Gloria Patri et Fílio et Spirítui Sancto. Sicut erat in principio et nunc et semper et in saecula saeculorum. Amen
CONSAGRADO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
Segundo conselheiro tutelar, após denúncia polícia foi ao local e constatou o fato
Dois homens foram presos em flagrante com uma adolescente em um motel de Toledo na tarde desta quinta-feira 14).
De acordo com o site Jornal do Oeste, os suspeitos são líderes de uma igreja evangélica - pastor e bispo - e a menor, uma fiel.
Ricardo Edmundo da Silva, 38 anos, que se intitula bispo da Igreja Livro da Vida, e Lindenberger Assis de Souza, 40 anos, pastor foram encaminhados à Polícia Civil, ficaram presos e responderão por estupro.
A menor e a mãe dela foram ouvidas pelo Conselho Tutelar. De acordo com o conselheiro Juliano Varanis, o órgão recebeu a denúncia por volta das 15h de que dois homens de aproximadamente 40 anos estavam em um quarto de um motel na BR 467, saída de Toledo, acompanhados de uma jovem de 17 anos, moradora do interior de Bragantina.
"Chamamos a Polícia Militar e Polícia Civil e nos deslocamos até o local, onde fizemos a abordagem e constatamos o fato", revela ao indicar que as informações eram de que a irmã, de 14 anos, também já participou de atos sexuais, assim como outras meninas da igreja.
A adolescente foi ouvida diante dos Conselheiros Tutelares e disse a reportagem: "Ele (bispo) me pegou de moto em casa, por volta das 13h e viemos para Toledo e fomos até o supermercado e lá, o Linderberger veio de carro e fomos para o Motel, onde ficamos por uns 20 minutos até que a polícia e o Conselho Tutelar chegaram.
Eu tive relacionamento com o Bispo Ricardo sim, mas com o Linderberger não, ele apenas me beijou, mas não na boca, no pescoço, me acariciou. Neste ano foi a terceira vez que nós nos relacionamos, eu era virgem e foi ele quem tirou a minha virgindade", declarou a menor, na presença da mãe e de uma conselheira.
Agora a Polícia Civil deverá interrogar a todos e os suspeitos deverão responder pela acusação de estupro.
O epíteto, dado a Lutero, de “príncipe da liberdade religiosa”, é – no mínimo – bastante controverso. Vejamos o que este Frade apóstata tem a nos dizer sobre a tolerância. Confiramos, pois, como este, que outrora criticava o catolicismo, de atribuir poderes divinos aos homens, se comporta ele mesmo:
“Quem não crê como eu é destinado ao inferno. Minha doutrina e a doutrina de Deus são a mesma. Meu juízo é o juízo de Deus.” (Weimar, X, 2 Abt, 107).
“Tenho certeza que meus dogmas vêm do céu (...) eles hão de prevalecer e o Papa há de cair a despeito de todas as portas de inferno, a despeito de todos os poderes dos ares, da terra e do mar.” (Weimar, X, 2 Abt., 184).
“Muito embora a Igreja, Agostinho e outros doutores, Pedro e Apolo e até um anjo do céu ensinem o contrário, minha doutrina é tal que só ela engrandece a graça e a glória de Deus e condena a justiça de todos os homens na sua sabedoria.” (Weimar, XI, 1 Abt., 132)
“Não devemos ceder aos ímpios papistas (...) Nossa soberba contra o Papa é necessária (...) Não havemos de ceder nem a todos os anjos do céu, nem a Pedro, nem a Paulo, nem a cem imperadores, nem a mil Papas, nem a todo mundo (...) a ninguém, cedo nulli.” (Weimar, XV, 1 Abt., 180).
2) O Seu Ódio por Roma
Criou-se, pois, a ficção de que Lutero, monge humilde e virtuoso – escandalizado pela volúpia do clero Católico - queria, tão-somente, reformar a Igreja, arrancando-a da corrupção, sem nunca, no entanto, intentar se separar dela. O ódio e a soberba do Papa e do alto Clero católico teriam sido então a causa que lhe teria forçado a abandoná-la. Ledo engano, ou, ao menos, verdade muito discutível. Frei Martinho, ao que nos parece, sempre foi um frade orgulhoso e sensual. A tomar pelo que disseram, a seu respeito, os seus contemporâneos, não verificamos senão um homem, faltoso de todas as virtudes e cumulado de toda sorte de vícios.
A respeito da Igreja, que “tanto amava”, dizia, em 1520, o pai da Reforma: “(...) uma licenciosa espelunca de ladrões, o mais impudente dos lupanares, o reino do pecado, da morte e do inferno.” (De Wette. I, 522, 500: Weimar. VII, 44).
Numa controvérsia a respeito do sacramento da Eucaristia, na qual se tergiversava sobre a pertinência, ou não, de se recebê-la nas duas espécies – pão e vinho – declara Lutero, de forma pertinaz: “Se um Concílio ordenasse ou permitisse as duas espécies, por despeito do Concílio, nós só receberíamos uma, ou mesmo, nem uma nem outra e anatematizaríamos os que, em virtude desta ordenação, recebessem as duas.” (Lutero. Fórmula da Missa. in: Bossuet. Hist. des Variations. 1. 2, n. 10).
A respeito da divergência, no que toca ao celibato para o Clero, Lutero deixa absolutamente claro que, mais do que propor uma doutrina positiva, ele se congratulava simplesmente em negar e contradizer, obstinadamente, os ensinamentos da Igreja: “Se acontecesse que um, dois, mil ou mais concílios decidissem que os eclesiásticos pudessem contrair matrimônio, preferiria, confiando na graça de Deus, perdoar a quem, por toda a vida, tivesse uma, duas ou três meretrizes, do que aquele que, consoante à decisão conciliar, tomasse mulher legítima e sem tal decisão não pudesse a tomar.” (Weimar. XII, 237).
Da mesma baixeza, “(...) enquanto eles (os papistas), a seu juízo, triunfam de um heresia minha, quero propor outra.” (Weimar. VI, 501).
Outra cena pitoresca, passada numa taverna - e regada a muito vinho - entre dois “amáveis” protestantes – Lutero e Carlostadt -, que discutiam também sobre a transubstanciação: “Ao despedir-se diz Carlostadt ‘Possa ver-te esmagado por um rolo!’ Recambiando-lhe a amabilidade, Lutero: ‘Mil raios te partam antes de saíres da cidade!’ (Weimar, XV, 340).
3) Os Vícios de Lutero
A respeito disso, diz Melanchthon: “Lutero era um homem extremamente leviano e as freiras que lhe armavam os laços com grande astúcia acabaram por envisgá-lo. O freqüente comércio com elas teria talvez efeminado um homem mais forte e de mais nobres sentimentos e ateado o incêndio.” (Melanchthon. Brief an Camerarius über Luthers Heirat vom 16 Junii 1525. in: von P. A. Kirch, Mains, 1900. p. 8, 11).
Em 1534, escrevia à sua Catarina, a respeito de vinho, mulher e cerveja: “Ontem aqui bebi mal e depois fui obrigado a cantar; bebi mal e sinto-o muito. Como quisera haver bebido bem aos pensar que o bom vinho e que boa cerveja tenho em casa, e mais uma bela mulher... Bem farias em mandar-me daí toda a adega bem provida do meu vinho e, o mais freqüentemente que puderes, um barril de tua cerveja.” (De Wette. IV, 553).
Em 1540, novamente à sua consorte: “Vou comendo como um boêmio e bebendo como um alemão, louvado seja Deus!”. (Burkardt. Dr. M. Luth. Briefwechsel. Leipzig, 1866, p. 357)
. Diz ainda, em 14 de maio de 1541, quando se encontrava em Wartburgo: “Aqui passo todo dia no ócio e na embriaguez.” (De Wette. IV, 553). Em 15 de janeiro, de 1531, noutra carta: “a dor de cabeça, contraída em Coburgo por causa do vinho velho, ainda não foi debelada pela cerveja de Wittemberga.” (De Wette. IV, 215).
Jerônimo Weller, discípulo de Lutero, pedia-lhe, certa feita, uma direção espiritual, pois se via, freqüentemente, assaltado por crises de melancolia. O “piedoso” ex-monge Martinho, assim lhe aconselhava: “Quando te vexar o diabo com estes pensamentos, palestra com os amigos, joga, brinca ou ocupa-te em alguma coisa. De quando em quando se deve bem com mais abundância, jogar, divertir-se e mesmo fazer algum pecado em ódio e acinte ao diabo para lhe não darmos azo de perturbar a consciência com ninharias (...) Quanto te disser o diabo: não bebas, responde-lhe: por isso mesmo que me proíbes hei de beber e em nome de J.C beberei mais copiosamente (...) Por que pensas que eu bebo, assim, com mais largueza, cavaqueio com mais liberdade e banqueteio-me com mais freqüência, senão para vexar e ridicularizar o demônio que me quer vexar e ridicularizar a mim? Todo decálogo se nos deve apagar dos olhos e da alma, a nós perseguidos e molestados pelo diabo.” (De Wette. IV, 188).
4) A Libertinagem:Fator Preponderante Para o Desenvolvimento da Reforma
“O Evangelho hoje em dia encontra aderentes que se persuadem não se ele senão uma doutrina que serve para encher o ventre e dar larga a todos os caprichos.” (Weimar. XXXIII, 2)
“Ah! é verdade que Cristo nos anuncia no Evangelho a liberdade? Então, já não queremos trabalhar, mas comer e beber e cada um estende o saco para que se lhe encha o ventre.” (Weimar. XXXIII, 4). Daí para o desencadeamento de uma revolta popular, falta muito pouco...
Percebam o que dizem estes insufladores das massas: “Com zelo e amor abraçam o Evangelho porque nele vêem um atalho para a licença que sacode todos os jugos.” (Corp. Reform. V, 725).
5) Fomentação da Violência Contra o Clero Católico
“Se eles (O clero) pelo sacerdócio não nos podem mostrar senão a tonsura, a unção e a veste talar, nós os deixaremos gloriarem-se nestas imundícies porque sabemos que facilmente pode tosar-se uma porca ou um tronco, ungi-lo com uma sotaina.” (Weimar. XII, 189).
Vale a pena, trazer a baila, passagem análoga, em João Calvino: “Salve tridenticolas (Referindo-se aos Padres Conciliares, reunidos em Trento), soldados de Netuno, ignorantes, estúpidos, asnos, porcos, bestas, legados do Anticristo, ventres ociosos, cadáveres pútricos, padres cornudos, monstros pestilenciais, padres auritos, filhos da fé romana, isto é, da grande prostituta”. (Audin. Histoire de la Vie de Calvin. Paris, 1841, II. p. 376).
Observem, pois, esta confissão, saída da pena, do próprio Lutero: “Não posso negar que sou mais violento do que convém; mas os meus inimigos que o sabem não deviam atiçar o cão. Quase todos me condenam a mordacidade” (De Wette. I, 479).
Um testemunho de Zwinglio, a respeito de Lutero: “Quando leio os seus livros (de Lutero) parece-me ver urrar um animal imundo e grunhir um jardim de perfumadas flores; tão pouco teologicamente, com tanta impropriedade fala Lutero de Deus e das coisas sagradas.” (Opera. II, 192).
Ainda, outro historiador, a comentar sobre o estilo de Lutero: “É infelizmente inegável e manifesto que ninguém, tratando da fé e de assuntos graves e importantes escreveu de modo tão áspero, tão rude, inconveniente, e contrário à moderação e bons costumes cristãos como Lutero.” (Doellinger. Die Reformation. III, 263).
“Como Moisés destruiu e pulverizou o bezerro de ouro, assim devemos nós fazer, com o Papado, até reduzi-lo a cinzas.” (Weimar. XXVIII, 762)
. “Se eu pudesse colher unidos numa casa todos os franciscanos, atear-lhes-ia fogo (...) Eia, ao fogo todos!” (Tischreden, na coleção de Mathesius, n. 305). Agora é só verificar onde os camponeses encontraram tanto ódio para fazer os seus assaltos impiedosos às igrejas...
“Os religiosos não são dignos de se chamarem homens, nem mesmo deveriam chamar-se porcos.” (Erl. XLVII, 37).
“A mim me parece que, a continuar esta fúria dos romanistas, já não nos resta outro remédio senão que imperador, reis e príncipes, com armas e violência, assaltem esta peste do mundo e dirimam a questão não com palavras mas com o ferro (...) Se punimos os ladrões com a forca, os bandidos com a espada, os hereges com o fogo, porque não havemos de agredir com as armas estes mestres de perdição, estes cardeais, estes papas, toda esta sentina da Sodoma romana, porque não havemos de lavar as nossas mãos no seu sangue?” (Weimar. VI, 347). Lutero era crudelíssimo, insidioso, inescrupuloso – pior do que qualquer inquisidor - um monstro!
No seu leito de morte, deixou para os seus, o heresiarca impenitente, a seguinte herança: “Deus vos encha de suas bênçãos e de ódio ao Papa.” (Grisar. Luther. II, 361).
6) Lutero:
O Mentiroso A moral dos primeiros reformadores, ao contrário do que se pensa costumeiramente, era essencialmente maquiavélica! Eles pregavam, abertamente, a imputabilidade da mentira, se esta se tratasse de desabonar a Igreja Romana.
Em 1520, o senhor Martinho Lutero, já dizia, com todas as letras: “Para enganar e subverter o papado julgamos que tudo nos é lícito.” (De Wette. I, 478).
Outra confissão sugestiva, de 1520: “Sei que não vivo em conformidade com o que ensino.” (De Wette. I, 402). encontrados em: Grisar. Luther. II, 452 ss.
O luterano Jerônimo Pappus: “Lutero, em caluniar não tem igual.”
Francisco Arnoldi, comentando sobre os escritos do frade cismático: “Há neles tantas mentiras, quantas palavras.”
João Deirtemberger: “É o mais mentiroso de quantos homens vivem debaixo dos céus.”
Paulo Bachmann: “As mentiras de Lutero excedem em grandeza ao monte Olimpo.”
Jorge, Duque da Saxônia, a respeito de Lutero, declara: “Até aqui não nos havia ensinado a Sagrada Escritura que Cristo houve escolhido para o apostolado e a pregação do seu Evangelho, mentiroso tão de profissão e tão impudente.”
A nosso ver, estamos diante de um homem: torpe, rude, impudico, e de costumes depravados. Capaz das maiores perfídias, para dar cabo de seus auspícios não menos asquerosos.
A Melanchthon, diz Lutero: “Se conseguirmos evadir a intervenção de força, durante a paz emendaremos facilmente os nossos enganos e os nossos erros porque sobre nós reina a misericórdia de Deus.” (De Wette. IV, 156).
Denifle, ajuíza a respeito de Lutero: “Em Lutero não encontramos um homem que de modo algum mereça o nome de reformador, mas um agitador, um revolucionário para o qual não havia sofisma por mais ousado, malícia por mais astuta, mentira por mais grave, calúnia por mais atrevida, de que se não servisse para justificar a sua apostasia da Igreja e dos princípios que, no passado, haviam sido seus.” (Denifle. Luther und Luthertum. I, 2, 298).
Este ótimo artigo é do Mestre da Companhia de Jesus: Pe. Leonel Franca a respeito de Lutero, postado por Sávio Laet na comunidade Apologética Católica.
Visitando um site protestante, vi uma enquete sobre a prosperidade que achei um bom tema para se colocado no blog, pois como católico, não votaria em nenhuma das respostas dadas como opção, pois minha visão da prosperidade como católico é diferente.
Podemos analisar as respostas:
a] Glorificar a Deus: Então só glorifico a Deus na prosperidade? Eu estou realmente glorificando a Deus ou lhe propondo um comercio? Eu glorifico somente se recebo algo em troca? Os pobres não glorificam a Deus pois não estão na prosperidade?
b] Expandir o Evangelho: Não precisa ter prosperidade para expandir o Evangelho, podemos pregar sem precisar de dinheiro, na verdade este termo vem dessas emissoras protestantes como a TV Edir Macedo ou RR Soares que acreditam que as doações podem ajuda-los a expandir o Evangelho quando na verdade estão expandido seus impérios.
c] Cuidar de minha família em abundância: Ou seja, trocando em miúdos poder esbanjar com a família, é sim necessário dar o melhor a família, mas nem tudo o dinheiro pode dar, como o amor, o cuidado, a atenção, a educação religiosa, o tempo junto, é possível cuidar da família sem precisar da prosperidade, pois o Senhor não deixa faltar o necessário.
d] Ajudar os pobres: Só ajudo os pobres se tiver prosperidade? Isso não é necessário, o pouco que podemos ajudar para Deus é o suficiente, como diz Jesus tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, ora, não dei porque estava prospero, é a generosidade do coração que o Senhor pede. Quem diria se Francisco de Assis fosse rico, alias, era rico, deixou tudo para viver a pobreza.
e] Servir de Testemunho da graça de Deus: Aqui está o ápice da Teologia da Prosperidade, é afirmar que é um abençoado, que deu muito dizimo, fez muitas ofertas e tem prosperidade financeira, é um abençoado de Deus, quem acreditar nesse item é porque já esta sucumbido a essa Teologia criada pelos neopentecostais.
f] Para meu próprio prazer: No fundo todos os itens caem nesse ponto, quem busca a prosperidade não esta visando ajudar os pobres, não esta pensando em primeiro expandir o evangelho, não esta pensando somente em ter luxuosos bens a família, esta pensando no próprio prazer, por isso aceita o mercantilismo criado pelos pastores e acabam muitas vezes dando até o que não possui acreditando receber muitas vezes mais.
Se hoje santos que viveram a humildade e a santidade na pobreza como São Francisco de Assis, Santo Antonio de Pádua, Santa Clara entre outros vissem a concepção que os protestantes tem de prosperidade com certeza ficariam horrorizados, alias não só os protestantes mas também os católicos hoje, pois temos concepção diferentes. Os protestantes movidos pela Teologia da Prosperidade vêem nesse uma benção de Deus ou seja, quanto mais se tem em bens, mais o fiel é abençoado por Deus, coitados daqueles humildes que ganham menos de um salário mínimo por mês, estes são os abandonados por Deus? Segundo a visão da Teologia da Prosperidade sim.
Nós católicos entendemos que devemos trabalhar , nos esforçar nesta vida para ter o alimento, mas sabemos também que é Deus quem está a frente, como disse Jesus, Deus dá gratuitamente a mais bela veste as flores dos campos e os pássaros que não plantam e não colhem mas não faltam alimento, a importância dos santos também faz a diferença em nossa formação, de ver no pobre e sofredor o mais amado de Deus, porque Deus ama os humildes, esconde dos sábios e dá abundante aos humildes o alimento para alma.
Mateus 6,24a. Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro.
Mateus 6,24b Não podeis servir a Deus e à riqueza.
Mateus 24,4-5 Respondeu-lhes Jesus: Cuidai que ninguém vos seduza. Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu o Cristo. E seduzirão a muitos.
Mateus 24,11-12 " Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. E, ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos esfriará. "
Mateus 24, 4-5.11 "Prestai atenção e não vos deixeis iludir, porque muitos procurarão enganar um grande número. Virão falsos profetas e enganarão muitíssimos."
Mateus 24,24. Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos.
COLOSSENSE 2,23 ELES PODEM SEM DUVIDAS, DAR A IMPRESSÃO DE SABEDORIA, ENQUANTO EXIBEM SEUS CULTOS VOLUNTÁRIOS, DE HUMILDADE E AUSTERIDADE CORPORAL. MAS NÃO TEM NENHUM VALOS REAL E SÓ SERVEM PARA SATISFAZER A CARNE.
O protestantismo que tanto vinha acusando levianamente o catolicismo de ter parte com a escravidão do povo negro e foi prontamente refutado aqui:http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/05/resposta-catolica-rede-record.html agora recebeu uma carta do Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo, Hernani Francisco da Silva conclamando-os a se desculparem por serem os verdadeiros escravizadores que comercializavam e marcavam a ferro quente os escravos. Ou seja, como de praxe o protestantismo tentava atribuir ao catolicismo o que lhe é próprio.
Abaixo encontra-se a carta enviada às igrejas protestantes
Pedir perdão ao povo negro
Hernani Francisco da Silva O Sínodo Geral da Igreja Anglicana estuda pedir desculpas pela participação da igreja, no passado, no comércio de escravos, devido à celebração do segundo centenário do fim deste comércio. Segundo o reverendo Simon Bessant, da diocese de Blackburn, noroeste da Inglaterra, a igreja deveria "confessar seu pecado perante Deus" e reconhecer sua "participação ativa" na escravidão e o dano causado aos escravos e a seus herdeiros. A Igreja, através de sua filial missionária, foi dona de uma plantação em Barbados.
Os escravos do local eram marcados como gados no peito com a palavra "Sociedade", referente à Sociedade para a Propagação do Evangelho no Estrangeiro. Ainda conforme as palavras do reverendo Simon Bessant, os donos da plantação recebiam uma indenização por libertar os escravos, e de fato o bispo de Exeter recebeu centenas de libras por este motivo.
"Reconheço que uma desculpa agora é difícil porque faz muito tempo que ocorreu, mas a Igreja Anglicana foi parte deste problema e deveríamos reconhecê-lo", disse Bessant.
Aqui no Brasil as igrejas históricas protestantes também estavam envolvidas no "nefando comércio humano". Muitos protestantes, pastores e membros, eram proprietários de escravos que utilizavam como mão-de-obra doméstica ou em alguns empreendimentos. Em 1835, durante a revolta dos escravos malês, ocorrida em Salvador, dos 160 acusados, 45 eram escravos de ingleses residentes no bairro da Vitória. Em testamentos e inventários de anglicanos que morreram na Bahia na segunda metade do século XIX, constatou-se também a presença de proprietários de escravos, tais como os senhores Eduardo Jones que tinha 6 escravos domésticos; o Sr. George Mumford que possuía 11 escravos que trabalhavam na sua roça no Acupe e Sr. George Blandy, que possuía 4 escravos.
A Igreja Anglicana no Brasil foi conivente com o comércio de escravos em que a Inglaterra esteve envolvida desde o século XVI. Houve uma espécie de anuência ou acomodação diante do fato, isto é, por parte de comerciantes anglicanos, sua participação como membros, ao comercializar e possuir escravos. No seu relato sobre o Brasil, o Rev. Robert Walsh, capelão anglicano que acompanhou a missão inglesa do Lord Strangford, entre 1828 e 1829, descreve e opina a respeito da escravidão no Brasil, nada deixou mais chocado o clérigo do que constatar que seus concidadãos ingleses participavam e usufruíam do "nefando comércio", lucrando com a escravização de mulheres e de seus próprios filhos, como presenciou na estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro, relata: "ele passa a vender não só a mãe de seus filhos como os filhos propriamente ditos, e com tanta indiferença como se tratasse de uma porca com a sua ninhada".
Os anglicanos da Christ Church, situada no Rio de Janeiro, não só eram donos de escravos, como fizeram batizar nos ritos da Igreja Anglicana os pequenos escravos nascidos em seu poder. Seguindo uma prática dos senhores de escravos brasileiros que batizavam suas peças aos montes, dando-lhes nomes cristãos, os anglicanos também buscaram cristianizar seus escravos. No livro de registros de batismo da Christ Church em 24 de janeiro de 1820, está assentado o batismo de "Thereza, filha de Louisa -escrava negra, nativa de Manjoula, África- propriedade de James Thonton", um comerciante inglês. Em 11 de maio de 1820 foram batizados 11 escravos do fazendeiro Robert Parker. Na Igreja que se reunia em Morro Velho, sua congregação possuía escravos e alguns chegaram também a ser batizados. Há registros de batismos de escravos domésticos de John Alexander em 1830 e do Coronel Skerit em 1833.
Não foram só os Anglicanos coniventes com a escravidão negra no Brasil. Outras igrejas históricas também participaram dela. Os primeiros colonos batistas eram favoráveis e foram proprietários de escravos. Em Santa Bárbara D’Oeste, primeiro núcleo batista, o trabalho escravo existiu como mão-de-obra usada na agricultura e em tarefas domésticas. Os colonos batistas eram senhores de escravos, a exemplo da Senhora Ellis, dona de um sítio e que providenciara hospedagem nos primeiros meses ao casal de missionários W. Bagby, fundador da Primeira Igreja Batista do Brasil. Os metodistas, defensores dos direitos humanos e da abolição do escravismo na Inglaterra e nos EUA, ao chegarem no Brasil acomodaram-se ao ambiente escravista e quase nada fizeram com repercussão pública, em favor dos escravos. Conforme um estudo sobre o metodismo brasileiro durante o período que antecedeu, ou mesmo depois da "libertação dos escravos," a Igreja Metodista jamais chegou a defender oficialmente sua posição em relação à escravidão no Brasil. Os primeiros Presbiterianos, também sulistas, conservaram-se por muito tempo fiéis à lembrança de sua causa nacional, um destes missionários presbiteriano sulista se havia conservado tão firme em suas convicções que, quando em 1886 o presbiteriano Eduardo Carlos Pereira publicou uma brochura em favor da abolição da escravatura, ele escreveu um verdadeiro tratado anti-abolicionista. Dos luteranos sabemos que os primeiros escravos negros da Colônia Alemã Protestante de Três Forquilhas entraram por volta de 1846, por iniciativa do pastor Carlos Leopoldo Voges. Outros colonos protestantes copiaram seu exemplo (Mittmann, Hoffmann, König, Grassmann, Kellermann, Jacoby, Schmitt e outros).
O fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca nu e embriagado, como a maldição dos negros. Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do sul dos EUA para o sudeste brasileiro.
De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando à abolição já era unanimidade na sociedade brasileira. Mesmo os poucos protestantes que se posicionaram favoráveis à abolição o faziam como uma questão moral e religiosa. Eram incapazes de atitudes mais concretas, que de fato propiciassem soluções ao problema do escravismo, que até os nossos dias tem gerado grandes conseqüências, onde grande parte da população negra vive a margem da sociedade. Os negros se viram largados no interior de uma sociedade fundada em bases racistas. Libertos foram preteridos do mercado formal de trabalho em nome de um projeto elitista de branqueamento do país. Tiveram que disputar com o imigrante europeu até mesmo as mais modestas oportunidades de trabalho livre, como a de engraxate, jornaleiro ou vendedor de frutas e verduras, transportadores de peixe e carregadores de sacas de café, etc. As mulheres garantiram a sobrevivência da família trabalhando, tanto ontem como hoje, como domésticas, faxineiras, babás, doceiras, cozinheiras, lavadeiras e outras atividades similares. E a igreja ainda no seu silêncio.
Essa é uma grande oportunidade para denominações evangélicas históricas brasileiras pedirem perdão ao povo negro, seguindo o exemplo dos anglicanos da Inglaterra. O desafio, o testemunho cristão, é o pedido de perdão ao povo negro que aqui propusemos. Finalmente, desejamos convidar nossos irmãos e irmãs das Igrejas Históricas para que reflitam todas essas questões. Para que as igrejas Históricas possam passar de um simples "ministério de omissão" para um ministério de envolvimento e participação na luta do povo negro para a sua libertação, e cumprimento da sua missão de Igreja de Jesus Cristo aqui na terra.
Lista de Igrejas e lideranças a quem enviamos o documento:
IEAB
Ao Sr. Bispo Primaz
Dom Orlando Santos de Oliveira,
A Secretaria Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
Sr. Rev. Ludgero Bonilha Morais, Secretário Executivo do SC
Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
Moderador: Rev. Gerson Antônio Urban
Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
Diretoria da Assembléia Geral da IPIB
Presidente Rev. Assir Pereira
Igreja Evangélica Luterana do Brasil
A/C Diretoria Nacional Rony Marquardt, Mário Lehenbauer, Carlos W. Winterle, Paulo K. Jung, Moacir Guenther.
Igreja Metodista
Colégio Episcopal
Bispo Josué Adam Lazier - 4a Região
Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann - 1a Região
Bispo João Carlos Lopes - 6a Região
Bispo Luiz Vergílio da Rosa - 2a Região
Bispo João Alves de Oliveira Filho - 5a Região
Bispo Presidente a mesa do Colégio Episcopal
Bispa Marisa de Freitas Ferreira Coutinho - REMNE
Bispo Adriel de Souza Maia - 3a Região
Bispo Adolfo Evaristo de Souza - CMA
Reverendo Stanley da Silva Moraes
Secretário Executivo do Colégio
Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
Pastor Presidente P. Dr. Walter Altmann
Ao CONIC
Presidente Bispo Adriel Souza Maia
Secretaria Executiva Pr. Ervino Schmidt
CLAI - BRASIL - O Conselho Latino Americano de Igrejas
Quadrilhas de pastores ladrões, dívidas milionárias com as tevês, administração amadora e investimentos equivocados na construção de grandiosos templos. O que está por trás da crise financeira da Mundial, uma das mais poderosas igrejas evangélicas do País
Rodrigo Cardoso
Confira compilação com cenas do apóstolo Valdemiro Santiago e outros líderes da igreja pedindo contribuições aos seguidores:
Chorar durante a pregação é um dos traços mais marcantes da performance de Valdemiro Santiago de Oliveira, o todo-poderoso da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), no púlpito. Criticado por abusar dessa prática, o autointitulado apóstolo tem motivos mais terrenos para derramar suas lágrimas atualmente. O império neopentecostal construído por esse mineiro de 49 anos, nascido em Cisneiros, distrito de Palma, a 400 quilômetros de Belo Horizonte, vive a maior crise da sua história. O mais recente indício de que a IMPD está fragilizada foi a decisão do Grupo Bandeirantes de encerrar, na semana passada, a parceria que mantinha com Valdemiro, que alugava quase a totalidade da grade da programação do Canal 21 e ocupava cerca de quatro horas diárias nas madrugadas da Band. Motivo do fim do acordo: atrasos no pagamento.
PASTOR
Valdemiro Santiago criou um império religioso, viu seu rebanho se expandir por cerca de cinco mil templos e, agora, tenta colocar a casa em ordem ao ver sua igreja sangrar em milhões de reais
Valdemiro até que tentou impedir o fato. De microfone em punho, o comedor de angu que cuidava de marrecos na roça antes de se converter evangélico usou toda a sua empatia com o povão. No início do mês, pôs o rosto no vídeo, caprichou na voz chorosa e iniciou uma campanha conclamando seus fiéis a ajudá-lo a arrecadar R$ 21 milhões para honrar compromissos com o aluguel de horários na mídia. A Mundial já devia R$ 8 milhões ao Grupo Bandeirantes referentes a setembro. No fim deste mês, outro boleto a vencer: R$ 13 milhões. A emissora paulista não confirma oficialmente, mas a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, concorrente direta da Mundial, teria entrado na disputa por esses horários e conseguido vencer a briga sobre a maior concorrente na disputa por almas. “Pegaram a gente em um momento de fraqueza”, diz uma liderança da IMPD. “Gastamos R$ 300 milhões com templos ultimamente e vivemos um tempo de estruturação e amadurecimento.”
PODER
Diante da crise, Valdemiro nomeou Jorge Pinheiro (acima), marido da irmã de sua esposa, para gerir o setor financeiro e administrativo da IMPD no lugar do bispo Josivaldo (abaixo), transferido para Lisboa
"Cerca de 30% dos recursos que arrecadamos são desviados por bispos e pastores. Por mês, R$ 30 milhões saem pelo ralo", afirma um alto dirigente da IMPD do Rio de Janeiro Quisera Valdemiro Santiago, porém, que seus problemas fossem revezes restritos apenas ao campo administrativo da sua igreja. Em São Paulo, o líder evangélico é alvo de uma investigação do Ministério Público estadual e da Polícia Civil. Desde janeiro de 2013, diligências feitas pelo Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec) e pela Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Fazenda, da Polícia Civil, apuram um suposto crime de lavagem de dinheiro e ocultação de bens, direitos ou valores. O dono da Mundial virou alvo das autoridades quando elas descobriram que a Fazenda Santo Antonio do Itiquira, localizada em Santo Antônio do Leverger (MT), um conglomerado de 10.174 hectares de terras ocupado por milhares de cabeças de gado, foi comprado por R$ 29 milhões à vista pela empresa W. S. Music, cujos representantes são o apóstolo e sua mulher, a bispa Franciléia. O caso, que pode configurar uso do dinheiro de fiéis para enriquecimento pessoal, corre em sigilo.
A Mundial, fundada em 1998 – antes dela, Valdemiro fora pastor na Igreja Universal por 18 anos (leia quadro) –, viveu um avanço muito grande em um curto espaço de tempo. De 500 templos em 2009, hoje a denominação computa mais de cinco mil unidades, segundo seus membros. Acontece que a vida de uma igreja não se resume ao púlpito ou aos cultos. Administrativa e financeiramente falando, a IMPD não evoluiu. “Cerca de 30% dos recursos que arrecadamos são desviados. Por mês, R$ 30 milhões saem pelo ralo”, afirma um alto dirigente da denominação, lotado no Rio de Janeiro. De acordo com ele, a devoção em torno dos cultos, espécie de pronto-socorro espiritual, onde fiéis garantem ter alcançado a cura divina para alguma enfermidade graças à intercessão de Valdemiro, trouxe notoriedade à igreja e atraiu quadrilhas de pastores que se infiltraram em seus templos para se apropriar das doações. “Há dois anos e meio, por exemplo, o Valdemiro descobriu uma dessas quadrilhas no ABC paulista liderada pelo bispo e por seus auxiliares e os expulsou.”
PREGAÇÃO
Com fama de milagreiro, Valdemiro fez fama ao se aproximar dos mais humildes. Abaixo, sua esposa, a bispa Franciléia
Esse mesmo dirigente lembra do dia em que, ao manobrar seu carro na saída de um culto, uma fiel bateu no vidro para alertar que pessoas traíam a confiança do líder evangélico: “Pastor, está vendo esse carnê da Mundial? A conta corrente aqui escrita não é a da igreja. Estão distribuindo carnês falsos para o povo pagar! Avisa o apóstolo, por favor!” Ou seja, o dinheiro estava sendo desviado num esquema paralelo ao de Valdemiro. Professor da pós-graduação de Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ricardo Bitun se deparou com essa prática ao ir a campo para a confecção de sua tese de doutorado. Intitulado “Igreja Mundial do Poder de Deus: Continuidades e Descontinuidades no Neopentecostalismo Brasileiro”, o estudo defende que Valdemiro foi o único dissidente da Universal que conseguiu alcançar sucesso. E assim o fez graças, principalmente, à remasterização da cura divina, uma prática bastante difundida no Brasil nos anos 1970. “Um bispo me contou que havia pastores infiltrados em igrejas e até mesmo bispos cobrando propinas de pastores”, diz Bitun.
SUSPEITA
Uso do dinheiro de fiéis para enriquecimento pessoal, como a compra de uma fazenda de R$ 29 milhões (à esq., o documento de compra em seu nome), é investigado pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de São Paulo
Valdemiro é um líder religioso onipresente no altar e nos programas televisivos e demorou a perceber que estava sendo traído por pessoas muito próximas a ele – e do alto escalão da igreja. Havia um grupo próximo a Josivaldo Batista de Souza, que era considerado o número 2 da Mundial, agindo como lobos em pele de cordeiro. “Ele se deu conta de que o problema advinha da concentração de poder em torno dessa turma”, diz um membro da hierarquia paulista da Mundial. “Era gente pedindo avião para fazer não sei o quê, para ter programa na televisão não sei onde, para abrir igreja em um grotão aí...” Segundo esse integrante da IMPD, Valdemiro cometeu erros próprios de líderes que sobem muito e rapidamente. “Ele se cercou de um estafe pequeno que blindava o acesso a ele. E, assim, passou a ouvir pouco outras opiniões. Precisa amadurecer.”
FLAGRA
Membros da Mundial chegaram a clonar carnês para desviar o dinheiro que era arrecadado dos fiéis nos cultos
Diante das dívidas, dos calotes e das traições, o líder da IMPD está tentando conter a sangria da sua igreja do jeito que pode. Transferiu para Lisboa o pastor Josivaldo, um ex-membro da Universal que o acompanha desde o começo dos trabalhos da denominação em Pernambuco, segundo Estado onde ele fincou sua bandeira. Para substituir Josivaldo, que era responsável pela gestão administrativa e financeira e cuidava do dia a dia da Mundial, além dos bispos e pastores, Valdemiro achou por bem recorrer a um familiar. Empossou o bispo Jorge Pinheiro, marido da irmã da sua esposa Franciléia. Para tentar se reequilibrar financeiramente, conta um bispo paulista, ele decidiu se desfazer de duas Cidades Mundiais, como são chamados os megatemplos da IMPD, em São Paulo e no Paraná. Elas se encontram fechadas pelos órgãos públicos locais, após pouco tempo de funcionamento, por não preencherem requisitos para receber o público. Um claro erro de avaliação que onerou a igreja. “A Cidade Mundial paulista está fechada desde fevereiro de 2012. Mas Valdemiro, todo mês, tem de pagar R$ 5 milhões das parcelas da compra dela”, diz o bispo. Missionário da IMPD, o deputado estadual Rodrigo Moraes (PSC-SP), que foi designado pela igreja para fazer “a coisa caminhar” junto aos órgãos públicos, segue na sua empreitada. “Não recebi o comando de parar o trabalho ainda. Mas a vontade do apóstolo é que fala mais alto”, afirma. Templos pequenos e mal localizados, que não condiziam com a orientação de Valdemiro, também deixaram de ser usados. “Cerca de 15% deles tiveram de ser fechados ou reestruturados”, diz uma liderança da igreja. Pode ser uma saída para que a fama de caloteiro não suplante a de apóstolo milagreiro.
NA JUSTIÇA
Faz três meses que a Mundial não paga o aluguel do imóvel (acima), localizado em Pirituba (SP): ação de despejo e cobrança de R$ 34 mil. À esq., Cidade Mundial em São Paulo, que será fechada
Não são poucos os templos ocupados pela IMPD que têm problemas com aluguel atrasado ou ações de despejo em curso na Justiça. Em Pirituba, por exemplo, bairro da capital paulista, o proprietário impetrou na justiça uma ação de despejo contra a igreja por não receber o aluguel de seu imóvel desde julho. E cobra, ainda, o pagamento de R$ 34.538,64. De acordo com um de seus representantes legais, essa é terceira vez que a justiça é acionada desde 2010, quando o local passou a ser ocupado pela Mundial. “Não entendo a falta de organização da igreja. Não acredito que ela não tenha caixa para pagar o aluguel”, diz ele, que prefere não se identificar. “Esses problemas diminuíram 70% nos últimos tempos”, garante Dênis Munhoz, advogado da Mundial. À frente também do cargo de vice-presidente da Mundial, Munhoz refuta a ideia de a denominação viver uma crise, argumentando que a IMPD é a evangélica que mais cresce no Brasil. Sobre as quadrilhas de pastores, afirma: “Se existe esse problema, a igreja sempre tomou as providências rapidamente.” Prefere, no entanto, não comentar a perda dos espaços no Canal 21 e na Band. Quem falou sobre o assunto foi o presidente da IMPD, o deputado federal José Olímpio (PP-SP). “Estamos pagando muitas prestações, os valores de aluguéis aumentaram, temos muitas obras em andamento e acabou atrasando alguma coisa. Aí, deixa de pagar um mês e vira um problema para a mensalidade seguinte”, diz.
Para se ver livre de mais problemas, Valdemiro, que, procurado por ISTOÉ, não se manifestou, entregou os horários que possuía na Rede TV! e na CNT. Deixou também de alugar espaço em dezenas de retransmissoras de diferentes estados e recuou no projeto de ocupar a programação de tevês da Argentina, Colômbia e do México. “Muitas vezes, é melhor dar um passo atrás para, depois, dar um maior à frente”, diz o alto dirigente da Mundial do Rio. “Valdemiro me disse que estava, inclusive, vendendo a sua fazenda no Mato Grosso.” Essa informação não foi confirmada pelo presidente nem pelo vice-presidente da IMPD. Mas, na atual situação, receber R$ 33 milhões, valor estimado da Fazenda Santo Antonio do Itiquira, seria como um milagre para o líder evangélico.
Em uma investigação que durou quase 40 dias, as policias civil e militar efetuaram ontem(25) à noite a prisão por pedofilia e aliciamento de menores do pastor da Igreja Mundial de Pirapemas, Robson Gomes dos Santos.
Segundo o delegado, Paulo Salomão, Robson usava o recinto que trabalhava para a pratica criminosa
O pedido da prisão de Robson foi feita baseada em depoimentos e exames feitos pelas vítimas. A prisão do pedófilo Robson foi decretada pela juíza Edeuly Maia Silva.
O delegado Paulo Salomão, não descarta a possibilidade de outras pessoas terem sido vítimas do pastor pedófilo.
Robson Gomes dos Santos foi encaminhado para Delegacia Regional de Itapecuru, onde ficará a disposição da justiça.
Como informações do Pirapemas.com via Blog do Valdivan
Francisco disse que apego ao dinheiro destrói as pessoas
"O apego ao dinheiro destrói as pessoas, as famílias a sociedade. O dinheiro pode servir para fazer coisas boas, e a pobreza não deve ser procurada enquanto tal, mas como instrumento para colher a medida da existência e ir ao encontro do Senhor", afirmou Francisco.
"Já o apego ao dinheiro destrói a fraternidade humana e adoece as pessoas", explicou o Papa.
"Quantas famílias já vimos destruídas por problemas de dinheiro: irmão contra irmã; pai contra filho. O dinheiro destrói! Faz isso, não? Te ataca. O dinheiro serve para levar adiante muitas coisas boas, muitos trabalhos para desenvolver a humanidade, mas quando o teu coração é atacado assim, te destrói", destacou o Pontífice. Como ensina a parábola do homem rico, aquilo que destrói é a "cobiça, ter mais, ter mais, ter mais... Te leva à idolatria, destrói as relações com os outros! Não o dinheiro, mas a atitude, que se chama cobiça. Também esta cobiça de adoece, porque te faz pensar tudo em função do dinheiro. Te destrói, te adoece. E no final a cobiça é instrumento da idolatria, porque vai pelo caminho contrario ao que Deus percorreu com nós", disse o Papa.
"[Por isso Jesus diz coisas] tão duras, tão fortes contra este apego ao dinheiro. Nos diz que não se pode servir dois patrões: ou Deus ou o dinheiro. Nos diz para não nos preocuparmos, que o Senhor sabe do que precisamos e nos convida ao abandono confiante em direção ao Pai, que faz florescer os lírios do campo e dá o que comer aos pássaros", afirmou Francisco. "Este caminho contrário ao de Deus é uma loucura, te leva longe da vida, destrói qualquer fraternidade humana. O Senhor nos ensina qual é o caminho, não e o caminho da pobreza pela pobreza. Não! É o caminho da pobreza como instrumento, para que Deus seja Deus, para que Ele seja o único Senhor! Não o ídolo ouro! E todos os bens que temos, o Senhor nos dá para fazer caminhar o mundo, para desenvolver a humanidade, para ajudar, para ajudar os outros", finalizou o Papa.
In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.
“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”