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    sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

    [Catolicos a Caminho] ANUNCIAÇÃO DO SENHOR Som !

     











    • ANUNCIAÇÃO DO SENHOR! 


    **************** 


    A Liturgia da Palavra de hoje – 20 de Dezembro – A, apresenta-nos o Mistério e solenidade da Anunciação, que tem o seu dia próprio – 24 de Março, nove meses antes do nascimento de Jesus, por estarmos muito próximos do dia de Natal.
    Chama-se Anunciação ao episódio narrado por S. Lucas :
    - "Não tenhas receio Maria, pois achaste graça diante de Deus. Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus"... (Lc.1,30).
    A Igreja celebrava primitivamente, pouco antes do Natal, o mistério da Encarnação, ou seja a Anunciação.
    A isso se referem ainda hoje os textos litúrgicos do 3° Domingo do Advento.
    Anunciação e Natal eram celebrações que andavam ligadas.
    Deus, que no decorrer dos séculos, tinha encarregado os profetas de transmitirem aos homens a Sua Palavra, ao chegar a plenitude dos tempos, determina enviar-lhes o Seu próprio Filho, o Seu Verbo, a Palavra feita carne.
    Contudo :
    - O Pai das misericórdias quis que a Encarnação fosse precedida da aceitação por parte da que Ele predestinava para Mãe, para que assim como uma mulher contribuiu para a morte, também outra mulher contribuísse para a vida.(L G 56).
    No momento da Anunciação, através do Anjo Gabriel, Deus expõe, portanto, a Maria, os Seus desígnios.
    E Maria, livre, consciente e generosamente, aceita a vontade do Senhor a seu respeito, realizando-se assim o mistério da Encarnação do Verbo.
    Diz o Catecismo da Igreja Católica :
    484. - A Anunciação a Maria, inaugura a "plenitude dos tempos" (Gal.4,4), isto é, o cumprimento das promessas e dos preparativos. Maria é convidada a conceber Aquele em quem habitará "corporalmente toda a plenitude da Divindade" (Col.2,9). A resposta divina ao seu "como será isto, se Eu não conheço homem?"(Lc.1,34) é dada pelo poder do Espírito : "O Espírito Santo virá sobre ti". ( Lc.1,35).
    A partir do século VII a Igreja de Ocidente, começou a celebrar esta festa em 25 de Março para que decorressem os nove meses de gestação até ao dia do Nascimento do Menino.
    Esta mesma data anda ligada portanto ao Nascimento de Cristo, em primeiro lugar, mas também se acreditou que Cristo tivesse morrido em 25 de Março, e que seria ainda a data da Criação do Mundo.(Suposições).
    Ao celebrar este mistério, precisamente nove meses antes do Natal, a Solenidade da Anunciação orienta-nos já para o Natal, ou Nascimento de Cristo, que havemos de celebrar no tempo oportuno.
    No entanto, a Encarnação está intimamente unida à Redenção, a qual nós estamos agora a celebrar. 







    John 
    Nascimento 




    sábado, 24 de março de 2012

    La nova filha de Sião

    Glitter Photos


    Fonte: L'OSSERVATORE ROMANO
    Cultura
    Cidade do Vaticano, 24 de Março de 2012.
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    Anunciação do Senhor

    La nova filha de Sião

    Este ano, no auge do tempo litúrgico de Quaresma, a Igreja celebra no dia 25 de Março a solenidade da Anunciação do Senhor. Na Igreja antiga, desde o século V, o acontecimento da Encarnação virginal do Filho de Deus, que se tornou possível graças ao fiat da Virgem de Nazaré, era celebrado no tempo do Natal. A seguir, preocupações de exactidão cronológico-teológica contribuíram para fixar a solenidade da Anunciação nove meses antes de 25 de Dezembro, dia do nascimento do Redentor em Belém da Judeia.


    Simone Martini e Lippo Memmi «A Anunciação» (1333, pormenor)
    Este acontecimento, que celebra o início da nossa redenção, põe no centro da reflexão orante tanto o fiat do Verbo, como o fiat da Mãe; ambos desejados e tornados possíveis pela vontade insondável de Deus, com a finalidade de restituir a humanidade à Aliança e de continuar assim o colloquium salutis.

    Em Maria, o Espírito realizou a «nova criação», que é plenamente conforme com o desígnio de Deus. Os fiéis contemplam de bom grado na Tota Pulchra a mais alta dignidade conferida a uma criatura, a uma deles, e no culto mariano, na devoção terna e genuína, expressam o louvor e o reconhecimento da Igreja por estes dons extraordinários. Como nova «filha de Sião», entrando na aliança esponsal com Deus, pôde oferecer ao Senhor um verdadeiro coração de esposa: belo, acolhedor, virginal, oblativo e jubiloso.

    Por isso, numa catequese de 1996, o Papa Wojtyła afirmava que «a “filha de Sião” já não é simplesmente um sujeito colectivo, mas uma pessoa que representa a humanidade e, no momento da Anunciação, corresponde à proposta de amor divino com o próprio amor esponsal». Além disso, no sulco do capítulo mariano do Vaticano II, especialmente com a encíclica Redemptoris Mater, ele contribuiu para aprofundar a figura teologal de Maria, indicando-a como primeira discípula, serva extremamente semelhante ao Servo-Jesus, crente no e do Filho que precede o povo de Deus na peregrinação e na diaconia da fé.

    Com efeito, estes anos do pós-Vaticano II demonstraram que a Palavra de Deus é o lugar e o âmbito natural para uma interpretação autêntica, côngrua e sempre actual da presença e do significado da Mãe de Jesus para a Igreja dos discípulos. O lugar e o papel que Maria teve, unicamente per sola Gratia, nos acontecimentos messiânico-salvíficos do Senhor são os mesmos que Ela deve possuir na própria fé e na vida da Igreja, até à parusia do Cordeiro. Santa Maria, Mulher do sim, lembra cordialmente aos fiéis e à própria Igreja que nos deixarmos penetrar como Ela pela Palavra, tornar-nos-emos pela Graça refrangência da única Luz que ilumina e aquece o coração e a vida, recebendo outrossim o critério-base com o qual discernir e julgar o existente e a existência não com a arrogância da razão, mas com o esplendor da caridade agápica, a única que nos permitirá entrar no seio grande e eterno de Deus; esperança almejada por todos aqueles que se deixam trespassar e conquistar pela Palavra de verdade e de vida. Por isso, afirmou Bento XVI na audiência geral de quarta-feira 14 de Março de 2012: «Maria ensina-nos a necessidade da oração e indica-nos que só através de um vínculo constante, íntimo e cheio de amor com o seu Filho podemos sair da “nossa casa”, de nós mesmos, com coragem, para chegar aos confins do mundo e anunciar em toda a parte o Senhor Jesus, Salvador do mundo»; o Único que com o seu Espírito pode tornar-nos, como Maria sua Mãe, capazes de ser criaturas do sim.
    Salvatore Perrella
    25 de Março de 2012
    [palavras-chave: Teologia]
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    quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

    Basilica da Anunciação - Nazaré






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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo