Gloria Patri et Fílio et Spirítui Sancto. Sicut erat in principio et nunc et semper et in saecula saeculorum. Amen
CONSAGRADO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
Prof. Thomas Levy, arqueólogo da Universidade da Califórnia–San Diego
O Prof. Thomas Levy (foto) arqueólogo da Universidade da Califórnia – San Diego encontrou as provas da existência das famosas "minas de cobre de Salomão".
Tais minas exploradas pelo rei-profeta David e seu filho o rei Salomão, segundo o relato bíblico encontravam-se no reino de Edom, ao sul do Jordão.
Ele anunciou que apresentaria ainda mais revelações numa reunião no 18 de fevereiro próximo (2009) no Social Sciences Supper Club, da sua Universidade.
Junto com Mohammad Najjar, dos Jordan's Friends of Archeology, o arqueólogo escavou um antigo centro de produção de cobre em Khirbat en-Nahas (que significa "ruínas de cobre" em árabe).
Restos das fundições
As amostras ali encontradas passaram por testes de radiocarbono. Estes lhes atribuíram uma antiguidade que remonta ao século X antes de Cristo.
Nisto concordam com a narração bíblica que põe nessa época os reinados de David e Salomão.
A pesquisa apontou também um crescimento da atividade metalúrgica no local durante o século IX antes de Cristo, fato que concorda com o que o Antigo Testamento nos fala dos edomitas.
Khirbat en-Nahas encontra-se no local que a Bíblia identifica como Reino de Edom, um feudo do antigo Reino de Israel.
Excavações confirmam historicidade das narrações da Bíblia
De fato, já nos anos '30 do século passado, o arqueólogo americano Nelson Glueck declarou ter descoberto as "minas de Salomão" na região.
Mas os seus achados foram menosprezados com a alegação de que a Bíblia teria sido "pesadamente re-escrita" no século V antes de Nosso Senhor.
Este argumento não era estritamente científico e estava viciado de preconceito anti-cristão, mas pegou, tão forte estava a animadversão anti-católica.
"Agora", diz Levy, "nos temos a evidência de que complexas sociedades estiveram ativas nos séculos X e IX antes de Cristo, e isto nos conduz ao debate sobre a historicidade das narrações da Bíblia".
Excavações em Khirbat en-Nahas confirmam historicidade da Bíblia
A jazida arqueológica de Khirbat en-Nahas inclui por volta de 100 prédios (foto ao lado) – inclusive uma fortaleza – colocados no centro de uma vasta área que pode ser vista claramente em Google Earth. Há minas e trilhas de mineração em abundância.
Uma prova adicional foi fornecida por objetos egípcios trazidos à luz no local. Ditos objetos ‒ um escarabeu e um amuleto ‒ foram achados numa camada geológica que corresponde à brusca interrupção da produção.
Esse conjunto de indícios aponta para a bem documentada invasão militar do Faraó Sesac que tentou destruir a atividade econômica da região após a morte de Salomão.
Episódios da vida do rei-profeta David.
Salomão com muitas mulheres que o levaram à perdição.
Manuscrito da Spencer Collection, Ms 002.
O segundo livro das Crônicas (12; 1-12) fala abundantemente dessa guerra, como punição ao relaxamento do povo judeu na prática dos Mandamentos :
1. Estando seu reino constituído e firmado, Roboão abandonou a Lei do Senhor, e todo o Israel seguiu-lhe o exemplo.
2. Durante o quinto ano de seu reinado, por causa dos pecados de Jerusalém contra o Senhor, Sesac, rei do Egito, veio atacar a cidade
3. com 1.200 carros e 60.000 cavaleiros. Um inumerável exército de líbios, suquitas e etíopes acompanhavam-no desde o Egito.
4. Apoderou-se das cidades fortes de Judá e chegou a Jerusalém.
5. O profeta Semaías dirigiu-se a Roboão e aos chefes de Judá que se tinham concentrado em Jerusalém, com a aproximação de Sesac. Eis, disse-lhes ele, o que diz o Senhor: Vós me abandonastes; eu também vos abandono nas mãos de Sesac.
6. Então os chefes israelitas e o rei se humilharam e disseram: O Senhor é justo.
7. Em vista deste ato de humildade, a palavra do Senhor foi dirigida a Semaías nestes termos: Eles se humilharam; não os deitarei a perder. Dar-lhes-ei em breve um meio de salvação. Minha ira não se desencadeará sobre Jerusalém pela mão de Sesac.
O rei Davi compondo os Salmos inspirado por Deus
8. Mas eles terão que servir para que saibam distinguir entre o meu serviço e o serviço dos reis estrangeiros.
9. Sesac, rei do Egito, atacou, pois, Jerusalém. Levou os tesouros do templo do Senhor e os do palácio real, sem nada deixar. Levou especialmente os escudos de ouro que Salomão tinha fabricado.
10. Para substituí-los, o rei Roboão mandou fazer escudos de bronze e os entregou em mãos dos chefes das guardas da porta do palácio real.
11. Cada vez que o rei ia ao templo do Senhor, esses guardas os levavam; em seguida, devolviam ao corpo da guarda.
12. Portanto, em virtude de seu ato de humildade, a ira do Senhor apartou-se dele, e sua ruína não foi total. Em Judá havia ainda coisas boas. Fonte: Bíblia Católica
E também o primeiro livro dos Reis (14;25): "No quinto ano do reinado de Roboão, Sesac, rei do Egito, atacou Jerusalém". Fonte: Bíblia Católica.
O Prof. Levy partilha certo ceticismo com respeito aos Livros Revelados, porém teve que ceder ante a evidência científica:
"Não podemos acreditar em tudo o que nos dizem os antigos livros, porém esta descoberta mostra uma confluência entre os dados arqueológicos e científicos e a Bíblia", declarou ele ao "The Jerusalem Post".
UMA TENTAÇÃO ATÉ CERTO PONTO MAIS GRAVE DO QUE A DO PECADO, PORQUE AMEAÇA FAZER PARAR PARA SEMPRE O MOVIMENTO DA ALMA PARA DEUS, É A DA MEDIOCRIDADE
«NÃO SOU NENHUM SANTO NEM POSSO VIR A SÊ-LO: O VERDADEIRO SÁBIO NÃO É AQUELE QUE CONHECE AS SUAS LIMITAÇÕES? ESTOU RESOLVIDO A EVITAR AS FALTAS GRAVES, MAS SINTO QUE NÃO FUI FEITO PARA AS CUMEADAS DA VIDA ESPIRITUAL: DEIXO ISSO PARA AS ALMAS PRIVILEGIADAS, ENTRE AS QUAIS NÃO POSSO SER INCLUÍDO». FALAR DESTA MANEIRA É CAIR NUM ERRO PERIGOSO. NÃO É A HUMILDADE, MAS SIM O MAIS RENITENTE AMOR-PRÓPRIO QUE SE ALIA AO RECEIO DAS DIFICULDADES E DOS SACRIFÍCIOS PARA NOS SUGERIR ESTAS MISERÁVEIS DESCULPAS. O SALVADOR DIZ-NOS, PELO CONTRÁRIO, QUE AS NOSSAS FALTAS NÃO PODEM IMPEDIR-NOS DE O SEGUIR: OS SEUS SANTOS NÃO SÃO OS QUE NÃO CAEM, MAS OS QUE NÃO SE RESIGNAM A FICAR AO NÍVEL DO CHÃO. «O JUSTO CAI SETE VEZES E SETE VEZES SE LEVANTA» (PROV., XXIV, 16). É PRECISAMENTE A NOSSA QUALIDADE DE PECADORES E A NOSSA FRAQUEZA TANTAS VEZES PROVADA QUE NOS VALEM O CHAMAMENTO DE DEUS, QUE NOS CONVIDA A VOLTAR PARA ELE. PRECISAMOS DO BOM SAMARITANO PORQUE SOMOS CRIATURAS SOFREDORAS E FRÁGEIS E AS NOSSAS FERIDAS ESTÃO À ESPERA DE UM BÁLSAMO. É QUANDO CAÍMOS QUE ELE NOS OFERECE UMA NOVA VIDA. «OS SÃOS NÃO TÊM NECESSIDADE DE MÉDICO, MAS SIM OS ENFERMOS. IDE E APRENDEI O QUE QUER DIZER: QUERO MISERICÓRDIA E NÃO SACRIFÍCIO; PORQUE EU NÃO VIM CHAMAR OS JUSTOS, MAS OS PECADORES» (MAT.; IX, 12-13). ENQUANTO NOS RECUSARMOS A ADERIR À VONTADE DIVINA, A TENTAR A NOSSA REALIZAÇÃO NA UNIÃO COM O FILHO POR MEIO DE UMA VIDA CUJOS ESFORÇOS SÃO TODOS INSPIRADOS PELO AMOR, SOMOS OVELHAS PERDIDAS QUE ANDAM AFASTADOS DO APRISCO E DO PASTOR. A DÁDIVA MAIS PRECIOSA QUE O VERBO NOS CONCEDEU, SE FOR TRATADA COM LIGEIREZA POR AQUELES QUE SE CONFORMAM COM A MEDIOCRIDADE ESPIRITUAL, ACABA POR FICAR COMPLETAMENTE PERDIDA PARA ELES. FOI COM ESTE SENTIDO QUE FOI DITO: AI DOS TÍBIOS! O SENHOR SABE A QUE PERIGOS ESTAMOS EXPOSTOS E COMO É FRACA A NOSSA CARNE: PREVINE-NOS COM PALAVRAS DE ARDENTE URGÊNCIA QUE ATÉ MESMO AS ALMAS CHEIAS DE GRAÇAS NÃO PODEM ESQUECER: «VIGIAI E ORAI PARA NÃO CAIRDES EM TENTAÇÃO!» (MAT.; XXVI, 41). A ACEITAÇÃO DA MEDIOCRIDADE É O RESULTADO DUM CÁLCULO MISERÁVEL, E ESSE CÁLCULO É ERRÔNEO, COMO TODOS OS DO AMOR-PRÓPRIO. A CRUZ NÃO É DE MODO NENHUM UMA MEIA MEDIDA, E NÃO SE PODE CHAMAR AMOR DE CRISTO, AO QUE SE OPÕE ABERTAMENTE A ESTAS PALAVRAS: «SE ALGUÉM QUER VIR COMIGO, NEGUE-SE A SI MESMO, TOME A SUA CRUZ E SIGA-ME» (MAT.; XVI, 24). TERÍAMOS LUGAR ENTRE OS RICOS E OS PRIVILEGIADOS DA ECONOMIA DIVINA SE ACEITÁSSEMOS COM SIMPLICIDADE, TAL COMO NOS É OFERECIDO, O AMOR MISERICORDIOSO. PROCURAMOS NOS HOMENS O QUE ELES NÃO NOS PODEM DAR, E CONDENAMO-NOS ASSIM A NÃO SAIR DO NÍVEL HUMANO EM QUE NOS SENTIMOS ASFIXIAR. A MAIOR GRAÇA PODE SER NEUTRALIZADA NUM CORAÇÃO QUE DÁ DEMASIADA IMPORTÂNCIA A SI PRÓPRIO, QUE SÓ TIMIDAMENTE OUSA ENFRENTAR AS DIFICULDADES: OS PRÓPRIOS SACRAMENTOS POUCO PODEM APROVEITAR A QUEM NÃO SE ABRE PARA OS RECEBER E NÃO RENUNCIA A SI PRÓPRIO. DESEJARÍAMOS, PARA ACORDAR ESTAS ALMAS, OUVIR A VOZ DE SÃO PAULO: «Ó INSENSATOS, QUEM VOS FASCINOU PARA NÃO OBEDECERDES À VERDADE, VÓS ANTE CUJOS OLHOS FOI JÁ REPRESENTADO JESUS CRISTO COMO CRUCIFICADO ENTRE VÓS? ONDE ESTÁ, POIS, O VOSSO ENTUSIASMO? FILHINHOS MEUS, POR QUEM EU SINTO DE NOVO AS DORES DO PARTO, ATÉ QUE JESUS CRISTO SE FORME DE NOVO EM VÓS; BEM QUISERA EU ESTAR AGORA CONVOSCO E MUDAR A MINHA LINGUAGEM; PORQUE ESTOU PERPLEXO A VOSSO RESPEITO» (GÁL. III, 1; IV, 15, 19-20). PARA QUE A VIDA DIVINA - A NOSSA LUZ -, BRILHE SERENAMENTE EM NÓS, É NECESSÁRIO PRIMEIRAMENTE QUE ESTEJA ASSEGURADA UMA CERTA ORDEM. A ÁGUA E O FOGO NÃO PODEM COEXISTIR NO MESMO LUGAR, PORQUE UMA EXPULSA O OUTRO; O DIA EXCLUI AS TREVAS: O MESMO ACONTECE NA ALMA. ENQUANTO ESTA SE ENTREGAR, POR UMA COVARDIA MAIS OU MENOS CONSCIENTE, ÀS POTÊNCIAS INIMIGAS DE DEUS, O SALVADOR NÃO PODE TOMAR POSSE DO SEU REINO NELA. RECUSAMOS A DEUS O QUE GUARDAMOS PARA NÓS PRÓPRIOS POR DESCONHECIMENTO E DESPREZO DOS SEUS DIREITOS ESSENCIAIS. O SEU AMOR NÃO PODE DEIXAR DE SER ÁVIDO: EXIGE TODO O CORAÇÃO DO HOMEM E O HOMEM INTEIRO; TAL É A MEDIDA DA SUA JUSTIÇA. É NESTE SENTIDO QUE SE FALA NOS ZELOS DE DEUS (EX., XX, 5). PÔR EM DÚVIDA A BONDADE DO PAI E O SEU DESEJO DO NOSSO BEM É OFENDÊ-LO: ESTA DÚVIDA FERE A HONRA E O CORAÇÃO DUM DEUS. «ESTENDI AS MINHAS MÃOS TODO O DIA PARA UM POVO INCRÉDULO E REBELDE» (IS., LXV, 2). SEJAMOS HUMILDES FINALMENTE E PEQUENOS NA MÃO QUE SE NOS ESTENDE E DEIXEMO-NOS LEVAR POR ELA ONDE DEUS QUISER. «EU POSSO TUDO NAQUELE QUE ME FORTIFICA» (PIL., IV, 16). AS LUTAS E AS PROVAÇÕES EXISTEM EM TODAS AS VIDAS, MAS QUANDO O CORAÇÃO SE SENTE CONFIANTE E ELEVA PARA DEUS A SUA ORAÇÃO, TEM NISSO UM PENHOR SEGURO DA VERDADEIRA VITÓRIA. «APROXIMAI-VOS CONFIADAMENTE DO TRONO DA GRAÇA, A FIM DE ALCANÇAR MISERICÓRDIA, PARA SERMOS SOCORRIDOS EM TEMPO OPORTUNO» (HEBR., IV, 16). QUEM SE ALISTA COM ESTE CONSENTIMENTO SOB A BANDEIRA DO CÉU, ENCONTRA NO ABSOLUTO DIVINO O QUE O MUNDO EXTERIOR NÃO LHE PODIA PROMETER SEM MENTIR. POIS ESTE MUNDO É DE UMA ESTREITEZA ASFIXIANTE E REINA NELE A TRISTEZA: SÓ CHEGA AO LIMIAR DA ALMA, CUJOS DEGRAUS SOBEM ATÉ AO INFINITO. POUCAS SÃO AS PESSOAS, CREMOS, QUE NÃO ESTÃO INFLUENCIADAS POR ESSAS DIALÉTICAS QUE DESCONHECEM O PRIMADO DO ESPÍRITO E LEVAM A PENSAR QUE A DEFESA DO HOMEM DEPENDE, PRIMEIRO QUE TUDO, DE CONDIÇÕES ECONÔMICAS. ORA NÃO SÃO OS HOMENS PRIVADOS DE DESAFOGO MATERIAL AQUELES CUJA PERSONALIDADE SE ATROFIA, MAS TODOS OS QUE SE RECUSAM A OCUPAR COM GRATIDÃO O SEU LUGAR NA HARMONIA VIVA DO UNIVERSO E DA GRAÇA. POUCO IMPORTA ACHAR UM LUGAR HUMILDE OU ELEVADO, GRANDE OU PEQUENO: ESTAS PALAVRAS MUDAM DE SENTIDO QUANDO INTERVÉM O AMOR. «E DEUS ESCOLHEU AS COISAS VIS E DESPREZÍVEIS SEGUNDO O MUNDO E AQUELAS QUE NÃO SÃO, PARA DESTRUIR AS QUE SÃO» (I COR., I, 28). ESTE PODER, QUE A CARIDADE TEM, DE INVERTER AS MEDIDAS E TRANSFERIR OS VALORES PERMITE À ALMA FIEL ENCONTRAR O LADO LUMINOSO DE CADA COISA E ILUMINAR AO MESMO TEMPO TODAS AS FACES DA REALIDADE. A TRISTEZA É, SEM DÚVIDA, NATURAL EM MUITAS CIRCUNSTÂNCIAS. NO ENTANTO, ELA DEVE TRANSFORMAR-SE EM PAZ (A PAZ CUJA RAIZ É A CERTEZA BEM-AVENTURADA), QUANDO O OLHAR SE FIXA NA REALIDADE DIVINA E MERGULHA NA SUA TRANSPARÊNCIA. E NEM MESMO A LEMBRANÇA DOS NOSSOS FRACASSOS E DOS NOSSOS ERROS NOS DEVE SER AMARGA. SAIBAMOS FINALMENTE QUE, SÓ POR NÓS, SOMOS INCAPAZES DE TER UM BOM IMPULSO, MAS QUE ISSO NÃO NOS ENTRISTEÇA: É UMA RAZÃO MAIS FORTE PARA NOS ENTREGARMOS NAS MÃOS DE DEUS E TUDO ESPERARMOS DELE. «NÃO NOS JULGUEMOS CAPAZES POR NÓS MESMOS DE TER ALGUM PENSAMENTO COMO VINDO DE NÓS MESMOS; MAS A NOSSA CAPACIDADE VEM DE DEUS» (II COR., III, 5). EVIDENTEMENTE QUE NÃO É SEM TRABALHO E SACRIFÍCIO QUE O OLHAR SE ORIENTA ASSIM PARA O SEU OBJETO DIVINO E APRENDE A FITÁ-LO FIELMENTE. É MUITO FÁCIL DEIXAR-SE DISTRAIR PELAS MÍNIMAS COISAS E APAIXONAR-SE, INFELIZMENTE, PELAS MAIS FÚTEIS. A CONCENTRAÇÃO PACIENTE NO QUE É ESSENCIAL É UM ESFORÇO INDISPENSÁVEL PARA A VIDA DO ESPÍRITO: «TU AFADIGAS-TE E ANDAS INQUIETO COM MUITAS COISAS, MAS SÓ UMA É NECESSÁRIA» (LUC., X, 41-42). ESTA ÚNICA COISA NECESSÁRIA É O VERBO ENCARNADO. AINDA QUE TROPECEMOS MUITAS VEZES NO CAMINHO E SUCUMBAMOS EM CERTOS MOMENTOS SOB O PESO DA CRUZ, A NOSSA FÉ DEVE RECOMPOR-SE E ROBUSTECER-SE EM CADA PASSO QUE DAMOS NAS SUAS PEGADAS DIVINAS. ELE É A NOSSA CORAGEM, A NOSSA FORÇA E A NOSSA ALEGRIA: SERVI-LO NÃO É UM DEVER, MAS UMA GRAÇA INFINITAMENTE PRECIOSA - SERVIRE REGNARE EST. «VINDE A MIM TODOS OS QUE TRABALHAIS E VOS ACHAIS FATIGADOS, E EU VOS ALIVIAREI!» (MAT.; XI, 28)
LITURGIA DO DIA 23 DE JULHO DE 2012
PRIMEIRA LEITURA: MIQUÉIAS 6, 1-4.6-8
XVI SEMANA COMUM* , (VERDE - OFÍCIO DO DIA) - LEITURA DA PROFECIA DE MIQUEIAS - 1OUVI O QUE DIZ O SENHOR: VAMOS, ADVOGA TUA CAUSA DIANTE DAS MONTANHAS, OUÇAM AS COLINAS A TUA VOZ! 2OUVI, MONTANHAS, O PROCESSO DO SENHOR, E VÓS, FUNDAMENTOS PERENES DA TERRA. PORQUE O SENHOR ENTROU EM JUÍZO COM SEU POVO, ELE VAI PLEITEAR COM ISRAEL: 3POVO MEU, QUE TE FIZ, OU EM QUE TE CONTRISTEI? RESPONDE-ME. 4FIZ-TE SAIR DO EGITO, LIVREI-TE DA ESCRAVIDÃO, E MANDEI DIANTE DE TI MOISÉS, AARÃO E MARIA. 6COM QUE ME APRESENTAREI DIANTE DO SENHOR, E ME PROSTRAREI DIANTE DO DEUS SOBERANO? IREI À SUA PRESENÇA COM HOLOCAUSTOS E NOVILHOS DE UM ANO? 7AGRADAR-SE-Á, PORVENTURA, O SENHOR COM MILHARES DE CARNEIROS, OU COM MILHÕES DE TORRENTES DE ÓLEO? SACRIFICAR-LHE-EI PELA MINHA MALDADE O MEU PRIMOGÊNITO, O FRUTO DE MINHAS ENTRANHAS POR MEUS PRÓPRIOS PECADOS? 8JÁ TE FOI DITO, Ó HOMEM, O QUE CONVÉM, O QUE O SENHOR RECLAMA DE TI: QUE PRATIQUES A JUSTIÇA, QUE AMES A BONDADE, E QUE ANDES COM HUMILDADE DIANTE DO TEU DEUS. - PALAVRA DO SENHOR
SALMO RESPONSORIAL(49)
REFRÃO: A TODO HOMEM QUE PROCEDE RETAMENTE / EU MOSTRAREI A SALVAÇÃO QUE VEM DE DEUS
1. REUNI OS MEUS FIÉIS, QUE SELARAM COMIGO ALIANÇA PELO SACRIFÍCIO. E OS CÉUS PROCLAMAM SUA JUSTIÇA, PORQUE É O PRÓPRIO DEUS QUEM VAI JULGAR. - R.
2. NÃO TE REPREENDO PELOS TEUS SACRIFÍCIOS, POIS TEUS HOLOCAUSTOS ESTÃO SEMPRE DIANTE DE MIM. NÃO PRECISO DO NOVILHO DO TEU ESTÁBULO, NEM DOS CABRITOS DE TEUS APRISCOS, - R.
3. AO PECADOR, PORÉM, DEUS DIZ: POR QUE RECITAS OS MEUS MANDAMENTOS, E TENS NA BOCA AS PALAVRAS DA MINHA ALIANÇA? TU QUE ABORRECES MEUS ENSINAMENTOS E REJEITAS MINHAS PALAVRAS? - R.
4. EIS O QUE FAZES, E EU HEI DE ME CALAR? PENSAS QUE EU SOU IGUAL A TI? NÃO, MAS VOU TE REPREENDER E TE LANÇAR EM ROSTO OS TEUS PECADOS. - R.
5. HONRA-ME QUEM OFERECE UM SACRIFÍCIO DE LOUVOR; AO QUE PROCEDE RETAMENTE, A ESTE EU MOSTRAREI A SALVAÇÃO DE DEUS. - R.
EVANGELHO: MATEUS 12, 38-42
PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO MATEUS - NAQUELE TEMPO, 38ENTÃO ALGUNS ESCRIBAS E FARISEUS TOMARAM A PALAVRA: MESTRE, QUISÉRAMOS VER-TE FAZER UM MILAGRE. 39RESPONDEU-LHES JESUS: ESTA GERAÇÃO ADÚLTERA E PERVERSA PEDE UM SINAL, MAS NÃO LHE SERÁ DADO OUTRO SINAL DO QUE AQUELE DO PROFETA JONAS: 40DO MESMO MODO QUE JONAS ESTEVE TRÊS DIAS E TRÊS NOITES NO VENTRE DO PEIXE, ASSIM O FILHO DO HOMEM FICARÁ TRÊS DIAS E TRÊS NOITES NO SEIO DA TERRA. 41NO DIA DO JUÍZO, OS NINIVITAS SE LEVANTARÃO COM ESTA RAÇA E A CONDENARÃO, PORQUE FIZERAM PENITÊNCIA À VOZ DE JONAS. ORA, AQUI ESTÁ QUEM É MAIS DO QUE JONAS. 42NO DIA DO JUÍZO, A RAINHA DO SUL SE LEVANTARÁ COM ESTA RAÇA E A CONDENARÁ, PORQUE VEIO DAS EXTREMIDADES DA TERRA PARA OUVIR A SABEDORIA DE SALOMÃO. ORA, AQUI ESTÁ QUEM É MAIS DO QUE SALOMÃO. - PALAVRA DA SALVAÇÃO
MENSAGEM DO DIA 25/10/2007 - “QUERIDOS FILHOS! DEUS ME ENVIOU ENTRE VOCÊS POR AMOR, PARA CONDUZI-LOS PELO CAMINHO DA SALVAÇÃO. MUITOS DE VOCÊS TÊM ABERTO SEUS CORAÇÕES E TÊM ACEITADO MINHAS MENSAGENS, PORÉM MUITOS SE PERDERAM NESTE CAMINHO E NUNCA CONHECERAM, COM TODO O CORAÇÃO, O DEUS DO AMOR. POR ISSO OS CONVIDO: SEJAM VOCÊS AMOR E LUZ ONDE HÁ ESCURIDÃO E PECADO. ESTOU COM VOCÊS E OS ABENÇÔO A TODOS. OBRIGADA POR TEREM RESPONDIDO AO MEU CHAMADO!” - MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE
A IGREJA CELEBRA HOJE - SANTA BRÍGIDA - A SANTA DE HOJE NASCEU NA SUÉCIA, NO ANO DE 1302. ELA FOI ENTREGUE EM CASAMENTO A UM JOVEM CHAMADO WULFON, PRÍNCIPE DE NERÍCIA. AO CASAR-SE COM WULFON, SANTA BRÍGIDA ASSUMIU, COM ORAÇÕES E SACRIFÍCIOS, A MISSÃO DE LUTAR PELA CONVERSÃO DE SEU ESPOSO, UM HOMEM ENTREGUE AOS VÍCIOS E PAIXÕES DESREGRADAS. SANTA BRÍGIDA ALCANÇOU ESTA GRAÇA. E, JUNTAMENTE COM SEU ESPOSO (AGORA CONVERTIDO) NUMA VIDA COM MUITAS PRÁTICAS DE PIEDADE, FORAM A DIVERSAS PEREGRINAÇÕES, ATÉ QUE AOS 32 ANOS WULFON VEIO A FALECER. AGORA VIÚVA E MÃE DE 8 FILHOS, SANTA BRÍGIDA DEDICOU-SE INTEIRAMENTE AO SERVIÇO DOS MAIS NECESSITADOS, CUIDANDO DOS ENFERMOS (DENTRO DE UM HOSPITAL FUNDADO POR ELA MESMA E POR SEU ESPOSO). E TUDO ISTO SEM PERDER DE VISTA A FORMAÇÃO CRISTÃ DE SEUS FILHOS. DEVOTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E DA SANTÍSSIMA VIRGEM, SANTA BRÍGIDA PASSAVA HORAS EM ADORAÇÃO A JESUS SACRAMENTADO. INSPIRADA PELO ESPÍRITO SANTO, FUNDOU UMA ORDEM FEMININA E OUTRA MASCULINA. CONSAGROU-SE NA VIDA RELIGIOSA, E EM MEIO A SOFRIMENTOS E INSPIRAÇÕES REVELADORAS DO PRÓPRIO JESUS, APROFUNDOU-SE NO MISTÉRIO DO CRISTO CRUCIFICADO, ATÉ QUE MERGULHASSE DEFINITIVAMENTE NESTE MISTÉRIO, QUANDO EM ROMA, AOS 71 ANOS, ENTROU NA ETERNIDADE. SANTA BRÍGIDA, ROGAI POR NÓS!
Psicologia Sem Ideologia
Em defesa da ciência e da profissão
DOMINGO, 22 DE JULHO DE 2012
Desejo, logo existo?
Os prejuízos causados pelo ativismo político do Conselho Federal de Psicologia são realmente incalculáveis. Quando uma determinada ciência é prostituída em benefício de ideologias, sua reputação cai no mais absoluto descrédito. Os critérios de validade que fundamentam a produção do conhecimento, e que são universalmente aceitos, acabam substituídos pela conveniência política daqueles que detém circunstancialmente o poder – mesmo que seja o poder de uma simples autarquia.
Assim, a “boa teoria” não é mais aquela que resiste ao teste de realidade ou apresenta um valor heurístico considerável, mas a que atende a certos anseios pessoais ou coletivos, por mais intangíveis que sejam. E se os fatos negam a ideologia, tanto pior para os fatos. É que as construções ideológicas, em seu substrato mais íntimo, se assentam sobre disposições afetivas bastante arraigadas, algo que lhes confere uma capacidade de resiliência fora do comum. As ideologias não prestam contas à realidade: se limitam a criticar o que existe em nome do que não existe, e talvez jamais possa existir. É nesse ambiente de inspirações obscurantistas e degradação intelectual que a psicologia tem se tornado terreno fértil para toda sorte de impostores e demagogos.
A última audiência pública que discutiu a “cura gay” – assim carinhosamente batizada pela imprensa – foi um exemplo típico dessas distorções. Nela, houve um deputado que se sentiu à vontade para opinar sobre assuntos relacionados à Psicopatologia. Quais eram suas credenciais? Basicamente, um diploma de jornalista e uma fama exaurida em programa de reality show.
O grande problema, na verdade, não está tanto na tagarelice dos palpiteiros de ocasião, mas no silêncio obsequioso com o qual boa parte dos psicólogos vem testemunhando disparates desse jaez. Isso mostra que a patrulha ideológica do Conselho Federal de Psicologia alcançou o efeito almejado, e a esta altura dos acontecimentos, suponho eu, já decretou toque de recolher até na comunidade acadêmica. Enquanto os psicólogos se escondem nos consultórios e guardam o mais absoluto mutismo, o deputado Jean Wyllys vem à tribuna para dizer o seguinte:
“É óbvio que alguém homossexual vai ter egodistonia, mas por viver numa cultura homofóbica que rechaça e subalterniza sua homossexualidade. O certo seria colocar o ego em sintonia com seu desejo, é sair da vergonha para o orgulho.” Entende-se por egossintonia as ideias ou impulsos que são admitidos tanto pelo ego como pelo superego e que se coadunam com o ego ideal, essa imagem do eu que existe isenta de qualquer crítica. Em egossintonia, a atividade mental está em conformidade com o ego. Nestes casos, um sentimento é egossintónico quando está em consonância com a representação que o indivíduo tem de si mesmo.
Egodistonia é o oposto da egossintonia: quando os aspetos do pensamento, os impulsos, atitudes, comportamentos e sentimentos não estão de acordo mútuo, e contrariam e perturbam a própria pessoa, como por exemplo num caso em que a pessoa é homossexual, mas discorda desta sua característica, quando se depara com a consciência de que esta é meramente comportamental.
Se bem entendi a opinião do deputado, ele parte da premissa de que o desejo sexual possui primazia sobre o ego; logo, é o ego, o ser enquanto entidade consciente, que deve estar em sintonia com o desejo, e não este em sintonia com aquele. Isso, segundo o sr. Wyllys, é que é o certo. Para efeito de argumentação, vou tomar a palavra “certo” no sentido aproximado de “normal”, já que não parece sensato supor que o certo, nesse caso, significa algo bizarro, anômalo ou desviante.
Ou seja: nada, absolutamente nada, haveria acima do homem do que seus próprios impulsos e desejos. As leis e os mandamentos não seriam apenas “homofóbicos”, mas também “egofóbicos”. Não haveria mais lei, nem mandamentos de Deus, mas apenas o desejo, o impulso, sobre os quais ninguém poderia opor resistência. Mas para o “igualitarismo” defendido por esses, e para que ele se torne realmente “igualitário”, isso deveria também acontecer num “estado laico”, onde se proíbem símbolos religiosos em locais públicos, em detrimento de cartazes de militância “gay” nas escolas e para as crianças. A “moral” “wyllyana” deveria ser colocada no mesmo patamar em que o deputado quer colocar a moral judaico-cristã, sob pena de “diferencialismo” no lugar de “igualitarismo”
O desejo, então, governa o homem. E se alguém sentisse desejo de incendiar toda uma cidade, declarando-se ideologicamente “nerista”? Seria, então, aplaudido pela sua “militância política livre”, isenta de qualquer lei ou mandamento?
Dito isso, eu perguntaria ao sr. Wyllys: por que não considerar como certo – ou normal, como queira – o desejo sexual que está em conformidade com o sexo biológico? Quais os critérios utilizados pelo deputado para definir seu padrão de normalidade? É preciso que ele aponte os fundamentos clínicos, teóricos, filosóficos, ou até metafísicos, sobre os quais está apoiada sua opinião.
Sigmund Freud, por exemplo, que é considerado o maior psicólogo clínico de todos os tempos, pressupunha em sua teoria a existência de um registro real da sexualidade – “a diferença entre os sexos” – como causa do desejo para o sujeito. Essa idéia, aliás, foi condensada numa de suas célebres frases, segundo a qual “anatomia é destino”. Em momento algum Freud disse que o desejo sexual era destino. Donde se depreende que a anatomia do sujeito é um dado de realidade anterior a qualquer processo subjetivação, e, como tal, deve orientá-lo. Aliás, não só a anatomia, mas a fisiologia também.
Se o real precede o imaginário e o simbólico, e se o ego é a instância psíquica regida pelo “princípio de realidade”, como ensinava Freud, é natural que as pessoas achem certo (ou normal) que o desejo sexual esteja em sintonia com a realidade corporal.
O que leva o desenvolvimento psicossexual de alguém a perder-se nos desvãos de suas angústias e fantasias, levando-o a desordens na identidade sexual, é algo passível de investigação científica – e, quiçá, de solução terapêutica viável.Existem muitas tentativas de entender o fenômeno (“fixação narcísica”, “horror à castração”, etc), propostas por vários estudiosos da sexualidade humana – Freud entre eles. Porém, se a cultura encara com certa perplexidade ou estranhamento as práticas homossexuais, isso não dá margem para presumir que a patologia esteja obrigatoriamente na cultura, como pretende o deputado Jean Wyllys ao chamá-la de “homofóbica” (na verdade, o intuito não é diagnosticar uma patologia, mas proferir um simples insulto).
A capacidade de discernir o real do irreal, de diferenciar os estímulos provenientes do mundo exterior dos estímulos internos, está na própria gênese do processo de subjetivação. Freud designava como “prova de realidade” a esse dispositivo que, de maneira gradativa, consolida as funções superiores da consciência, memória, atenção e juízo, entre outros atributos que singularizam a natureza humana, razão pela qual se encontram tão enraizados na cultura. A esse respeito, é Freud quem diz:
“A educação pode ser descrita, sem hesitação, como o incentivo à superação do princípio do prazer, à substituição dele pelo princípio de realidade.” (Formulações sobre os dois princípios do funcionamento psíquico, Freud, 1911)
Sendo ainda mais específico, os critérios de doença e saúde utilizados pela disciplina da psicopatologia também pressupõem em grande medida essa distinção elementar entre fenômenos meramente subjetivos e a realidade objetiva. É dentro dessa perspectiva que o delírio e a alucinação se constituem como exemplos extremos de manifestações patológicas que perturbam, respectivamente, o juízo e a percepção da realidade. Enquanto que os devaneios e as fantasias, embora considerados benignos sob o aspecto da higidez mental, nem por isso deixam de ser igualmente irreais.
Por tudo isso, não surpreende que o filósofo racionalista René Descartes, ao cabo de uma longa reflexão, tenha concluído que o fundamento indubitável da existência deve repousar sobre as faculdades humanas superiores, idéia cuja fórmula ganhou expressão lapidar no seu cogito, ergo sum. Já o sr. Wyllys, o que faz? Como um bom hedonista, ele quer nos convencer de que o fundamento da existência humana reside mesmo é nas forças cegas do baixo-ventre, o que na mais respeitável filosofia de alcova pode ser equacionado por outro mote, qual seja, o libido, ergo sum. Quem acredita que o ego deve se curvar aos desejos sexuais é porque lhes confere um estatuto primordial na própria definição de natureza humana.
Ainda que não houvesse quaisquer parâmetros para se discutir a sexualidade humana, e que todas as opiniões, portanto, fossem colocadas na vala-comum das idiossincrasias pessoais, subsistiria o fato de que as pessoas pautam suas vidas por valores. Colocar a mera fruição de desejo sexual como o que há de mais sublime da vida humana pode não ser uma regra válida para todos. O que na concepção de uns significa “sair da vergonha para o orgulho”, pode ser o inverso para muitos outros, conforme as diferentes cosmovisões que se adote.
É por isso que o psicólogo não pode usar de sua autoridade profissional na tentativa de abolir sentimentos de vergonha ou culpa em seus pacientes. A missão do psicólogo clínico, segundo Freud, limita-se a transformar todo sofrimento neurótico em infelicidade humana normal – essa que todos nós, em maior ou menor medida, sentimos. Quem acredita que o objetivo da psicoterapia é liberar os desejos sexuais de suas “amarras” culturais, convertendo indivíduos neuróticos em discípulos de Marquês de Sade, é porque pretende impor convicções hedonistas aos próprios pacientes. Como alertava o psicanalista Gregory Zilboorg:
“O Homem não pode ser curado das exigências ético-morais e religiosas de sua personalidade, que nele vivem e dele fazem o que realmente é. Só o morboso, o irreal e inútil podem ser analisados.”
Em outra direção, tornou-se lugar-comum o argumento de que o homossexualismo seria prática natural porque é observada com freqüência em diversas espécies animais. Esse entendimento, porém, é bastante falho, pois compara entre si fenômenos essencialmente diversos. Ainda que, em uma determinada espécie, se observe o coito em indivíduos do mesmo sexo, não se pode defini-lo como homossexualismo sem incorrer naquilo que os etólogos chamam de “antropomorfização” do comportamento animal.
Os animais não possuem desejo sexual no sentido empregado por nós. Animais possuem tão-somente impulsos sexuais, e esses impulsos, em condições normais, seguem o comando fixo dos instintos estabelecidos ao longo de sua cadeia evolutiva. Acrescente-se que, sob o ponto de vista evolutivo, não pode haver algo como um “instinto homossexual” entre animais, pois é certo que os indivíduos com essa tendência não repassariam sua carga genética adiante. Até um suposto “instinto bissexual” teria chances bem reduzidas de proliferação, o que olhado na perspectiva da longa escala de evolução seria uma desvantagem bastante significativa.
A hipótese explicativa mais plausível para a ocorrência desse fenômeno entre os animais segue outra direção. Quando premidos por um forte impulso sexual cujo meio de satisfação original encontra-se ausente, os animais comportam-se de modo a favorecer uma satisfação alucinatória do impulso. Quem nunca testemunhou cães que, ao verem-se privados de uma fêmea, passam a “montar” em nossas pernas, simular coito em outros animais, com um ursinho de pelúcia ou com o ”puff” da sala? Por que não poderiam fazê-lo – como de fato fazem – com outros cães do mesmo sexo? Se isso for homossexualismo, o que seriam os outros comportamentos?
Segundo Freud, o modo de satisfação alucinatório também é encontrado nos seres humanos, bem nos primórdios de seu desenvolvimento. Bebês que choram de fome e são acalmados por uma chupeta, ainda que não estejam sendo nutridos, experimentam também um modo de satisfação alucinatório. Com o passar do tempo, na medida em que acumulam frustrações e percebem que esse tipo de mecanismo não é capaz de aplacar a fome, as crianças o abandonam em favor de um “sentido de realidade”. É a partir desse momento que ego vai se estruturando no aparelho psíquico. Só os seres humanos são capazes disso.
Conta-se que em tempos muito remotos havia um convento de monjas agostinianas, perto da cartuxa de Monte Alegre. Havia entre elas — e era, por certo, a mais humilde — uma monja de família nobre, de alta linhagem e muito bela.
Numa tarde, um cavaleiro que habitava nos arredores do castelo desse lugar, por acaso viu-a no jardim, e de tal maneira impressionou-se por sua beleza, que não teve mais repouso.
Desde então o cavaleiro rondava todas as noites o jardim do convento, chegando ao extremo de escalar os muros e cantar em frente à cela da enclausurada.
Esta teve notícia dos padecimentos do jovem cavaleiro, e chorou amargamente por ser causa deles. Sua humildade e sua religião não podiam suportar a situação que o cavaleiro lhe criava, rondando-a como se fosse do mundo.
Uma tarde, depois de rezar devotamente na capela do convento, pedindo conselho à Santíssima Virgem, tomou uma decisão heróica. Ao chegar a noite, a monja esperou atrás da cela em que o cavaleiro escalava o muro do convento, como era seu costume. Não teve que esperar muito tempo.
Apenas a lua despontou no céu, viu o cavaleiro que, colocando uma escada no muro, desceu em silêncio por ela, levando sua espada.
Saiu então a monja e se aproximou do cavaleiro, que estava trêmulo de emoção. Ela então lhe disse que havia sabido do muito que por seu amor sofria tentações, e que não poderia consentir nisso. E tampouco podia tolerar que todas as noites ele rondasse sua cela e lhe cantasse trovas, quebrando o espírito de clausura.
O cavaleiro referiu-se à sua extrema beleza. Ao ouvir estas palavras, a religiosa respondeu que, como era sua beleza que causava suas tentações, estava decidida a destruí-la, para devolver à sua alma a tranqüilidade que tinha perdido.
Dizendo isto, tirou uma adaga que trazia escondida embaixo do escapulário, e com um só golpe cortou o nariz.
A lenda não conta o que aconteceu com o cavaleiro, mas nos consta que naquele lugar nasceu um raro arbusto, de uma espécie desconhecida até então, que dava flores de cor vermelha e em forma de nariz.
Os cientistas do país asseguram que não há outro igual em toda a Catalunha. Em várias ocasiões, procuraram extirpá-lo, mas renascia com maior louçania. Puseram-lhe o nome de "arbusto de fogo", mas o povo, sempre amante do maravilhoso, o chama de "arbusto dos narizes".
(V. Garcia de Diego, "Antología de Leyendas de la Literatura universal" - Labor, Madrid, 1953, p. 147)
Que a substância do pão deixa de ser pão e a do vinho deixa de ser vinho (LXXIV, 2).
Em que se convertem as substâncias do pão e do vinho?
A do pão no corpo de Jesus Cristo e a do vinho no seu sangue (LXXV, 3, 4).
Que nome tem esta conversão ou troca?
O de Transubstanciação (LXXV, 4).
Que expressa a palavra transubstanciação?
A conversão de toda a substância do pão na substância do corpo de Cristo, e de toda a substância do vinho na substância do seu sangue.
Quem é capaz de efetuar tão estupenda transformação?
Só a Onipotência divina (Ibid).
Converte-se no corpo e sangue de Cristo somente a substância, ou tudo o que existe no pão e no vinho?
Somente a substância, permanecendo sem alteração os acidentes (LXXV, 2 ad 3).
Que entendeis, quando afirmais que permanecem os acidentes?
Que continuam, no mesmo estado, a extensão ou quantidade, a figura, a cor, o gosto, resistência e mais propriedades ou entidades sensíveis, por meio das quais viemos ao conhecimento do pão e vinho, antes da consagração.
Por que não se transformam também os acidentes?
Porque são necessários para manter e assegurar a presença sacramental de Jesus Cristo (Summa contra gentes, livro IV cap. LXIII)
Que aconteceria, se os acidentes se transformassem em corpo e sangue de Cristo?
Que o que foi pão e vinho desapareceria absoluta e totalmente (Ibid).
Que se segue, pelo contrário, com a permanência das espécies sacramentais?
Que, ligados a elas, mediante as suas respectivas substâncias, estão o corpo e sangue de Cristo, do mesmo modo como o estavam as substâncias do pão e vinho, de sorte que, assim como antes da transubstanciação, ao tocar os acidentes, tínhamos nas mãos as substâncias do pão e do vinho, temos, depois da transubstanciação, o corpo e o sangue de Cristo (Ibid).
O que há sob as espécies depois da consagração é, identicamente, o mesmo corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo?
Sim, Senhor (LXXV, 1).
Acha-se Jesus Cristo inteiro e completo no sacramento da Eucaristia?
Sim, Senhor; porque, se bem que sob as espécies do pão, em virtude das palavras sacramentais, só está o corpo e sob as do vinho o sangue, por concomitância, e já porque é impossível separar, na sua humanidade, os dois elementos, como foram separados na cruz, onde quer que esteja o corpo, ali está o sangue e a alma, e, onde se ache o sangue, o acompanham a alma e o corpo. Quanto à divindade não há dificuldades, pois, nunca, nem mesmo durante a morte do Redentor, se separou a pessoa divina da cada um dos componentes de sua humanidade (LXXVI, 1, 3).
Está Jesus Cristo inteiro em cada parte das espécies sacramentais?
Enquanto as espécies permanecem indivisas está completo em todo o Sacramento, e quando se fracionam, está tantas vezes inteiro e completo, quantas partes se hajam feito (LXXVI, 3).
É possível ver, tocar, ou de algum modo chegar ao corpo de Jesus Cristo no estado sacramental?
Não, Senhor; porque aquelas espécies acessórias aos nossos sentidos, não são acidentes do corpo de Cristo, único meio de chegar à sua substância (LXXV, 4-8).
Que se deduz desta verdade?
Que as espécies sacramentais o encerram como prisioneiro, e por sua vez o protegem, de sorte que, quando algum desalmado intente enfurecer-se contra o corpo de Cristo, só consegue profanar o Sacramento.
São inalteráveis as espécies sacramentais depois da consagração?
Não, Senhor; decompõem-se e transformam-se depois de poucos momentos de ingeridas como alimento, e também se corrompem abandonadas por muito tempo à ação dos agentes atmosféricos (LXXVII, 4).
Que sucede quando as espécies deixam de ser os acidentes do pão e do vinho, consagrados?
Que no mesmo instante cessa a presença eucarística de Jesus Cristo, pelo fato de desaparecer o motivo que o retinha enlaçado aos acidentes, e, mediante os acidentes, ao lugar por eles ocupado (LXXVI, 6 ad 3).
Logo, a presença eucarística de Jesus Cristo num lugar depende exclusivamente da consagração e da permanência dos mesmos acidentes do pão e do vinho consagrados?
Sim, Senhor; visto que a razão de tal presença, não podem ser as mudanças operadas no corpo impassível de Cristo, mas no pão e no vinho (Ibid).
Como se consagra?
Pronunciando com as devidas condições, a forma da Consagração (LXXVIII).
Qual é?
Para consagrar o pão: Isto é o meu corpo. Para consagrar o vinho: Este é o Cálice do meu Sangue, o Sangue do novo e eterno testamento, que por vós e por muitos será derramado em remissão dos pecados.
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PEGUES, Tomaz, O. P. A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de catecismo: para uso de todos os fiéis. Taubaté: Editora SCJ, 1942, p. 219-221.
Nós, os seres humanos, somos uma interessante geração, ou raça.
Abençoados como nós somos com uma natural curiosidade, nós descemos às profundidades da terra e enviámos satélites artificiais a milhões de milhas no espaço.
Nós explorámos os mais minúsculos e invisíveis átomos e atingimos as mais majestosas montanhas do nosso planeta.
Mas, por mais que tenhamos caminhado nos segredos do mundo físico, continuamos a ser estranhamente desinteressados pelo mundo espiritual.
Nós aprendemos no nosso Catecismo que estamos rodeados por cuidados espirituais.
Assim o diz o Catecismo da Igreja Católica :
336 . – Desde a infância até à morte, a vida humana é acompanhada pela sua assistência e intercessão. "Cada fiel tem a seu lado um anjo como protector e pastor para o guiar na vida".(S. Basílio. C. Eunómio III, 1 : PG 29, 656B). Desde este mundo, a vida cristã participa pela fé, na sociedade bem-aventurada dos anjos e dos homens, unidos em Deus.
Mas, aparte de um pequeno número de pessoas que seguiram as falsas filosofias da idade moderna, a grande maioria das pessoas, orienta as suas vidas com a certeza de que somos acompanhados e ajudados por seres espirituais – os Anjos.
Durante estes meses de Verão, nós vamos tentar fazer as nossas reflexões e encorajar um pouco a realidade dos Anjos.
Embora haja muito a dizer sobre os Anjos, provavelmente nunca chegaremos a compreender todo o significado e importância desta realidade eterna, de que Deus nos deu alguns vislumbres do seu carácter e do seu ministério.
Deus mostrou-nos o suficiente para nos provar quanto nos ama e mostrou-nos também o suficiente para nos encorajar a compreender que os Anjos são a prova de que não estamos sós neste mundo.
Estes opoderosos, compassivos e sábios seres são ainda a prova da evidência de que Deus verdadeiramente abençoou com toda a espécie de bens espirituais, como disse S. Paulo aos efésioos :
- "Bendito seja Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto dos Céus nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo".(Ef.1,3).
Dentro deste mundo de seres misteriosos que nos rodeiam, nos guiam e nos adompanham, a primeira coisa que devemos tentar saber é, o que é, um Anjo.
Em seu livro Psicopatas da Fé, a Psicóloga Marisa Lobo fala sobre a situação de líderes religiosos que usam o rótulo de cristã de forma a fazer uma "manipulação e ameaças espirituais para manter seus seguidores sob regime de escravidão espiritual".
Nesse livro a psicóloga faz uma análise sobre "homens que não são cristãos, mas usam a fé de muitos para aplicar golpes e se esconder atrás de um título, muitas vezes, adquirido ilicitamente e ou com manipulação".
De acordo com Marisa Lobo, seu objetivo com o livro é fazer com que seu leitor reconheça a diferença entre "um homem servo de Deus altíssimo e um covarde, mentiroso, hipócrita, aproveitador, sem misericórdia, sem compaixão, um servo de satanás", que fazem do evangelho uma religião hipócrita e o transformam em um celeiro para realizar seus crimes. De acordo com Marisa, tais líderes religiosos usam a fé de pessoas sofridas para manipulá-las para seu proveito.
- Não podemos esconder principalmente nós que vivemos em uma sociedade, capitalista cheia de interesses, que alguns de nós temos nos entregado aos prazeres que só o dinheiro pode comprar e crendo e usando justamente o evangelho como meio de conseguir o que se deseja, e ao mesmo tempo dizendo que isso faz parte da prosperidade que Deus nos prometeu – alerta a psicóloga.
Marisa Lobo comenta também em seu livro a respeito de pessoas que, presas por crimes muitas vezes graves, se travestem de uma falsa conversão ao evangelho para manipular as pessoas as seu redor e tirar vantagem da situação. Em seu texto ela faz uma clara distinção entre os que realmente reconhecem seu erro e se transformam através do evangelho, dos psicopatas, que não sentem remorso ou culpa e se dizem convertidos não porque acreditam na palavra dita, mas porque sabem do efeito psicológico que irá desencadear nas pessoas em questão.
- Assassinos confessos geralmente são pessoas que se arrependem, não usam a bíblia e ou evangelho como forma ou arma para atenuar sua pena – esclarece.
Porém, as opiniões de Marisa Lobo foram distorcidas, causando uma série de críticas a ela através do Twitter. Um site gospel chegou a publicar que a psicóloga não acredita na conversão, chegando inclusive a usar trechos escritos por ela para comentar o caso de Suzane Von Richthofen, que recentemente foi anunciada pelo Fantástico como pastora evangélica.
- Quando digo para nos precavermos, olhar com prudências esses assassinos famosos que de uma hora para outra viram pastores, é porque Deus nos alertou sobre eles, não que não possam se converter, mas Judas andou lado a lado com Jesus, é só queria tirar proveito não do salvador, mas do poder do líder, como característico psicopata da fé – afirmou a psicóloga, que respondeu também sobre essas interpretações equivocadas através de seu Twitter.
Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. (1 Coríntios 6:9-10)
para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os seqüestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. (1 Timóteo 1:10)
As duas passagens acima são da Nova Versão Internacional da Bíbliae não trazem mais a palavra "sodomita" que já não servia mais para traduzir para a palavra grega usada por Paulo.O termo foi trocado pelos mais apropriados "homossexuais passivos" e "homossexuais".
Essa mudança é importante porque há muitas pessoas que se enganam, pensando que Paulo estivesse colocando em sua listas condenatórias até mesmo mulheres que façam sexoanal com seu marido.
No antigo testamento, sodomita foi trocado por "prostituto cultual" ou "prostituto", numa melhor tradução do termo original hebraico.
Uma sugestão, pessoal: não percam o Canal Livre de hoje. O entrevistado é o Professor Marcelo Gleiser. Ele dispensa apresentações. E vai responder de maneira cabal se ainda há alguma necessidade de Deus para explicar o funcionamento do universo.
"Não acredito que isso desequilibre as eleições, que haja impacto no pleito. Tem obra do PAC em todos os lugares e para todos os partidos".
Maurício Carvalho, coordenador do PAC, sobre os decretos malandros usados por Dilma Rousseff para despejar uma cachoeira de verbas na campanha eleitoral dos companheiros do PT e da base alugada.
"Nos palanques, o que os candidatos mais gostam de anunciar são investimentos do governo federal".
Stefani Bertuol, procurador eleitoral de Santa Catarina, confirmando que, como dez em dez sacerdotes da seita lulopetista, o coordenador do PAC também acha contar mentiras faz parte das atribuições do cargo e que todos os brasileiros são imbecis.
1. Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. 2. Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo: 3. Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! 4. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! 5. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! 6. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! 7. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! 8. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! 9. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! 10. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! 11. Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. 12. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.
---------- Mensagem encaminhada ---------- De: IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira<feedipco@gmail.com> Data: 22 de julho de 2012 23:09 Assunto: IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira Para: acrv.catolico@gmail.com
A caravana Cruzada Pela Família percorreu diversas cidades de Minas Gerais divulgando os livros do Pe. David Francisquini contra o aborto e a prática homossexual. Em Diamantina, no dia 17 último, os jovens enfrentaram uma pequena e intolerante…
In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.
“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”