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    domingo, 4 de maio de 2014

    [Catolicos a Caminho] O PARTIR DO PÃO Som !

     











    • O PARTIR DO PÃO... 





    - "Tomou, então, o pão e, depois de dar graças partiu-o...". (Lc.22,17). 




    A Liturgia da Palavra de hoje – 5 de Abril e 2ª-Feira da 3ª Semana da Páscoa – A, volta a falar-nos no milagre da Multiplicação dos pães, como protótipo da Eucaristia, e no significado do Partir do Pão. 

    Na sua Epístola aos Romanos, S. Paulo escreveu : 

    - "Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que ofereçais os vossos corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus; este é o culto racional que Lhe deveis prestar".(Ro.12,1). 

    Estas palavras lembram irresistivelmente as palavras de Jesus na Última Ceia : 

    - "Isto e o Meu corpo, que vai ser entregue por vós". (Lc.22,19). 

    Portanto, quando S. Paulo nos exorta a oferecer os nossos corpos como um sacrifício, é como se dissesse a cada um de nós : 

    - Tu, também, faz o que Jesus fez, tu, também, torna-te uma eucaristia para Deus !. Ele ofereceu-Se a Si mesmo a Deus como um sacrifício de suave odor; tu oferece-te a ti mesmo como um sacrifício vivo aceitável a Deus! 

    É o próprio Jesus, e não apenas o Apóstolo, que nos exorta a fazer isto. 

    Quando Jesus, logo após a instituição da Eucaristia, dissse : -"Fazei isto em Minha memória".(Lc.22,19), não disse apenas "fazei exactamente o que Eu fiz, repeti este mesmo ritual", mas as Suas palavras têm este sentidio: - "fazei essencialmente o que Eu fiz, oferecei os vossos corpos como sacrifício, como vistes que Eu fiz". 

    Foi, aliás, isto o que João escreveu : 

    - "Dei-vos o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também". (Jo.13,15). 

    Mas há ainda algo mais impressionante e mais apaixonante nas palavras de Jesus, como nos relata ainda S. Paulo : 

    - "...Como o corpo é um só e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, embora sejam muitos, constituem um só corpo, assim também Cristo.".(1 Cor.12,12). 

    É como se Jesus nos tivesse dito : 

    - "Deixai-Me oferecer ao Pai o Meu "corpo todo"; não deixeis que Eu Me Ofereça só a Mim próprio ! Portanto, completai o que ficou incompleto no meu oferecimento: fazei a minha alegria perfeita !. 

    Vamos, pois, considerar o momento da consagração da Eucaristia a uma nova luz, pelo que nós agora sabemos, segundo escreveu Santo Agostinho : 

    - "É também o nosso mistério que é celebrado no Altar". 

    Para verdadeiramente celebrar a Eucaristia, nós devemos também "fazer" o que Jesus "fez". 

    Mas o que é que Jesus fez naquela noite ? 

    Acima de tudo Jesus cumpriu ou realizou uma acção : partiu o Pão ! 

    Todas os relatos do Novo Testamento a respeito da Instituição da Eucaristia, dão uma especial ênfase a esta acção, de tal maneira que a Eucaristia ficou conhecida primitvamente como "O partir do Pão".(fractio panis). 

    Talvez não tivéssemos ainda compreendido o sentido desta acção. 

    Porque é que Jesus "partiu o pão?" 

    Seria apenas para poder dar um pedaço dele a cada um dos Apóstolos ? 

    Certamente que não. 

    Esta acção, primariamente, teve um sentido sacrificial a ser consumado entre Jesus e o Pai, não significando apenas, partilhar, mas também "imolar". 

    O Pão era Ele; partindo o Pão, Jesus parte-Se a Si mesmo, no sentido do que disse Isaías do Servo Sofredor : 

    - "Foi castigado pelos nossos crimes, esmagado pelas nossas iniquidades, o castigo que nos salvou pesou sobre Ele, foram curados nas Suas chagas".(Is.53,5). 

    Uma criatura humana, que é todavia o eterno Filho de Deus, "parte-Se" a Si mesmo perante Deus e isso significa que "obedece até à morte", para reafirmar que os direitos de Deus foram violados pelo pecado, para proclamar que Deus é Deus, e isso diz tudo. 

    S. João apresenta-nos também o sentido do prtir do pão, no discurso na sinagoga de Cafarnaum, depois da Multiplicação dos pães e também depois dos discípulos de Emaús, que reconheceram Jesus no partir do pão : 

    -"A obra de Deus é esta : que acrediteis n'Aquele que Ele enviou".(Jo.6,29). 

    Seria impossível exprimir por palavras a essência do acto interior que acompanha a acção do "partir do Pão". 

    Parece desagradável e cruel visto que é o acto supremo de louvor e de ternura, que alguma vez foi feito ou que alguma vez se fará na terra. 

    Quando, na consagração, o celebrante toma nas suas mãos a hóstia delicada e frágil e repete as mesmas palavras "partiu o pão...", deve sentir-se envolvido nos mesmos sentimentos que encheram o coração de Jesus na quele momento : como Ele sujeitou completamente a Sua vontade humana ao Pai, ultrapassando toda a resitência e repetindo para si mesmo estas palavras da Escritura : 

    - "Não quiseste sacrifício nem oblação, mas preparaste-Me um corpo. Os holocaustos e sacrifícios pelo pecado não Te agradaram. Então Eu disse : Eis que venho – como está escrito de Mim no livro – para fazer, ó Deus, a Tua vontade".(Heb.10,5-7). 

    O que Jesus deu aos Seus discípulos para comer é o pão da Sua obediência e o Seu amor ao Pai. 

    Cada um de nós, portanto, deve entender que o que Jesus "fez" naquela noite, nós devemos também fazer, acima de tudo, que é "partir-nos a nós mesmos, isto é, colocarmos perante Deus os nossos scarifícios, rebeliões contra nós ou contra os outros, submeter a nossa vontade e dizer "sim" a tudo o que Deus nos pede. 

    E se asssim fizermos, estaremos sem dúvida a fazer da Eucaistia um verdadeiro meio de santificação. 

    Talvez este significado do "Partir do Pão", nem sempre esteja presente quando vamos comungar, pelo que a Comunhão nem sempre seja para alguns de nós um "Meio de santificação". 

    Vamos tentar recolher e sentir o verdadeiro significado do Partir do Pão, ao ritmo de uma vez por semana – Quintas-Feiras – como reflexo da Última Ceia em que Jesus Instituíu a Eucaristia e, pela primeira vez realizou o verdadeiro Partir do Pão. 



    John

    Nascimento 


    (114) Kerigma,scj







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    (103) Kerigma,scj

    (103) Kerigma,scj



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    ADHT: Defesa Hetero VEREADORA DENUNCIA OS MOVIMENTOS FEMINISTAS: Veja os sérios problemas pregados por elas




    ADHT: Defesa Hetero




    VEREADORA DENUNCIA OS MOVIMENTOS FEMINISTAS: Veja os sérios problemas pregados por elas


    Posted: 03 May 2014 06:42 PM PDT


    Eliza Virgínia diz que feministas são "mal amadas e não gostam de homens"

    quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

    Para a vereadora Eliza Virgínia (PSDB), as secretarias de mulheres estão repletas de "mulheres mal amadas e que não gostam de homens". A declaração da parlamentar foi dada nesta quinta-feira (6), durante uma discussão sobre a 'Lei Maria da Penha' na Câmara. A tucana disse ainda que o grupo precisa mudar sw visão, pois 'embutem' na cabeça das vítimas a idéia de que os homes não prestam, pregando a separação matrimonial.


    Depois de afirmar que parte das feministas são mal amadas e, por isso, de certa forma frustradas, a vereadora afirmou que muitas que atuam nos movimentos feministas, e que fazem parte da admnistração pública, não gostam de homem.

    "Algumas mulheres que fazem parte de secretarias, não todas, elas não gostam de homem. É como se o homem fosse o grande problema da humanidade e não é assim. Muitas feministas têm uma certa resistência a homens. E só pelo fato de ser homem já tem uma predisposição a não prestar", disse.

    Eliza afirmou ainda que a rejeição ao sexo oposto das integrantes das secretarias é imprimida na consciência das vítimas durante os aconselhamentos. "Você tem que separar! Esse homem não presta! Esse homem não tem jeito! Elas têm a condição de colocar na cabeça das mulheres vitimadas essa versão também: tudo vai se resolver na sua vida com uma simples separação", disse Eliza, sobre o tratamento oferecido nas secretarias às vítimas de violência.

    A parlamentar defendeu o companheirismo, argumentando que o trabalho tem que ser feito mostrando ao homem que ele pode ser feliz sem agredir a companheira.

    Afirmando não defender a permanência da violência, Eliza disse que " a visão das feministas tem que mudar".




    Écliton Monteiro – MaisPB 



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    [Catolicos a Caminho] (áudio) Discípulos de Emaús - Evangelho comentado

     


    (áudio) Discípulos de Emaús - Evangelho comentado





    189 - Discípulos de Emaús - (A Luz sobrenatural da Fé) - Lucas 24, 13-35


    https://www.4shared.com/download/nxW5S3MZce/189_-_Discpulos_de_Emas_-__A_L.mp3?lgfp=3000








    Evangelho Comentado (Excelente!):


    http://www.respostacatolica.com.br/index.php?pag=46















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    [Novo post] 204. Por que os protestantes não acreditam na santidade?




    Thais publicou: " A antropologia protestante, diferentemente da católica, não crê que o homem possa ser santo. E isso se deve a uma discordância substancial nessas duas concepções. Esse confronto, por sua vez, pode ser resumido nas ideias de dois autores: Santa Teresa d'" 




    Responda a este post respondendo acima desta linha 






    Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






    204. Por que os protestantes não acreditam na santidade?


    by Thais





    A antropologia protestante, diferentemente da católica, não crê que o homem possa ser santo. E isso se deve a uma discordância substancial nessas duas concepções. Esse confronto, por sua vez, pode ser resumido nas ideias de dois autores: Santa Teresa d'Ávila e Martinho Lutero, ambos do século 16. Em sua obra Castelo Interior , em que se apresenta ao leitor uma comparação da alma humana com um castelo ou, para usar uma expressão do livro, sete moradas, Santa Teresa afirma que, no centro do coração do homem - a sétima morada, por assim dizer -, habita a Santíssima Trindade, cujo brilho de sua luz só é encoberto pelo pecado. A fraqueza humana, escreve Santa Teresa, seria como que um véu a acobertar a grandeza da alma. Martinho Lutero, por outro lado, desenvolve um pensamento mais pessimista. No seu comentário à Carta de São Paulo aos Gálatas, ele descreve o homem como um pecador empedernido. A natureza humana, portanto, seria corrupta até o seu cerne, tendo a fé o papel de justificá-la perante Deus. Resta-nos, então, duas realidades extremamente opostas. A primeira considera o gênero humano como sendo bom e precioso aos olhos de Deus; já a segunda tem para si o homem como um ser ruim, em cuja fé encontra-se a única maneira de justificar-se diante de Deus. 

    O ensinamento de Santa Teresa encontra eco em toda a Tradição Católica, embora também seja originário de suas próprias experiências místicas. O livro Castelo Interior, escrito por volta de seus 60 anos de idade, pode ser considerado a grande obra-prima da santa, mormente por apresentar importantes reflexões sobre a realidade da alma humana. Teresa a considera como uma jóia preciosa, e faz isso por dois motivos bem específicos: primeiro, porque o ser humano foi criado "à imagem e semelhança" de Deus; segundo, porque nosso interior seria como que o jardim das delícias de Deus. Ao comentar um trecho do livro de Provérbios, Santa Tereza explica que Deus gosta de habitar na alma dos justos e que, por isso, a Santíssima Trindade faz de nosso coração a sua morada predileta (Cf. 8, 31). Quando pecamos, no entanto, colocamo-nos alheios ao nosso coração, diz Santa Teresa. O castelo - que seria a nossa alma - fica vazio, uma vez que o nosso pecado nos expulsa de nós mesmos. Ocorre uma alienação, o homem perde sua própria identidade, indo morar no fosso do castelo, morada de animais peçonhentos e traiçoeiros - isto é, as nossas más inclinações. Com efeito, para que possamos adentrar ao castelo e atingir a sétima morada, temos de rezar, o que, na linguagem da santa de Ávila, significa relacionar-se amorosamente com Deus. 

    A filósofa e irmã carmelita Edith Stein, canonizada em 1998 pelo Papa João Paulo II, como Santa Teresa Benedita da Cruz, certa vez se questionou sobre os escritos de Teresa d'Ávila, argumentando se seria possível que os psicólogos não tivessem acesso à própria alma. Edith Stein não conseguia compreender o raciocínio de Santa Teresa, uma vez que a psicologia tinha justamente o papel de conhecer a alma humana. Até que, finalmente, a futura irmã carmelita compreendeu que, de fato, somente por meio da oração podemos alcançar o conhecimento de nossa identidade. A psicologia não tem condições de compreender todo o mistério da humanidade, pois sua profundidade, embora apresente importantes contribuições para a ciência, não chega à medula do homem. Fica-se somente no fosso do castelo. E esse é o erro tanto da psicanálise quanto da teologia luterana[1]. Se fosse verdadeiramente um místico, Martinho Lutero teria entrado em contato com a profundeza de sua alma, teria compreendido o sol que erradia do Deus que habita nela, teria descoberto a Santíssima Trindade. 

    O erro fatal da antropologia de Lutero é não reconhecer que o homem é capaz de amar a Deus, de participar deste mistério. A teologia luterana alcança somente uma parte do nosso ser. E, desprovida da profundidade da mística dos santos, enxerga-o de maneira inexata. Os santos como Santa Teresa d'Ávila, por sua vez, compreendem o íntimo de nosso ser, pois sabem que o que nos afasta de Deus não nos determina. A nossa identidade é precisamente outra. É aquela que se encontra em nosso âmago, no mais profundo da nossa alma: Deus, a Família Trinitária. Os pecados são os animais que tentam nos manter fora do castelo, nas primeiras moradas, impedindo-nos de corresponder à nossa vocação última: a santidade. Lembra-nos o Concílio Vaticano II: "Todos os cristãos são, pois, chamados e obrigados a tender à santidade e perfeição do próprio estado."[2] 

    E para que essa perfeita santidade se torne realidade em nossas vidas, é preciso entrar no castelo. 
    Referências







    Thais | 04/05/2014 às 6:27 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1b1












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    Viver em Deus




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    • Nota de pesar pelo falecimento de dom Tomás Balduíno 
    • O choro do Papa pelos cristãos crucificados na Síria 
    • O surgimento do Estado Pontifício 


    Nota de pesar pelo falecimento de dom Tomás Balduíno


    Posted: 03 May 2014 04:49 PM PDT












    CNBB






    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta pesar pelo falecimento de dom Tomás Balduíno, bispo emérito de Goiás (GO), ocorrido ontem, 02. Na manhã deste sábado, 3 de maio, os bispos participantes da 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil celebraram, no Santuário Nacional de Aparecida (SP), missa em intenção a dom Tomás. O texto é assinado pela presidência da CNBB, que recorda a dedicação de dom Tomás e por sua atuação na defesa dos direitos humanos, especialmente à causa dos povos indígenas.






    Leia, na íntegra, a nota: 






    Nota de pesar pelo falecimento de dom Tomás Balduíno






    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida em Assembleia Geral na cidade de Aparecida (SP), recebe com profunda tristeza a notícia do falecimento do bispo emérito de Goiás (GO), dom Tomás Balduíno, OP, ocorrido ontem, em Goiânia (GO).






    Este nosso irmão dedicou sua vida e ministério ao serviço do Povo de Deus e à defesa dos direitos humanos, especialmente à causa dos pequenos agricultores e povos indígenas. Inspirado por seu lema episcopal "Homines Capiens" (Pescador de Homens), aprendeu a língua dos índios Xicrin, do grupo Bacajá, e Kayapó e também se tornou piloto de avião para melhor atender as comunidades indígenas.






    Em 1965, foi nomeado Prelado de Conceição do Araguaia (PA), e em 1967 foi transferido para a Diocese de Goiás, onde trabalhou por 31 anos. Marcou profundamente a história da Igreja no Brasil, ao colaborar na fundação do Conselho Indigenista Missionário, do qual foi o seu segundo presidente, e também da Comissão Pastoral da Terra, que presidiu entre 1997 e 1999, permanecendo como presidente de honra.






    Ao manifestar pesar pela morte de dom Tomás, a CNBB presta sua solidariedade aos seus familiares, à Diocese de Goiás e à Ordem dos Pregadores. Eleva, ao mesmo tempo, uma prece de ação de graças por este nosso irmão que marcou sua trajetória pela entrega à causa do Reino.






    Cardeal Raymundo Damasceno Assis






    Arcebispo de Aparecida / SP






    Presidente da CNBB






    Dom José Belisário da Silva, OFM






    Arcebispo de São Luís / MA






    Vice-presidente da CNBB






    Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM






    Bispo auxiliar de Brasília/DF






    Secretário Geral da CNBB












    Site: CNBB


    Editado por Henrique Guilhon



    O choro do Papa pelos cristãos crucificados na Síria


    Posted: 03 May 2014 11:09 AM PDT



    Papa Francisco / Foto: Grupo ACI






    AciDigital






    Durante a missa celebrada ontem na Casa Santa Marta, o Papa Francisco expressou que chorou pelos cristãos crucificados faz uns dias na Síria por parte de extremistas muçulmanos, e lamentou que ainda haja gente "que em nome de Deus, mata e persegue".






    "Eu chorei quando vi nos meios de comunicação social" a notícia de "cristãos crucificados em certo país não cristão. Também hoje há gente assim, que em nome de Deus, mata e persegue", disse o Papa, e indicou que assim como os apóstolos, hoje também se veem tantos fiéis que se sentem "felizes por serem ultrajados em nome de Jesus".






    Faz uns dias, Rádio Vaticano publicou as declarações da irmã Raghida, que tinha estado na Síria e que denunciou crucificações de cristãos em povos ocupados por extremistas muçulmanos.






    Em sua homilia se centrou no Evangelho da multiplicação dos pães e dos peixes e na narração dos Atos dos Apóstolos onde os discípulos de Jesus são flagelados pelo Sinédrio.






    Conforme informou a Rádio Vaticano, Francisco propôs três ícones: o primeiro é o amor de Jesus pelas pessoas, os ciúmes das autoridades religiosas da época e o padecimento em nome de Jesus.






    O Santo Padre recordou que Cristo não se preocupava com os que o seguiam, se eram muitos ou poucos... e, por conseguinte, não se preocupa se a Igreja aumentou ou não. Ele, simplesmente, pregava, amava, rezava, acompanhava, caminhava com as pessoas mansas e humildes. A todos os que o seguiam, o Senhor falava mediante a força do amor.






    O segundo ícone refere-se aos "ciúmes" das autoridades religiosas daquele tempo que não toleravam as pessoas que seguiam Jesus. "Não o toleravam! Tinham ciúmes", expressou o Papa, que advertiu que esta é uma atitude feia, pois dos ciúmes surge a inveja.






    "Sabemos que o pai da inveja" é o demônio e pela inveja "entrou o mal no mundo". "Estas pessoas sabiam bem quem era Jesus: sabiam! Estas pessoas eram as mesmas que tinham pago aos guardas para dizerem que os apóstolos tinham roubado o corpo de Jesus!" com o objetivo de silenciar a verdade






    "Ele pagaram para calar a verdade. Mas, eram perversos! Pagar para esconder a verdade consiste em uma grande perversidade. As pessoas sabiam quem eles eram e não os seguiam. Elas apenas toleravam a sua autoridade: autoridade de culto, de disciplina eclesiástica e sobre o próprio povo. Enfim, o Sinédrio não tolerava a mansidão de Jesus, do Evangelho, do amor. Por isso, pagava por ter inveja e ódio", expressou.






    O último ícone apresentado pelo Pontífice, com base na liturgia do dia, consiste naqueles que são submetidos a ofensas por causa do nome de Jesus. Aqui, o Papa Francisco confessou ter até chorado diante da notícia, veiculada pela mídia, sobre a crucificação de cristãos em um país não-cristão.






    Em nossos dias, concluiu o Santo Padre, muitos são assassinados e perseguidos por causa do nome de Jesus. Não obstante, os cristãos sempre se gloriam de seguir Jesus, tanto no presente como no passado. Eles não ocultam a verdade, que é o próprio Jesus Cristo.






    Título Original: Papa Francisco chorou pelos cristãos crucificados na Síria












    Site: AciDigital


    Editado por Henrique Guilhon



    O surgimento do Estado Pontifício


    Posted: 02 May 2014 05:51 PM PDT












    Cléofas






    Os precedentes






    1. Sabemos que em 476 os ostrogodos tomaram a cidade de Roma, fazendo cair o Império Romano antigo. De então por diante dominaram a Itália e procuraram estender seu poder a outros territórios da Europa. Os bizantinos, a princípio, reconheceram o domínio ostrogodo na península itálica.






    Todavia em 553 o reino ostrogodo, já muito debilitado interiormente, após vinte anos de guerra acabou cedendo à pressão dos bizantinos. Estes então fizeram da península itálica uma província do Império bizantino, que tinha seu exarca (= governador) em Ravena.






    Em 568 os lombardos abandonaram a Panônia (Hungria) e invadiram o Norte da Itália; deixaram, porém, intata a cidade de Ravena, sendo bizantina. – O jugo bizantino desagradava profundamente aos habitantes do Centro e do Sul da península, porque exercia excessiva pressão fiscal, tinha funcionários corruptos e não dava a devida atenção às populações constantemente ameaçadas pelos lombardos. Doutro lado, o Papado ia aumentando cada vez mais o seu prestígio moral e político o Papa era tirado como o defensor dos pequeninos, que a ele recorriam, atribulados e carentes.






    A estima devotada ao Bispo de Roma (= Papa) fazia que muitos nobres, ao morrer ou ao ingressar no mosteiro, legassem seus bens e territórios ao Pontífice. Assim teve origem, aos poucos, o chamado "Patrimônio de São Pedro", que constava de terras na Itália e nas ilhas adjacentes. Esses bens, de extensão cada vez maior, permitiam ao Papa assumir posição de certa independência diante do Imperador bizantino e do representante deste em Ravena: o Pontífice tinha sob a sua jurisdição civil grande número de cidadãos, que trabalhavam sob a tutela papal ou eram socorridos por esta nos hospitais, asilos e orfanatos pontifícios.






    Em consequência, durante todo o século VIl foi-se afirmando naturalmente o poder temporal do Papa, em virtude do desenrolar mesmo dos acontecimentos.









    2. No século VIII novos fatos se desencadearam.









    Em 717 o Imperador bizantino Leão III abriu a discussão em torno do culto das imagens ( ver capítulo 17).






    A posição iconoclasta dos monarcas aumentou muito a animosidade entre orientais e latinos; teria produzido uma cisão política se os Papas não tivessem conservado sua lealdade ao Imperador.






    Em 739 os lombardos, que não deixavam de hostilizar as populações itálicas, cercaram Roma. O Papa Gregório III pouca esperança tinha de receber auxílio de Bizâncio, que se mostrava avessa aos latinos, além de estar militarmente enfraquecida. Resolveu então, a conselho do Senado Romano, recorrer aos francos, que constituiam um reino católico próspero; o seu mordomo, Carlos Martelo, tinha, poucos anos antes, em 732, vencido os árabes muçulmanos em Poitiers. Era a primeira tentativa de desviar o eixo Roma-Bizâncio para o Ocidente. Carlos Martelo, porém, não conferiu o auxílio solicitado, por precisar dos lombardos na luta contra os sarracenos (árabes).






    O sucessor de Gregório III, o Papa Zacarias (740-752) conseguiu ter paz com os lombardos durante vinte anos. Além disto, travou bom relacionamento com o reino dos francos, que eram o fundamento dos eventos futuros.






    A criação do Estado Pontifício






    Em 747, Pepino, homem inteligente e ambicioso, mas religioso e bem intencionado com a Igreja, tornou-se o mordomo do palácio real dos francos (os reis então reinavam, mas não governavam, enquanto os mordomos governavam sem coroa). Pepino quis por termo à situação ambígua do governo dos francos; por isto recorreu ao Papa Zacarias, pedindo-lhe que recobrisse com a sua autoridade a falta de sangue real e reconhecesse a dinastia de Pepino e dos seus descendentes (os carolíngios); o Pontífice concordou com Pepino, pois este, se não era o rei de direito, era o rei de fato. Em 751 Pepino foi eleito rei dos francos na dieta (= assembléia política) de Soissons, e, a seguir, ungido por S. Bonifácio e outros bispos. Sucedeu assim ao último rei da dinastia anterior (merovíngia): Quilderico III.






    Pepino em breve teve a ocasião de mostrar sua gratidão ao Papa. O rei lombardo Aistulfo (749-56), depois de ter tomado Ravena aos bizantinos, ameaçava Roma. De novo abandonado pelo Imperador Constantino V Coprônimo, o Papa Estêvão II pediu o auxílio dos francos; foi mesmo à França, aparecendo em 754 no palácio régio em Ponthion (perto de Paris). Pepino recebeu-o com todas as honras e prometeu-lhe proteção contra os lombardos; era movido a isto não por meros interesses políticos, mas por veneração sincera para com o sucessor de S. Pedro. De Ponthion o rei levou o Papa para Paris, onde este o ungiu, assim como aos seus dois filhos Carlos e Carlomano, reis dos francos; além disto, conferiu-lhes o título de "patrícios romanos", título que implicava o dever de proteger Roma e a sua Igreja. Finalmente a amizade entre Pepino e o Papa deu ocasião a novo pacto travado em 754 em Quierzy: Pepino se obrigava não somente a defender a lgreja em Roma, mas também a libertar os territórios bizantinos ocupados pelos lombardos. Em duas campanhas militares (755 e 756) Pepino venceu Aistulfo e, apesar dos protestos de Bizâncio, doou solenemente por escrito ao Papa os territórios de Comacchio, o exarcado e a Pentápole (Rimini, Pesaro, Fano, Sinigaglia, Ancona); o documento de doação foi colocado sobre o túmulo de São Pedro. Estava assim fundado o Estado Pontifício (756), praticamente independente de Bizâncio, sob a jurisdição do Papa e a proteção dos francos. Na verdade, tal gesto correspondia ao papel que o Pontífice já vinha exercendo em favor das populações ameaçadas da península itálica.






    Existe um documento intitulado Constitutum ou Donatio Constantini segundo o qual o Imperador Constantino Magno doava ao Papa S. Silvestre (314-335) e a seus sucessores, em agradecimento pelo batismo e a cura da lepra, poder e dignidade imperiais; além disto, conferia-lhe o domínio sobre o palácio do Latrão, sobre Roma e todas as cidades dos territórios ocidentais; pelo quê, Constantino transferia a sua residência para Bizâncio. Este documento faz parte de uma coleção falsa de leis – os decretais do Pseudo-isidoro -, que teve origem no século IX. Por toda a Idade Média a Donatio Constantini foi considerada autêntica. Todavia a partir do século XV a suagenuidade foi contestada, de modo que hoje em dia é reconhecida como falso documento.









    A Consolidação do Estado Pontifício









    No reino dos francos, Pepino reinou até a morte, mantendo sempre boas relações com o Papado. Sucederam-lhe os dois filhos, Carlos (Magno) e Carlomano, que dividiram o reino entre si. Em 771, porém, Carlomano faleceu, deixando como único soberano Carlos Magno, homem violento, mas de boas intenções, que teve significado indelével na história.






    A princípio Carlos desenvolveu política pouco favorável ao Papa; queria aproximar-se dos lombardos, inclusive mediante uma aliança matrimonial ilegítima (Carlos Magno repudiara sua esposa Himiltrude para unir-se a uma princesa lombarda). Censurado pelo Papa, Carlos separou-se da mulher ilegítima e continuou a política de seu pai, propícia ao Estado Pontifício.






    A grande figura de Carlos correspondia a do Papa Adriano I, eleito em 772, pouco depois da unificação dos francos. O rei Desidério, dos lombardos, resolveu atacar de novo os territórios pontifícios, inclusive marchando sobre Roma. O Pontífice apelou para os francos: em 773, Carlos interveio cercando Pavia, a capital dos lombardos; durante o sítio, na Páscoa de 774 o rei dos francos foi a Roma e lá confirmou a doação que Pepino fizera a Estêvão II, além disto, doou-lhe as cidades de Imola, Bolonha e Ferrara.






    Poucos meses após estes fatos, caiu Pavia; o rei Desidério, dos lombardos, entregou-se e assim extinguiu-se definitivamente o reino autônomo dos lombardos; Carlos assumiu oficialmente o título, de "Rei dos francos e dos lombardos e Patrício dos Romanos".






    Em 781 desapareceu também todo vestígio de dominação bizantina sobre o Estado Pontifício; aliás, esse domínio já era mais teórico do que real nos últimos decênios; os legados de Carlos Magno expulsaram os bizantinos de seus últimos redutos na península. Os Papas desde então datam os seus documentos, contando os anos do seu pontificado, e mandam cunhar as suas moedas.






    Todavia, emancipando-se dos bizantinos, o Papa caiu sob a influência, cada vez mais penetrante, dos francos. Ninguém negava, naquele fim de século, que o Estado Pontifício fazia parte do Reino franco. Fazia parte, porém, de modo diferente do que ligava os demais territórios aos francos; com efeito, os outros príncipes da Itália eram vassalos do rei dos francos e dos lombardos; nomeados por este, administravam em nome dele. Quanto ao Papa, não era vassalo nem funcionário do rei; o que o ligava ao rei dos francos, era um "pacto de amor e fidelidade", pacto que ligava mais do que uma aliança entre iguais, menos porém do que um ato de vassalagem. Era o título de "Patrício", o cargo de Protetor do Estado Pontifício, que abria a Carlos Magno a porta para se ingerir continuamente neste: frequentemente aparecem missi (enviados) francos no território papal, que representam o rei nas eleições de bispos, transmitem desejos ou protestos do rei não somente em matéria de administração temporal, mas também no tocante ao governointerno da Igreja.









    Carlos Magno Imperador









    Em 795 morreu o Papa Adriano I, que teve por sucessor Leão III. Este comunicou logo sua eleição a Carlos Magno, mandando-lhe as chaves do túmulo de S. Pedro e a bandeira da cidade de Roma, ao mesmo tempo que Ihe prometia fidelidade. Carlos Magno respondeu felicitando o Papa; depois disto, mandava-lhe conselhos e instruções, como se fosse o verdadeiro chefe político e religioso dos cristãos.






    A posição de Leão III era insegura, por causa de acusações que contra ele levantavam os sobrinhos do seu antecessor. Carlos Magno então foi a Roma em novembro de 800 a fim de por termo à controvérsia. Aos 23/12/800 reuniu-se um Sínodo em Roma, sob a presidência de Carlos: fiel à antiga norma do Direito eclesiástico ("a Sé Apostólica por ninguém pode ser julgada"), a assembléia absteve-se de julgar o Papa; este repeliu com juramento as acusações que lhe eram feitas.






    Dois dias depois, ocorreu acontecimento de enorme importância. Na noite de Natal de 800, quando na basílica de S. Pedro Carlos se levantava após ter rezado diante do túmulo de S. Pedro, Leão III impôs sobre a sua cabeça preciosa coroa, enquanto o povo aclamava: "A Carlos Augusto, coroado por vontade de Deus, grande e pacífico Imperador Romano, vida e vitória!" – Esta cerimônia não causou surpresa; parecia preparada. Se de fato foi previamente combinada, julga-se que a iniciativa partiu de Carlos, pois este não era homem que deixasse que lhe impusessem um acontecimento de tal envergadura.






    Este evento significava a renovação do Império Romano Ocidental, que perecera em 476 e que era restaurado em sentido novo: o "Patrício Romano" se tornava Imperador Romano no Sacro Império Romano, como era chamado a partir do século XIII Como se compreende, a Itália e o Papado ficavam definitivamente subtraídos à jurisdição de Constantinopla. O novo título implicava, para Carlos, um aumento de autoridade moral e política diante dos demais soberanos do Ocidente e uma dignidade religiosa que o confirmava na função de proteger a Igreja.






    Após a coroação, as relações de Carlos com o Papa continuaram amistosas, embora o Papa tivesse que se queixar, não raro, da intrusão de funcionários francos no Estado Pontifício, enquanto os legados papais com dificuldade eram ouvidos na corte imperial.






    O Imperador muito se interessou pela formação do clero; mandou elaborar um repertório de sermões típicos para facilitar a pregação; incentivou o canto-chão. Mas em geral nomeava bispos e abades (mesmo dentre os leigos) e exigia dos prelados serviço ao Estado (hospedagem do rei em viagem, missões políticas, participação em certas campanhas…). Exortava bispos e Papa ao cumprimento de seus deveres, sendo que ao Papa atribuía a função de rezar como Moisés (ef. Ex 17,10-13). Dos leigos exigia que soubessem ao menos o Pai-Nosso e o Credo.






    Em síntese, Carlos Magno foi um herói cristão, que teve suas fraquezas, mas a quem a posteridade deve reconhecer o mérito de haver tentado criar um Ocidente cristão.






    Título Original: História da Igreja: A Fundação do Estado Pontifício












    Site: Cléofas


    Editado por Henrique Guilhon




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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

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