Fábio Pannunzio posted: "Começou o período de cobertura das eleições e com ele meu sossego se foi. É por isso que as postagens do blog escassearam. Quero pedir a compreensão de vocês, que são leitores habituais, pois quem paga as contas do blog é meu trabalho de repórte"
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Gloria Patri et Fílio et Spirítui Sancto. Sicut erat in principio et nunc et semper et in saecula saeculorum. Amen CONSAGRADO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
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sábado, 11 de agosto de 2012
Não murmureis! - padrepauloricardo.org
Testemunho de Fé: Não murmureis!
No Antigo Testamento, ao povo que murmura no deserto, Deus responde com o dom do Maná. Agora, diante dos judeus que murmuram, Jesus responde com o dom de si, o Pão da Vida.
A murmuração é o pecado de destruir as alianças de amizade entre as pessoas através da maledicência. Murmurar (γογγύζω) contra Deus é destruir a amizade que as pessoas têm com Deus, abalando a fé no amor de Deus e implantando no seu lugar a dúvida, a desconfiança, o ressentimento.
O homem que murmura contra Deus é um verdadeiro pregador do anti-evangelho. Como Satanás, ele acusa Deus de falta de amor, abala a fé das pessoas e destrói a "obra de Deus" que é a fé no seu amor (cf. Jo 6, 29).
Em cada Eucaristia renovemos a fé no Amor que se doa na Cruz como Pão descido do Céu.
Cursos: Marxismo e Revolução Cultural
Convidamos a todos para que conheçam o curso Marxismo e Revolução Cultural.
Este curso tem o objetivo de apresentar a revolução cultural dentro da Igreja ou, melhor dizendo, um estudo sistemático das raízes da Teologia da Libertação e de sua atuação dentro da Igreja Católica. Como reflexão teológica, o objetivo é o de identificar o que está acontecendo com a teologia e a maneira como o pensamento revolucionário está influenciando a forma de pensar a teologia, Deus, a Igreja e o sacerdócio.
Clique aqui para participar do curso.
Contamos com vocês
Precisamos de vocês internautas na divulgação dos nossos vídeos, áudios e cursos. Contamos com a sua ajuda para que o nosso apostolado cresça. Use o Facebook, Twitter, Orkut, Blog, etc. Compartilhe!!!
[catolicos_respondem] O PÃO VIVO [1 Anexo]
Caríssimo (a),
Segue-lhe o texto para sua meditação semanal sobre as leituras das missas
dominicais.
Como sempre extraída da Obra de Francisco Fernandez Carvajal, Falar com
Deus.
Espero lhe seja proveitoso.
Boa semana.
Airton Luiz Sbrissa.
TEMPO COMUM. DÉCIMO NONO DOMINGO. CICLO B
O PÃO VIVO
– A Comunhão restaura as forças perdidas e confere outras novas. O Viático.
– O Pão da vida. Efeitos da Comunhão na alma.
– A recepção frequente ou diária deste sacramento. Visita ao Santíssimo;
comunhões espirituais ao longo do dia.
I. LEMOS NA PRIMEIRA LEITURA da Missa1 que o profeta Elias, fugindo de
Jezabel, se dirigiu ao Horeb, o monte santo. Durante a longa e difícil
viagem, sentiu‑se cansado e quis morrer. Basta, Senhor; tira a minha alma;
porque eu não sou melhor do que os meus pais. E lançando‑se ao chão,
adormeceu. Mas o Anjo do Senhor despertou‑o, ofereceu‑lhe pão e disse‑lhe:
Levanta‑te e come, porque te resta um longo caminho. Tendo‑se ele levantado,
comeu e bebeu, e com o vigor daquela comida, caminhou quarenta dias e
quarenta noites, até o monte de Deus. O que não teria conseguido com as suas
próprias forças, conseguiu‑o com o alimento que o Senhor lhe proporcionou
quando mais desanimado se sentia.
O monte santo para o qual o Profeta se dirige é imagem do Céu, e o trajeto
de quarenta dias representa a longa viagem que vem a ser a nossa passagem
pela terra; uma viagem semeada também de tentações, cansaços e dificuldades
que por vezes nos fazem fraquejar o ânimo e a esperança. Mas, de maneira
semelhante ao Anjo, a Igreja convida‑nos a alimentar a nossa alma com um pão
totalmente singular, que é o próprio Cristo presente na Sagrada Eucaristia.
Nele encontramos sempre as forças necessárias para chegarmos até o Céu,
apesar da nossa fraqueza.
Nos primeiros tempos do cristianismo, a Eucaristia era chamada Viático, pela
analogia entre esse sacramento e o viático ou as provisões alimentícias e
pecuniárias que os romanos levavam consigo para as necessidades do caminho.
Mais tarde, reservou‑se o termo para designar o conjunto de auxílios
espirituais, de modo especial a Sagrada Eucaristia, com que a Igreja
apetrecha os seus filhos para a última e definitiva etapa da viagem rumo à
eternidade2. Entre os primeiros cristãos, era costume levar a Comunhão aos
encarcerados, sobretudo quando se aproximava o dia do martírio3.
São Tomás ensina que este sacramento se chama Viático na medida em que
prefigura a alegria de gozarmos da visão de Deus na pátria definitiva e nos
confere a possibilidade de alcançá‑la4. É a grande ajuda ao longo da vida e,
especialmente, no último trecho do caminho, ocasião em que os ataques do
inimigo podem ser mais duros. Esta é a razão pela qual a Igreja sempre
procurou que nenhum cristão morresse sem esse sacramento. Desde o princípio,
os cristãos sentiram a necessidade (e a obrigação) de recebê‑lo, mesmo que
já tivessem comungado nesse dia5.
Também podemos recordar hoje na nossa oração a responsabilidade que temos,
por vezes grave, de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que
nenhum familiar, amigo ou colega morra sem os auxílios espirituais que a
nossa Mãe a Igreja preparou para a última etapa da vida. É a melhor e a mais
eficaz demonstração de caridade e de carinho, talvez a última, com essas
pessoas aqui na terra. O Senhor recompensa‑nos com uma alegria muito grande
quando cumprimos este gratíssimo dever, ainda que por vezes possa ser
difícil e penoso.
Temos de agradecer ao Senhor todas as ajudas que nos oferece ao longo da
vida, especialmente a da Comunhão. Este agradecimento manifestar‑se‑á em
prepararmo‑nos para comungar todos os dias do melhor modo possível, e em
fazê‑lo com a plena consciência de que cada Comunhão nos dá, mais do que ao
profeta Elias, as energias necessárias para percorrermos com vigor o caminho
da nossa santidade.
II. EU SOU O PÃO da vida, diz‑nos Jesus no Evangelho da Missa6 [...]. Quem
comer deste pão viverá eternamente; e o pão que eu darei é a minha carne
para a salvação do mundo.
Hoje, o Senhor recorda‑nos vivamente a necessidade que temos de recebê‑lo na
Sagrada Comunhão para podermos participar da vida divina, para vencermos as
tentações, para que a vida da graça recebida no Batismo se desenvolva em
nós. Quem comunga em estado de graça, além de participar dos frutos da Santa
Missa, obtém uns bens próprios e específicos da Comunhão eucarística:
recebe, espiritual e realmente, o próprio Cristo, fonte de toda a graça. A
Sagrada Eucaristia é, por isso, o maior sacramento, centro e cume de todos
os demais. A presença real de Cristo dá a este sacramento uma eficácia
sobrenatural infinita.
Não há maior felicidade nesta vida do que receber o Senhor. Quando desejamos
dar‑nos aos outros, podemos oferecer‑lhes objetos que nos pertencem como
símbolo de algo mais profundo do nosso ser, ou fazê‑los participar dos
nossos conhecimentos, ou dedicar‑lhes todo o nosso amor..., mas sempre
chocamos com um limite. Na Comunhão, o poder divino ultrapassa todas as
limitações humanas, porque sob as espécies eucarísticas recebemos o próprio
Cristo indiviso. O amor atinge a sua máxima expressão neste sacramento, pois
é a plena identificação com Aquele que tanto se ama, a quem tanto se espera.
"Assim como quando se juntam dois pedaços de cera e com o fogo se derretem,
dos dois se forma uma só coisa, assim também é o que acontece pela
participação do Corpo de Cristo e do seu precioso Sangue"7. Verdadeiramente,
não há maior felicidade nem maior bem do que receber dignamente o próprio
Cristo na Sagrada Comunhão.
A alma nunca deixará de dar graças se se recordar com frequência da riqueza
deste sacramento. A Sagrada Eucaristia produz na vida espiritual efeitos
parecidos aos do alimento material em relação ao corpo. Fortalece‑nos e
afasta de nós a debilidade e a morte: o alimento eucarístico livra‑nos dos
pecados veniais, que causam a debilidade e a doença da alma, e preserva‑nos
dos mortais, que ocasionam a morte. O alimento material repara as nossas
forças e robustece a nossa saúde. "A Comunhão frequente ou diária torna a
vida espiritual exuberante, enriquece a alma com uma maior efusão de
virtudes e dá àquele que comunga um penhor seguro da felicidade eterna"8.
Tal como o alimento natural permite que o corpo cresça, a Sagrada Eucaristia
aumenta a santidade e a união com Deus, "porque a participação do corpo e do
sangue de Cristo não faz outra coisa senão transfigurar‑nos naquilo que
recebemos"9.
A Comunhão ajuda‑nos a santificar a vida familiar; incita‑nos a realizar o
trabalho diário com alegria e perfeição; fortalece‑nos para enfrentarmos com
garbo humano e sentido sobrenatural as dificuldades e tropeços da vida
diária.
O Mestre está aqui e chama‑te10, ouvimos dizer diariamente; não recusemos o
convite. Que possamos comparecer a esse encontro com alegria e bem
preparados. Ainda estamos longe disso. E quanta coisa depende de que o
façamos!
III. AS NOSSAS FRAQUEZAS são numerosas. É por isso que o nosso encontro com
o Mestre na Comunhão deve ser tão frequente. O banquete está preparado11 e
muitos são os convidados, mas poucos os que comparecem. Como podemos
desculpar‑nos? O Amor desbarata todas as desculpas.
Podemos manter vivo ao longo do dia o desejo e a recordação deste sacramento
mediante a Comunhão espiritual, que "consiste num desejo ardente de receber
Jesus Sacramentado e num trato amoroso com Ele como se já o tivéssemos
recebido"12. Esta prática traz‑nos muitas graças e ajuda‑nos a trabalhar e a
relacionar‑nos com os outros com mais sentido sobrenatural. "Que fonte de
graças é a comunhão espiritual! – Pratica‑a com frequência, e terás mais
presença de Deus e mais união com Ele nas obras"13.
Também é muito proveitosa a Visita ao Santíssimo, que é "prova de gratidão,
sinal de amor e expressão da devida adoração ao Senhor"14. Nenhum lugar como
a proximidade do Sacrário para esses encontros íntimos e pessoais em que o
colóquio com o Senhor encontra o clima mais apropriado e em que nasce o
impulso para a oração contínua no trabalho, na rua..., em qualquer lugar. O
Senhor presente sacramentalmente pode ver‑nos e ouvir‑nos com uma intimidade
maior, pois o seu Coração, que é "a fonte da vida e da santidade"15,
continua a pulsar de amor por nós. Ele diz‑nos: Vinde vós também à parte, a
um lugar solitário, e descansai um pouco.
Ao Seu lado encontramos a paz, se a tivermos perdido, a fortaleza para
concluirmos as nossas tarefas e a alegria no serviço aos outros. "E, o que
faremos, perguntais, na presença de Deus Sacramentado? Amá‑lo, louvá‑lo,
agradecer‑lhe e pedir‑lhe. O que faz um pobre na presença de um rico? O que
faz um doente diante do médico? O que faz um sedento quando avista uma fonte
cristalina?"16
Jesus tem o que nos falta. Ele é a fortaleza neste caminho da vida. Peçamos
a Nossa Senhora que nos ensine a recebê‑lo "com aquela pureza, humildade e
devoção" com que Ela o recebeu, "com o espírito e o fervor dos santos".
(1) 1 Rs 19, 4‑8; (2) cfr. A. Bride, voz Viatique, em DTC, XC, 2842‑2858;
(3) cfr. São Cipriano, De lapsis, 13; Vita Basilii, 4; PG 29, 315;Atas dos
mártires; etc; (4) cfr. São Tomás, Suma Teológica, III, q. 74, a. 4; (5)
Código de Direito Canônico, can 921, 2; (6) Jo 6, 48‑51; (7) São Cirilo de
Alexandria, Comentário ao Evangelho de São João, 10, 2; (8) Paulo VI, Instr.
Eucharisticum Mysterium, 15‑VIII‑1967, 37; (9)ib., 7; (10) Jo 11, 28; (11)
Lc 14, 16; (12) Santo Afonso Maria de Ligório, Visitas ao Santíssimo
Sacramento, Introd., III; (13) Josemaría Escrivá, Caminho, n. 540; (14)
Paulo VI, Enc. Mysterium fidei, 3‑IX‑1965, 67; (15) Ladainhas do Sagrado
Coração; cfr. Pio XII, Enc. Haurietis aquas, 15‑V‑1956, 20, 34; (16) Santo
Afonso Maria de Ligório, op. cit.
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Airton Luiz Sbrissa
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Comissão Interamericana de Direitos Humanos Quer Pressões em Prol de Direitos Especiais LGBT
Comissão Interamericana de Direitos Humanos Quer Pressões em Prol de Direitos Especiais LGBT |
| Comissão Interamericana de Direitos Humanos Quer Pressões em Prol de Direitos Especiais LGBT Posted: 11 Aug 2012 04:30 AM PDT Comissão Interamericana de Direitos Humanos Quer Pressões em Prol de Direitos Especiais LGBT Dr. Stefano Gennarini WASHINGTON, DC, EUA, 10 de agosto (C-FAM) No período curto de um mês, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos divulgou onze comunicados à imprensa condenando episódios de violência contra indivíduos gays, lésbicos e transexuais no continente americano. A Comissão Interamericana culpa os países em que esses ataques ocorreram por não agirem para investigar e processar crimes de ódio e pede que esses países forneçam proteções especiais para indivíduos na base de sua orientação e identidade sexual. Essa recente chuvarada de preocupações no site da Comissão Interamericana indica que uma nova divisão especializada de Direitos de Indivíduos Lésbicos, Gays, Transexuais, Bissexuais e Intersexuais (LGTBI) estabelecido em novembro de 2011 começou a funcionar. A divisão especializada tem a incumbência de rastrear questões LGTBI dentro da Comissão Interamericana. Os episódios de violência ocorreram no México, Estados Unidos, Guatemala, Brasil e Jamaica. Os comunicados à imprensa, publicados entre 18 de junho e 16 de julho, contêm a seguinte linguagem estereotipada dirigida a esses governos: "A CIDH recorda ao Estado sua obrigação de investigar tais atos em sua própria iniciativa e punir os responsáveis. A Comissão Interamericana exorta o Estado a conduzir uma investigação que leve em consideração se esse assassinato foi cometido por causa da identidade de gênero ou orientação sexual da vítima". A Comissão Interamericana afirma que esses países estão negligenciando investigar e processar de modo adequado tais crimes, e que "a ineficiência da resposta estatal fomenta elevados índices de impunidade, que por sua vez levam à repetição crônica de tais crimes, deixando as vítimas e suas famílias sem defesa". A Comissão também recomenda a "adoção de políticas e campanhas públicas e as emendas necessárias para alinhar as leis com os instrumentos jurídicos interamericanos de direitos humanos". A linguagem estereotipada não se dirige aos diferentes níveis de competência nas investigações e processos de crimes no continente, e parece convidar os países a tratar crimes pretensamente como crimes de ódio, a menos que se prove o contrário. Por exemplo, o comunicado à imprensa da Comissão trata o assassinato de Mollie Judith Olgin como crime de ódio, mas os policiais que investigaram o crime não encontraram nenhum indício disso, apesar de esforços para seguir essa teoria. A divisão especializada LGTBI se inspira em parte nos Princípios de Yogyakarta, um documento radical preparado por especialistas da ONU e ativistas de direitos humanos para abrir o caminho para o reconhecimento universal de novos direitos especiais para homossexuais e outras pessoas com base em sua preferência e identidade sexual. O documento tem sido usado para promover novos direitos na ONU e na Europa, e dá destaque ao site da Comissão Interamericana, onde a Comissão explica que adota "a noção da autoidentificação [sexual e de gênero] de cada pessoa". Reportagens dos meios de comunicação sobre violência contra indivíduos na base de sua orientação sexual e identidade de gênero estão estimulando os ativistas homossexuais na América Latina, que conseguiram apoio político suficiente para decretar leis contra crimes de ódio em vários países. Em julho, o Chile se tornou o último país a decretar tal lei, depois do assassinato de um jovem homossexual por neonazistas em março. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos é parte da Organização dos Estados Americanos (OEA). No ano passado, uma resolução da Assembleia Geral da OEA chegou muito perto de pedir aos países membros que decretem leis contra ódio. Tradução: www.juliosevero.com Fonte: Friday Fax Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter: http://twitter.com/juliosevero Facebook (perfil II): http://www.facebook.com/profile.php?id=100003992149042 |
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[*Exsurge Domini*] Resumo 3050
Mensagens neste resumo (1 Mensagem)
- 1.1.
- RES: [*Exsurge Domini*] REUNIÃO E SEMINÁRIO DE PADRES CASADOS De: Rogerio Hirota
Mensagem
- 1.1.
-
RES: [*Exsurge Domini*] REUNIÃO E SEMINÁRIO DE PADRES CASADOS
Enviado por: "Rogerio Hirota" rogeriosacrosancttus@yahoo.com.br rogeriosacrosancttus
Sex, 10 de Ago de 2012 5:11 pm
Esse Waldemartins é da seita Igreja Catolica Carismatica.
Banido
Ignorem esses emails
Pax et Bonum
Rogerio
De: exsurgedomini@yahoogrupos. com.br
[mailto:exsurgedomini@yahoogrupos. ] Em nome de Ir. WALDEMARTINS B. Decom.br
OLIVEIRA
Enviada em: quarta-feira, 8 de agosto de 2012 11:36
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: [*Exsurge Domini*] REUNIÃO E SEMINÁRIO DE PADRES CASADOS COM
ARCEBISPO DOM MILINGO [1 Anexo]
[Anexos de Ir. WALDEMARTINS B. De OLIVEIRA incluídos abaixo]
Aos interessados,
favor entrar em contato com Rev. Christian.
REUNIÃO E SEMINÁRIO DE PADRES CASADOS COM ARCEBISPO DOM MILINGO
Dia 11 de agosto
11h00 Chegada e recepção no Clube Atlético Sorocaba
12h00 Almoço
A tarde palestras e reuniões
Jantar e hospedagem no Clube Atlético Sorocaba
Domingo 12
Continuação do Seminário até final da tarde
Encerramento
LOCAL:
Clube Atlético Sorocaba
Fazendo Ipê
Rua Laura Maiello Kook, 1.711 Bairro Ipanema das Pedras
Sorocaba / SP CEP 18.052-445
Observação: Preferencialmente cada um providencie seu transporte.
Caso necessite de carona favor entrar em contato comigo até sexta-feira à
noite.
Fone: 11-3060-3610 / 3209-8396 / 7171-6922 (Vivo) / 5273-7408 (Tim)
--
Rev. Christian Lepelletier
11- 3060-3610 <tel:11-%203060-3610> / 3209-8396
11- 7171-6922 <tel:11-%207171-6922> (Vivo) / 5273-7408 (Tim)
Skype: chrislepel
http://about.me/christian_ lepelletier
Erro! O nome de arquivo não foi especificado.
+ Dom Bonerges Waldemar Bueno - Bispo
" Pugna Reintegratio Fraternalis, Caritas Dei Patris"
Diocese Carismática de São Paulo
ICC - Igreja Católica Carismática
Congregação Missionária da Santíssima Trindade
" Pugna Reintegratio Fraternalis, Caritas Dei Patris"
Sed vera fides apparet!
Donec non potest probare se
nisi opera.
A Nossa Verdadeira FÈ Manifesta-se!
Não dá prova de si,
a não ser pela obras realizadas! !
AVISO LEGAL: Esta mensagem e arquivos podem conter informações
confidenciais e ou legalmente protegidas. Caso tenha recebido por engano,
favor devolve-la ao remetente e eliminá-la do seu sistema,
não divulgando ou utilizando a totalidade ou
parte desta mensagem ou dos documentos a ela anexados.
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| A Amazônia Azul possui biodiversidade ainda maior que a Amazônia Verde Posted: 10 Aug 2012 07:03 AM PDT Daniel F.S. Martins "Após esta palestra sobre a Amazônia Azul, não veremos mais o assunto como pessoas à pé, mas aportados na nau capitânia de um dos maiores conhecedores do assunto". Com essas... Leia o restante da matéria em nosso site. |
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Voz da Igreja +
Voz da Igreja + |
| Posted: 10 Aug 2012 07:03 AM PDT ![]() Em meio a uma pesquisa no Youtube, dei de cara com um vídeo intitulado (sem nenhuma cerimônia) "O fundador da Igreja Católica"... Não preciso nem dizer que era um filminho dos mais irresponsáveis, travestido de "documentário", afirmando aquela velha balela, que a Igreja Católica teria sido fundada por Constantino no 4º século. Deixei então um breve comentário tentando esclarecer ao autor do vídeo (que assina como 'Raphael Kriptos'), que, comprovadamente, no tempo de Constantino (imperador de 306 a 337), o Papa da Igreja era Melcíades, o 32º Sumo Pontífice depois de Pedro, e que, portanto, todo o conteúdo do vídeo era absolutamente falso... ** Ler o artigo na íntegra |
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Ano Mariano 2012-2013
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Santa Clara de Assis, Luz que iluminou o mundo!
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Santa Clara de Assis, Luz que iluminou o mundo!
Num Domingo de Ramos, dia 18 de março de 1212, uma jovem, aos dezoito anos de idade, foge da casa de seus pais e se encaminha para a igrejinha da Porciúncula (na atual basílica de Santa Maria dos Anjos), onde São Francisco de Assis e seus Frades, em oração, aguardavam sua chegada.
Com círios acesos, os religiosos saem ao encontro da jovem, então luxuosamente adornada com seus trajes de fidalga, em direção à porta da igrejinha. Conduziram-na diante do altar de Nossa Senhora e a uniram para sempre ao seu Esposo Jesus Cristo. Ali mesmo, em presença de amigas e dos religiosos, São Francisco lhe corta os belos cabelos loiros. Essa tonsura é sinal de que a jovem, Clara de Assis, pertence virginalmente a Nosso Senhor.
Após esse ato, os Frades a acompanham até o mosteiro das Beneditinas de Bastia.
Irredutível resistência à família, por amor à vocação
Entretanto, os familiares reagem com grande indignação a esta fuga. Mas a Santa não se entrega, permanecendo irredutível. Quando percebe que a violência está por prevalecer, agarra com uma mão a toalha do altar e com a outra tira o véu da cabeça… Aí seus parentes constatam que ela já é de Nosso Senhor, e as esperanças de demovê-la caem por terra.Depois da Páscoa, Santa Clara sai da cidade de Bastia e vai para o mosteiro das Beneditinas de Sant’Angelo di Ponzo, onde, dezesseis dias depois de sua fuga, no dia 4 de abril, é alcançada pela sua irmã mais nova, Santa Inês, que também fugira de casa, querendo firmemente dedicar-se ao serviço de Deus.
A encantadora cidade de Assis fica em polvorosa e se divide: uns estão a da família das Santas; outros, das “fugitivas”. Desta vez, porém, o pai está decidido a reaver viva ou morta sua filha mais nova. Doze cavaleiros, parentes das Santas, invadem sacrilegamente o mosteiro de Sant’Angelo. Um deles, chamado Monaldo, enfurecido, lança-se sobre Inês a socos e ponta-pés, arrastando-a pelos longos cabelos, enquanto outros agarram-na pelos braços e pelas vestes. E lhe infligiram tão desapiedados tratos, que pelo chão ficaram pedaços da roupa e punhados de cabelos. E assim conduziram-na montanha abaixo. Santa Inês, contudo, grita pela irmã, a qual se põe a rezar em seu favor. Então, pela graça de Deus, repentinamente Inês caiu estendida no caminho, e tornou-se de um peso tal, que os doze homens, nem mesmo com o auxílio de alguns lavradores, conseguiram arrastá-la.
Mesmo assim continuaram as crueldades. O tio Monaldo alçou o braço direito para descarregar um golpe sobre Inês, que bastaria para dar-lhe a morte, se a houvesse alcançado. No ato de erguer a mão, porém, esta se lhe contraiu, e assim ficou por bastante tempo. Deixaram então Santa Inês na estrada e fugiram.
Fundação das Clarissas
Alguns dias após esses fatos, São Francisco de Assis faz uma visita ao mosteiro e reveste também Santa Inês do hábito da Ordem Segunda Franciscana, consagrando-a para sempre a Nosso Senhor. E escolhe para ambas as irmãs uma casa definitiva: a pobre residência da igreja de São Damião, situada fora dos muros de Assis.Em pouco tempo, com outras jovens da cidade e de Perúsia, Santa Clara e Santa Inês formam a primeira comunidade das Irmãs Pobres de São Damião, que passarão a chamar-se Clarissas, após a morte de Santa Clara de Assis, ocorrida a II de agosto de 1253.
Refúgio em Perúsia
Em 1198,o povo da comuna de Assis elege os cônsules para administrar a cidade, derrubando um a um, todos os castelos dos “Maiores”. Os Beneditinos do Monte Subásio acolhem os nobres refugiados… Mas muitos deles fogem de Assis.Favorino Offreducci, pai de Santa Clara, refugia-se com sua família em Perúsia, onde permanece até 1209. Ao lado de sua mãe, Santa Clara cresce cortês e afável com todos, dedicando-se à oração e às obras de caridade, criando laços de amizade com outras meninas também exiladas em Perúsia, algumas das quais haveriam de acompanhá-la em Religião. Em 1209, Clara está novamente em Assis, onde, após ouvir uma pregação do grande São Francisco, decide consagrar-se inteiramente a Deus.
Enfrenta os sarracenos

Certo dia do ano de 1243, estando Santa Clara acamada, ouviu suas religiosas em lágrimas lhe dizer, com grande pavor, que uma tropa de maometanos tinha invadido o claustro externo da igreja de São Damião e já escalavam as muralhas do mosteiro. A Santa, sem se espantar, ordenou que a levassem, doente como estava, à porta do mosteiro bem em face do inimigo.
Ali, precedida de uma caixinha de prata guarnecida de marfim, contendo o Santíssimo Sacramento, ela se prosternou, em lágrimas, dizendo a Nosso Senhor Sacramentado a seguinte oração: “Senhor, guardai Vós estas vossas servas, porque eu não as posso guardar”. Ouviu-se então uma voz de maravilhosa suavidade dizendo: “Eu te defenderei para sempre”. Santa Clara rezou ainda pela cidade de Assis: “Senhor, que Vos apraza defender também a esta vossa cidade”. E a mesma voz disse: “A cidade sofrerá muitos perigos, mas será defendida “. Após o que Santa Clara se voltou para as Irmãs, dizendo: “Não fiquem com medo, porque eu sou a sita garantia de que não vão passar nenhum mal, nem agora nem no futuro, enquanto se dispuserem a obedecer os Mandamentos de Deus”. Os sarracenos foram embora sem fazer qualquer mal ou causar prejuízo ao mosteiro e às religiosas.
Aparições do Menino Jesus
Depondo sob juramento no processo de canonização, a Irmã Francisca de Messer Capitaneo de Col de Mezzo conta que certa vez viu no colo de Santa Clara, bem junto ao seu peito, uma criança belíssima, que só de vê-la sentia indizível suavidade e doçura. E que não tinha a menor dúvida de que se tratava do Menino Jesus.Em outra ocasião ainda, julgando as Irmãs que a Santa estava para morrer, chamaram um sacerdote para dar-lhe a Comunhão. A mesma Irmã Francisca viu sobre a cabeça da Santa um esplendor muito grande e a Sagrada Eucaristia tinha o aspecto de uma criança pequena e belíssima. Depois de comungar, Santa Clara disse: “Foi tão grande o benefício que Deus me fez hoje, que com ele não poderiam ser comparados o céu e a terra”.
Milagres operados por Santa Clara em vida
Em certa ocasião, como não houvesse mais do que meio pedaço de pão para a refeição das Irmãs, Santa Clara mandou dividir essa metade em porções para dar às religiosas. Aquele pedaço multiplicou-se nas mãos da que o partia de tal forma que deu para cinqüenta porções, suficientes para as Irmãs que já estavam sentadas à mesa.Mas a Santa, além de operar muitos milagres, exerceu também ação exorcística. Como exemplo, cabe lembrar o caso da mulher de Pisa. Dizia esta que Nosso Senhor, pelos méritos de Santa Clara a havia libertado de cinco demônios que a atormentavam, e que. por isso, tinha vindo ao locutório das Irmãs para agradecer primeiro a Deus e depois à Santa. Ao serem expulsos, afirmou a mulher que os demônios bradavam: “As orações dessa santa nos queimam”.
Milagres após a morte
Depois de sua morte multiplicaram-se os milagres junto a sua sepultura. Assim, curou um epiléptico que. ademais, tinha uma das pernas atrofiadas. Ali receberam a cura integral pessoas cegas, corcundas, aleijadas em geral, possessas e loucas.Santa Clara escritora
Santa Clara foi excelente escritora. Tendo recebido em casa uma formação muito boa para seu tempo, teve o dom de expressar em seus escritos toda a riqueza de seu pensamento claro, conciso, elegante e principalmente entusiasmado por tudo quanto dizia respeito a Deus.O que se conhece de seus escritos revela uma mulher inteligente e culta, que sabe muito bem o que quer e o exprime de maneira muito feliz. Dominava bastante bem o uso do latim, distinguindo-se pela simplicidade, clareza e objetividade.
“Falo com minha própria alma”
Três dias antes de sua morte, em presença de algumas de suas Irmãs, Santa Clara encomendou sua própria alma a Deus dizendo: “Vá em paz, porque tens boa escolta; pois aquele que te criou, previu tua santificação. E, depois que te criou, infundiu-te o Espírito Santo. E depois te guardou como uma mãe cuida do seu filho pequenino”.Indagada a quem dirigia aquelas palavras respondeu: “Falo com a minha alma bendita”.
Visita de Nossa Senhora à hora da morte
Às vésperas da morte de Santa Clara tinha-se a impressão de que a corte celestial se movimentava para preparar suas honras fúnebres.A Irmã Benvinda de dona Diambra de Assis, que a assistia nos últimos momentos, viu de repente com os olhos reais uma grande multidão de virgens, vestidas de branco, todas com coroas na cabeça, que entravam pela porta onde jazia Santa Clara. Entre elas havia uma maior, que excedia tudo quanto se possa imaginar, muito mais bela e com uma coroa maior na cabeça. Em cima de sua coroa havia um pomo dourado do qual irradiava tanto esplendor que parecia iluminar todo o recinto.
As virgens aproximaram-se do leito da Santa, e a Virgem maior foi a primeira a cobri-la com um pano finíssimo, tão fino que por sua transparência Santa Clara podia ser vista mesmo coberta com ele. Então a Virgem das virgens inclinou o seu rosto sobre a Santa e após isso todas desapareceram…
Considerações finais
Quem ler a Legenda de Santa Clara, escrita por Tomás de Celano, não se surpreenderá vendo-a cantar tantos louvores à Santa. Escrita por ocasião de sua canonização, em 1255, era natural que sua tarefa fosse louvá-la efusivamente.Entretanto, é impressionante que o mesmo Celano, ao escrever a primeira biografia de São Francisco de Assis, em 1228, quando Clara não tinha mais do que 34 anos de idade (dos sessenta que deveria viver, quarenta e dois dos quais como Abadessa das Irmãs Pobres de São Damião) já fale dela como de uma santa canonizada:
“Clara…. virgem no corpo e puríssima no coração; jovem em idade mas amadurecida no espírito. Firme na decisão e ardentíssima no amor de Deus. Rica em sabedoria, sobressaiu na humildade. Foi clara de nome, mais clara por sua vida e claríssima em suas virtudes….
“Clara de verdade pela santidade de seus merecimentos ….”
Mas, quando o Processo de Canonização de Santa Clara foi descoberto, em 1920, é que se fica sabendo da forte impressão que ela exerceu sobre seus contemporâneos, desde criança: tanto as irmãs como os leigos que depõem ficam sem palavras para comentar a santidade dessa mulher que, para eles, “abaixo da Virgem Maria”, não devia ter igual.Leitor, se em meio às vicissitudes dos dias atuais, necessitas por ventura de alguma ajuda muito especial, pede-a a Santa Clara, quem, no Céu, bem junto ao Imaculado Coração de Maria, rogará também insistentemente por ti!
Trecho da Bula de canonização de Santa Clara, publicada pelo Papa Alexandre IV, que canonizou a Santa em Anagni a 15/8/1255
“Clara, preclara por seus claros méritos, clareia claramente no céu pela claridade da grande glória, e na terra pelo esplendor dos milagres sublimes. Brilha aqui claramente sua estrita e elevada religião, irradia no alto a grandeza de seu prêmio eterno, e sua virtude resplandece para os mortais com sinais magníficos.
“A esta Clara foi dado o título do privilégio da mais alta pobreza; a ela é dada nas alturas como recompensa lima profusão inestimável de tesouros; e os católicos demonstram para com ela plena devoção e uma honra imensa. Esta Clara foi distinguida aqui por suas obras fulgidas, esta Clara é clarificada no alto pela plenitude da luz divina. E a maravilha de seus prodígios estupendos declara-a aos povos cristãos.
“Ó Clara, dotada de tantos modos pelos títulos da claridade! Foste clara antes da tua conversão, mais clara na conversão, preclara por teu comportamento no claustro, preclara pelos seus claros méritos, e brilhante claríssima depois do curso da presente existência!
“O mundo recebeu de Clara um claro espelho de exemplo: por entre os prazeres celestiais ela oferece o lírio suave da virgindade. E na terra sentem-se os remédios manifestos do seu auxílio.
“Ó admirável clareza da bem-aventurada Clara, que quanto mais diligentemente é buscada em pontos particulares mais esplendidamente é encontrada em tudo. Brilhou no século e resplandeceu na religião. Em casa foi luminosa como um raio, no claustro teve o clarão de um relâmpago! Brilhou na vida, irradia depois da morte. Foi clara na terra e reluz no céu! Como é grande a veemência de sua luz e como é veemente a iluminação de sua claridade!”
FONTES DE REFERENCIA
1.Analecta Francisco, X.2. J. Cambell, Actus Beati Francisci et sociorum ejus. Edizioni Porziuncola, 1988.
3. Bughelti, OFM, Legenda de Santa Clara, in revista do Archivum Franciscanum Historicum, 1912.
4. Bula de Canonização, Clara claris praeclara (1255). in revista do Archivum Franciscanum
Historícum. 1920.
5. Frei Zeferino Lazzeri, Processo de. Canonização,in revista do Archivum Franciscanum Historicum, 1920. E o manuscrito nº 251, da Coleção Laudau-Finaly, da Biblioteca Nacional de Florença.
6. M. F. Bccker, J.F. Godet, T. Matura, Claire d’Assise: Écrits, Paris. Editions du Cerf, 1985.
7. Omaechevarria, Escritos de Santa Clara, BAC, Madrid, 1982.
8. Frei José Carlos Corrêa Pedroso, OFMCap, Fontes Clarianas, Vozes, Petrópolis.
Fonte: Revista Catolicismo
http://www.lepanto.com.br/catolicismo/vida-de-santos/santa-clara-de-assis-luz-que-iluminou-o-mundo/














