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    sábado, 12 de outubro de 2013

    O túmulo e os restos mortais de S. Pedro no Vaticano, Roma - parte 2










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    "Πέτροσ ένι"


    Após o término das escavações, em 1950, o arqueólogo Antonio Ferrua examinava o interior da parte oca da parede azul, quando notou, no chão, perto da junção desta com a parede vermelha, um pequeno pedaço de argamassa que havia caído. Conseguiu pegá-lo dentro do buraco, e viu que havia algo gravado ali, com lâmina. Levado a especialistas, descobriu-se uma inscrição em grego com os dizeres: Πέτροσ ένι.


    O primeiro nome (Πέτροσ) obviamente é Pedro. Já o ἔνι é a contração do verbo grego antigo ἔνεοτι, que significa “estar dentro”. A inscrição significava, literalmente “Pedro está aqui dentro”...



    • Símbolo do Apóstolo Pedro

    A essa altura, um dos maiores especialistas em inscrições antigas, Drª Margherita Guarducci, passou a estudar os grafites da parede azul. Como se sabe, os primeiros cristãos usavam uma linguagem codificada de símbolos e letras: o peixe, as letras gregas Chi-Rho (XP), o "M" para Maria, o "N" para vitória, etc. Após estudo, Drª Guarducci descobriu o código usado para São Pedro: um “P” com um discreto “E” em sua perna, ou o mesmo símbolo inserido no Chi-Rho de Jesus: tão expressivo e único, o símbolo é também mais uma evidência do Apóstolo Pedro como o primeiro Sumo Pontífice da Igreja, o Vigário de Cristo sobre a Terra.


    A descoberta provava que a doutrina do papado já era clara nos primeiríssimos tempos da Igreja. Muitas outras inscrições com esse símbolo podiam ser observadas na parede dos grafites. Estudos posteriores revelaram que São Pedro era invocado com grande frequência mediante tal símbolo, pelos primeiros cristãos: era muito usado nas catacumbas, em cartas, em mosaicos, pinturas, etc. Estava assim explicada a aparente ausência do nome de São Pedro.



    • Grafitti com o Chi-rho (ou XP), símbolo de Cristo


    Essa descoberta intrigou a Drª Guarducci quanto a inexplicável parede oca com os grafites e o Πέτροσ ένι. Mons. Kaas, administrador da Basílica, costumava ir à noite verificar os andamentos dos trabalhos. Acompanhava-o G. Segoni, o chefe dos “sampietrini” (operários do Vaticano, cujos ofícios passam de pai para filho). Mons. Kaas, nessas inspeções, preocupava-se em guardar de modo digno as numerosas ossadas que iam sendo encontradas. Colocava-as numa caixa, ajudado por Segoni, identificando com uma etiqueta o local de onde foram tiradas.


    Uma noite, pouco depois de descoberta a parede oca dos grafites, Mons. Kaas pediu que Segoni verificasse bem se não se encontrariam ossos dentro da cavidade. Por baixo da poeira, Segoni encontrou numerosos ossos, restos de tecido e fios metálicos.Tudo foi guardado numa urna e identificado. Outro “sampietrini presenciou a remoção, mas os demais arqueólogos não souberam disso na época.



    • Muro dos grafitti

    No ano de 1950 foi divulgada a grande notícia: o túmulo de São Pedro fora sem dúvida descoberto. O próprio Papa Pio XII fez o anúncio, associando-o ao Ano Santo. Explicava-se, porém, que, segundo o modo como os ossos foram encontrados, não se podia concluir se eles seriam ou não do Apóstolo. Houveram então muitos protestos dos meios científicos, que solicitavam um exame rigoroso de todos os ossos descobertos na pequena abertura em forma de Λ na parede do túmulo de São Pedro.

    Afinal, em 1956, Pio XII concordou, e foi nomeado o Dr. Venerando Correnti, um dos maiores antropólogos da Europa na época. O trabalho foi lento e difícil, pois faltavam vários ossos importantes. A conclusão, em 1960, constituiu uma sensacional decepção: tratavam-se de ossos de três pessoas – dois homens de meia idade e uma mulher idosa. - Junto, encontravam-se também ossos de animais, todos antiquíssimos, possivelmente do século I.

    Para os arqueólogos, a situação se explicava: como as leis romanas proibiam a remoção de ossos de uma sepultura, esses haviam sido encontrados e amontoados no pequeno buraco ao pé do nicho. Para completar os estudos, Dr. Correnti verificou rapidamente os demais ossos das tumbas próximas. Ao analisar os ossos encontrados na cavidade revestida de mármore, da parede dos grafites, chamou-lhe a atenção o estado de conservação, estando a maioria bem branca. Dada sua grande antiguidade, decidiu estudá-los melhor. Eram 135 ossos, sendo que poucos estavam inteiros. Constatou que provinham de um só indivíduo, do sexo masculino, de físico robusto e falecido entre os 60 e 70 anos.

    Antes de estar na cavidade do mármore, eles haviam estado enterrados na terra nua, mas depois, durante muito tempo, permaneceram bem protegidos e envoltos por tecidos purpúreos, que mancharam um pouco alguns. 

    Dra. Guarducci revelou então que a expressão grega Πέτροσ ένι vinha ecoando continuamente em sua cabeça. Seriam essas as relíquias de São Pedro? Não é a única explicação possível para o “Pedro está aqui dentro”? E para a misteriosa cavidade? Todos os dados confluíam para essa teoria. A razão do esconderijo seria evitar profanações. O Dr. Correnti apoiou a tese da dra. Guarducci, e ambos obtiveram de Paulo VI, que havia sido eleito recentemente, a permissão para reabrir as pesquisas.

    O teste crucial foi o dos fragmentos de terra existentes nos ossos. Sua composição química revelaria se era a mesma terra que se encontra no piso do túmulo vazio de São Pedro. Uma circunstância tornava esse teste particularmente importante: a terra do túmulo é de tipo calcária argilosa, bem diferente da que se observa em toda a região vizinha, inclusive dos túmulos próximos. Só os membros da alta nobreza romana podiam usar a púrpura verdadeira, cuja fabricação era um rigoroso segredo de Estado. Os demais ricos usavam uma imitação. Hoje, a composição química de ambos os tipos é conhecida. Outra particularidade: a púrpura com fios de ouro era de uso exclusivo da família imperial, mesmo assim em raras ocasiões.

    Resultado do exame: tratava-se de púrpura romana verdadeira, decorada com finíssimas placas de ouro. E os fios que estavam junto aos ossos eram fios de ouro. Essas comprovações foram essenciais a favor da teoria da Dra. Guarducci: como a cavidade marmórea foi considerada já existente na época constantiniana, ficava claro que o Imperador autorizara envolver as preciosas relíquias na púrpura imperial.

    Antes de publicar novos estudos, cinco renomados especialistas independentes verificaram tudo o que havia sido feito e o ratificaram. Mas ao ser dada a público a nova teoria, levantou-se um murmúrio em certos meios científicos, pois, para preservar o bom nome dos arqueólogos e de Mons. Kaas, a Dra. Guarducci procurou cobrir o incrível episódio do eclesiástico ter recolhido os ossos sem avisar aos membros da equipe. Também impugnou-se o exame do tecido, exigindo-se outro mais rigoroso. E, sobretudo, argumentava-se que não havia nenhuma prova que demonstrasse não ter sido violado o repositório marmóreo.

    Assim, nova série de pesquisas e procedimentos foi iniciada. O exame mais rigoroso dos tecidos, feito na Universidade de Roma, confirmou os resultados anteriores. Paulo VI autorizou a abertura do repositório, para confirmar se datava da época de Constantino e se não fora violado. A dúvida surgiu porque fora encontrada uma moeda do início da Idade Média no local.

    Uma equipe desmontou a parte de baixo da parede azul dos grafites, a fim de penetrar no repositório sem tocar nas paredes e no teto. Tudo foi examinado minuciosamente. Conclusão: o compartimento fora fechado no século IV, e jamais fora aberto. Várias moedas foram ali encontradas, tendo penetrado através de fissuras da parede causadas por acomodação do terreno.

    Para silenciar definitivamente as críticas, um novo trabalho foi publicado, relatando as circunstâncias exatas do episódio de Mons. Kaas, acompanhado de documento juramentado do “sampietrini” Segoni.



    • Vista de conjunto do Altar da Confissão


    A Dra. Guarducci rebateu convincentemente a última crítica que ainda pairava: como explicar a remoção dos ossos da sepultura, mesmo por motivos de segurança, uma vez que os costumes romanos não o permitiam? Na realidade, os ossos não tinham sido removidos da sepultura, pois a parede azul é parte integrante dela.


    Após algum tempo, certificando-se de que a crítica nada mais de ponderável podia apresentar, e confirmando-se que os novos exames reforçaram singularmente a teoria da Dra. Guarducci, Paulo VI, a 26 de junho de 1968, anunciou solenemente ao mundo que, após os longos e extensos estudos, “as relíquias de São Pedro foram identificadas de um modo que julgamos convincente”, e que, por isso, ele fazia “este feliz anúncio” aos fiéis de todo o mundo.


    No dia seguinte, em cerimônia presidida por Paulo VI, as relíquias de São Pedro, guardadas em caixas com tampos transparentes, foram recolocadas no repositório onde haviam sido encontradas. Confirmando a tradição católica sobre as relíquias de São Pedro, fora edificada a grande Basílica de Constantino, considerada o centro da Cristandade. E sobre tal Basílica, mil anos depois, ergueu-se a atual Basílica de São Pedro. Cumpriu-se assim, até de modo físico, a promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo a São Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”.


    _____
    Fonte:
    1. WALSH, John E. The Bones of St. Peter. New York: Doubleday, 1982.

    Bibliografia:
    WALSH, John E. The Bones of St. Peter. New York: Doubleday, 1982.WILLIAM, O'Connor, Daniel. Peter in Rome: The literary, liturgical, and archeological evidence. New York: Columbia University Press, 1969.
    Autor: Juan Miguel Montes
    vozdaigreja.blogspot.com


    O pior caso de homopedofilia da história do Canadá.










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    Homossexualismo



    Examinando as alegações (e as acções) dos activistas homossexuais (Gaystapo).































    Sábado, 12 de Outubro de 2013


    Um investigador privado anunciou na Segunda-Feira que cerca de 263 jovens podem ter sido abusado pelo antigo polícia de Saint John, Kenneth Estabrooks, durante o período de 5 décadas, começando nos anos 50. Segundo um advogado de Halifax, este pode muito bem ser o pior caso de pedofilia na história do Canadá.

    "Se podemos aprender alguma coisa hoje, é o facto de Estabrooks ser provavelmente o mais prolífico abusador em série da história do Canadá," afirmou John McKiggan, que se encontra prestes a dar ínicio a uma acção colectiva em favor das vítimas de Estabrook.


    Só nos resta perguntar como foi possivel as coisas terem chegado a este ponto.


    O investiador privado Dave Perry, cuja firma de investigação com o nome de "Investigative Solutions Network Inc." (Toronto) foi contratada pela cidade de Saint John para analisar as queixas em torno do falecido Estabrooks, afirmou que o antigo oficial foi um abusador de proporções devastadoras, chegando a afectar gerações.

    Kenneth Estabrooks foi condenado nos finais dos anos 90 por ter abusado de crianças décadas atrás, quando ele ainda era um polícia.


    A trajectória da investigação chegou a um nível inprecedente no que toca à sua natureza histórica, bem como ao número de vítimas identificadas e potenciais. 


    Até agora, cinquenta e três pessoas já se declararam vítimas, alegando terem sido abusadas sexualmente por Estabrooks quando eram crianças, afirmou Perry. Outras 33 vítimas suspeitas morreram entretanto, ao mesmo tempo que outras 6 pessoas afirmam que Estabrooks tentou abusá-las. Perry afirma, no entanto, que o número de vítimas pode atingir os 263.

    Os outros indívíduos que estiveram expostos a Estabrooks enquanto crianças (durante o seu tempo de polícia) ainda não foram localizadas, acrescentou Perry.

    Laura Bradbury (investigadora privada) afirmou que "Muitas foram vitimizadas repetidamente durante semanas, meses e algumas, durante o periodo de muitos anos." Dave Perry afirmou que a idade das alegadas vítimas variava dos 6 aos 19 anos e eram maioritariamente rapazes. Aqueles que ainda se encontram com vida têm idades compreendidas entre os 40 aos 60, afirmaram Perry e Bradbury.

    Em Setembro de 1999, Estabrooks, um antigo sargento, foi declarado culpado de atentado ao pudor contra quatro crianças em casos que remontavam aos anos 59- Estes abusos incluíam carícias e sexo oral.

    ..
    Estabrooks tinha admitido em 1975 ao facto de ter abusado de crianças, mas não foi acusado nem despedido. Em vez disso, ele foi removido do departamento policial e colocado no Secretaria Municipal de obras, onde ele ficou a cargo da manutenção dos pneus dos veículos municipais até ao dia em que se reformou. Foi só no ano de 1999, depois de novas queixas terem emergido, que outra investigação foi levada a cabo, resultando na sua condenação.

    No ano de 1999 a Comissão Policial de New Brunswick apurou que a investigação original havia sido muito mal feita e as forças polícias haviam agido de um modo pouco profissional ao "permitirem que uma ofensa sexual séria ficasse sem castigo" de modo a que "ele tivesse continuado a molestar crianças." 

    Estabrooks morreu em 2005.

    O prefeito de Saint John Mel Norton disse que a cidade não só está comprometida em levar a investigação até ao fim, como pagará todas as despesas (que, por enquanto, já se encontram no valor de $400,000:

    A nossa principal prioridade encontra-se junto daqueles que foram afectados - alcançando-os, ouvindo as suas histórias e disponibilizando serviços de aconselhamento gratuitos e confidenciais que, se tudo correr bem, lhes fornecerá uma oportunidade de terem um futuro mais pacífico.

    Norton fez também um apelo directo chamando qualquer outra vítima ou alguém com informação para que entre em contacto com as autoridades ligando para o número 1-866-790-4764. A cidade contratou a "Investigative Solutions Network Inc." em Agosto de 2012 (por $100,000) para analisar pelo menos mais uma queixa histórica contra Estabrooks. Em Novemvro último a cidade revelou que existiam 12 outras alegadas vítimas e disponibilizou mais $100,000 para averiguar queixas adicionais. Na semana passada, o concílio aprovou o gasto de $100,000 adicionais na investigação.

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    Publicada por Lucas à(s) 03:00


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    Salve a Mãe que apareceu - Testemunhos de fé










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    Viver em Deus





















    É importante falar de Deus, das coisas de Deus, sem tirar os pés do mundo, pois estamos nele, embora que, não sejamos dele. O Viver em Deus, fala de Deus, dos fatos da Igreja, do meio cristão católico, fazendo também a apresentação de obras de outros sites católicos, o que, aqui, mais se evidencia, no intuito de divulgação e conhecimento dos mesmos. UM BLOG A SERVIÇO DA IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Sejam todos bem - vindos!
















    A Igreja é a coluna, sustentáculo (mestra) da verdade – 1º Tim 3,15




    Para uma melhor visualização, abra o zoom de sua tela em 75%, ou de acordo com o seu encaixe































    SÁBADO, 12 DE OUTUBRO DE 2013




    • Arquivo Clube Canção Nova


    Outubro é um mês muito especial, pois celebramos o Dia deNossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. Ela cuida de todos os brasileiros e intercede pelas preces de cada um, junto a seu Filho querido, Jesus Cristo.


    Em especial, nós agradecemos a Virgem Santíssima por todas as graças alcançadas, por tantas vidas transformadas, pela nossa missão de evangelizar e por toda ajuda que recebemos, durante os 10 meses deste ano, dos sócios evangelizadores. Somente assim, é possível continuar levando a Palavra de Deus a quem precisa.


    Entre tantas graças, recebemos o testemunho da Priscila Maria da Silva, que mora em São Paulo (SP) e partilhou conosco uma graça alcançada pela intercessão da Mãe querida. Leia:


    "Já recebi muitas graças por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, de quem sou devota. Quero compartilhar com vocês a mais recente.


    Em fevereiro de 2012, após três anos de casada, eu e meu esposo iniciamos nossas tentativas para engravidarmos. Nesta mesma época, retornava de licença uma amiga minha que havia perdido sua primeira filha em um parto prematuro de cinco meses. Seu sofrimento era grande, pois ela desejava muito a maternidade.


    Em todas as minhas orações diárias pedia a Deus que, por intercessão de Nossa Senhora, a graça da maternidade me fosse concedida, porém sempre colocava minha amiga em primeiro lugar. Eu rezava assim: ‘Que Deus conceda a ela esta graça, antes que a mim’. Seria muito difícil passar o período gestacional, sabendo do seu sofrimento e de sua dor.


    Alguns meses se passaram e, em junho de 2012, descobri que tinha um problema de tireóide (Tireoidite de Hashimoto), em que uma das consequências era a dificuldade de engravidar. Iniciei aí o meu tratamento com reposição hormonal e, em meio a lágrimas, intensifiquei as minhas orações, sempre pedindo a intercessão de Nossa Senhora, e pedindo primeiro a graça para minha amiga. 


    Em julho de 2012, aos pés de Nossa Senhora, mais uma vez fiz o meu pedido. Em janeiro de 2013, exatamente no dia 27, estive novamente no Santuário Nacional de Aparecida e, em meio a lágrimas, mais uma vez pedi a Nossa Senhora: ‘Intercede por mim, minha mãe Aparecida, junto a Deus, preciso receber esta graça da maternidade, porém conceda antes esta graça a minha amiga’.


    No dia 28 de janeiro de 2013, um dia após minha visita ao santuário, recebi uma mensagem de minha amiga, informando que estava grávida. Nesse período eu estava de férias do trabalho.


    Exatamente um mês depois, no dia 27 de fevereiro de 2013, antes mesmo de completar meu ciclo menstrual, descobri que também estava grávida, para honra e glória do Senhor.


    Minha amiga passou a gestação toda afastada, em repouso absoluto, devido ao risco de sua gravidez e, no dia 28 de agosto deste ano, o pequeno Heitor veio ao mundo. 


    Hoje, estou aqui, com 36 semanas de gestação e com muita alegria, na expectativa da chegada da maior graça que já recebi, o meu filho Matheus, que tem previsão para nascer até o dia 3 de novembro. Agradeço todos os dias a Deus e a Nossa Senhora Aparecida por esta graça em minha vida.”


    Neste mês, acredite que sua fé transforma vidas, ore pedindo e agradecendo a intercessão da Virgem Maria. Veja também a história de superação de vida de Luiz Eduardo Toscano, de Brasília (DF), que foi resgatado pelas mãos de Nossa Senhora Aparecida.


    Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós! 



    Clube da Evangelização Canção Nova
    Sua fé transformando vidas.

    A nossa filha Malala e os filhos da mãe










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    VEJA
    / Blogs e Colunistas






    11/10/2013 às 6:29 \ Jon Stewart, Malala Yousafzai


    • Malala deixou o loquaz Jon Stewart sem palavras


    O Nobel da Paz de 2013 é novamente institucional, conferido para a Organização para a Proibição de Armas Químicas (no ano passado foi para a União Europeia), por seus esforços para eliminar o horror das armas químicas, como agora na Síria. De certa forma, uma iniciativa arriscada. Cedo para dizer se vai dar certo o experimento no laboratório sírio. E ainda bem que o prêmio não foi estendido a Bashar Assad por sua “participação” nesta empreitada. Portanto, parabéns!

    Jogada de risco e, no entanto, faltou ardor juvenil para os burocratas escandinavos na escolha. Era o ano de Malala Yousafzai, favorita na lista de apostas do Nobel. Confesso que se trata de uma preferência romântica inclusive da minha parte e a frustração aumenta na medida em que a escolha foi por uma burocracia sem face.

    A garota paquistanesa merece nossa reverência. Esta semana, ela já havia ganho o Prêmio Sakharov de Direitos Humanos e dera um show diante do normalmente irreverente Jon Stewart no seu Daily Show, no canal Comedy Central. Stewart ficou sem palavras diante de “nossa filha”.

    Lá estava a sábia e articulada adolescente de 16 anos conversando com o debochado Stewart sobre sua campanha por direitos das mulheres, educação de garotas e os perigos de viver no Paquistão do Talibã, que tentou matá-la há um ano quando ela estava no ônibus de volta da escola. O seu livro de memórias I am Malala é um grito de guerra (de paz) pelo direito à educação.

    No momento-chave da entrevista, Jon Stewart perguntou como ela reagiria à constatação de que o terror islâmico estava pronto para matá-la. Malala disse que primeira reação seria atirar um sapato no pistoleiro (a garota foi alvejada na cabeça), mas aí complementou que fazer isto mostraria que não existe diferença entre ela e o “Talib”, argumentando que não faz sentido tratar os outros com crueldade. O combate deve ser através da paz, do diálogo e da educação. Malala arrematou: “Eu diria ao Talib como a educação é importante, inclusive para os seus filhos”.

    Aqui não é o espaço para debater como é cruento dialogar ou negociar com o Talibã. O que conta é se admirar com a cabeça, a generosidade e a visão estratégica de uma garota de 16 anos. Vamos adiante. Depois da resposta de Malala, que o deixou sem palavras, Jon Stewart se recompôs e fez a proposta ousada: ‘Eu sei que seu pai está nos bastidores e ele se orgulha muito de você. Mas será que ele ficaria bravo se eu te adotasse?”

    Malala já é tratada como filha de muita gente. Infelizmente, nem tanto no Paquistão. Que ironia. Deveria ser mecânico dizer que Malala tem aceitação universal. Afinal, é uma jovem corajosa que defende a educação. Mas a fama de Malala não é saudada com euforia unânime no seu país. Pelo contrário. Existe uma campanha de ódio contra seu papel. Ela nem pode voltar para casa. Risco de vida. Num realidade alternativa, Malala é acusada de ser marionete do Ocidente e nos delírios mais extremos de ser agente da CIA, que fabricou o atentado do ano passado.

    A adoração por Malala no Ocidente é vista como hipócrita na banda oriental, pois crianças inocentes são mortas no Paquistão por aviões não tripulados americanos (os “drones”), como parte da luta contra o terror islâmico. Malala é denunciada como garota-propaganda da difamação do Paquistão. Que coisa. Este país com taxa de alfabetização de 40% entre mulheres e que gasta 2% do seu PIB em educação, metade da média global.

    Neste fogo cruzado de adoração e difamação, Malala novamente diz algo para deixar qualquer um sem palavras. Num documentário da TV britânica, ela disparou que “educação não é nem ocidental nem oriental. Educação é educação e direito de cada ser humano”.

    Malala Yousafzai é nossa filha. Filhos da mãe, deixem a menina em paz.

    ***
    Colher de chá antecipada. Vai para o comparsa Lucas Mendes, do Manhattan Connection, o filho da mãe que me ajudou a sacar o título desta coluna.

    Água de asteroide indica possível vida fora do Sistema Solar










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    Direto ao assunto


    4


    Do UOL, em São Paulo

    10/10/2013 15h49






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    A presença de água nos vestígios de um asteroide flagrado pelo telescópio Hubble, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), sugere que outros sistemas planetários abriguem diversos planetas com atmosfera similar à da Terra.

    A descoberta de astrônomos das universidades britânicas de Cambridge e Warwick foi publicada nesta quinta-feira (10) na revista Science.

    Os vestígios do asteroide orbitavam da anã branca GD 61, uma estrela que está no ciclo final de existência, e continham grande quantidade de água, sugerindo que a estrela viria de um sistema planetário com planetas semelhantes à Terra - portanto, com potencial para abrigar vida como conhecemos.

    Essa é a primeira vez que água e corpo rochoso são achados juntos em um ponto além do Sistema Solar. Os dois itens são tidos como "ingredientes-chave" para planetas com potencial para abrigar vida, destaca o estudo.




    A composição do asteroide encontrado era de 26% de massa d'água. Estima-se que ele venha de um sistema planetário distante 150 anos-luz do ponto em que a estrela foi encontrada. Já a água que ele transportava, dizem os cientistas, aponta que ele seria parte de um planeta já extinto, com pelo menos 90 quilômetros de diâmetro. Esse planeta teria orbitado a GD 61 por volta de 200 milhões de anos atrás.

    Para os pesquisadores envolvidos no estudo, essa é a primeira "evidência concreta" de que existam planetas ricos em água para além do Sistema Solar.

    "A descoberta de água em um asteróide do tamanho do encontrado significa que planetas habitáveis existiram e talvez ainda existam tanto no sistema da estrela GD 61 como nos de outras estrelas", diz, na divulgação do estudo, o cientista Jay Farihi, de Cambridge.

    Para ele, o asteroide encontrado dá pistas de que o número de planetas semelhantes à Terra seja grande.

    "Esses blocos de rocha e os planetas que eles um dia formaram podem ser até comuns, já que um sistema não cria asteróides sem criar também planetas. Definitivamente há potencial para que no sistema do qual vem esse asteróide existam planetas habitáveis", resume o pesquisador.

    [hagiografia] 12 de Outubro - Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil

     

    12 de Outubro

    • Nossa Senhora Aparecida
    • Padroeira do Brasil


    Para ler a história de Nossa Senhora Aparecida, acesse: 
    http://www.lepanto.com.br/catolicismo/aparicoes-de-nossa-senhora/rainha-e-padroeira-virgem-mae-aparecida-salvai-o-brasil/

    Foi em 1717 que, nas águas benditas do rio Paraíba, três pescadores encontraram a imagem milagrosa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que viria a ser constituída Rainha e Padroeira do Brasil. Sua festa, atualmente celebrada no dia 12 de outubro, é desde 1988 feriado nacional. Não há brasileiro digno desse nome que não se comova profundamente ao ouvir as estrofes despretensiosas mas cheias de unção do velho hino mariano:

    • "Viva a Mãe de Deus e nossa / Sem pecado concebida /
    • Viva a Virgem Imaculada / A Senhora Aparecida".




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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo