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    domingo, 22 de julho de 2012

    [ZP120722] O mundo visto de Roma

    ZENIT

    O mundo visto de Roma

    Portugues semanal - 22 de julho de 2012

    Santa Sé

    Jornada Mundial da Juventude Rio 2013

    Comunicar a fé hoje

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    Santa Sé


    450 anos da fundação do Carmelo
    Mensagem do papa ao bispo de Ávila

    CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 16 de julho de 2012 (ZENIT.org)-O Serviço de informação do Vaticano (VIS) publicou hoje a mensagem que o Santo Padre Bento XVI enviou ao bispo Jesús García Burillo, de Ávila, Espanha, por ocasião do 450º aniversário da fundação do mosteiro de São José de Ávila e do início da reforma do Carmelo, empreendida por Santa Teresa de Jesus.

    Bento XVI recordou que "a reforma do Carmelo, cujo aniversário nos enche de alegria interior, nasce da oração e tende à oração. Ao promover um retorno radical à Regra primitiva, afastando-se da Regra mitigada, Santa Teresa de Jesus procurou promover uma forma de vida que levasse ao encontro pessoal com o Senhor, que precisa de ‘solidão e de um olhar para dentro de si mesmo, e do não afastamento de tão Bondoso Hóspede’".

    "Santa Teresa propôs um novo estilo de vida carmelita em um novo mundo. Eram tempos difíceis. Naqueles dias, como disse essa mestra de espiritualidade (...), ‘o mundo está ardendo, querem voltar a condenar Cristo, querem destruir a sua Igreja. Não, minhas irmãs, não é hora de tratarmos com Deus de assuntos de pouca monta. Não nos é acaso familiar, na situação em que vivemos, uma reflexão tão luminosa que nos desafie, feita de mais de quatro séculos da santa mística?" continuou o Papa. 

    "O objetivo final da reforma teresiana e da criação de novos mosteiros, num mundo pobre de valores espirituais, era promover pela oração o agir apostólico, propondo uma maneira de viver o evangelho que fosse modelo para quem procurava um caminho de perfeição, convencido de que toda autêntica reforma pessoal e eclesial reproduz cada vez melhor em nós a ‘forma’ de Cristo. (...) Mesmo agora, tal como no século XVI, entre as rápidas transformações, é a oração a alma do apostolado, para que ressoe com clareza e grande dinamismo a mensagem salvadora de Jesus Cristo. É urgente que a Palavra de vida vibre nas almas com harmonia, com notas sonoras e atraentes".

    "Nesta missão apaixonante, o exemplo de Teresa de Ávila é de grande valia. Podemos dizer que, no seu tempo, a santa evangelizou sem tibieza, com ardor vívido, com métodos distantes da inércia, impregnada de luz. Isto preserva o seu frescor no mundo de hoje, que sente a urgência de renovação do coração dos batizados através da oração pessoal, centrada, seguindo os ditames da mística de Ávila, na contemplação da Humanidade Sacratíssima de Cristo como a única estrada para se chegar à glória de Deus".

    "O poder de Cristo levou a santa de Ávila a redobrar os esforços para que o povo de Deus reencontrasse o seu vigor da única forma possível: abrindo espaço em seu íntimo para os sentimentos do Senhor Jesus, procurando em todas as circunstâncias viver de forma radical o seu evangelho". E continuou explicando que "isto significa, em primeiro lugar, permitir que o Espírito Santo nos torne amigos do Mestre e nos configure com ele. Também significa acolher todos os seus mandados e adotar critérios como a humildade de vida, a renúncia ao supérfluo, o não ferir os outros e o proceder com simplicidade e mansidão de coração"

    Ao final o Papa afirmou que aqueles que nos rodeiam sentirão a alegria "que vem da nossa adesão ao Senhor, do não antepor coisa alguma ao seu amor, estando sempre dispostos a dar a razão da nossa esperança".

    (Tradução:ZENIT)

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    Relatório de Moneyval: um compromisso moral e não estritamente técnico
    Monsenhor Ettore Balestrero mostra os passos do Vaticano contra a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo

    CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 18 de julho de 2012(ZENIT.org) - Por ocasião do relatório de Moneyval, de avaliação das medidas de prevenção contra a lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo aprovadas pela Santa Sé, Monsenhor Ettore Balestrero, secretário vaticano para as Relações com os Estados, realizou um briefing na Sala de Imprensa do Vaticano para ilustrar o que foi feito e o que será feito sobre o assunto.

    Monsenhor Balestrero foi o chefe da delegação da Santa Sé na Sessão Plenária de MONEYVAL Plenária, realizada dia 4 de Julho, em Estrasburgo.

    Para a Santa Sé este caminho representa antes de tudo “um compromisso moral e não estritamente técnico”, com a convicção de que “a conformidade e a efetiva aplicação das normas internacionais é parte do que gera o verdadeiro compromisso moral"

    O Estado da Cidade do Vaticano, destacou Mons. Balestero, apresenta a particularidade de ser “ privado de uma economia de mercado”. Não é um “centro financeiro”, onde as atividades financeiras em vigor, “são desenvolvidas para apoiar obras de caridade e de religião”.

    Ao mesmo tempo, a Santa Sé "tem uma reconhecida autoridade moral e está em profunda conexão com os países mais próximos e mais distantes do mundo", acrescentou o prelado.

    Mons. Ettore Balestrero, vice-secretário para as relações com os Estados, recordou que está em vigor a Lei n°CXXVII como medida de prevenção contra a lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo, desde abril de 2011.

    Dentre os elementos da nova legislação em vigor na prevenção e combate à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, estão: o critério do risk based aproach (ou seja, "abordagem baseada no risco") que permite a verificação da identificação de clientes e operações suspeitas; uma maior cooperação internacional, incluindo o intercâmbio de informações com contrapartes estrangeiras; tornou-se explícito e conforme a legislação internacional as normas internas de sigilo em questões financeiras, entre outros.

    "Demos, portanto, um passo definitivo, estabelecendo as bases de uma"casa", ou seja, um sistema de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, que seja sólida e sustentável", disse monsenhor Balestrero.

    MEM

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    Jornada Mundial da Juventude Rio 2013


    "Preparai o Caminho"
    Comitê Organizador Local da JMJ RIO 2013 promeve uma série de eventos

    RIO DE JANEIRO, terça-feira, 17 de julho de 2012(ZENIT.org)- A um ano da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, o Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 promoverá uma série de eventos.

    A primeira das novidades foi o lançamento da Oração Oficial da JMJ Rio2013. A próxima será a Evangelização através do esporte no dia 22 de julho: uma corrida de rua e caminhada que acontecerão, simultaneamente, em todas as Dioceses do Brasil. 

    Nos dias 27, 28 e 29 de julho acontecerá o “Preparai o Caminho”. O evento será no Complexo do Maracanã e marcará a contagem regressiva de um ano para a realização da Jornada. O objetivo é apresentar um pouco daquilo que será a JMJ Rio2013.

    O encontro acontecerá em dois locais simultâneos: Ginásio Maracanãzinho e Estádio de Atletismo Célio de Barros.

    A expectativa de público é de cerca de 50 mil pessoas durante os três dias de evento, que será transmitido na íntegra pela internet, através do portal oficial da JMJ Rio2013: www.rio2013.com. Os ingressos serão distribuídos nas paróquias.

    Confira a programação:

    Dia 27

    Abertura - Missa presidida pelo Núncio Apostólico

    Show com Jovens Cantores apresentando os hinos de todas as JMJs

    Dia 28

    Abertura das atividades no espaço Célio de Barros

    Missa presidida pelo Cardeal Dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB

    Exposição de arte sacra

    Festival de pipas

    Festival de música no palco Célio de Barros

    Pregação e testemunhos

    Show com Cantores do Rio de Janeiro (Banda Bom Pastor e convidados)

    Dia 29

    Missa presidida pelo presidente do COL e arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta

    Ações sociais: prestação de serviços gratuitos para toda a população (teste de hepatite e glicose, banca de emprego, testes vocacionais, avaliação IMC, etc.)

    Apresentação de grandes bandas da musica católica

    Palestra do padre Reginaldo Manzotti

    Show com Elba Ramalho e grandes nomes da MPB

    Show de lançamento CD do padre Omar Raposo, com participação especial de Diogo Nogueira

    MEM

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    Comunicar a fé hoje


    More than Gold: iniciativa pastoral inglesa nas olimpíadas
    O espírito olímpico encarnado de modo cristão

    LONDRES, sexta-feira, 20 de julho de 2012 (ZENIT.org) - “More than Gold” (Mais do que Ouro) é o nome que a Igreja católica no Reino Unido deu ao movimento pastoral focado nos Jogos Olímpicos de Londres, para fazer do acontecimento esportivo, que começa no próximo dia 27, não apenas uma série de competições, mas uma oportunidade para se encarnar o espírito olímpico de modo verdadeiramente cristão.

    O arcebispo de Westminster, dom Vincent Nichols, explica que a Igreja está se mobilizando para receber as famílias dos atletas que querem ver os filhos e filhas, mas não podem pagar os gastos de um hotel. "Encontramos centenas de pessoas dispostas a compartilhar a casa com essas famílias", declara o prelado.

    De acordo com o arcebispo, o trabalho da Igreja durante as Olimpíadas abrangerá todo o país, mesmo que os jogos sejam centralizados em Londres. 

    O arcebispo de Westminster informa que no início da preparação dos Jogos Olímpicos foi criada a Fundação João Paulo II para o Esporte. Trata-se de uma organização que “tentará ajudar a estruturar nas escolas e nas organizações católicas oportunidades para os jovens das periferias praticarem esporte em vez de vagar pelas ruas”. 

    “Conforme a visão do papa Wojtyla, a fundação tentará trabalhar com o espírito, além do corpo, para integrar o bem-estar físico e o espiritual", afirma Nichols. 

    Outra iniciativa que envolve todo o Reino Unido é "A Chama", que reuniu cerca de nove mil pessoas para falar da chama da fé. Durante o evento, alguns atletas olímpicos explicaram como a fé cristã que eles possuem é importante para a sua formação atlética. 

    O prelado explica ainda que, desde bem antes dos Jogos Olímpicos, a Igreja vem trabalhando junto aos estudantes. Há um ano, as escolas católicas aproveitaram o fato esportivo para educar sobre as virtudes tradicionais, destacando que "se os atletas treinam para uma competição, nós treinamos para ser cidadãos virtuosos". 

    Quanto às cerimônias litúrgicas durante os jogos na capital do país, o arcebispo informa que haverá uma missa de abertura na catedral de Westminster no dia 28 de julho, um dia depois do início oficial das olimpíadas. 

    Também haverá uma cerimônia de encerramento e conclusão dos Jogos Paraolímpicos, que acontecem logo depois das olimpíadas.

    (Trad.ZENIT)

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    Brasil


    A presença de São Camilo Lelis no Brasil
    Reflexões de Dom João Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro

    RIO DE JANEIRO, quinta-feira, 19 de julho de 2012(ZENIT.org) - No último dia 14 de julho comemoramos o Dia de São Camilo de Lelis, fundador da Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos).

    Neste ano de 2012, os religiosos Camilianos Brasileiros celebram os 90 anos da chegada dos seus pioneiros no Brasil, no porto do Rio de Janeiro, em 15 de setembro (1922-2012). Em 2014 se completarão 400 anos da morte de São Camilo (1550-1614).

    Para celebrar essas datas, a Província Camiliana Brasileira trouxe a relíquia do coração de São Camilo ao Brasil, que percorre neste mês as diversas cidades onde os Camilianos atuam. A Arquidiocese do Rio de Janeiro receberá essa relíquia no dia 21de julho, sábado, e aproveitará deste momento para celebrar o trabalho da Pastoral dos Enfermos ou da Saúde, dentro deste ano em que aprofundamos o tema da Campanha da Fraternidade sobre a saúde pública. Antes da Missa faremos a IIª Peregrinação da Pastoral da Saúde da Arquidiocese ao Santuário de São Camilo.

    A inspiração da vida e missão de São Camilo pode nos ajudar em nosso empenho tanto no trabalho de presença junto aos enfermos, como na luta por uma saúde com mais dignidade.

    Quatro séculos de distância não apagaram a atualidade da mensagem e espiritualidade vivida e transmitida por São Camilo. Ainda mais, à medida que o tempo passa fica sempre mais evidente a sua atualidade e sua capacidade de atração. Sobretudo pelo caráter humano e singular de sua pessoa e biografia, mas também, por certo, por que em sua espiritualidade se cumprem com rigor os principais requisitos para sua credibilidade e duração no tempo: sua clara inspiração evangélica, a resposta a um dom particular (carisma) recebido em vista da missão, sua dimensão eclesial e capacidade de conduzir seus seguidores à santidade efetiva.

    No itinerário espiritual de Camilo existem experiências e momentos que marcaram sua vida e deram também uma configuração especial à sua espiritualidade. Algumas de suas características mais marcantes desta espiritualidade.

             Camilo chegou ao encontro decisivo com Deus pela “via da indigência”. Desde a orfandade prematura (perde a mãe aos 13 anos e o pai, que era um militar, aos 19 anos), desde a pobreza material, a chaga inoportuna e crônica no peito do pé direito, a vida sem rumo e o vazio interior: parece que tudo estava misteriosamente predisposto para um encontro que foi adquirindo forma e gerando nova vida. Em sua indigência se tornou palpável a misericórdia de Deus. É o itinerário de um convertido, que deixou uma marca profunda em seus filhos: os filhos de um convertido.

    A experiência de sua conversão, em 2 de fevereiro de 1575, centrou e unificou o seu coração, centrando sua vida e sobretudo sua opção em Cristo misericordioso de uma radicalidade permanente: o serviço aos enfermos, concebido e praticado, ainda que com o risco da própria vida – constitui o quarto voto dos camilianos, tão original e essencial como a profissão dos conselhos evangélicos. A atual Constituição da Ordem recolhe esta opção de fundo na confissão de Camilo e dos religiosos camilianos: “Nós. Acreditamos no amor (1 Jo 4,16) e, movidos pelo Espírito Santo, abraçamos o carisma próprio da Ordem. Queremos viver unicamente para Deus e para Jesus Cristo misericordioso, servindo aos enfermos na pobreza, castidade e obediência”.

             Camilo bebeu e transmitiu esta radicalidade centrando sua atenção no Evangelho da misericórdia. A inspiração bíblica de sua espiritualidade se fundamenta basicamente em dois textos evangélicos, nos quais encontrou a síntese vital de sua configuração com Cristo: A parábola do bom Samaritano (Lc 10) e o texto de Mateus 25,36-40: Estive enfermo e me visitastes... o que fizestes a um destes meus irmãos mais humildes, a mim o fizestes”.

    Podemos fazer uma leitura “contemplativa e operativa” desses textos.  A fonte e o núcleo de sua espiritualidade, também para o cristão de hoje, estavam justamente em ver, contemplar e servir a Cristo no enfermo, e em ver e servir ao enfermo com os mesmos gestos, atitudes e sentimentos de Cristo misericordioso.  A sua fé se traduziaem caridade. Com esta harmonia interior, sem divisões nem dicotomias, Camilo viveu as experiências mais belas, uma espécie de livro inesgotável para seus discípulos. Tratava os doentes como se fosse o próprio Cristo e, além de lhes resgatar sua dignidade, os enlevava enquanto objeto de amor, na mesma “categoria” de Cristo. Chegou a tal ponto, nesta perspectiva, de pedir perdão de seus pecados e de considerar os enfermos como seus “patrões e senhores”. 

             Esta configuração com Cristo misericordioso e bom samaritano operou em Camilo uma verdadeira transformação de sua própria humanidade com todas suas faculdades e energias. Uma transformação com uma forte dimensão estética: o serviço como obra de arte, em que o corpo, educado na escola do bom Samaritano, se converte em veículo da ternura de Cristo. Era todo coração para os enfermos, e transformou em programa de educação, transmitido de geração em geração, a expressão “mais coração nessas mãos, irmão!, ou então aquele pensamento em que diz; “cada um peça a Graça ao Senhor... porque queremos servir aos enfermos com o mesmo amor com que uma mãe cuida de seu próprio filho enfermo”.  Aqui estão colocados os valores fundamentais de qualquer programa de humanização de serviços de saúde, hoje sempre mais técnicos, frios e sem alma! Urge transformar esta cultura.        

             A espiritualidade camiliana aparece profundamente radicada no Carisma da Ordem e na experiência do Espírito transmitida pelo fundador, e é expressa como “o dom de reviver e testemunhar no mundo o amor sempre presente de Cristo para com os enfermos “(C 1). Dito de uma forma direta e sem matizes, o dom que alimenta e dá conteúdo à espiritualidade consiste no presente de uma nova experiência: a possibilidade de apropriar-se dos sentimentos, gestos e atitudes de Cristo misericordioso (o que ele sentiu e fez).

    Resulta transparente a centralidade do ministério/serviço. Trata-se do serviço ao próprio Cristo (aqui seu valor), do que Ele fez e do significado de sua ação solidária, terapêutica e salvífica em favor dos enfermos. Este ministério acolhido e realizado é obra da Graça, a qual edifica sobre a fraqueza humana, se integra no seguimento de cristo, constitui um modo novo de viver a relação com Deus. Nós, cristãos de hoje, precisamos estar conscientes de que o serviço nos remete sempre ao Cristo misericordioso como referência existencial e contempla em Jesus não somente um exemplo a ser seguido, mas também a razão que orienta e reorienta sua vida.

             Na vivência do ministério, o cristão se coloca na mesma perspectiva de Cristo.  O cristão e, especialmente o Camiliano, está consciente de que, com sua consagração a serviço da saúde e aos enfermos, prolonga no mundo a missão salvífica e terapêutica de Cristo. Sabe, portanto, que tem a oferecer a mesma saúde que Jesus ofereceu: uma saúde integral, que compreende todas as dimensões da pessoa (física, psíquica, social e espiritual), uma saúde orientada para a salvação. Para ele, para além do horizonte final de sua ação, é importante explicitar o “a partir de onde”. Como em Cristo, a partir de “baixo”, a partir de sua atitude vital que leva a sério todo o humano, que descende ao centro das periferias, que encontra e serve a Cristo no caminho samaritano (a “liturgia dos gestos”) e traduz a caridade em sensibilidade, num sexto sentido e num terceiro ouvido.

             Este serviço se inspira no mistério mesmo da Encarnação. Nele, aprende a olhar com olhos diferentes todo o humano, alimenta sua “paixão pela vida”, especialmente a mais ameaçada, frágil e indefesa; aprende a viver saudavelmente e santamente seu próprio corpo. Da Encarnação parte e se expande o plano salvífico de Cristo. Uma de suas expressões mais significativas está em Jo 10,10: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância”. 

             Da vocação, a identificar-se com Cristo e sua paixão pela vida, brota espontaneamente uma associação indissolúvel entre o serviço da vida e a vida de oração.  Para São Camilo, como vimos, o serviço aos enfermos era uma Graça a ser pedida e, ao mesmo tempo, a expressão mais perfeita da caridade.      

    Algumas características específicas que convém ressaltar: esta espiritualidade de oração tão rente ao chão da vida, significa orar diante da realidade da vidaPara o cristão este é “o espaço”, sempre com rostos, de sua relação com Deus. Sabedor de sua missão de dar vida, o cristão percorre o mesmo caminho de Cristo: situa-se a partir dos sofrimentos do homem, em suas pequenas expectativas e em suas grandes esperanças. Torna-se um expert em humanidade, acolhe e respeita todo o humano, acompanha os processos de perto, ajuda a curar as feridas e a abrir novos horizontes...

             Outro aspecto fundamental, embora nem sempre explicitado: espiritualidade da comunhão, em todos os níveis. Para entendermos melhor precisamos partir das referências fundamentais.  A primeira é Bíblica: a saúde e o serviço aos enfermos foram encomendados à Igreja como dom e como missão. Além disso, situados por Cristo, no mesmo nível que o anúncio do Reino: curar e anunciar (Lc 10,9). Outro referencial: a saúde remete sempre a um lugar, a uma comunidade, a um tecido relacional. Pois bem, a espiritualidade camiliana tem uma de suas expressões mais relevantes em sua capacidade de gerar alianças (aliança terapêutica), de semear solidariedade e de buscar efeitos multiplicadores. Nascidos segundo o dom do Espírito, para cuidar e ensinar a cuidar da vida e saúde da humanidade ferida e sofrida.      

             Não foi por acaso que São Camilo foi proclamado como sendo o padroeiro dos doentes e dos profissionais da saúde e dos hospitais. Foi seguindo este itinerário espiritual que ele se santificou e transformou a realidade dos cuidados de saúde de então.  Necessitamos hoje de mais “Camilos”, como agentes da pastoral da saúde, profissionais da saúde conscientes do seu dever de servir com amor e competência científica, para viabilizar nosso sistema público de saúde, o SUS que queremos.  

    São Camilo de Lélis, rogai por nós!    

    † Orani João Tempesta, O. Cist.

    Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ     

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    O que está acontecendo com a sociedade brasileira?
    Mensagem de Dom João Carlos Petrini, Presidente da comissão episcopal pastoral para Vida e Família da CNBB

    BRASILIA, quarta-feira, 18 de julho de 2012 (ZENIT.org) - Publicamos a seguir mensagem enviada por Dom João Carlos Petrini, Bispo de Camaçari, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família da CNBB e Vice-Presidente do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família – seção brasileira, sobre a situação da defesa da vida no território brasileiro.

    ***

    “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”(Jo 10,10)

    Prezados irmãos e irmãs,

    Durante a última Assembleia Geral da CNBB, ao comentar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) relativa à legitimidade do aborto de crianças portadoras de anencefalia, foi decidido que a Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família (CEPVF) iria elaborar, com a participação do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (CONSEP), uma proposta para responder aos desafios que estavam evidenciando-se naquela circunstância. Na realidade, no cenário da sociedade e da cultura atuais, apresentam-se diversas formas de desrespeito e agressão à vida humana, que clamam ao céu (cf. EV 9; Gn 4, 9-10; Mt 23, 35) e que exigem dos pastores e fiéis das comunidades católicas uma resposta orgânica, sistemática e propositiva.

    De fato, não é suficiente apenas evitar a aprovação de leis contrárias à vida e repetir normas que proíbem ações contrárias. Mesmo sem essas leis, a vida humana é quotidianamente ferida. Por outro lado, nossa tarefa de cristãos é valorizar o respeito, a promoção e a defesa da vida, quer com uma legislação favorável, quer contrária. Somos chamados a despertar sentimentos e atitudes de atração, de fascínio, de amor que acolhe e valoriza a vida, pela sua beleza, porque é o maior dom que recebemos do Criador. 

    Recordemos algumas situações:

    a- O STF liberou o aborto de crianças portadoras de anencefalia.

    b- Está em discussão o Projeto de Reforma do Código Penal que inclui entre suas normas a legalização do aborto, da eutanásia, da profissão de prostituto/a, entre outras.

    c- O Ministério da Saúde está elaborando um modo de “diminuir os danos” à saúde da mulher, provocados por abortos clandestinos, legitimando e amparando, de fato, a realização do aborto, mesmo que a lei o considere crime (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1100945-governo-estuda-adotar-medidas-de-reducao-de-danos-para-aborto-ilegal.shtml).

    d- A fecundação artificial (dita assistida) dá origem a uma nova vida em situação indigna de um ser humano. De fato, o novo ser não nasce de uma relação de amor, mas em laboratório. No entanto, cada ser humano tem o direito de nascer de um ato de amor entre um homem e uma mulher. Além disso, para cada gravidez encomendada, são produzidos diversos embriões (de 5 a 8), sendo aproveitados os mais bem sucedidos e destruindo os outros.

    e- Centenas de adolescentes e de jovens, toda semana, perdem a vida por causa das guerras que se travam ao redor das drogas.

    f- São alarmantes as situações de violência que afetam crianças, idosos, mulheres e agora também homens, em ambientes domésticos.

    A lista poderia estender-se ainda muito mais.

    O que está acontecendo com a nossa sociedade?

    Muitos pensavam (alguns ainda pensam) que a sociedade moderna não precisa de religião, que as novas gerações poderiam realizar-se e conseguir sucesso e bem estar mais agilmente, ignorando a luz de Cristo e a sabedoria do evangelho, ignorando também o ideal da vida fraterna e da caridade que respeita e acolhe o outro. Foi desvalorizado o entendimento segundo o qual a vida encontra realização e felicidade fazendo o dom sincero de si para o bem e a felicidade de outros, até com o sacrifício próprio (na família, na vida consagrada, na profissão, na política) (cf. Jo 10, 25; 15, 13; Lc 17, 33). Prevalece, agora, o privilégio dado ao próprio bem estar, mesmo com sacrifício dos outros (o aborto de um filho com anencefalia vai nesta direção).  A vida humana é avaliada pela sua utilidade, sendo descartada quando exige dedicação de tempo e de dinheiro, considerada mais uma mercadoria do que algo sagrado. A postura que a Igreja muitas vezes usou de proibir certas práticas ou condenar certas atitudes não tem o efeito esperado. Pelo contrário, parece que suscita irritação e distanciamento.  É necessário empreender uma grande educação popular, no horizonte da nova evangelização (cf. DGAE 2011-2015, p. 9), de modo que cada leigo engajado possa discernir as propostas e as situações que contradizem o Evangelho e o verdadeiro bem do ser humano, e seja capaz de dar as razões (cf. 1P 13, 15) pelas quais rejeita certas opções e se decide por outras.

    A CEPVF, em comum acordo com o CONSEP, propõe a criação de Comissões de Respeito Promoção e Defesa da Vida em cada diocese, e, sempre que possível, em cada paróquia, organizadas pela Igreja, com a finalidade de:

    a- Compreender as formas de agressão e desrespeito à vida que acontecem no território nacional, da diocese ou da paróquia.

    b- Dar visibilidade a esses problemas na imprensa local, nas rádios comunitárias, ou através da elaboração de uma específica publicação.

    c- Procurar evidenciar as razões para defender e promover a vida que possam ser aceitas inclusive por parte de quem se declara sem religião, na base da razão natural que compreende a dignidade da vida e reconhece os direitos universais.

    d- Oferecer às próprias comunidades uma formação enraizada na Palavra de Deus e na Doutrina Social da Igreja, de maneira que cada um se torne um militante da defesa e da promoção da vida (cf. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil - DGAE - 2011-2015, n. 67).

    e- Promover debates públicos, bem como nos meios de comunicação que são acessíveis, para criar mentalidade.

    f- Estabelecer parcerias com Escolas públicas e privadas, através da elaboração de textos, vídeos e outros meios didáticos que visem à formação das crianças e dos adolescentes. Promover concursos de desenho, redação e outros, tendo como tema a defesa e a promoção da vida, especialmente por ocasião da Semana Nacional da Vida.

    g- Suscitar debates nas câmaras municipais, nas Assembleias Legislativas, com a finalidade de sensibilizar um segmento da população mais difícil de ser atingido e que em geral influencia muitas pessoas.

    Na medida em que nas maiores cidades de um Estado estão constituídas Comissões de Respeito, Promoção e Defesa da Vida, será fácil constituir uma comissão de nível estadual, com a participação de representantes de outras religiões, professores universitários, políticos etc.

    Trata-se de defender a vida humana não somente contra as tentativas de ampliar a legitimidade de abortar, mas de promover a vida humana em todas as situações nas quais é ofendida e é ferida a sua dignidade inviolável (cf. DGAE 2011-15, n. 66 e 69). Basta lembrar as situações de trabalho escravo, de miséria extrema e fome, de abandono de crianças ou de idosos, de tráfico de pessoas, abuso de menores etc.

    A CEPVF elaborou algumas sugestões práticas para a constituição das Comissões nas Dioceses e nas Paróquias. Essas sugestões são publicadas no subsídio “Hora da Vida”, nas páginas finais. Pedimos aos bispos, padres e leigos que tomem a frente desse movimento de evangelização e de educação popular que visa defender e promover a vida, sempre que é desrespeitada e oprimida, de modo a motivar lideranças qualificadas capazes de levar adiante com generosidade e com criatividade esta proposta. 

    Existem outros subsídios já elaborados que podem auxiliar, especialmente na etapa inicial da implantação da Comissão. A CEPVF está à disposição para auxiliar e orientar em tudo o que for possível.

    Dom João Carlos Petrini é Bispo de Camaçari, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família da CNBB e Vice-Presidente do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família – seção brasileira.

    Contatos - e-mail: vidafamilia@cnbb.org.br; familia@cnbb.org.br; secren@cnpf.org.br; tel.: (61) 3443-2900; (61) 8155-5631; (61) 2103-8300

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    Cultura


    Santa Úrsula: começa escavação da primeira tumba
    Novidades mudam o panorama das descobertas sobre a Mona Lisa

    ROMA, quarta-feira, 18 de julho de 2012 (ZENIT.org) - Começou ontem, 17, na presença de jornalistas, a escavação da tumba de terra descoberta durante a segunda fase das obras da Província de Florença no antigo convento de Santa Úrsula.

    “Este, sem dúvida, é o altar que era usado no tempo de Lisa Gherardini”, confirma Valeria D'Aquino, arqueóloga da Superintendência da Toscana. “Esta descoberta descarta o altar que tinha sido encontrado anteriormente, no lado oposto da igreja, durante as escavações do ano passado”.

    "Temos que reler com outra perspectiva as notícias de arquivo sobre o trabalho das franciscanas depois de 1450", afirma Silvano Vinceti, presidente do Comitê de Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental, que está conduzindo um estudo independente para identificar os restos mortais da Mona Lisa. "Podemos fazer novas conjecturas sobre o enterro de Lisa Gherardini, que ocorreu em 1542, ou seja, quando era usado na igreja de Santa Úrsula exatamente o altar que foi achado nos últimos dias, nas escavações feitas pela Superintendência".

    A operação também será acompanhada pelo assessor de edificações da Província de Florença, Stefano Giorgetti.

    (Tradução:ZENIT)

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    Familia e Vida


    Europa: retomada demográfica é urgente
    Alerta é do arcebispo de Malines-Bruxelas, dom André-Joseph Léonard

    BRUXELAS, terça-feira, 17 de julho de 2012 (ZENIT.org) - A família saudável é um ganho para todos, defende dom André-Joseph Léonard, em apelo urgente pela "recuperação demográfica" da Europa e por políticas de apoio à família.

    O arcebispo de Malines-Bruxelas palestrou em 12 de julho sobre a crise demográfica e o papel central da família na sociedade, durante a cúpula anual entre as instituições europeias e os representantes religiosos.

    Organizada a convite do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, a reunião foi comandada pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e pelo vice-presidente do Parlamento Europeu, László Surján.

    O impacto positivo do casamento

    Para Léonard, o futuro da demografia na Europa exige "sustentar a família no sentido primário da palavra" (pai, mãe e filhos), "sem influências de ideologias de gênero".

    "Temos que reforçar o impacto positivo da instituição do matrimônio", porque a estabilidade da família é um "valor agregado" para a sociedade, ressaltou o arcebispo belga. Essa estabilidade limita "as conseqüências desastrosas do divórcio fácil na situação econômica dos cônjuges e no desenvolvimento dos filhos".

    "A boa saúde das famílias representa um ganho para todos, jovens, adultos e idosos", completa Léonard.

    A opção preferencial

    Recordando que "praticamente nenhum país da UE tem taxa de fertilidade que permita a simples substituição das gerações", o arcebispo exortou os países a tomarem "medidas corajosas" para corrigir esta situação preocupante.

    Léonard pediu uma "opção preferencial": mais do que encontrar maneiras de "pagar aposentadorias e reembolsar os gastos com a saúde", deve-se "encorajar fortemente a retomada demográfica na Europa", explicou. Não basta "tratar os sintomas", acredita o religioso, que convoca o continente a "cortar o mal pela raiz" e dar "uma solução permanente para o problema".

    Em particular, dom Léonard sugere a "adoção de políticas fiscais favoráveis ​​à família, o incentivo para o nascimento do terceiro ou até do quarto filho, a criação de estruturas de assistência à infância, ajudas para que as famílias conciliem trabalho e vida doméstica e mais valorização da contribuição econômica e social do trabalho educativo das mães".

    (Trad.ZENIT)

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    Brasil é o terceiro país no mundo a receber as Equipes de Nossa Senhora
    Brasília se prepara para o XI Encontro Internacional das ENS

    BRASÍLIA, terça-feira, 17 de julho de 2012(ZENIT.org) – O Brasil é o terceiro país no mundo a receber o Movimento – Equipes de Nossa Senhora (ENS) - e o primeiro de língua não francesa. Este ano, pela primeira vez, o Encontro Internacional acontecerá fora da Europa e será no Brasil, em Brasília, de 21 a 26 de julho.

    Para compreender melhor o ENS publicamos o texto que segue, enviado à ZENIT pelo casal participante do Movimento, Leila e Antonio Carlos.

    As Equipes de Nossa Senhora – ENS – são um movimento Cristocêntrico da Igreja Católica Apostólica Romana, fundado pelo Padre Henry Cafarrel e alguns casais franceses durante a Segunda Guerra Mundial, nos idos de 1938, na França. Constitui uma Associação Internacional Católica de Leigos, reconhecida pelo Decreto 650, de 1992, do Pontificium Consilium pro Laicis do Vaticano. Tem como carisma a “Espiritualidade Conjugal”, e como mística – “Reunidos em nome de Cristo, no auxílio mútuo e testemunho do sacramento do matrimônio”. No site www.ens.org.br podem ser encontradas as mais diferentes informações sobre o movimento.

    Hoje, as ENS estão em 86 países do mundo. No Brasil, já estão implantadas desde 13/maio/1950, tendo sido seus precursores o casal Nancy e Pedro Mancau,em São Paulo/SP. O Brasil é o terceiro país no mundo a receber o Movimento e o primeiro de língua não francesa.

    Cada ENS é composta de cinco a sete casais e um Conselheiro Espiritual (CE), que pode ser Sacerdote, Diácono, ou religioso/religiosa, integrando os dois sacramentos de serviço, Matrimônio e Ordem, favorecendo o posicionamento dos casais na visão e doutrina da Igreja nos temas atuais em relação à família e à vida em casal. 

    Os casais equipistas devem vivenciar a espiritualidade conjugal e buscar a santificação do cônjuge por meio da vivência dos PCEs – Pontos Concretos de Esforço – na escuta assídua da Palavra de Deus, meditação, oração conjugal, regra de vida, dever de sentar-se e retiro. Estes PCEs visam levar o casal à busca assídua da vontade de Deus, a viver a verdade e a testemunhar a comunhão com os irmãos, entre si e com Deus. A Oração do Magnificat deve ser feita diariamente pelos integrantes, em prol do movimento e dos equipistas do mundo inteiro.

    A cada seis anos realiza-se um Encontro Internacional das ENS, congregando equipistas de todas as partes do mundo. Este ano, pela primeira vez, o Encontro Internacional acontecerá fora da Europa e será no Brasil, em Brasília, de21 a26 de julho de 2012. Espera-se reunir cerca de 7.500 pessoas vindas do mundo todo, dentre elas 450 Conselheiros Espirituais, sendo 17 bispos, 400 sacerdotes e 33 religiosos/as.

    Durante o Encontro Internacional, serão realizadas palestras, testemunhos, missas e reuniões de grupos de assimilação. Acontecerá também um ato público no coração político do país no dia 24/julho, com a finalidade de testemunhar a vivência do sacramento do matrimônio. O lema deste XI Encontro Internacional é “OUSAR O EVANGELHO”, inspirado no Evangelho de Lucas 10, 30-37, na passagem do Bom Samaritano.

    Pedimos as orações de todos para o êxito do XI Encontro Internacional das ENS e o testemunho de casais que vivem o matrimônio cristão.

    Para outras informações acesse notícia publicada por ZENIT na segunda-feira http://www.zenit.org/article-30827?l=portuguese  cujos contatos são:

    Raimundo Veloso Leal & Vera Lúcia Morais Leal

    TICO & VERA  - Casal Coordenador da Comissão Nacional da Pastoral Familiar - CNPF

    e Equipistas. (Equipe 4 - setor B - Salvador/Bahia)

    (71) 9963.9003  /  (71) 9141.8420 (TICO)

    (71) 9286.1616  /  (71) 9921.3102 (VERA)

    e-mail(s): ticovera@terra.com.br /  ticovera@ig.com.br

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    Protagonismo do leigo e ações efetivas na defesa da vida
    Terminou o Seminário Nacional Juventude e Bioética em Brasília

    BRASILIA, segunda-feira, 16 de julho de 2012(ZENIT.org)- Terminou o Seminário Nacional Juventude e Bioética, promovido pela CNBB em Brasília (DF), cujo foco principal foi a defesa da vida.

    Durante todo o evento, foram lembrados diferentes exemplos de como a sociedade tem mudado seus parâmetros de avaliação para buscar o mínimo de sofrimento e o máximo do prazer. Um deles foi o julgamento no Supremo Tribunal Federal do aborto de fetos anencefálos.

    Lenise Garcia, presidente do movimento Brasil Sem Aborto, lembrou que a argumentação pela liberação do aborto nestes casos foi baseada “no sentimento das mães, no sofrimento, na dor”.

    O ponto de partida das atividades desta última etapa foi a palestra do assessor da Comissão para a Vida e Família, padre Rafael Fornasier que ressaltou a necessidade do protagonismo leigo e de ações efetivas na defesa da vida.

    Padre Rafael indicou algumas pistas de ação pastoral: ações para a coleta de assinaturas para aprovação do Estatuto do Nascituro e formação contínua, através de documentos e do Catecismo da Igreja, além de grupos de estudo e discussão destas temáticas.

    Ao final houve uma sessão de perguntas e respostas entre os jovens participantes e os palestrantes, com a presença de dom Fernando Chomali, da Pontifícia Academia para a Vida da Santa Sé.

    O Seminário terminou com a Santa Missa celebrada ao meio-dia, no Santuário Dom Bosco.

    MEM

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    Deus chora na Terra


    "Esperamos ajuda da comunidade internacional"
    Apelo do Núncio Apostólico na Síria, Dom Zenari

    ROMA, sexta-feira, 20 de julho de 2012(ZENIT.org) – Em entrevista à Radio Vaticano o Núncio Apostólico na Síria, Dom Mario Zenari relatou o drama da população.

    ''Estamos vivendo uma situação muito grave nesses dia sem Damasco. Esperamos ajuda da comunidade internacional, que tem que encontrar uma unanimidade para ajudar a Síria a sair desta terrível espiral de violência. As pessoas estão com medo e se vê pelas ruas caminhões repletos de gente fugindo.”.

    Os combates prosseguiram durante toda a noite em diversos bairros de Damasco pelo sexto dia consecutivo. Diante da ofensiva dos rebeldes, o exército intensificou as operações no centro da capital, com a presença de mais de 15 carros armados, afirmou a notícia.

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    Mundo


    Encontro da pastoral afro-americana e caribenha
    Em Guayaquil, Equador

    GUAYAQUIL, quinta-feira, 19 de julho de 2012 (ZENIT.org) – De 16 a 20 de julho acontece em Guayaquil, no Equador, o XII Encontro de Pastoral Afro-Americana e Caribenha (EPA), com a participação de 250 membros de diversas conferências episcopais do continente americano.

    Fazem parte do encontro delegados do Brasil, da Venezuela, da Colômbia, do Equador, do Peru, do México, do Panamá, da Argentina, da Bolívia, do Haiti, da República Dominicana, do Paraguai, do Chile, do Uruguai, da Costa Rica, da Nicarágua, de Honduras, da Guatemala e da Jamaica. Nos eventos, que são organizados pelo Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), participam também os bispos responsáveis pelas pastorais dedicadas às populações afro-americanas do país.

    O encontro tem como objetivos revitalizar os processos de participação da população afro-americana na Igreja e na sociedade, fomentar a unidade e o desenvolvimento humano, social e religioso dos povos da América Latina e do Caribe e continuar o processo de construção de comunidades cristãs negras com identidade própria.

    O XII Encontro da Pastoral Afro-Americana foi aberto na catedral metropolitana no último 16 de julho, com missa presidida por dom Antonio Arregui Yarza, arcebispo de Guayaquil e presidente da Conferência Episcopal Equatoriana. Amanhã,20, amissa de encerramento será presidida por dom Giacomo Ottonello, núncio apostólico no Equador, também na catedral, ao meio-dia.

    Bento XVI enviou uma mensagem aos participantes do encontro através do secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone. No texto dirigido a dom Pablo Varela, presidente do Departamento de Educação e Cultura do CELAM, o papa expressa a sua “proximidade e apoio espiritual”. Bento XVI também os incentiva, “nas reflexões, a se aprofundarem nos valores culturais, na história e nas tradições dos afro-americanos, para que a Igreja saiba cada vez mais apresentar Jesus Cristo como a resposta autêntica às perguntas mais profundas do ser humano, deixando-se conduzir pelo impulso do Espírito Santo, que veio fecundar todas as culturas, purificando-as e desenvolvendo os numerosos germes e sementes que o Verbo encarnado plantou em cada uma, orientando-as, assim, pelos caminhos do evangelho”.

    Depois de convidar “os senhores bispos e os seus colaboradores a continuar acompanhando essas queridas populações, às vezes marginalizadas e pouco atendidas”, o papa “concede a todos uma especial bênção apostólica”.

    (Tradução:ZENIT)

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    Entrevistas


    O Concílio Vaticano II derrubou a Doutrina da Guerra Justa
    Entrevista com o cardeal Georges Cottier, testemunha do Vaticano II (parte 4)

    Por José Antonio Varela

    ROMA, sexta-feira, 20 de julho de 2012(ZENIT.org) - Dizem que se não aprendemos com os próprios erros, corre-se o risco de repetir a história. É um conceito muito claro, este último para o cardeal Cottier, ao analisar o momento atual, onde opera uma Igreja que recebeu luz e certeza do Concílio Vaticano II, e que, em virtude disso, é capaz de falar em um mundo "rápido para responder, mas lento para escutar."

    Apresentamos a seguir a última parte da entrevista com o cardeal suíço Georges Cottier, OP, catedrático universitário durante décadas, ex-secretário da Comissão Teológica Internacional e teólogo pontifício.

    Conversamos sobre o perdão público que o beato João Paulo II quis pedir. Na sua opinião, o que a humanidade está fazendo hoje e a quem ela vai pedir perdão amanhã?

    Cardeal Cottier: Temos todo o problema da banalização do aborto, e também a abertura de algumas práticas sem respeito pelo embrião humano. Estas são, para mim, as maiores culpas que corremos o risco de pagar. Agora existe a possibilidade de ver o sexo do bebê no útero da mãe: em alguns países, eles preferem o menino e descartam a menina, e então acontece um sério desequilíbrio demográfico. A permissividade nas questões sexuais, eu diria, também pode ser considerada uma ofensa contra a pessoa, especialmente contra a mulher e as crianças.

    Só neste âmbito?

    Cardeal Cottier: Não, existe outro, o do comércio de armas. Já existem muitos esforços neste sentido, mas o processo ainda não terminou. As guerras na África, por exemplo, são muito duras e causam muitas vítimas inocentes. Mas todas as armas são feitas nas nossas fábricas ocidentais, ou na China e na Rússia. Nós temos que dar uma olhada também na economia de hoje, na tolerância de algumas misérias e assim por diante. Caso contrário, o futuro vai ser rigoroso conosco.

    Como a Igreja Católica está respondendo a tudo isso?

    Cardeal Cottier: A Igreja sempre combateu esses pecados, com as iniciativas e com os meios evangélicos da pregação. Eu diria que "o bem é mais eficaz do que o mal", mesmo que as aparências pareçam provar o contrário. O bem, na verdade, não é visto, é silencioso, é como a imagem de Jesus que pega a semente e joga na terra e depois ela germina lentamente. Já os maus fazem alarido e deixam ruínas, mortes físicas e espirituais nas almas. Nós fizemos grandes progressos desde a última guerra. A experiência foi tão terrível que agora nós temos mais consciência para adotar uma atitude pacífica, de diálogo, que também é um fruto do concílio.

    O Vaticano mudou de atitude em relação com a guerra?

    Cardeal Cottier: Antes das duas guerras mundiais, os teólogos tinham uma teologia da guerra justa, que é um grande problema. Assim como todas as monstruosidades que aconteceram, o poder de meios como a bomba atômica, etc. Agora sabemos que a guerra nunca é a solução, mas o que aconteceu antes de chegarmos a essa conclusão? Começou o concílio, e graças à encíclica Pacem in Terris, do papa João XXIII, e ao grande discurso de Paulo VI nas Nações Unidas, a Igreja começou a desenvolver uma doutrina da paz, não mais da guerra. Basta lembrar todos os discursos de 1º de janeiro. Há todo um conjunto de reflexões sobre a paz, que é riquíssimo, além de ser uma contribuição muito moderna.

    O senhor acha que ainda há setores em que a Igreja está errando e deverá pedir perdão no futuro?

    Cardeal Cottier: Sim, talvez. Mas eu não diria a Igreja, como Cristo a quer, e sim os membros dela ou alguns setores do mundo cristão. Claro que existem preconceitos, como, por exemplo, a acusação de que os ambientes ricos ignoram os pobres. Isso não é verdade. A divisão das propriedades, ou a tolerância de algumas leis injustas, o uso da violência, isso não é a Igreja. Em documentos recentes, por exemplo, insistimos na democracia. Mas o que significa democracia? Não é apenas um tipo de votação, mas a participação dos homens como pessoas.

    A desobediência à Igreja em algumas regiões, como o norte da Europa... Por quê? É um modo de pensar que as igrejas vão voltar a se encher de gente graças a essa postura?

    Cardeal Cottier: Não, eu acho que esses movimentos de contestação na Igreja sempre existiram, e ficaram mais frequentes depois de 1968 na Europa e na América do Norte. Existem grupos que fazem reivindicações bastante absurdas, como as mulheres que querem o sacerdócio feminino. A Igreja tem que valorizar os talentos de homens e mulheres na vocação de cada um. Curiosamente, esse tipo de afirmação é frequentemente o resultado de uma negação da natureza humana. Todas as teorias de "gênero" se resolvem no fato de que a diferença sexual é uma realidade natural, não cultural. A natureza é um caminho para a vocação, seja do homem ou da mulher.

    Sobre isto a Igreja já falou, não é?

    Cardeal Cottier: Referindo-se à tradição que vem de Cristo, João Paulo II foi claro e disse: "Não é possível que a Igreja se sinta no direito de mexer numa coisa em que o próprio Jesus deu o exemplo". Mas alguns responderam: "Cristo se adaptou à sua época". Eu acho que essa resposta é de pouco valor, já que Maria, que sempre foi central, nunca teve deveres sacerdotais, mas outra vocação. É muito interessante ver que muitas feministas querem a ordenação de mulheres porque veem o sacerdócio a partir de uma perspectiva de poder, algo totalmente falso. O papa repetiu muitas vezes que o sacerdócio é um serviço. Quando se entende isso, já muda muito.

    Há outros temas polêmicos?

    Cardeal Cottier: Sim, o casamento dos padres e todas as crises que este assunto envolve. Uma das primeiras exigências da Reforma Protestante foi que os padres pudessem casar. Mas o evangelho não é fácil. Pelo contrário, ele é bem exigente, e é assim porque ele tem um propósito grandíssimo: a alegria. A alegria evangélica não é aquela que é proposta pela sociedade do consumo, mas a alegria de Deus. Há uma conveniência espiritual profundíssima nessa intenção do celibato na Igreja de rito latino, que traz muitos frutos espirituais que não devemos desperdiçar.

    Até porque um padre casado não seria só marido, mas também pai de família...

    Cardeal Cottier: A vocação do pai de família não é uma vocação pequena. Hoje ela exige muito também do espírito, e eu não sei se, de fato, seria compatível. Além disso, a Igreja também acredita que, quando se consagra um bispo, ele é considerado como o seu esposo. A mesma coisa acontece no clero diocesano. Portanto, há um tesouro espiritual que a Igreja não pode abandonar. Alguns bispos colocam problemas, mas não é pecado colocar questões, temos que estudá-las, certo? Estas questões têm que ser encaradas na nova evangelização.

    Para encerrarmos, qual é a sua mensagem para as gerações mais jovens que estão começando a caminhada na Igreja, como padres, freiras, como pessoas que oferecem a vida, assim como o senhor fez?

    Cardeal Cottier: Eu quero evocar o pensamento do Santo Padre, especialmente uma palavra que ele repete com frequência nos discursos: a alegria. Quero dizer o mesmo: façam tudo com entusiasmo, com alegria e com fidelidade ao evangelho, porque o seu trabalho é um serviço e um testemunho. E o testemunho é a vida evangélica, não há nada a inventar, porque o evangelho já nos ensina tudo.

    Para ler a 3° parte desta entrevista acesse: 

    http://www.zenit.org/article-30866?l=portuguese

    (Trad.ZENIT)

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    O pedido de perdão de João Paulo II foi uma ótima intuição
    Entrevista com o cardeal Georges Cottier, testemunha do Vaticano II (parte 3)

    Por José Antonio Varela

    ROMA, quinta-feira, 19 de julho de 2012(ZENIT.org) - Nesta parte da entrevista o cardeal Cottier continua a falar dos frutos do espírito do Concílio Vaticano II e  dos caminhos abetos à humanidade para a  paz e a fraternidade.

    ***

    O senhor considera que os católicos, depois desse pedido de perdão, passaram a ver a igreja de uma perspectiva diferente?

    Cardeal Cottier: Eu acho que aqueles que queriam, sim. Quando discutimos o programa dessas coisas, havia um padre dominicano, um historiador, que ensinava história da Igreja, que disse o seguinte: "Pede-se perdão por fatos verdadeiros, não por mitos". Mas eu acredito que tudo foi muito bem estudado e o resultado é que, depois, muitos outros continuaram trabalhando nesta direção. Isso testemunha, então, que nós prestamos um serviço. E para mim, para os cristãos e católicos, esta perspectiva é muito libertadora.

    O mundo reconheceu esse perdão?

    Cardeal Cottier: O mundo, talvez não o suficiente. O problema que me interessa hoje, pessoalmente, e que pode ser parecido no âmbito político, é resolver alguns problemas trágicos, de hostilidade, de ódio entre os povos, que, sem o perdão, não têm saída. Se existe ódio mútuo, fica aquele espírito de guerra, e a paz não é realizável. Nós dizemos isto na Doutrina Social da Igreja.

    Mesmo nas guerras atuais, sendo que algumas têm caráter precisamente religioso?

    Cardeal Cottier:Em todas. Vamos pegar, por exemplo, a situação dramática do Oriente Médio, em alguns países muçulmanos, como o Iraque, a Síria, onde existem tantas minorias que se matam e os cristãos são as verdadeiras vítimas disso. Pedimos perdão antes de tudo a Deus, e depois aos outros. Por isso, a ideia de João Paulo II, que Bento XVI continuou no grande encontro de Assis, é que, se existe algum fundo religioso genuíno no homem, a sua relação com Deus não leva à guerra, mas à paz.

    Então alguns não entenderam o ponto de vista do papa em Assis ...

    Cardeal Cottier: É verdade, esse encontro foi muito criticado, mas João Paulo II fez uma diferenciação que eu gostava muito: que "o ecumenismo é com os cristãos, nós é que rezamos juntos, porque temos a bíblia em comum e podemos rezar o pai-nosso e todas as orações cristãs". E ele disse também: "rezamos juntos com os cristãos; com os outros, estamos juntos para rezar". É uma distinção que esclarece bem e que evita a confusão, que nos deixa ver a força do sentido de Deus e da postura religiosa, que poderia ser, e deveria ser, um elemento de paz na humanidade. Estes são os frutos que devemos a João Paulo II e, eu diria, ao Ano Santo.

    O senhor viu alguma diferença entre o encontro de Assis de 1986 e o do ano passado?

    Cardeal Cottier: Acho que sim. No sentido de que o primeiro encontro de Assis foi um evento extraordinário, mas, como sempre acontece na segunda vez, estas coisas não são mais um evento no mundo de hoje. Foi, acima de tudo, um esclarecimento por parte da Igreja católica, um convite ao diálogo, que é um fator muito importante, porque no fundamentalismo muçulmano, por exemplo, não existem pessoas que dialogam, mas pessoas que matam. E para onde nos leva tudo isso? A novidade de Assis, no ano passado, é que também foram convidados os não crentes, ou, como se diz na linguagem do papa João Paulo II, "homens de boa vontade". Eu acho que esta foi uma ótima ideia, um fruto do espírito do Vaticano II.

    Conversamos sobre o perdão público que o beato João Paulo II quis pedir. Na sua opinião, o que a humanidade está fazendo hoje e a quem ela vai pedir perdão amanhã?

    Cardeal Cottier: Temos todo o problema da banalização do aborto, e também a abertura de algumas práticas sem respeito pelo embrião humano. Estas são, para mim, as maiores culpas que corremos o risco de pagar. Agora existe a possibilidade de ver o sexo do bebê no útero da mãe: em alguns países, eles preferem o menino e descartam a menina, e então acontece um sério desequilíbrio demográfico. A permissividade nas questões sexuais, eu diria, também pode ser considerada uma ofensa contra a pessoa, especialmente contra a mulher e as crianças.

    Para ler a 2° parte acesse: http://www.zenit.org/article-30850?l=portuguese

    Publicaremos sexta-feira (20) a última parte desta entrevista.

    (Tradução:ZENIT)

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    O pedido de perdão de João Paulo II foi uma ótima intuição
    Entrevista com o cardeal Georges Cottier, testemunha do Vaticano II (parte 2)

    Por José Antonio Varela

    ROMA, quarta-feira, 18 de julho de 2012(ZENIT.org) - Nesta segunda parte da entrevista, realizada em sua casa no Vaticano, o cardeal Cottier fala da saudade de seu “chefe”, papa Wojtyla, reconhecendo que muitas de suas ações como Pontífice foram fruto do espírito do Concílio Vaticano II. E todos os outros atos foram caracterizados por uma intuição que abriu à humanidade o caminho para a  paz e a fraternidade.

    Falando da Nova Evangelização, como o senhor vê o recente apelo do papa? Qual é o aspecto mais importante?

    Cardeal Cottier: A nova evangelização, antes de tudo, quer dizer duas coisas. Primeiro, a tradição missionária que a Igreja sempre teve. Vivemos num mundo novo, com dois novos fenômenos: a globalização, que não existia antes, e a crise do ocidente. Este é o pano de fundo da nova evangelização: não precisamos dizer coisas novas. Temos uma cristandade ocidental, especialmente na Europa, mais do que na América, em que as pessoas pensam que conhecem o cristianismo, mas estão desligadas dele. Por que isso acontece? Talvez porque nós continuamos administrando os sacramentos através das estruturas tradicionais, mas não continuamos pregando o evangelho o suficiente. Quando o cristianismo vira um fato social, as pessoas se deixam levar pelas tradições, pelos costumes, e o conteúdo tende a se esvaziar. E assim temos gerações, inclusive nas famílias cristãs, que não sabem nada do cristianismo, a tal ponto que, muito justamente, vem-se falando de analfabetismo cristão.

    Na sua opinião, os católicos sabem pregar e anunciar Jesus?

    Cardeal Cottier: Ah, depende. Para dizer a verdade, eu não sei se nós sabemos. Tudo depende da graça de Deus. Somos dominicanos e eu acho que temos que fazer um grande esforço. Temos que pregar Jesus, mas também promover a educação cristã, a catequese, porque a pregação, de repente, nos acorda. Quem faz isso de um jeito forte e muito emotivo são as seitas evangélicas, mas eu não sei se isso dura a vida inteira. Eu diria que nunca devemos separar o anúncio e a catequese, porque o mal é a ignorância. Não basta viver uma súbita conversão. Temos que viver a fé.

    O papa João Paulo II já é beato. Quais foram as grandes contribuições dele para o mundo e para a Igreja?

    Cardeal Cottier: Muitas. Eu acho que João Paulo II foi um homem de esperança. Quando ele disse "Não tenham medo", ele falava para os países ocupados pelo comunismo, mas também falava isso porque tinha visto um certo declínio no ocidente, e queria acordar a Igreja, em todos os lugares. Além disso, o amor pela vida, fantástico, que ele testemunhou particularmente no último período, já marcado profundamente pela doença. E a juventude captou tudo isso ...

    O senhor foi teólogo de João Paulo II durante anos. Qual foi a sua participação mais importante nesta posição?

    Cardeal Cottier: Eu tinha que rever todos os textos falados ou assinados pelo papa, porque, com muitos colaboradores, nós tínhamos que enfatizar a unidade do pensamento, a legitimidade, a clareza. O trabalho diário era praticamente isso. Eu diria que o importante são os grandes atos do papa. Por exemplo, dois anos depois da minha chegada, eu li o Catecismo da Igreja Católica e me lembro de ter feito isso com grande alegria. Eu li também as encíclicas, o que foi uma coisa muito interessante para mim, porque algumas delas eram confiadas à Congregação para a Doutrina da Fé, e lá, como consultor, eu tive a oportunidade de fazer parte de grupos de trabalho e de ver o gênio do cardeal Ratzinger, agora papa, que tinha um verdadeiro dom para orientar os grupos de trabalhos, definir uma linha, ouvir. Tudo era muito bonito... Outra experiência que me impressionou muito foi a preparação do Ano Santo.

    O ano 2000? Daquele ano, todos nos lembramos da "purificação da memória", querida pelo papa ...

    Cardeal Cottier: Sim. Eu era presidente da Comissão Teológica Histórica e na época saiu a Tertio Millennio Adveniente. O papa teve a ideia de pedir perdão pelos pecados dos cristãos no passado, uma coisa bonita, mas que criou muitas perplexidadesem alguns. Eu soube que, na primeira reunião, ele explicou aos cardeais e muitos ficaram em dúvida, mas na verdade foi uma ótima intuição. Nós, os cardeais, tivemos que preparar congressos científicos sobre o assunto, com muitas dificuldades, porque o assunto era novo e o desconcerto foi manifestado também por alguns teólogos. Quando decidimos quais questões podiam ser úteis, pensamos em três: a primeira foi a escravização dos africanos, a deportação, especialmente para a América do Norte e do Sul. O segundo tema foi a inquisição, e o terceiro foi a responsabilidade dos cristãos no antissemitismo, mas diferenciando o antissemitismo do antijudaísmo.

    O papa quis que fosse um ato público, certo?

    Cardeal Cottier: Sim. E outra grande recordação pessoal é que, mesmo já bem cansado, mas com uma coragem extraordinária, o papa fez todo o programa para o Ano Santo. Eu me lembro especialmente do dia 12 de março, quando nós tivemos a liturgia para pedir o perdão. Você via o papa apoiado na cruz e os responsáveis lendo uma oração. Foi uma liturgia belíssima, e todos contribuímos para isso.

    A parte 3 desta entrevista será publicada quinta-feira (19).


    A parte 1 encontra-se em: http://www.zenit.org/article-30843?l=portuguese

    (Tradução:ZENIT)

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    Bioética


    Apenas um bebê em cada dez consegue nascer
    Diretrizes e mudanças do artigo 1ª do Código Civil italiano

    ROMA, segunda-feira, 16 de julho de 2012 (ZENIT.org) - "De cada dez crianças concebidas por inseminação artificial, apenas uma chega a nascer (12.506 bebês nascidos de 113.019 embriões)",  comenta Pino Morandini , vice-presidente do Movimento italiano pela Vida, a respeito do relatório anual sobre aquela que no país é conhecida como a Lei 40.

    “E outros dados falam por si: mais que dobrou o número de embriões congelados (de 7.337 para 16.280) e mais que triplicaram os ciclos que fazem uso do descongelamento dos embriões armazenados congelados (de 1.019 para 3.758); é um aumento muito substancial dos embriões criopreservados em comparação com o total desses formatos (de 7,4% em 2009 para 14,4% em 2010)”.

    O grande ativismo decorrente da sentença do Tribunal Constitucional que aboliu em2009 aproibição de produzir mais de três embriões por ciclo não foi seguido por um aumento correspondente das "crianças no colo". Elas aumentaram, sim (de 10.212 para 12.506), mas não nas proporções que os defensores destas práticas esperavam. Ou seja, a lei estava certa: mesmo do ponto de vista científico, limitar o número de embriões produzidos e transferidos é mais eficiente.

    “É uma tendência negativa, e até eugênica quando se escolhe o embrião ‘ideal’, que tem que ser corrigida. Uma das estradas já está aberta: a das orientações previstas pela lei depois do parecer do Conselho Superior de Saúde. Ratificá-la significa iniciar uma verdadeira supervisão dos 357 centros de fecundação que operam na Itália, assim como, finalmente, fazer valer a proibição de selecionar os embriões, conforme já está previsto pela lei, mas somente no papel”.

    "O outro remédio", conclui Morandini, "é radical e planetário: um olhar realmente humano sobre a vida. É a proposta do Movimento pela Vida: alterar o artigo 1º do Código Civil [italiano] para reconhecer o direito legal desde a concepção. É o enésimo apelo à razão, feito por forças políticas, das quais depende essa alteração".

    (Tradução:ZENIT)

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    Angelus


    "O maligno semeia guerra; Deus cria paz"
    As palavras de Bento XVI durante o Angelus em Castel Gandolfo

    Castel Gandolfo, domingo, 22 de julho de 2012(ZENIT.org) – Apresentamos as palavras do Papa Bento XVI que precederam a tradicional oração do Angelus, dirigidas aos fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno de sua Residência Apostólica de verão em Castel Gandolfo.

    Queridos irmãos e irmãs!

    A palavra de Deus deste domingo nos propõe novamente um tema fundamental e sempre fascinante da Bíblia: recorda-nos que Deus é o Pastor da humanidade. Isto significa que Deus quer para nós a vida, quer guiar-nos para bons prados, onde poderemos nos alimentar e repousar; não quer que nos percamos e morramos, mas que cheguemos à meta de nosso caminho, que é exatamente a plenitude da vida. É isto que deseja todo pai e mãe para os próprios filhos: o bem, a felicidade, a realização. No Evangelho de hoje Jesus se apresenta como Pastor das ovelhas perdidas da casa de Israel. O seu olhar para as pessoas é um olhar como se fosse ‘pastoral’. Por exemplo, o Evangelho deste domingo, diz que ‘Ele desembarcou, viu uma grande multidão e ficou tomado de compaixão por eles, pois estavam como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas’(Mc 6,34). Jesus encarna Deus Pastor em seu modo de pregar e com as suas obras, cuidando dos doentes e dos pecadores, daqueles que estão ‘perdidos’ (cfr Lc 19, 10), para reconduzi-los em segurança, na misericórdia do Pai.

    Entre as ‘ovelhas perdidas’ que Jesus trouxe em seguro, está uma mulher de nome Maria, originária do vilarejo de Magdala, no Mar da Galileia, e por isso Madalena. Hoje é sua memória litúrgica no calendário da Igreja. Diz o Evangelista Lucas que dela Jesus fez sair sete demônios (cfr Lc8,2), ou seja, a salvou de uma total escravatura do mal. Em que consiste esta cura profunda que Deus realiza através de Jesus? Consiste em uma paz verdadeira, completa, fruto da reconciliação da pessoa consigo mesma e em todas as suas relações: com Deus, com os outros, com o mundo. De fato, o maligno procura sempre destruir a obra de Deus, semeando divisão no coração do homem, entre o corpo e a alma, entre o homem e Deus, nas relações interpessoais, sociais, internacionais, e também entre o homem e a criação. O maligno semeia guerra; Deus cria paz. Com efeito, como afirma São Paulo, Cristo ‘é a nossa paz: de ambos os povos fez um só, tendo derrubado o muro de separação e suprimido em sua carne a inimizade’( Ef 2, 14). Para realizar esta obra de reconciliação radical Jesus, o Bom Pastor precisou tornar-se Cordeiro, ‘o Cordeiro de Deus... que tira o pecado do mundo’(Jo1, 29). Somente assim pode realizar a maravilhosa promessa do Salmo: ‘Sim, felicidade e amor me seguirão todos os dias da minha vida;minha morada é a casa de Iahweh por dias sem fim’ (22/23, 6).

    Queridos amigos, estas palavras faz vibrar o coração, porque exprimem nosso desejo mais profundo, dizem para o que fomos feitos: a vida, a vida eterna! São palavras daqueles que, como Maria Madalena, experimentaram Deus na própria vida e conhecem a sua paz. Palavras mais verdadeiras do que nunca na boca da Virgem Maria, que já vive para sempre nos prados do céu, onde a conduziu o Cordeiro Pastor. Maria, Mãe de Cristo nossa paz, rogai por nós!

    (Após o Angelus)

     Queridos irmãos e irmãs!

    Entre alguns dias terá início, em Londres, a XXX edição dos Jogos Olímpicos. As Olimpíadas são o maior evento esportivo mundial, do qual participam atletas de muitas nações e, como tal se reveste de um forte valor simbólico. Por isso a Igreja Católica o vê com particular simpatia e atenção. Rezemos para que, segundo a vontade de Deus, os Jogos de Londres sejam uma verdadeira experiência de fraternidade entre os povos da Terra.

    Em seguida concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

    (Tradução:MEM)

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    Marisa Lobo fala sobre os “psicopatas da fé”, líderes religiosos que usam o evangelho para manipular os fiéis




    ADHT: DefesaHetero.org


    domingo, 22 de julho de 2012

    Marisa Lobo fala sobre os “psicopatas da fé”, líderes religiosos que usam o evangelho para manipular os fiéis

    Por Dan Martins em 21 de julho de 2012
    Em seu livro Psicopatas da Fé, a Psicóloga Marisa Lobo fala sobre a situação de líderes religiosos que usam o rótulo de cristã de forma a fazer uma “manipulação e ameaças espirituais para manter seus seguidores sob regime de escravidão espiritual”.
    Nesse livro a psicóloga faz uma análise sobre “homens que não são cristãos, mas usam a fé de muitos para aplicar golpes e se esconder atrás de um título, muitas vezes, adquirido ilicitamente e ou com manipulação”.
    De acordo com Marisa Lobo, seu objetivo com o livro é fazer com que seu leitor reconheça a diferença entre “um homem servo de Deus altíssimo e um covarde, mentiroso, hipócrita, aproveitador, sem misericórdia, sem compaixão, um servo de satanás”, que fazem do evangelho uma religião hipócrita e o transformam em um celeiro para realizar seus crimes. De acordo com Marisa, tais líderes religiosos usam a fé de pessoas sofridas para manipulá-las para seu proveito.
    - Não podemos esconder principalmente nós que vivemos em uma sociedade, capitalista cheia de interesses, que alguns de nós temos nos entregado aos prazeres que só o dinheiro pode comprar e crendo e usando justamente o evangelho como meio de conseguir o que se deseja, e ao mesmo tempo dizendo que isso faz parte da prosperidade que Deus nos prometeu – alerta a psicóloga.
    Marisa Lobo comenta também em seu livro a respeito de pessoas que, presas por crimes muitas vezes graves, se travestem de uma falsa conversão ao evangelho para manipular as pessoas as seu redor e tirar vantagem da situação. Em seu texto ela faz uma clara distinção entre os que realmente reconhecem seu erro e se transformam através do evangelho, dos psicopatas, que não sentem remorso ou culpa e se dizem convertidos não porque acreditam na palavra dita, mas porque sabem do efeito psicológico que irá desencadear nas pessoas em questão.
    - Assassinos confessos geralmente são pessoas que se arrependem, não usam a bíblia e ou evangelho como forma ou arma para atenuar sua pena – esclarece.
    Porém, as opiniões de Marisa Lobo foram distorcidas, causando uma série de críticas a ela através do Twitter. Um site gospel chegou a publicar que a psicóloga não acredita na conversão, chegando inclusive a usar trechos escritos por ela para comentar o caso de Suzane Von Richthofen, que recentemente foi anunciada pelo Fantástico como pastora evangélica.
    - Quando digo para nos precavermos, olhar com prudências esses assassinos famosos que de uma hora para outra viram pastores, é porque Deus nos alertou sobre eles, não que não possam se converter, mas Judas andou lado a lado com Jesus, é só queria tirar proveito não do salvador, mas do poder do líder, como característico psicopata da fé – afirmou a psicóloga, que respondeu também sobre essas interpretações equivocadas através de seu Twitter.
    http://noticias.gospelmais.com.br/files/2012/07/Marisa-Lobo-twitter-1.png
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    Melhora nas traduções Bíblica para evitar as mentiras dos FALSOS PROFETAS

    O fim dos sodomitas na Bíblia
    Posted: 21 Jul 2012 08:13 PM PDT

    Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos,
    nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. (1 Coríntios 6:9-10)
    para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os seqüestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. (1 Timóteo 1:10)
    As duas passagens acima são da Nova Versão Internacional da Bíblia e não trazem mais a palavra “sodomita” que já não servia mais para traduzir para a palavra grega usada por Paulo.O termo foi trocado pelos mais apropriados “homossexuais passivos” e “homossexuais”.
    Além da NVI, a Nova Bíblia Viva, Bíblia Vozes e a Bíblia na Linguagem de Hoje também se adequaram conforme pude verificar nas Bíblias que tenho em casa.
    Essa mudança é importante porque há muitas pessoas que se enganam, pensando que Paulo estivesse colocando em sua listas condenatórias até mesmo mulheres que façam sexo anal com seu marido.
    No antigo testamento, sodomita foi trocado por “prostituto cultual” ou “prostituto”, numa melhor tradução do termo original hebraico.
    Fonte : Blog do Roberto Soares
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    sábado, 21 de julho de 2012
    O que é e o que quer a militância homossexual

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    Pesquisador afirma que aborto aumenta a mortalidade materna


    CANÇÃO NOVA NOTÍCIAS

    Quarta-feira, 18 de julho de 2012, 15h13

    Gaudium Press

    A legalização do aborto aumenta a mortalidade materna, segundo afirma o diretor de pesquisas do Departamento de Saúde da Universidade do Chile, Elard Koch. O cientista disse em Puebla, no México, que são muitos os países da América espanhola que estão sendo pressionados para que legalizem o aborto, com consequências nefastas para as taxas de mortalidade materna.

    O diretor citou o exemplo do Estado do México, onde a mortalidade materna aumentou em 15%. Por outro lado, Koch destacou que, no Chile, após a proibição do aborto, somada a um aumento na educação da mulher e a habilitação de políticas públicas, a taxa de mortalidade materna diminuiu de 41,3 para 12,7 mortes para cada 100 mil nascimentos.

    Insistindo nessa linha, o pesquisador expressou que leis a favor do direito à vida fazem com que muitas mulheres que têm o aborto como opção desistam desta prática e concluam sua gravidez.

    O diretor de pesquisas do Departamento de Saúde da Universidade do Chile insistiu que os fatores determinantes para reduzir a mortalidade materna são a educação e a definição de políticas públicas. (/BD)
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    Pastor Presbiteriano comete erro crasso ao comentar textos bíblicos sobre homossexualidade

    Uma vez que foi publicado o vídeo com a fala do Pr. Alexandre Alves Cabral, sentimo-nos na obrigação de esclarecer a todos os nossos leitores e bem como a todos os associados da ADHT - Defesa Hetero que como cristãos não comungamos com os pensamentos emitidos pelo pastor citado, desconsiderando a correta maneira de se interpretar textos bíblicos ensinada na matéria "Hermeneutica" que nos mostra que a própria Bíblia desautoriza qualquer interpretação particular de seus ensinos como faz o pastor, cometendo assim um grave erro.

    Vejam o que diz a Bíblia em II Pedro Capítulo 1, versos 19 a 21: "E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações. Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo".

    Em outras palavras, usa-se a Bíblia para se interpretar a própria Bíblia, como mostra-nos o texto acima.

    Infelizmente o pastor citado comete erros crassos demonstrando desconhecer a fundo o assunto, pois em mais de 56 textos em 27 livros diferentes, tanto do Novo como do Velho Testamento, a prática homossexual (ativa e passiva) são condenadas por Deus, inclusive por Jesus Cristo em vida e depois de Ressurreto, quando este grafa em Aoicalipse as próprias palavras de Jesus Cristo.

    Na entrevista do Conexão Jornalismo - Homossexualidade e a cura do preconceito, postado no link: http://www.youtube.com/watch?v=lkBdvmErBfs, o referido pastor mostra seu errôneo posicionamento, ferindo frontalmente o que a Bíblia ensina como demonstramos abaixo nos artigos postados neste mesmo BLOG.

    É preciso mais do que nunca estarmos atentos a falsos doutores ou mestres como nos diz a Bíblia que surgiriam entre nós.

    Vejam que a fala deste pastor se assemelha bastante com os questionamentos descritos nos artigos postados nos links abaixo, feitos por Ativistas Homossexuais:

    1. RESPOSTA A CARTA ENVIADA A DRA. LAURA
    http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/04/rsposta-carta-enviada-dra-laura.html#.UAo1RbTOyg0

    2. A MAIS LONGA LISTA DE PECADOS DA BÍBLIA ESTÁ RELACIONADA AO HOMOSSEXUALISMO
    http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/mais-longa-lista-de-pecados-da-biblia.html#.UAo0ubTOyg1

    3. VEJA QUANTAS VEZES A BÍBLIA CITA A DESTRUIÇÃO DE SODOMA E GOMORRA
    http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/veja-quantas-vezes-biblia-cita.html#.UAowebTOyg1
    4. A TRISTE REALIDADE DE SODOMA E GOMORRA ...MUITO SÉRIA…!
    http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/triste-realidade-de-sodoma-e-gomorra.html#.UAo1vLTOyg0
    5. PSICÓLOGOS AMORDAÇADOS PELO CFP: SÃO PROIBIDOS DE AJUDAR HOMOSSEXUAIS QUE SOFREM COM A HOMOSSEXUALIDADE
    http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/homossexuais-que-desejam-mudar-para-cfp.html#.UAow9rTOyg1
    6. "Escoteiros Meninos" dos EUA desafiadoramente rejeitaram a agenda homossexual!
    http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/boy-scouts-dos-eua-desafiadoramente.html#.UAosl7TOyg0

    Existem muitos outros artigos ainda em nosso blog www.defesahetero.org que mostram que o posicionamento do pastor citado está completamente em desacordo com as interpretações dos melhores exegetas que existiram e existem atualmente. Bem como os testemunhos de pessoas libertas desta prática considerada maléfica, depravada e abominável, conforme está relatado bem claro em Romanos Capítulo 1 dos versos 18 em diante e em vários outros textos conforme documentamos nos artigos acima citados, bem como no nosso blog http://exgaysfalam.blogspot.com .

    o artigo sobre o CFP mostra nossa denúncia fundada em fatos que enviamos ao MPF-RJ que despertou TRES Procuradores da República a considerarem a Resolução CFP 01/99, cujo juiz das PRIMEIRA e SEGUNDA instância já concordaram com os procuradores que DENUNCIARAM o CFP. Como este pastor pode vir a público, através de um vídeo, falando do que não conhece e condenando os deputados da Frente Parlamentar Evangélica que fizeram um Projeto de Lei para acabar com este abuso ditatorial do CFP (Conselho Federal de Psicologia)?

    Este pastor está fazendo um de-serviço ao Reino de Deus ao postar-se defendendo que a Bíblia não trata a prática homossexual como pecado e fazendo inclusive descaso ao citar o livro de Levítico de forma errônea cometendo os mesmos erros (talvez tenha copiado) do americano que escreveu a carta a Dra Laura, acima documentado.

    De acordo com milhares de apologetas que já estudaram a material exaustivamente, temos uma concordância em todas as versões bíblicas sobre o assunto.

    Sómente nos ultimos anos é que começou a surgir defensores da prática homossexual como sendo algo normal, coisa que nunca foi nem para as pessoas seculares que a considera uma prática anti-natural e depravada. O pastor tem a ousadia de tentar defender mentiras, usando a Bíblia e contrariando os “bons costumes” transmitidos pelos principios da Palavra de Deus, pode isso?

    Queremos expressar nossa total desaprovação e descontentamento pelo posicionamento deste pastor e solicitamos que as autoridades eclesiásticas responsáveis por ele tome as devidas medidas disciplinares cabíveis bíblicamente e venha a público expor que a denominação a que o pastor faz parte, não comunga com o pensamento do mesmo.

    ADHT - Defesa Hetero
    Rev. Alberto Thieme
    Postado por Rev. Alberto Thieme às 03:25 Um comentário:
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    sexta-feira, 20 de julho de 2012
    Governos Contra-Atacam Comitê da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (conhecida pela sigla em inglês CEDAW)


    C-FAM

    Jul 20, 2012

    Elizabeth Charnowski

    NOVA IORQUE, 20 de julho (C-FAM) Países estão contra-atacando os questionamentos do Comitê da CEDAW sobre aborto e mortalidade materna enquanto os delegados se queixam de informações inexatas em que o Comitê se apoia e a rigidez ideológica de seus especialistas. Os especialistas do Comitê insistem em que o aborto diminui a mortalidade materna, apesar de evidências divergentes, a fim de pressionar os países a mudar suas leis de aborto.

    O aniversário de 30 anos da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (conhecida pela sigla em inglês CEDAW) iniciou a 53ª sessão do Comitê em Nova Iorque na semana passada. O Comitê está examinando relatórios da Indonésia, Guiana, México e alguns outros países.

    A Aliança de Defesa à Família (ADF) junto com outras organizações pró-vida apresentaram um extenso relatório ao Comitê da CEDAW focando nas falsas correlações entre leis liberalizadas de aborto e mortalidade materna. Esse relatório estava em desvantagem numérica diante dos muitos relatórios apresentados pelos promotores do aborto.

    A Guiana, a Indonésia e o México detalharam iniciativas para reduzir a mortalidade materna. Durante a sessão inteira, especialistas da CEDAW se apoiaram em argumentos apresentados por defensores do aborto, em vez de dados nos relatórios da ADF ou dos países.

    Zohra Rasekh, um dos renomados especialistas de saúde no comitê, questionou Jennifer Webster, ministra da previdência e assistência social da Guiana, sobre reduzir a mortalidade materna. Rasekh era no passado uma analista da organização de controle populacional Population Action International, cujas metas incluem promover o acesso à contracepção para todas as mulheres. Ela declarou que o elevado índice de mortalidade materna na Guiana tem ligação com abortos inseguros, e abortos seguros não estão disponíveis no país.

    A senhorita Webster respondeu que não há dados que mostrem que a mortalidade materna tem relação com as leis de aborto. Além disso, os hospitais públicos da Guiana são obrigados a fornecer abortos, e o sistema de saúde pública é completamente grátis. O Comitê pareceu espantado com o desafio.

    O episódio foi parar no jornal Guyana Times, cuja reportagem disse que a delegação se queixou do fato de que os especialistas mostram dependência para com “fontes alternativas” para seus dados, principalmente quando dados acurados estavam disponíveis em seu relatório. Os delegados da Guiana planejam apresentar uma queixa oficial por causa do questionamento do Comitê da CEDAW.

    Rasekh questionou o delegado indonésio sobre aborto e mortalidade maternal de novo se apoiando em dados inexatos. O relatório da Anistia Internacional sobre a Indonésia incluía dados paralelos, afirmando que os abortos inseguros são responsáveis por 5 a 11% de todas as mortes maternas no país, e que legalizar o aborto seria um “passo positivo para combater a mortalidade materna”.

    Depois que o delegado ignorou as questões de aborto, Rasekh perguntou de novo se a Indonésia tinha alguma intenção de mudar suas leis de aborto, especificamente para permitir abortos no caso de incesto e para mulheres com menos de 6 semanas de gravidez. O delegado defendeu as leis de seu país em que o aborto só é permitido quando uma gravidez ameaça a vida da mãe ou no caso de estupro.

    Muito embora o Comitê da CEDAW e ONGs insistam em que o índice de mortalidade materna tem ligação com o aborto, não existe nenhuma evidência para apoiar tal alegação. O relatório da ADF declarava que dados, inclusive um recente estudo do Chile, que mostravam que a legalização do aborto não contribui para os índices de mortalidade materna. Em vez disso, aumentos na qualidade de assistência de saúde, e melhores condições médicas são a chave para diminuir a mortalidade materna.

    Tradução: Julio Severo
    Postado por Alberto Thieme às 16:23 Nenhum comentário:
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    Pastor Silas Malafaia defende que o cristianismo e política precisam se misturar: “As nações mais poderosas do mundo foram influenciadas pelo cristianismo”


    NOTÍCIAS GOSPEL+

    Por Dan Martins em 18 de julho de 2012


    Pastor Silas Malafaia defende que o cristianismo e política precisam se misturar: “As nações mais poderosas do mundo foram influenciadas pelo cristianismo”

    Com a proximidade das eleições um assunto que muito vem sendo discutido é a participação da Igreja e das lideranças religiosas no processo eleitoral. Nessa segunda feira, o pastor Silas Malafaia publicou em seu site um texto no qual apresenta cinco argumentos para que a religião e a política andem juntas.

    Malafaia publicou seus argumentos como comentário às declarações feitas pelo professor de filosofia da universidade de Harvard, o americano Michael Sandel, que declarou recentemente que a política precisa se abrir à religião e acolher as convicções religiosas no debate público.

    O professor afirma que o que deve ser afastado da política não é a religião, mas o dogmatismo e a intolerância, que podem ser provenientes tanto de ideologias religiosas quanto seculares.

    - A política diz respeito às grandes questões e aos valores fundamentais. Então, a política precisa estar aberta às convicções morais dos cidadãos, não importa a origem. Alguns cidadãos extraem convicções morais de sua fé, enquanto outros são inspirados por fontes não religiosas – disse o filósofo.

    De acordo com o pastor, em sua primeira razão para que a religião ande lado a lado com a política, a afirmação de Jesus “Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus”, teria servido para mostrar o compromisso do cristão com a cidadania humana e celestial. A mesma razão é citada pelo pastor em seu segundo argumento, quando Romanos 13:7.

    Em seguida Malafaia afirma que a Igreja, enquanto corpo místico de Cristo, não precisa de nenhum político para se estabelecer, mas que os cristãos não devem se omitir nesse aspecto para que os “filhos das trevas” não venham influenciar e determinar sobre a vida social.

    - Existe um jogo pesado e creio que satanás está por trás disto. Todos podem influenciar na política: metalúrgicos, médicos, filósofos, sociólogos etc. Todo tipo de ideologia, inclusive a ideologia humanista/materialista, que nega a existência de Deus, pode influenciar na política. Mas o estilo de vida cristã, não! Isto é um absurdo! O povo de Deus não pode cair neste jogo. As nações mais poderosas e democráticas do mundo foram influenciadas, em todas as suas instâncias, pelo cristianismo – afirma o pastor em seu quarto argumento.

    Por último, Malafaia afirma que não foi levantado por Deus para ser um político, mas sim para influenciar em todos os campos da vida. Ele afirma ainda que o pastor tem “autoridade bíblica para orientar as ovelhas de Jesus em todas as áreas”.

    Fonte: Gospel+

    A preciosa Bênção dos Pais






    cancaonova.com


    Prof. Felipe Aquino



    A preciosa Bênção dos Pais

     

    22. julho 2012 

    A importância da bênção dos pais na vida dos filhos

    Quando eu era criança, estava acostumado a pedir a bênção aos meus pais – a qualquer hora que saísse ou chegasse em casa, – naquele apressado “Bença, pai!”, “Bença, mãe!”, tão apressado que quase não ouvia a resposta. Todos nós, quando crianças, estávamos tão acostumados a pedir a bênção dos pais que, quando saíamos sem ela, parecia-nos que faltava algo à nossa segurança ou ao sucesso de nossos planos… Ao menos quatro vezes por dia eu e meus oito irmãos pedíamos a bênção a nossos pais: ao acordar, ao irmos para a escola, ao voltar da escola, e ao se deitar.

    Hoje, passados os anos, tenho profunda consciência da importância da bênção dos pais na vida dos filhos. É a Sagrada Escritura que nos alerta da necessidade dessa bênção. Toda a Bíblia está repleta de passagens indicando a importância que Deus dá aos pais na vida dos filhos. Os pais são os cooperadores de Deus na criação dos filhos e, dessa forma, são também um canal aberto para que a bênção divina chegue aos filhos.

    O livro do Deuteronômio registra o quarto mandamento: “Honra teu pai e tua mãe, como te mandou o Senhor, para que se prolonguem teus dias e prosperes na terra que te deu o Senhor teu Deus” (Dt 5,16). Desta forma, Deus promete vida longa e prosperidade àqueles que honram os pais. São Paulo disse que esse é “o primeiro mandamento acompanhado de uma promessa de Deus” ( Ef 6,2).

    Os livros dos Provérbios e do Eclesiástico estão cheios de versículos que trazem a marca da presença dos pais. Eis um deles: “A bênção paterna fortalece a casa de seus filhos, a maldição de uma mãe a arrasa até os alicerces” (Eclo 3,11). Esse versículo mostra que a bênção dos pais (e também a maldição!) não é simplesmente uma tradição do passado ou mera formalidade social. Muito mais do que isso, a Escritura nos assegura que a bênção dos pais é algo eficaz e real, isto é, um meio que Deus escolheu para agraciar os filhos. Deus quis outorgar aos pais o direito e o poder de fazer a Sua bênção chegar aos filhos. É a forma que Deus usou para deixar clara a importância dos pais. Analisemos estas passagens marcantes:

    “Ouvi, meus filhos, os conselhos de vosso pai, segui-os de tal modo que sejais salvos. Pois Deus quis honrar os pais pelos filhos, e cuidadosamente fortaleceu a autoridade da mãe sobre eles.

    Quem honra sua mãe é semelhante àquele que acumula um tesouro. Quem honra seu pai achará alegria em seus filhos, será ouvido no dia da oração. Honra teu pai por teus atos, tuas palavras, tua paciência, a fim de que ele te dê sua bênção, e que esta permaneça em ti até o teu último dia. Pois um homem adquire glória com a honra de seu pai, e um pai sem honra é a vergonha do filho. Como é infame aquele que abandona seu pai, como é amaldiçoado por Deus aquele que irrita sua mãe!” (Eclo 3, 2-3.5-6.9-10.13.18).

    Todos esses versículos do capítulo 3 do Eclesiástico mostram claramente a grande importância que Deus dá aos pais na vida dos filhos e, de modo especial, à bênção paterna e materna. Infelizmente, muitos pais parece que já não sentem a prerrogativa que Deus lhes deu para educar formar e abençoar os filhos. Muito já não acreditam no poder da bênção paterna e nem mesmo ensinam os filhos a pedi-la.

    Os pais têm uma missão sagrada na terra, pois deles dependem a geração e a educação dos filhos de Deus. Eles são os primeiros mensageiros de Deus na vida dos filhos, sobre os quais têm o poder de atrair as dádivas de Deus. Não importa qual seja a idade do filho, ele sempre deve pedir a bênção de seus pais. E também não importa se o velho pai é um doutor ou um analfabeto, o filho não deve perder a oportunidade de ser abençoado por ele, se possível todos os dias, mesmo já adulto.

    Se você ainda tem seus pais (ou apenas um deles) não perca a oportunidade que Deus lhe dá de beijar-lhes as mãos e pedir-lhes a bênção, para que Deus abençoe você, guiando seus passos e protegendo sua vida. Importa jamais nos esquecermos de que enquanto “a bênção paterna fortalece a casa de seus filhos, a maldição de uma mãe a arrasa até os alicerces” (Eclo 3,11).

    Prof. Felipe Aquino

    Cuba: Detenção de defensores dos direitos humanos e membros do Damas de Branco Laura Pollán e negação do direito à liberdade de reunião




    Augusto César Ribeiro Vieira

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    Tradutor
    Notas do Bairro Exílio cubano

    "Para amar ao próximo também é amar o inimigo. Embora, na realidade, que qualifier 'inimigo' não existe no meu vocabulário. Eu reconheço que eu só tenho adversários e eu ter adquirido a capacidade de amá-los porque, dessa forma, fazer acabar com a violência, a ira, vingança, ódio e substituí-los com justiça e perdão"
    Dr. Oscar Elias Biscet Gonzalez (1999)

    Olhando para o mundo a partir deste pequeno canto e convidá-lo para trocar opiniões, preconceitos e idéias.

    Domingo, 22 de julho, 2012

    Cuba: Detenção de defensores dos direitos humanos e membros do Damas de Branco Laura Pollán e negação do direito à liberdade de reunião


    Em 18 de Julho de 2012, a Sra. Tatiana Blanco López, a Sra. Leonor Reino Borge, a Sra. Mirta Gómez Colás e Ms Niurkis Rivero Despaigne foram detidos por agentes do Departamento de Segurança do Estado em Havana.
    Os referidos defensores dos direitos humanos são todos os membros do proeminente organização de direitos humanos Damas de Blanco Laura Pollán (Damas de Branco), que defende a libertação de presos políticos em Cuba.

    Em 18 de Julho de 2012, agentes do Departamento de Segurança do Estado foi para a casa de Tatiana Blanco López, Reino Leonor Borge, Mirta Gómez Rivero Colás e Niurkis Despaigne e prendeu-os, a fim de impedi-los de participar da mensal Té Literario (chá literário partido), organizado pela Damas de Blanco, que tem lugar na casa de seu falecido líder Laura Pollán.

    Anteriormente, em 16 de julho de 2012, foi relatado que um agente tinha visitado as casas de outros membros da organização de direitos humanos, incluindo a Sra. Ivonne Malleza Galano, candidata da Frente de Defensores Prêmio Linha 2012 para defensores dos direitos humanos em risco, Magaly Norvis Otero, Mercedes Fresneda Castillo, Belkis Jorrín Morfa, Belkis Nuñez Fajardo, Raquel Castillo, Zahira Castro e Mayra Morejón, para informá-los que o Literario Té não seria permitido a ter lugar e que eles deveriam tentar assistir a ele que seria preso e detido por três dia. Ms Omaglis González Leiva e María Elena Matos foram detidos em Palmarito de Cauto, no município de Santiago de Cuba, quando tentavam realizar um evento paralelo.

    Defensores da Linha da Frente acredita que as prisões dos referidos defensores dos direitos humanos, bem como as ameaças de prisão, estão diretamente relacionadas ao seu trabalho legítimo em defesa dos direitos humanos. A prevenção regular da pacífica mensal Té Literario pela polícia, que bloquear o acesso à casa de Laura Pollán na data do evento planejado, constitui uma clara negação do direito à liberdade de reunião em Cuba. Os membros do Damas de Blanco continuam a enfrentar o assédio e os ataques físicos a partir de polícia ao redor da ilha, na tentativa de realizar as suas legítimas e pacíficas atividades de direitos humanos.

    Imoralidade Institucional: a manobra mais suja para livrar os mensaleiros

    Jul
    22
    Entenda como o PT e aliados fazem de nossas instituições a casa deles.

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    Posted 34 minutes ago by Henrique Lima
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    Henrique Lima
    Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça

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        Ligação do PT e narcoguerrilha das Farc [Túnel do Tempo]
        A candidata petista falou dilmais

        Jul
        22
        Imoralidade Institucional: a manobra mais suja para livrar os mensaleiros
        Entenda como o PT e aliados fazem de nossas instituições a casa deles.

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        Posted 34 minutes ago by Henrique Lima
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        Jul
        15
        Marcha pra Jesus, parada gay e a cobertura; OU: o chororô do vitimismo triunfante
        Acho esse tipo de abordagem uma militância-infanto-vigilante, mas não pude deixar que o representante do movimento gay (não dos gays) fizesse um chororô de vitimismo adolescê e afirmasse que a cobertura à parada gay e a marcha pra Jesus fosse parcial e tendenciosa pro lado dos evangélicos é claro. Peguei os exemplares do Estadão do dia seguinte a cada evento, veja:



        Nota-se que a cobertura a parada gay traz reportagens, curiosidades e ocupa uma página inteira. Do lado esquerdo a marcha pra Jesus divide a metade do espaço com um merchan e algumas notas, como a missa de 7º dia do cardeal Eugênio Sales.

        Quanto aos título das matérias, antes que o deputado em foro tente se privilegiar, são apenas constatações. A expansão evangélica são dados do IBGE e o encolhimento da parada gay é notório nas fotos e nos depoimentos dos participantes.

        Pra mim tanto importa se os veículos da mídia fazem uma cobertura que represente o tamanho da marcha pra Jesus, meu intuito nunca foi esse. Deixo isso pra Jean Wyllys, que na sua mania de grandeza e tentando abuso de poder ao ser NOMEADO deputado por Chico Alencar, já ameaçou até cassar a concessão da Globo.

        Finalizando, queria mostrar a noção que Jean Wyllys tem de seu papel parlamentar (pralamentar) ao propagar mensagens de preconceito contra evangélicos em seu twitter:

        Posted 6 days ago by Henrique Lima
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        Jul
        6
        Movimento gay e os dados forjados; OU: não importa a causa da morte, o que importa é que ela servirá a causa
        Entre números forjados e uma torcida em prol de assassinatos de homossexuais: é assim que o movimento gay tentar validar a sua causa, não a causa do respeito e dignidade ao próximo, mas sim de criar um gueto de cidadãos com super direitos e censurar a opinião pública, a expressão religiosa, filosófica, psicológica e tudo que proferir sons que os desagradem.

        No portal de notícias da Folha.com consta uma nota com o seguinte título: "Intolerância: Site registra 165 mortes de homossexuais" Vamos a credibilidade do site prospector de dados tão alarmantes num país em que morrem mais 50.000 pessoas POR ANO. O site em questã é homofobia mata, na verdade trata-se de um blogue e antes que comecemos a analisar a metodologia dos malandrinhos é bom que se defina o que é homofobia. Para ser rápido e sucinto, o sujeito homofóbico é o doente que mata o homossexual pelos simples fato de ele ser homossexual.

        Basta dar uma lida no blogue e constatar que a maioria das mortes nada tem a ver com homofobia. Eram homossexuais que viviam num país com violência epidêmica, onde impera a impunidade legislativa, a política de segurança do governo é um fiasco e as fronteiras estão abertas as drogas, principal motivante da criminalidade. Dentre outras causas estão as brigas de namorados enciumados e o grande restante são crimes ainda sem resolução ou em investigação.

        Antes de finalizar este comentário quero deixar claro duas coisinhas básicas, 1) o intuito desta pequena resenha não é afirmar que não existe homofobia, 2) muito menos fazer pouco das mortes dos homossexuais listados no referido blogue. Existem sim doentes homofóbicos e a Constituição junto com o código penal resguardam os direitos dos cidadãos homossexuais, bem como o de qualquer outro. O proprietário do blogue homofobia mata, este sim, parece sapatear sobre cadáveres, que de forma sorrateira usa as vítimas para dar "valor" a sua causa, não a dos homossexuais.

        P.S.: Jornalismo neste país está falido, como a Folha.com por dar cartaz a dados tão fáceis de desmascarar?
        Posted 3 weeks ago by Henrique Lima
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        Jun
        29
        CPI, corrupção e o conselho de Cachoeira á Demóstenes
        Não é segredo pra ninguém, os corruptos têm diferentes tratamentos e isso fica a depender do partido em que o lacaio está filiado. Uns expelem os seus carrapatos e os deixam ao relento, desamparados. O partido democratas é o maior exemplo, o que fez com José Roberto Arruda e agora com Demóstenes Torres foi exemplar para as demais legendas e para a justiça eleitoral, por que não? Em contrapartida, outros partidos bajulam os seus corruptos e corruptores como se heróis fossem, que enfrentaram a vilã da Constituição e as leis em geral, tudo em nome da causa: o poder e o bolso deles. Esse papo de luta de classes só cola nos universotários.

        A CPI do Cachoeira revela as visões sobre a putaria generalizada na república. Constituída para investigar os prevaricadores de todos os partidos, sob o comando dos governistas, tem se revelado dia-a-dia um simulacro para enterrar de vez a ínfima oposicinha. Os corruptos da ala governista estão escapando em meio a manobras de seus colegas, mas não por que estão no poder da comissão parlamentar de inquérito e sim, por que está no ácido desoxirribonucleico (DNA, rs) dessas agremiações que vez por outra atuam como partidos democráticos, pois na maior parte do tempo e no backstage atuam como sofisticadas quadrilhas.

        Eis o fio da questão, a impunidade política reside no modus operandi de alguns partidos e sabendo disso, Carlinhos Cachoeira deu o seguinte conselho a Demóstenes:


        Cachoeira: "E fica bom demais se você for pro PMDB…
        Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar
        com você, não?"
        Demóstenes: "Por debaixo, mas se eu decidir ela fala.
        Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar"
        Cachoeira: "Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá"

        Se Arruda e Demóstenes estivessem no PT ou PMDB, não teriam pisado na Comissão da Pizza e se por lá passassem sairiam como heróis ao responderem perguntas combinadas na ante sala do senado.
        Posted 4 weeks ago by Henrique Lima
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        Jun
        21
        Lula e Maluf: o assentamento das poeiras
        Ao contrário do que se veiculam nas correntes de opiniões da blogosfera, malufismo e lulismo não são forças antagônicas. A primeira é: pioneira, arcaica e uma espécie de produto manufaturado; a segunda força se traduz como: a industrialização, a profissionalização, agora o produto tem valor agregado e há também todo um cuidado com a embalagem, onde ficam encarregados marqueteiros e uma horda de promotores pagos e outros enganados.

        Eram sim, concorrentes e como em qualquer disputa, se digladiaram por um mesmo tipo de liderança e poder. Agora se conectam, como diria a música do Rei, feito o côncavo e o convexo. Um atraia a preferência de uns e o outro, de outros, porém são feitos com os mesmos ingredientes, contudo com formas diferentes, como o croissant e a coxinha de frango.

        É a união entre o traficante e o miliciano. O traficante tem quem o proteja, os "direitos humanos", afinal, o coitado é oprimido pelo sistema e não tem outra escolha a não ser pegar em armas e promover o vício. O miliciano tem um tribunal militar para lhe julgar. Bom, Lula escolheu Maluf e o miliciano cobrou o arrêgo. Num país com uma democracia séria, os dois estariam apertando as mãos em outro ambiente, com muros altos e vigilância intensa.

        Apartar o que está agregado é construir uma teoria escalafobética. Talvez Maluf reivindique de Lula, para compensar essa indevida desnivelação, o título de "Homem Incomum", com o qual ele condecorou este estadista maranhense, José Sarney.

        Insolita homines

        Posted 5 weeks ago by Henrique Lima
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        Jun
        19
        Princípios são para serem cumpridos, não enumerados; OU: A Band cumpre os "Princípios Editoriais" que a Globo não segue
        Está de parabéns a Rede Bandeirantes pela coragem de produzir e exibir a série de reportagem "Uma dúvida conveniente" sobre a farsa que é o Aquecimento Global. Em pleno Rio+20, a Band mostra as outras versões e inclusive a confissão de deturpação dos dados pelos idealizadores desta ficção, que originaram esta farsa e estavam sendo ocultadas de forma criminosa produzindo um sensacionalismo editorial.

        Falando em editorial, vamos ler alguns pontos do "Princípios Editoriais" da Rede Globúlo:

        Seção II
        2) Diante do público
        c) Nenhum veículo das Organizações Globo fará uso de sensacionalismo, a deformação da realidade de modo a causar escândalo e explorar sentimentos e emoções com o objetivo de atrair uma audiência maior.
        http://www.youtube.com/watch?v=RY_aWMp0Wy0     No vídeo acima, de outubro de 2010, Sônia Bridi percorre as geleiras da Groelândia com aquele tom de anjo descido do céu fiscalizando a situação apocalítica da terra. A baixaria é bem intelectualizada, nada escancarado como o Programa do Ratinho.     No vídeo seguinte, os apresentadores do Fantástico falam da polêmica invasão de hackers que resultou na publicação do que seriam a deturpação por cientistas para forjar a tese furada do AG, foi só um breve comentário com a enfática contraposição dos cientistas da ONU dita por Zeca Camargo em slowmotion praticamente: "O Aquecimento Global é uma realidade I-NE-QUÍ-VO-CA". Tudo isso ainda em dezembro de 2009 e seguira esta nota de rodapé mais uma vez a anja descida do céu fiscalizando a situação apocalítica da terra, Sônia Bridi. Mas se notarem com uma superprodução alá Al Gore:
        http://www.youtube.com/watch?v=3FNOWyDYMjw&feature=related     Por que a Globo nunca desprendeu nenhuma produção, pelos menos aparente, para analisar o que dizem outros cientistas? Por que nunca fora obedecido a alínea "B", Seção I, sobre "Isenção" que diz:     b) Na apuração, edição e publicação de uma reportagem, seja ela factual ou analítica, os diversos ângulos que cercam os acontecimentos que ela busca retratar ou analisar devem ser abordados. O contraditório deve ser sempre acolhido, o que implica dizer que todos os diretamente envolvidos no assunto têm direito à sua versão sobre os fatos, à expressão de seus pontos de vista ou a dar as explicações que considerarem convenientes;     Bom, a Globo escolheu explorar somente o ângulo do medo e nunca fez nenhuma abordagem do contraditório de forma igual ou que merece a atenção.     A Globo ainda continua tratando como tabu as versões, o contraditório e o direito aos fatos, o que torna a alínea "D" da mesma seção de "Isenção":     d) Não pode haver assuntos tabus. Tudo aquilo que for de interesse público, tudo aquilo que for notícia, deve ser publicado, analisado, discutido;     Ficaremos, a depender da rede Glóbulo, feito aqueles pinguins atrás da anja descida do céu fiscalizando a situação apocalítica da terra, isolados das notícias, dos fatos, do contraditório, só que eles são exímios nadadores e podem fugir. Já o telespec brasileiro não tem pra onde ir em meio a esse império da mídia que mais parece uma prisão.     Vale repetir: Parabéns Rede Bandeirantes!     Posted 19th June by Henrique Lima     0     Add a comment     Jun     17     Banner: Ayn Rand     Clique e leia em Zoom     Posted 17th June by Henrique Lima     Labels: banner     0     Add a comment     Jun     17     O egoísmo como a semente do verdadeiro altruísmo     Uma vassoura na mão e um pensamento na cabeça (ah, vá!), estava eu cá com a minha humilde ignorância pensando sobre o altruísmo e os ditos altruístas, -- esses salvadores do planeta, dos animais, das plantinhas, dos pardais, enfim, nesta lista as pessoas sempre estão na lanterna da 3º divisão -- e cheguei a uma conclusão: o núcleo do verdadeiro altruísmo é o egoísmo.     Quem se põe aos cacos para ajudar o próximo o faz da pior forma, com displicência, negligência, insípido e não pode produzir frutos duradouros. Por isso, o egoísmo, no sentido etimológico, deve ser o sentimento de fortificar-se, de pensar com antecedência em si, tornar-se um poderoso provedor e próspero em todos os sentidos, desde financeiro até espiritual.     Para uma ilustração mais nobre do que eu tento repassar, indico a leitura desta brilhante obra A Virtude do Egoísmo da escritora Ayn Rand.     Posted 17th June by Henrique Lima     0     Add a comment     Jun     3     Ratão, Ratinho e Catita; Ou: Lula vai a Ratinho para salvar Haddad e todos juntos roeram a Lei     Quando bate o desespero a lei precisa ser derrubada, assim pensa e age o PT sob o comando de Lula. Eles não entram num jogo pra perder, e quando saem atrás no placar o jeito é entrar de sola nas canelas e jogar a torcida contra o juiz.     Não seria diferente no já ebulido clima das candidaturas e disputas pela prefeitura de São Paulo, aquela que o PT experimentou a pouco com Marta e foi enxotada pelos paulistanos ao ritmo de "chuta que é macumba!". Agora as prévias lulocratas do PT escolheram alguém com um Q.I. mais elevado, o Q.I. é na verdade de Quem Indicou.     E para não fugir do estilo apedêutico de explicar quase tudo na vida, vou dizer-lhes que o juiz nem deu sinal para a partida começar e o time de Lula já está sendo vencido por uma goleada daquelas aplicadas pela seleção de 70 contra qualquer seleção do norte das arábias.     Haddad, o revolucionário do Enem, saiu nas pesquisas com apenas 3% das intenções de votos para a prefeitura de São Paulo, ou seja, já segura uma lanterna nas mãos, não contando é claro com candidatos folclóricos de partidos como PSTU, PCO, etc., esses escaparam de Monteiro Lobato adicioná-los na trupe do Sítio do Picapau Amarelo.     Agora vamos tratar do assunto como se fossemos da vigilância sanitária. Lula foi no Ratinho para fazer um comício em favor de seu candidato, seria caso de cadeia em qualquer democraciazinha do mundo, mas se Sarney não pode ser julgado com igualdade perante a lei, imaginem o filho-dono-do-brasil. Com a herança que Haddad deixou a educação do Brasil, eu diria que 3% das intenções de votos poderia-se traduzi-se em 3% de contaminados.     Então para resolver de vez o problema de Haddad, o Ratão saiu dos porões para unir-se ao gabador Ratinho e juntos tentar da forma mais imunda possível transformar o desrespeito a lei e aos juízes uma pandemia, traçar em pedaços uma Constituição que só serve para desinfetar a barbárie e deixo-los nus e imóveis perante todos.     Posted 3rd June by Henrique Lima     0     Add a comment     Jun     3     Quem vai desenterrar a verdade do presente?     Dilma Rousseff chorou ao instalar a Comissão da Verdade. Entre os companheiros que se emocionaram com ela estava José Sarney, presidente do Senado. Citando Galileu Galilei, a presidente disse que "a verdade é filha do tempo, não da autoridade". Sarney servia ao regime que Dilma quer investigar, mas isso não tem a menor importância. Ambos são sócios numa verdade que não é filha do tempo, nem da autoridade. A verdade de Dilma e Sarney é filha da mãe de todos os posseiros do Estado brasileiro.     É uma verdade tão generosa que pode admitir até censura. Não a dos anos de chumbo, que está fora de moda. Censura moderna, cirúrgica. A investigação da família Sarney por tráfico de influência vinha sendo exposta por "O Estado de S. Paulo". Com apoio irrestrito de Lula e Dilma, Sarney ficou firme no cargo e seu filho conseguiu submeter o jornal à censura prévia, que já vai completar três anos. Em nome da verdade.     Galileu entendia dos astros, mas não sabia nada de fisiologismo. Se soubesse, descobriria que a verdade é uma ação entre amigos.     Amordaçar a imprensa foi uma forma eficiente de proteger a ditadura, especialmente quando ela torturava. Dilma Rousseff deve saber disso. Portanto, censura nunca mais – a não ser para defender alguém como Sarney, que como disse Lula, "não é uma pessoa qualquer". E não é mesmo. Acima do José Ninguém que apóia o governo popular com sua crença, seu voto e outras miudezas, José Sarney é um companheiro diferenciado: põe seus lotes privados na máquina pública a serviço de Dilma, se ela mantiver o seu alvará de sucção. Uma troca verdadeira.     Uma amizade dessas vale gestos extremos. Segundo a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, chamou-a ao Palácio do Planalto para lhe dar ordens. A Casa Civil não manda na Receita, mas Dilma mandou Lina resolver pendências fiscais da família Sarney. Solidariedade é isso (só quem lutou contra a tirania da ditadura sabe). Dilma não aceitou uma acareação com Lina. Uma virou presidente, a outra sumiu. Se a verdade fosse filha do tempo, a esta altura já estaria num orfanato.     A presidente que quer passar a ditadura a limpo de mãos dadas com Sarney poderia, talvez, pedir uma hora extra à Comissão da Verdade para dar uma olhada no caso Agaciel. O Brasil inteiro ouviu (já se esqueceu, mas ouviu) os telefonemas entre o então diretor e o presidente do Senado combinando nomeações secretas de parentes e amigos. Onde foi parar essa verdade? Ou ela é filha da autoridade e foi retocada, ou Sarney não tem condições morais de presidir o Senado – enquanto não for devidamente investigado. Mas esses detalhes não incomodam Dilma Rousseff em sua cruzada humanista. A presidente dos famintos nem se importa que a filha de Sarney compre 68 toneladas anuais de comida (só para ela e seu vice) à custa do contribuinte, como "Época" mostrou. A verdade varia conforme a fome do dono.     O Brasil precisa acertar contas com seu passado, buscando justiça para os desaparecidos. Mas engole junto a propaganda política dos aparecidos. Ao lado de Dilma, no altar do bem contra o mal, estão heróis como Fernando Pimentel, ex-guerrilheiro, atual ministro vegetativo do Desenvolvimento. A resistência aos militares forjou nele valores sólidos, como ser amigo da presidente e faturar alto com consultorias invisíveis. Somando-se o passado e o presente de Pimentel, a única verdade insofismável é que ele não perde o cargo de jeito nenhum – nem depois de voar de favor em avião de empresário. Rodoviária nunca mais.     A luta continua, como prova Ideli Salvatti, ex-militante de direitos humanos na ditadura. No Ministério da Pesca, ela operou o milagre da multiplicação das lanchas – cujo fabricante, por coincidência, bancou sua campanha eleitoral. Na posse, Ideli cantou Ivan Lins para celebrar o triunfo da esquerda: "No novo tempo, apesar dos perigos; da força mais bruta, da noite que assusta, estamos na luta; pra sobreviver, pra sobreviver". Ideli sobreviveu graças à Comissão de Ética da Presidência – devidamente enquadrada por Dilma após dinamitar o companheiro Lupi –, que arquivou o caso das lanchas.     Nada como desenterrar as verdades certas, e enterrar as erradas. Pra frente, Brasil.     Fonte: Guilherme Fiuza     Posted 3rd June by Henrique Lima

    Povo paga celebração do governo em Comitê pró-aborto da ONU Julio Severo


    Imagem inline 2Não, não é o Frankenstein. É a Eleonora Menicucci!


    Imagem inline 1Contudo, depois de eleita, Dilma imitou Lula, que em 2002 também havia feito compromisso com 500 líderes protestantes, pentecostais e neopentecostais de não permitir que seu governo promovesse o aborto e o homossexualismo. Semelhante compromisso não foi necessário com a CNBB, companheira na fundação do PT.

    Julio Severo

    Comentários, artigos e notícias do Brasil e do exterior
    22 de julho de 2012
    Povo paga celebração do governo em Comitê pró-aborto da ONU

    Julio Severo
    Durante sua campanha na última eleição presidencial, vendo-se pressionada pela oposição do povo brasileiro ao seu radical histórico pró-aborto, Dilma Rousseff assinou o compromisso de não descriminalizar o aborto. Foi um sacrifício imenso, pois legalizar o aborto está não só nas entranhas de sua antiga militância comunista, mas também no próprio coração do seu partido, o PT.
    Lula nunca conseguiu cumprir seu compromisso e Dilma não parece querer ser infiel aos descompromissos dele.
    Além de enviar técnicos de saúde ao exterior para conhecer em detalhes projetos cuja finalidade é garantir o chamado "aborto seguro", o Ministério da Saúde também tem prorrogado há mais de dois anos convênios com a Fundação Oswaldo Cruz cuja intenção é o estudo para legalizar por completo o aborto no Brasil.
    Mais recentemente, Dilma nomeou Eleonora Menicucci como ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM). Eleonora, além de ativa feminista e militante pró-aborto, era companheira de atividades terroristas comunistas no passado de Dilma. Seu currículo inclui uma viagem à Colômbia em 1995 para aprender a fazer abortos. De terrorismo contra o governo do Brasil, ambas passaram para o terrorismo contra os bebês em gestação. Hoje, Eleonora é membro do Grupo de Estudos sobre Aborto (GEA), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos.
    Fundada no início da década de 1990 por 40 organizações feministas, a Rede cresceu com o apoio da Fundação MacArthur, uma poderosa instituição americana que é um dos principais financiadores do aborto no mundo inteiro. A Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos desempenha um papel importante na mudança das mentalidades na luta pela descriminalização do aborto. Na prática, a Rede tem espaço em vários conselhos de Saúde e é apoiada pela ONU, em Nova Iorque.
    Foi para Nova Iorque, neste mês, que a ministra Eleonora Menicucci voou, onde, ao lado da assessora especial Marinei Luiz Bonfim, cumpriu agenda entre os dias 8 e 9. O único motivo da viagem, segundo informa a agenda oficial disponível no site da SPM, foi a celebração dos 30 anos da criação do Committee on the Elimination of Descrimination against Women (CEDAW), ou Comitê da ONU para Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher. O Comitê tem usado e abusado de questões das mulheres para promover práticas abortivas em países como o Brasil. Apesar dos protestos de vários paises, o Comitê tem persistido em cobrar a legalização do aborto de governos de várias partes do mundo.
    Imagem inline 3
    Por motivos óbvios, Eleonora se sente em família no Comitê da CEDAW. Portanto, por nada neste mundo ela poderia perder o aniversário de um órgão tão importante da ONU para as feministas do mundo inteiro.
    A data também foi amplamente festejada pela embaixadora do Brasil nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti, que abriu, para receber a ministra e convidados, a Residência Oficial brasileira, localizada na Rua 79, em Nova York.
    Estimativa feita pelo Portal Fé em Jesus aponta que, para a viagem da ministra e sua assessora, foram gastos aproximadamente R$ 4 mil em diárias e outros R$ 20 mil com as passagens aéreas, levando em consideração o pagamento de bilhetes de ida e volta a Nova Iorque na classe executiva, onde costumam viajar autoridades de Estado e assessores especiais. Na TAM, por exemplo, cada trecho nesta classe sai a R$ 5.768,00 para viagens a Nova Iorque realizadas este mês.
    Pesquisas de opinião pública já mostraram que 70 por cento do povo brasileiro não quer que a legalização do aborto. Entretanto, esse mesmo povo banca as despesas e luxo de indivíduos que vão a ONU celebrar o que o povo não defende.
    A relação do governo brasileiro com o Comitê da CEDAW não é recente. Em 2005 o governo Lula reconheceu, junto ao Comitê abortista, o aborto como direito humano. Na ocasião, foi entregue ao Comitê o documento intitulado "Sexto Informe Periódico do Brasil ao Comitê da ONU para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher" onde, nas páginas 9 e 10, ele reconhece o aborto como um direito humano da mulher e reafirma novamente diante da ONU decisão do governo de revisar a legislação punitiva do aborto.
    A viagem este mês da ministra Menicucci a Nova Iorque especialmente para o aniversário da CEDAW revela que o governo do PT tem os mesmos interesses e ambições do Comitê da CEDAW, a quem fez a promessa, em 2005, de lutar em favor do aborto livre no Brasil.
    Essa é uma promessa que Dilma e suas ministras abortistas estão lutando para cumprir, apesar da vontade oposta do povo e apesar do compromisso assinado por ela em 2010.
    O lema socialista delas para o povo parece ser: "Aceite nossas mentiras, que gostamos!"
    A resposta do povo, nas urnas que sempre elevam ao governo os mentirosos e suas intenções abortistas sanguinárias, é: "Me engana que eu gosto!"
    Gosta mesmo. Está até bancando farras de abortistas brasileiros em Nova Iorque e outros lugares do mundo!
    Ô povo que gosta de ser enganado!
    Adaptado do site Fé em Jesus.
    Fonte: www.juliosevero.com



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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo