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    domingo, 15 de dezembro de 2013

    Papa Francisco responde críticas de conservadores: "Não sou marxista"


























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    domingo, 15 de dezembro de 2013 16:47 BR
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    Sobre a Thomson Reuters


    domingo, 15 de dezembro de 2013 16:05 BRST

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    1 de 1Versão na íntegra

    Por Philip Pullella

    VATICANO, 15 Dez (Reuters) - O papa Francisco, em resposta às críticas de conservadores de que suas ideias econômicas e sociais respingam no comunismo, disse para um jornal italiano neste domingo que não é marxista, mas mesmo marxistas podem ser boas pessoas.

    Francisco também negou que pretende nomear uma cardeal feminina, disse que está fazendo um bom progresso para sanear as finanças do Vaticano e confirmou que vai visitar Israel e a Palestina no ano que vem, segundo o La Stampa.

    Mês passado, um programa de rádio ancorado por Rush Limbaugh, que tem muitos fãs nos Estados Unidos, criticou o papa por comentários sobre a economia mundial.

    Limbaugh, que não é católico, disse que partes do documento eram "marxismo puro saindo da boca de um papa" e sugeriu que alguém escreveu o documento papal por ele. Também acusou o papa de passar dos limites do catolicismo e ser "puramente político".

    Em resposta às acusações, que iniciaram um debate na mídia e nos blogs mês passado, Francisco, membro da ordem dos jesuítas, associada a políticas sociais progressistas, disse que "a ideologia marxista é errada, mas, na minha vida, conheci muitos marxistas que são boas pessoas, então não me sinto ofendido".

    Ele também foi criticado por outros conservadores.

    No documento do mês passado, considerado uma plataforma do seu papado, Francisco atacou o capitalismo como "uma nova tirania" e disse que "a economia de exclusão e desigualdade" matou pessoas ao redor do mundo.

    Na sua resposta aos críticos, Francisco disse que não estava falando como um "técnico, mas de acordo com a doutrina social da Igreja Católica Romana, e isso não o transforma em um marxista". Ele disse que estava apenas tentando mostrar "um recorte do que estava acontecendo" no mundo. Continuação...

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    Refutando o evangelismo anti-Israel








    Posted: 15 Dec 2013 12:00 AM PST




    Refutando o evangelismo anti-Israel

    Gerald McDermott confronta uma tendência preocupante



    Mark Tooley



    O ativismo anti-Israel nos círculos protestantes dos EUA aumentou em anos recentes, principalmente entre algumas elites evangélicas. As elites das principais denominações protestantes são contra Israel há décadas. No ano passado, importantes líderes de várias denominações protestantes históricas exortaram o Congresso dos EUA a reconsiderar sua ajuda militar a Israel, levando organizações judaicas a cancelar seu diálogo com as igrejas protestantes. O que tem maior importância política são as pressões feitas para mudar os evangélicos, afastando-os de sua afinidade historicamente forte para com Israel.



    Em anos recentes, evangélicos anti-Israel têm realizado uma conferência chamada "Christ at the Checkpoint" (Cristo no Posto de Controle) em Belém apresentando alguns proeminentes evangélicos dos EUA. A conferência do ano passado incluiu o evangelista Tony Campolo, conselheiro espiritual do presidente Bill Clinton, e Joel Hunter, pastor de uma mega-igreja na Flórida e conselheiro espiritual do presidente Barack Obama. A próxima conferência "Christ at the Checkpoint" apresentará Geoff Tunnicliffe, presidente da Aliança Evangélica Mundial. Haverá também um pastor de Dallas, dos batistas do Sul dos EUA, apesar de que sua denominação apoia fortemente Israel. Outro palestrante será Gary Burge da Faculdade Wheaton, um proeminente escritor que sempre critica Israel. Burge é professor numa das mais prestigiosas faculdades evangélicas dos EUA. O sentimento anti-Israel entre as elites evangélicas é mais forte nos meios acadêmicos e em organizações de assistência e missões.


    Em novembro a Aliança para Batistas, uma denominação batista esquerdista, realizará a conferência "Waging Peace and Justice in Palestine" (Lutando por Paz e Justiça na Palestina) em Washington, D.C. numa proeminente Igreja Batista do Calvário, que o presidente Obama tem frequentado. O palestrante de destaque será um pastor luterano palestino que em 2009 apoiou o manifesto cristão anti-Israel "Kairos Palestine: A Moment of Truth" (Kairos Palestina: Momento da Verdade), que organizações protestantes do Ocidente muitas vezes citam.


    E em dezembro, a organização Evangélicos pela Ação Social (Evangelicals for Social Action, ou ESA) realizará na Filadélfia um evento semelhante, mas muito maior, de defesa da causa palestina chamado "Impact Holy Land" (Provoque Impacto na Terra Santa), apresentando proeminentes clérigos palestinos e evangélicos dos EUA. ESA é agora co-presidida pelo acadêmico pentecostal Paul Alexander, que ajudou a promover a Sociedade de Estudos Pentecostais numa direção mais pró-Palestina numa reunião de 2012 na Universidade Regent de Pat Robertson.


    O ativismo anti-Israel nas principais denominações protestantes é muitas vezes motivado pela Teologia da Libertação, que persiste em sobreviver nessas denominações. Para os evangélicos, a preocupação é com os cristãos palestinos, esperança de relações melhores com os muçulmanos, pacifismo neo-anabatista desapontado com a força militar israelense e desilusão com o forte apoio que a velha Direita Evangélica dá a Israel.


    Respondendo a essas tendências, o teólogo anglicano Gerald McDermott da Faculdade Roanoke na Virgínia recentemente defendeu o apoio cristão a Israel diante de uma audiência em grande parte esquerdista na reunião do Conselho Internacional de Cristãos e Judeus em Chicago, recebendo uma resposta mista. Seus argumentos são dignos de uma audiência maior.


    As críticas aos evangélicos pró-Israel são principalmente que a motivação deles está numa teologia dos tempos finais, polêmica até mesmo entre cristãos conservadores. McDermott ofereceu argumentos históricos e pragmáticos mais amplos para a amizade cristã com Israel.


    McDermott citou o infame artigo de 2006 no London Review of Booksescrito pelos especialistas acadêmicos de política externa John Mearsheimer e Stephen Walt que alegam que um "lobby pró-Israel" manipula a política externa dos EUA e que está "longe do que os interesses nacionais sugeririam." Ele também mencionou a necessidade de compreendermos mais profundamente o sionismo cristão, que tem raízes na religião civil americana. O sionismo cristão que em grande parte é criticado e caricaturado se originou no dispensacionalismo pré-milenista do século XIX fundado pelo pastor inglês John Nelson Darby e popularizado pelo comentarista bíblico Cyrus Scofield. Esse dispensacionalismo sustentava que os judeus por direito retornariam à sua pátria antes da volta de Cristo.


    Os modernos seguidores de Darby incluem Jerry Falwell, Tim LaHaye, Hal Lindsey e John Hagee. McDermott comenta que os críticos se queixam de que essa espécie de sionismo tende a "ignorar as legítimas necessidades dos palestinos, a apoiar Israel no certo ou errado e até mesmo pensar que Israel não pode errar, a ver o conflito do Oriente Médio em termos religiosos e a ignorar os cristãos nativos da região — ambos judeus e árabes."


    O interesse dos cristãos num retorno dos judeus a Sião realmente vem de antes de Darby, relembrou McDermott. Esse interesse vem principalmente dos puritanos da Inglaterra e dos EUA no século XVII. Jonathan Edwards, teólogo e filósofo americano do século XVIII sobre o qual McDermott escreveu cinco livros, abraçava essa perspectiva. O amor que os primeiros calvinistas dos EUA tinham pelos judeus realmente vacinou os Estados Unidos contra as formas mais venenosas do antissemitismo da Europa, McDermott sugeriu. Esse amor aos judeus era impulsionado em grande parte por cristãos que notaram que o Antigo Testamento se refere à "terra" 2.500 vezes, que no centro da aliança de Deus com Israel está a promessa dessa terra, e que a volta dos judeus à terra nos últimos dois séculos é um cumprimento parcial de profecias bíblicas.


    Nesse meio tempo, o amor protestante aos judeus na Inglaterra do século XIX estimulou o sionismo cristão a levar à Declaração de Balfour em 1917 que afirmava apoio a um Estado judaico. Alguns sionistas ingleses desenvolveram a teoria de que Deus julga as nações pelo modo como elas tratam os judeus, contrastando a Espanha, que expulsou os judeus em 1492 e entrou em decadência máxima, com a Inglaterra, que obteve crescente glória depois que Comunidade Puritana sob Oliver Cromwell convidou os judeus a voltarem depois de quatro séculos.


    Na mente desses sionistas cristãos estava a promessa divina a Abraão em Gênesis 12:3: "E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra." (Gênesis 12:3 ACF)


    Alguns sionistas cristãos americanos hoje, tais como Richard Land, proeminente líder dos batistas do Sul, também comumente citam essa passagem.


    Os evangélicos do século XX se alegraram com a criação de Israel em 1947 enquanto os protestantes esquerdistas eram muitas vezes mais ambivalentes. As afirmações de católicos e protestantes liberais sobre a aliança espiritual eterna de Deus com os judeus tipicamente omitem toda conexão à terra de Israel, que muitos parceiros inter-religiosos "acreditam que é uma manifestação indispensável da aliança."


    McDermott tratou de como os cristãos devem ver a ocupação da Margem Ocidental, que os protestantes esquerdistas e alguns evangélicos não sionistas rotineiramente denunciam. Ele disse que a "acusação de ocupação ilegal precisa… se rejeitada" porque "Israel tem feito esforços repetidos para cumprir as estipulações da ONU para os territórios, enquanto seus vizinhos árabes não." E ele citou a disposição de Israel no Acordo de Oslo de 1993 de ceder 92 por cento da Margem Ocidental, o que os palestinos rejeitaram, como o exemplo mais recente. McDermott comentou que os judeus têm habitado a antiga Samaria (a Margem Ocidental) por mais de 3.000 anos, enquanto muitos antissionistas exigem uma Margem Ocidental livre de judeus como requisito para a paz. "Qual outro país tem sido obrigado a entregar terra que ganhou numa guerra defensiva?" perguntou ele. "Os alemães desalojados de Königsberg clamam e se manifestam para que a cidade alemã lhes seja retornada pelos russos vitoriosos?"


    Hoje a maioria dos sionistas cristãos "geralmente acha que precisamos de mais humildade ao criticar os israelenses pelo modo como tratam os palestinos — particularmente quando a muito criticada cerca (mais popularmente conhecida como "a muralha") praticamente eliminou os suicídios de homens-bombas que ocorriam toda semana," disse McDermott. "Eles ficam pensando qual seria nossa reação se sofrêssemos, regularmente durante vários anos, uma sucessão de ataques como o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, num país do tamanho do pequeno estado de Nova Jérsei ou quase vinte vezes menor do que a Alemanha, onde praticamente todo mundo conhece alguém que foi morto ou mutilado." Eles também notam que os críticos de Israel hipocritamente condenam Israel por alegados abusos de direitos humanos, mas tipicamente ignoram o Irã, a Síria, a China, a Coreia do Norte e a Arábia Saudita.


    McDermott sugeriu razões pragmáticas não teológicas para adotarmos uma postura pró-Israel, tal como sua condição como a "única democracia liberal do Oriente Médio — que pois oferece o melhor ambiente para o progresso humano — mas também porque é bom para os palestinos." Israel é o único país do Oriente Médio com "liberdades de expressão e imprensa, sindicatos trabalhistas livres e liberdade religiosa — para mulheres, minorias étnicas e religiosas e homossexuais." Em geral, os 1,3 milhão de árabes israelenses são os "mais bem educados, os mais saudáveis e os mais bem alimentados palestinos do Oriente Médio," graças principalmente à sua "cidadania ou outra participação no Estado israelense." Enquanto isso, os palestinos sob a Autoridade Palestina têm recebido per capita todo ano mais assistência externa do que o salário anual médio no Egito. Contudo, Jimmy Carter, um batista esquerdista, e outros rotineiramente denunciam Israel por praticar o "apartheid," muito embora os palestinos em Israel tenham direitos de cidadania.


    "Não importa como Israel responda à atual crise política, os sionistas cristãos continuarão a acreditar que a terra de Israel permanece teologicamente importante e que os judeus continuam a ter um papel importante na história da redenção," concluiu McDermott. "Essa é a contribuição que os sionistas cristãos têm feito para os debates cristãos sobre Israel." Diferente de cristãos mais liberais, os evangélicos têm "insistido em que a igreja cristã não substituiu os judeus, que as alianças antigas e novas eram integralmente conectadas na época de Jesus e permanecem assim hoje, e que se a aliança com Israel é eterna então a promessa da terra é também ainda importante."


    Esperemos que a mensagem de McDermott sobre cristãos e Israel, unidos tanto pela fé comum quanto pelo respeito à liberdade democrática, repercutirá entre cristãos que em outras questões são teologicamente divididos pela exata importância teológica de Israel. Entretanto, mais livros e artigos precisarão ser escritos para refutar eventos como "Christ at the Checkpoint" cujo alvo são os pastores e jovens evangélicos principalmente com apelos superficiais por paz e solidariedade.


    Traduzido por Julio Severo do artigo do American Spectador: Countering Anti-Israel Evangelism




    Leitura recomendada:
































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    [Catolicos a Caminho] LITURGIA DA PALAVRA 3o DOMINGO DO ADVENTO - A - Som !

     











    É de aconselhar que se leia primeiro toda a Liturgia da Palavra. 


    • 3º DOMINGO DO ADVENTO - ANO A! 







    És tu Aquele que há-de vir ou devemos esperar outro ?


    A Liturgia da Palavra deste 3º Domingo do Advento – A, é um anúncio de Esperança : Alegrai-vos, a libertação está próxima.
    A alegria cristã não está dependente do capricho dos nossos estados de alma, ou da maneira como corre a nossa vida.
    O Cristão, mesmo no meio das contrariedades e durezas da existência, mantém-se alegre, porque a sua alegria se enraíza na fidelidade de Deus, manifesta em Jesus Cristo.
    E, descobrir Jesus Cristo na fé, fazendo com que os outros O conheçam, é a única «boa notícia» que dá a alegria verdadeira.
    A 1ª leitura do livro do profeta Isaías, diz que, em termos que lembram a marcha para a Terra Prometida, do regresso dos cativos de Jerusalém, a alegria da restauração de Judá, é a manifestação e realização da História da Salvação.
    O regresso a Jerusalém, símbolo da salvação, traz em si a renovação da natureza e a transformação do homem.
    - "Dizei aos corações perturbados : «Tende coragem. Não vos assusteis. Aí está o vosso Deus ! É a Sua vinda justiceira, é Deus que vem retribuir. Ele próprio vem salvar-vos».(1ª Leitura).
    Nos tempos messiânicos, Jesus, libertando os homens da opressão do pecado, da dor, da morte e da inquietação, manifestar-nos-á que chegou a salvação e o resgate total e redentor dos homens.
    Assim o pede e proclama o Salmo Responsorial :
    - "Vinde, Senhor, salvai-nos".
    Na 2ª Leitura, S. Tiago diz-nos que a paciência não é uma resignação passiva.
    É a expectativa do agricultor entre a sementeira e a colheita; é a coragem dos mártires; é a sabedoria de Job.
    - "Esperai com paciência a vinda do Senhor. Vede como o agricultor aguarda pacientemente o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e últimas chuvas".(2ª Leitura).
    Neste tempo que vai até à Sua Vinda Gloriosa, Cristo continua a agir no mundo.
    Por isso, os cristãos «devem avançar na santidade com entusiasmo e alegria, esforçando-se por superar as dificuldades com prudência e paciência»(AA 4).
    O Evangelho é de S. Mateus e diz-nos que João não tem dúvida alguma de que Jesus seja o Enviado de Deus, Aquele que todos os profetas e ele próprio anunciaram.
    No entanto, sentia-se um pouco inquieto, por ver que o Messianismo de Jesus não se manifestava em poder, terreno de juízo ou vingança.
    - "João Baptista ouviu falar, na prisão, das obras de Cristo e mandou-Lhe dizer pelos seus discípulos : «És tu Aquele que está para vir, ou devemos esperar outro?». (Evangelho).
    Jesus, dando um belo testemunho de João, precisa a natureza dos tempos messiânicos – tempos de perdão e graça, de misericórdia e redenção, inaugurados pelos milagres do Senhor.
    E quando, como aconteceu com João Baptista, há um momento de desânimo, de obscuridade e de dúvida, a evocação da Palavra de Deus e dos sinais que acompanham a suja presença eficaz, basta para restituir a confiança.
    O processo de libertação das ecravidões e condicionamentos interiores e exteriores do homem, ameaça fazer-nos perder de vista a última esperança, de tal modo é urgente o dever de revolucionar as estruturas desumanizantes, de consciencializar os homens e de lhes restituir a dignidade e a autonomia de pessoas.
    Por outro lado, com muita frequência a indolência e o egoísmo de alguns cristãos obscurecem e debilitam o anúncio da libertação de Jesus, cujos sinais estão, hoje, na sua dedicação aos pobres, aos marginalizados, às minorias; na defesa dos direitos da consciência, no partilhar realmente e até ao fim da sorte dos que não têm esperança.
    Deus quer a felicidade dos homens, o seu bom êxito.
    Os cristãos devem saber que a Boa Nova da salvação é uma mensagem de alegria e de libertação.
    Os cristãos dispõem de muitos modos para comunicar a alegria que os anima, embora estejam expostos às contradições e a serem julgados absurdos por alguns; trata-se de uma alegria extraordinariamente realista e que exprime a certeza de que, apesar das dificuldades e aparentes contradições, o futuro da humanidade está a ser construído; certeza essa baseada na vitória de Cristo.
    As alegrias mais espontâneas no homem são as provenientes das seguranças da vida quotidiana, recebidas como bênçãos de Deus : as alegrias da vindima e da colheita, as do trabalho bem feito ou do merecido repouso, a de uma refeição fraterna, a de uma família unida, a do amor, de um nascimento; tanto as alegrias ruidosas das festas como as alegrias íntimas do coração.
    Mas existe uma alegria ainda mais profunda : a daqueles que se fazem pobres diante de Deus e tudo esperam dele e da fidelidade à sua lei.
    Nada pode, então, diminuir essa alegria, nem mesmo a provação.
    A alegria de Deus é força.
    A Alegria da Igreja (do cristão) na sua condição terrestre é a alegria própria do tempo da construção.
    A celebração eucarística, em torno das duas mesas, a da Palavra e a do Pão, constituem um dos terrenos privilegiados em que se deve comunicar e experimentar, de certo modo, a verdadeira alegria que Jesus Cristo nos veio trazer.
    É que Jesus veio como Messias para dar cumprimento ao plano da História da Salvação. ................
    Diz o Catecismo da Igreja Católica :
    719. – João é «mais do que um profeta»(Lc.7,26). Nele, o Espírito Santo consuma o «falar dos profetas». João termina o ciclo dos profetas inaugurado por Elias. Anuncia iminente a consolação de Israel; ele é a «voz» do Consolador que vai chegar(Jo.1,23). Tal como o fará o Espírito de verdade, «ele vem como testemunha, para dar testemunho da luz»(Jo.1,7). A respeito de João, o Espírito cumpre assim as «indagações dos profetas» e o «desejo» dos anjos(1 Pe.1,10-12) : «Aquele sobre Quem vires o Espírito Santo descer e repousar, é que baptiza no Espírito Santo. Ora, eu vi e dou testemunho que Ele é o Filho de Deus(...)Eis o Cordeiro de Deus». (Jo.1,33-36). 





    Aquele sobre Quem vires os Espírito Santo ... 
    é que baptiza no Espírito Santo. 






    [hagiografia] 15 de Dezembro - São Mesmino, Confessor (+ França, séc. VI)

     


    15 de Dezembro 

    • São Mesmino, Confessor 

    (+ França, séc. VI) 


    Fundou o mosteiro de Micy, perto de Orléans, numa propriedade que o rei Clóvis lhe dera. Foi o primeiro abade desse mosteiro e teve como discípulos São Calásio e Santo Avito.





    Voz da Igreja + 3º Domingo do Advento, o Domingo Gaudete




    Voz da Igreja +





    Posted: 15 Dec 2013 06:24 AM PST







    NESTE terceiro domingo do Advento, o Domingo Gaudete, da alegria, o Evangelho narra uma decepção. São João Batista está preso na fortaleza de Maqueronte, por ordem do rei Herodes, e, ali, anseia o cumprimento da profecia de Isaías: "O Senhor manifestará a seus servos seu poder, e aos seus inimigos sua cólera" (66, 14). Em seu exílio, João espera Aquele que "tem a pá na mão e limpará a sua eira", que "recolherá o trigo ao seu celeiro, mas queimará as palhas num fogo inextinguível" (Lc 3, 17).





    vozdaigreja.blogspot.com



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    [Catolicos a Caminho] HISTÓRIA DA SALVAÇÃO 3o DOMINGO DO ADVENTO - A - MESSIAS ESCONDIDO Sokm !

     














    • HISTÓRIA DA SALVAÇÃO 




    (006) ONDE SE ESCONDEU O MESSIAS... 


    (3º Domingo do Advento – A) 




    «És Tu Aquele que está para vir ou devemos esperar outro ?»


    - «Tende coragem, não temais ; aí está o vosso Deus, Ele próprio vem salvar-vos». (Is.35,4).
    São palavras de Isaías da 1ª Leitura de hoje, de certo modo recomendadas por João Baptista.
    Mas nós olhamos à volta, neste mundo desorientado e sem esperança, e vem a propósito perguntar :
    - Onde está escondido o Messias ?...
    Os símbolos da presença cristã, correm o risco de se reduzirem a meros vestígios do passado, e está em curso a tentativa de fazer prevalecer uma antropologia sem Deus e sem Cristo.
    Apesar deste vazio, uma coisa é certa, como sublinharam os Padres Sinodais :
    - O homem não pode viver sem Esperança, a sua vida perderia o sentido, tornando-se insuportável !
    Cumpre-nos a nós, cristãos, reafirmar esta convicção, acompanhada do nosso testemunho :
    - «É a fé em Jesus Cristo, fonte de Esperança que não desilude, o Dom que está na origem da unidade espiritual e cultural de todos os povos, e que pode construir, também hoje como no futuro, um contributo essencial do seu progresso e integração».
    Esse Cristo, que pelo Espírito nos foi comunicado como uma unção espiritual, não pode ficar escondido no coração dos crentes.
    Ele tem de ser anunciado por nós, como sentido da nossa vida e o Messias do nosso tempo.
    O Advento de Jesus à nossa história e ao nosso mundo faz-se pela Incarnação do Filho do Homem, o Messias que não pode ficar escondido.
    Ele significa a erupção de Deus nas nossas vidas, para que o sonho de Deus acerca do homem não fique definitivamente escondido e comprometido no holocausto das nossas mútuas violências.
    Mas essa vinda e essa presença fazem-se :
    - Na discrição dos sinais.
    - Na pobreza dos meios.
    - No despojamento dos poderes.
    Para que não sejam confundidas com qualquer messianismo vingador e triunfalista.
    E perguntamos de novo :
    * Nós os cristãos seremos capazes de O reconhecer ?
    * Seremos capazes de O identificar por detrás das mediações naturais, culturais e, sobretudo, pessoais ?
    * Jesus vem de novo e continuará a vir, mas nós ainda seremos capazes de ir ao seu encontro ?
    * O Messias não continuará escondido no meio de nós ?
    * É a Ele que procuramos quando nos atropelamos nos centros comerciais, quando discriminamos as nossas relações e rejubilamos nas nossas desforras ?
    * Qual o lugar que lhe reservamos no nosso dia-a-dia e no quotidiano das nossas amizades e intimidades pessoais ou profissionais ?
    ... Uma série de perguntas a que só nós podemos e sabemos responder para ficarmos com a certeza de que o Messias não pode ficar escondido e possa dar às nossas vidas um destino segundo o Plano da História da Salvação. 




    John
    Nascimento 



















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    Atividade nos últimos dias: 




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    [Catolicos a Caminho] TEMPO DO ADVENTO (15) DEUS CONNOSCO NÃO HÁ QUE TEMER Som !

     












    • TEMPO DO ADVENTO  




    -(15) DEUS CONNOSCO NÃO HÁ QUE TEMER 







    -"Não tenhas receio, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo". (Lc.1,30-32).


    Esta narração de hoje, de Lucas, está em relação com uma anterior em que aparece o mesmo mensageiro, o anjo Gabriel.
    A cena, porém, é outra, porque deixa de ser no Templo e em funções litúrgicas em Jerusalém, para se realizar numa simples aldeia da Galileia.
    Nazaré era uma aldeia singularmente insignificante naquele tempo e nunca foi mencionada no Antigo Testamento.
    Há também uma situação diferente porque Zacarias e Isabel eram já idosos e Isabel foi sempre estéril, enquanto Maria é ainda uma jovem, e assim, a acção de Deus nas suas vidas, no caso de Maria e de José é radicalmente nova.
    Essa novidade assenta na dupla insistência da virgindade de Maria, no texto da Lucas :
    - "Ao sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma VIRGEM desposada com um homem chamado José, da casa de David, e o nome da VIRGEM era Maria".(Lc.1,26-27).
    Enquanto em todas as prévias intervenções de Deus para o nascimento de uma criança, era suposto que houvesse uma cooperação humana do casal em vida conjugal, o caso da concepção de Maria, reveste-se de uma criação activa de Deus.
    A narração da Anunciação de Lucas aponta Maria como o recipiente da revelação de Deus.
    Maria é bem-vinda e abençoada porque Deus a escolheu para o Seu plano salvífico, o que o anjo confirma, dizendo-lhe que ela é "bem-aventurada".
    O Anjo disse-lhe :
    - "Salve ò cheia de graça, o Senhor está contigo".(Lc.1,28).
    Maria foi "bem-aventurada" por conceber o Filho de Deus.
    Esta expressão "o Senhor está contigo" é muito frequente em toda a Sagrada Escritura para assegurar a presença de Deus.
    Assim como é usada na Liturgia Cristã, também é uma garantia da presença e da protecção de Deus.
    E a prova disso é que, apesar dos obstáculos que Maria apresenta, a presença de Deus nela será realizada.
    Maria ficou confusa perante o que o anjo lhe anunciou, mas ficou segura, pelo que o anjo lhe disse, de que conceberia no seu ventre, e daria à luz um filho que havia de se chamar Jesus (que significa Deus salva).
    O texto de Lucas, acrescenta :
    - "Será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo.(Lc.1,32).
    O Messias, segundo as profecias, devia ser descendente de David, da tribo de Judá.
    - "O ceptro não escapará a Judá, nem a autoridade à sua descendência, até à vinda do Pacífico, ao qual os povos obedecerão".(Gn.49,10).
    Estas palavras "até à vinda do Pacífico" são traduzidas por outros como "até que venha aquele ao qual o ceptro pertence".
    O anúncio de um rei de Judá, cujo domínio sobre o povo durará até que venha aquele a quem o ceptro pertence, pode referir-se também a David.
    Contudo, esta importante profecia foi sempre entendida em sentido messiânico, tanto na exegese cristã como na judaica.
    "Até à vinda do Pacífico, ou seja da paz messiânica, do rei pacífico por excelência.
    Para Maria isto ainda era muito confuso..
    ...................................
    Que grande mensagem esta também para nós, na certeza de que quando Deus está connosco, não temos nada a temer, não há ameaças que nos perturbem, não há erros que nos confundam, não há falsas promessas que nos arrastem.
    Só temos que viver na graça de Deus e dar testemunho da nossa fé pela rectidão da nossa vida pelo nosso grande amor a Deus e ao nosso próximo. 




    John
    Nascimento




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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo