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    sábado, 13 de fevereiro de 2016

    Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo | IPCO



    Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo | IPCO





    • Não é o suplício que faz o mártir, mas a causa. (Santo Agostinho)



















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    Home » Religião » Internacional » Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo


    • Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo





    O que entendemos por milagre na doutrina da Igreja Católica, Apostólica, Romana? – Trata-se de um fato, ou melhor, de um acontecimento que contraria as leis da natureza. Nosso Senhor Jesus Cristo realizou incontáveis milagres, sendo o da própria ressurreição o maior de todos, pois se não tivesse ressuscitado nossa fé seria vã.

    Milagre é também um dos aspectos da vida dos Santos e uma confirmação marcante da veracidade da Igreja, que na sua sabedoria e prudência foi sempre muito cautelosa na comprovação de um milagre. Exemplo disso ocorre em Lourdes, na França, onde de 1858 até hoje houve incontáveis milagres operados, embora os reconhecidos pela Igreja ainda não cheguem a setenta.

    A Igreja sempre incentivou os fieis a fortalecerem sua fé admirando e contemplando os milagres. Por exemplo, há muitos deles relativos à Presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Hóstia consagrada. Talvez o mais conhecido seja o de Lanciano, Itália. No site www.americaneedsfatima.org consta a narrativa de um milagre eucarístico relativamente recente, digna de figurar na Legende dorée ou nos Fioretti de São Francisco de Assis.

    • No último dia da estadia de João Paulo II aos EUA, em 1995, ele visitou em Baltimore o seminário de Santa Maria. Quis também fazer uma visita não programada à capela do Santíssimo Sacramento. Sentindo os responsáveis pela sua segurança a necessidade de uma ágil tomada de precauções, puseram-se a percorrer as salas e demais dependências com cães farejadores, utilizados em desabamentos de prédios e catástrofes naturais.

    • O objetivo era localizar eventuais pessoas escondidas no local com intenções escusas. Os cães esquadrinharam a Capela e nada encontraram. Farejaram também o altar do Santíssimo Sacramento, e não encontraram ninguém. Quando chegaram diante do Sacrário, pararam e olharam fixamente, como procedem quando há alguém entre os escombros.

    • Com os olhares fixos no Sacrário, cheiravam, grunhiam e se recusavam a sair do local, apresentando todas as características de estar ali uma pessoa escondida. Na verdade, não havia ninguém, exceto no interior do tabernáculo, onde estava realmente o verdadeiro corpo, sangue, alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Os cães só se retiraram depois de receber ordens dos seus responsáveis.

    Inteirei-me do acontecimento apenas agora, ou seja, 20 anos depois, apesar da rapidez sideral dos meios de comunicação de nossos dias. Com efeito, tamanha é a indiferença das pessoas de hoje em relação ao sobrenatural e à Religião, que Deus Se serviu desses cães para lhes dar uma lição de credulidade. Se estivéssemos nos tempos medievais, tal acontecimento seria certamente imortalizado em maravilhosos vitrais de várias de suas imponentes catedrais.

    Milagre












    sexta-feira, 23 de maio de 2014

    [Novo post] Oração de São Pio de Pietrelcina, após a Comunhão




    Thais publicou: "Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar. Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair. Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco" 



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    Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 







    by Thais



    Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar.

    Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.


    Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.

    Fica comigo, Senhor, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.

    Fica comigo, Senhor, para me mostrar tua vontade.

    Fica comigo, Senhor, para que ouça tua voz e te siga.

    Fica comigo, Senhor, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.

    Fica comigo, Senhor, se queres que te seja fiel.

    Fica comigo, Senhor, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.

    Fica comigo, Jesus, pois se faz tarde e o dia chega ao fim; a vida passa, e a morte, o julgamento e a eternidade se aproximam. Preciso de ti para renovar minhas energias e não parar no caminho.

    Está ficando tarde, a morte avança e eu tenho medo da escuridão, das tentações, da falta de fé, da cruz, das tristezas. Oh, quanto preciso de ti, meu Jesus, nesta noite de exílio.

    Fica comigo nesta noite, Jesus, pois ao longo da vida, com todos os seus perigos, eu preciso de ti.

    Faze, Senhor, que te reconheça como te reconheceram teus discípulos ao partir do pão, a fim de que a Comunhão Eucarística seja a luz a dissipar a escuridão, a força a me sustentar, a única alegria do meu coração.

    Fica comigo, Senhor, porque na hora da morte quero estar unido a ti, se não pela Comunhão, ao menos pela graça e pelo amor.

    Fica comigo, Jesus. Não peço consolações divinas, porque não as mereço, mas apenas o presente da tua presença, ah, isso sim te suplico!

    Fica comigo, Senhor, pois é só a ti que procuro, teu amor, tua graça, tua vontade, teu coração, teu Espírito, porque te amo, e a única recompensa que te peço é poder amar-te sempre mais.

    Como este amor resoluto desejo amar-te de todo o coração enquanto estiver na terra, para continuar a te amar perfeitamente por toda a eternidade. Amém.

    Santo Padre Pio.

















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    quarta-feira, 7 de maio de 2014

    [Catolicos a Caminho] PARTIR DO PÃO - EUCADRISTIA PARA A SANTIFICAÇÃO (001) RESPEITO E DIGNIDADE Som !

     











    PARTIR DO PÃO 




    EUCARISTIA PARA A SANTIFICAÇÃO 




    (001) – RESPEITO E DIGNIDADE! 


    Afirmar que a Eucaristia é inútil é um atentado sacrílego contra a Presença Real e uma negação do Mistério da Redenção. 

    Todavia, todos aqueles que se não santificam absolutamente nada apesar de receberem a Eucaristia frequentemente, na prática, tornam para si inútil a Eucaristia, e aqueles que a recebem sem as devidas disposições, cometem mesmo um grave Sacrilégio. 

    Nestas circunstâncias, e em vista da nossa própria santificação, é oportuno fazer esta pergunta : 

    - Qual a nossa resposta ao Mistério da Presença Real ? 

    Da nossa fé e do nosso "sentimento" da Presença Real deve surgir espontaneamente a "reverência" ou sentimento de respeito; mas, mais ainda, o sentido da ternura por Jesus no Sacramento. 

    Este é o mais delicado e pessoal sentimento que as palavras, sejam elas quais forem e venham donde vierem, nunca podem destruir. 

    S. Francisco de Assis, que tem sido apontado muitas vezes como o nosso Mestre da devoção à Eucaristia, nas suas reflexões, tem-nos mostrado estes sentimentos. 

    O seu coração mostrava-se inundado pelos sentimentos de reverência e ternura, e, numa carta aos clérigos, a respeito do Corpo de Cristo, ele escreveu, inundado do maior respeito, ternura e reverência : 

    - «Aqueles que são responsáveis por este Sagrado Mistério, e especialmente aqueles que estão encarregados de o guardar, deviam realizar que o cálice, o corporal e outros panos do altar em que o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo são oferecidos em sacrifício, devem ser convenientemente apropriados. E, todavia, muitos clérigos guardam o Santíssimo Sacramento em lugares inconvenientes, transportam-no sem a devida reverência, recebem-no indignamente, ou dão-no a toda a gente sem distinção... Seguramente, nós não podemos ficar imóveis e indiferentes perante estas faltas de respeito; no seu amor, Deus entrega-se a Si próprio, nas nossas mãos; nós tocamo-l'O e recebemo-l'O todos os dias nos nossos lábios. Porventura já nos esquecemos de que um dia havemos de cair nas Suas mãos, e que por isso nos devemos corrigir destes abusos ?». (Escritos 101). 

    S. Francisco sentia-se inundado de piedade e ternura perante Jesus Sacramentado, como se sentiu também inundado de ternura pelo Jesus do Belém, do Presépio. Ele sentiu-O sem ajuda, incarnado na humanidade, especialmente humilde. 

    Para S. Francisco, Ele foi sempre o mesmo Jesus, vivo e real, e não apenas uma abstracção teológica. 

    A Eucaristia, é a maior das responsabilidades da história da Igreja. A Eucaristia faz a Igreja e sem Igreja não há Eucaristia. 

    A Igreja é responsável por muitas coisas : A sã doutrina, a humanidade, a cultura, os tesouros da arte... 

    Mas tudo isto são pequenas responsabilidades, comparadas com o significado da realidade do Corpo e Sangue do Salvador que são o preço do nosso resgate. 

    No princípio da Cristandade, a chamada "Disciplina do segredo" (Disciplina arcani), esteve em força. 

    Não se podia falar da Eucaristia irreflectidamente ou com leviandade, e muito menos mostrá-la indiscriminadamente a toda a gente. 

    Mesmo os convertidos eram apenas introduzidos no mistério da Eucaristia uma semana depois do seu baptismo : como neófitos e não como catecúmenos. 

    Era um momento pelo qual eles esperavam ansiosamente, pelo segredo que a rodeava. 

    Hoje, os tempos são outros, dizemos nós, e nós estamos admirados porque é que se guardava então a Eucaristia com tantos cuidados. 

    Seria apenas medo ou simples receio de uma profanação dos pagãos ? 

    Este medo existiu, mas no coração era realmente um sinal de veneração e duma maravilhosa religiosidade perante a proximidade e intimidade com Deus. 

    Na Eucaristia, Jesus está escondido aos nossos olhos, mas realmente presente no coração e na fé, não na forma mas no espírito, não por perigo e medo de profanação (embora esse perigo ainda exista), mas para nossa santificação. 

    Mas há sobretudo muita ignorância ou um mal entendido sobre o Mistério da Presença Real, pelo que muitos cristãos ainda não sentiram a necessidade de dar a sua resposta de modo a não tornar inútil a Eucaristia. 

    A Igreja docente, acomodou-se, e, perante a quantidade das pessoas que se abeiram do Corpo e Sangue de Cristo, não adverte na falta da qualidade da sua preparação nem explica quem é que não está em condições de comungar. 

    Banalizou-se de tal modo o mistério da Presença Real que se perdeu o seu sentido, o seu significado e as suas exigências. 

    Os Sacerdotes deviam consciencializar-se, antes de mais, de que são eles que diariamente têm nas suas mãos, recebem e distribuem o Corpo e Sangue de Cristo, são os "guardas", encarregados pela Igreja para garantirem o respeito e a adoração devidos ao Corpo e Sangue de Cristo, para que a reverência acompanhe sempre a familiaridade. 

    E não esqueçam os ministros da Comunhão, que são também co-responsáveis pelo respeito e dignidade com que devem receber e distribuir a Comunhão, convencidos de que o devem fazer com a maior dignidade, de modo não tornar inútil a Eucaristia, mas a colocá-lo no seu próprio lugar de Santificação pessoal. 



    John

    Nascimento 


    segunda-feira, 31 de março de 2014

    † Apostolado Católico na Internet Felizes os que não viram e acreditaram




    † Apostolado Católico na Internet




    Felizes os que não viram e acreditaram


    Posted: 30 Mar 2014 06:58 PM PDT










    "Quero seguir escrevendo-lhe até que pela graça de Deus você comece a fazer uma hora santa por dia e tenha a Adoração Perpétua em sua paróquia. 






    É somente uma questão de fé, fé que o Santíssimo Sacramento é realmente a pessoa de Jesus, aqui conosco, neste mesmo lugar e neste mesmo momento!Tomé não acreditou que Jesus tinha ressuscitado. "Se eu não vir em suas mãos o sinal e os pregos, não colocar meu dedo na ferida de seus cravos e não colocar minha mão em seu lado, não acreditarei" (Jo 20,25). 






    Por esta razão, ele é chamado de ''Tomé, o incrédulo". Quem é hoje ''Tomé, o incrédulo''? As pessoas creem na ressurreição, mas sabem onde mora o Senhor Ressuscitado? Hoje, ''Tomé, o incrédulo'' é aquele que não crê que o Santíssimo Sacramento é Jesus, nosso Salvador Ressuscitado, com todo o poder de Sua Ressurreição, que derrama graças abundantes sobre todos aqueles que se aproximam de Sua Divina presença!






    Muitos dirão que ''sim'' acreditam na Presença Real. Mas a fé é muito mais que uma aprovação intelectual. A fé é inseparável do comportamento. Se acreditamos que Jesus está presente no Santíssimo Sacramento, então nos comportamos de acordo com o que cremos. Vamos a Ele, nos aproximamos dEle, corremos para Ele. São Paulo diz: "a fé é a garantia do que se espera; a prova das realidades que não se veem'' (Hb 11,1).






    Se você pudesse ver Jesus no Santíssimo Sacramento não reservaria uma hora todos os dias para estar com Ele? Se você pudesse vê-lo como realmente Ele é, não teria adoração perpétua na sua paróquia? Seria impossível detê-Lo, porque o mundo inteiro viria dia e noite para vê-Lo e estar com Ele.






    Imagine o que aconteceria se Jesus se tornasse visível no Santíssimo Sacramento. Todo mundo ia querer pegar o primeiro voo para ir a sua paróquia. E Jesus não falaria a cada um o que diz ao apóstolo Tomé: "acreditaste porque me viste. Felizes os que não viram e acreditaram"? (Jo 20, 29).






    Jesus aparece a Tomé para que este acreditasse que Ele ressuscitou. A maior maravilha de seu amor é que Ele não apareça a você, meu querido amigo. Em vez disso, Jesus lhe espera no Santíssimo Sacramento. Ele quer que você vá a Ele pela fé, para que por toda a eternidade possa chamar-lhe de ''feliz''. Seu amor é muito grande para dizer: ''Introduz aqui o teu dedo e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado e não sejas incrédulo, mas fiel". (Jo 20,27).






    Creia que o Santíssimo Sacramento é o mesmo que disse essas palavras a Tomé, o mesmo Jesus que atravessou as portas fechadas e que se apresentou no meio dos apóstolos e lhes disse: ''A paz esteja convosco''. 






    Esta é a paz que Jesus quer que você tenha em suas horas santas. A experiência desta paz é muito melhor que se Jesus lhe mostrasse suas chagas... Suas chagas são agora a beleza do paraíso. Essas chagas brilham mais gloriosamente que o sol. Estas chagas são fonte de graça.






    Jesus quer dar-lhe a plenitude destas graças, por vir a Ele pela fé. Por isso é muito melhor que Ele não lhe mostre as Suas chagas visíveis, como o fez com o apóstolo Tomé, porque Ele quer derramar sobre você as graças invisíveis destas chagas com todo o mérito, toda a glória, a beleza e o amor salvífico que emanam delas.






    Com cada hora santa que você fizer, estará dizendo a Jesus: ''Meu Senhor e meu Deus''. (Jo 20,28). E a cada vez Ele lhe dirá: 'Feliz és tu, Tomé, porque vistes e acreditaste'."






    Fonte: Monsenhor Pepe. Cartas a um irmão sacerdote. Adaptado. 








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    sábado, 22 de março de 2014

    [Novo post] Pensemos na Eucaristia como meta e fonte da ação da Igreja.




    Thais publicou: ""A própria Escritura afirma que somos "batizados num só Espírito para formarmos um só corpo" (1Cor 12,13). Assim, o Batismo tem como destino a Eucaristia: a união com Cristo iniciada por força da ação do Seu Espírito no Batismo chega ao seu pleno desenvol" 



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    Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 







    by Thais



    "A própria Escritura afirma que somos "batizados num só Espírito para formarmos um só corpo" (1Cor 12,13). Assim, o Batismo tem como destino a Eucaristia: a união com Cristo iniciada por força da ação do Seu Espírito no Batismo chega ao seu pleno desenvolvimento neste mundo na Eucaristia, quando vamos nos tornando cada vez mais corpo do Senhor, nós que comungamos o Corpo! - Mas, que Mistério impressionante, que graça, que Céu na terra!

    Assim, tudo na Igreja encaminha para a participação no Corpo do Senhor. Com Cristo e através Dele oferecemos ao Pai num só Espírito o Sacrifício perfeito e santo, maior expressão da dignidade humana.
    Mas, exatamente daqui, da Eucaristia, parte a ação da Igreja: participando da Eucaristia, podemos dizer: "Eu vi, eu ouvi, eu toquei o Ressuscitado; eu comunguei com Ele; Ele está vivo, está presente entre nós!" Ora, aqui está o conteúdo da evangelização: anunciar Jesus morto e ressuscitado para a vida do mundo!

    Evangelizar é testemunhar a presença amorosa e redentora de Alguém, de Jesus! É na Celebração eucarística, no Sacrifício da Missa que, como Igreja, comunidade dos discípulos de Cristo, experimentamos Jesus e nos tornamos sempre de novo testemunhas de Jesus! Não somos propagandistas de uma ideia; somos testemunhas de uma Pessoa: Jesus, e de um fato, um evento: Sua morte e ressurreição! Quer coisa mais revolucionária, mais forte, mais transformadora, mais subversivas que testemunhar diante do mundo inteiro que o Jesus que o mundo jura que está morto está vivo, ressuscitado e, no Sacrifício eucarístico nos falou e depois partiu-Se e repartiu-Se por nós, oferendo-Se em sacrifício ao Pai e dando-Se em comunhão aos Seus irmãos? Daqui começa tudo no cristianismo; para aqui tudo se dirige! É isto ou o cristianismo não passa de uma ideia; pior ainda, de uma ideologia pobre, ultrapassada, deficitária!"

    Dom Henrique Soares da Costa



    Thais | 22/03/2014 às 12:18 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-17X












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    quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

    Viver em Deus A Eucaristia no começo da Igreja


    Feliz Natal from Augusto César Ribeiro Vieira on Vimeo.




    Viver em Deus





    Posted: 18 Dec 2013 07:02 PM PST











    Cléofas






    Evidentemente os textos mais importante sobre a presença real do corpo e do sangue do Senhor Jesus no pão e no vinho consagrados, são os textos dos Evangelhos (Mt 26,28; Mt 14, 24; Jo 6, 22-71; Mc 14, 22-24; Lc 22,19s; 1 Cor 11,23-26). No ano 56 São Paulo deixava claro aos coríntios que quem participasse indignadamente da Eucaristia, se tornaria réu do corpo e do sangue do Senhor. (1 Cor 11, 23-26) E as graves consequências desse pecado, indicadas pelo Apóstolo, mostram que a Eucaristia não é mero símbolo, mas presença real de Jesus na hóstia consagrada. Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão com o corpo e Cristo? (1Cor 10,16-21)






    A Tradição da Igreja confirma esta verdade abundantemente. Da Didaquè (ou Doutrina dos Doze Apóstolos) A Didaquè é como um antigo catecismo, redigido entre os anos 90 e 100, na Síria, na Palestina ou em Antioquia. Traz no título o nome dos doze Apóstolos. Os Padres da Igreja mencionaram-na muitas vezes. Em 1883 foi encontrado um seu manuscrito grego. "Reunidos no dia do Senhor (dominus), parti o pão e daí graças, depois de confessardes vossos pecados, a fim de que vosso sacrifício seja puro. Quem tiver divergência com seu companheiro não deve juntar-se a nós antes de se reconciliar, para que não seja profanado vosso sacrifício, conforme disse o Senhor: "Que em todo lugar e tempo me seja oferecido um sacrifício puro, pois sou um rei poderoso, diz o Senhor, e meu nome é admirável entre as nações." (Ml 1, 11) (n. XIV)






    Quanto à Eucaristia, celebrai-a assim:






    Primeiro, sobre o cálice: Damos-te graças, Pai nosso, pela santa videira de Davi, teu servo, que nos deste a conhecer por Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Depois sobre o pão partido: Damos-te graças, Pai nosso, pela vida e pela sabedoria que nos deste a conhecer por Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Assim como esse pão, outrora disseminado sobre as montanhas, uma vez ajuntado, se tornou uma só massa, seja também reunida tua Igreja, desde as extremidades da terra, em teu reino, pois a ti pertence a glória e o poder, por Jesus Cristo, para sempre. Que ninguém coma ou beba da vossa eucaristia se não for batizado em nome do Senhor, pois a este respeito disse ele: "Não deis aos cães o que é santo" (Mt 7,6).






    Depois de vos terdes saciado, daí graças assim: Nós e damos graças, Pai Santo, pelo teu santo nome que puseste em nossos corações, e pelo conhecimento, pela fé e imortalidade que nos deste por meio de Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Tu, Senhor onipotente, tudo criaste para honra e glória do teu nome; e deste alimento e bebida aos homens, para seu desfrute; a nós porém, deste um alimento e uma bebida espirituais e a vida eterna, por meio do teu Servo. Assim, antes de tudo, damos-te graças porque és poderoso. Glória a ti nos séculos! Lembra-te Senhor, de livrar do mal a tua Igreja, e de torná-la perfeita em teu amor. Congrega-a dos quatro ventos, santificada no reino que lhe preparaste, pois a ti pertence o poder e a glória, para sempre! Hosana ao Deus de Davi! Se alguém é santo, aproxime-se; se alguém não é, converta-se! Maranathã. Amém. Quanto aos profetas, deixai-os render graças o quanto quiserem. (n.10)






    Santo Inácio de Antioquia (+102), bispo e mártir






    "Esforçai-vos, portanto, por vos reunir mais frequentemente, para celebrar a eucaristia de Deus e o seu louvor. Pois quando realizais frequentes reuniões, são aniquiladas as forças de Satanás e se desfaz seu malefício por vossa união na fé. Nada há melhor do que a paz, pela qual cessa a guerra das potências celestes e terrestres." (Carta aos Efésios)






    São Justino (+165), mártir






    Nasceu em Naplusa, antiga Siquém, em Israel; achou nos Evangelhos "a única filosofia proveitosa", filósofo, fundou uma escola em Roma. Dedicou as sua "Apologias" ao Imperador romano Antonino Pio, no ano 150, defendendo os cristãos; foi martirizado em Roma. Terminadas as orações, damos mutuamente o ósculo da paz. Apresenta-se, então, a quem preside aos irmãos, pão e um vaso de água e vinho, e ele tomando-os dá louvores e glória ao Pai do universo pelo nome de seu Filho e pelo Espírito Santo, e pronuncia uma longa ação de graças em razão dos dons que dele nos vêm. Quando o presidente termina as orações e a ação de graças, o povo presente aclama dizendo: Amém… Uma vez dadas as graças e feita a aclamação pelo povo, os que entre nós se chamam diáconos oferecem a cada um dos assistentes parte do pão, do vinho, da água, sobre os quais se disse a ação de graças, e levam-na aos ausentes. Este alimento se chama entre nós Eucaristia, não sendo lícito participar dele senão ao que crê ser verdadeiro o que foi ensinado por nós e já se tiver lavado no banho (batismo) da remissão dos pecados e da regeneração, professando o que Cristo nos ensinou. Porque não tomamos estas coisas como pão e bebida comuns, mas da mesma forma que Jesus Cristo, nosso Senhor, se fez carne e sangue por nossa salvação, assim também se nos ensinou que por virtude da oração do Verbo, o alimento sobre o qual foi dita a ação de graças – alimento de que, por transformação, se nutrem nosso sangue e nossas carnes – é a carne e o sangue daquele mesmo Jesus encarnado. E foi assim que os Apóstolos, nas Memórias por eles escritas, chamadas Evangelhos, nos transmitiram ter-lhe sido ordenado fazer, quando Jesus, tomando o pão e dando graças, disse: "Fazei isto em memória de mim, isto é o meu corpo."






    E igualmente, tomando o cálice e dando graças, disse: "Este é o meu sangue, o qual somente a eles deu a participar… No dia que se chama do Sol (domingo) celebra-se uma reunião dos que moram nas cidades e nos campos e ali se leem, quanto o tempo permite, as Memórias dos Apóstolos ou os escritos dos profetas. Assim que o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos tais belos exemplos. Erguemo-nos, então, e elevamos em conjunto as nossas preces, após as quais se oferecem pão, vinho e água, como já dissemos. O presidente também, na medida de sua capacidade, faz elevar a Deus suas preces e ações de graças, respondendo todo o povo "Amém". Segue-se a distribuição a cada um , dos alimentos consagrados pela ação de graças, e seu envio aos doentes, por meio dos diáconos. Os que têm, e querem, dão o que lhes parece, conforme sua livre determinação, sendo a coleta entregue ao presidente, que assim auxilia os órfãos e viúvas, os enfermos, os pobres, os encarcerados, os forasteiros, constituindo-se, numa palavra, o provedor de quantos se acham em necessidade." (Apologias)






    Santo Ireneu (140-202)






    "Dado que nós seus membros (de Cristo), nos alimentamos de coisas criadas, (as quais, aliás, ele mesmo nos oferece…), também quis fosse seu sangue o cálice de vinho, extraído de Criação, para com ele robustecer nosso sangue; quis fosse seu corpo o pão, também proveniente da Criação, para com ele robustecer nossos corpos. Se, pois, a mistura do cálice e pão recebem a palavra de Deus tornando-se a Eucaristia do sangue e do corpo de Cristo, pelos quais cresce e se fortifica a substância de nossa carne, como se haverá de negar à carne, assim nutrida com o corpo e sangue de Cristo, e feita membro do seu corpo, a aptidão de receber o dom de Deus, a vida eterna? Assim como a muda da videira, depositada na terra, depois frutifica, e o grão de trigo, caído no solo e destruído, resurge multiplicado pela ação do Espírito de Deus que tudo sustém; e em seguida pela arte dos homens se fazem dessas coisas vinho e pão, que pela palavra de Deus se tornam a Eucaristia, corpo e sangue de Cristo; assim também nossos corpos, alimentados com a Eucaristia, ao serem depositados na terra e aí destruídos, vão ressurgir um dia para a glória do Pai, quando a palavra de Deus lhes der a ressurreição. O Pai reveste de imortalidade o que é mortal, dá gratuitamente a incorrupção ao que é corruptível, pois o poder de Deus se manifesta na fragilidade." (Contra as heresias, lv 5, cap. 2, 18,19,20)






    Santo Hipólito de Roma (160-235)






    Discípulo de Santo Ireneu (140-202), foi célebre na Igreja de Roma, onde Orígenes o ouviu pregar. Morreu mártir. Escreveu contra os hereges, compôs textos litúrgicos, escreveu a -Tradição Apostólica- onde retrata os costumes da Igreja no século III: ordenações, catecumenato, batismo e confirmação, jejuns, ágapes, eucaristia, ofícios e horas de oração, sepultamento, etc.






    Logo que se tenha tornado bispo, ofereçam-lhe todos o ósculo da paz, saudando-o por ter se tornado digno. Apresentem-lhe os diáconos a oblação e ele, impondo as mãos sobre ela, dando graças com todo o presbiterium, diga: O Senhor esteja convosco. Respondam todos: E com o teu espírito. "Corações ao alto!" Já os oferecemos ao Senhor. "Demos graças ao Senhor." É digno e justo. E prossiga a seguir: Graças te damos, Deus, pelo teu Filho querido, Jesus Cristo, que nos últimos tempos nos enviastes, Salvador e Redentor, mensageiro da tua vontade, que é o teu Verbo inseparável, por meio do qual fizestes todas as coisas e que, porque foi do teu agrado, enviaste do Céu ao seio de uma Virgem; que, aí encerrado, tomou um corpo e revelou-se teu Filho, nascido do Espírito Santo e da Virgem. Que, cumprindo a tua vontade – e obtendo para ti um povo santo – ergueu as mãos enquanto sofria para salvar do sofrimento os que confiaram em ti. Que, enquanto era entregue à voluntária Paixão para destruir a morte, fazer em pedaços as cadeias do demônio, esmagar os poderes do mal, iluminar os justos, estabelecer a Lei e dar a conhecer a Ressurreição, tomou o pão e deu graças a ti, dizendo: Tomai, comei, isto é o meu Corpo que por vós será destruído; tomou, igualmente, o cálice, dizendo: Este é o meu Sangue, que por vós será derramado. Quando fizerdes isto, fá-lo-eis em minha memória. Por isso, nós que nos lembramos de sua morte e Ressurreição, oferecemos-te o pão e o cálice, dando-te graças porque nos considerastes dignos de estar diante de ti e de servir-te. E te pedimos que envies o Espírito Santo à Oblação da santa Igreja: reunindo em um só rebanho todos os fiéis que recebemos a Eucaristia na plenitude do Espírito Santo para o fortalecimento da nossa fé na verdade, concede que te louvemos e glorifiquemos, pelo teu Filho Jesus Cristo, pelo qual a ti a glória e a honra – ao Pai e ao Filho, com o Espírito Santo na tua santa Igreja, agora e pelos séculos dos séculos. Amém. (Tradição Apostólica)






    Santo Hilário de Poitiers (316-367)






    Doutor da Igreja, foi bispo de Poitiers, combateu o arianismo, foi exilado pelo imperador Constâncio, escreveu sobre a Santíssima Trindade: "Ele mesmo diz: – Minha carne é verdadeiramente comida e meu sangue é verdadeiramente bebida. Quem come da minha carne e bebe do meu sangue, fica em mim e eu nele"(Jo 6,56). Quanto à verdade da carne e do sangue, não há lugar para dúvida; é verdadeiramente carne e verdadeiramente sangue, como vemos pela própria declaração do Senhor e por nossa fé em suas palavras. Esta carne, uma vez comida, e este sangue, bebido, fazem que sejamos também nós um em Cristo, e o Cristo em nós. Não é isto verdade? Não o será para os que negam ser Jesus Cristo verdadeiro Deus! Ele está, pois, em nós por sua carne, e nós nele, e ao mesmo tempo o que nós somos está com Ele em Deus. Ele está em nós pelo mistério dos sacramentos, como está no Pai pela natureza da sua divindade, e nós nele pela sua natureza corporal. Ensina-se, portanto, que pelo nosso Mediador se consuma a unidade perfeita, pois enquanto nós permanecemos nele, ele permanece no Pai, e, sem deixar de permanecer no Pai, permanece também em nós, e assim nós subimos até à unidade do Pai. Ele está no Pai, fisicamente, segundo a origem de sua eterna natividade, e nós estamos nele, fisicamente, enquanto também está em nós fisicamente. (Sobre a Santíssima Trindade)






    São Cirilo de Jerusalém (+386)






    Bispo de Jerusalém, guardião da fé professada pela Igreja no Concilio de Nicéia (325). Autor das Catequeses Mistagógicas, esteve no segundo Concilio Ecumênico, em Constantinopla, em 381. "Quanto a mim, recebi do Senhor o que também vos transmiti" etc. (1Cor 11,23). Esta doutrina de São Paulo é bastante para produzir plena certeza sobre os divinos mistérios pelas quais obtendes a dignidade de vos tornardes concorpóreos e consanguíneos de Cristo. Quando, pois, ele mesmo declarou do pão: "isto é o meu corpo", quem ousará duvidar? E quando ele asseverou categoricamente: "isto é o meu sangue", quem ainda terá dúvida, dizendo que não é? Outrora, em Caná da Galileia, por sua vontade, mudara a água em vinho, e não seria também digno de fé, ao mudar o vinho em sangue?… É, portanto, com toda a segurança que participamos de certo modo do corpo e sangue de Cristo: em figura de pão é deveras o corpo que te é dado, e em figura de vinho o sangue, para que, para que, participando do corpo e sangue de Cristo, te tornes concorpóreo e consanguíneo dele. Passamos a ser assim cristóforos, isto é, portadores de Cristo, cujo corpo e sangue se difundem por nossos membros. E então, como diz S.Pedro, participamos da natureza divina (2Pe 1,4). Não trates, por isso, como simples pão e vinho a este pão e vinho, pois, são, respectivamente, corpo e sangue de Cristo, consoante a afirmação do Senhor. E ainda que os sentidos não o possam sugerir, a fé no-lo deve confirmar com segurança. Não julgues a coisa pelo paladar. Antes pela fé, enche-te de confiança, não duvidando de que foste julgado digno do corpo e sangue de Cristo. Ao te aproximares, não o faças com as mãos estendidas nem com os dedos separados. Fazer como a esquerda como um trono na qual se assente a direita, que vai conter o Rei. E, no côncavo da palma, recebe o Corpo de Cristo, respondendo: "Amém". Com segurança, então, depois de santificados teus olhos pelo contato do santo corpo, recebe-o, cuidando para nada perderes… Depois, aguardando a oração, dá graças a Deus que te fez digno de tão grandes mistérios. Conservai invioláveis estas tradições, guardai-as sem falha. (Catequeses Mistagógicas)






    Nota: A Tradição da Igreja nos mostra que os primeiros cristãos que na celebração da Eucaristia, torna-se presente a própria oblação de Cristo ao Pai feita no Calvário. É importantíssimo entender que não se trata de uma repetição ou multiplicação do sacrifício do Calvário, pois Jesus se imolou uma vez por todas (Hb 4, 14; 7, 27; 9, 12.25s. 28; 10, 12.14). A Ceia torna presente através dos tempos o único sacrifício de Cristo, para que possamos participar dele e sermos salvos. O corpo e o sangue de Jesus estão presentes na Eucaristia não de qualquer modo, mas como vítima; pois estão corpo e sangue separados sobre o altar, como no sacrifício da vítimas do Sinai que selou a Antiga Aliança (Ex 24,6-8). Assim diziam os santos Padres: S. João Crisóstomo, bispo de Constantinopla (?403): "Sacrificamos todos os dias fazendo memória da morte de Cristo" (In Hebr 17,3)






    Teodoreto de Ciro (?460)






    "É manifesto que não oferecemos outros sacrifícios senão Cristo, mas fazemos aquela única e salutífera comemoração" (In Hebr. 8,4). S. Leão Magno (400-461), Papa e doutor da Igreja: "Talvez digas: é meu pão de cada dia. Mas este pão é pão antes das palavras sacramentais; desde que sobrevenha a consagração, a partir do pão se faz a carne de Cristo. Passemos então provar esta verdade. Como pode aquilo que é pão ser corpo de Cristo? Com que termos então se faz a consagração e com as palavras de quem? Do Senhor Jesus. Efetivamente tudo o que foi dito antes é dito pelo sacerdote… Quando se chega a produzir o venerável sacramento, o Sacerdote já não usa suas próprias palavras, mas serve-se das palavras de Cristo. É, pois, a palavra de Cristo que produz este sacramento. Qual é esta palavra de Cristo? É aquela pela qual todas as coisas foram feitas. O Senhor deu ordem e se fez o céu. O Senhor deu ordem e se fez a terra. O Senhor deu ordem e se fez os mares. O Senhor deu ordem e todas as criaturas foram geradas. Percebes, pois, quanto é eficaz a palavra de Cristo. Se, pois, existe tamanha força na Palavra do Senhor Jesus, a ponto de começarem as coisas que não existiam, quanto mais eficaz não deve ser para que continuem a existir as que eram, e sejam mudadas em outra coisa? Assim, pois, para dar-te uma resposta, antes da consagração não era o corpo de Cristo, mas após a consagração, posso afirmar-te que já é o corpo de Cristo. Não é, pois, sem motivo que tu dizes: Amém, reconhecendo já, em espírito, que recebes o corpo de Cristo. Quando te apresentas para pedi-lo, o sacerdote te diz: "Corpo de Cristo". E tu responde: Amém, quer dizer, É verdade. Aquilo que a língua confesse, conserve-o o afeto. No entanto, para saberes: é este o sacramento, precedido pela figura." (Os Sacramentos e os Mistérios, Lv 4, 4-6, Ed. Vozes, p. 50-55)






    Título Original: Como era a Eucaristia no começo da Igreja?












    Site: Cléofas


    Editado por Henrique Guilhon




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    sexta-feira, 1 de novembro de 2013

    Como era a Eucaristia no começo da Igreja?









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    31 outubro 2013
    Autor: Bíblia Católica | Postado em: Doutrina Católica






    Evidentemente os textos mais importante sobre a presença real do corpo e do sangue do Senhor Jesus no pão e no vinho consagrados, são os textos dos Evangelhos (Mt 26,28; Mt 14, 24; Jo 6, 22-71;Mc 14, 22-24; Lc 22,19s; 1 Cor 11,23-26). No ano 56 São Paulo deixava claro aos coríntios que quem participasse indignamente da Eucaristia, se tornaria réu do corpo e do sangue do Senhor. (1 Cor 11, 23-26) E as graves consequências desse pecado, indicadas pelo Apóstolo, mostram que a Eucaristia não é mero símbolo, mas presença real de Jesus na hóstia consagrada. Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão com o corpo e Cristo? (1Cor 10,16-21)

    A Tradição da Igreja confirma esta verdade abundantemente. Da Didaquè (ou Doutrirna dos Doze Apóstolos) A Didaquè é como um antigo catecismo, redigido entre os anos 90 e 100, na Síria, na Palestina ou em Antioquia. Traz no título o nome dos doze Apóstolos. Os Padres da Igreja mencionaram-na muitas vezes. Em 1883 foi encontrado um seu manuscrito grego. “Reunidos no dia do Senhor (dominus), parti o pão e daí graças, depois de confessardes vossos pecados, a fim de que vosso sacrifício seja puro. Quem tiver divergência com seu companheiro não deve juntar-se a nós antes de se reconciliar, para que não seja profanado vosso sacrifício, conforme disse o Senhor: “Que em todo lugar e tempo me seja oferecido um sacrifício puro, pois sou um rei poderoso, diz o Senhor, e meu nome é admirável entre as nações.” (Ml 1, 11) (n. XIV)

    Quanto à Eucaristia, celebrai-a assim:

    Primeiro, sobre o cálice: Damos-te graças, Pai nosso, pela santa videira de Davi, teu servo, que nos deste a conhecer por Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Depois sobre o pão partido: Damos-te graças, Pai nosso, pela vida e pela sabedoria que nos deste a conhecer por Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Assim como esse pão, outrora disseminado sobre as montanhas, uma vez ajuntado, se tornou uma só massa, seja também reunida tua Igreja, desde as extremidades da terra, em teu reino, pois a ti pertence a glória e o poder, por Jesus Cristo, para sempre. Que ninguém coma ou beba da vossa eucaristia se não for batizado em nome do Senhor, pois a este respeito disse ele: “Não deis aos cães o que é santo” (Mt 7,6).

    Depois de vos terdes saciado, daí graças assim: Nós e damos graças, Pai Santo, pelo teu santo nome que puseste em nossos corações, e pelo conhecimento, pela fé e imortalidade que nos deste por meio de Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Tu, Senhor onipotente, tudo criaste para honra e glória do teu nome; e deste alimento e bebida aos homens, para seu desfrute; a nós porém, deste um alimento e uma bebida espirituais e a vida eterna, por meio do teu Servo. Assim, antes de tudo, damos-te graças porque és poderoso. Glória a ti nos séculos! Lembra-te Senhor, de livrar do mal a tua Igreja, e de torná-la perfeita em teu amor. Congrega-a dos quatro ventos, santificada no reino que lhe preparaste, pois a ti pertence o poder e a glória, para sempre! Hosana ao Deus de Davi! Se alguém é santo, aproxime-se; se alguém não é, converta-se! Maranathá. Amém. Quanto aos profetas, deixai-os render graças o quanto quiserem. (n.10)

    Santo Inácio de Antioquia (+102), bispo e mártir: “Esforçai-vos, portanto, por vos reunir mais frequentemente, para celebrar a eucaristia de Deus e o seu louvor. Pois quando realizais frequentes reuniões, são aniquiladas as forças de Satanás e se desfaz seu malefício por vossa união na fé. Nada há melhor do que a paz, pela qual cessa a guerra das potências celestes e terrestres.” (Carta aos Efésios)

    São Justino (+165), mártir: Nasceu em Naplusa, antiga Siquém, em Israel; achou nos Evangelhos “a única filosofia proveitosa”, filósofo, fundou uma escola em Roma. Dedicou as sua “Apologias” ao Imperador romano Antonino Pio, no ano 150, defendendo os cristãos; foi martirizado em Roma. Terminadas as orações, damos mutuamente o ósculo da paz. Apresenta-se, então, a quem preside aos irmãos, pão e um vaso de água e vinho, e ele tomando-os dá louvores e glória ao Pai do universo pelo nome de seu Filho e pelo Espírito Santo, e pronuncia uma longa ação de graças em razão dos dons que dele nos vêm. Quando o presidente termina as orações e a ação de graças, o povo presente aclama dizendo: Amém… Uma vez dadas as graças e feita a aclamação pelo povo, os que entre nós se chamam diáconos oferecem a cada um dos assistentes parte do pão, do vinho, da água, sobre os quais se disse a ação de graças, e levam-na aos ausentes. Este alimento se chama entre nós Eucaristia, não sendo lícito participar dele senão ao que crê ser verdadeiro o que foi ensinado por nós e já se tiver lavado no banho (batismo) da remissão dos pecados e da regeneração, professando o que Cristo nos ensinou. Porque não tomamos estas coisas como pão e bebida comuns, mas da mesma forma que Jesus Cristo, nosso Senhor, se fez carne e sangue por nossa salvação, assim também se nos ensinou que por virtude da oração do Verbo, o alimento sobre o qual foi dita a ação de graças – alimento de que, por transformação, se nutrem nosso sangue e nossas carnes – é a carne e o sangue daquele mesmo Jesus encarnado. E foi assim que os Apóstolos, nas Memórias por eles escritas, chamadas Evangelhos, nos transmitiram ter-lhe sido ordenado fazer, quando Jesus, tomando o pão e dando graças, disse: “Fazei isto em memória de mim, isto é o meu corpo.”

    E igualmente, tomando o cálice e dando graças, disse: “Este é o meu sangue, o qual somente a eles deu a participar… No dia que se chama do Sol (domingo) celebra-se uma reunião dos que moram nas cidades e nos campos e alí se lêem, quanto o tempo permite, as Memórias dos Apóstolos ou os escritos dos profetas. Assim que o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos tais belos exemplos. Erguemo-nos, então, e elevamos em conjunto as nossas preces, após as quais se oferecem pão, vinho e água, como já dissemos. O presidente também, na medida de sua capacidade, faz elevar a Deus suas preces e ações de graças, respondendo todo o povo “Amém”. Segue-se a distribuição a cada um , dos alimentos consagrados pela ação de graças, e seu envio aos doentes, por meio dos diáconos. Os que têm, e querem, dão o que lhes parece, conforme sua livre determinação, sendo a coleta entregue ao presidente, que assim auxilia os órfãos e viúvas, os enfermos, os pobres, os encarcerados, os forasteiros, constituíndo-se, numa palavra, o provedor de quantos se acham em necessidade.” (Apologias)

    Santo Ireneu (140-202)
    “Dado que nós seus membros (de Cristo), nos alimentamos de coisas criadas, (as quais, aliás, ele mesmo nos oferece…), também quis fosse seu sangue o cálice de vinho, extraído de Criação, para com ele robustecer nosso sangue; quis fosse seu corpo o pão, também proveniente da Criação, para com ele robustecer nossos corpos. Se, pois, a mistura do cálice e pão recebem a palavra de Deus tornando-se a Eucaristia do sangue e do corpo de Cristo, pelos quais cresce e se fortifica a substância de nossa carne, como se haverá de negar à carne, assim nutrida com o corpo e sangue de Cristo, e feita membro do seu corpo, a aptidão de receber o dom de Deus, a vida eterna? Assim como a muda da videira, depositada na terra, depois frutifica, e o grão de trigo, caído no solo e destruído, resurge multiplicado pela ação do Espírito de Deus que tudo sustém; e em seguida pela arte dos homens se fazem dessas coisas vinho e pão, que pela palavra de Deus se tornam a Eucaristia, corpo e sangue de Cristo; assim também nossos corpos, alimentados com a Eucaristia, ao serem depositados na terra e aí destruídos, vão ressurgir um dia para a glória do Pai, quando a palavra de Deus lhes der a ressurreição. O Pai reveste de imortalidade o que é mortal, dá gratuitamente a incorrupção ao que é corruptível, pois o poder de Deus se manifesta na fragilidade.” (Contra as heresias, lv 5, cap. 2, 18,19,20)

    Santo Hipólito de Roma (160-235): Discípulo de Santo Ireneu (140-202), foi célebre na Igreja de Roma, onde Orígenes o ouviu pregar. Morreu mártir. Escreveu contra os hereges, compôs textos litúrgicos, escreveu a -Tradição Apostólica- onde retrata os costumes da Igreja no século III: ordenações, catecumenato, batismo e confirmação, jejuns, ágapes, eucaristia, ofícios e horas de oração, sepultamento, etc.

    Logo que se tenha tornado bispo, ofereçam-lhe todos o ósculo da paz, saudando-o por ter se tornado digno. Apresentem-lhe os diáconos a oblação e ele, impondo as mãos sobre ela, dando graças com todo o presbiterium, diga: O Senhor esteja convosco. Respondam todos: E com o teu espírito. “Corações ao alto!” Já os oferecemos ao Senhor. “Demos graças ao Senhor.” É digno e justo. E prossiga a seguir: Graças te damos, Deus, pelo teu Filho querido, Jesus Cristo, que nos últimos tempos nos enviastes, Salvador e Redentor, mensageiro da tua vontade, que é o teu Verbo inseparável, por meio do qual fizestes todas as coisas e que, porque foi do teu agrado, enviaste do Céu ao seio de uma Virgem; que, aí encerrado, tomou um corpo e revelou-se teu Filho, nascido do Espírito Santo e da Virgem. Que, cumprindo a tua vontade – e obtendo para ti um povo santo – ergueu as mãos enquanto sofria para salvar do sofrimento os que confiaram em ti. Que, enquanto era entregue à voluntária Paixão para destruir a morte, fazer em pedaços as cadeias do demônio, esmagar os poderes do mal, iluminar os justos, estabelecer a Lei e dar a conhecer a Ressurreição, tomou o pão e deu graças a ti, dizendo: Tomai, comei, isto é o meu Corpo que por vós será destruído; tomou, igualmente, o cálice, dizendo: Este é o meu Sangue, que por vós será derramado. Quando fizerdes isto, fá-lo-eis em minha memória. Por isso, nós que nos lembramos de sua morte e Ressurreição, oferecemos-te o pão e o cálice, dando-te graças porque nos considerastes dignos de estar diante de ti e de servir-te. E te pedimos que envies o Espírito Santo à Oblação da santa Igreja: reunindo em um só rebanho todos os fiéis que recebemos a Eucaristia na plenitude do Espírito Santo para o fortalecimento da nossa fé na verdade, concede que te louvemos e glorifiquemos, pelo teu Filho Jesus Cristo, pelo qual a ti a glória e a honra – ao Pai e ao Filho, com o Espírito Santo na tua santa Igreja, agora e pelos séculos dos séculos. Amém. (Tradição Apostólica)

    Santo Hilário de Poitiers (316-367), doutor da Igreja, foi bispo de Poitiers, combateu o arianismo, foi exilado pelo imperador Constâncio, escreveu sobre a Santíssima Trindade: “Ele mesmo diz: – Minha carne é verdadeiramente comida e meu sangue é verdadeiramente bebida. Quem come da minha carne e bebe do meu sangue, fica em mim e eu nele”(Jo 6,56). Quanto à verdade da carne e do sangue, não há lugar para dúvida; é verdadeiramente carne e verdadeiramente sangue, como vemos pela própria declaração do Senhor e por nossa fé em suas palavras. Esta carne, uma vez comida, e este sangue, bebido, fazem que sejamos também nós um em Cristo, e o Cristo em nós. Não é isto verdade? Não o será para os que negam ser Jesus Cristo verdadeiro Deus! Ele está, pois, em nós por sua carne, e nós nele, e ao mesmo tempo o que nós somos está com Ele em Deus. Ele está em nós pelo mistério dos sacramentos, como está no Pai pela natureza da sua divindade, e nós nele pela sua natureza corporal. Ensina-se, portanto, que pelo nosso Mediador se consuma a unidade perfeita, pois enquanto nós permanecemos nele, ele permanece no Pai, e, sem deixar de permanecer no Pai, permanece também em nós, e assim nós subimos até à unidade do Pai. Ele está no Pai, fisicamente, segundo a origem de sua eterna natividade, e nós estamos nele, fisicamente, enquanto também está em nós fisicamente. (Sobre a Santíssima Trindade)

    São Cirilo de Jerusalém (+386), Bispo de Jerusalém, guardião da fé professada pela Igreja no Concílio de Nicéia (325). Autor das Catequeses Mistagógicas, esteve no segundo Concílio Ecumênico, em Constantinopla, em 381. “Quanto a mim, recebi do Senhor o que também vos transmiti” etc. (1Cor 11,23). Esta doutrina de São Paulo é bastante para produzir plena certeza sobre os divinos mistérios pelas quais obtendes a dignidade de vos tornardes concorpóreos e consanguíneos de Cristo. Quando, pois, ele mesmo declarou do pão: “isto é o meu corpo”, quem ousará duvidar? E quando ele asseverou categoricamente: “isto é o meu sangue”, quem ainda terá dúvida, dizendo que não é? Outrora, em Caná da Galiléia, por sua vontade, mudara a água em vinho, e não seria também digno de fé, ao mudar o vinho em sangue?… É, portanto, com toda a segurança que participamos de certo modo do corpo e sangue de Cristo: em figura de pão é deveras o corpo que te é dado, e em figura de vinho o sangue, para que, para que, participando do corpo e sangue de Cristo, te tornes concorpóreo e consanguíneo dele. Passamos a ser assim cristóforos, isto é, portadores de Cristo, cujo corpo e sangue se difundem por nossos membros. E então, como diz S.Pedro, participamos da natureza divina (2Pe 1,4). Não trates, por isso, como simples pão e vinho a este pão e vinho, pois, são, respectivamente, corpo e sangue de Cristo, consoante a afirmação do Senhor. E ainda que os sentidos não o possam sugerir, a fé no-lo deve confirmar com segurança. Não julgues a coisa pelo paladar. Antes pela fé, enche-te de confiança, não duvidando de que foste julgado digno do corpo e sangue de Cristo. Ao te aproximares, não o faças com as mãos estendidas nem com os dedos separados. Faze como a esquerda como um trono na qual se assente a direita, que vai conter o Rei. E, no côncavo da palma, recebe o Corpo de Cristo, respondendo: “Amém”. Com segurança, então, depois de santificados teus olhos pelo contato do santo corpo, recebe-o, cuidando para nada perderes… Depois, aguardando a oração, dá graças a Deus que te fez digno de tão grandes mistérios. Conservai invioláveis estas tradições, guardai-as sem falha. (Catequeses Mistagógicas)

    Nota: A Tradição da Igreja nos mostra que os primeiros cristãos que na celebração da Eucaristia, torna-se presente a própria oblação de Cristo ao Pai feita no Calvário. É importantíssimo entender que não se trata de uma repetição ou multiplicação do sacrifício do Calvário, pois Jesus se imolou uma vez por todas (Hb 4, 14; 7, 27; 9, 12.25s. 28; 10, 12.14). A Ceia torna presente através dos tempos o único sacrifício de Cristo, para que possamos participar dele e sermos salvos. O corpo e o sangue de Jesus estão presentes na Eucaristia não de qualquer modo, mas como vítima; pois estão corpo e sangue separados sobre o altar, como no sacrifício da vítimas do Sinai que selou a Antiga Aliança (Ex 24,6-8). Assim diziam os santos Padres: S. João Crisóstomo, bispo de Constantinopla (?403): “Sacrificamos todos os dias fazendo memória da morte de Cristo” (In Hebr 17,3)

    Teodoreto de Ciro (?460): “É manifesto que não oferecemos outros sacrifícios senão Cristo, mas fazemos aquela única e salutífera comemoração” (In Hebr. 8,4). S. Leão Magno (400-461), Papa e doutor da Igreja: “Talvez digas: é meu pão de cada dia. Mas este pão é pão antes das palavras sacramentais; desde que sobrevenha a consagração, a partir do pão se faz a carne de Cristo. Passemos então provar esta verdade. Como pode aquilo que é pão ser corpo de Cristo? Com que termos então se faz a consagração e com as palavras de quem? Do Senhor Jesus. Efetivamente tudo o que foi dito antes é dito pelo sacerdote… Quando se chega a produzir o venerável sacramento, o Sacerdote já não usa suas próprias palavras, mas serve-se das palavras de Cristo. É, pois, a palavra de Cristo que produz este sacramento. Qual é esta palavra de Cristo? É aquela pela qual todas as coisas foram feitas. O Senhor deu ordem e se fez o céu. O Senhor deu ordem e se fez a terra. O Senhor deu ordem e se fez os mares. O Senhor deu ordem e todas as criaturas foram geradas. Percebes, pois, quanto é eficaz a palavra de Cristo. Se, pois, existe tamanha força na Palavra do Senhor Jesus, a ponto de começarem as coisas que não existiam, quanto mais eficaz não deve ser para que continuem a existir as que eram, e sejam mudadas em outra coisa? Assim, pois, para dar-te uma resposta, antes da consagração não era o corpo de Cristo, mas após a consagração, posso afirmar-te que já é o corpo de Cristo. Não é, pois, sem motivo que tu dizes: Amém, reconhecendo já, em espírito, que recebes o corpo de Cristo. Quando te apresentas para pedi-lo, o sacerdote te diz: “Corpo de Cristo”. E tu responde: Amém, quer dizer, É verdade. Aquilo que a língua confesse, conserve-o o afeto. No entanto, para saberes: é este o sacramento, precedido pela figura.” (Os Sacramentos e os Mistérios, Lv 4, 4-6, Ed. Vozes, p. 50-55)



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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo