todos são forjados segundo a Grande Mente global, e apenas se vêem ligados a esta fraternidade mundial, que existe somente na cabeça de ideólogos de uma Nova Era onde o indivíduo não é ninguém em si mesmo, mas unicamente parte de um poder superior terreno.
    Não abandones teus filhos! Não largue-os na escola, ficando tu aliviado por poder tê-los controlados, por outros, durante algumas horas. Mais ainda, não abandones teus filhos às ideias propagadas em sala de aula. Pergunta, indaga, investiga. Deseja saber o que eles estão aprendendo e, no que puderes, destrói as armadilhas postas em suas mentes. Tu és o educador. Tu és o transmissor de valores. Tu sabes o que é bom para eles. Não permitas que eles transformem teus filhos em teus acusadores e delatores.
    Quando ouço uma criança me repreender por alguma noção segundo a visão politicamente correta moderna, sinto-me no romance de Orwell e percebo que o escritor não era apenas um visionário, mas um profeta. Filhos denunciando pais, crianças informantes delatando amigos e familiares, tudo isso parecia, até bem pouco, apenas uma hipérbole sombria de um mundo opressivo. Mas não! Isso já está acontecendo e teus filhos estão sendo doutrinados para fazerem parte desse grande exército.
    Não sejas tu, também, um acólito das idiotices modernas. Informa-te sobre a verdade, rastreia a informação e descobre quem são aqueles que promovem a agenda que, com a desculpa de proteger a terra, pretende destruir seu maior tesouro: o homem em sua individualidade.
    Fonte: Discurso de Cadeira
    Divulgação: www.juliosevero.com

    A Vocação no Cotidiano

    CONSAGRE-SE AGORA AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E A NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ


    00:08 JOEL NUNES DOS SANTOS NO COMMENTS
    Aproveitando um momento de disponibilidade de tempo nesta corrida vida de São Paulo, pude ajoelhar diante do Santíssimo exposto numa antiga Igreja do centro da cidade. Tão logo ajoelhei, olhei-O, e eis que as palavras de Jesus, “se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas...” (Mat 18, 3) surgiu-me na alma com a força de consolo de Maria. Tanto mais isso se pode dizer por causa da paz no coração que daí resultou.

    Nesta hora veio-me à lembrança cenas da infância, quando era simples aceitar as “regras do jogo” da brincadeira a seguir: “Agora você é tal pessoa, e fará isto e aquilo”. As demais crianças, assim como eu, se encaixavam cada uma no papel que lhes era designado. Nenhuma resistência ou obstáculo interior, nenhum pedido de explicação, absolutamente nada se interpunha na imaginação que impedisse a obediência infantil às regras do jogo e assunção do papel designado.

    Ao dispor-me ajoelhar diante do Santíssimo, notei que só o fazia porque meu coração aceitava – aceita – como um coração de criança aceita algo sem pedir provas. Basta que a Igreja diga que Jesus ali está escondido, é o quanto basta.

    Em seguida olhei para mim mesmo como quem procura ver o que vai no próprio coração, em busca do motivo de tamanha paz e comoção. Vi então um coração cheio de ternura por uma pessoa. Isto mesmo: ternura por uma pessoa, acompanhada do encanto que geralmente sinto em presença de algo esteticamente bem apresentado. Ternura por uma pessoa, Jesus, e comoção ao notar a beleza do ostensório.

    Logo ficou claro que o que passava em minha alma, neste momento, resumia com singeleza sem igual a estrutura mesma de minha vocação natural. A ternura que senti, o encanto pela beleza do recipiente, como moradia bem construída para hospedar o Rei da Glória, faziam vibrar a vocação cujo acento é na pessoa e complemento na estética.

    Voltando para casa, com a alma mergulhada numa paz semelhante a suave brisa, pus-me a imaginar como reverberaria no coração de outras pessoas a contemplação do Santíssimo. Partindo do fato de que a fé inicia pelo “Creio” (ou “Cremos ), o conteúdo desta profissão de fé encontra, em cada coração, razão conforme com a vocação natural de cada um.

    Uns crêem porque não duvidam de que Jesus é O amigo, é o interlocutor verdadeiro e eternamente buscado por quem queira de fato atingir a felicidade que não se esgota. Ele é a pessoa que se põe no lugar de cada um. E este é o sentir dos que possuem vocação interpersonalística.

    Uns crêem porque a Igreja, ao mandar crer, o faz usando símbolo adequado e apto a apoiar a fé. Tais pessoas crêem porque sua alma fica impactada pela excelência artístico-arquitetônica inspirada pelo Espírito Santo ao longo dos séculos de existência d Igreja a respeito da maneira como deveria ser o culto que Lhe agrada e sob qual estética. Como ouvi de alguém certa vez: “Eu creio na Eucaristia porque ela é bonita”. E com os tais é assim porque a vocação é principalmente artística.

    Uns crêem porque sentem a alma encantar-se com o engenho de Deus, com a praticidade de Deus, que ao longo da história da Igreja sempre permitiu fácil acesso a Ele próprio, sem subordinar Sua presença ao caráter do sacerdote que pronuncia as palavras que O invocam. E aqui não poderia deixar de recordar a solução que as empresas, na minha infância e na cidade do interior onde nasci, encontraram para o problema de assalto dos transportadores de valores. Por anos os empregados das empresas saíam do banco transportanto valores dentro do mesmo tipo de saco com que as padarias ensacavam o pão. A nenhum ladrão ocorria assaltar alguém com um saco de pão na mão. Da mesma forma, o maior de todos os tesouros fica exposto no altar, à disposição de quem O queira contemplar. Que maior ciência – que sempre se volta à solução prática do problema ao qual se aplica – pode haver que esta que a Igreja aplica? E este é o sentir dos que possuem vocação principalmente científica.

    Uns crêem porque Deus, através da Igreja, diz: “Crê”! E aqui convêm as palavras de Santo Agostinho, "Credo ut intelligam, intelligo ut credam", acredito para poder entender e quanto mais entendo, mais acredito. A Igreja dá a premissa, e premissa segura é o que a Filosofia procura de modo que seu discurso seja coerente e conversível com a realidade mesma das coisas. E esta é a atitude interior do coração dos que têm na linguagem instrumento de transmissão de conhecimento e, portanto, são dotados de vocação principalmente filosófica.

    No ato de se colocar diante do Santíssimo e adorá-lo está presumido o “Eu creio” com que inicia a fé católica – a única fé que assim inicia, cfe. ensina Bento XVI no seu livro “Introdução ao Cristianismo”. E agir em coerência com esta fé parece ser pôr em prática as palavras de São José Maria Escrivá “A vocação cristã consiste em transformar em poesia heróica a prosa de cada dia.” E cada um pode elevar-se à condição de herói na medida em que sua fé seja firme; e ela será tanto mais firme quanto mais a pessoa a receba em conformidade com a vocação que Deus lhe deu.

    Joel Nunes dos Santos, em 14 de junho de 2012.

    Ó Maria, nossa Mãe e nossa esperança!


    Ó Maria, nossa Mãe e nossa esperança, rogai a Deus por nós e por todos.
    Mãe de Deus, rogai por nós. Jesus e Maria, Misericórdia!
    São José, São Pedro e São Paulo, protetores de todos os fiéis da Igreja de Deus, e de todos nós; Anjos e Santos do Paraíso, pedi, implorai, Misericórdia para toda Humanidade.

    Ó Maria, Mãe de Misericórdia, ajudai-nos no Temor de Deus, rogai por nós e alcançai-nos a Graça que pedimos…
    e Vós, ó Maria, Arca de Salvação, ajudai-nos na Piedade de Deus, rogai para que alcançe-mos a Graça que pedimos…
    Maria, Advogada nossa, ajudai-nos na ciência de Deus.

    Ó Maria, nossa Mãe e nossa esperança, rogai a Deus por nós e por todos. Imaculada Maria, Mãe de Deus, rogai por nós. Jesus, Maria, Misericórdia!

    Maria, sem pecado cocebida, rogai por por nós...

    "Lindas Mensagens Cristãs"

    HOMILIA DO CARDEAL ANGELO SODANO DURANTE SANTA MISSA NA BASÍLICA DE SÃO PEDRO PELO JUBILEU DOS REPRENTANTES PONTIFÍCIOS

    DURANTE SANTA MISSA NA
    BASÍLICA DE SÃO PEDRO PELO
    JUBILEU DOS REPRENTANTES PONTIFÍCIOS

    17 de Setembro de 2000




    Queridos Irmãos no Episcopado
    Beneméritos Representantes
    Pontifícios!

    O nosso encontro jubilar teve início ontem, com a festa da Exaltação da Santa Cruz, e continua hoje, na recordação da Virgem das Dores. A liturgia destas duas jornadas vem assim iluminar estas reuniões fraternas tal como, aliás, a luz da fé nos indica, cada dia, o nosso caminho.

    No Evangelho escutámos de novo as palavras proféticas dirigidas pelo velho Simeão à Mãe de Jesus: "Ele está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel... Uma espada trespassará a tua alma" (Lc 2, 34-35).

    1. A imagem da Virgem das Dores

    A representação da espada que trespassa o coração de Maria permaneceu gravada fortemente no povo cristão, inspirando também magníficas composições literárias e obras de arte. Jacopone de Todi deixou-nos a bonita sequência do Stabat Mater. Os Servos de Maria chegaram depois a representar-nos a Mãe do Senhor como que trespassada por sete espadas, em recordação dos sete episódios particularmente significativos da sua vida sulcada pela dor: desde a vivida em Belém ao dar à luz Jesus na pobreza de uma gruta, até ao suplício da deposição do corpo de Cristo da cruz. Na representação da Pietà, Miguel Ângelo esculpiu no mármore a dor de Maria.
    Todas estas imagens nos mostram a Mãe de Jesus como intimamente unida à Paixão do Filho, verdadeira "Socia Redemptoris".

    2. O caminho da cruz

    Queridos Irmãos, viestes a Roma para vos renovardes no espírito, participando no Grande Jubileu do Ano 2000, com o empenho da contínua conversão e com o propósito da revigorada fidelidade à própria missão. Nesse contexto, a memória litúrgica de Nossa Senhora das Dores recorda a todos o caminho da cruz, aquele caminho que todo o apóstolo de Cristo deve percorrer se quiser cooperar na obra da redenção.

    Desta Basílica, o Apóstolo Pedro parece repetir-nos quanto dizia aos primeiros cristãos: "Christus passus est pro vobis, vobis relinquens exemplum ut sequamini vestigia eius" (1 Pd 2, 21). Sim, Cristo sofreu por nós, deixando-nos um exemplo, a fim de seguirmos as suas pegadas.

    3. A vida dos Núncios

    A experiência comum ensina-nos que a existência quotidiana de um Enviado pontifício comporta renúncias não leves: a distância do próprio ambiente, as dificuldades de adaptação em outro contexto cultural, nalguns casos a provação da solidão ou da doença, sem considerar os espinhos ligados ao trabalho metódico e silencioso, como é a obra típica de um Núncio Apostólico.
    Ao mesmo tempo, porém, bem sabemos que este é o contributo pessoal que cada um de nós deve oferecer para a edificação do Reino de Cristo.

    A este respeito, é significativo o título que o saudoso Cardeal Agostino Casaroli quis dar às suas memórias: O martírio da paciência (Turim, Ed. Einaudi, 2000).

    Ele recordava quanto, certa vez, lhe confidenciara um Bispo lituano, enquanto se referia ao martírio da prudência, que ainda o fazia sofrer. O Prelado tinha voltado à diocese depois de ter cumprido uma longa pena de prisão, mas observava que tinham sobrevindo outras provas, igualmente pesadas.

    "Passei anos na Sibéria dizia e jamais chorei; sabia que sofria por causa da fidelidade à Igreja, e isto dava-me paz e tranquilidade; dormia os meus sonos tranquilos, e ao despertar-me de manhã sabia o que devia fazer durante o dia. Agora não mais. Todos os dias estou a perguntar-me que decisões devo tomar, ao serviço da Igreja... Críticas, queixas, exortações de todas as partes; uns me julgam muito débil ou condescendente diante do governo, e outros me censuram por ser pouco prudente ou pouco previdente" (Ibid., pág. XXV).

    Ao saudoso Secretário de Estado aquele martírio da prudência era semelhante ao martírio da paciência, que se prova quando se deve trabalhar em ambientes difíceis. Este é o nosso contributo pessoal para a difusão do Reino de Deus.

    4. O ensinamento do Papa

    Para este valor salvífico do sofrimento remetia-nos o Santo Padre João Paulo II, na sua conhecida Carta Apostólica Salvifici doloris (em AAS, 1984, pp. 201-250), partindo do exemplo do Apóstolo Paulo que via nas suas tribulações um instrumento de graça e de redenção, de maneira a exclamar diante dos Colossenses: "Alegro-me nos sofrimentos suportados por vossa causa e completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo, pelo Seu Corpo, que é a Igreja" (Cl 1, 24).

    Eis a contribuição que somos chamados a dar; um contributo oferecido com amor, que nos faz sentir alegres, mesmo nas tribulações. Também o Apóstolo Pedro nos dirige o mesmo convite, quando afirma: "Alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo, para que vos possais alegrar e exultar no dia em que for manifestada a Sua glória" (1 Pd 4, 13).

    5. A teologia da cruz

    Os teólogos discutiram muito sobre os motivos pelos quais a Providência Divina quis unir ao sofrimento o preço da Redenção. Dois famosos professores da Pontifícia Universidade Gregoriana, os saudosos Padres Flick e Alszeghy, S.I., dedicaram ao tema o esplêndido volume intitulado "O mistério da Cruz. Ensaio de teologia sistemática", Bréscia, Ed. Queriniana, 1978.
    Sem dúvida, é útil que os estudiosos tenham indagado a relação entre a cruz de Jesus e a Redenção do mundo, entre teologia da glória e teologia da cruz. É justo que continuem a fazê-lo também hoje. Os Santos de todos os tempos, porém, entenderam-no bem, contemplando o Crucificado e Aquela que estava "iuxta crucem Domini". É a lição que nos foi transmitida pelos Apóstolos e mártires, por inumeráveis pastores e doutores da Igreja, com a sua vida evangélica e o seu serviço ao próximo.

    Seja esta a graça que também nós imploramos ao Senhor pela intercessão de Maria, sua Mãe das Dores. O nosso Jubileu marcará assim uma renovação na nossa vida interior e confirmar-nos-á no santo propósito de oferecer toda a nossa existência para a redenção do mundo.

    6. Conclusão

    Queridos Irmãos, deitámos a mão ao arado, trabalhando em campos diversos, lá onde a Providência Divina nos chamou. O nosso dever é dar continuidade ao compromisso quotidiano, estimulados por um grande amor aos nossos irmãos e repetindo aquilo que o Apóstolo Paulo dizia a Timóteo: "Omnia sustineo propter electos. Por amor dos escolhidos tudo suporto" (2 Tm 2, 10).

    As dificuldades do nosso trabalho parecem hoje aumentar com o surgir de novos problemas. Porém, como Paulo poderemos sempre testemunhar diante do mundo a nossa fé inabalável, dizendo: "Omnia possum in eo qui me confortat. Tudo posso n'Aquele que me conforta" (Fl 4, 13).

    Amém.




    sábado, 16 de junho de 2012

    Carta do Cardeal Albino Luciani a G. K. Chesterton








    Por Cardeal A. Luciani


    Traduzido por Sândalo Cordeiro


    Em 1976, o então Patriarca de Veneza, Cardeal A. Luciani, futuro papa João Paulo I, publicou uma série de cartas “imaginárias”, de sua autoria, endereçadas a ilustres personagens históricos, fictícios e, até mesmo a Jesus, compiladas em “Ilustrissimi”. Dentre elas, uma dedicada a Gilbert Chesterton: [N.T.]


    Em que tipo de mundo...




    "Caro Chesterton, na tela da televisão italiana apareceu no mês passado Padre Brown, imprevisível padre-policial, criatura tipicamente tua. Pena que não apareceram também o Professor Lúcifer e o monge Miguel. Eu teria prazer em vê-los, como você os descreveu em “A esfera e a Cruz”, viajantes em um avião, sentados um ao lado do outro, Quaresma ao lado do Carnaval. Quando o avião está sobre a Catedral de Londres, o Professor lança uma blasfêmia endereçada à Cruz. - Estou pensando se esta blasfêmia te agrada-lhe diz o monge. - Escute essa história: eu conheci um homem como você; ele também odiava o crucifixo; o baniu de sua casa, do pescoço de sua mulher, até mesmo das pinturas; dizia que era ruim, símbolo de barbárie, contrário à alegria e à vida. E se tornou mais furioso ainda: um dia subiu no campanário de uma igreja, lhe quebrou a cruz e a jogou do alto. Chegou ao ponto em que esse ódio se transformou primeiro em delírio e depois em loucura furiosa. Em uma noite de verão estava quieto, fumando um cachimbo, diante de uma compridíssima paliçada; não brilhava uma luz, não se movia uma folha, mas ele acreditava ver a longa paliçada transformada em um exército de cruzes, ligadas umas às outras sobre a colina, descendo ao vale.

    Agora, balançando sua bengala, a ergueu contra a paliçada, como se contra uma fileira de inimigos; porquanto era longo o caminho, quebrou, arrebentou, arrancou todas as estacas que encontrava. Odiava a cruz e toda estaca era para ele uma cruz. Tendo chegado em casa, continuou a ver cruzes em todo canto, destruiu os móveis, ateou fogo e no dia seguinte o encontraram morto no rio. Nesse ponto, o Professor Lúcifer olha o velho monge mordendo os lábios e diz: “Eu sei que essa história é inventada!”. “Sim, responde Miguel, a inventei agora; mas ela exprime bem o que você e seus amigos incrédulos estão fazendo. Vocês começam quebrando a cruz e terminam destruindo o mundo habitável”. A conclusão do monge, que é pois a tua, caro Chesterton, é justa. Se se remove Deus, o que resta, o que se torna o homem? Em que tipo de mundo nos permitiremos viver? Mas é o mundo do progresso, ouço dizer, o mundo do bem-estar! Sim; Mas esse famoso progresso não é tudo isso que se espera: ele porta consigo também os mísseis, as armas bacteriológicas e atômicas, o atual processo de poluição, todas as coisas que, se nada for feito a tempo, ameaçam levar a humanidade inteira a uma catástrofe. Em outras palavras o progresso com homens que se amem, considerando-se irmãos e filhos do único Deus Pai, pode ser algo maravilhoso.

    O progresso com homens que não reconhecem em Deus um único Pai torna-se um perigo contínuo: sem um paralelo processo moral, interior e pessoal ele - o progresso - desenvolve, de fato, as mais selvagens inclinações do homem, faz dele uma máquina possuída por máquinas, um número manipulador de números, um bárbaro em delírio - diria Papini - que em vez do bastão pode servir-se da imensa força da natureza e da mecânica para satisfazer os seus instintos predatórios, destruidores e orgíacos. Eu sei: muitos pensam ao contrário de você e de mim. Pensam que a Religião seja um sonho consolador: a teriam inventado os oprimidos, imaginando um outro mundo inexistente, onde encontrar mais tarde o que hoje lhes roubam os opressores.

    A teriam organizado, tudo em proveito próprio, os opressores, para terem ainda sob os pés os oprimidos e adormecer neles aquele instinto de classe, que, sem a Religião, levaria à luta. Inútil recordar que a própria religião cristã favoreceu o despertar da consciência proletária, exaltando os pobres e anunciando uma justiça futura. Sim - respondem - o Cristianismo desperta a consciência dos pobres, mas depois a paralisa, pregando a paciência e substituindo a luta classista pela confiança em Deus e a reforma gradual da sociedade! Muitos pensam até mesmo que Deus e a Religião, canalizando esperança e esforços para um paraíso futuro e distante, alienam o homem, o desviam de empenhar-se por um paraíso próximo, realizável aqui na Terra.

    Inútil recordar-lhes que, segundo o recente Concílio, um cristão, justamente porque é cristão, deve sentir-se mais do que nunca empenhado em favorecer um progresso que é bom para todos, e uma promoção social que seja de todos. Por fim, dizem, vocês pensaram o progresso para um mundo transitório, na espera de um paraíso definitivo, que não virá. Nós queremos o paraíso aqui, fruto de todas as nossas lutas. Já entrevemos o surgimento dele, enquanto o vosso Deus é chamado “morto” por teólogos da secularização. Nós estamos com Heine, que escreveu: “Ouve o sino? De joelhos! Levam-se os últimos sacramentos a Deus que morre!”

    Caro Chesterton, você e eu nos colocamos de joelhos sem hesitar, mas diante de um Deus mais atual do que nunca. Só Ele, em verdade, pode dar uma resposta satisfatória a esses três problemas, que são para todos os mais importantes: Quem sou eu? De onde venho? Para onde vou? Quanto ao paraíso, que se gozará sobre a terra e somente sobre a terra e em um futuro próximo, ao fim das famosas “lutas”, gostaria que fosse ouvido um que é bem melhor do que eu e, sem ofuscar os seus méritos, do que você também: Dostoiévski. Você se lembra do dostoievskiano Ivan Karamazov. É um ateu, enquanto amigo do diabo. Bem, ele protesta, com toda a sua veemência de ateu contra um paraíso obtido graças aos esforços, as fadigas, os sofrimentos, o martírio de inumeráveis gerações. Os nossos sucessores felizes graças à infelicidade de seus antecessores!

    Esses antecessores que “lutam” sem receberem sua retribuição de alegria, sem, freqüentemente, sequer o conforto de vislumbrar o paraíso livre do inferno que atravessam! Inumeráveis multidões de homens atormentados, de sacrificados que são, simplesmente, o solo utilizado para cultivar as futuras árvores da vida! É impossível!, disse Ivan, seria uma injustiça cruel e monstruosa. E tem razão. O senso de justiça que existe em todo homem, de qualquer fé, exige que o bem feito, o mal sofrido, sejam premiados; que a fome de vida inerente a todos seja saciada.

    Onde e como, senão em uma outra vida? E por quem senão por Deus? E por qual Deus, senão por aquele de quem Francisco de Sales escrevia: “Não tenha medo de Deus, que não quer lhe prejudicar, mas amá-lo muito, porque deseja lhe fazer muito bem”? Aquele que muitos combatem não é o verdadeiro Deus, mas a falsa idéia que se faz de Deus: um Deus que protege os ricos, que somente pede e reivindica, que seja invejoso no nosso progresso em bem-estar, que do alto espia continuamente os nossos pecados para ter o prazer de nos castigar!

    Caro Chesterton, você sabe, Deus não é assim: mas justo e bom ao mesmo tempo; pai também dos filhos pródigos, que quer não mesquinhos e miseráveis, mas grandes, livres, criadores do próprio destino. O nosso Deus é tão pouco rival do homem que o desejou como seu amigo, chamando-o a participar da própria natureza divina e da própria eterna felicidade. E não é verdade que Ele espera de nós exageradamente: contenta-se, ao contrário, com pouco, porque sabe bem que não temos muito.

    Caro Chesterton, eu sou convicto com você: esse Deus se fará conhecer e amar sempre mais, por todos, inclusive aqueles que hoje o rejeitam não porque são maus (são talvez melhores do que nós dois!), mas porque o vêem de um ponto de vista equivocado! Eles continuam a não crer Nele? E Ele responde: Sou Eu que acredito em vocês!"

    Fonte AQUI

    Mensagem dada pela Rainha da Paz através do vidente Ivan em 15 de junho de 2012




    21:55 TANIA LAIER NO COMMENTS
    “Queridos filhos, saibam que a Mãe os ama e deseja guiá-los com amor. Vim para dizer-lhes que Deus existe, por isso também hoje os convido a se decidirem por Ele. Coloquem-no em primeiro lugar nas suas vidas e em suas famílias e, no futuro, caminhem junto com Ele. Queridos filhos, neste tempo de graça, desejo que renovem as minhas mensagens e que me digam: ‘Sim, sim’. Obrigada, queridos filhos, por me terem dito sim.”
    Posted in: Mensagens

    Sete mitos sobre a Igreja Católica e a ciência - Benjamin Wiker (introdução) - YouTube







    http://www.twitter.com/emeoliv

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    http://www.CatholicCourses.com/

    Apresentação (introdução) do DVD "Sete Mitos sobre a Igreja Católica e Ciência: Uma refutação dos erros populares", com o Dr. Benjamin Wiker, que dissipa as confusões mais comuns e persistentes sobre a relação entre a investigação científica e fé. Com demasiada frequência, esta relação nos é apresentada nos meios populares e até mesmo nos livros de história como se fosse uma guerra, uma batalha interminável entre a superstição e as forças da luz e da razão.

    Muito pelo contrário, o Professor Wiker prova a verdade de que a Igreja é e sempre foi a grande amiga, patrona e protetora da ciência. Certamente, a Igreja não é um bajuladora, mas ela é uma amiga. A chamada "guerra" travada contra a ciência é apenas os esforços da Igreja para orientar seu rebanho longe de teorias científicas que, mesmo atraentes e populares possam, em última análise, minar as verdades naturais e sobrenaturais, minar a moralidade, e minar a própria ciência.

    A Igreja é a grande patrona da ciência, porque a Igreja se satisfaz em dois tipos de verdade: aquelas que revelam a sabedoria de Deus o Criador e as que revelam o amor de Deus, o Redentor. Ela não tem nenhum inquietude sobre o levantamento de uma voz única no louvor duplo, porque o Deus Criador e o Deus Redentor são o mesmo Deus. A Igreja fica como juíza sobre as interseções onde a ciência se aproxima da moralidade. Os cientistas são humanos, e às vezes a Igreja deve intervir para lembrá-los de seus limites, especialmente aqueles limites que salvaguardem a sua própria humanidade, assim como a ortodoxia salvaguarda a Igreja Cristã.

    Junte-se ao Professor Wiker para uma exposição fascinante sobre uma grande variedade de temas científicos, incluindo o big bang, evolução, darwinismo, aliens, e muito mais. Descubra como a Igreja protege a humanidade de cientistas, a sua dignidade moral, e sua verdadeira liberdade de escolher o bem ou o mal.



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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo