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sexta-feira, 3 de outubro de 2014
[Novo post] Avaliação: debate dos presidenciáveis na Rede Globo em 02/10
lucianohenrique publicou: " O evento de ontem, da Rede Globo, foi o melhor dos debates presidenciáveis até o momento. Simplesmente foram quatro blocos de candidatos questionando-se mutuamente, o que ajuda a manter o interesse. Era até difícil cochilar. No debate anterior, da "
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Avaliação: debate dos presidenciáveis na Rede Globo em 02/10
by lucianohenrique
O evento de ontem, da Rede Globo, foi o melhor dos debates presidenciáveis até o momento. Simplesmente foram quatro blocos de candidatos questionando-se mutuamente, o que ajuda a manter o interesse. Era até difícil cochilar.
No debate anterior, da Record, Aécio havia se saído vitorioso, enquanto podíamos dizer que Dilma empatou com Marina. Agora, Aécio novamente se saiu vitorioso, mas com larga vantagem. Ele definitivamente reinou no debate e pode ter carimbado aí sua ida ao segundo turno. Já Marina desta vez perdeu para Dilma. A candidata do PSB parecia mais irritada, mas ao mesmo tempo desanimada, que o costumeiro.
O cansaço da campanha pode ser um motivo para esse cansaço. Outro motivo (mais provável) é a desconstrução feita do PT contra Marina. Simplesmente, Marina está abalada. Se isso vai ser suficiente para tirá-la do segundo turno eu não sei.
Antes de falar mais do "trio" principal, preciso tratar de forma resumida os candidatos menores, que deviam começar a ficar de fora dos próximos debates para 2018. Minha sugestão é que somente candidatos acima de 5% nas pesquisas participem desses eventos, pois os pequenos quase sempre entram para não dizer coisa com coisa e atrapalhar.
Tomemos como exemplo o Sr. Eduardo Jorge. Basicamente, ele dedicou-se a fazer duas perguntas servindo como linha auxiliar de Dilma. Na primeira, era para ele perguntar sobre corrupção, mas optou por questionar sobre mulheres que morreram em decorrência do aborto. Momento ideal para Dilma fugir da pergunta e responder outra coisa qualquer. Depois, a questionou sobre saneamento, o que permitiu que ela respondesse que a questão é "muito importante". Para retribuir a ajuda, Dilma também chamou Eduardo Jorge para lhe questionar sobre o Pronatec. E, é claro, ele disse que é tudo muito importante. Patético e vergonhoso.
Pastor Everaldo foi o verdadeiro candidato que merece ser equiparado a alguns alimentos: Bolacha Água e Sal, Tapioca sem Recheio e Polenta sem Molho. As suas respostas parecem ser elaboradas para gerar uma espécie de transe no eleitor, tamanha a vacuidade. Bem, não colou. Pelo menos, ele fez as tradicionais escadinhas para Aécio Neves, principalmente ao questioná-lo sobre a corrupção. Nesses momentos, digamos que ele foi linha auxiliar de Aécio tanto quanto Eduardo Jorge foi de Dilma. Justiça seja feita, Everaldo também se deu bem em sua fala final ao citar a proposta de Dilma por diálogo com terroristas que assassinam pessoas. Tanto que Dilma pediu direito de resposta, no que não foi atendida. Fico imaginando que raios ela diria nesse direito de resposta. Talvez fosse algo assim: "olha, Everaldo errou, pois os terroristas não assassinam as pessoas, na verdades elas se suicidam". Enfim, Everaldo não leva zero por fazer a escadinha para Aécio e dar essa estocada final em Dilma.
Dos nanicos, Luciana Genro é um espetáculo. Simplesmente não há a menor base de comparação com os outros candidatos nanicos. E olhe que todas as propostas dela são um lixo bem fétido. Como esperado, ela também fez escada para Dilma logo na introdução do debate, ao perguntar sobre corrupção, dizendo que se o PT fez corrupção "é por alianças com a direita". Ou seja, os esquerdistas são anjos que se corrompem ao visitar o inferno, onde estão os direitistas. O problema seria ela explicar como a filha de Hugo Chavez tem 800 milhões de dólares no exterior, e como a fortuna de Cristina Kirchner cresceu 687% na Argentina. Mas falemos do aspecto técnico: em termos de guerra política, em linhas gerais, ela é extremamente competente, usando recursos como polarização, retórica de conflito, lançamento de culpas, shaming, a técnica da metralhadora e até encenações teatrais. Se fosse apenas pela técnica de guerra política, eu a definiria como a vencedora do debate, mas suas propostas vazias e a falta de foco a atrapalharam. Num cômputo geral, ela ficaria em segundo lugar, atrás de Aécio.
Mas e o Levy Fidelix? Digamos que ele foi um verdadeiro desastre. Logo de cara entrou nervoso e já foi questionado por Eduardo Jorge, que o constrangeu por causa de suas respostas no debate anterior. Jorge concluiu sua pergunta dizendo que Fidelix deveria pedir desculpas ao povo brasileiro por "homofobia". Fidelix engrossou o tom de voz e disse que Jorge não teria moral nenhuma por apoiar a maconha e o aborto, lembrando que o casamento entre homem e mulher está previsto na Constituição. Jorge disse que eles iriam se encontrar na Justiça, afirmando que Fidelix envergonha o Brasil. Fidelix disse que Jorge é quem envergonha o Brasil por fazer apologia de drogas. Bate-boca mesmo.
Em seguida, Fidelix, sem juízo, resolveu questionar logo quem: Luciana Genro. Ele falou de um suposto acordo pré-debate (para o debate anterior, da Record) com o marido de Luciana Genro, que esta última negou existir. Coitadinho. Fidelix deveria saber que acordo com ultra-esquerdista só se for na base da ata, com envio por e-mail para todos. Mas o pior foi a sessão de constrangimento que Luciana lançou sobre ele, chegando a compará-lo aos nazistas, rotulando-o como apologista de discurso de ódio, desumano, inimigo das minorias e daí por diante. Restou a ele ficar na defensiva. Em termos de guerra política, Fidelix merece um zero bem redondo. Não foi assertivo, mas agressivo, atacando sem direção e, pior, ficando na defensiva em vários momentos. Em resumo, enquanto atacava, atirava para lutar nenhum. Daí se defendia, o que é sempre um erro estratégico.
Marina, em um de seus raros bons momentos, demonstrou as contradições de Dilma a respeito da autonomia do BC. Como os leitores deste blog sabem, Dilma defendeu em 2010 (a autonomia do BC) o que criticou em Marina em 2014. Ou seja, mentiu na caradura. Marina deixou bem clara esta mentira de Dilma, que deveria ser explorada de forma bem taxativa por quem for para o segundo turno contra ela. Dilma disse que Marina "confundia autonomia com independência de forma deliberada". Marina explicou que a autonomia do BC permitira o combate a inflação sem interferência, lembrando que Dilma, como jamais foi sequer vereadora, não sabe o que é autonomia. Em uma bela tacada, Dilma desconstruiu de imediato o termo nova política e disse que é um absurdo alguém que defende a tal "nova política" exigir que alguém tenha carreira para ser presidente.
Em outro momento, Marina criticou Dilma por não ter apresentado seu programa de governo, além de não ter cumprido várias de suas metas. Como sempre, Dilma negou tudo e ainda afirmou que na gestão de Marina o diretor do Ibama foi demitido e preso. Rolou um bate-boca aí. No geral, Dilma saiu-se com ligeira vantagem, pois mente com mais habilidade do que Marina consegue desmascarar. Em resposta a Everaldo, Marina usou o tempo para desmascarar uma mentira de Dilma, a de que esta última teria "dado autonomia do Ministério Público". Mas como Marina afirmou, a autonomia do MP é garantida pela constituição.
Dilma, como sempre, se destacou por suas mentiras, como, por exemplo, dizer que "Aécio quer privatizar a Petrobrás". Ele retrucou dizendo que o PSDB privatizou setores importantes e disse para o eleitor imaginar o que seriam setores como siderurgia e a telefonia nas mãos do PT (em comparação com Petrobrás e os Correios). Ele foi muito bem aí. Aécio também lembrou outra mentira de Dilma: a de dizer que ele foi demitido. Na verdade, a ata do conselho da Petrobrás diz que ele renunciou ao cargo, recebendo honrarias e elogios. Dilma tentou negar o fato dizendo que Paulo Roberto Costa havia declarado que foi avisado antes da substituição de equipe. Aécio não retrucou por completo, mas lembrou que Dilma não negou as honrarias e ainda deixou Roberto sair com todos seus direitos, ao invés de lhe aplicar demissão por justa causa (na verdade, ele deveria lembrar que a versão que vale é a da ata). Ele fez muito bem em lembrar que vai reestatizar novamente a Petrobrás, que hoje está nas mãos de uma quadrilha colocada pelo PT lá.
Por fim, Aécio. Como linha auxiliar do PT, Luciana Genro entrou para acusar o tucano do jeito de sempre, falando de termos como "privataria", "mensalão mineiro" e dizendo que o PSDB não pode falar de corrupção pois é "o sujo do mal lavado". Ela basicamente repetiu seu discurso do debate da CNBB, com uma série de ataques. Acho que Aécio às vezes "trava" diante de Luciana (até por esta é uma exímia guerreira política), e não responde a todas as acusações. Pelo menos ele concluiu a resposta chamando-a de leviana (por que ela acusou-o de ter beneficiado a família com um aeroporto), dizendo que ela não está preparada para ser candidata à Presidência. Uma pena que ele não lembrou do Mensalão do PSOL neste momento. Mas como é diante de Luciana Genro, podemos dar um desconto.
Nas outras interações, como vimos anteriormente (com Pastor Everaldo e Dilma), Aécio já havia se saído muito bem. Um outro pequeno deslize ocorreu quando ele desafiou a "nova política" de Marina, perguntando onde ela estava durante o mensalão do PT. Ela disse que mensalão também ocorreu no PSDB e Aécio não deixou o partido. Ele disse que ela, enquanto ministra do meio ambiente, nomeou vários petistas que não conseguiram se eleger.Marina retrucou dizendo que o PSDB se juntou ao PT para atacá-la.
Dilma usou um truque dizendo que o PSDB "quebrou o Brasil três vezes". Aécio deu uma ótima resposta dizendo que pegou o Brasil com 916% de inflação por ano, levando-o para 7%. Boa resposta.
Em suma, é possível notar que Dilma tem um ponto a seu favor: a quantidade de mentiras que consegue proferir em uma velocidade maior que seus adversários conseguem refutar. Por outro lado, Marina parece ter perdido aos poucos essa capacidade e não parece preparada para um embate com Dilma, ao menos neste momento. Já Aécio Neves demonstrou, nos últimos 3 ou 4 dias, uma evolução nítida. Ele só precisa perder a mania de deixar alguns ataques sem resposta.
Uma dica para quem for para o segundo turno: revejam todas as propagandas eleitorais do PT, e todos os debates anteriores, e procurem não pelos argumentos, mas pelos "frames". Enfim, todas as frases de efeito que Dilma costuma dizer a todo momento, seja para atacar oponentes, seja para apregoar falsos méritos.
Entre os frames falsos incluem-se : "havia um engavetador geral da república no governo FHC", "antes não investigava, agora investiga", "hoje o Bolsa Família atende 55 milhões de pessoas" (na verdade são 11 milhões de benefícios).
A dica, enfim, é não deixar nada sem resposta, neutralizando mini-bloco por mini-bloco de discurso, em um esforço de desconstrução. Tendo feito esse tipo de pesquisa detalhada, a possibilidade de Dilma Rousseff ser derrotada no segundo turno é considerável, pelo que vimos neste debate. Potencial existe: basta aproveitá-lo.
Links para vídeos da entrevista, no site da Globo.com: 1 / 2 / 3
lucianohenrique | 3 de outubro de 2014 às 4:04 am | Tags: aécio neves, debate 2014, dilma rousseff, eleições 2014, guerra política, marina silva, petralhas, PSB, PSDB, PT | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-9dg
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[Novo post] Denise Abreu mostra evidências incontestáveis da panfletagem “por fora” dos Correios para o PT
lucianohenrique publicou: " Agora veremos um vídeo gravado pouco após o meio-dia desta sexta-feira, 3/10, mostrando as evidências do gravíssimo crime eleitoral a partir do uso dos Correios para envio de material do governo sem chancela ou comprovante de que houve postagem oficia"
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Denise Abreu mostra evidências incontestáveis da panfletagem “por fora” dos Correios para o PT
by lucianohenrique
Agora veremos um vídeo gravado pouco após o meio-dia desta sexta-feira, 3/10, mostrando as evidências do gravíssimo crime eleitoral a partir do uso dos Correios para envio de material do governo sem chancela ou comprovante de que houve postagem oficial. A cortesia vem da candidata a deputada federal Denise Abreu (PEN) por São Paulo.
Aqui está o vídeo:

Belíssimo trabalho! Isso é o que se chama "pegar com a boca na botija".
Para que você entenda toda a gravidade da situação, leia a matéria da Época Negócios, que explica mais este crime eleitoral do PT de forma claríssima:
Os Correios abriram uma exceção para o PT e distribuíram em São Paulo panfletos da presidente Dilma Rousseff sem chancela ou comprovante de que houve postagem oficial. A estampa, prevista em norma da própria estatal, serve para demonstrar que houve pagamento para o envio, de forma regular, da propaganda eleitoral. Sem ela, é difícil atestar que a quantidade de material distribuído corresponde ao que foi contratado pelo partido. O número declarado de panfletos distribuídos sem chancela dos Correios foi de 4,8 milhões.
A exceção para os petistas foi aberta a partir de um comunicado interno dos Correios em São Paulo, no qual a empresa autoriza, em caráter "excepcional", a postagem dos folders na modalidade de mala postal domiciliária (MPD). A Diretoria Regional Metropolitana, responsável pelo aval, atribui a medida a um problema na impressão dos quase 5 milhões de peças. O órgão é chefiado por Wilson Abadio de Oliveira, afilhado político do vice-presidente da República, o peemedebista Michel Temer.
"Está autorizada, em caráter excepcional, na AGF (agência franqueada) Santa Cruz, a postagem de 4.812.787 folders da candidata às eleições 2014 Dilma Vana Rousseff", diz o documento "Correios Informa" do dia 3 de setembro. "Devido a erro de produção gráfica, não foi confeccionada a respectiva chancela", acrescenta o comunicado. Documento dos próprios Correios determina, como "requisito mínimo", que cada santinho enviado pela mala direta domiciliária deve ter a chancela, com a descrição do nome e do CNPJ do candidato. Também deve constar o ano das eleições e a origem da postagem, entre outras inscrições.
Os santinhos foram remetidos para a Grande São Paulo e cidades do interior até o dia 12 de setembro, com mensagens regionalizadas. "Ela já faz mais por Campinas", dizem os folhetos distribuídos na cidade, apresentando uma sorridente Dilma, ao lado de Temer e Lula. O impresso destaca realizações em programas federais como o Mais Médicos e o Brasil Sorridente. "Mais cuidados, mais investimentos, mais futuro. Campinas pode sempre contar comigo", diz Dilma na propaganda.
A presidente aparece em desvantagem nas pesquisas de intenção de voto em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, o que levou o PT a determinar um reforço da campanha no Estado.
Justiça Eleitoral
A distribuição dos panfletos regionalizados sem estampa oficial fez parte dos carteiros se rebelar, ameaçando não entregá-los. Além disso, motivou denúncia das entidades que os representam à Justiça Eleitoral, que cobrou explicações à estatal.
Carteiros informaram que, ao questionarem seus chefes sobre os panfletos de Dilma, enviados em caixas aos setores dos Correios, foram orientados pelos gestores dos centros de distribuição a entregá-los como estavam.
O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect-ACS) em Campinas enviou carta ao diretor regional dos Correios no interior paulista, Divinomar Oliveira da Silva, filiado ao PT, cobrando esclarecimentos e providências urgentes quanto à distribuição.
"Ao contrário do que acontece com outros candidatos nas campanhas eleitorais, esse material da candidata Dilma está sendo distribuído aos carteiros sem qualquer chancela ou anotação que demonstre o pagamento por sua postagem, levando-nos a crer numa irregularidade eleitoral", reclamaram os carteiros por escrito, ameaçando enviar representação ao Tribunal Superior Eleitoral.
"No mínimo, é estranho o que ocorreu, por se tratar de uma candidata e do volume de material enviado. Os carteiros estão acostumados a fazer a entrega de material com chancela. Como você vai ter controle de que estão entregando 4 milhões ou dez milhões. É como entregar uma carta sem o selo", disse o coordenador-geral da entidade, Luís Aparecido de Moraes. A estatal disse que o pagamento foi à vista, com a emissão de recibos, e que a autorização "excepcional" está prevista em suas normas.
Os Correios são controlados pelo PT desde dezembro de 2010, com a nomeação por Dilma do sindicalista Wagner Pinheiro para a presidência da empresa. Ex-presidente da Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, Pinheiro é filiado ao PT do Rio De Janeiro. O partido assumiu o controle da empresa após a crise postal daquele ano, tirando a cadeira do PMDB. Com Pinheiro no comando, a empresa virou feudo do PT.
Resposta
Os Correios afirmam que o envio de material de campanha de Dilma Rousseff sem registros necessários ocorreu após pedido do PT para que o material de campanha não fosse perdido. "Excepcionalmente, quando, erroneamente, o material é impresso pela gráfica sem a chancela, para que a mala direta postal domiciliária não seja inutilizada, os Correios, após análise e pedido do cliente, autorizam em caráter extraordinário a postagem", justificou em nota. O pagamento para o envio do material foi feito à vista e a empresa enviou as notas que comprovam.
Em comunicado enviado um dia após a publicação da matéria, a empresa afirmou que a entrega de material sem chancela está prevista no item 2.2.3, e seus subitens, do Manual de Comercialização e Atendimento, assim como no 3.1.1, alíneas "f" e "g" do Guia Comercial Eleições publicado pela empresa.
"A postagem de objetos nas condições citadas pela matéria ocorreu em várias situações no processo eleitoral de 2014, para candidatos de vários partidos, e, em todos os casos, os serviços foram prestados conforme previsto nas normas da empresa. Levantamento parcial demonstra que a entrega de material eleitoral nessas condições foi realizada para candidatos dos seguintes partidos: PSDB, PMDB, PT, PR, PROS, PTN, PP, PV, DEM, PT do B, PDT, PTN", diz a nota dos Correios.
O controle das remessas é realizado na entrada, com "supervisão da quantidade e do valor pago", informou a empresa. No transporte, afirma, são usadas malas e contêineres com identificação. Na entrega, haveria vistoria do recebimento da carga e de sua saída. "E as unidades de distribuição são informadas sobre a situação de exceção dos objetos."
"Os Correios foram pagos pelo serviço de distribuição do material de campanha. Por tratar-se de serviço não continuado, não cabe a celebração de contrato, sendo realizados pagamentos a cada remessa", informou, em nota, o comitê petista.
Agora, não há mais o que negar. Nenhum partido chegou tão baixo na história do Brasil em termos do uso desonesto da máquina a seu favor. E olhem que ainda estamos aguardando a delação do doleiro Alberto Youssef, que promete ser ainda mais devastadora que a de Paulo Roberto Costa.
Belíssimo o trabalho de Denise Abreu, tendo a proatividade de coletar a evidência de uma fraude inaceitável. E mais importante ainda é o diálogo da candidata com o carteiro, mostrando que muitos deles são vítimas do aparelhamento, obrigados a se rebaixarem fazendo algo que não é de sua atribuição. Uma dica aos carteiros que não estão fechados com o partido: rebelem-se.
lucianohenrique | 3 de outubro de 2014 às 4:25 pm | Tags: aparelhamento estatal, companheirada, correios, denise abreu, eleições 2014, PEN, petralhas, PT | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-9dy
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[Novo post] Feldman coloca o dedo na ferida: “Brasil vive risco democrático com o PT” e cita o bolivarianismo. Petralhas estrebrucham com truques patéticos.
lucianohenrique publicou: " Hora de dialogarmos com o texto Feldman radicaliza e e Rossetto o enquadra, publicado no Brasil247, mostrando que a BLOSTA perdeu as estribeiras. Comecemos: O coordenador de campanha da candidata Marina Silva (PSB), Walter Feldman, radicalizou nes"
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Feldman coloca o dedo na ferida: “Brasil vive risco democrático com o PT” e cita o bolivarianismo. Petralhas estrebrucham com truques patéticos.
by lucianohenrique
Hora de dialogarmos com o texto Feldman radicaliza e e Rossetto o enquadra, publicado no Brasil247, mostrando que a BLOSTA perdeu as estribeiras.
Comecemos:
O coordenador de campanha da candidata Marina Silva (PSB), Walter Feldman, radicalizou nesta sexta-feira 3 ao dizer que o Brasil corre "risco democrático" se a presidente Dilma Rousseff (PT) for reeleita. A petista, classificada por ele como "autoritária", poderá fazer um "segundo mandato bolivariano", afirmou.
Não há nada de radical nisso. É apenas o óbvio. Quem estudou a trajetória de devastação econômica, com saqueamento de estados, censura de mídia e implantação de coletivos não-eleitos para esmagar o Congresso sabe que o plano do PT é exatamente igual ao plano que já deu certo em países como Venezuela e Argentina. O primeiro, por exemplo, já não é quase uma civilização mais, com racionamento de alimentos, economia destruída e violência endêmica (Caracas é a capital mais violenta do mundo). A Argentina caminha rapidamente para isso. Feldman até pegou leve. Aqui segue dica de como desconstruímos todo o discurso petista em prol do bolivarianismo.
"Corremos risco democrático", declarou o ex-tucano em teleconferência promovida pela consultoria GO Associados. Ele dise ainda que Dilma tenta limitar a liberdade de imprensa no País e que um eventual segundo mandato da petista corre o risco de ter "características bolivarianas".
Ótimo. Eu só quero ver como vai reagir o PSB, que participa o Foro de São Paulo, cujos líderes organizam implementações bolivarianas. Aliás, uma coisa: não é que o segundo mandato petista "corre o risco" de ter "características bolivarianas". Ele já tem. Ela só não conseguiu implementar tudo o que quis, mas está tentando, como o decreto para que os coletivos não-eleitos esmaguem o Congresso, que ainda não foi derrubado. A próxima meta deles é censura a mídia usando eufemismos cínicos e canalhas como "democratização dos meios de comunicação" e "regulação econômica dos meios de comunicação". Censura na cara dura.
Segundo ele, Dilma tenta transformar o governo em uma estrutura de perseguição. O governo tem afastado, segundo Feldman, os investidores nacionais e internacionais, que temem pela "segurança da democracia" brasileira e da "estabilidade" do País. Já Marina, se for eleita, diz, trará uma "ventania de confiança no mercado interno e internacional".
De novo: não é que "tenta transformar". Ela já transformou o governo nessa estrutura, haja vista a baixaria que a OAB tem feito com Joaquim Barbosa, negando a reativação de seu registro apenas por que ele condenou mensaleiros.
As declarações foram rebatidas com veemência por Miguel Rossetto, que se licenciou do ministério do Desenvolvimento Agrário para coordenar a campanha de Dilma. "Esta declaração é uma vergonha. Desrespeita a democracia e o povo brasileiro", disse. Rossetto ressaltou que "nem a ditadura baniu a esquerda, o PT e o povo da vida democrática".
Para o líder petista, "Walter Feldman deveria pedir desculpas imediatamente" por suas afirmações. "Responderemos a essas declarações com uma grande vitória democrática no domingo", anunciou.
A declaração de Rossetto é pura palhaçada. Não passa do truque de shaming a partir de recursos desonestíssimos. Tirar o PT do poder pela via democrática não tem nada de "banimento de esquerda" nem de "banimento do povo", até por que o PT não representa a esquerda (há vários outros partidos de esquerda, e raros tão totalitários quanto o PT) e muito menos representa o povo (que é muito mais do que a "companheirada" de sindicatos, ONGs e grupos que vivem mamando nas tetas do estado).
Ah, em relação à "vitória democrática" no domingo? Bem, o PT tem apresentado casos de aparelhamento estatal completamente anti-democráticos. Se o PT vencer, é uma vitória de tiranetes, que tem corrompido a democracia do Brasil com aparelhamento estatal e uso de coletivos não-eleitos para o maior rol de baixarias que a extrema-esquerda é capaz de conceber. A vitória da oposição é um fôlego para a democracia.
Por fim, é o PT que devia se desculpar por estar implementando uma ditadura em nosso país, quebrando todos os contratos sociais dignos de uma civilização sadia.
Ao candidato Aécio: agora abriu a porteira! E esperamos declarações ainda mais contundentes desafiando o bolivarianismo vindas por parte do PSDB.
lucianohenrique | 3 de outubro de 2014 às 5:42 pm | Tags: democracia, dilma rousseff, ditadura, eleições 2014, guerra política, marina silva, petralhas, PT, walter feldman | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-9dG
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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim
“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”
(Diário de Santa Faustina, n. 1037)






