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    sábado, 21 de julho de 2012

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    [catolicos_respondem] OVELHAS SEM PASTOR Som !

     

     

           

                            OVELHAS SEM PASTOR   

     

                                    - "Encheu-se  de compaixão por aquela gente, porque eram como ovelhas sem pastor". (Mc.6,34).

     

                 Não é de estranhar que se use o "Rebanho" como uma imagem da Igreja.

                A cultura em que nasceu o Cristianismo e a orientação missionária que lhe foi dada era muito familiar com um pastor e o seu rebanho.

                Na primitiva Igreja a imagem de Cristo foi apresentada como a de o Bom Pastor :

                 - "Eu sou o Bom Pastor : O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas". (Jo.10/11).

                 Portanto todo o capítulo X do Evangelho de S. João sugere que a Igreja é um Rebanho com os seus pastores.

                Outras vezes são as ovelhas que são a imagem do povo :

                 - "Ide primeiramente às ovelhas perdidas da casa de Israel". (Mt.10/6).

                             Jesus compara Israel com a ovelha perdida, sem pastor :

                 - "Contemplando a multidão, encheu-Se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor". (Mt. 9/36).

                             A ovelha perdida é objecto de várias parábolas e o tema do Bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas não é exclusivo do Novo Testamento, porque já no Antigo Testamento apareceu :

                 - "O Senhor é meu pastor, nada me falta". (Sl.23/1).

                             O Novo Testamento fala do rebanho com o seu pastor :

                 - "Esta noite todos vos escandalizareis por Minha causa, porque está escrito : Ferirei o pastor e as ovelhas do rebanho dispersar-se-ão". (Mt.26/31).

                 - "Na mesma região, encontravam-se uns pastores, que pernoitavam nos campos, guardando os seus rebanhos durante a noite". (Lc.2/8).

                - "Tomai cuidado convosco e com todo o rebanho de que o Espírito Santo vos constituiu administradores, para apascentardes a Igreja de Deus...". (Act.20/28).

                 - "E o Deus da paz que, pelo sangue da Aliança eterna, ressuscitou dos mortos, o grande Pastor das ovelhas, Jesus Cristo Nosso Senhor". (He. 13/20).

                - "Apascentai o rebanho que Deus vos confiou, velando por ele, não constrangidos, mas de boa vontade...". (1 Pe. 5/2).

                 O Evangelho deste 16º Domingo Comuim – B, volta ao tema dos Rebanhos e das ovelhas sem pastor, na repetição de uma imagem da Igreja e da sua solicitude pelos seus membros, para os lembrar que Jesus é o Bom Pasrtor e a Igreja, no cumprimento da sua missão evangelizadora, quer que todos os seus membros se salvem.

     

                                                                John

                                                                                Nascimento

                                                       

     

     

     

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    Fotos inéditas em 3D mostram feto 'sorrindo e bocejando' no ventre

    Fotos inéditas em 3D mostram feto 'sorrindo e bocejando' no ventre



    Um novo tipo de ultra-sonografia em três dimensões (3D) é capaz de produzir as imagens mais nítidas de um útero até hoje e de revelar comportamentos desconhecidos dos fetos.
    A nova ultra-sonografia, desenvolvida pelo professor Stuart Campbell, da clínica Create Health, em Londres, oferece muito mais detalhes do que as convencionais. As imagens mostram o feto "caminhando", bocejando, esfregando os olhos e até sorrindo, o que acreditava-se que só era possível após o nascimento. Campbell reuniu as imagens em um livro intitulado Watch me Grow, em tradução livre, Veja-me Crescer.
    As ultra-sonografias convencionais, normalmente oferecidas a grávidas no período entre 12 e 20 semanas de gestação, produzem imagens em duas dimensões do feto em desenvolvimento. Elas são usadas pelos médicos para medir e acompanhar o crescimento dos bebês, mas oferecem poucas informações em relação ao comportamento do feto.
    A tecnologia desenvolvida por Campbell não apenas produz imagens mais detalhadas, mas também registra o movimento fetal em tempo real. Ele diz que a tecnologia mostra, pela primeira vez, que o bebê apresenta comportamento complexo já nos primeiros estágios do seu desenvolvimento. "Talvez (a nova tecnologia) nos ajude a entender e diagnosticar doenças genéticas no futuro", disse Campbell à BBC.
    Uma dessas doenças é a paralisia cerebral, sobre a qual os médicos sabem muito pouco.
    Entre as revelações permitidas pela nova tecnologia está a descoberta de que após 12 semanas o feto pode chutar, se alongar e se jogar dentro do útero. Nesse período a mãe não é capaz de sentir qualquer movimento.
    Após 18 semanas, os bebês podem abrir os olhos, embora os médicos acreditassem que as pálpebras só se formassem após 26 semanas. A partir de 26 semanas, os fetos apresentam vários comportamentos típicos dos bebês recém-nascidos: se coçam, sorriem, choram, chupam os dedos e têm soluços.

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    Conversation with Augusto César Ribeiro Vieira

    Enc: [catolicos] Resumo 2831

     
    Paz e bem!
    AUGUSTO CÉSAR RIBEIRO VIEIRA
    Teresópolis - RJ
    "Verdadeiramente és admirável, ó Verbo de Deus, no Espírito Santo, fazendo com que ele se infunda de tal modo na alma, que ela se una a Deus, conheça a Deus, e em nada se alegre fora de Deus" (Sta. Maria Madalena de Pazzi)

    ----- Mensagem encaminhada -----
    De: "catolicos@yahoogrupos.com.br" <catolicos@yahoogrupos.com.br>
    Para: catolicos@yahoogrupos.com.br
    Enviadas: Sexta-feira, 20 de Julho de 2012 10:52
    Assunto: [catolicos] Resumo 2831

    "UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST"

    Mensagens neste resumo (2 Mensagens)

    Mensagens

    1.

    Vaticano reunirá instituições religiosas sob o mesmo domíni

    Enviado por: "vicentegargiulo@yahoo.com.br" vicentegargiulo@yahoo.com.br   vicentegargiulo

    Qui, 19 de Jul de 2012 9:19 pm





    Vaticano reunirá instituições religiosas sob o mesmo domínio na internet

    19 de Julho de 2012

    Cidade do Vaticano (Quinta-feira, 18-07-2012, Gaudium Press) Com o objetivo de que a Igreja tenha uma presença cada vez mais organizada na internet, o Vaticano conseguiu que instiuições religiosas do mundo todo como paróquias, dioceses, e ordens, possam estar no mundo virtual sob um mesmo domínio web: o "catholic".
    De acordo com a Santa Sé, dessa maneira se dará mais confiabilidade as notícias relacionadas à Igreja Católica. Isto porque, da mesma maneira que no mundo físico o Vaticano dispende recursos para manter seus templos, no mundo digital é também necessário cuidar dos sites onde são veiculadas informações sobre a Igreja.

    A compra do domínio, no entanto, pode ser um tanto cara. Os custos podem chegar a mais de 185 mil dólares e mais 25 mil anuais pela manutenção. (BD)

    Com informações da Rome Reports.
    2.

    Dom Orani é membro titular no Conselho de Comunicação Social

    Enviado por: "vicentegargiulo@yahoo.com.br" vicentegargiulo@yahoo.com.br   vicentegargiulo

    Qui, 19 de Jul de 2012 9:40 pm





    Dom Orani é membro titular no Conselho de Comunicação Social

    Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, é um dos membros do Conselho de Comunicação Social previsto no artigo 224 da Constituição como órgão auxiliar do parlamento brasileiro. Ele é um dos cinco representantes da sociedade civil. O Congresso Nacional aprovou a nova composição do colegiado nesta terça-feira, 17 de julho. Entre suas funções está avaliar questões ligadas à liberdade de manifestação do pensamento, da criação, da expressão e da informação e emitir pareceres e recomendações ligadas à produção e programação de emissoras de rádio e TV.

    Nota da Agencia Senado sobre o fato recorda que o Consellho é composto por 13 titulares e 13 suplentes e também deve opinar, quando consultado, sobre propagandas de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias, além de diversões e espetáculos públicos. O colegiado também pode avaliar as finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas da programação das emissoras de rádio e televisão e deve prezar pela regionalização da produção cultural, artística e jornalística.

    Outros temas que podem passar por análise do Conselho são propriedade, monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social e outorga e renovação de concessão, permissão e autorização de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens.

    Esta será a terceira composição do Conselho, regulamentado pela Lei 8.389/1991. A primeira foi aprovada em 2002 e a segunda, em 2004. O órgão inclui representantes dos veículos de comunicação (rádio, TV e imprensa escrita); um engenheiro com conhecimento de comunicação social; representantes de jornalistas, radialistas, artistas e profissionais de cinema e vídeo; e cinco representantes da sociedade civil.

    Os nomes são sugeridos pelas entidades representativas de cada setor à Mesa do Congresso Nacional. Cada membro tem mandato de dois anos, podendo ser reconduzido por uma vez. De acordo com a lei, o Conselho de Comunicação Social deve eleger seu presidente e vice-presidente dentre os representantes da sociedade civil, e as despesas do colegiado são pagas pelo Senado.

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    "UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST"


    Enc: [MUNDO CATÓLICO] HISTÓRIA DA IGREJA - (058) ORDEM DOS CAVALEIROS DE MALTA - Som !

     
    Paz e bem!
    AUGUSTO CÉSAR RIBEIRO VIEIRA
    Teresópolis - RJ
    "Verdadeiramente és admirável, ó Verbo de Deus, no Espírito Santo, fazendo com que ele se infunda de tal modo na alma, que ela se una a Deus, conheça a Deus, e em nada se alegre fora de Deus" (Sta. Maria Madalena de Pazzi)

    ----- Mensagem encaminhada -----
    De: "nascimentoja@shaw.ca" <nascimentoja@shaw.ca>
    Para: Undisclosed-Recipient@yahoo.com
    Enviadas: Sexta-feira, 20 de Julho de 2012 20:01
    Assunto: [MUNDO CATÓLICO] HISTÓRIA DA IGREJA - (058) ORDEM DOS CAVALEIROS DE MALTA - Som !



     

           
                         HISTÓRIA DA IGREJA 
                            (058) - ORDEM DOS CAVALEIROS DE MALTA
     
                 A Suprema Ordem Militar Hospitalar de S. João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, teve as suas origens num grupo de homens que mantinham um Hospital Cristão na Terra Santa no século XI.
                O grupo foi aprovado como Ordem Religiosa - Hospitalários de S. João - pelo papa Pascoal II (1099-1118), em 1113.
                A Ordem, enquanto esteve ao serviço dos pobres, principalmente com o trabalho hospitalar, assumiu obrigações militares no século XII, incluindo cavaleiros, capelães e sargentos de armas entre os seus membros.
                Todos os cavaleiros eram monges professos com os votos de pobreza, castidade e obediência.
                As suas sedes foram na Terra Santa na última década do século XIII, em Chipre, e em Rodes depois de 1308, ficando a chamar-se Cavaleiros de Rodes.
                Depois de se estabelecer em Rodes, a Ordem tomou-se Soberana, com poderes semelhantes às repúblicas marítimas de Itália e às cidades Hanseádicas da Alemanha, com a sua bandeira própria; cunharam moeda; tinham os seus navios e relações diplomáticas com várias nações.
                A Ordem foi forçada a abandonar Rodes em 1522, pelos Turcos sob o comando do sultão Sulimam I.
                Oito anos depois foram-se estabelecer em Malta, onde se mantiveram como um bastão do Cristianismo até aos fins do século XVIII.
                Foram atacados de novo em Malta em 1565 por Ottoman que pretendia exterminar a Ordem, mas foram vencidos graças a auxílios vindos da Sicília.
                O herói desta vitória foi o Grão-Mestre da Ordem Jean Parisot de la Vallette que fundou uma nova cidade mais fortificada, que se chamou Valleta e que se tornou a capital.
                A sede da Ordem, em Roma começou no ano de 1834.
                O título de Grão-Mestre da Ordem, suspenso durante algum tempo, foi restaurado pelo Papa Leão XIII (1878-1903) em 1879.
                Foram dadas novas orientações à Ordem numa constituição de 1961 e num código publicado em 1966.
                As quatro mais importantes classificações dos membros da Ordem são as seguintes :
                            * Cavaleiros da Justiça, que são religiosos com os votos de pobreza, castidade e obediência.
                            * Cavaleiros da Obediência que fazem a promessa solene de praticar a perfeição cristã.
                            * Cavaleiros de Honra e de Devoção e da Graça e Devoção, todos de nobre linhagem.
                            * Cavaleiros de Graça Magistral. São os capelães, as Damas e os Donatos da Ordem.
                A Ordem, com cinco Grão-Priorados, quatro sub-Priorados e 38 associações nacionais, dedica-se aos trabalhos hospitalares e de caridade de toda a espécie em 100 países.
                Sob Provisões de lei internacional, a Ordem mantém relações diplomáticas com a Santa Sé, (da qual, na sua dupla natureza, depende como Ordem Religiosa, mas da qual, como soberana Ordem dos Cavaleiros, está independente), e com mais 53 outros países.
                O Grão-Mestre, que é a cabeça da Ordem, tem o titulo de Vossa Eminência Real em paralelo com os Cardeais.
                Deve ser de linhagem nobre e sob votos solenes por um mínimo de 10 anos, se tiver menos de 50 anos.
                O Grão-Mestre actual é Fra' Andrew Willoughby Ninian Bertie, membro da Aristocracia Britânica, e foi eleito para toda a vida em 8 de Abril de 1988, pelo Conselho do Estado..
                A sua eleição foi aprovada pelo Papa.
                A sua sede em Roma é Via Condotti, 68, Palazzo Malta, 00187 Roma, Itália.
                Após diversas vicissitudes, laboriosas e demoradas negociações, lograram os cavaleiros da Ordem de S. João do Hospital de Jerusalém, desalojados que foram da ilha de Rodes, que o imperador Carlos V (1500-1558), em boa parte devido à interferência do papa Clemente VII (1523-1534), lhes cedesse, em 24 de Julho de 1530, a ilha de Malta para estabelecimento da sua nova sede.
                Daqui a designação de Ordem de Malta dada à já então secular Ordem dos Hospitalários.
                Malta, graças à sua posição no Mediterrâneo, constituía, sem dúvida, local adequado aos objectivos da Ordem (assistência a peregrinos e combate aos infiéis), pois permitia-lhe interceptar as comunicações marítimas entre os Muçulmanos do Norte de África e os da Turquia e da Palestina.
                Ordem essencialmente da aristocracia e para a aristocracia, nunca consentiu entre os cavaleiros pessoas que, pelo nascimento, não pertencessem à mais lídima fidalguia.
                Regida por um Grão - Mestre, a Ordem de Malta agrupava três classes de membros : nobres ou cavaleiros; padres ou capelães; e membros serventes, dos quais uns assistiam aos cavaleiros e outros aos padres.
                O hábito regular consistia numa dalmática e num grande manto negro, no qual traziam, pregada no lado esquerdo, como distintivo, uma cruz de oiro octavada, com esmalte branco.
                A Ordem de Malta dividia-se (com base na nacionalidade dos seus componentes), nas seguintes províncias ou línguas :
                     1)- Provença;
                             2)- Auvergne;
                            3)- França;
                            4)- Itália;
                            5)- Aragão;
                            6)- Inglaterra;
                            7)- Alemanha;
                            8)- Castela e Portugal.
                De início, nas Espanhas, havia uma só língua, a de Aragão, que englobava os cinco reinos de Portugal, Leão, Castela, Aragão e Navarra.
                Mas nos meados do século XV foi dividida em duas, pelo que ficou, de um lado, a de Portugal, Castela e Leão (presidida por um Grão -chanceler) e, de outro, a de Aragão, Catalunha e Navarra (tendo à frente um Grão - conservador).
                Em Portugal, dentre os bens da Ordem, assumia especial relevância o priorado do Crato.
                Após a Reconquista, D. Afonso Henriques ordenou a reconstrução e repovoamento de Crato, após a chegada dos Muçulmanos, continuada com maior ímpeto no reinado de D. Sancho II, o qual fez doação de UCRATE à Ordem do Hospital.
                O seu primeiro foral, de 1232, foi dado por Mem Gonçalves, prior da Ordem Hospitalar de S. João de Jerusalém, que se designaria depois, por obrigatórias mudanças da sua sede, em S. João de Rodes e, finalmente, em Ordem Militar de S. João de Malta.
                A partir de então e durante séculos, a história do Crato esteve intimamente ligada àquela Ordem de Cavalaria, cujo prestigio no nosso país foi verdadeiramente grande.
                Graças a D. Afonso IV, Crato é constituída sede do Grão-Priorado em Portugal dos Cavaleiros de Malta, e ganha com isso importância e desenvolvimento consideráveis.
                O primeiro cavaleiro a usar o titulo de Prior do Crato foi o pai do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, D. Frei Álvaro Gonçalves Pereira, que construiu fora da vila o Mosteiro de Nossa Senhora da Flor da Rosa em 1336.
                Não admira, pois, que os monarcas vissem com inquietação o poderio crescente dos senhores do Crato, que, pelos privilégios e isenções de que gozavam as suas terras, estavam praticamente independentes da autoridade régia.
                E este compreensível receio mais se acentuou após a rebelião de D. Nuno Gonçalves de Goyos contra a regência do infante D. Pedro (1392-1449).
                Lógica, pois, a atitude de D. Manuel I (1495-1521) ao investir no cargo de Prior do Crato pessoa da sua inteira confiança, D. João de Meneses, não obstante a violenta impugnação dos cavaleiros e do Grão - mestrado.
                E D. João III (1521-1557), por morte do conde de Arouca, foi mais longe : quis o priorado concedido a um membro da família real, pelo que, em 1528, entrou na posse daquela alta dignidade o infante D. Luís (1506-1555), que se intitulou Grão - prior.
                O Grão - mestre acatou, enfim, a imposição do monarca português e recebeu a importante soma de 15.000 cruzados.
                Então, o rei, com vista a evitar futuras controvérsias, conseguiu, através da bula de 25 de Maio de 1551, do papa Júlio III (1550-1555), que D. António, filho natural do infante D. Luís, fosse nomeado coadjutor e sucessor de seu pai, o que, de facto, se concretizou após a morte do infante, ocorrida a 27 de Novembro de 1555.
                No reinado de D. Maria I (1777-1799.) o papa Pio VI (1775-1799), na sequência de petições emanadas de Lisboa, declarou o Grão - priorado de Portugal independente de toda a jurisdição do capítulo - geral e do Grão - mestrado da Ordem de Malta, anexando-o à Casa do Infantado (bula Expedit quam maxime, de 24 de Novembro de 1789).
                Poucos anos volvidos, o mesmo pontífice determinou, pela bula Quoniam Ecciesiastícum, de 8 de Janeiro de 1793, que, assim como pelo lado temporal o Grão - priorado de Portugal ficava isento de qualquer interferência de Malta, também pelo espiritual dependeria directa e unicamente da Santa Sé.
                Nestas condições, de futuro, o administrador da Casa do Infantado seria, de direito, o Grão - prior.
                Assim, em obediência a este princípio, D. Pedro (1798-1834) e D. Miguel (1802-1866) foram Grão - priores do Crato.
                Com a extinção da Ordem de Malta, por Decreto de 30 de Junho de 1834, foram os seus bens incorporados na Fazenda Nacional.
                (Dicionário da H.de Portugal-Joel Serrão).                                                                   
                                                             John 
                                                                    Nascimento
                   
    Ver : Crato. Cruz (de Malta). Flor da Rosa. Malta(ou Melita).  Mosteiro Flor da Rosa. Ordens dos Cavaleiros.
     
     


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    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo