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    domingo, 21 de dezembro de 2014

    Lourdes e suas aparições A Coroa do Advento, símbolo do próximo nascimento de Jesus




    Lourdes e suas aparições







    Posted: 17 Dec 2013 11:30 PM PST



    Entre os muitos costumes do Natal cujas origens nem muitos sabem, figura a de montar uma coroa de galhos de pinheiro – ou equivalente – ornada com flores, frutas, bolas, fitas, muita imaginação e o mais importante: quatro velas.



    Trata-se da "Coroa do Advento".



    A palavra Advento vem do latim adventus e significa "vinda" ou "chegada".



    O período litúrgico do Advento foi instituído pelo Papa São Gregório I Magno para preparar os fiéis para a vinda de Cristo.



    O Advento começa quatro domingos antes do Natal e marca o início do ano litúrgico.



    No século XVI na Alemanha apareceu o costume de montar a Coroa de Advento para ir marcando os domingos que faltavam até o Natal.



    Em cada domingo acendia-se uma das velas, de maneira que quando todas estivessem acessas o Natal era iminente.



    Também em muitas famílias ou igrejas se acrescenta no centro uma grande vela branca. Essa quinta vela é acessa na Noite de Natal.



    Na Alemanha há muitas variantes em torno da ideia central e tradicionalmente as velas são vermelhas, que é a cor do fogo da graça e da Luz que o Menino Jesus vem trazer ao mundo.



    Porém, na Suécia, elas são brancas para evocar a pureza da festa e, na Áustria são roxas, cor litúrgica do Advento, e simbolizam a penitência que nos prepara para bem receber o divino Redentor. Fonte. 























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    domingo, 12 de janeiro de 2014

    Tempo do Natal


    Feliz Natal from Augusto César Ribeiro Vieira on Vimeo.

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    Voz da Igreja + Qual é o dia certo para desmontar o presépio e a árvore de Natal?




    Voz da Igreja +





    Posted: 01 Jan 2014 11:43 PM PST







    O NATAL, uma das épocas mais esperadas do ano, em que os cristãos celebram o nascimento de Jesus Cristo, ao contrário do que muitos pensam, não termina depois das festas. Muitos se apressam a desmontar o presépio e retirar todos os enfeites que lembram a Natividade do Senhor logo após o dia 25 de Dezembro. É um equívoco...





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    O dia certo para desmontar o presépio e a árvore de Natal


    O NATAL, uma das épocas mais esperadas do ano, em que os cristãos celebram o nascimento de Jesus Cristo, ao contrário do que muitos pensam, não termina depois das festas. Muitos correm a desmontar o presépio e retirar todos os enfeites que lembram a Natividade do Senhor logo após o dia 25 de Dezembro.


    Tanto a árvore de Natal quanto o presépio fazem parte das pias tradições do Natal, e todos os anos casas e ruas são enfeitadas em como símbolo da reverência por esse tempo de espera e alegria pela Encarnação do Salvador do mundo. Os ambientes tornam-se mais agradáveis, e um sutil sentimento de júbilo, inexplicável, incontido, toma conta dos corações e mentes mais sensíveis, até mesmo dos não cristãos. Enfeites, árvores e presépios são alegorias, símbolos que serve para nos fazer lembrar desse época tão santa e tão importante.


    Geralmente, o recomendado é que se monte o presépio, a árvore e os enfeites de Natal pelo início do Tempo do Advento, que começa com as vésperas do domingo mais próximo ao dia 30 de novembro. E para desmontá-lo, tem alguma data certa? A resposta é sim. E se possível, desmonte neste dia, pois isso também é uma piedosa e importante tradição, principalmente para os católicos.


    Apesar de muita gente achar que se deve desmontar o presépio e a árvore de Natal no dia da Epifania, mais conhecido como Dia de Reis, em que os "Reis Magos" visitaram o Menino Jesus recém-nascido, não é essa data em que se deve desmontar a árvore e o presépio. - Dom Tomé, bispo diocesano de São José do Rio Preto (SP), esclarece: "O dia de desmontar o Presépio, corretamente, é sempre no dia seguinte à Solenidade do Batismo de Jesus, quando se encerra o Tempo do Natal. Esta é uma solenidade móvel, sem data fixa".


    Neste ano, 2014, a festa do Batismo do Senhor será em 12 de janeiro. Desmonte o presépio, portanto, no dia 13. É nesse dia que começa o Tempo Comum na Liturgia.




    Queima da lapinha


    "Lapa" ou "lapinha" é o nome dado para o local onde se depositou a imagem do Menino Jesus (por isso é que se canta: 'Eis, na lapa, Jesus, nosso Bem...'), variável em cada lugar. Os resíduos do presépio que não serão reaproveitados devem ser queimados, para não serem jogados no lixo comum ou abandonados em algum lugar qualquer. Em algumas regiões observa-se uma cerimônia especial ou até se faz uma festa para esse ato.

    ___________** Baseado no artigo "Qual é o dia certo para desmontar o presépio e a árvore de Natal?", website da região episcopal Ipiranga da Arquidiocese de São Paulo, disponível em:


    http://regiaoipiranga.com.br/qual-e-o-dia-certo-para-desmontar-o-presepio-e-a-arvore-de-natal.html#sthash.VrwupbMe.dpuf
    Acesso 31/12/013
    vozdaigreja.blogspot.com





    Um comentário:


    Que bom voltou!

    TilsonResponder








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    [Catolicos a Caminho] BAPTISMO DE CRISTO - A Som !















    BAPTISMO DE CRISTO – A







    QUANDO O CÉU SE ABRE SOBRE NÓS





    No Baptismo de Jesus é o Céu que se abre sobre nós, para que a aluz e a palavra que nos vêm do alto ofereçam à Humanidade e até ao Universo uma hipótese de reciclagem, ou, melhor ainda, de regeneração.

    Pela luz que nos vem do alto é uma nova compreensão da vida e da nossa missão no meio dela, que nos é proporcionada, graças ao acolhimento que, por Jesus, se torna possível fazer-lhe.

    Assim nos vamos tornando reflexos vivos de Deus, no seio duma humanidade em busca de sentido.

    Pela Palavra é a voz que vem do alto que nos confirma como interlocutores de Deus Pai, e nos oferece a graça duma nova forma de diálogo e comunicação com Ele, a fim de colhermos aquela declaração de amor benevolente e recriador, que a nós nos torna filhos adoptivos, e ao universo o torna templo vivo desse diálogo filial jamais interrompido, porque agora somos filhos no Filho, graças ao Baptismo.

    O Baptismo de Cristo foi assinalado por factos importantes e únicos :

    -"Uma vez baptizado, Jesus saiu da água e eis que os céus se Lhe abriram e viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e vir sobre Ele. E uma voz vinda do Céu, dizia : "Este é o Meu Filho muito amado, no Qual pus toda a minha complacência". (Mt.3,13-17).

    Jesus Cristo quis receber o Baptismo, não por se considerar pecador, mas para nos mostrar que tinha assumido a nossa natureza humana para assim nos poder remir, e para dar autoridade à pregação de João Baptista.

    Sendo impecável, não tinha necessidade nem obrigação de ser baptizado.

    Cristo é o nosso Modelo.

    Antes de nós, mesmo estando isento de todo o pecado, quis ser também baptizado para que o Seu Baptismo nos servisse de exemplo.

    Nele, toda a SS. Trindade estava presente :

    - O Pai estava presente, pois se ouviu a Sua voz a dizer :

    - Este é o meu Filho muito amado.

    - O Filho estava presente, pois estava a ser baptizado…

    - O Espírito Santo estava presente, figurado na pomba que desceu e pairou sobre a cabeça de Jesus...

    O Baptismo de Cristo é o protótipo do nosso Baptismo.

    O Baptismo de Cristo, além de tudo o que fica dito é ainda um convite e um desafio a que devemos dar uma resposta.

    Jesus não nos pede uma resposa catequética ou teórica. Nem mesmo teológica ou biográfica

    O que Ele espera de nós pede é ua resposta que revele como é que Ele vai ser acolhido por nós.

    Tornando-nos Filhos adoptivos de Deus, tornamo-nos também membros do Corpo Místico de Cristo, tornamo-nos membros da Igreja, portanto nós somos a Ireja, com todo os seus privilégios e com todos os seus deveres.

    Isto é uma honra e uma responsabilidade, que nos confere uma missão, a missão de Evangelizar, começando por dar o nosso tesemunho de vida cristã e de prárica religiosa e sacramental, vivendo o nosso próprio Baptismo.




















    [Catolicos a Caminho] LITURGIA DA PALAVRA - BAPTISMO DO SENHOR - A Som !

     











    É de aconselhar que se leia primeiro toda a Liturgia da Palavra. 


    • FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR - ANO A! 




    (Domingo entre 9 e 13 de Janeiro) 




    A Liturgia da Palavra da Festa do Baptismo do Senhor – A, que a Igreja celebra no domingo entre 9 e 13 de Janeiro, nos convida a uma reflexão profunda sobre a Missão que o Pai manifesta sobre o Seu Filho :
    - "Este é o Meu Filho muito amado : n'Ele pus o meu enlevo".
    O Baptismo de Jesus no Jordão é um dos momentos essenciais na vida do Senhor : assinala o termo da vida de silêncio e obscuridade e inaugura o Seu ministério público, anunciando e preparando o Seu Baptismo «na morte»(Lc.12,50; Mc.10,38).
    A Vida Pública de Jesus é o início da História da Salvação no Novo Testamento.
    A vida pública de Jesus surge assim enquadrada entre dois baptismos :
    - O Baptismo de penitência do Jordão, (que encerra, em potência, todo o itinerário que o Servo de Javé percorrerá para realizar a Sua obra), e aquele que constituirá como vítima e pedra angular do mundo novo.
    - O Baptismo do Calvário, no qual o sangue e a água brotarão do Seu lado.(Jo.19,34 sgs.).
    Pelo Seu Baptismo, Jesus deseja :
    1)- Sujeitar-Se à vontade do Pai.(Mt.3,14 sgs.).
    2)- Colocar-Se humildemente, entre os pecadores, Ele que é o «Cordeiro de Deus» que vai tirar o pecado do mundo.(Jo.1,29).
    As duas primeiras Leituras são comuns aos três Ciclos A, B e C., mas o Evangelho é próprio para cada Ciclo.
    A 1ª Leitura, do Livro do profeta Isaías, diz que a figura misteriosa do Servo do Senhor que, através dos séculos, alimentou a fé de Israel, alcançará o seu pleno e absoluto cumprimento em Jesus Cristo.
    - "Fui Eu o Senhor, quem te chamou, num propósito de salvação. Tomei-te pela mão, formei-te e fiz de ti a aliança do povo e a luz das nações".(1ª Leitura).
    Ele é o Servo, não só porque entra na linha dos grandes servos, como Moisés e os Profetas, mas sobretudo porque Ele foi o único que pôde propor a todos os homens um SIM filial e absoluto ao Pai.
    E o Baptismo no Jordão significa a Sua unção como Servo, como «Filho muito amado» e Salvador dos homens, que abençoará o Seu Povo, como aclama o Salmo Responsorial :
    - "O Senhor abençoará o Seu Povo na paz".
    A 2ª Leitura dos Actos dos Apóstolos, diz-nos que S. Pedro, em casa do centurião Cornélio, proclama a Boa Notícia da Salvação e, o primeiro grupo de pagãos, aceite pela Fé a mensagem que lhes é dirigida, quebrados os laços do passado pelo arrependimento e recebido o Baptismo, entra na Igreja, que começa assim a expandir-se para além das fronteiras do Judaísmo
    - "Foi essa a mensagem que enviou aos filhos de Israel, ao proclamar a Boa Nova da paz, por meio de Jesus Cristo, que é o Senhor de todos".(2ª Leitura).
    A manifestação do Espírito Santo, que acompanha o Baptismo, é sinal de que junto de Deus não há discriminação de qualquer género, pois todos são chamados a incorporarem-se em Cristo pelo Baptismo, integrando-se na grande família de Deus.
    O Evangelho do Ano A é de S. Mateus e diz-nos que Jesus, confundindo-Se com os pecadores do Seu tempo, submete-Se ao Baptismo de penitência de João, num gesto de humildade, que enche de admiração o Precursor.
    O Pai, porém, glorifica o Seu Servo, proclamando que Ele é Seu Filho.
    - "Jesus chegou da Galileia e veio ter com João Baptista ao Jordão, para ser baptizado por ele.(...) «Eu preciso de ser baptizado por Ti, e és Tu que vens ter comigo?»(Evangelho).
    A Boa Notícia da salvação, começa, pois, com este anúncio solene : Jesus Cristo é, verdadeiramente, o Filho de Deus.
    Os fiéis que nasceram e viveram na fé da Igreja têm necessidade de redescobrir a grandeza e as exigências da vocação baptismal.
    É paradoxal que o Baptismo, fazendo do homem um membro vivo do Corpo de Cristo, não esteja bem presente na consciência explícita do cristão e que a maior parte dos cristãos não considere o ingresso na Igreja, através da iniciação baptismal, como o momento decisivo da sua vida.
    - O Baptismo foi-nos dado em nome de Cristo;
    - Põe-nos em comunhão com Deus;
    - Integra-nos na família de Deus;
    - É um novo nascimento;
    - Uma passagem da solidariedade no pecado à solidariedade no amor;
    - Das trevas e solidão ao mundo novo da fraternidade.
    Uma nova sensibilidade para com o Baptismo foi suscitada na Igreja pelo Espírito; hoje, mais do que nunca, nas comunidades cristãs, apresenta-se a vida cristã como "viver o seu Baptismo"; e se manifesta mais intensamente nos adultos a necessidade de repercorrer os caminhos do próprio Baptismo, através de um "catecumenato" feito de profunda experiência comunitária e sério conhecimento da Sagrada Escritura.
    Jesus, o Filho de Deus é o Redentor prometido que vem para cumprir o plano da História da Salvação.
    .......................................
    Diz o Catecismo da Igreja Católica :
    1224. – Nosso Senhor sujeitou-Se voluntariamente ao Baptismo de S. João, destinado aos pecadores, para «cumprir toda a justiça»(Mt.3,15). Este gesto de Jesus é uma manifestação do seu «aniquilamento» (Filip.2,7). O Espírito que pairava sobre as águas da primeira criação, desce então sobre Cristo como prelúdio da nova criação e o Pai manifesta Jesus como seu «Filho muito amado». (Mt.3,16-17).
    1225. – Foi na sua Páscoa que Cristo abriu a todos os homens as fontes do Baptismo. De facto, Ele já tinha falado da Sua Paixão, que ia sofrer em Jerusalém, como dum «baptismo» com que devia ser baptizado(Mc.3,16-17). O sangue a e água que manaram do lado aberto de Jesus crucificado (Jo.19,34) são tipos de Baptismo e de Eucaristia, sacramentos da vida nova : a partir de então, é possível «nascer da água e do Espírito» para entrar no Reino de Deus. (Jo.3,5). 





    Eu baptizo-vos em água.... 
    Esse baptizar-vos-á no Espírito Santo... 



























    sábado, 11 de janeiro de 2014

    [Catolicos a Caminho] ELE DEVE CRESCER E EU DIMINUIR - Som !

     











    • ELE DEVE CRESCER E EU DIMINUIR 




    A Liturgia da Palavra de hoje – 11 de Janeiro A -, apresenta-nos o que se chama, "ultimo testemunho de João", em que João teria ditto :
    -"Não sou o Messias; apenas fui enviado adiante d'Ele".(Jo.3,,27).
    Ora isto aconteceu porque João anunciava a vinda do Messias e administrava um baptismo de penitência, de modo que a certa altura os seus discípulos perguntaram-lhe quem era ele, ele respondeu :
    -"Eu sou a voz do que brada no deserto : aplanai o caminho do Senhor".(Jo.1,23).
    E como lhe perguntassem, porque é que ele baptizava se não era o Messias, ele respondeu :
    -"Eu baptizo em água; mas no meio de vós, encontra-se alguém que não conheceis. Aquele que vem depois de mim; e eu não sou digno de desatar a correia da Sua sandália".(Jo.1,26).
    João deixou bem clara esta afirmação :
    -"Ele deve crescer e eu diminuir".(Jo.4,31).
    E este é que foi o último testemunho de João, porque depois disto é que ele foi preso e degolado.
    Fazendo uma breve reflexão sobre a vida oculta de João Baptista, nós podemos chegar a conclusões interessantes sem contradizer as Escrituras.
    Quando João Baptista nasceu seus pais eram já de idade avançada.
    Seus pais poderiam ter morrido quando João tinha mais ou menos, 12 anos, idade em que se pensa que ele teria ido para o deserto.
    Não podemos interpretar este «deserto» apenas como uma região formada só por areias sem vida, como o interpretamos hoje, mas mais como as regiões inóspitas e incultas onde os pastores guardavam e apascentavam os seus rebanhos e por lá pernoitavam e se abrigavam em grutas naturais, como aconteceu com os pastores a quem os anjos anunciaram o nascimento de Jesus.
    Daí a ideia de que Jesus tivesse nascido também numa gruta.
    A grande riqueza daqueles tempos eram os rebanhos donde vinham o leite e a carne para alimentação, e a pele para o vestuário.
    Os pais de João deviam ter também os seus rebanhos, que João teria começado a apascentar desde tenra idade.
    Logo que seus pais faleceram, naturalmente, João continuou a apascentar os seus rebanhos e com eles ficaria muitas noites no tal «deserto», isto é, nos campos de pastagens sem voltar a sua casa.
    Daí o dizer-se que João foi para o deserto.
    Se João não tivesse o seu rebanho o que é que ele ia fazer para o «deserto» uma vida inteira ?
    Diz a Escritura que ele se alimentava de gafanhotos e mel silvestre, mas certamente não seria apenas isso porque ninguém pode viver uma vida inteira a alimentar-se só deste pobre alimento, porque o organismo humano precisa de outras elementos de outras fontes de alimentação.
    Penso que João Baptista era um dos muitos pastores que viviam no «deserto» para guardarem e apascentarem os seus rebanhos, dos quais usufruíam como alimento, leite e carne, e se vestiam com as peles das ovelhas.
    João também imolava os cordeiros do seu rebanho para se alimentar e foi por isso que usou uma linguagem que lhe era familiar para apresentar aos seus discípulos Jesus como o «cordeiro de Deus»...
    Por alturas da Páscoa, João e os outros pastores certamente iam a Jerusalém, que ficava relativamente perto, para oferecerem como vítimas alguns dos seus cordeiros e só nessa altura João teria tido ocasião de se encontrar com seu primo Jesus e sua tia Maria que vinham de muito longe, da Galileia.
    E isto poderia ter acontecido pelo menos uma vez em cada ano, de modo que João, embora no «deserto», aparecia em público por alturas da Páscoa.
    Mais perto do fim da sua vida oculta e da vida oculta de Jesus, ambos teriam falado mais de perto sobre o futuro de cada um.
    João começou então a pregar o baptismo de penitência, dizendo que depois dele viria alguém que era mais do que ele e a quem ele nem era digno de desatar as correias da sandálias.
    E quando Jesus se apresentou para ser baptizado por João e ele lhe disse que Jesus é que o devia baptizar, isto mostra que João sabia bem quem era Jesus, o qual lhe respondeu : Deixemos isso por agora... 




    John
    Nascimento 



    sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

    [Catolicos a Caminho] TOCADOS POR JESUS Som !

     











    • TOCADOS POR JESUS 




    Os leprosos eram excluídos da sociedade.


    A Liturgia da Palavra de hoje – 10 de Janeiro – A, apresenta-nos a cura de um leproso, que dirigiu a Jesus esta súplica :
    -"Senhor, se quiseres, podes limpar-me".(Lc.5,12).
    Perante esta prova de fé, logo Jesus estendeu-lhe a mão e tocando-o, respondeu, dizendo simplesmente :
    -"Quero, fica limpo".(Lc.5,
    A Lepra, no tempo de Jesus, era uma doença terrível e muito contagiosa, provocada por um bacilo específico, e caracterizada por lesões cutâneas típicas, e as pessoas afectadas por esta doença não podiam viver no meio da sociedade, por causa do contágio e, quando fossem curadas deviam ir mostrar-se ao sacerdote do Templo para que se pudesse confirmar que poderiam voltar à convivência com a sociedade.
    Ainda hoje é uma doença fatal se não for tratada.
    No Antigo Testamento é mencionada algumas vezes e Jesus curou várias vezes e até de uma vez curou 10 leprosos.
    Nos tempos de hoje e numa mensagem de formação moral e espiritual, a Igreja considera o pecado como uma lepra espiritual, para a qual usa o Sacramento da Reconciliação, em que o penitente se deve mostrar ao sacerdote, para ser tocado pela força sacramental e voltar ao estada da graça.


    Os tabus não desapareceram da nossa cultura moderna, apesar de nos considerarmos mais evoluídos e dotados de mais conhecimentos.
    Também não desapareceram os párias e os intocáveis.
    Doentes do SIDA, ex-presidiários, toxicodependentes, pobres sem abrigo, reformados e idosos, integramn o lote dos excluídos da nossa civilização, ao lado de muitos outros que não queremos "tocar".
    Jesus desafia, com o Seu comportamento, a pseudo "correcção", esta maneira de entender os factos.
    À partida, para Ele, nada nem ninguém era intocável e por isso, ignorando o interdito legal, não hesita em "tocar" o leproso.
    Mais, deixa-Se "tocar" por todos os doentes e marginais do seu tempo e põe em causa instituições sagradas como o sábado, os preceitos legais (não a Lei), o fariseísmo.
    Mas não o faz por desprezo.
    A sua intenção era questionar essas realidades e aprofundar o seu significado.
    Olhando para tudo com os olhos de Deus Pai, inclui tudo e todos no seu projecto libertador e, desse modo, quebra os interditos e abate as fronteiras.
    Assim atinge e "toca" toda a nossa realidade, purificando-a e elevando-a, para que tudo seja reconduzido ao Pai.
    Ninguém é excluído, porque o simples facto de existir, já é sinal de orientação para o Reino e inclusão nos desígnios de Deus.
    Os nossos sofrimentos e misérias, assumidos por Jesus, convertem-se na restauração de um mundo novo, para o qual tudo e todos podem ser orientados, desde que se deixem transfigurar pelo olhar luminoso do Pai que os purifica e regenera com seu Espírito.
    Mas esta regeneração não pertence apenas a Deus, porque Jesus deixou a sua recomendação, como caminho certo :
    - "No entanto, vai mostrar-te ao sacerdote e oferece, pela tua cura, o que Moisés ordenou, para lhe servir de prova".
    Na presente economia da salvação que Cristo nos mereceu, ficou o caminho aberto por onde todos devemos caminhar.
    Cristo concedeu à Sua Igreja o poder de perdoar a lepra do pecado, no Sacramento da Reconciliação, pelo qual o pecador arrependido é "tocado" pela força do mesmo Sacramento, e fica limpo do pecado.
    Todos devemos admitir que somos fracos e pecadores, que ofendemos a Deus muitas vezes, de muitas maneiras e com diferentes gravidades, e que, portanto, também temos necessidade do arrependimento e do perdão sem o que, não é possível ficarmos integrados no Plano da História da Salvação. 




    John

    Nascimento 


    quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

    [Catolicos a Caminho] : ANUNCIAR A BOA NOVA Som !

     














    . 



    • ANUNCIAR A BOA NOVA 




    A Liturgia da Palavra de hoje – 9 de Janeiro – A, apresenta-nos Jesus a Ler na Sinagoga, de Nazaré, uma passagem de Isaias , citada por Lucas :
    -"O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, o recobrar da vista; a mandar em liberdade os oprimidos,".(Lc.4,18) (Is.61,1).
    Depois de ler, Jesus sentou-se e, quando estavam todos com os olhos postos n'Ele, disse-lhes :
    -"Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura, que acabais de ouvir".(Lc.4,21).
    Portanto, quando o profeta Isaias esreveu, referia-se ao Messias e Jesus estava a cumprir a palavra da Escritura.
    Esta passagem da Escritura é apresentada também no 3º Domingo Comum – C.
    Uma das palavras de ordem que ressalta na Sagrada Escritura, e que impressiona pelas vezes que se repete é exactamente esta :
    - "Escuta Israel!"
    A atitude de escuta é uma das condições que o Povo de Deus deve adoptar para manter a fidelidade à Aliança.
    Escutar é ouvir com a inteligência e com o coração, deixando-se converter por uma Palavra, que nos atinge :
    - Com a força germinal duma semente.
    - Com o poder levedante dum fermento.
    - Com a capacidade nutriente dum alimento.
    - Com a surpresa gratificante duma confidência.
    Escutar torna-se assim o prólogo da oração cristã, condição necessária para que o Espírito actue e desencadeie esse processo de encontro e de comunhão que sempre acontece quando rezamos.
    Assim podemos pensar e aceitar que a oração é a plenitude da atenção.
    Na verdade, quando se trata de rezar, aquilo a que urge atender não é aos nossos estados de alma, mas sim ao Espírito que aguarda uma oportunidade da nossa atenção para se fazer presente e lançar o acontecimento da oração que é sempre um diálogo com Deus em que a nossa posição é de saber escutar.
    Quantas vezes somos confundidos pela incapacidade de diálogo só porque não sabemos escutar e atropelamos a nossa intimidade com Deus, como se quiséssemos dizer a Deus o que queremos que Ele faça.
    Deve ser, portanto, muito gatificante saber escutar com uma tal confiança que a própria atenção com que escutamos estimula a nossa intimidade e a nossa capacidade de dialogar.
    A leitura de Isaías, feita por Jesus na sinagoga de Nazaré, foi uma mensagem que exigia atenção e escuta :
    - "Enviou-me a anunciar a Boa-Nova aos pobres".
    E depois que Jesus se sentou, estavam todos com os olhos postos em Jesus, estavam todos em posição de escuta.
    - Escutar significa calar toda a voziaria que nos habita, quase sempre como um eco do nosso próprio eu, e no silêncio assim criado, atender a essa voz com que Deus nos fala, voz serena, pacificadora, calorosa e íntima.
    - Escutar significa testemunhar o amor providente com que Deus nos acompanha, sustentando a nossa existência, desafiando a nossa liberdade e propondo-nos uma aliança com Ele.
    - Escutar significa parar e meditar em todas as mensagens recebidas e guardadas no nosso registo interior, esse recôndito mais sagrado da intimidade pessoal onde Deus marca um encontro connosco.
    Desse modo despertam em nós sentimentos de reconhecimento e gratidão com que nos sentiremos impulsionados a corresponder, procurando estar à altura da profundidade desse amor.
    É este o sentido com que todos nós devemos estar em diálogo com Deus quando rezamos.
    Devemos saber escutar a mensagem que Deus nos quer comunicar quando rezamos, quando dialogamos com Ele, para que nos seja possível pertencer ao plano da História da Salvação. 




    John
    Nascimento 


    segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

    [Catolicos a Caminho] Segunda-feira, 06 de janeiro de 2014

     



    Primeira Leitura (1Jo 3,22-4,6)

    Leitura da Primeira Carta de São João.

    Caríssimos: 22qualquer coisa que pedimos recebemos dele, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é do seu agrado. 23Este é o seu mandamento: que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, de acordo com o mandamento que ele nos deu.

    24Quem guarda os seus mandamentos permanece com Deus e Deus permanece com ele. Que ele permanece conosco, sabemo-lo pelo Espírito que ele nos deu. 4,1Caríssimos, não acrediteis em qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se são de Deus, pois muitos falsos profetas vieram ao mundo. 2Este é o critério para saber se uma inspiração vem de Deus: todo espírito que leva a professar que Jesus Cristo veio na carne é de Deus; 3e todo espírito que não professa a fé em Jesus não é de Deus; é o espírito do Anticristo. Ouvistes dizer que o Anticristo virá; pois bem, ele já está no mundo.

    4Filhinhos, vós sois de Deus e vós vencestes o Anticristo. Pois convosco está quem é maior do que aquele que está no mundo. 5Os vossos adversários são do mundo; por isso, agem conforme o mundo, e o mundo lhes presta ouvidos.

    6Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus, escuta-nos; quem não é de Deus não nos escuta. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.

    — Palavra do Senhor.

    — Graças a Deus.











    Responsório (Sl 2)

    — Eu te darei por herança os povos todos.

    — Eu te darei por herança os povos todos.

    — O decreto do Senhor promulgarei, foi assim que me falou o Senhor Deus: "Tu és o meu Filho, e eu hoje te gerei"!

    — Podes pedir-me, e em resposta eu te darei por tua herança os povos todos e as nações, e há de ser a terra inteira o teu domínio.

    — E agora, poderosos, en­tendei; soberanos, aprendei esta lição: Com temor servi a Deus, rendei-lhe glória e prestai-lhe homenagem com respeito!












    Aclamação ou Evangelho

    Aclamação (Mt 4,23)

    — Aleluia, aleluia, aleluia.

    — Aleluia, aleluia, aleluia.

    — Jesus pregava a Boa nova, o Reino anunciando, e curava toda espécie de doenças entre o povo.




    Evangelho (Mt 4,12-17.23-25)

    — O Senhor esteja convosco

    — Ele está no meio de nós.

    —Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Marcos.

    — Glória a vós, Senhor.

    Naquele tempo, 12Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galileia. 13Deixou Na­zaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galileia, 14no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos! 16O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz".

    17Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: "Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo". 23Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo. 24E sua fama espalhou-se por toda a Síria. Levaram-lhe todos os doentes, que sofriam diversas enfermidades e tormentos: endemoninhados, epilépticos e paralíticos. E Jesus os curava. 25Numerosas multidões o seguiam, vindas da Galileia, da Decápole, de Jerusalém, da Judeia, e da região além do Jordão.

    — Palavra da Salvação.

    — Glória a vós, Senhor.




    [Catolicos a Caminho] BOA NOVA OU PALAVRA DE DEUS Som !

     











    • BOA NOVA OU PALAVRA DE DEUS 





    Na Liturgia da Palavra de hoje - 6 de Janeiro – A, a proósito da prisão de João Baptista,, apresenta-nos Jesus a percorrer a Galileia, ensinando nas Sinagogas, proclamando a Boa Nova do Reino e dizendo :
    -"Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos céus".(Mt.4,17).


    Quando se fala em anunciar a Boa Nova, faz-se referência ao anúncio do Evangelho, como começa por dizer o Catecismo da Igreja Católica ;
    3. - Aqueles que, com a ajuda de Deus, aceitaram o convite de Cristo e livremente Lhe responderam, foram por sua vez pressionados pelo amor do mesmo Cristo a anunciar por toda a parte a Boa Nova...
    Os Evangelhos contam a vida e a mensagem de Cristo, o Messias enviado para nos salvar.
    Assim o diz o Catecismo da Igreja Católica, citando o Evangelho de S. Marcos :
    422. - "Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à lei, para resgatar os que estavam sujeitos à lei e nos tornar seus filhos adoptivos". (Gol. 4/4-5). Esta é a "Boa Nova de Jesus Cristo, Filho de Deus". (Mc. 1/1) : Deus visitou o seu povo e cumpriu as promessas feitas a Abraão e à sua "descendência; fê-lo para além de toda a expectativa: enviou o seu "Filho muito-amado".(Mc.l/ll).
    Toda a missão de Cristo está centrada na sua morte e ressurreição e há-de continuar-se depois do Pentecostes, na missão da Igreja, para o cumprimento do desígnio salvífico de Deus :
    Diz o Catecismo da Igreja Católica :
    571. - O mistério Pascal da Cruz e Ressurreição de Cristo está no centro da Boa Nova que os Apóstolos, e depois deles a Igreja, devem anunciar ao mundo. O desígnio salvífico de Deus cumpriu-se "uma vez por todas". (Heb.9/26) pela morte redentora de seu Filho Jesus Cristo.
    Na realização da sua mensagem, Cristo quis que se cumprissem as Escrituras no que elas diziam a respeito do Messias prometido .
    Tomando a palavra de Isaías, diz o Catecismo da Igreja Católica :
    714. - É por isso que Cristo inaugura o anúncio da Boa-Nova, apropriando-Se deste passo de Isaías. (Lc.4/18-19).
    O Espírito do Senhor Deus está sobre Mim,
    porque o Senhor Me ungiu.
    Enviou-Me a anunciar a Boa-Nova aos infelizes,
    a tratar os corações torturados,
    a proclamar a emancipação aos cativos
    e a liberdade aos prisioneiros,
    a promulgar um ano de graça do Senhor. (cf.Is.61/1).
    Jesus ligou o perdão dos pecados à fé e ao Baptismo :
    - "Depois disse-lhes : ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura. Quem acreditar e for baptizado será salvo, mas quem não acreditar será condenado". (Mc. 16/15).
    Quando a Boa Nova é anunciada aos pobres, é sinal de que Cristo está presente :
    - "Os cegos vêem e os coxos andam, os leprosos ficam limpos e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a Boa Nova é anunciada aos pobres". (Mt.11/5).
    A Boa Nova que Cristo pregou é o Anúncio da Palavra de Deus que a Igreja deve continuar a pregar,
    A Palavra de Deus, ou seja, aquilo que Deus nos revelou, chegou até nós pela Sagrada Escritura inspirada pelo Espírito divino; e pela Tradição que, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos Apóstolos a Palavra de Deus, como diz o Catecismo da Igreja Católica :
    81. - «A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus enquanto foi escrita por inspiração do Espírito divino». «A Sagrada Tradição, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos Apóstolos a Palavra de Deus, confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos Apóstolos, para que eles, com a luz do Espírito da verdade, a conservem, a exponham e a difundam fielmente na sua pregação».
    O direito e dever de interpretar a Palavra de Deus, escrita ou na Tradição, foram confiados ao Magistério da Igreja. (cf. CIC 85).
    Todavia, este Magistério não está acima da Palavra de Deus, mas sim ao seu serviço.(cf. CIC 86).
    Explicitamente diz o Catecismo da Igreja Católica :
    2653. - A Igreja "exorta com ardor e insistência todos os fiéis[...] a que aprendam «a sublime ciência de Jesus Cristo» com a leitura frequente das divinas Escrituras...Como presentemente, o Anúncio do Evangelho, que é a Palavra de Deus, está à responsabilidade da Igreja, naturalmente, temos que saber o que é exactamente a Igreja.
    Que ninguém se julgue dispensado de anunciar a Palavra de Deus e ser testemunho dela perante os seus irmãos. 




    John
    Nascimento 





















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    Voz da Igreja + Solenidade da Epifania do Senhor




    Voz da Igreja +





    Posted: 04 Jan 2014 01:01 PM PST







    A PALAVRA Epifania tem origem no termo grego Epiphanéia (Ἐπιφάνεια), e significa aparição ou manifestação. No sentido religioso, significa manifestação divina. A Festa ou Solenidade da Epifania do Senhor é celebrada dois domingos após o Natal.




    ** Saiba mais sobre a Festa da Epifania do Senhor


    vozdaigreja.blogspot.com



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    domingo, 5 de janeiro de 2014

    [Catolicos a Caminho] ESTRELA DE BELÉM Som !

     


     





    - 




    • ESTRELA DE BELÉM! 


    ********** 


    Tentar encontrar uma explicação para a Estrela dos Magos, é pretender evitar uma intervenção de Deus. Ainda que Deus quisesse aproveitar um facto natural e lhe desse uma dimensão sobrenatural, eu sinto-me mais confortável com a ideia de que a Estrela de Belém foi absolutamente um acontecimento sobrenatural.


    Através da história, teólogos e cientistas têm-se interrogado sobre a Estrela de Belém :
    • - Teria sido um cometa ? 
    • - Teria sido um meteoro ? 
    • - Teria sido uma Estrela ? 
    Durante mais de 20 séculos muitos escolares têm tentado destruir as narrativas sobre a infância de Jesus, considerando-as como mitos, histórias coloridas mas sem base em factos, ajudados pelos escritores dos Evangelhos, tentando apenas chegar à conclusão de que Jesus é o Senhor de todas as nações e não apenas o rei dos judeus.
    Mas nem todos pretendem destruir completamente as histórias sobre o nascimento de Cristo.
    Os cientistas têm aproveitado as vantagens dos instrumentos astronómicos, incluindo os modernos telescópios gigantes, a exploração de longínquos satélites e o uso de computadores fantásticos, para calcularem acontecimentos do passado que possam justificar a descrição bíblica da Estrela de Belém.
    Até agora já apareceram com fascinantes possibilidades.
    A Bíblia menciona a Estrela de Belém nesta passagem :
    - "Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. "Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer ? - Perguntavam -. Vimos a sua Estrela no Oriente e viemos adorá-Lo".(Mt.2,1-2).
    A palavra usada no grego é asteros, que significa Estrela, e não Cometa ou Meteoro.
    Menos clara é a frase "no Oriente".
    - Significa que os Magos viram a Estrela quando estavam no Oriente ?
    - Ou viram a Estrela na parte Oriental do firmamento ?
    O texto grego é ambíguo.
    Quando Herodes ouviu o que diziam os Magos, ficou perturbado, porque os escribas e os sumos sacerdotes lhe disseram o que estava escrito na profecia a respeito do que havia de se passar em Belém :
    - "E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Príncipe que apascentará o Meu povo Israel". (Mt.2,6).
    S. Mateus citou o profeta Miqueias que disse :
    -"Mas tu Belém de Efrata, tão pequena para seres contada entre as famílias de Judá. É de ti que Me há-de sair Aquele que governará em Israel". (Miq.5,1).
    Em virtude desta profecia, Herodes tomou as suas providências e agiu com muita manha :
    - "Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações exactas sobre a data em que a Estrela lhes havia aparecido. E, enviando-os a Belém, disse-lhes : "Ide e informai-vos cuidadosamente acerca do Menino, e, depois de O encontrardes, vinde comunicar-me para que também eu vá adorá-Lo". (Mt.2,7-8).
    Os Magos puseram-se a caminho e logo a Estrela lhes apareceu de novo para os guiar :
    - "E a Estrela que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o Menino, parou". (Mt.2,9).
    Antes de mais, quem poderiam ser estes homens ?
    O Evangelho chama-lhes Magoi.
    Na verdade existia na Babilónia um lugar onde viviam uns cientistas astrónomos, pertencentes a uma casta sacerdotal chamada Magos.
    Nos tempos de Cristo, esta casta de sacerdotes astrólogos tinha já adoptado a religião zoroastriana, fundada cerca do ano 600 a.C. pelo profeta Persa Zoroastres, o qual anunciava a vinda de Saoshyant, o Salvador do Futuro.
    Assim, os antigos Magos, grandes astrónomos e observadores do firmamento, já esperavam a chegada de um salvador.
    Mas que espécie de Estrela viram esses Magos ?
    Embora alguns Santos Padres da Igreja, como S. João Crisóstomo e S. Agostinho acreditassem que se tratava simplesmente de uma luz milagrosa, vinda do céu, outros pensadores cristãos têm procurado uma explicação natural.
    Orígenes (†.254) pensava que a Estrela de Belém devia ser um Cometa.
    Ele pensava correctamente que os judeus do Primeiro século da Palestina deviam ter visto uma Estrela brilhante "no Oriente", em cumprimento do oráculo messiânico do profeta Balaão :
    - "Vejo-o, mas não agora: contemplo-o, mas não está próximo; uma Estrela sai de Jacob e um ceptro flamejante surge do seio de Israel".(Num.24,17).
    Toda a espécie de corpos celestes têm surgido através dos tempos, como cometas, meteoros, planetas, bolas de luz brilhante e uma nova e mesmo "zoadical luz" que ilumina, causada pelo reflexo da luz solar sobre pequenas partículas do espaço.
    Todavia há vários problemas associados com quase todos estes candidatos a Estrela de Belém.
    * Os Meteoros correm muito depressa e desaparecem como um relâmpago.
    * Um planeta vulgar devia ser bem conhecido e, certamente, não se poderia considerar como uma luz especial e desusada.
    * Um cometa, à primeira vista também não é a hipótese aceite porque também tem os seus problemas.
    Por exemplo, o cometa Halley, classificado com este nome pelo astrónomo inglês Edmond Halley em 1705, apareceu nos anos 12 e 11 a.C., portanto, muito cedo para o nascimento de Cristo, segundo os melhores Calendários.
    Além disso, a maior parte dos historiadores considera que os cometas foram "mensageiros de calamidades" no mundo antigo e não podiam, por isso, ser considerados como "anúncios" do mundo messiânico.
    Além disso, embora não fossem muito frequentes ou usuais, todavia não eram desconhecidos.
    * A luz nova, outro dos candidatos, seria uma Estrela que explodia.
    Os anais chineses apontam estas luzes novas que ocorreram nos anos 5 e 4 a.C., dentro do período que se aceitava como sendo o período em que Cristo poderia vir a nascer.
    Mas o principal problema é que esta luz, fruto de explosão espectacular, não se move.
    E o texto bíblico diz que a Estrela "aparecia" e "desaparecia" e se "movia no espaço".
    Apareceu no Oriente , acompanhou os Magos até Jerusalém e desapareceu, mas logo depois voltou a aparecer.
    Por estas e outras razões, os astrónomos de todos os tempos têm considerado uma conjunção planetária como a mais natural explicação para a Estrela de Belém.
    Em 1603, o astrónomo Johannes Kepler, o mais popularizado observador do Sol como centro do Universo, propôs que a Estrela de Belém deveria ter sido a conjunção dos Planetas Júpiter e Saturno no sinal zodiacal dos Peixes.
    Tal conjunção ( em que dois ou mais planetas aparecem tão perto uns dos outros que parecem uma Estrela de um brilho extraordinário), seria uma ocorrência suficientemente rara para chamar a atenção de qualquer astrónomo.
    Kepler calculou que essa conjunção do passado entre Júpiter e Saturno teria acontecido em 1 de Maio do ano 7 a. C.
    Recentemente, alguns cientistas tentaram reviver esta teoria da conjunção planetária, com algumas divergências.
    Em 1979 o astrónomo inglês David W. Hughes publicou o seu livro A Estrela de Belém, sugerindo que a ideia de Kepler tinha mais peso do que ele pensava.
    Os Astrofísicos do Laboratório da Propulsão a Jacto de Pasadena, na Califórnia, fizeram em 1976 um esforço fantástico para recalcular as posições de todos os corpos celestes de 44 séculos a partir de 1411 a.C. até ao ano 3200.
    Esses cientistas, em conjugação de esforços com o Observatório Naval dos E. Unidos, forneceram todas as datas que possuíam, acompanhadas de todas as observações científicas, e programaram tudo num gigantesco Computador, ignorando todas as prévias teorias do movimento planetário.
    Este trabalho levou nove dias para ficar completo num Computador Univac.
    E quando terminou, chegou-se a resultados verdadeiramente fantásticos e assustadores.
    A conjunção do ano 7 a.C., foi uma tríplice conjunção, o que significa que a linha retrógrada de dois planetas ficou sobreposta.
    Isto é difícil de explicar por causa do complexo movimento da Terra e dos Planetas em conjunto, mas o resultado certo foi de que a conjunção planetária espectacular ocorreu três vezes em apenas poucos meses.
    Karlis Kaufmanis, astrónomo professor da Universidade de Minnesota, num artigo da Revista Nacional Wildlife de 1987, escreveu :
    " Não podemos insistir em que esta seja a verdadeira teoria, mas esta conjunção particular de Saturno e de Júpiter, condiz bem com alguns critérios do que escreveu S. Mateus".
    Kaufmanis e Hughes consideram de importância astrológica o facto da conjunção planetária de 7 a.C. ter ocorrido na Constelação dos Peixes, pelo que isso significa para os judeus.
    Embora geralmente desconhecedores da astronomia, os judeus conheciam o zodíaco, tanto pelos escritos antigos como pelos mosaicos que possuíam.
    E a constelação dos Peixes foi considerada como "a Casa de Israel" por alguns antigos astrólogos judeus.
    Por esta razão Hughes escreveu :
    "Temos aqui uma ampla justificação para concluir que a conjunção de Júpiter e Saturno na Constelação de Peixes, teve uma forte e clara mensagem astronómico. Tanto para os judeus como para os babilónicos foi um anúncio do Messias que havia de vir".
    Mas a conjunção do ano 7 a.C. não foi a única que ocorreu à volta do tempo em que havia de nascer Cristo.
    Por mais estranho que pareça, entre os anos 12 e 1 a.C. houve vários fenómenos astronómicos espectaculares.
    A acrescentar ao cometa Halley, à supernova e à conjunção planetário do ano 7 a.C., houve também a conjunção de Júpiter e de Vénus no ano 2 a.C.
    Esta Conjunção ocorreu na Constelação do Leão - o Leão de Judá - outra Constelação de grande importância para os judeus.
    Esta Conjunção que aconteceu a uma Terça-feira, dia 17 de Junho do ano 2 a.C. ocorreu entre os dois pares de patas da Constelação do Leão.
    Para os observadores de Babilónia, os dois Planetas Vénus e Júpiter deviam estar em conjunto às 9.15 horas da tarde, exactamente antes do Pôr do Sol, a 10 graus acima do horizonte, na direcção de Belém a Oeste (Uma Estrela surgirá de Jacob / Um meteoro vem adiante, vindo de Jacob).
    Dois meses mais tarde todos os Planetas do Zodíaco vêm juntamente com 4 graus de longitude da Constelação de Leão.
    Num fascinante artigo em Sky and Telescope de 1990, o editor associado Roger Sinnott afirmou que a arqueologia moderna devia ajudar a manter a Conjunção Júpiter-Vénus.
    Num livro intitulado Jewish Symbols in Greco-Roman Period, Sinnott descreve, por meio de desenhos, o aparecimento de um talismã, datado do primeiro século da nossa era.
    Esse talismã mostra claramente um Leão - novamente o símbolo de Judá, a terra tribal onde se encontra Belém - com uma Lua em quarto crescente por cima, e, exactamente no meio dos dois pares de patas, uma estrela brilhante.
    O único problema é que não há uma Estrela grande e desconhecida entre os dois pares de patas da Constelação do Leão.
    A que está mais perto e que se pode ver a olho nu é a Régulo que está tradicionalmente na pata direita da frente.
    Mas... essa posição é exactamente o lugar onde ocorreu a conjunção de Vénus e de Júpiter no ano 2 a.C.
    Sinnott escreveu :
    "Não se pode dizer que tenha qualquer relação com a Natividade, ainda que o símbolo da Estrela, colocado no lugar exacto em que o acontecimento de Vénus e Júpiter ocorrido em Leão, seja certamente uma coisa assombrosa".
    Acontece também que, nas discussões da história e do Novo Testamento, há sempre o problema cronológico.
    O Novo Testamento diz que Cristo nasceu no tempo do rei Herodes (Mt.2,1) que, segundo os historiadores teria morrido no ano 4 a.C.
    Por sua vez Lucas diz que o nascimento de Cristo aconteceu na altura do recenseamento romano levado a efeito por Publius Suplicius Quirinus (Lc.2,1), que ocorreu no ano 6 a.C., o que constitui outro enigma.
    O historiador judeu do século I, Josephus, diz que Herodes morreu imediatamente depois do eclipse lunar que precedeu a Páscoa.
    Também aqui a matemática astronómica pode ajudar com as datas.
    Os escolares aceitam tradicionalmente que o eclipse parcial da lua em 12-13 de Março do ano 4 a.C. é o "Eclipse de Herodes".
    Todavia, autores mais recentes, já põem em dúvida esta hipótese.
    Tais autores, como Ernest Martin da Fundação de Buscas Bíblicas de Pasadena, na Califórnia, no seu livro The birth of Chríst Recalculated, afirma que Herodes foi deposto no ano 4 a.C. e que isso foi, absolutamente porque César Augusto não podia suportar um homem que podia matar os seus próprios filhos, e que morreu na altura do eclipse total da Lua que ocorreu em 9-10 de Janeiro do ano l a. C.
    Esta data da morte de Herodes podia significar que a conjunção de Vénus-Júpiter podia ser a Estrela de Belém.
    A tentativa de encontrar, por meios naturais ou científicos, embora talvez fútil, tem-nos ensinado, pelo menos que, durante a década que precedeu o nascimento de Cristo, o firmamento esteve cheio de um vasto número de acontecimentos não usuais e espectaculares, "sinais e maravilhas".
    Só isso, por si mesmo, é uma larga contribuição, mas sempre insuficiente para demonstrar uma realidade que nós acreditamos que é devida apenas à vontade e ao poder de Deus, que quis mostrar aos homens o valor e a finalidade da Sua Encarnação.
    Salvo o devido respeito pelas buscas científicas, parece muito mais fácil e lógico aceitar o contributo de Deus, ainda que milagroso e maravilhoso, para explicar devidamente o que pode significar a Estrela de Belém.

    A Estrela de Belém 
















    Nós vimos uma estrela doirada
    Diferente de todas, brilhante,
    E ficámos absorvidos a pensar
    Que alguma coisa sagrada
    em terra muito distante
    nos estva assim a chamar



    A Estrela que nos apareceu, 
    ela mesma sempre nos guiou, 
    dia e noite sem cessar; 
    e logo que desapareceu,
    a boa ideia nos deixou
    de que estávamos a chegar.



    Trouxemos oiro para um rei 
    e incenso para um Deus, 
    que queremos ver e conhecer; 
    e da mirra, que hei-de fazer ? 
    Deixo-a aos pés do Menino, 
    que ele vem para sofrer !… 






















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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo