Banner

Jesus Início

Início


Visitas



addthis

Addrhis

Canal de Videos



    •  


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    • -


    Rio de Janeiro

    Santa Sé






    sábado, 2 de junho de 2012

    NA VEJA 1 - Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”


    02/06/2012
    às 16:33

    NA VEJA 1 - Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”

    • Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
    *
    Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.
    (…)
    A que o senhor atribui o crescimento do número de evangélicos no Brasil?
    O Evangelho não é algo litúrgico, para ser dissecado em um culto de duas horas. A grandeza do Evangelho está no fato de ser algo que pode ser praticado. A Bíblia é o melhor manual de comportamento humano do mundo. As igrejas evangélicas têm pregado uma mensagem de grande utilidade para a vida das pessoas também depois do culto. Esse é o grande segredo. De que adianta eu fazer o meu fiel ficar duas horas dentro de um templo se, quando aquilo acaba, nada muda nas relações dele com a família, com o trabalho e na vida social? Nós pregamos uma mensagem que condiciona a prática da pessoa no seu dia a dia. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância”. Ele fala da vida terrena nessa passagem.

    (…)
    • A ênfase dos pastores em arrecadar dinheiro dos fiéis não é muito suspeita?
    Existe um preconceito miserável em relação aos evangélicos, que costumam ser descritos como bandos de idiotas, tapados, semianalfabetos, manipulados por espertalhões dedicados a arrancar tudo o que querem deles. Engana-se quem os enxerga assim. Manipulação e exploração existem em todo lugar. Tem muito bandido por aí. Mas esses malandros não conseguem segurar o povo. A distância que me separa de um Edir Macedo, por exemplo, vai do Brasil à China, mas é um erro achar que todo mundo que dá dinheiro à igreja dele, a Universal, é imbecil ou idiota. Claro que não é. A pessoa doa porque se sente abençoada, porque se libertou da bebida, vício que consumia todas as economias dela e que a deixava sem condições até de pagar a conta de luz. Ninguém é obrigado a ofertar. Mas, se quer ser membro, se quer pertencer ao grupo, tem de ajudar. Estou construindo uma igreja linda, com ar-condicionado central, ao custo de 4 milhões de reais. Ela será paga com ofertas dos fiéis, pois, obviamente, não vai descer um anjo do céu e dizer “Malafaia, está aqui um cheque de Jeová, preencha e deposite”. Quem critica os pastores deveria mesmo é agradecer às igrejas evangélicas. Desafio qualquer um a me apresentar uma entidade que recupere mais pessoas do que as igrejas evangélicas.
    (…)
    • Tem muita gente pragmática que já chega à igreja acreditando que vai aprender como subir na vida?
    Tem, mas, se o objetivo fosse apenas subir na vida, não teria rico na igreja. Na minha tem gente pobre, mas também tem desembargadores, membros do Ministério Público, doutores, empresários. Mas dinheiro não é tudo. Se fosse, rico não daria tiro na cabeça, não tomaria remédio de tarja preta. Mesmo que muita gente pense que não deu certo na vida porque Deus não quis, a lógica de buscar amparo em uma igreja não é essa. A pessoa que transfere suas incompetências para Deus está equivocada. Quando um fiel me procura e pede “pastor, ore por mim porque o diabo está roubando as minhas finanças”, eu mando parar com conversa fiada. Se uma pessoa sempre gasta mais do que ganha, a culpa é dela mesma. Não pensem que Deus vai ficar cuidando das pessoas como se elas fossem bebês.
    (…)
    • A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
    Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
    (…)

    • Qual a sua posição sobre o projeto que propõe a descriminação do uso de drogas e que deve chegar ao Congresso ainda neste mês?
    Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. Então eu estou desconfiado de que vai vir um marciano vender drogas aqui, um intergaláctico. Olhe a hipocrisia!
    (…)

    Por Reinaldo Azevedo
    Photobucket

    Itália: Papa «sensibilizado» com acolhimento das famílias em Milão



    Itália: Papa «sensibilizado» com acolhimento das famílias em Milão

    Organização do encontro mundial diz que custos são de 10 milhões de euros, com retorno de 56 milhões

    Ricardo Perna/Família Cristã | Padre Federico Lombardi, Milão
    Milão, Itália, 02 jun 2012 (Ecclesia) – O porta-voz do Vaticano revelou hoje que Bento XVI está muito “satisfeito e sensibilizado” com a receção que teve em Milão, norte da Itália, onde se encontra desde sexta-feira para encerrar o 7.º Encontro Mundial das Famílias.
    “Estavam 150 mil pessoas nas estradas, 60 mil na praça da Catedral e 80 mil hoje no Estádio de San Siro, são números que impõem respeito e que significam mito empenho da parte de todos”, disse o padre Federico Lombardi, em conferência de imprensa.
    A Diocese de Milão adiantou que a organização do evento custou 10,5 milhões de euros, mas revelou que são esperadas receitas na ordem dos 56 milhões.
    Os dados baseiam-se num estudo realizado por Luigi Campiglio, professor da Universidade Católica da cidade italiana.
    O padre Lombardi, citado pela edição eletrónica da ‘Família Cristã’, revelou que se encontram em Milão delegações de “153 países, 50 cardeais e 300 bispos”, destacando o momento cultural de sexta-feira à noite, no Teatro Scala.
    “No início, achei que não seria uma ideia muito boa, mas depois vi que sim. O Papa ficou muito satisfeito com o encontro entre o Milão laico e católico, pois foi o sentir de uma comunidade muito ampla”, referiu.
    Segundo o diretor da sala de imprensa da Santa Sé, “o facto de ter havido um terramoto tão recente” no nordeste da Itália “ajudou a dar um sentido extra de espiritualidade e solidariedade a este momento”.
    No que diz respeito ao evento com os jovens no estádio Giuseppe Meazza, em San Siro, o porta-voz da Santa Sé afirmou que “Bento XVI está muito contente, pois não se recorda de ter tido um evento juvenil desta dimensão e organização nos últimos tempos”.
    O padre Lombardi concluiu dizendo que o Papa está bem de saúde, apesar da sobrecarga de eventos.
    A sala de imprensa da Santa Sé adiantou, ao início da tarde, que Bento XVI se encontrou, após o almoço, com o cardeal Carlo Maria Martini, arcebispo emérito da Diocese de Milão.
    "É um momento muito difícil para a Igreja", disse o cardeal Martini, para quem "os momentos difíceis podem gerar ocasiões".
    OC
    Fotos   
    Internacional | Agência Ecclesia | 2012-06-02 | 18:23:24 | 2082 Caracteres | Bento XVI

    Sem mim nada podeis fazer

    O valor em servir a JesusEntrada de Jesus em Jerusalém
    Alguém me enviou por email uma parábola interessante sobre o jumentinho que Jesus usou para entrar em Jerusalém. Diz assim:
    “Um jumentinho voltando para sua casa todo contente, falou para sua mãe:
    - Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão… Todos estavam contentes com minha presença.
    Sua mãe perguntou se ele estava só e o burrinho disse:
    - Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.
    Então sua mãe falou:
    - Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.
    Então o burrinho respondeu:
    - Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá…
    Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, o maltratavam, o xingavam e até mesmo batiam nele.
    Voltando para sua casa, disse para sua mãe:
    - Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra… Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe…
    Indignado o burrinho disse a sua mãe:
    - Porque isso aconteceu comigo?
    Sua mãe respondeu:
    - Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumentinho… Lembre-se sempre disso”.
    Nós sozinhos somos apenas um jumento, apenas um ser humano sem a graça de Deus e sem a Sua força sobrenatural somos pobres, fracos, impotentes…
    Jesus disse que Ele é a videira verdadeira e que nós somos os seus ramos; e se o ramo se desprender Dele, vai secar e morrer. E acrescentou: “Sem Mim nada podeis fazer” (João 15, 5s).
    É porque nos esquecemos dessa palavra de Jesus que tantas vezes fracassamos em nossas lutas, projetos, empreendimentos, evangelização, educação dos filhos, trabalho profissional e religioso, etc. Nos esquecemos que se Jesus não estiver conosco, pela fé e pela oração, seremos um pouco parecidos com o jumentinho de Jerusalém.
    Quando nós falamos as palavras de Jesus, atraímos as pessoas; quando “carregamos” Jesus as pessoas nos ouvem; mas, quando estamos só, vazios, sem “carregar” Jesus, o povo olha para nós e vê a nossa feiura e impotência. E pode nos desprezar. Não podemos fazer nada nesta vida sem “carregar” Jesus. Mas carregar Jesus é estar ciente de que os aplausos são para Ele e não para nós. É estar cientes de que Ele não precisa de nós, mas quer nos usar para nos dar dignidade e grandeza. Carregar Jesus é estar ciente de que depois que o ajudamos a cumpriu a Sua missão salvífica, voltamos a ser apenas um “jumentinho”,  muito feliz e honrado, mas como os outros. São Paulo diz que somos “vasos de barro” para que a gente esteja ciente de que todo poder que se manifesta em nós vem Dele e não de nós (cf. 2Cor 4,7 ).
    Não faça nada sem “carregar” Jesus. Não comece  o dia sem Jesus. Não corrija seu filho, sua esposa, seu empregado ou seu patrão,  sem pedir a luz a Jesus; senão as suas palavras poderão ser inconvenientes e ineficazes.
    Não comece um empreendimento sem coloca-lo nas mãos de Jesus e pedir sua graça, sua proteção, sua luz.
    Não eduque sua família sem a luz de Jesus, senão ela caminhará nas trevas do mundo.
    Não faça o seu trabalho pastoral acreditando apenas em você, nos “seus” planos bem traçados; pode ser que você se decepciono e desanime de tudo como muitos.
    Não se esqueça, sem Jesus, o jumentinho de Jerusalém é apenas um jumentinho.
    Jesus mandou pedir, pedir e pedir. “Pedi, e dar-se-vos-á; buscais e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede recebe; aquele que procura acha; ao que bater se lhe abrirá” (Lucas 11,9-11).
    Acreditamos nisso, ou desistimos de pedir? Santo  Agostinho se converteu e foi um dos santos mais importantes da Igreja; porque sua mãe derramou sua lágrimas diante do Santíssimo, sem desistir e sem desanimar, durante vinte anos. E nós?
    Carregando Jesus podemos dizer como o grande Apóstolo: “Tudo possa naquele que me dá forças” (Fil 4,13). “Se Deus é por nós quem será contra nós?” (Rom 8,31).
    Prof. Felipe Aquino

    Lula Constrói Cuba Com Dinheiro Do Brasil

    A chantagem contra Reinaldo Azevedo

    Lula bêbado



    Itália: Papa defende liberdade como fundamento do Estado laico



    Itália: Papa defende liberdade como fundamento do Estado laico

    Bento XVI encontrou-se com responsáveis políticos e representantes da sociedade de Milão

    Lusa
    Milão, Itália, 02 jun 2012 (Ecclesia) – Bento XVI apresentou hoje a liberdade como um dos “elementos principais” da laicidade do Estado, o qual deve permitir que todos “possam propor a sua visão da vida comum” no respeito pelo outro.
    O Papa intervinha perante representantes das autoridades institucionais, civis e militares de Milão, bem como empresários, trabalhadores, agentes do mundo e da cultura.
    “A primeira qualidade de quem governa é a justiça, virtude pública por excelência, porque diz respeito ao bem de toda a comunidade”, observou, evocando a figura de Santo Ambrósio, bispo do século IV que liderou a Igreja Católica na região milanesa.
    Para Bento XVI, essa justiça deve ser acompanhado pelo “amor pela liberdade”, um elemento “que distingue entre os bons governantes e os maus”.
    “A liberdade não é privilégio para alguns, mas um direito para todos, um direito precioso que o poder civil deve garantir”, declarou, frisando que a mesma “não significa arbítrio do indivíduo, mas implica antes a responsabilidade de cada um”.
    O Papa, que visita Milão por ocasião do 7.º Encontro Mundial das Famílias, apelou à defesa do “direito à vida” e disse que “nunca pode ser consentida” a sua deliberada supressão.
    “O Estado é chamado a reconhecer a identidade própria da família, fundada sobre o matrimónio e aberta à vida, bem como o direito primário dos pais à livre educação e formação dos filhos”, prosseguiu.
    Lembrando a sua encíclica ‘Caritas in veritate’, Bento XVI sustentou que os atuais tempos de crise mostram a necessidade de “gratuidade”, para lá de “corajosas escolhas técnico-políticas”.
    O Papa falou numa “preciosa e construtiva colaboração” Igreja-Estado, “sem confusão de finalidades e papéis diferentes” do poder civil e da própria Igreja Católica.
    Esta noite, pelas 20h30 (menos uma em Lisboa), o Papa marca presença na ‘Festa dos Testemunhos’, com a participação de vários artistas, incluindo a portuguesa Dulce Pontes.
    O programa de domingo inclui a celebração da missa, pelas 10h00, no Parque Norte, na periferia da cidade, durante a qual o Papa deve anunciar a sede do próximo encontro.
    Esta é a 28ª visita de Bento XVI a localidades italianas desde o início do seu pontificado, em abril de 2005.
    OC
    Fotos   
    Internacional | Agência Ecclesia | 2012-06-02 | 16:20:00 | 2227 Caracteres | Bento XVI

    09 de março – A igreja celebra a festa de São Marcelino e Pedro






    09 de março – A igreja celebra a festa de São Marcelino e Pedro



    Os santos faziam parte do Clero Romano no início do século IV. São Marcelino era sacerdote e São Pedro cumpria o ministério de exorcista. Marcelino e Pedro viveram no período em que Diocleciano (Imperador Romano de 284 a 304) estava perseguindo duramente os cristãos. Logo, esses importantes santos tornaram-se alvo.
    Para eles, todos os tormentos eram motivos de mais orações para os perseguidores. Já que consolados pelos espíritos, Marcelino e Pedro conseguiam misteriosamente sobreviver a tudo com alegria e tranquilidade.
    Os santos souberam que o chefe do presídio estava muito triste. Ao questionarem o motivo, descobriram que sua filha sofria com ataques de demônios. Sendo assim, anunciaram-no o Cristo e testemunharam a seu poder de libertar a criança do demônio. Assim, partiu para a casa do chefe do presídio e, desta forma, Jesus pode libertar a sua filha e converter toda a sua família. O chefe convertido foi preso e morto por causa da fé.
    Logo após serem capturados, São Marcelino e Pedro foram levados para lugar chamado Bosque Floresta Negra. O bosque do testemunho de fé e de amor a Jesus.
    Foi relatado por São Damasco que quando menino ouviu do próprio carrasco dos Santos o relato da morte deles. O algoz referiu que havia disposto a decapitação dos dois no centro de um bosque justamente para não ficar nenhuma lembrança.
    Os corpos desses mártires ficaram escondidos por algum tempo, numa límpida gruta, até que, impulsionada pela devoção, Lucila, piedosa matrona, deu-lhe digna sepultura. Desde 1751 a Basílica dos santos Marcelino e Pedro, edificada sobre alicerces que parecem remontar à segunda metade do século IV e onde se encontra talvez a morada de um dos dois santos titulares, esta localizada nas proximidades de São João de Latrão e Santa Maria Maior.
    Que como os santos, Sacerdotes de Roma, que deram e dando testemunho do martírio, vivamos também a fidelidade radical a Cristo, todos os dias de nossas vidas.
    São Marcelino e Pedro, Rogai por nós!

    Apoio




    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo