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    domingo, 28 de abril de 2013

    No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a “intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileiras







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    No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a “intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileiras


    No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a “intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileiras
    Posted: 27 Apr 2013 02:55 PM PDT

    No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a "intolerância" evangélica contra as religiões afro-brasileiras

    Julio Severo

    Depois da enorme repercussão de um artigo dele desejando um derrame para Marco Feliciano, o Rev. Marcos Amaral apagou seu ofensivo texto original, que pedia vida longa ao ditador marxista Hugo Chávez.
    Numa matéria desconcertante do GospelPrime intitulada "Reverendo Marcos Amaral explica sua posição a respeito de Feliciano," não houve nenhum pedido de perdão formal ou informal pelo desejo de derrame para Feliciano.
    O que o GospelPrime mostrou foi um pastor se queixando de "incompreensões e perseguições injustificadas."

    Rev. Marcos Amaral à esquerda

    Em determinado momento, Amaral diz que ele é o único pastor evangélico na Comissão Contra a Intolerância Religiosa (CCIR), um órgão que tem se notabilizado especialmente por dar preferência para as religiões afro-brasileiras.
    Um pastor pentecostal negro perseguido pela CCIR
    O primeiro caso tratado pela CCIR envolveu um pastor da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Trabalhadores da Última Hora em 2008. Segundodenúncia do meu blog na época:
    "No Rio, um pastor pentecostal negro levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a 'cultura' afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão".
    Mesmo assim, o Rev. Marcos Amaral justifica sua presença numa entidade que começou perseguindo um pastor pentecostal negro que foi um instrumento de Deus na libertação de um criminoso escravizado a espíritos demoníacos.

    Pr. Isaías da Silva Andrade

    Amaral relata, em seu texto que não pede perdão a Feliciano, que a existência da CCIR se tornou fundamental depois que comissários da ONU visitaram o Brasil e constataram que existe intolerância contra as religiões afro-brasileiras. Na verdade, essa visita ocorreu depois que o pai-de-santo Ivanir dos Santos esteve, com o patrocínio na época do governo Lula, na ONU para denunciar as igrejas evangélicas.
    O que o pai-de-santo Ivanir não contou e o que a ONU não quis ver
    Em 2008, meu blog denunciou:
    Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de "racismo"), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade "cultural" exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
    O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.
    O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
    Numa notícia de 2010, o G1 da Globo, com seu habitual descaso e omissão contra os cristãos, disse:
    Uma briga entre integrantes de duas religiões acabou em morte em Sapucaia do Sul (RS), na madrugada desta quinta-feira (11). Segundo a Brigada Militar, um grupo de evangélicos que realizava orações em uma área rural se encontrou com integrantes de uma religião de origem africana, que iriam realizar rituais na mesma região.
    Houve uma discussão e dois evangélicos foram atingidos por facadas. Um deles teve ferimentos no pescoço e não resistiu. O outro foi ferido no abdômen e foi encaminhado ao hospital.
    Até esta manhã, ninguém foi preso.
    É evidente que se as vítimas se enquadrassem no perfil de praticantes de alguma religião afro-brasileira, os agressores nunca ficariam impunes. A própria Globo teria dado o nome dos evangélicos agressores e exigido enérgicas medidas governamentais. O próprio governo teria intervindo para garantir punição.

    Pai-de-santo Ivanir dos Santos, fiel aliado de Amaral

    Entretanto, considerando que o crime foi contra evangélicos, a Globo omitiu o nome das vítimas e não demonstrou nenhum interesse de exigir punição para os culpados. De forma oposta, o jornal Zero Hora deu mais detalhes e nomes, noticiando que oito evangélicos foram surpreendidos pela chegada de um grupo de cinco indivíduos de uma religião afro-brasileira. Houve um desentendimento e o evangélico Nilton Rodrigues, de 34 anos, foi esfaqueado e morto. O pastor João Carlos de Oliveira escapou ferido e foi hospitalizado.
    O Zero Hora revelou que, segundo o delegado Eduardo Moraes, amigos de Nilton contaram que antes de agredirem e matarem, os adeptos da religião afro-brasileira haviam lançado ofensas contra a religião da vítima.
    Examinemos então a justificativa do Rev. Marcos Amaral: A Comissão Contra a Intolerância Religiosa, da qual ele e o pai-de-santo Ivanir fazem parte, tem de existir, pois a ONU viu intolerância evangélica no Brasil.
    Amaral precisa estar presente na CCIR, pois essa é a vontade da ONU.
    Fazendo a vontade da ONU?
    Mas a ONU também criticou a suspensão do kit gay nas escolas. O que devemos fazer? Imitar o exemplo de Amaral e integrar grupos gays que sugam milhões do dinheiro público para promover a pornografia homossexual nas escolas? Devemos fazer a vontade da ONU?
    A ONU também quer que o Brasil criminalize a "homofobia," isto é, que os cidadãos brasileiros percam sua liberdade de rejeitar e se expressar contra as repugnantes práticas sexuais dos homossexuais. O que devemos fazer? Imitar o exemplo de Amaral e se juntar aos grupos que querem a cabeça de Silas Malafaia, Marco Feliciano e Marisa Lobo por suas posturas contra os atos homossexuais? Devemos fazer a vontade da ONU?
    No artigo do GospelPrime, Amaral assegurou que não é pai-de-santo nem bruxo. Mas se a ONU está se aliando aos bruxos para combater o "fundamentalismo" dos evangélicos do Brasil, o pastor presbiteriano não quer ficar de fora. Aliás, seu linguajar rotineiro de condenação ao "fundamentalismo" dos evangélicos reflete integralmente os sentimentos dos governantes da ONU.
    Amaral tem sido fiel nesse chamado. Ele tem combatido publicamente o "fundamentalismo" de Marco Feliciano, se juntando a pais-de-santo e militantes socialistas para exigir a renúncia do pastor assembleiano da presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, conforme registro filmado dele (http://youtu.be/x-qnPVrGRNE) em discurso na ABI, insinuando que Feliciano e outros evangélicos contra a agenda gay "querem aniquilar pessoas."

    Amaral combate Feliciano e outros evangélicos contrários à agenda gay e à bruxaria como se eles quisessem queimá-los.
    Presbiterianos do passado: lugar de bruxo era na fogueira
    Bruxaria é algo sério e, séculos atrás, os presbiterianos agiam com muito mais rigor. Quando os presbiterianos da Escócia descobriram que seu maior pregador, Thomas Weir (1599-1670), era um satanista oculto que havia passado décadas praticando incesto, sexo com animais, bruxaria e muitos crimes sexuais e ocultos, eles lhe aplicaram uma sentença à altura: Weir foi condenado a morrer na fogueira.
    Tenho certeza de que se aparecesse algum Amaral para defender Weir contra o "fundamentalismo" dos presbiterianos contra a bruxaria, uma sentença igualmente rigorosa poderia ser aplicada a ele.
    Contudo, em vez de ser repreendido e denunciado, Amaral ocupa cargos elevados dentro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Ele atualmente preside o Presbitério de Jacarepaguá e o Sínodo da Guanabara.

    Rev. Marcos Amaral no Mackenzie do Rio junto com Roberto Brasileiro

    Além disso, ele vem sendo badalado nos mais elevados círculos presbiterianos do Brasil, conforme foto acima, onde ele aparece de microfone na mão palestrando próximo ao Rev. Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da IPB. A palestra dele foi dada no Mackenzie do Rio, que é ligado diretamente ao Mackenzie de São Paulo.
    No Mackenzie: Amaral pode. Batalha espiritual não
    O fascinante é que o Mackenzie tem em seu site textos e documentos que repudiam a prática de "batalha espiritual" defendida por grupos pentecostais e neopentecostais que compreendem que combater a bruxaria é muito mais do que só se engajar em discursos filosóficos. Atacam o que não sabem e acabam recebendo em seu meio Amarais e outros, que podem ser satanistas muito mais enrustidos e perigosos. Não lhes falta o discernimento apostólico, conforme se encontra na Bíblia, para reconhecer o mal?
    Quando postei meu artigo sobre Amaral e seu desejo de derrame para Feliciano, tive uma experiência dessa guerra na mesma noite. Fui acordado e surpreendido com uma visão, logo depois da meia-noite, de um cadáver cercado de velas. Imediatamente, eu e minha esposa começamos a ser atacados.
    Entendi que algumas forças espirituais não gostaram da minha denúncia. Meia-noite é o horário em que os adeptos da bruxaria estão mais ativos em seus trabalhos.
    Nossa resposta? Oramos pedindo o fogo de Deus contra os trabalhos de bruxaria. Isso é guerra espiritual, quer o Mackenzie goste ou não. A guerra espiritual existe, quer aceitemos ou não.
    Ainda que os presbiterianos de hoje não mais queimem bruxos, pelo menos deveriam evitar o extremo de criticar os que se engajam em guerra espiritual, sob o risco acolherem em seu meio Amarais ou até mesmo satanistas de alto nível — devidamente mascarados.
    Deveriam fazer o que fez o pastor pentecostal negro que foi a primeira vítima da comissão contra a intolerância onde Amaral é membro. Deveriam pregar o Evangelho aos oprimidos pelo diabo e, mediante guerra espiritual, queimar os demônios deles.
    Amaral, e outros evangélicos que o acolhem, precisam de um encontro de poder com o Espírito Santo.

    Fonte: www.juliosevero.com

    Leitura recomendada:
    Feliciano merece um derrame, segundo pastor presbiteriano

    O médico e o monstro, e o pregador satanista

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    A Armadilha do “Preconceito” e da “Homofobia” – O vocabulário que quer a inversão do que é racional










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    A Armadilha do “Preconceito” e da “Homofobia” – O vocabulário que quer a inversão do que é racional

    Autor: Padre Daniel Pinheiro

    O programa de destruição do cristianismo é mestre em slogans que tem por objetivo a completa mudança das mentalidades.

    Recebemos de um amigo da Montfort a indicação do esclarecedor e preciso artigo do Padre Daniel Pinheiro IBP sobre esse tema mais do que polêmico.
    Padre Daniel Pinheiro

    Scutum Fidei


    Os slogans, as frases feitas e o vocabulário pronto são extremamente corriqueiros. O programa de destruição do cristianismo, quer dizer, da santa Igreja Católica é mestre em bravejar slogans aparentemente inofensivos, mas que tem por objetivo último a completa mudança das mentalidades. Seguindo esse modus operandi, o aborto torna-se interrupção da gestação, por exemplo. A contracepção pode se tornar planejamento familiar. Queremos tratar neste breve artigo, todavia, de dois termos muito empregados atualmente pelo politicamente correto e pelo lobby homossexual para a promoção de comportamentos que se opõem francamente à natureza. São esses termos: preconceito e homofobia. Esses termos são utilizados por eles exatamente porque invertem completamente a realidade da questão.
    Preconceito e homofobia são expressões muito precisas e que significam algo muito mais sério e profundo do que parece à primeira vista. A intenção com o uso desses termos e pelo próprio sentido deles é afirmar que se opor ao homossexualismo é algo contrário à razão. Convém, para explicitar melhor isso, considerar algumas noções filosóficas.

    As três operações do intelecto humano

    O conceito é o fruto da primeira operação do intelecto, que se denominasimplex apprehensio (simples apreensão). O conceito é o entendimento pelo intelecto da essência de um dado ser. O conceito é, então, o primeiro fruto da racionalidade humana, se assim podemos dizer. É somente com a segunda operação do intelecto, denominada compositio et divisio(composição e divisão) que se faz um julgamento, fruto dessa segunda operação. Depois de abstrair a essência dos seres materiais o intelecto é capaz de julgar associando (compositio) ou separando (divisio) conceitos, afirmando ou negando o predicado de um sujeito. Assim, depois de abstrair a essência de homem (animal racional) e a essência de justo (aquele que dá a cada um aquilo que lhe é devido), eu posso dizer que um homem é justo ou injusto, por exemplo. Finalmente, com a terceira operação do intelecto e seu fruto que se chamam ambos raciocínio (ratiocinatio) o homem pode progredir no conhecimento, chegando ao conhecimento de algo novo a partir daquilo que já é conhecido por ele: i) todo homem tem um corpo; ii) Ora, Cristo é verdadeiro Homem; iii) Cristo tem, então, um corpo. Eis as três operações do intelecto humano.

    Opor-se à prática homossexual é um preconceito?

    Depois dessa breve análise das operações do intelecto e de seus frutos, podemos compreender aonde se pretende chegar quando se diz que se opor ao homossexualismo é um preconceito. O preconceito consiste, como o próprio nome indica, em uma maneira de agir que é anterior ao conceito. É uma ação sem qualquer indício de racionalidade, pois o preconceituoso se opõe a algo antes de conhecer a essência daquilo a que se opõe. Assim, aquele que é preconceituoso em relação ao homossexualismo agiria sem pensar, quer dizer, antes de saber exatamente o que significa o homossexualismo. Isso significaria, então, que aqueles que se opõem ao homossexualismo não agem segundo a razão, mas como animais, julgando simplesmente segundo sentimentos, paixões[1]. Ou ainda, aqueles que se opõem ao homossexualismo agem de maneira irracional porque agem movidos por razões religiosas. Como a religião é, para os modernos, inconciliável com a razão, aquele que julga por motivos religiosos julga sem ter conceitos racionais formados[2]. O que eles pretendem fazer, então, é informar essas pessoas consideradas por eles como preconceituosas e ignorantes, dizendo a elas o que é verdadeiramente o homossexualismo, para que elas tenham um conceito dele e possam julgá-lo a partir disso. Eles dizem, então, que se trata de “uma expressão legítima de amor”, “algo que faz parte da evolução humana”, “algo que leva certas pessoas à felicidade”, etc. Ao informar as pessoas não dão, então, o conceito correto de homossexualismo – comportamento contra a lei natural[3] e, portanto, irracional, portanto contra a virtude e conducente, como tal, à tristeza. Dão uma definição falsa que apela, sobretudo, aos sentimentos, às paixões. Com essa noção falsa as pessoas passarão a julgar falsamente a homossexualidade, aceitando-a e alguns até mesmo incentivando-a.
    Notemos que há, assim, uma inversão completa da realidade, pois, na verdade, os que se opõem ao homossexualismo o fazem justamente porque possuem o conhecimento exato da essência do homossexualismo, têm um conhecimento exato de seu conceito, e julgam seguindo a razão, baseada sempre na natureza das coisas. Assim, são contrários ao homossexualismo por que tal conduta, opondo-se à natureza, opõe-se à razão, e opondo-se à razão opõe-se ao bem do próprio homem e da sociedade. Assim, pela simples acusação de preconceito, aqueles que defendem a lei natural – participação da lei eterna em Deus e que pode ser e é conhecida pela razão – tornam-se os irracionais. Por outro lado, aqueles que defendem o homossexualismo, opõem-se, na verdade, à lei natural – sobre a qual deve ser fundada a razão que opera retamente. São os defensores desse comportamento que julgam segundo as paixões e, portanto, de forma irracional, mas, ao acusar os outros de “preconceito” pretendem ser os racionais e os razoáveis. A inversão foi feita com uma só palavra. Com um simples termo – preconceito – a virtude passou a ser o vício e o vício passou a ser virtude. O vício tornou-se um bem e uma condição para a felicidade.

    O que significa homofobia?

    Algo semelhante ocorre com o termo homofobia. O termo fobia significa geralmente uma aversão[4] (ou medo) exagerada, desproporcional, enfim irracional, em relação a algo que é considerado como um mal. A essa aversão se segue, em geral, um ódio com relação àquilo que é considerado um mal. Assim, a paixão do apetite concupiscível ou irascível seria tal que a razão deixaria de exercer seu domínio sobre as faculdades inferiores. Vemos claramente isso quando falamos de claustrofobia, que é a aversão irracional a lugares fechados ou agorafobia que é o medo irracional de lugares abertos ou públicos. Em todo o caso, a fobia é uma aversão (ou medo) irracional, que precede qualquer julgamento ou que advém de um julgamento falso: todo lugar fechado é perigoso ou todo lugar público é perigoso e deve ser evitado. Assim, quando se fala de homofobia o que se quer dizer é que existe uma aversão (ou medo) irracional em relação ao homossexualismo devido às paixões que suprimem o uso da razão ou devido ao falso juízo que se faz sobre o homossexualismo, que é, por sua vez, consequência do falso conceito que se tem dele. Voltamos ao mesmo ponto: é preciso informar os homofóbicos da “verdadeira” natureza do homossexualismo. Mais uma vez, com uma só palavra, a inversão completa da realidade foi operada. Aqueles que se opõem ao homossexualismo teriam uma aversão (ou medo) irracional, baseada em paixões que não estão de acordo com a razão. Aqueles que em realidade ordenam suas paixões segundo a razão, sempre com base, portanto, na lei natural, tornam-se os irracionais, enquanto aqueles que agem contra as leis mais básicas e evidentes da natureza e seguem as paixões desordenadas (contrárias à razão), tornam-se os grandes racionais e razoáveis.

    Revolução operada

    Vemos, então, como duas palavras aparentemente inofensivas operam uma verdadeira revolução. O racional torna-se irracional. O irracional torna-se racional. A virtude, que consiste justamente em uma disposição bem enraizada e dificilmente removível na alma de agir segundo a razão, torna-se vício. O vício, disposição idêntica à outra, mas contrária à razão, torna-se virtude. Não deixemos que esse vocabulário mais do que tendencioso nos seja imposto, enganando-nos. Aquele que se opõe ao homossexualismo não é preconceituoso nem homofóbico. Ele tem aversão a um mal que reconhece, baseado na realidade das coisas, como profundamente contrário à natureza. Um mal que corrompe a moralidade com a mesma gravidade que a negação dos princípios especulativos (princípio de não contradição, por exemplo) corrompe a razão.
    O homossexualismo não pode, ademais, levar à felicidade. Ora, o bem de um ser – que é, claro, a sua felicidade – consiste em operar segundo a sua natureza. A natureza do homem é racional. Portanto, a felicidade do homem consiste em agir segundo a razão, conhecendo a verdade, agindo segundo a verdade e deleitando-se nela. Tal felicidade será plena quando atingirmos a Verdade pela visão beatífica e a amarmos em consequência desse conhecimento. Para chegar lá, porém, é preciso desde já agir segundo a razão. A razão nos mostra, por um lado, que o homossexualismo é intrinsecamente mau. Por outro lado, ela nos mostra que devemos aderir plenamente a Deus que se revela – o que pode ser conhecido pelos milagres e profecias, critérios de credibilidade. Ora, o Deus que se revela condenou igualmente o homossexualismo, querendo, porém, a conversão do pecador. É preciso amar as pessoas que possuem a tendência homossexual não para confortá-las em suas tendências, modos ou práticas, mas para desejar-lhes e fazer-lhes o bem, que é viver segundo a lei natural e segundo a lei divina.

    Conclusão

    Nosso Senhor falou que se conhece a árvore pelos frutos. Ora, os frutos naturais do homossexualismo não existem, ou se existem são frutos que se rebaixam à pura alegria sentimental e passageira, advinda da satisfação das paixões. Os frutos do casamento, do verdadeiro e único casamento possível, entre um homem e uma mulher, são inúmeros, desde que se evite a contracepção e a mentalidade da contracepção. Aqui a alegria é real, pois se age segundo a natureza humana, segundo a razão.
    Padre Daniel Pinheiro
    [1] De fato, quem age por preconceito age de maneira irracional. Assim, julgar moralmente alguém simplesmente pela cor da pele é um verdadeiro preconceito, algo irracional e, portanto, um pecado. Neste caso, faz-se um juízo antes de ter um conceito preciso do que é cor de pele (acidente do tipo qualidade) e antes de estabelecer a relação da cor da pele com a moralidade (acidente do tipo qualidade que não tem nenhuma influência na vida moral).
    [2] É evidente que a religião não é algo irracional, não é uma superstição nem um salto no escuro, como pretendem muitos. O católico não crê porque é absurdo. Ao contrário, o católico crê porque é razoável crer, porque ele reconhece que Deus existe, reconhece que Deus pode falar e reconhece que Deus falou em virtude dos milagres e profecias, que só podem ter sua origem em Deus e que são, por isso, motivos de credibilidade. A fé é algo em conformidade com a razão, superando-a, mas nunca a contradizendo. Uma religião que contraria a razão é necessariamente uma falsa religião, pois, nesse caso, haveria contradição em Deus, que é o autor tanto da razão quanto da religião.
    [3] A lei natural é a lei conhecida pela razão em virtude da própria natureza das coisas, tais como elas existem. Ela não pode evoluir nem mudar, pois a natureza das coisas não muda. Querer mudar a lei natural seria, em última instância, querer mudar Deus, pois a natureza das coisas é um reflexo da natureza divina, que não muda. É evidente que a própria natureza do homem mostra que a finalidade primária da união sexual é a procriação e que se o homem possui um apetite com relação a esse hábito é justamente para garantir a conservação da espécie, como lhe foi dado um apetite para se alimentar, a fim de conservar o indivíduo.
    [4] Estritamente falando, fobia significa medo. Todavia, fobia parece aqui ser usado em sentido mais amplo, abrangendo tanto o medo quanto a aversão. O medo é a paixão (do apetite irascível) face ao mal árduo quando tememos sucumbir, enquanto a aversão ou fuga é simplesmente o desejo de afastar-se de um mal. Quando se trata dessas fobias, pode haver as duas paixões e mesmo a ira, que combate o mal presente.

    Seção: Notícias e Atualidades
    Assunto: Polêmicas
    Temas: Defesa da Família • Moral • Prática Cristã
    TAGS
    homofobia, homossexualismo,Lei Natural, Padre Daniel Pinheiro,preconceito
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    Saiba mais28/04/2013 12:38:30

    [*Exsurge Domini*] Resumo 3170

    Mensagens neste resumo (1 Mensagem)

    Mensagem

    1.

    como arreglar el mundo ?

    Enviado por: "fayna" fayna@teneyi.net   fayna1234

    Sáb, 27 de Abr de 2013 6:23 pm



    ARREGLAR EL MUNDO

    Un científico, que vivía preocupado con los problemas del mundo, estaba resuelto a encontrar los medios para aminorarlos. Pasaba días en su laboratorio en busca de respuestas para sus dudas.

    Cierto día, su hijo de 7 años invadió su santuario decidido a ayudarlo a trabajar. El científico, nervioso por la interrupción, le pidió al niño que fuese a jugar a otro lado. Viendo que era imposible sacarlo, el padre pensó en algo que pudiese darle con el objetivo de distraer su atención. De repente se encontró con una revista, en donde había un mapa con el mundo, justo lo que precisaba.

    Con unas tijeras recortó el mapa en varios pedazos y junto con un rollo de cinta se lo entregó a su hijo diciendo: como te gustan los rompecabezas, te voy a dar el mundo todo roto para que lo repares sin ayuda de nadie.

    Entonces calculó que al pequeño le llevaría 10 días componer el mapa, pero no fue así. Pasadas algunas horas, escuchó la voz del niño que lo llamaba calmadamente. Papá, papá, ya hice todo, conseguí terminarlo.

    Al principio el padre no creyó en el niño. Pensó que sería imposible que,a su edad hubiera conseguido recomponer un mapa que jamás había visto antes. Desconfiado, el científico levantó la vista de sus anotaciones con la certeza de que vería el trabajo digno de un niño. Para su sorpresa, el mapa estaba completo. Todos los pedazos habían sido colocados en sus debidos lugares. ¿Cómo era posible? ¿Cómo el niño había sido capaz? De esta manera, el padre preguntó con asombro a su hijo:

    - Hijito, tú no sabías cómo era el mundo, ¿cómo lo lograste?
    - Papá, respondió el niño; yo no sabía como era el mundo, pero cuando sacaste el mapa de la revista para recortarlo, vi que del otro lado estaba la figura de un hombre. Así que di vuelta a los recortes y comencé a recomponer al hombre, que sí sabía como era. "Cuando conseguí arreglar al hombre, di vuelta la hoja y vi que había arreglado al mundo".

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    Hace 2000 años Dios envió a su Hijo al mundo para arreglar el mundo, Jesucristo no vino a arreglar el mundo mediante un revolución guerrera, cambiando la política, aportando una filosofía nueva , EL VINO A ARREGLAR AL SER HUMANO, para arreglarlo el tenia que dar su vida en pago por nuestros pecado, solo así se podía logran CREAR UN NUEVO SER , que resucitaría del viejo hombre viciado por el pecado,.. Jesús fue a la cruz y cargo sobre si, todos nuestros fallos ( fallos=pecados) , murió por nosotros, siendo inocente, llevo nuestros pecados, fue molido por ellos, sufrió el abandono de Dios, sintió la gran soledad en nuestro lugar,.. y dio su vida PARA ARREGLARNOS, no arreglarnos simplemente, sino PARA CREAR EN NOSOTROS UNA NUEVA CRIATURA ... cumplida su misión, se levanto victorioso de entre los muertos y VIVE.

    Cuando una persona cree en Jesús y le recibe en su vida.. SU VIDA CAMBIA, EL SER HUMANO ES ARREGLADO, y el mundo solo puede ser arreglado , las filosofias y religiones intentan disimular , darle una capa de pintura, PERO JESÚS VIENE PARA ARREGLAR Y REPARAR EL CORAZÓN HUMANO, pero como esta tan mal, NO DAN UN NUEVO CORAZÓN, NOS HACE NACER DE NUEVO.. por medio de la Gracia,venimos a ser salvos, por medio de la fe.. no por obras para que nadie se gloria,. pues somos hechos en Cristo Jesús una creación nueva, para la cual Dios prepara buenas obras para que andemos en ellas.

    ----------------------------------------------------------

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    Gloria.tv: Recomendação


    Caro(a) Senhor(a),

    Augusto de Piabetá deseja recomendar o seguinte arquivo:
    Histórias do Pe. Léo

    Favor clicar no seguinte link para ver a colaboração:

    http://www.gloria.tv/?media=435792

    Que Deus te abençoe,
    Gloria.tv



    Limitar a pregação de religiosos aos seus respectivos templos seria limitar o núcleo essencial do direito à liberdade de crença religiosa.









    Augusto d… · Correspondências · Enviar ·
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    Augusto de Piabetá: Limitar a pregação de religiosos aos seus respectivos templos seria limitar o núcleo essencial …



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    28/04/2013 02:47:50: Limitar a pregação de religiosos aos seus respectivos templos seria limitar o núcleo essencial do direito à liberdade de crença religiosa.
    Palavras-chave:limitar, a, pregação, de, religiosos, aos, seus, respectivos,templos, seria, o, núcleo, essencial, do, direito, à, liberdade,crença, religiosa.
    Categoria:Catholic Apologetics
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    Augusto de Piabetá — 28/04/2013 02:49:33:

    SÁBADO, 27 DE ABRIL DE 2013

    A Inconstitucionalidade do PLC 122 imposta à sociedade brasileira pelos LGBTS.

    Limitar a pregação de religiosos aos seus respectivos templos seria limitar o núcleo essencial do direito à liberdade de crença religiosa.


    André Tisi

    Advogado sócio do escritório Tetto, D’Macedo & Mees Advogados, em Curitiba-PR, pós-graduado em Direito Aplicado pela Escola da Magistratura do Paraná e pós-graduado em Direito Administrativo pelo Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar.

    Muito tem se falado a respeito do Projeto de Lei Complementar nº 122, o qual visa alterar a Lei 7.716/89, que "define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor" (Ementa da Lei), além do parágrafo 3º, do artigo 140, do Código Penal.

    Atualmente, a questão voltou à tona em razão da famigerada entrevista concedida pelo Rev. Silas Malafaia à jornalista Marília Gabriela, somada à eminente eleição para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, dividindo opiniões e reacendendo a discussão em todo o país.

    Pois bem, como advogado e, sobretudo, como cidadão, resolvi ler o referido Projeto e tomo a liberdade - já que essa ainda me é garantida pela Constituição da República - para tecer breves comentários, sem a intenção de esgotar o tema.

    Devo destacar, por oportuno, que sou totalmente contrário a qualquer espécie de preconceito ou discriminação, independentemente de sua natureza, pois, além dos princípios que carrego, acredito que o pluralismo constitui uma das maiores riquezas de nossa nação, tornando-a única e notável ao redor do mundo.

    Voltando-se ao objeto deste ensaio, vislumbra-se que a discussão cinge-se na dita criminalização da homofobia. No entanto, vê-se que, na verdade, o embate ganhou grandes proporções a partir do momento em que o segmento cristão da sociedade insurgiu-se contra a sua aprovação no Congresso Nacional.

    Em resposta aos indigitados protestos, a Senadora Marta Suplicy sugeriu a seguinte emenda[1] ao Projeto de Lei Complementar nº 122, qual seja:

    “O disposto no caput deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente de atos de fé, fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.” (NR)

    Ora, até aí tudo bem. Com o perdão da palavra, “choveu no molhado” a senadora. Ocorre que, conforme exposto no site criado para apoiar e divulgar o PLC122 (www.plc122.com.br), constata-se que seus mantenedores adicionam o seguinte comentário à proposta da Senadora: “Segundo Marta, isso asseguraria o direito de religiosos pregarem o que acreditam DENTRO de seus templos” (grifo nosso).

    Respeitosamente, nada mais equivocado!

    Primeiramente, a Constituição da República não assegura a liberdade de crença religiosa tão somente dentro dos templos. Conforme nos ensina o constitucionalista Alexandre de Moraes, “a Constituição Federal, ao consagrar a inviolabilidade de crença religiosa, está também assegurando plena proteção à liberdade de culto e a suas liturgias.” (in Direito Constitucional, 2010, p. 46). Assim, limitar a pregação de religiosos aos seus respectivos templos, seria limitar o núcleo essencial do direito à liberdade de crença religiosa. É dizer, se a doutrina cristã, por exemplo, cinge-se na máxima “Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura” (Evangelho de Marcos, Capítulo 16, versículo 15), limitar a pregação aos seus templos seria, em última análise, limitar a sua doutrina.

    Nada obstante, independentemente da insurgência dos cristãos, a qual estaria fundamentada, como visto, na liberdade de crença religiosa (art. 5º, inciso VI, da Constituição da República), olvidam os defensores do Projeto que A LIVRE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO é também direito fundamental constante do rol das cláusulas pétreas (art. 5º, inciso IV).

    Desta feita, se a intenção dos defensores do citado Projeto é “frear o ímpeto cristão”, ou de qualquer outra crença ou manifestação de pensamento que sejam contrárias ao homossexualismo (e, ressalte-se, não contrários aos homossexuais), sua pretensão esbarra em cláusulas pétreas, alteráveis somente através do Poder Constituinte originário, tornando o Projeto de Lei Complementar nº 122, ao menos parcialmente, inconstitucional.

    É claro que, a despeito da discussão vertida, o Poder Judiciário se faz presente para, utilizando-se do Princípio da Proporcionalidade e de todo o arcabouço de nosso ordenamento, julgar caso a caso eventuais excessos. Contudo, tentar engessar referidos princípios revela-se sobremaneira temerário e, como dito, inconstitucional.

    Portanto, há de se estabelecer o debate democrático, mas sem limitar as liberdades garantidas.
    Nota

    [1] Embora esta proposta da Senadora Marta Suplicy não tenha sido levada adiante, a discussão torna-se válida em razão das consequências que eventualmente decorrerão da possível aprovação do projeto e sua definitiva transformação em lei.

    Fonte: Jus.comhttp://jus.com.br/revista/texto/24281/sobre-o-plc-122-criminalizacao-da-homofobia-e-liberdade-religiosa

    AUDIÊNCIA GERAL Praça de São Pedro Quarta-feira, 24 de Abril de 2013









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    Augusto de Piabetá: AUDIÊNCIA GERAL Praça de São Pedro Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

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    28/04/2013 02:06:24: AUDIÊNCIA GERAL
    Praça de São Pedro
    Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

    Audiência Geral

    http://www.news.va/pt/news/audiencia-geral-31

    Vía ThePopeApp

    Enviado via iPhone
    Palavras-chave:audiência, geral, praça, de, são, pedro, quarta-feira, 24, abril,2013
    Categoria:Pope/Vatican , Homilies
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    Augusto de Piabetá — 28/04/2013 02:08:37:

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    Audiência Geral

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    PAPA FRANCISCO

    AUDIÊNCIA GERAL

    Praça de São Pedro

    Quarta-feira, 24 de Abril de 2013


    Locutor:
    No Credo, confessamos que Jesus «de novo há-de vir em sua glória para julgar os vivos e os mortos». O pensamento do Juízo final não nos deve assustar, mas impelir-nos a viver melhor o presente. Com efeito, a história humana começa com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e termina com o Juízo final realizado por Cristo. Agora encontramo-nos no tempo intermédio, à espera da sua segunda Vinda: um tempo em que devemos manter acesas as nossas lâmpadas da fé, da esperança e da caridade. Neste tempo de espera, temos de pôr a render os talentos que Deus nos deu; sobretudo nestes dias de crise, é importante que cada um não enterre os seus talentos, mas se abra e seja solidário com o outro. Deus oferece-nos, com misericórdia e paciência, este tempo para aprendermos a reconhecê-Lo nos pobres e nos humildes e perseverarmos vigilantes no amor. Possa o Senhor, no fim da nossa vida e da nossa história, reconhecer-nos como servos bons e fiéis!
    * * *
    Santo Padre:
    Carissimi pellegrini di lingua portoghese, benvenuti! Saluto con affetto i gruppi del Portogallo e del Brasile, in particolare i fedeli delle parrocchie «Divino Pai Eterno» in Goiânia e «São Pedro de Vila Rica», incoraggiandovi tutti a scommettere su ideali grandi, ideali di servizio che allargano il cuore e rendono fecondi i vostri talenti. Fidatevi di Dio, come la Vergine Maria!
    * * *
    Locutor:

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    Queridos jovens, não enterreis os vossos talentos, os dons que Deus vos deu. Não tenhais medo de sonhar coisas grandes.
    É importante, neste período de crise, que cada um não se feche em si mesmo, mas se abra com solicitude ao outro.
    Conservemos viva a nossa fé por meio da oração e dos sacramentos; estejamos vigilantes, para não nos esquecermos de Deus.
    Maria é a mulher do «Sim». Maria, fazei-nos conhecer cada vez melhor a voz de Jesus e ajudai-nos a segui-la!
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    Queridos irmãos e irmãs, devemos constantemente renovar a nossa adesão a Cristo morto e ressuscitado por nós: a sua Páscoa é também a nossa Páscoa, porque em Cristo ressuscitado é-nos dada a certeza da nossa ressurreição. A notícia da sua ressurreição dos mortos não envelhece e Jesus está sempre vivo; e vivo é o seu Evangelho. "A fé dos cristãos observa Santo Agostinho é a ressurreição de Cristo".

    Os Actos dos Apóstolos explicam-no claramente: "Deus ofereceu a todos um motivo de crédito com o facto de O ter ressuscitado dentre os mortos" (17, 31). De facto, não era suficiente a morte para demonstrar que Jesus é verdadeiramente o Filho de Deus, o Messias esperado. No decorrer da história muitos consagraram a sua vida a uma causa considerada justa e morreram! E permaneceram mortos. A morte do Senhor demonstra o amor imenso com que Ele nos amou até ao sacrifício por nós; mas só a sua ressurreição é "prova certa", é certeza de que quanto Ele afirma é verdade que vale também para nós, para todos os tempos. Ressucitando-o, o Pai glorificou-o. São Paulo assim escreve na Carta aos Romanos: "Se confessares com a tua boca o Senhor Jesus e creres no teu coração que Deus O ressuscitou dentre os mortos, serás salvo" (10, 9).

    O anúncio que ouvimos constantemente de novo nestes dias é precisamente este: Jesus ressuscitou, é o Vivente e nós podemos encontrá-Lo.
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    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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