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    domingo, 12 de janeiro de 2014

    Da Mihi Animas As cartas entre Francisco e as CEBs




    Da Mihi Animas





    Posted: 11 Jan 2014 12:05 PM PST












    Caríssimos, Salve Maria!






    Em resposta à Mensagem do Papa às chamadas " comunidades eclesiais de base", a mesma responde ao Santo Padre chamando-o de " querido irmão". É verdade que Francisco aboliu do Anuário Pontifício todos os elencos de títulos pertencentes ao Vigário de Cristo, deixando apenas o de " bispo de Roma", também em telefonema a um jovem, o próprio Francisco dispensou o tratamento de " Santidade", logo não achará nada estranho ser tratado pelos "cebistas" como um " irmão entre irmãos".






    Rezemos pela Igreja e pelo Papa






    ****






    No dia 07 de janeiro, papa Francisco enviou uma carta aos participantes do 13º Encontro Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base, realizado na cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará.






    Hoje, dia 11, o site das CEBs divulgou uma mensagem dos participantes do Intereclesial direcionada ao «querido irmão» como «agradecimento pela bela e profunda carta que nos enviou».






    Reproduzimos a seguir a mensagem na íntegra.






    Querido irmão, bispo de Roma e pastor primaz da unidade,






    Papa Francisco,






    Nós, cristãos e cristãs, leigos das comunidades eclesiais de base, agentes de pastoral, religiosos/as, diáconos, padres e bispos, assim como irmãos de Igrejas evangélicas e de outras tradições religiosas. Também tivemos conosco nesse encontro representantes de povos indígenas, quilombolas e ainda irmãos e irmãs, vindos de outros países da América Latina e Caribe, assim como de outros continentes. Todos nós que participamos do 13º Encontro intereclesial das comunidades eclesiais de base queremos expressar ao senhor nosso agradecimento pela bela e profunda carta que nos enviou e foi lida no início desse encontro. Sua carta nos chegou como uma luz a iluminar o caminho, reacendendo em nós a esperança numa Igreja, Povo de Deus.






    Aproveitamos a oportunidade para nos unir ao seu esforço por renovar as Igrejas da comunhão católico-romana, de acordo com a teologia e a espiritualidade do Concílio Vaticano II, relidas e atualizadas pelas necessidades do mundo atual e pela urgência de que nós, cristãos, escutemos "o que o Espírito diz hoje às Igrejas" (Cf. Ap 2, 7).






    Percebemos que a maioria da humanidade acolhe com gratidão o seu testemunho de homem de profunda simplicidade e que se revela discípulo de Jesus na linha do evangelho. Nós lhe agradecemos por fazer do ministério papal uma profecia contra a economia de exclusão, que hoje domina o mundo e defender os migrantes e clandestinos pobres da África e de outros continentes. Igualmente lhe agradecemos por reconhecer o papel da mulher na caminhada eclesial e esperamos que essa reflexão seja aprofundada.






    Aqui em Juazeiro do Norte, CE, diocese de Crato, as comunidades eclesiais de base reafirmam sua vocação, no jeito de ser Igreja das primeiras comunidades e também no espírito das missões populares e das casas de caridade do Padre Ibiapina, do padre Cícero Romão Batista, do leigo José Lourenço, assim como de tantas mulheres santas como Maria Araújo, irmãos e irmãs que nos precederam nesse caminho de sermos Igreja dos pobres e com os pobres, cebs romeiras do campo e da cidade, na comunhão com a Mãe Terra e toda a natureza. Aqui, acolhemos e nos solidarizamos com os povos indígenas, ameaçados no seu direito à posse de suas terras ancestrais e todos os dias vítimas de violência e até de assassinato. Também nos impressionou o relato de extermínio de jovens pobres e negros, em várias regiões do nosso país. E nos solidarizamos com a luta e resistência dos quilombolas e do povo lavrador, ameaçados pelos grandes projetos do Capitalismo depredador do ambiente e injusto para com a maioria da humanidade.






    Entre suas palavras e gestos, algo que nos toca muito de perto é o fato do senhor se apresentar como bispo de Roma e primaz da unidade das Igrejas. Essa atitude básica permitirá retomar o reconhecimento que o Concílio Vaticano II fez da plena eclesialidade das Igrejas locais e encontrar a profunda verdade que esse nosso encontro quer expressar, ao se chamar "intereclesial" de Cebs: um encontro de igrejas locais, reunidas a partir das comunidades eclesiais de base e desse modo da Igreja ser. Conte conosco nesse caminho e que Deus o ilumine e o fortaleça sempre.






    Despedimo-nos, nos comprometemos de sempre orar pelo senhor e por todas as suas intenções. Pedimos sua bênção apostólica e nos colocamos à sua disposição para vivermos juntos a justiça e a profecia a serviço da vida.






    Na festa do Batismo de Jesus de 2014.






    * * *






    Seguindo o exemplo de Francisco, os bispos presentes no Intereclesial também enviaram sua mensagem ao «Povo de Deus»:






    Irmãs e Irmãos,






    "Vós sois o sal da terra (...) Vós sois a luz do mundo" (Mt 5,13.14).






    Nós, bispos participantes do 13º Intereclesial de CEBs, em número de setenta e dois, como pastores do Povo de Deus, dirigimos nossa palavra a vocês participantes das Comunidades Eclesiais de Base com seus animadores e animadoras e demais irmãs e irmãos que assumem ministérios e outras responsabilidades.






    Em Juazeiro do Norte (CE), terra do Padre Cícero Romão Batista, na centenária diocese de Crato, nos encontramos com romeiros e romeiras, e com eles também nos fizemos romeiros do Reino.






    Acolhemos com muita a alegria a carta que o Papa Francisco enviou ao Bispo Diocesano D. Fernando Pânico trazendo a mensagem aos participantes do 13º intereclesial das CEBs e que foi lida na celebração de abertura.






    Participamos das conferências; dos testemunhos no Ginásio poli-esportivo, denominado Caldeirão Beato José Lourenço; de debates e grupos em diversas escolas (ranchos e chapéus) situadas em diversas áreas das cidades de Juazeiro e do Crato; das visitas missionárias às famílias e a algumas instituições; da celebração em memória dos profetas e mártires da fé, da vida, dos direitos humanos, da justiça, da terra e das águas realizada no Horto onde se encontra a grande estátua de Pe. Cícero comungando com a causa dos pobres: povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e demais sofredores e com a causa do ecumenismo na promoção da cultura da vida e da paz, do encontro. Tivemos também a grande alegria de participar da celebração eucarística de encerramento na Basílica de Nossa Senhora das Dores quando todos os presentes foram enviados para que no retorno às comunidades de origem possamos ser de fato sal da terra e luz do mundo.






    Estamos vendo como as CEBs, estando enraizadas na Palavra de Deus, aí encontram luzes para levar adiante sua missão evangelizadora vivenciando o que nos pede a todos o lema: "Justiça e Profecia a serviço da vida". Desse modo, cada comunidade eclesial vai sendo sal da terra e luz do mundo animando os seus participantes a darem esse mesmo testemunho.






    Muito nos sensibilizaram os gritos dos excluídos que ecoaram neste 13º intereclesial: gritos de mulheres e jovens que sofrem com a violência e de tantas pessoas que sofrem as consequências do agronegócio, do desmatamento, da construção de hidrelétricas, da mineração, das obras da copa do mundo, da seca prolongada no nordeste, do tráfico humano, do trabalho escravo, das drogas, da falta de planejamento urbano que beneficie os bairros pobres; de um atendimento digno para a saúde...






    Sabemos dos muitos desafios que as comunidades enfrentam na área rural e nas áreas urbanas (centro e periferias). Nossa palavra é de esperança e de ânimo junto às comunidades eclesiais de base que, espalhadas por todo este Brasil, pelo continente latino-americano e caribenho e demais continentes representados no encontro, assumem a profecia e a luta por justiça a serviço da vida. Desejamos que sejam de modo muito claro e ainda mais forte comunidades guiadas pela Palavra de Deus, celebrantes do Mistério Pascal de Jesus Cristo, comunidades acolhedoras, missionárias, atentas e abertas aos sinais da ação do Espírito de Deus, samaritanas e solidárias.






    Reconhecendo nas CEBs o jeito antigo e novo da Igreja ser, muito nos alegraram os sinais de profecia e de esperança presentes na Igreja e na sociedade, dos quais as CEBs se fazem sujeito. Que não se cansem de ser rosto da Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas e não de uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças, como nos exorta o querido Papa Francisco (cf. EG 49).






    Para tanto, reafirmamos, junto às Cebs, nosso empenho e compromisso de acompanhar, formar e contribuir na vivência de uma fé comprometida com a justiça e a profecia, alimentada pela Palavra de Deus, pelos sacramentos, numa Igreja missionária toda ministerial que valoriza e promove a vocação e a missão dos cristãos leigos (as), na comunhão.






    Com o coração cheio de gratidão e esperança, imploramos proteção materna da Virgem Mãe das Dores e das Alegrias.









    Juazeiro, 11 de janeiro de 2014, festa do Batismo do Senhor.














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    [*Exsurge Domini*] Resumo 3312

    Exsurge Domini *O site da evangelização*

    Mensagens neste resumo (1 Mensagem)

    Mensagem

    1.

    Cuando el desierto reverdece

    Enviado por: "fayna" fayna@teneyi.net   fayna1234

    Sáb, 11 de Jan de 2014 6:05 pm





    Yo el Señor…
    abriré en el desierto estanques de aguas,
    y manantiales de aguas en la tierra seca.
    Daré en el desierto cedros, acacias, arrayanes y olivos.
    Isaías 41:17-19.

    En el último y gran día de la fiesta,
    Jesús se puso en pie y alzó la voz, diciendo:
    Si alguno tiene sed, venga a mí y beba.
    Juan 7:37.






    Cuando el desierto reverdece

    En general, en el Sahara occidental de Marruecos, en primavera no hace calor, pero el clima siempre es seco. Sin embargo, el año 2006 fue excepcional, pues llovió en abundancia. ¡Nunca se había visto cosa semejante! Debido a la humedad, las plantas brotaron de la tierra con una rapidez increíble, y minúsculas flores amarillas crecieron en los arbustos que parecían secos. Todo cambió gracias a esa lluvia venida del cielo.

    Nuestra vida también puede parecerse a un desierto debido a relaciones que se degradan, a la sequía del corazón, a los pensamientos negativos, al encerrarse en sí mismo… Nos falta el agua que da la vida. Tenemos sed de esta agua viva, de un verdadero refrigerio espiritual en donde encontremos compasión, perdón y verdad en el amor. Pero, ¿dónde encontrar esta renovación de nuestro espíritu? No cavando en nosotros mismos ni en la sabiduría humana, sino yendo al Viviente, es decir, a Jesús.

    Cerca de un pozo, Jesús pudo decir a una mujer que venía a buscar agua: "Cualquiera que bebiere de esta agua, volverá a tener sed; mas el que bebiere del agua que yo le daré, no tendrá sed jamás; sino que el agua que yo le daré será en él una fuente de agua que salte para vida eterna" (Juan 4:13- 14). Esta vida lleva sus frutos. Si la hemos recibido podemos, al igual que un desierto que reverdece y florece, dar a los demás amor, alegría, paz, paciencia y bondad (Gálatas 5:22).



    para saber mas
    puedes leer los siguientes cómic bíblicos,
    totalmente literales con la Biblia..

    PICA EN LOS SIGUIENTES ENLACES.

    evangelio de San Juan en cómic, versión literal .

    Hechos de los Apóstoles en cómic, versión literal.

    Jonas en cómic, versión literal

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    Blogueros con el Papa VIDA EN EL INSTANTE DE LA FECUNDACIÓN


    Blogueros con el Papa


    Posted: 11 Jan 2014 04:43 AM PST



    Hay debate a la hora de decidir si hay un ser humano o no lo hay en el momento de la concepción. Y concreto, entendiendo que el momento de la concepción se produce en el mismo instante que el óvulo es fecundado por el espermatozoide. Supongo que está claro, en ese mismo instante, en el mismo segundo, y que, por si queda alguna duda, la madre embarazada no lo advertirá hasta pasado quizas horas o días.

    La ciencia dice, ver aquí, que hay un nuevo ser humano en el instante de la fecundación, no sólo al cuarto de hora, como al parecer defendía un señor ayer en el programa intereconomía defendiendo que en ese tiempo era discutible la existencia de un ser humano, sino en el mismo instante de la fecundación:

    La ciencia no discute que —tanto en la especie humana como en otras especies animales— cada nuevo individuo se forma, naturalmente, por la unión de un espermatozoide con un ovocito (el óvulo), como se ha descrito. Esta unión se llama fecundación
    Tanto el espermatozoide (gameto masculino) como el óvulo (gameto femenino) son células, ambas están vivas en el momento de unirse, y siempre lo estuvieron, ya que se formaron a partir de otras células vivas.
    Al unirse dan origen a una célula única llamada cigoto, que también está viva. Si los gametos (espermatozoide y óvulo) que se unieron eran humanos, el cigoto resultante también lo es.
    A la luz de esta verdad, se puede decir que la vida humana solo continúa. Pero, ¿en qué momento se puede decir que ya hay un nuevo individuo? La respuesta simple es que el nuevo individuo se inicia cuando ocurre la fecundación

    El cigoto, resultado de la unión del espermatozoide (gameto masculino) y el óvulo (gameto femenino),  células vivas, será otra célula viva (cigoto). Si los primeros son humanos, el resultado, es decir, el cigoto, también es humano. Y que yo conozca no hay sino una raza de seres humanos cuyos derechos son defendidos en todas las Constituciones de los Gobiernos.

    Ocurre que cuando hay interese nos vendemos y hasta en la misma Iglesia puede existir algo de eso. Pero se descubren cuando no obedecen la Voluntad de Dios y se arriman a la de los hombres.


    Salvador Pérez Alayón

    Blogueros con el Papa Entre la Espiritualidad del Pesebre y la Espiritualidad de la Cruz




    Blogueros con el Papa





    Posted: 06 Jan 2014 10:54 PM PST










    Durante el período comprendido entre Adviento, Navidad y a Epifanía, parece que no tenemos otra imagen que ocupe nuestras mentes que el pesebre de Belén. El mismo carácter gozoso de las fiestas navideñas ha influido enormemente en nuestra mentalidad de tal manera que reduce el misterio de Dios concretamente a esta temporada del año, para olvidarnos el resto del año de los misterios de la infancia de Jesús.






    No obstante nuestra incoherencia, la imagen de la cueva de Belén debiera seguir anclada en nuestras mentes a lo largo del año, incluso durante la Semana Santa, cuando la imagen que prevalece es la de la cruz y el Calvario de Jerusalén.






    Las dos imágenes coinciden en las mismas lecciones sobre la vida de Cristo: Una vida vivida con humildad, pobreza, sacrificio y renuncia. La cueva de Belén nos lo ilustra con sonrisas, mientras que la cruz, nos repite la totalidad de esta lección con lágrimas.






    Para conocer mejor a Cristo y unirnos a El, hay que vivir una espiritualidad en donde acudamos espiritualmente tanto al pesebre como a la cruz en todas las épocas del año. No importa que ya no seamos niños. La vida cristiana no se vive apegada a la cronología; más bien debemos vivir la Palabra de Dios en todas las etapas. Las alegrías, tristezas y los diversos acontecimientos de la vida se pueden manifestar en cualquier momento y las lecciones de la vida de Cristo pueden hacerse presentes, siempre y cuando vivamos unidos al mismísimo Cristo que encarnó, murió crucificado y resucitó.






    La espiritualidad del pesebre va mucho más allá del pesebre decorado en los nacimientos navideños. El pesebre es ininteligible. Reflexionemos sobre las circunstancias en que nació Jesús, sobre las cuales es imposible fantasear porque rebasan cualquier imaginación, por más creativa que sea. La humanidad de Jesús desconcierta tanto como su divinidad a los sabios.






    Hay interrogantes, cuya respuesta debemos interiorizar para poder apropiar estas lecciones en nuestras vidas:






    1. ¿Qué tendrá la humildad para que el Hijo de Dios se abrace a ella?


    2. ¿Qué tendrá la pobreza, para que el Hijo de Dios haya preferido vivirla?


    3. ¿Qué tendrá el sacrificio para que el Hijo de Dios haya renunciado a los privilegios?






    El testimonio de vida de Cristo nos hace callar y pensar, para quedarnos con una respuesta que no comprendemos. Lo que es incomprensible para nosotros, algo debe esconder que va más allá de nuestro mundano entorno, ya que Dios ha preferido lo que el mundo desprecia. No podemos comprender porqué María ha dado a luz en una cueva de Belén, como si se tratara de un refugio exclusivo. El evangelista San Lucas se limita a expresar con su característica fineza que se refugiaron en una gruta porque no había lugar para ellos en el mesón público. María quería reservarse para sí en esos benditos momentos. 






    Dios quiso reservar para su Hijo el pudor: una Madre con delicadeza y pureza, cuyo testimonio llegaría a ser el sermón lleno de elocuencia que el mismo Jesús Niño expresaría sin abrir sus labios. El mundo necesita del pudor para vivir ciertos mandamientos de la Ley y el niño recostado en el pesebre lo estaba predicando en un tono al que no estamos acostumbrados. Esta predicación tan exquisita y silenciosa es necesaria en todas las etapas de nuestras vidas. 






    ¿Qué lecciones nos imparte el bendito pesebre? Al niño Jesús le falta todo, menos el Amor. En el pesebre se conjugan el Amor y la felicidad que alcanzan su máxima expresión. María ha dado a luz virginalmente, envuelve a su bebé en pañales y lo recuesta, según nos relata el evangelio. Es difícil medir el amor que desborda del corazón de tan tierna Madre y la feliz sonrisa de San José. Es incomprensible también la felicidad de los humildes pastores que se regocijan con el nacimiento de un niño amigo que viene a colmar sus esperanzas y agregan más pobreza y más felicidad a este escenario. El Amor y la pobreza se encuentran con mayor facilidad que el dinero y el amor. 






    El pesebre y la cruz son para todos los días. Las lecciones para la vida Cristiana las imparten con la misma elocuencia y eficacia. Se puede elegir entre pesebre y cruz, aunque esta última enseñe llorando con sangre mientras que el pesebre nos brinde sonrisas y caricias. Hasta en eso nos desconcierta la aparición de Nuestro Salvador. Es el hombre más grande que ha existido en la Historia, pero también es Dios. Su grandeza es insuperable, sobretodo en el Amor. No nos quedemos sólo con una dimensión en nuestra fe. Necesitamos una espiritualidad equilibrada y al mismo tiempo madura. Si nos quedamos con la espiritualidad del pesebre, no llegaremos a cumplir con la misión que Dios nos ha confiado. Debemos crecer en la fe.















    Santa Edith Stein (Teresa Benedicta de la Cruz) nos habla de la 'Ciencia de la Cruz'. Estamos llamados a la perfecta unión con nuestro Creador. Partiendo de Santa Teresa de la Cruz, nos explica que en este camino, el alma parte de la periferia hacia el centro de sí misma, lugar de la unión con Dios, como lo describe San Juan de la Cruz. En este crecimiento espiritual actúan dos fuerzas: el amor de Dios al alma y el amor del alma a Dios. En su obra, que fue dedicada a San Juan de la Cruz a los 400 años de su muerte, explora la "noche oscura". Si bien muchos de nosotros no somos místicos, sí debemos profundizar en esta 'Ciencia de a Cruz'. Escribe Santa Edith Stein: "tenemos que aprender a ver y a oír, etc., como si no viéramos ni oyéramos. La actitud fundamental ante el mundo que cae bajo los sentidos tiene que ser otra. Con la instauración de la "noche oscura" comienza algo completamente nuevo: toda la cómoda familiaridad con el mundo, el sentirse colmado de los placeres que ofrece, el deseo de estos placeres y la consecuente adhesión a este deseo…, todo esto es a los ojos de Dios tiniebla e incompatible con la luz divina. Tienen que ser arrancados tosas sus raíces, si se ha de dejar sitio en el alma para Dios".






    La noche no aniquila las potencias, sino que mortifica el apetito, ya que cuando los apetitos dominan sobre el alma, ésta se halla en tinieblas y le es arrebatado el espíritu de Dios. Con tantos apetitos y apegos, hay mucho camino que recorrer para nosotros desde la periferia al centro del alma. Santa Edith Stein concluye su obra comentando que "las percepciones sensibles son una etapa necesaria en este camino de crecimiento espiritual, pero, para poder seguir adelante en el mismo, el alma ha de adentrarse activamente en la noche oscura y preparar así el terreno de su alma para la unión con Dios en fe, ya que "la fe es el sólo y proporcionado medio para que el alma se una con Dios".






    ¿Qué tanto anhelamos unirnos con Dios en la fe? ¿Estamos preparados para emprender este camino? La espiritualidad del pesebre nos puede ayudar a lo largo del camino a comprender la Ciencia de la Cruz, pero no nos quedemos sólo con el pesebre. Este trabajo implica, según esta obra, que enumera algunos de los consejos que Juan de la Cruz da a sus hijos espirituales: Lo principal es mortificar y vaciar los sentidos de todo gusto que no sea para la pura honra y gloria de Dios. Para mortificar las pasiones (gozo, esperanza, temor y dolor) el santo recomienda "inclinarse siempre a lo más desabrido, a lo más dificultoso, a lo más trabajoso; a no querer nada, sino a estar desnudos y vacíos a todo lo que no es Cristo".





    La espiritualidad de la cruz no es un camino fácil, por eso necesitamos ayuda de la espiritualidad del pesebre. Ambas implican renuncias y conducen al gozo del Amor de Dios. Cristo resucitó y nos brindó la Pascua. Como bien lo explica San Bernardo de Clairvaux: "Todos nosotros hemos sido llamados a estas bodas espirituales en que Jesucristo es el esposo y la esposa nuestra misma alma."


    -Yvette Camou-



    Bibliografía:


    Houselander, Caryl. 'Wood of the Craddle, Wood of the Cross' -The Little Way of Infant Jesus- Sophia Institute. 2008. Pages 38, 152, 171.


    Stein, Edith. 'The Science of the Cross'. Collected Works of Edith Stein. Vol. 6. ICS Publications. Pages 2o2, 205-207







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    [Catolicos a Caminho] BAPTISMO SACRAMENTO Som !

     











    • BAPTISMO SACRAMENTO ! 


    **************** 



    O Baptismo de Cristo foi o protótipo do Sacramento do Baptismo.


    Diz-nos o Catecismo que os Sacramentos são sinais sensíveis, instituídos por Jesus Cristo, para nos comunicarem as graças do Espírito Santo.
    Cada um dos Sacramentos é, portanto :
    * Um sinal sensível, isto é, que se pode sentir com algum dos nossos cinco sentidos...
    * Instituído por Jesus Cristo...
    * Para dar a graça que lhe é própria...


    Assim como :
    * O fumo indica que há lume, que às vezes não se pode ainda ver...
    * A bandeira verde-rubra indica e representa a Nação Portuguesa que nela se não vê...
    * A luz vermelha na passagem de nível, indica um possível perigo que ainda se não vê...
    * O toque das sereias, indica e significa um perigo que ainda se não vê. ..


    ...Assim também :
    O Baptismo significa que Deus concede uma graça especial, graça sacramental, a quem o recebe, que é o perdão do pecado original e dos actuais se os houver, e a sua adopção na família cristã, como filho de Deus e membro da Igreja.
    O que é que há no Baptismo que se possa sentir com algum dos nossos sentidos ?
    * Vê-se a água que se derrama sobre a cabeça, ouvem-se as palavras do ministro que o confere e, sobretudo, sente-se a água que é derramada sobre a cabeça.
    Se alguém recebeu o Baptismo, já adulto, lembrar-se-á de um conjunto de coisas :
    * Onde foi baptizado, quem o baptizou, como foi baptizado e talvez se lembrará ainda de algumas palavras que teve que responder.
    Foram todas essas coisas sensíveis, sinais sensíveis, pelos quais nós podemos garantir que foi administrado um Sacramento e que por ele foi conferida uma graça espiritual, a graça própria desse Sacramento.
    Assim, no Sacramento, a Fé diz-nos que aquilo que nós sentimos significa a graça que não pudemos ver.
    Quebrada sacrilegamente a harmonia da criação pela desobediência e pelo orgulho do primeiro par humano, Deus, pela Sua infinita misericórdia, quis restabelecer a ordem na Sua obra criadora.
    Resolveu, pois, transpor a barreira do pecado e chegar até nós para nos comunicar a Sua Verdade e a Sua Vida por Jesus Cristo Nosso Senhor.
    Cristo encarnado, veio realizar a obra da Redenção para que o homem, restituído ao estado de graça, pudesse prestar a Deus a honra e a glória que lhe são devidas.
    Jesus Cristo morreu, não só para que pudesse provar com toda a eloquência da Sua Ressurreição que era o Filho de Deus, mas também para fundar na terra uma obra de salvação para o homem, e de glorificação para Deus.
    Deus fundou assim a sua Igreja, a Comunidade do Povo de Deus.
    Mas para a glória de Deus, o homem tem que pertencer à Igreja, sociedade humano-divina, que o mesmo é dizer, pertencer a Cristo, ao seu Corpo Místico, e professar a fé que recebeu.
    E para pertencer à Igreja precisa de receber o Baptismo.
    Como membro da Igreja, o homem deve-lhe respeito, amor filial e submissão perfeita.
    Deve viver activamente dentro desta sociedade religiosa, venerando os seus representantes, aceitando docilmente os seus ensinamentos, defendendo-a sem respeito humano, concorrendo para a vida do culto com as suas oferendas materiais, fazendo acção católica, que não é mais do que colaborar na missão da Igreja no mundo, professar a sua fé.
    Como membro da Igreja, o homem baptizado fica a ser membro de um Corpo Místico cuja cabeça é Cristo ressuscitado.
    Como tal, deve conservar viva a luz da Fé, recebida no Baptismo, para que seja permanentemente um Membro vivo de um Corpo Místico Vivo.
    Eis o que nos diz o Catecismo da Igreja Católica :
    628. - O Baptismo, cujo sinal originário e pleno é a imersão, significa eficazmente a descida ao túmulo, por parte do cristão que morre para o pecado com Cristo, com vista a uma vida nova.
    "Fomos sepultados com Ele, pelo Baptismo, na sua morte, para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova". (Rm. 6/4 ).
    Nos primeiros tempos da Igreja, tempos de perseguição, quando os adversários da Fé Cristã, adversários de Cristo e da Sua Igreja, perguntavam aos Cristãos os seus nomes, eles respondiam com altivez : SOU CRISTãO .
    S. Luis, rei de França, foi baptizado no Castelo de Poissy.
    Entre muitos títulos de nobreza que podia usar, preferiu chamar-se apenas "Luis de Poissy", e com este nome assinava todos os documentos sem fazer qualquer referência à sua dignidade real. 





    John

    Nascimento 


    Voz da Igreja + Qual é o dia certo para desmontar o presépio e a árvore de Natal?




    Voz da Igreja +





    Posted: 01 Jan 2014 11:43 PM PST







    O NATAL, uma das épocas mais esperadas do ano, em que os cristãos celebram o nascimento de Jesus Cristo, ao contrário do que muitos pensam, não termina depois das festas. Muitos se apressam a desmontar o presépio e retirar todos os enfeites que lembram a Natividade do Senhor logo após o dia 25 de Dezembro. É um equívoco...





    vozdaigreja.blogspot.com



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    O dia certo para desmontar o presépio e a árvore de Natal


    O NATAL, uma das épocas mais esperadas do ano, em que os cristãos celebram o nascimento de Jesus Cristo, ao contrário do que muitos pensam, não termina depois das festas. Muitos correm a desmontar o presépio e retirar todos os enfeites que lembram a Natividade do Senhor logo após o dia 25 de Dezembro.


    Tanto a árvore de Natal quanto o presépio fazem parte das pias tradições do Natal, e todos os anos casas e ruas são enfeitadas em como símbolo da reverência por esse tempo de espera e alegria pela Encarnação do Salvador do mundo. Os ambientes tornam-se mais agradáveis, e um sutil sentimento de júbilo, inexplicável, incontido, toma conta dos corações e mentes mais sensíveis, até mesmo dos não cristãos. Enfeites, árvores e presépios são alegorias, símbolos que serve para nos fazer lembrar desse época tão santa e tão importante.


    Geralmente, o recomendado é que se monte o presépio, a árvore e os enfeites de Natal pelo início do Tempo do Advento, que começa com as vésperas do domingo mais próximo ao dia 30 de novembro. E para desmontá-lo, tem alguma data certa? A resposta é sim. E se possível, desmonte neste dia, pois isso também é uma piedosa e importante tradição, principalmente para os católicos.


    Apesar de muita gente achar que se deve desmontar o presépio e a árvore de Natal no dia da Epifania, mais conhecido como Dia de Reis, em que os "Reis Magos" visitaram o Menino Jesus recém-nascido, não é essa data em que se deve desmontar a árvore e o presépio. - Dom Tomé, bispo diocesano de São José do Rio Preto (SP), esclarece: "O dia de desmontar o Presépio, corretamente, é sempre no dia seguinte à Solenidade do Batismo de Jesus, quando se encerra o Tempo do Natal. Esta é uma solenidade móvel, sem data fixa".


    Neste ano, 2014, a festa do Batismo do Senhor será em 12 de janeiro. Desmonte o presépio, portanto, no dia 13. É nesse dia que começa o Tempo Comum na Liturgia.




    Queima da lapinha


    "Lapa" ou "lapinha" é o nome dado para o local onde se depositou a imagem do Menino Jesus (por isso é que se canta: 'Eis, na lapa, Jesus, nosso Bem...'), variável em cada lugar. Os resíduos do presépio que não serão reaproveitados devem ser queimados, para não serem jogados no lixo comum ou abandonados em algum lugar qualquer. Em algumas regiões observa-se uma cerimônia especial ou até se faz uma festa para esse ato.

    ___________** Baseado no artigo "Qual é o dia certo para desmontar o presépio e a árvore de Natal?", website da região episcopal Ipiranga da Arquidiocese de São Paulo, disponível em:


    http://regiaoipiranga.com.br/qual-e-o-dia-certo-para-desmontar-o-presepio-e-a-arvore-de-natal.html#sthash.VrwupbMe.dpuf
    Acesso 31/12/013
    vozdaigreja.blogspot.com





    Um comentário:


    Que bom voltou!

    TilsonResponder








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    HAPPY NEW YEAR



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    [Catolicos a Caminho] BAPTISMO DE CRISTO - A Som !















    BAPTISMO DE CRISTO – A







    QUANDO O CÉU SE ABRE SOBRE NÓS





    No Baptismo de Jesus é o Céu que se abre sobre nós, para que a aluz e a palavra que nos vêm do alto ofereçam à Humanidade e até ao Universo uma hipótese de reciclagem, ou, melhor ainda, de regeneração.

    Pela luz que nos vem do alto é uma nova compreensão da vida e da nossa missão no meio dela, que nos é proporcionada, graças ao acolhimento que, por Jesus, se torna possível fazer-lhe.

    Assim nos vamos tornando reflexos vivos de Deus, no seio duma humanidade em busca de sentido.

    Pela Palavra é a voz que vem do alto que nos confirma como interlocutores de Deus Pai, e nos oferece a graça duma nova forma de diálogo e comunicação com Ele, a fim de colhermos aquela declaração de amor benevolente e recriador, que a nós nos torna filhos adoptivos, e ao universo o torna templo vivo desse diálogo filial jamais interrompido, porque agora somos filhos no Filho, graças ao Baptismo.

    O Baptismo de Cristo foi assinalado por factos importantes e únicos :

    -"Uma vez baptizado, Jesus saiu da água e eis que os céus se Lhe abriram e viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e vir sobre Ele. E uma voz vinda do Céu, dizia : "Este é o Meu Filho muito amado, no Qual pus toda a minha complacência". (Mt.3,13-17).

    Jesus Cristo quis receber o Baptismo, não por se considerar pecador, mas para nos mostrar que tinha assumido a nossa natureza humana para assim nos poder remir, e para dar autoridade à pregação de João Baptista.

    Sendo impecável, não tinha necessidade nem obrigação de ser baptizado.

    Cristo é o nosso Modelo.

    Antes de nós, mesmo estando isento de todo o pecado, quis ser também baptizado para que o Seu Baptismo nos servisse de exemplo.

    Nele, toda a SS. Trindade estava presente :

    - O Pai estava presente, pois se ouviu a Sua voz a dizer :

    - Este é o meu Filho muito amado.

    - O Filho estava presente, pois estava a ser baptizado…

    - O Espírito Santo estava presente, figurado na pomba que desceu e pairou sobre a cabeça de Jesus...

    O Baptismo de Cristo é o protótipo do nosso Baptismo.

    O Baptismo de Cristo, além de tudo o que fica dito é ainda um convite e um desafio a que devemos dar uma resposta.

    Jesus não nos pede uma resposa catequética ou teórica. Nem mesmo teológica ou biográfica

    O que Ele espera de nós pede é ua resposta que revele como é que Ele vai ser acolhido por nós.

    Tornando-nos Filhos adoptivos de Deus, tornamo-nos também membros do Corpo Místico de Cristo, tornamo-nos membros da Igreja, portanto nós somos a Ireja, com todo os seus privilégios e com todos os seus deveres.

    Isto é uma honra e uma responsabilidade, que nos confere uma missão, a missão de Evangelizar, começando por dar o nosso tesemunho de vida cristã e de prárica religiosa e sacramental, vivendo o nosso próprio Baptismo.




















    [hagiografia] 12 de Janeiro - São João de Ravena, Bispo e Confesso (+ Itália, 494)

     



    12 de Janeiro
    São João de Ravena,
    Bispo e Confesso (+ Itália, 494)
    Era bispo de Ravena quando, por ocasião de uma invasão bárbara, afastou-se do continente com numerosos fugitivos. É considerado um dos fundadores da cidade de Veneza.

    [Catolicos a Caminho] LITURGIA DA PALAVRA - BAPTISMO DO SENHOR - A Som !

     











    É de aconselhar que se leia primeiro toda a Liturgia da Palavra. 


    • FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR - ANO A! 




    (Domingo entre 9 e 13 de Janeiro) 




    A Liturgia da Palavra da Festa do Baptismo do Senhor – A, que a Igreja celebra no domingo entre 9 e 13 de Janeiro, nos convida a uma reflexão profunda sobre a Missão que o Pai manifesta sobre o Seu Filho :
    - "Este é o Meu Filho muito amado : n'Ele pus o meu enlevo".
    O Baptismo de Jesus no Jordão é um dos momentos essenciais na vida do Senhor : assinala o termo da vida de silêncio e obscuridade e inaugura o Seu ministério público, anunciando e preparando o Seu Baptismo «na morte»(Lc.12,50; Mc.10,38).
    A Vida Pública de Jesus é o início da História da Salvação no Novo Testamento.
    A vida pública de Jesus surge assim enquadrada entre dois baptismos :
    - O Baptismo de penitência do Jordão, (que encerra, em potência, todo o itinerário que o Servo de Javé percorrerá para realizar a Sua obra), e aquele que constituirá como vítima e pedra angular do mundo novo.
    - O Baptismo do Calvário, no qual o sangue e a água brotarão do Seu lado.(Jo.19,34 sgs.).
    Pelo Seu Baptismo, Jesus deseja :
    1)- Sujeitar-Se à vontade do Pai.(Mt.3,14 sgs.).
    2)- Colocar-Se humildemente, entre os pecadores, Ele que é o «Cordeiro de Deus» que vai tirar o pecado do mundo.(Jo.1,29).
    As duas primeiras Leituras são comuns aos três Ciclos A, B e C., mas o Evangelho é próprio para cada Ciclo.
    A 1ª Leitura, do Livro do profeta Isaías, diz que a figura misteriosa do Servo do Senhor que, através dos séculos, alimentou a fé de Israel, alcançará o seu pleno e absoluto cumprimento em Jesus Cristo.
    - "Fui Eu o Senhor, quem te chamou, num propósito de salvação. Tomei-te pela mão, formei-te e fiz de ti a aliança do povo e a luz das nações".(1ª Leitura).
    Ele é o Servo, não só porque entra na linha dos grandes servos, como Moisés e os Profetas, mas sobretudo porque Ele foi o único que pôde propor a todos os homens um SIM filial e absoluto ao Pai.
    E o Baptismo no Jordão significa a Sua unção como Servo, como «Filho muito amado» e Salvador dos homens, que abençoará o Seu Povo, como aclama o Salmo Responsorial :
    - "O Senhor abençoará o Seu Povo na paz".
    A 2ª Leitura dos Actos dos Apóstolos, diz-nos que S. Pedro, em casa do centurião Cornélio, proclama a Boa Notícia da Salvação e, o primeiro grupo de pagãos, aceite pela Fé a mensagem que lhes é dirigida, quebrados os laços do passado pelo arrependimento e recebido o Baptismo, entra na Igreja, que começa assim a expandir-se para além das fronteiras do Judaísmo
    - "Foi essa a mensagem que enviou aos filhos de Israel, ao proclamar a Boa Nova da paz, por meio de Jesus Cristo, que é o Senhor de todos".(2ª Leitura).
    A manifestação do Espírito Santo, que acompanha o Baptismo, é sinal de que junto de Deus não há discriminação de qualquer género, pois todos são chamados a incorporarem-se em Cristo pelo Baptismo, integrando-se na grande família de Deus.
    O Evangelho do Ano A é de S. Mateus e diz-nos que Jesus, confundindo-Se com os pecadores do Seu tempo, submete-Se ao Baptismo de penitência de João, num gesto de humildade, que enche de admiração o Precursor.
    O Pai, porém, glorifica o Seu Servo, proclamando que Ele é Seu Filho.
    - "Jesus chegou da Galileia e veio ter com João Baptista ao Jordão, para ser baptizado por ele.(...) «Eu preciso de ser baptizado por Ti, e és Tu que vens ter comigo?»(Evangelho).
    A Boa Notícia da salvação, começa, pois, com este anúncio solene : Jesus Cristo é, verdadeiramente, o Filho de Deus.
    Os fiéis que nasceram e viveram na fé da Igreja têm necessidade de redescobrir a grandeza e as exigências da vocação baptismal.
    É paradoxal que o Baptismo, fazendo do homem um membro vivo do Corpo de Cristo, não esteja bem presente na consciência explícita do cristão e que a maior parte dos cristãos não considere o ingresso na Igreja, através da iniciação baptismal, como o momento decisivo da sua vida.
    - O Baptismo foi-nos dado em nome de Cristo;
    - Põe-nos em comunhão com Deus;
    - Integra-nos na família de Deus;
    - É um novo nascimento;
    - Uma passagem da solidariedade no pecado à solidariedade no amor;
    - Das trevas e solidão ao mundo novo da fraternidade.
    Uma nova sensibilidade para com o Baptismo foi suscitada na Igreja pelo Espírito; hoje, mais do que nunca, nas comunidades cristãs, apresenta-se a vida cristã como "viver o seu Baptismo"; e se manifesta mais intensamente nos adultos a necessidade de repercorrer os caminhos do próprio Baptismo, através de um "catecumenato" feito de profunda experiência comunitária e sério conhecimento da Sagrada Escritura.
    Jesus, o Filho de Deus é o Redentor prometido que vem para cumprir o plano da História da Salvação.
    .......................................
    Diz o Catecismo da Igreja Católica :
    1224. – Nosso Senhor sujeitou-Se voluntariamente ao Baptismo de S. João, destinado aos pecadores, para «cumprir toda a justiça»(Mt.3,15). Este gesto de Jesus é uma manifestação do seu «aniquilamento» (Filip.2,7). O Espírito que pairava sobre as águas da primeira criação, desce então sobre Cristo como prelúdio da nova criação e o Pai manifesta Jesus como seu «Filho muito amado». (Mt.3,16-17).
    1225. – Foi na sua Páscoa que Cristo abriu a todos os homens as fontes do Baptismo. De facto, Ele já tinha falado da Sua Paixão, que ia sofrer em Jerusalém, como dum «baptismo» com que devia ser baptizado(Mc.3,16-17). O sangue a e água que manaram do lado aberto de Jesus crucificado (Jo.19,34) são tipos de Baptismo e de Eucaristia, sacramentos da vida nova : a partir de então, é possível «nascer da água e do Espírito» para entrar no Reino de Deus. (Jo.3,5). 





    Eu baptizo-vos em água.... 
    Esse baptizar-vos-á no Espírito Santo... 






























    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo