Banner

Jesus Início

Início


Visitas



addthis

Addrhis

Canal de Videos



    •  


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    • -


    Rio de Janeiro

    Santa Sé






    quinta-feira, 8 de março de 2012

    “E os milhões mortos pela Santa Inquisição?”, perguntam. E eu respondo.

    Photo Flipbook Slideshow Maker





    Veja SP
    Veja RJ
    Exame
    Info
    Contigo!
    MdeMulher
    Modaspot
    Capricho
    Mais sites Abril

    Assine
    Loja
    SAC
    Grupo Abril

    VEJA

    Notícias
    Temas
    Vídeos e Fotos
    Blogs e Colunistas
    Assine VEJA
    Reinaldo Azevedo
    Lauro Jardim
    Augusto Nunes
    Fernanda Furquim
    Ricardo Setti
    Tony Bellotto
    Todos os colunistas

    Acervo Digital
    Veja - CapaAssine VEJA
    / Blogs e Colunistas

    Blog
    Reinaldo Azevedo

    Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil
    Assine o Feed RSS | Saiba o que é

    07/03/2012
    às 20:55
    “E os milhões mortos pela Santa Inquisição?”, perguntam. E eu respondo.

    Escrevi em alguns posts que os valores essenciais do cristianismo certamente conduzem um juiz a um bom caminho — isso se o crucifixo estivesse em alguns tribunais por isso. Mas a razão, como já expliquei, é outra. Sempre que se fala do cristianismo, conjugam-se as mais variadas correntes de difamação da religião, especialmente do catolicismo, que se foram formando ao longo da história. A mais recente — historicamente falando — e mais poderosa, claro, é o marxismo. Atrocidades foram cometidas por autoridades eclesiásticas em quase dois mil anos de história? Foram, sim! E a própria Igreja se debruçou sobre isso.

    Uma das técnicas da militância política, que deveria causar repúdio aos historiadores, é distorcer os fatos para vender uma ideologia. Infelizmente, no Brasil e em boa parte do mundo, quando o tema é religião, a irracionalidade predomina… em nome da razão! Nos colégios, nos cursinhos, nas universidades, professores se referem aos “milhões de mortos da Inquisição”, por exemplo, para tentar criticar não aquela Igreja do passado, mas a do presente. Parece que não há diferença entre as práticas do século 17 e as do século 21!!! Imaginem se todas as barbaridades que os cientistas já cometeram, na comparação com o que sabemos hoje, fossem usadas para considerar a ciência, então, um discurso brutalizante. “Religião não é ciência”, gritará alguém. De fato, a crença não é um objeto que possa ser dissecado à luz das leis da natureza. Mas existem uma ciência teológica e uma ciência moral que remetem ao conjunto de experiências e conhecimentos acumulados no terreno da fé. Adiante.

    Ao longo do tempo, por bons e maus motivos, a Igreja foi uma inimiga poderosa de poderosos. Misturou-se e não se distinguiu da política durante um largo período. E foi, nem poderia ser diferente, alvo de difamações. Uma delas diz respeito justamente aos tais “milhões” de mortos da Inquisição. Uma leitora, Tereza Cristina, manda o comentário que segue. Ao responder a ela, respondo a dezenas, talvez centenas de outros comentários de igual teor. Leiam.

    Reinaldo, você pode até discordar da Liga Brasileira de Lésbicas é um direito seu. Mas negar parte da história do Cristianismo no seu discurso é inaceitável. As acusações feitas a Liga hoje por você já foram práticas do Cristianismo. Não vamos esquecer da SANTA INQUISIÇÃO: momento que sabemos muitos morreram, foram torturados, sofreram perseguição religiosa e que a proteção da vida não foi lembrada. Seria bom também, se tivéssemos como voltar no tempo e perguntar aos africanos que vieram para o Brasil sobre PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA.Só para lembrar: A Inquisição foi um espécie de Tribunal religioso criado na Idade Média para condenar TODOS que eram contra os dogmas pregados pela Igreja Católica.Mandou para a fogueira milhares de pessoas como você mesmo falou ” crime simplesmente por não concordar com eles. De que mesmo a Liga está sendo acusada???? Contra fatos não há argumentos.

    Comento
    Em primeiro lugar, não acusei a “Liga Brasileira de Lésbicas” de coisa nenhuma — só de intolerância. Quanto à Santa Inquisição, republico um texto do site católico Veritatis Splendor - Memória e Ortodoxia Cristãs, que põe as coisas nos seus devidos lugares, com as necessárias referências bibliográficas.

    Quem ainda estiver disposto a aprender alguma coisa vai se surpreender com o texto. Quem já sabe ficará satisfeito com a divulgação dos fatos — ou vai se zangar porque a mentira lhe é útil. E há sempre aquele que não vai querer aprender nada: “Ah, o Reinaldo está dizendo que a Inquisição foi bolinho”. Atenção! A fase do Terror, da Revolução Francesa, matou, em um ano, milhares de pessoas — os números variam de 16 mil a 40 mil. Muitas vezes mais do que a Inquisição em quatro séculos! Fidel Castro fuzilou, sozinho, muito mais do que o Santo Ofício ao longo da história: 17 mil pessoas. Se considerarmos, então, os mais de 80 mil que morreram afogados tentando fugir da ilha… Mao Tse-Tung matou 70 milhões; Stálin, 25 milhões; Hitler, 6 milhões…

    Não, senhores! Eu não estou negando que a Igreja tenha praticado brutalidades. Como vocês verão abaixo, no entanto, ela podia ser muito mais branda que os tribunais civis. Mas isso é o de menos. Invariavelmente, os que querem mandar a Igreja, mesmo a de hoje, para o banco dos réus costumam mandar para o trono Robespierre, Fidel, Mao, Stálin…

    Leiam o artigo, reflitam, pesquisem.
    *
    A Inquisição exterminou 30 milhões de pessoas?
    Para muitos estes supostos dados de “milhões de mortes” são as provas claras e literais do obscurantismo e corrupção da Igreja católica durante a “Idade das Trevas” podemos então afirmar a veracidade destes números que pressupõem que um verdadeiro “holocausto” foi promovido por parte do clero da Igreja Católica?

    É comum vermos na literatura secular, em filmes e documentários, pior nas escolas do ensino fundamental e médio e até em faculdades e universidades, a afirmativa de que a Igreja “torturou e matou milhares”, alguns dizem milhões de pessoas aniquiladas pela Inquisição. Há também diversos ambientes acadêmicos no Brasil em que é nítido tal interpretação, são muitos autores e professores universitários a partilhar dessas objeções.

    É inegável a atuação da Inquisição assim como os julgamentos, qualquer contraposição é uma aberração um erro grotesco de história, a crítica veiculada neste texto é dirigida aos números de mortes e incidentes referentes aos cerca de 386 anos de atuação, deste tribunal eclesiástico.

    Muitos podem até dizer que números não importam, contudo ela “matou e torturou”, a questão é que nesta situação os números representam o maior pretexto e fonte de contradições a temática, pois tendem a alimentar e propagar a ideia de uma tragédia histórica, sem controle, um crime, um perverso e criminoso ato, vindo da Igreja contra a humanidade. Não levando em conta os fatores, o contexto e as posições religiosas da época estaria correto colaborar com estas argumentações e afirmações? Teria sido uma ferramenta de perseguição e extermínio de quem ousava pensar diferente? ou trata-se de posições subjetivas oriundas do homem contemporâneo?

    Vale salientar que estas sociedades eram claramente ligadas ao bem e ‘alegria social’ (Pernoud, 1997) e da religião “em função da fé cristã” (Daniel Rops, Vol. III. p. 43), tinham como ferramentas de prevenção, a condenação de grupo ou individuo, para evitar a contaminação de confusões e divisões que ruíam ‘todo o sistema e ordem social da época’ (Gonzaga, 1994) além de evitar a propagação de heresias e divisões entre os fieis na Cristandade, assim os códigos penais abraçavam e previam comumente a tortura e a morte do réu. E o povo entendia que estes eram os princípios jurídicos e inquisidores (cf. Mt 18,6-7) que evitavam a expansão de cismas e heresias.

    Mas seriam verdadeiros estes indicies sobre a Inquisição? Ou é maquinação vinda dos inimigos da religião que tiram proveito não só da Inquisição ou das Cruzadas, centram-se também nos erros e faltas morais de alguns filhos da Igreja para fazê-los de “cavalo de batalha na sua guerra contra a religião e para perpetuamente as estarem lançando em rosto à Igreja.” como disse o historiador e Pe. W. Devivier, S.J. Fato que “é da natureza da Igreja provocar ira e ataque do mundo” segundo Hilaire Belloc.

    A principal finalidade do artigo não é amenizar os efeitos da Instituição ou fazê-la mais branda, mas trazer a tona os fatos e verdadeiros números da referida instituição, cujos estudiosos sérios testemunham para que possamos construir uma justa interpretação do tema, sem nos veicularmos a nenhuma propaganda anticatólica.

    Vamos tomar como referência as Atas do grande Simpósio Internacional sobre a Inquisição, em que 30 grandes historiadores participaram vindos de diversas confissões religiosas, para tratar historicamente da Inquisição, proposta motivada pela Igreja. O Papa João Paulo II afirmou certa vez: “Na opinião do publico, a imagem da Inquisição representa praticamente o símbolo do escândalo”. E perguntou “Até que ponto essa imagem é fiel à realidade”.

    O encontro realizou-se entre os dias 29 e 31 de Outubro de 1998. Com total abertura dos arquivos da Congregação do Santo Oficio e da Congregação do Índice. As Atas deste Simpósio, foram anos depois reunidas e apresentadas ao público, sob forma de livro contendo 783 paginas, intitulado originalmente de “L’Inquisione” pelo historiador Agostinho Borromeo, professor da Universidade de La Sapienza de Roma. O mesmo historiador lembrou “Para historiadores, porem, os números têm significado” (Folha de S. Paulo, 16 junho 2004).

    As atas documentais do Simpósio, já foram utilizadas em vários obras de historiadores, e continuam a ser, tais documentos são resultados de uma profunda pesquisa sobre os dados de processos inquisitoriais: as seguintes afirmações foram declaradas pelo historiador Agostinho Borromeo.

    Sobre a “famigerada e terrível” Inquisição Espanhola:
    “A Inquisição na Espanha celebrou, entre 1540 e 1700, 44.674 juízos. Os acusados condenados à morte foram apenas 1,8% (804) e, destes, 1,7% (13) foram condenados em “contumácia”, ou seja, pessoas de paradeiro desconhecido ou mortos que em seu lugar se queimavam ou enforcavam bonecos.”

    Sobre as famosas “caças às bruxas”.
    “Dos 125.000 processos de sua historia [tribunais eclesiásticos], a Inquisição espanhola condenou a morte 59 “bruxas”. Na Itália. 36 e em Portugal 4.”

    E a propaganda de que “foram milhões”.

    Constatou-se que os tribunais religiosos eram mais brandos do que os tribunais civis, tiveram poucas participações nestes casos, o que não aconteceu com os tribunais civis que mataram milhares de pessoas.

    Sentenças de um famoso inquisidor:
    “Em 930 sentenças que o Inquisidor Bernardo Guy pronunciou em 15 anos, houve 139 absolvições, 132 penitências canônicas, 152 obrigações de peregrinações, 307 prisões e 42 “entregas ao braço secular” ([citado em] AQUINO, Felipe. Para entender a Inquisição. 1 ed. Cleofas. Lorena. 2009, p. 23).

    O Simpósio conclui que as penas de morte e os processos em que se usava-se tortura, representam números pouco expressivos, ao contrario do se imaginava e foi propagado. Os dados são uma verdadeira demolição e extirpação de muitas ideias falsas e fantasiosas sobre a Inquisição.

    “Hoje em dia, os historiadores já não utilizam o tema da inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja. Diferentemente do que antes sucedia, o debate se encaminhou para o ambiente histórico com estatísticas sérias” (Historiador Agostinho Borromeo, presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos: AS, 1998).

    Bom que tudo isto tem mudado é sinal de esperança, tomara que haja uma nova reconstrução “hermenêutica”, sendo esta necessidade histórica. Que com uma justa crítica acurada, superem-se as ambiguidades historiográficas.

    Pena que as correntes históricas penduram-se e os teóricos antigos, dizem eles os “conceituados” continuam a ser as referencias “fidelíssimas”, assim na prática pedagógica e histórica; seja superior (acadêmica) ou (média e fundamental) ensinos públicos, continua à ritualista tradição a-histórica, não transparente sobre os acontecimentos e de tom feiticista e alienado, incluindo dentre destes, muitos estudiosos, professores, e jornalistas brasileiros e do resto do mundo. “Há milhões de pessoas que odeiam o que erroneamente supõe o que seja a Igreja Católica” (Bispo americano, John Fulton Sheen).

    Referencias:

    AQUINO, Felipe. Para entender a Inquisição. 1º ed. Cleofas. Lorena. 2009.

    DEVEVIER, W. A Historia da Inquisição, curso de apologética cristã. Melhoramentos, São Paulo, 1925.

    L’INQUISIONI. Atas do Simpósio sobre a Inquisição, 1998.

    PERNOUD, Régine. A Idade Média: Que não nos ensinaram. Ed. Agir, SP, 1964.

    ROPS. Henri-Daniel. A Igreja das Catedrais e das Cruzadas. Vol. III. Ed. Quadrante, São Paulo. 1993
    Por Reinaldo Azevedo

    Tags: Igreja Católica
    Share
    Deixe o seu comentário

    Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

    » Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA

    Nome

    Email (não será publicado)

    13 Comentários

    Ade
    -

    07/03/2012 às 21:35

    estamos esperando que os comunistas façam o mesmo.abram o seus arquivos e enfrentem os seus crimes .sim, porque quem silencia sobre os milhões de vítimas é cumplice moral dos genocidas stalin ,mao,guevara etc.é fácil apontar os crimes da igreja mas eles aconteceram em um tempo e contexto que só a história pode julgar.os acontecimentos revolucionários tinham e têem esta meta, o extermínio de populações inteiras.na guarida da igreja você podia até fingir uma conversão já, por exemplo na Coréia do Norte,você pode fingir que está desolado com a morte do ditador mas se cismarem que é mentira você vai correr pra onde?

    José Luiz
    -

    07/03/2012 às 21:27

    Excelente post Reinaldo. Espero que sirva para desmistificar um pouco a história da Inquisição. Afinal, milhares de professores propagam a tese dos “milhões de mortos” diariamente. Sou católico de formação e ateu por opção. Considero, porém, a decisão dos juízes do Rio Grande do Sul estúpida. Não deixa de ser um sinal preocupante a posição dos nossos doutos magistrados. O símbolo da Justiça tem os olhos vendados, como todos sabemos, mas os juízes não devem fechar os olhos para a história.

    Lopes
    -

    07/03/2012 às 21:23

    Marechal Reinaldo,

    Permita-me uma correção: os algarismos que se referem aos séculos não devem vir em romano (e.g., Século XXI)?

    Soldado Lopes.

    Fabricio
    -

    07/03/2012 às 21:22

    Incrivel.. Body counting no site do reinaldo… A Igreja torturou sim. E com o aval das mais altas autoridades católicas, que se diziam infalíveis. Alguém querer dizer que era parte do mundo da época é ridículo. A igreja não se manifestou também por negros não terem almas? Os homens mudam.. Mas a religião não deveria ser eterna? O Papa não deveria ser infalível? Os ensinamentos de Cristo não deveriam ser os mesmos em qualquer época? Como acreditar em 2012 em algo que estava tão errado em 1700?

    Franz S. Borges
    -

    07/03/2012 às 21:21

    Acho que todos estão discutindo a coisa errada, o que se condena é a unilateralidade dos símbolos religiosos em órgãos públicos. O catolicismo é 100% dominante. Deveria ter também homenagens a Lutero, Iemanjá, Chico Xavier, Buda e outros para ser democrático e representativo da população brasileira.

    Anônimo
    -

    07/03/2012 às 21:20

    Se a Inquisição tivesse matado milhões de pessoas, como afirmam certos idiotas, a população européia simplesmente teria sido dizimada.

    alberto santo andre
    -

    07/03/2012 às 21:16

    em cada momento da historia, existiu a exacerbacao do poder, que se materializa em massacre de inocentes ,porem o simbolo maior da ignorancia humana, e cultuar estas exacerbacoes acontecidas,nos tempos atuais ,e a coroacao em alto estilo da mediocridade daqueles que o fazem.

    Gustavo Almeida
    -

    07/03/2012 às 21:16

    Obrigado pela aula de história, Reinaldo!

    Epamimondas
    -

    07/03/2012 às 21:12

    Se vamos por essa ótica, os skinheads merecem consideração pois foi o nazismo situado no passado que exterminou.

    Por certo neste caso é diferente; afinal, nossa cultura não foi fundada dentro de princípios nazistas. Mas creio que seus crimes históricos não seria relevados mesmo nestas condições.

    Mas voltando então para a atualizadade: E quanto a Igreja interferir em campanhas de educação sexual? Numa nítida desconexão com a realidade da natureza humana, propõe abstinência ao ser humano ao invés de um método seguro. Método este sempre acompanhado de algumas vantagens. Mas o principal deles, é a parte sobre “educação” do “educação sexual”.

    Poderia me deter aqui no lobby contra as pesquisas com células tronco, mas isto é patinar na questão do aborto. Já sabemos as opiniões e argumentos de ambos os lados.

    Os princípios cristãos nada mais são do que princípios humanos universais, dos quais todas culturas civilizadas, independente da religiosidade, desenvolveram. Creditá-las à condição cristão soa tão ignorância histórica como dizer que a Inquisição matou milhçoes.

    Tibiriça Ramaglio
    -

    07/03/2012 às 21:12

    Reinaldo,

    É bom lembrar também que popularmente se fala muito da Inquisição da Idade Média e, como diz o artigo da Veritatis Splendor, os autos de fé datam especialmente do século XVI, quando a Idade Média já cedera lugar à Idade Moderna. Aliás, a própria expressão “Idade das Trevas”, com que se designa o interregno entre o fim do Império Romano e o dito renascimento, é produto do anticlericalismo. Como chamar de “Idade das Trevas” uma época que produziu luminares como Agostinho de Hipona, Duns Escoto e Tomás de Aquino, para não falar em Raimundo Lúllio? A verdadeira Idade das Trevas começou com o Iluminismo e a Revolução Francesa.

    Edgar Ehara
    -

    07/03/2012 às 21:10

    Perfeito, Rei. Não se pode comparar a Igreja Católica de séculos atrás com a Igreja Católica de hoje.
    Seria como questionar o Poder Judiciário atual em razão dos ordálios praticados no passado.

    morg
    -

    07/03/2012 às 21:10

    Reinaldo,
    1 - ponto final no título
    2 - na penúltima linha antes de Leiam o…: “…réus costumam…”
    morg

    Marcelo
    -

    07/03/2012 às 21:05

    Esse é mesmo um blog diferenciado. A estatística sobre as execuções durante a Inquisição eu desconhecia. Parei, li e aprendi mais um pouco. Em outros blogs é só gritaria. Aqui o conhecimento flui.

    Seções
    Avesso do Avesso
    Documentos
    profile
    Join the conversation
    Artigos em VEJA
    Alternância de poder e Constituição neles! - 07/10/2009
    Que Goffredo não descanse em paz - 08/07/2009
    A bíblia da esquerda herbívora - 29/4/2009
    Um homem sem (certas) qualidades - 11/2/2009
    Que Deus é este? - 24/12/2008
    Graciliano, o grande - 10/12/2008
    O muro caiu, mas a amoralidade da esquerda sobrevive - 5/11/2008
    O mal-estar dos "progressistas" - 24/9/2008
    O DIREITO SÓ PODE SER ACHADO NA LEI - 27/8/2008
    A bolacha na telinha e a nossa liberdade - 30/7/2008
    As ONGs do fim do mundo - 18/6/2008
    O que eles querem é imprensa nenhuma - 7/5/2008
    Que falta faz um Voltaire - 2/4/2008
    Fidel e o golpe da revolução operada por outros meios - 27/2/2008
    O Foro de São Paulo não é uma fantasia - 30/1/2008
    O pastor e o pensador - 12/12/2007
    A crença na "cultura da periferia" é coisa de gente com miolo mole - 5/12/2007
    Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault - 10/10/2007
    Restaurar é preciso; reformar não é preciso - 12/9/2007
    O Movimento dos Sem-Bolsa - 8/8/2007
    A Al Qaeda eletrônica - 20/6/2007
    Gramsci, o parasita do amarelão ideológico - 16/5/2007
    Crime e castigo dentro de nós - 28/03/2007
    O politeísmo de um Deus só - 28/02/2007
    A seita anticapitalista e a tristeza do Jeca - 07/02/2007
    Sou "doente" mas sou feliz - 27/12/2006
    É preciso civilizar os bárbaros do PT - 1º/11/2006
    Governante bom é governante chato - 11/10/2006
    E o feio se tornou bonito... - 13/09/2006
    Urna não é tribunal. Não absolve ninguém - 06/09/2006
    Mais recentes
    E líder do PMDB, “com Temer na Presidência”, diz que só ministros do PT têm visibilidade…
    Com “tsunami monetário”, Copom corta Selic em 0,75 ponto porcentual
    PMDB manda recado e ajuda a rejeitar recondução de indicado de Dilma para agência reguladora
    Não, nem todo ciclista pertence à “tropa de choque dos bikers”; suponho que essa gente que odeia a democracia seja a minoria
    “E os milhões mortos pela Santa Inquisição?”, perguntam. E eu respondo.
    Vamos convencer o presidente da OAB-RJ, com palavras doces e justas, a não destruir o Cristo Redentor!
    Às vezes, eu acredito em Paulo Henrique Amorim, como nesse caso…
    Um comentário da jornalista Mônica Waldvogel
    Fascisbikers e talibikers, vocês não me intimidam! Tirem um pouco o traseiro do selim e vão estudar democracia! Submetam-se à Constituição!
    LEIAM ABAIXO
    Arquivo
    S T Q Q S S D
    « fev
    1 2 3 4
    5 6 7 8 9 10 11
    12 13 14 15 16 17 18
    19 20 21 22 23 24 25
    26 27 28 29 30 31
    Tags
    aborto Antonio Palocci Aécio Neves Bobagens de Lula Celso Amorim Cesare Battisti Chávez Ciro Gomes corrupção código florestal DEM democracia Dilma Erenice Guerra estado policial Fernando Haddad Governo Dilma Honduras imprensa Irã Israel José Dirceu José Sarney leitores liberdade de expressão liberdade de imprensa Lula Líbia Marina Silva Ministério do Esporte MST Obama Orlando Silva PMDB PSDB PT reajuste do mínimo Receita Federal Rio Serra STF Sucessão 2010 Sérgio Cabral USP Venezuela


    Manchetes de VEJA
    Gráfico desce
    Banco Central
    BC surpreende e reduz Selic para 9,75% ao ano

    Trata-se do 5º corte consecutivo durante o governo Dilma. Com queda de 0,75 ponto porcentual, taxa fica abaixo de 10% ao ano...
    Jorge Henrique comemora o gol do Corinthians no Pacaembu
    Corinthians e Flu vencem na rodada desta 4ª
    'W.E.' é exercício de narcisismo da cantora Madonna
    'W.E.' é exercício de narcisismo da cantora Madonna

    + Lidas

    1
    Corpo de Bin Laden não foi lançado ao mar, diz...
    2
    Facebook é vítima de sua primeira grande falha
    3
    E o machismo varreu Renata do BBB12



    O que foi destaque

    07/03 21:40
    Senadores votam pela obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista

    PMDB impõe primeira derrota a Dilma no Senado
    07/03 20:04
    Caminhões tanque são vistos parados, em protesto contra a nova restrição de caminhões que não poderão rodar pelas pistas da Marginal do Rio Tietê, entre outras, em certos horários

    Para repor gasolina, sindicato quer adiar restrição
    07/03 18:51
    Posto sem combustível em supermercado na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, nesta quarta- feira

    Petrobras: reabastecimento em SP será gradual
    Publicidade
    07/03 16:03
    Um dos gerentes foi detido neste posto, localizado na Avenida Alfedo Pujol, em Santana

    Kassab diz que não cede à pressão dos grevistas
    07/03 13:23
    Posto sem combustível em supermercado na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, nesta quarta- feira

    Apesar de liminar, abastecimento não é retomado
    07/03 11:01
    Linha de montagem do automóvel Gol

    Produção industrial brasileira cai 2,1% em janeiro
    Publicidade



    Serviços

    iPhone & iPad
    Android
    Facebook
    Orkut
    Foursquare
    Twitter
    Google+
    RSS
    Newsletter
    Anuncie
    Tempo
    Cotações


    Assinaturas
    Clique e saiba tudo sobre sua assinatura!

    O clube que conhece e reconhece você.
    Assine Veja e ganhe meses a mais!
    Assine VEJA Digital e ganhe até 12 meses grátis!
    Assine SUPER versão digital!
    Assine CARAS por 2 anos e ganhe a coleção Petites Casseroles!
    Assine EXAME e ganhe meses a mais!
    Assine por 1 ano e receba
    + 6 meses grátis!
    Nome Nascimento E-mail CEP
    Apenas 10x R$ 51,48

    Notícias
    Brasil
    Economia
    Internacional
    Celebridades
    Esporte
    Vida Digital
    Educação
    Ciência
    Saúde
    RSS
    Infográficos
    Saber +
    Na História
    Em profundidade
    Perguntas e Respostas
    Conheça o país
    Cronologia
    Quem é Quem
    Testes

    Vídeos e Fotos
    Vídeos
    Galerias de fotos
    Galerias de vídeos
    Revistas
    VEJA
    Os livros mais vendidos
    Destaques da semana
    Edições especiais
    Expediente
    VEJA São Paulo
    VEJA Rio
    Comer e Beber
    VEJA na Sala de Aula
    Temas
    Reportagens, vídeos,
    infográficos e cronologia
    de assuntos em
    destaque no noticiário

    Blogs e colunistas
    Antonio Ribeiro, de Paris
    Augusto Nunes, coluna
    Betty Milan, sexualidade
    Caio Blinder, de Nova York
    Fernanda Furquim, séries de TV
    Isabela Boscov, cinema
    Lauro Jardim, Radar on-line
    Lucia Mandel, dermatologia
    Mayana Zatz, genética
    Paula Neiva, celebridades
    Reinaldo Azevedo, blog
    Renato Dutra, atividade física
    Ricardo Setti, coluna
    Sérgio Rodrigues,
    livros e escritores
    Tony Bellotto, crônicas

    Blogs da redação
    Imposto de Renda 2012
    VEJA nas Olimpíadas
    Enem e Vestibulares
    Maquiavel, política
    VEJA Acompanha
    VEJA Meus Livros,
    literatura
    Dez Mais, variedades
    Vida em Rede, internet
    Acervo Digital, história
    Diz o Estudo, ciência
    + Tech, tecnologia
    Sobre palavras,
    Sérgio Rodrigues
    Enquetes, opinião
    Ponto de vista
    Sobre Imagens, fotografia
    Imperdível, variedades
    Conversa em Rede, internet
    Testes, conhecimentos gerais

    Serviços
    Assine VEJA
    Busca
    RSS
    Twitter
    Facebook
    Orkut
    iPhone
    Celular
    Newsletter VEJA
    Fale conosco
    Para anunciar
    Abril SAC
    Aponte erros
    Tempo
    Cotações
    Redes Sociais
    Termo de uso
    Política de
    Privacidade

    Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
    
    Manchetes de VEJA Manchetes de VEJA
    BC surpreende e reduz Selic para 9,75% ao ano
    Gráfico desce

    Jorge Henrique comemora o gol do Corinthians no Pacaembu
    'W.E.' é exercício de narcisismo da cantora Madonna


    Senadores votam pela obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista

    Caminhões tanque são vistos parados, em protesto contra a nova restrição de caminhões que não poderão rodar pelas pistas da Marginal do Rio Tietê, entre outras, em certos horários

    Posto sem combustível em supermercado na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, nesta quarta- feira

    Um dos gerentes foi detido neste posto, localizado na Avenida Alfedo Pujol, em Santana

    Posto sem combustível em supermercado na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, nesta quarta- feira

    Linha de montagem do automóvel Gol

    Nenhum comentário:

    Apoio




    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo