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    sábado, 12 de outubro de 2013

    O túmulo e os restos mortais de S. Pedro no Vaticano, Roma - parte 2










    -

























































    "Πέτροσ ένι"


    Após o término das escavações, em 1950, o arqueólogo Antonio Ferrua examinava o interior da parte oca da parede azul, quando notou, no chão, perto da junção desta com a parede vermelha, um pequeno pedaço de argamassa que havia caído. Conseguiu pegá-lo dentro do buraco, e viu que havia algo gravado ali, com lâmina. Levado a especialistas, descobriu-se uma inscrição em grego com os dizeres: Πέτροσ ένι.


    O primeiro nome (Πέτροσ) obviamente é Pedro. Já o ἔνι é a contração do verbo grego antigo ἔνεοτι, que significa “estar dentro”. A inscrição significava, literalmente “Pedro está aqui dentro”...



    • Símbolo do Apóstolo Pedro

    A essa altura, um dos maiores especialistas em inscrições antigas, Drª Margherita Guarducci, passou a estudar os grafites da parede azul. Como se sabe, os primeiros cristãos usavam uma linguagem codificada de símbolos e letras: o peixe, as letras gregas Chi-Rho (XP), o "M" para Maria, o "N" para vitória, etc. Após estudo, Drª Guarducci descobriu o código usado para São Pedro: um “P” com um discreto “E” em sua perna, ou o mesmo símbolo inserido no Chi-Rho de Jesus: tão expressivo e único, o símbolo é também mais uma evidência do Apóstolo Pedro como o primeiro Sumo Pontífice da Igreja, o Vigário de Cristo sobre a Terra.


    A descoberta provava que a doutrina do papado já era clara nos primeiríssimos tempos da Igreja. Muitas outras inscrições com esse símbolo podiam ser observadas na parede dos grafites. Estudos posteriores revelaram que São Pedro era invocado com grande frequência mediante tal símbolo, pelos primeiros cristãos: era muito usado nas catacumbas, em cartas, em mosaicos, pinturas, etc. Estava assim explicada a aparente ausência do nome de São Pedro.



    • Grafitti com o Chi-rho (ou XP), símbolo de Cristo


    Essa descoberta intrigou a Drª Guarducci quanto a inexplicável parede oca com os grafites e o Πέτροσ ένι. Mons. Kaas, administrador da Basílica, costumava ir à noite verificar os andamentos dos trabalhos. Acompanhava-o G. Segoni, o chefe dos “sampietrini” (operários do Vaticano, cujos ofícios passam de pai para filho). Mons. Kaas, nessas inspeções, preocupava-se em guardar de modo digno as numerosas ossadas que iam sendo encontradas. Colocava-as numa caixa, ajudado por Segoni, identificando com uma etiqueta o local de onde foram tiradas.


    Uma noite, pouco depois de descoberta a parede oca dos grafites, Mons. Kaas pediu que Segoni verificasse bem se não se encontrariam ossos dentro da cavidade. Por baixo da poeira, Segoni encontrou numerosos ossos, restos de tecido e fios metálicos.Tudo foi guardado numa urna e identificado. Outro “sampietrini presenciou a remoção, mas os demais arqueólogos não souberam disso na época.



    • Muro dos grafitti

    No ano de 1950 foi divulgada a grande notícia: o túmulo de São Pedro fora sem dúvida descoberto. O próprio Papa Pio XII fez o anúncio, associando-o ao Ano Santo. Explicava-se, porém, que, segundo o modo como os ossos foram encontrados, não se podia concluir se eles seriam ou não do Apóstolo. Houveram então muitos protestos dos meios científicos, que solicitavam um exame rigoroso de todos os ossos descobertos na pequena abertura em forma de Λ na parede do túmulo de São Pedro.

    Afinal, em 1956, Pio XII concordou, e foi nomeado o Dr. Venerando Correnti, um dos maiores antropólogos da Europa na época. O trabalho foi lento e difícil, pois faltavam vários ossos importantes. A conclusão, em 1960, constituiu uma sensacional decepção: tratavam-se de ossos de três pessoas – dois homens de meia idade e uma mulher idosa. - Junto, encontravam-se também ossos de animais, todos antiquíssimos, possivelmente do século I.

    Para os arqueólogos, a situação se explicava: como as leis romanas proibiam a remoção de ossos de uma sepultura, esses haviam sido encontrados e amontoados no pequeno buraco ao pé do nicho. Para completar os estudos, Dr. Correnti verificou rapidamente os demais ossos das tumbas próximas. Ao analisar os ossos encontrados na cavidade revestida de mármore, da parede dos grafites, chamou-lhe a atenção o estado de conservação, estando a maioria bem branca. Dada sua grande antiguidade, decidiu estudá-los melhor. Eram 135 ossos, sendo que poucos estavam inteiros. Constatou que provinham de um só indivíduo, do sexo masculino, de físico robusto e falecido entre os 60 e 70 anos.

    Antes de estar na cavidade do mármore, eles haviam estado enterrados na terra nua, mas depois, durante muito tempo, permaneceram bem protegidos e envoltos por tecidos purpúreos, que mancharam um pouco alguns. 

    Dra. Guarducci revelou então que a expressão grega Πέτροσ ένι vinha ecoando continuamente em sua cabeça. Seriam essas as relíquias de São Pedro? Não é a única explicação possível para o “Pedro está aqui dentro”? E para a misteriosa cavidade? Todos os dados confluíam para essa teoria. A razão do esconderijo seria evitar profanações. O Dr. Correnti apoiou a tese da dra. Guarducci, e ambos obtiveram de Paulo VI, que havia sido eleito recentemente, a permissão para reabrir as pesquisas.

    O teste crucial foi o dos fragmentos de terra existentes nos ossos. Sua composição química revelaria se era a mesma terra que se encontra no piso do túmulo vazio de São Pedro. Uma circunstância tornava esse teste particularmente importante: a terra do túmulo é de tipo calcária argilosa, bem diferente da que se observa em toda a região vizinha, inclusive dos túmulos próximos. Só os membros da alta nobreza romana podiam usar a púrpura verdadeira, cuja fabricação era um rigoroso segredo de Estado. Os demais ricos usavam uma imitação. Hoje, a composição química de ambos os tipos é conhecida. Outra particularidade: a púrpura com fios de ouro era de uso exclusivo da família imperial, mesmo assim em raras ocasiões.

    Resultado do exame: tratava-se de púrpura romana verdadeira, decorada com finíssimas placas de ouro. E os fios que estavam junto aos ossos eram fios de ouro. Essas comprovações foram essenciais a favor da teoria da Dra. Guarducci: como a cavidade marmórea foi considerada já existente na época constantiniana, ficava claro que o Imperador autorizara envolver as preciosas relíquias na púrpura imperial.

    Antes de publicar novos estudos, cinco renomados especialistas independentes verificaram tudo o que havia sido feito e o ratificaram. Mas ao ser dada a público a nova teoria, levantou-se um murmúrio em certos meios científicos, pois, para preservar o bom nome dos arqueólogos e de Mons. Kaas, a Dra. Guarducci procurou cobrir o incrível episódio do eclesiástico ter recolhido os ossos sem avisar aos membros da equipe. Também impugnou-se o exame do tecido, exigindo-se outro mais rigoroso. E, sobretudo, argumentava-se que não havia nenhuma prova que demonstrasse não ter sido violado o repositório marmóreo.

    Assim, nova série de pesquisas e procedimentos foi iniciada. O exame mais rigoroso dos tecidos, feito na Universidade de Roma, confirmou os resultados anteriores. Paulo VI autorizou a abertura do repositório, para confirmar se datava da época de Constantino e se não fora violado. A dúvida surgiu porque fora encontrada uma moeda do início da Idade Média no local.

    Uma equipe desmontou a parte de baixo da parede azul dos grafites, a fim de penetrar no repositório sem tocar nas paredes e no teto. Tudo foi examinado minuciosamente. Conclusão: o compartimento fora fechado no século IV, e jamais fora aberto. Várias moedas foram ali encontradas, tendo penetrado através de fissuras da parede causadas por acomodação do terreno.

    Para silenciar definitivamente as críticas, um novo trabalho foi publicado, relatando as circunstâncias exatas do episódio de Mons. Kaas, acompanhado de documento juramentado do “sampietrini” Segoni.



    • Vista de conjunto do Altar da Confissão


    A Dra. Guarducci rebateu convincentemente a última crítica que ainda pairava: como explicar a remoção dos ossos da sepultura, mesmo por motivos de segurança, uma vez que os costumes romanos não o permitiam? Na realidade, os ossos não tinham sido removidos da sepultura, pois a parede azul é parte integrante dela.


    Após algum tempo, certificando-se de que a crítica nada mais de ponderável podia apresentar, e confirmando-se que os novos exames reforçaram singularmente a teoria da Dra. Guarducci, Paulo VI, a 26 de junho de 1968, anunciou solenemente ao mundo que, após os longos e extensos estudos, “as relíquias de São Pedro foram identificadas de um modo que julgamos convincente”, e que, por isso, ele fazia “este feliz anúncio” aos fiéis de todo o mundo.


    No dia seguinte, em cerimônia presidida por Paulo VI, as relíquias de São Pedro, guardadas em caixas com tampos transparentes, foram recolocadas no repositório onde haviam sido encontradas. Confirmando a tradição católica sobre as relíquias de São Pedro, fora edificada a grande Basílica de Constantino, considerada o centro da Cristandade. E sobre tal Basílica, mil anos depois, ergueu-se a atual Basílica de São Pedro. Cumpriu-se assim, até de modo físico, a promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo a São Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”.


    _____
    Fonte:
    1. WALSH, John E. The Bones of St. Peter. New York: Doubleday, 1982.

    Bibliografia:
    WALSH, John E. The Bones of St. Peter. New York: Doubleday, 1982.WILLIAM, O'Connor, Daniel. Peter in Rome: The literary, liturgical, and archeological evidence. New York: Columbia University Press, 1969.
    Autor: Juan Miguel Montes
    vozdaigreja.blogspot.com


    quarta-feira, 2 de outubro de 2013

    Os novos "Cônegos" do Bispo de Roma











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    Frei Clemente Rojão



    Ortodoxia Católica sem Frescuras!





    A misericórdia é grande, mas a penitência é braba!





























    quarta-feira, 2 de outubro de 2013

    Os novos "Cônegos" do Bispo de Roma





    Radio Vaticana - (...) Pe. Lombardi deteve-se sobre o novo método de governo querido pelo Papa Francisco: "Um modo com o qual talvez se possa definir esse Conselho é 'um ulterior instrumento que enriquece o governo da Igreja com uma nova modalidade de consulta': portanto, um enriquecimento dos instrumentos já disponíveis ao Santo Padre para o governo da Igreja mediante a consulta, a ajuda que se pode ter consultando." (...)

    "As palavras-chave para pensar nesse método de governo que o Papa está configurando creio que sejam o carácter sinodal, a ideia do caminhar juntos: uma Igreja que caminha junto em seus diversos componentes e o Papa se coloca em caminho com essa Igreja; e depois também o discernimento, que é a busca da vontade de Deus mediante uma consulta frequente e paciente." (...) 

    Respondendo às perguntas dos jornalistas, o sacerdote jesuíta quis especificar que com esse Conselho o Papa Francisco não introduz um governo colegial: "O Papa não está de modo algum condicionado. Para dizer que é um governo colegial precisaria dizer que o Papa 'deve' consultá-lo, 'deve' reuni-lo sobre determinados temas, 'deve'... Não se trata disso: trata-se de um Conselho ao qual pode ser pedido que dê o seu parecer."


    ***



    Papa Francisco, homilia em 30 de setembro - Uma organização ou programação perfeitas não são sinal da presença de Deus, mas sim a paz e a alegria. Isto é o essencial da homilia do Papa Francisco esta manhã em Santa Marta. Os discípulos eram entusiastas e faziam programações sobre quem era o maior e discutiam entre si. Mas, Jesus, descentrou-lhes as ideias dirigindo-se para as crianças dizendo que os mais pequenos são... os maiores. Ao mesmo tempo, numa das leituras do dia de hoje do Profeta Zacarias, fala-se dos sinais da presença de Deus que, disse o Santo Padre, são os velhos e as crianças que são o futuro de um povo. E nem uns nem outros são descartáveis. Mas, os discípulos não compreendiam estes sinais e estavam mais preocupados com a eficácia da organização...

    "Eu percebo que os discípulos queriam eficácia, queriam que a Igreja caminhasse sem problemas e esta pode ser uma tentação para a Igreja: a Igreja do funcionalismo! A Igreja bem organizada! Tudo certinho, mas sem memória e sem promessa! Esta Igreja assim não vai bem: será uma Igreja de luta pelo poder, será a Igreja dos ciúmes entre os batizados e tantas outras coisas que existem quando não há memória nem promessa."

    Assim a vitalidade da Igreja não vem dos documentos e reuniões para planificar e fazer bem as coisas, estas são realidades necessárias – diz o Papa Francisco – mas não são sinal da presença de Deus...

    "O sinal da presença de Deus é este, assim disse o Senhor: Velhos e velhas estarão sentados nas praças de Jerusalém, cada um com o seu cajado para sua longevidade. E as praças da cidade estarão cheias de meninos e meninas que jogarão nas praças. Jogo faz-nos pensar em alegria: é a alegria do Senhor. E estes anciãos, sentados com o seu cajado na mão, tranquilos, fazem-nos pensar na paz. Paz e alegria: este é o ar da Igreja." 



    ***


    Nota do Frei: Ai, ai, ai... Fico feliz que o papa esteja com o profeta Zacarias. As vezes me dá um desânimo e um cinismo digno de Jonas, e fico deitado debaixo da mamoneira olhando Nínive esperando que Deus consuma a todos em sua ira...


    O grande problema dos Vatileaks foram que os cardeais eleitores foram votar pedindo alguém para mudar e arrumar e consertar... não se sabe precisamente o quê. Sabiam que na Cúria havia algo feio, havia um relatório revestido de status de terceiro segredo de Fátima, e um papa renunciou pela primeira vez em seiscentos anos. Para quem não conhece a História da Igreja, eram todos elementos de uma crise. Para quem conhece, dá risada. Já estivemos bem piores. 


    Quer uma sugestãozinha, Santo Padre? Comece pela liturgia... E não reforme, apenas restaure em seu esplendor, como o sumo-sacerdote Josué reconstruindo o Templo de Jerusalém... 


    A propósito, fale menos. O Mundo é cruel, eles te elogiam hoje e te difamam amanhã. Não deixe que estes falsos elogios engordem sua vaidade. O Mundo não quer te ouvir, sim quer e prejudicar. Eles sorriem para o papa apenas para deixá-lo falando sozinho com mais crueldade. Ou atacá-lo em qualquer deslize. O amor aos microfones do Mundo também é um tipo de luxúria. 


    Talvez eu seja um dos discípulos que "não compreendiam estes sinais e estavam mais preocupados com a eficácia da organização..." (SIC). Tomara.


    ***


    Nota da Nota do Frei: Escrevi este texto e deixei aguardando. Eis que Francisco solta outra entrevista com mais palavras que devem ser entendidas "cum grano salis" e ouso dizer que com todo o saleiro se não quiserem ser torcidas ao ponto da heterodoxia. 

    segunda-feira, 9 de setembro de 2013

    11 de setembro - exército italiano invade o Estado Pontifício , sem uma declaração de guerra











    -















































    September 11 – Italian army invades the Papal State without a declaration of war

    SEPTEMBER 9, 2013

    The King of Italy sends an ultimatum to Blessed Pope Pius IX




    As the French military situation deteriorated [in the Franco-Prussian War], the government in Florence grew bolder. Near the end of August [1870], the Italian cabinet issued a circular letter to all the governments of Europe, in which it declared that the time had come to end the Roman Question. On the one hand, the document declared that it was time to fulfill the “legitimate aspirations” of the Italian people; on the other, that “the independence, the freedom, and the spiritual authority of the Pope,” had to be safeguarded. The greatest threat to Italy, in the cabinet’s opinion, was neither its own perfidy nor the revolutionaries’ violence, but—the Pontifical Zouaves!

    • Two Papal Zouave brothers

    As one Zouave wrote of this remarkable message some years later, “the wolf told the story of the crimes of the lamb!” The circular ended with a list of guarantees to the Pope: in essence that he would retain control of the Eternal city and be independent in his dealings, and that neither he nor the current Papal State would be held to the restrictions on religious institutions and property in the Law of 1866…. Pope Pius’s and his secretary of state Antonelli’s response to this document, as expected, was scathing, but it was apparent that invasion was not far off.


    On September 6, Pius IX held a council of cardinals to discuss strategies. Three possible avenues were looked at. The Pope might accept the Italian guarantees, try to carry on the government of the Church as he could, and trust to the government’s honesty; he might leave Rome for Malta, Trieste, or Innsbruck, and carry on in exile; or, he might stay, make an armed protest, withdraw to the Vatican, refuse to recognize the new situation, and hope for better times. The last course was decided upon. Pius would refuse to surrender the city, would make only so much of an armed demonstration as was necessary to show the world that the Italians were guilty of aggression, and would stay in the city so long as he physically could.


    Victor Emmanuel, by this stage bothered by his conscience, wrote a long letter to Pius asking him to accept the occupation peacefully. The king mentioned his conscience repeatedly in the note, but the letter was read by a Pontiff who had spent most of his reign suffering from the king’s policies. Pius sent a curt refusal in reply.


    Without a declaration of war, on September 11 the Italian army invaded the Papal State.

    Pope Pius IX blesses his troops for the last time before the Capture of Rome, April 25, 1870.

    Charles A. Coulombe, The Pope’s Legion: The Multinational Fighting Force that Defended the Vatican (New York: Palgrave MacMillan, 2008), pp. 151-152.



    Como a situação militar francesa deteriorou [ na Guerra Franco -Prussiana ] , o governo em Florença cresceu mais ousadas. Perto do final de agosto [ 1870 ] , o gabinete italiano emitiu uma carta circular a todos os governos da Europa , na qual declarou que tinha chegado o momento de acabar com a Questão Romana . Por um lado , o documento declarou que era tempo para cumprir as "aspirações legítimas" do povo italiano e, por outro , que "a independência, a liberdade ea autoridade espiritual do papa ", teve que ser salvaguardados. A maior ameaça para a Itália , na opinião do gabinete, não era nem a sua própria perfídia , nem a violência dos revolucionários , mas , as Pontifícias zuavos !




    Dois irmãos Zouave Papal

    Dois irmãos Zouave Papal

    Como um Zouave escreveu esta mensagem notável alguns anos mais tarde , " o lobo contou a história dos crimes do Cordeiro ! " Os circular terminou com uma lista de garantias para o Papa : na sua essência que ele manteria o controle da cidade Eterna e ser independente em suas relações , e que nem ele nem o Estado papal atual seria realizada às restrições de instituições religiosas e de propriedade na Lei de 1866 .... Papa Pio e do seu secretário de resposta de Antonelli estado com este documento , como esperado, foi contundente , mas era evidente que a invasão não foi muito longe .




    O Papa Pio IX




    Em 6 de setembro , Pio IX realizou um conselho de cardeais para discutir estratégias. Três vias possíveis foram analisados. O Papa pode aceitar as garantias italianos , tentar levar o governo da Igreja, como ele podia, e confiar na honestidade do governo , ele pode deixar Roma para Malta , Trieste, ou Innsbruck, e continua no exílio , ou, ele pode ficar, fazer um protesto armado, retirar-se para o Vaticano , se recusam a reconhecer a nova situação, e esperar tempos melhores. O último curso foi decidida. Pio se recusam a entregar a cidade , faria tanta coisa de uma demonstração armada como era necessário para mostrar ao mundo que os italianos eram culpados de agressão, e iria ficar na cidade enquanto ele fisicamente possível.




    Victor Emanueli II




    Victor Emmanuel , por esta fase incomodado por sua consciência, escreveu uma longa carta a Pio pedindo-lhe para aceitar a ocupação pacífica. O rei mencionou sua consciência repetidamente na nota, mas a carta foi lida por um pontífice que passou a maior parte de seu reinado sofrendo de políticas do rei. Pio XII enviou uma recusa curt em resposta.




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    Sem uma declaração de guerra , em 11 de setembro, o exército italiano invadiu o Estado Papal .

    _____________________

    sexta-feira, 31 de maio de 2013

    Dom Tomasi: "Fazer calar as armas na Síria"



    Dom Tomasi: "Fazer calar as armas na Síria"





    http://www.news.va/pt/news/dom-tomasi-fazer-calar-as-armas-na-siria





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    Dom Tomasi: "Fazer calar as armas na Síria"

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    2013-05-30 Rádio Vaticana
    Genebra (RV) - O Observador Permanente da Santa Sé na ONU em Genebra, Dom Silvano Maria Tomasi, fez um apelo nesta quarta-feira na 63ª Sessão do Conselho para os Direitos Humanos pelo cessar-fogo na Síria e em favor da promoção de acordos de paz que dêem novamente esperança a um povo assolado pela violência.
    "Vê-se na Síria a violação de todos os direitos humanos. Milhares de vidas foram ceifadas. Um milhão e quinhentas mil pessoas foram obrigadas a fugir para o exterior como refugiadas. Mais de quatro milhões perderam suas casas e civis foram pegos de mira pelos beligerantes no desprezo total do direito humanitário. Esta enorme tragédia nacional pode intensificar os conflitos regionais e globais, transformar as ambições de poder político em confrontos étnicos e religiosos de fundo extremista e destruir todo país", disse o arcebispo.
    Segundo o representante da Santa Sé, "o caminho a seguir não é a intensificação militar do conflito armado, mas o diálogo e a reconciliação. Um cessar-fogo imediato irá deter o espargimento de sangue, tragédia que prejudica o futuro da Síria e do Oriente Médio".
    O prelado recordou o apelo de paz em favor da Síria lançado pelo Papa Francisco na Missa de Páscoa: "Quanto sangue derramado! Quantos sofrimentos deverão ainda suportar antes que se encontre uma solução política para a crise?"

    Segundo Dom Tomasi, "a Santa Sé insiste que somente através de negociações pacíficas é possível chegar a uma solução aceitável da crise e que a participação de representantes de todos os cidadãos pode garantir uma convivência pacífica duradoura e construtiva de todas as comunidades que compõem a sociedade síria".
    O arcebispo recordou que "as crianças que se encontram nos campos de refugiados e nas áreas de conflito, traumatizadas e privadas de seus direitos, são as que mais sofrem as conseqüências da violência e pedem a solidariedade da comunidade internacional. Somente deste modo as crianças e suas famílias poderão novamente esperar numa existência normal".
    Dom Tomasi lembrou que as crianças sozinhas merecem mais atenção e assistência para evitar que se tornem vítimas do tráfico de pessoas e outras formas de exploração.
    "Fazer calar as armas é a prioridade", frisou o representante da Santa Sé, destacando a necessidade de vencer o pessimismo em relação ao êxito positivo das negociações.
    "O povo sírio já pagou muito e seu sofrimento indizível não deve ser ignorado. Somos chamados a trabalhar pela paz, a reconciliação e por um novo início das relações humanas baseado nos direitos humanos e no interesse comum da família humana", concluiu o arcebispo. (MJ)
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    João Paulo II, Homilia, Solenidade de Corpus Domini, Quinta-feira, 22 de Junho de 2000

    A instituição da Eucaristia, o sacrifício de Melquisedec e a multiplicação dos pães: é este o sugestivo tríptico que nos é apresentado pela liturgia da Palavra na hodierna solenidade do Corpus Domini.

    O Livro do Génesis fala-nos de Melquisedec, "rei de Salém" e "sacerdote do Deus altíssimo", o qual abençoou Abrão e "ofereceu pão e vinho" (Gn 14, 18). A esta passagem faz referência o Salmo 109, que atribui ao Rei-Messias um singular carácter sacerdotal por directa investidura de Deus: "Tu és sacerdote para sempre / segundo a ordem de Melquisedec". Na vigília da sua morte na cruz, Cristo instituiu a Eucaristia. Também Ele ofereceu pão e vinho, que "nas suas mãos santas e veneráveis" (Cânone Romano) se tornaram o seu Corpo e o seu Sangue, oferecidos em sacrifício. Deste modo, Ele cumpria a profecia da antiga aliança, ligada à oferenda sacrifical de Melquisedec. Precisamente por isso recorda a Carta aos Hebreus "Ele... tornou-Se para todos os que Lhe obedecem fonte de salvação eterna, tendo sido proclamado por Deus Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedec" (5, 7-10).

    A narração evangélica da multiplicação dos pães ajuda-nos a compreender melhor o dom e o mistério da Eucaristia. Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos ao céu, abençoou-os, partiu-os e deu-os aos Apóstolos, para que os distribuíssem ao povo (cf. Lc 9, 16). Todos comeram e ficaram saciados e ainda se encheram dozes cestos de fragmentos que sobraram. Trata-se dum prodígio surpreendente, que constitui como que o início de um longo processo histórico: o constante multiplicar-se na Igreja do Pão da vida nova para os homens de toda a raça e cultura. Este ministério sacramental foi confiado aos Apóstolos e aos seus sucessores. E eles, fiéis à recomendação do divino Mestre, não cessam de partir e de distribuir o Pão eucarístico de geração em geração.


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    sábado, 11 de maio de 2013

    Cirilo e Metódio: herança cultural e ponte entre Oriente e Ocidente



    Cirilo e Metódio: herança cultural e ponte entre Oriente e Ocidente




    http://www.news.va/pt/news/cirilo-e-metodio-heranca-cultural-e-ponte-entre-or





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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo