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    domingo, 21 de dezembro de 2014

    Lourdes e suas aparições A Coroa do Advento, símbolo do próximo nascimento de Jesus




    Lourdes e suas aparições







    Posted: 17 Dec 2013 11:30 PM PST



    Entre os muitos costumes do Natal cujas origens nem muitos sabem, figura a de montar uma coroa de galhos de pinheiro – ou equivalente – ornada com flores, frutas, bolas, fitas, muita imaginação e o mais importante: quatro velas.



    Trata-se da "Coroa do Advento".



    A palavra Advento vem do latim adventus e significa "vinda" ou "chegada".



    O período litúrgico do Advento foi instituído pelo Papa São Gregório I Magno para preparar os fiéis para a vinda de Cristo.



    O Advento começa quatro domingos antes do Natal e marca o início do ano litúrgico.



    No século XVI na Alemanha apareceu o costume de montar a Coroa de Advento para ir marcando os domingos que faltavam até o Natal.



    Em cada domingo acendia-se uma das velas, de maneira que quando todas estivessem acessas o Natal era iminente.



    Também em muitas famílias ou igrejas se acrescenta no centro uma grande vela branca. Essa quinta vela é acessa na Noite de Natal.



    Na Alemanha há muitas variantes em torno da ideia central e tradicionalmente as velas são vermelhas, que é a cor do fogo da graça e da Luz que o Menino Jesus vem trazer ao mundo.



    Porém, na Suécia, elas são brancas para evocar a pureza da festa e, na Áustria são roxas, cor litúrgica do Advento, e simbolizam a penitência que nos prepara para bem receber o divino Redentor. Fonte. 























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    quinta-feira, 15 de maio de 2014

    Lourdes e suas aparições Fala-se de qualquer tipo de cura. Por que não se fala mais das curas de Lourdes?




    Lourdes e suas aparições





    Fala-se de qualquer tipo de cura. Por que não se fala mais das curas de Lourdes?


    Posted: 14 May 2014 05:10 PM PDT





    Doentes em carrinhos indo e vindo da Gruta






    O leitor por certo terá ouvido de conhecidos, amigos ou parentes, terá visto em revistas, jornais, na propaganda, na Internet ou na TV dicas para curar esta ou aquela doença, ou simplesmente para preveni-las.




    Fala-se de tudo: além de remédios maravilhosos, recomenda-se tratamentos fitoterápicos, homeopáticos, aromáticos, acupuntura, chás e infusões de toda espécie.




    E sem falarmos das dicas dietéticas: comer isto ou aquilo em tais condições, e ainda muitas outras dentro do que parece razoável




    Mas também viraram ultra comuns, as "terapias" que saem do razoável e entram pela superstição adentro: Nova Era, terapia pelas vidas passadas, pelas pirâmides, Tarô, yoga, meditação oriental, etc.




    E não falamos dos recursos aos poderes das trevas, como espiritismo, macumba e outros, em que o pai da mentira é rei.




    Mas, caro leitor, pare um pouco, procure na memória e responda: quantas vezes ouviu falar da cura por meio de Nossa Senhora de Lourdes? Da sua água? Da romaria? Da visita a algumas de suas imagens que também no mundo todo fazem milagres similares aos que se operam na Gruta de Massabielle na França?







    Acendendo velas para Nossa Senhora em Lourdes



    As curas de Lourdes são ultra-impressionantes, documentadas, continuadas, recentes. Segundo estimativas dos santuários de Lourdes, em 2012 Lourdes recebeu 6.024.222 peregrinos. E consideremos que os visitantes de Lourdes só vão para ver a Nossa Senhora e Santa Bernadette.




    Por volta de 7.000 curas foram declaradas inexplicáveis pela ciência após muito demorados exames.




    Pois bem, essas curas continuam a se dare em Lourdes. Equipes médicas trabalham o tempo todo para conferi-las, dezenas de milhares de voluntários vão cuidar dos doentes que chegam de todo mundo com toda espécie de doenças e retornam confortados. 




    As curas inexplicáveis são publicadas com todas as provas. Neste blog continuamente estão saindo os relatos, e muitos outros sites e blogs fazem o mesmo.




    Em Lourdes há até um "museu dos milagres" com todas as histórias das curas sobrenaturais aprovados pela Igreja. Ateus e materialistas ficam abalados com o que podem ver lá, etc. 










    Porém a mídia não fala disso. Mas, sim de qualquer guru da Índia ou do Tibete que aduzem umas fórmulas deles, e quando algum cientista espreme essas fórmulas, o que sai é superstição. 




    Quem fala das curas certas e comprovadas de Lourdes? 




    Quem ouviu numa conversa comum falar elogiosamente das curas de Lourdes? Quantos têm uma imagenzinha de Nossa Senhora de Lourdes em casa?




    É impressionante o abandono do milagre bom, do milagre santo, do milagre evidente, do milagre ao alcance de todo mundo, para ir correndo atrás de coisas dessas que afinal de contas não resolvem nada... 







    Filas aguardando para tomar banho na água de Lourdes



    Quer dizer, é o delírio de um mundo, que endoidece sob todos os pontos de vista! Não dá para mantermos ilusões a respeito desse mundo. 




    Mas, em Lourdes, a grande vitoriosa é Nossa Senhora. É ela que aponta o futuro. É Ela que mostra seu poder com as curas.




    E, apesar do silêncio universal, Ela trabalha no fundo das almas e as convida a se aproximarem dEla e se beneficiarem de seu auxílio maternal, a todo momento, sem cessar, derramando sua bondade mais torrencialmente do que a própria água de Lourdes.




    Sim, é Ela que esmaga eternamente a serpente infernal, toda forma de mal, toda forma de doença e até de todos os calos e durezas que vão tornando como pedras os corações afastados de Santa Igreja Católica! 


























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    quinta-feira, 1 de maio de 2014

    Lourdes e suas aparições




    Lourdes e suas aparições





    Milagres de Lourdes: Jeanne Fretel (1948) após 10 anos de hospital e 7 cirurgias sem resultado


    Posted: 30 Apr 2014 01:30 AM PDT



    Jeanne Fretel, nascida a 27 de maio de 1914 na Bretanha, teve uma infância sofrida: rubéola, escarlatina, difteria etc.




    Em janeiro de 1938, quando tinha vinte e quatro anos, é operada de apendicite no Hôtel-Dieu em Rennes. Depois disto, passará dez anos no hospital, praticamente sem interrupções.




    Primeiro tem que operar um quisto tuberculoso nos ovários, depois, uma peritonite tuberculosa, logo seguida por uma fístula estercoral.




    É somente no fim da guerra que sai do hospital, porém aparece uma erisipela, em seguida um hallux valgus bilateral, finalmente uma osteíte do maxilar superior, que não lhe deixou mais do que três dentes na arcada superior e seis na inferior.




    A 3 de dezembro de 1946 ingressou no hospital de Pontchaillou, em Rennes. Desta feita, diz ela, é "para morrer lá". 




    Está sempre acamada e todas as noites a febre atinge os 39° 5. Tem o abdômen inchado, distendido, terrivelmente dolorido: faz-se necessária uma aplicação diária de seis centigramas de morfina.




    Apesar de um prolongado tratamento de estreptomicina, cuja descoberta era recente, o estado de Jeanne Fretel não apresenta melhoras, segundo o demonstra este atestado médico redigido pelo Dr. Pellé:





    "De agosto de 1948 a outubro de 1948, a enferma mostra-se cada vez mais cansada: só consegue ingerir pequenas quantidades de líquido. Surgem sinais meningíticos. Um deles é o ventre, volumoso e dolorido. Há um escoamento abundante de pus com as fezes, bem como nos vômitos, acompanhado de sangue negro. Os desfalecimentos cardíacos são freqüentes e colocam em perigo a vida da paciente. Toda esperança parece estar perdida."




    Pela terceira vez em cinco anos, a 20 de setembro de 1948, a doente recebe a extrema-unção. A temperatura oscila todos os dias entre 40° à noite e 36° pela manhã. As aplicações de morfina são feitas de três a quatro injeções diárias de dois centigramas cada uma: "O simples esforço para sentar-se na cama já lhe é quase impossível". Deixa-a extenuada.




    E, no entanto, é neste estado que empreende a peregrinação a Lourdes, no dia 4 de outubro de 1948, levando consigo o seguinte atestado do Dr. Pellé:


    "Peritonite tuberculosa. A enferma foi submetida a sete intervenções cirúrgicas abdominais a partir de 1938. Há três anos encontra-se em completo repouso, alimenta-se muito pouco e as dores no ventre obrigam-na a permanecer quase que totalmente imóvel"





    Ao ser levada a Lourdes, está semi-consciente, sempre acometida por vômitos que a impedem de alimentar-se e dormir.




    Na sexta-feira, 8 de outubro, levam-na muito cedo, às 7h30, para assistir a missa dos doentes no altar de Santa Bernadette.




    O padre que oficia a cerimônia, assustado e constrangido com a presença dessa doente dominada pelas náuseas, hesita em lhe administrar a comunhão. O maqueiro que carrega Jeanne FreteI insiste. E assim a enferma recebe a hóstia...


    "Foi então ‒ contará ela mesma mais tarde ‒ que comecei a perceber que estava melhor e que me achava em Lourdes. Perguntaram pela minha saúde. Respondi que me sentia outra! Meu ventre continuava duro e inchado, mas já não padecia nenhuma dor. Deram-me uma xícara de café com leite que tomei com apetite e prazer.




    "Após a missa, levaram-me até a gruta, sempre carregada na maca. Chegando ali, ao cabo de alguns minutos, tive a impressão que uma pessoa me amparava sob as axilas para me ajudar a sentar. E vi-me sentada. Virei-me a fim de ver quem me havia auxiliado, porém não vi ninguém. Tão logo me sentei, tive a sensação de que as mesmas mãos que me tinham ajudado a sentar seguravam as minhas para colocá-las sobre minha barriga. 




    "Perguntei a mim mesma o que estava me acontecendo: se estava curada ou saindo de um sonho. Notei que meu ventre tinha voltado ao normal. E então senti uma fome fora do comum."




    Voltou para o hospital ainda na maca. Pediu algo para comer. O Dr. Guégan examina-a e dá-lhe autorização para alimentar-se. Faz uma refeição frugal: um pedaço de vitela e purê de batatas com três pedaços de pão. Mas para ela é um banquete extraordinário: já faz dez anos que não tem uma refeição igual.





    "Quando terminei ainda tinha fome. Pedi mais uma porção. Fui atendida e pedi mais. Então me trouxeram como sobremesa um prato de sêmola de arroz, de receio que passasse mal."





    À tarde, já recuperada, satisfeita sem estar saciada, levanta-se, veste-se sozinha e sai para dar um passeio:





    "Já fazia três anos que eu não andava e naquele instante caminhei com a mesma desenvoltura de hoje ‒ esclarece Jeanne Fretel –. Assim que cheguei às piscinas, tomei um banho de pé, sem me cansar."




    À noite, torna a ingerir uma refeição (sopa, pão e patê, sobremesa) e adormece, mas desperta por volta da meia-noite, ainda atormentada pela fome; serve-se de pão, manteiga, doces, bolo e readormece. 




    No dia seguinte, levam-na até o Escritório das Constatações onde cinco médicos assinam em conjunto um boletim em que declaram:





    "Enorme melhora, talvez cura completa."




    Jeanne Fretel sente-se tão aliviada no trem de volta que pede e suporta muito bem a parada brusca das injeções de morfina, sem experimentar as perturbações graves e costumeiras de uma desintoxicação tão violenta.




    E podemos imaginar o assombro do médico assistente da doente, o Dr. Pellé, que escreve a 13 de outubro de 1949:


    "Voltamos a ver a senhorita Fretel no mesmo dia de seu retorno de Lourdes para Rennes, onde a examinamos e observamos o desaparecimento completo de todos os sinais patológicos. Temos acompanhado a paciente com regularidade e constatamos que a melhora do seu estado geral prossegue. Seu peso que era de 44 quilos no dia 5 de outubro de 1948 passou para 58,200 quilos. Durante os oito primeiros dias, esta jovem ganha 1,350 por dia. A temperatura é normal: 36°8 pela manhã, 37°2 à noite. O apetite e o sono são muito bons."




    Jeanne Fretel, após o seu regresso, reencetou uma vida ativa que prossegue sempre sem qualquer acidente patológico. Nunca mais sentiu qualquer tipo de dor. A vida normal retomou seu curso na plenitude de uma saúde perfeita. Todos os dias levanta-se às 5h30 e recolhe-se às 11 da noite. E, no entanto, tem que fazer as tarefas mais cansativas da casa.




    Um ano depois, a jovem compareceu diante dos vinte e oito médicos da Junta Médica de Lourdes. Em 1950, após terem concluído se tratare de uma "cura inexplicável", o processo de Jeanne Fretel foi enviado à Comissão canônica criada expressamente para examinar este caso pelo cardeal Roques, arcebispo de Rennes. E a 8 de novembro de 1950, a Comissão canônica declarou:





    "O caso da senhorita Fretel situa-se na série das curas extraordinárias, cientificamente inexplicáveis, na presença das quais só podemos repetir: 'O dedo de Deus se faz sentir'."




    Em seguida, o cardeal Roques, na data de 20 de novembro, publicou um "reconhecimento de milagre" assim redigido:





    "Reconhecemos que a senhorita Jeanne Fretel, acometida de peritonite tuberculosa com sinais meningíticos e em estado muito grave de caquexia, foi curada súbita e radicalmente a 8 de outubro de 1948, no momento em que comungava no altar de Santa Bernadette em Lourdes, e nós julgamos e declaramos que a cura é milagrosa e deve ser atribuída à Nossa Senhora de Lourdes."








    Video: (em espanhol) com o testemunho de Jeanne Fretel









    (Fonte: Philippe Aziz, "Os milagres de Lourdes ‒ A Ciência face à fé", 1981, Tradução de WiIma Freitas Ronald de Carvalho, http://www.scribd.com/doc/7352670/Philippe-Aziz-OS-MILAGRES-DE-LOURDES)










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    terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

    Lourdes e suas aparições


    Lourdes e suas aparições

    Link to Lourdes e suas aparições

    Posted: 09 Feb 2014 11:30 PM PST
    Só Santa Bernadette viu, ouviu e falou com Nossa Senhora.

    Porém, as multidões, acorrendo à gruta, vendo-a e imitando-lhe os gestos de piedade, tinham uma certeza inabalável da realidade das aparições.

    Por assim dizer, os fiéis "viam" Nossa Senhora em Santa Bernadette, e experimentavam sua influência indizivelmente benéfica ao imitarem seus gestos.

    A partir de então, Nossa Senhora continuou a exercer em Lourdes essa misteriosa ação de presença sobre os que lá vão rezar.

    Essa ação misteriosa da graça constitui talvez o maior milagre daquele privilegiado lugar onde o Céu osculou a Terra que é Lourdes.

    Veja vídeo
    Lourdes com olhar brasileiro
    Por meio dessa ação, Nossa Senhora restaura as forças de seus filhos e simples fiéis.

    Ela os encoraja nas suas fraquezas, doenças, dramas pessoias, e as impulsiona com sinais sensíveis para se somarem à coligação dos bons.

    E, dessa maneira, pôr cobro ao reinado do caos infernal.




    Video: Lourdes com um olhar brasileiro




    Acompanhe online o que está acontecendo agora na própria gruta de Lourdes pela Webcam do santuário. 


    sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

    Lourdes e suas aparições Ensinamento de Lourdes: coragem, resolução, energia e compreensão do significado do sofrimento




    Lourdes e suas aparições






    Posted: 05 Feb 2014 11:30 PM PST










    Os acontecimentos de Lourdes são ricos em ensinamentos para nós, e um desses ensinamentos é a respeito do sofrimento.




    De um lado, Nossa Senhora tem pena do sofrimento dos homens, atende os rogos deles e pratica milagres para livrá-los das dores.




    Além do mais, Nossa Senhora que tem pena das almas, para provar que a Fé Católica é verdadeira, pratica milagres para operar conversões.




    Nisso Nossa Senhora nos dá um grande ensinamento.




    Ela mostra, pela bondade d'Ela em Lourdes, que Ela é nossa Mãe, que Ela quer e pode praticar maravilhas por nós, e Ela as pratica.




    E, entretanto, a maior parte dos doentes que vão lá voltam sem terem sido curados.




    Mas, há em Lourdes outro aspecto. São inúmeros doentes que vão a Lourdes, e voltam sem terem sido curados.




    Por que razão Nossa Senhora opera a cura de uns e não opera a cura de outros? Qual é o mistério?




    Eu creio que é um dos mais estupendos milagres de Lourdes.




    Se a gente prestar bem atenção, passa-se o seguinte: para a grande maioria das almas o sofrimento é necessário para a santificação.




    Então, as doenças bem levadas são meios para a santificação.




    Por meio de doenças e provações espirituais a pessoa se santifica. E quem não compreende o papel do sofrimento e da dor para operar nas almas o desapego, o amor de Deus, e a regeneração, não compreende absolutamente nada.




    São Francisco de Salles chegou a afirmar que o sofrimento é verdadeiramente o 8º sacramento, de tal maneira ele é indispensável.




    O Cardeal Pedro Segura y Sáenz, com quem eu estive uma ocasião, me contou o diálogo que ele teve com o Papa Pio XI. S.S. Pio XI se gabava diante dele de nunca ter estado doente. O Cardeal Segura sorriu para ele e disse: "Então Vossa Santidade não tem o sinal de predestinado".




    Pio XI ficou assustado, e o Cardeal acrescentou: "Não há predestinado que não adoeça, e gravemente, sofra muito da saúde pelo menos em determinado período de sua vida. Se Vossa Santidade nunca teve nada de saúde, não é sinal de predestinado".




    Dias depois, Pio XI teve um enfarte de coração fortíssimo. E da cama ele escreveu um bilhetinho ao Cardeal Segura, que guardava o bilhete.











    Era assim: "Eminência, já tenho o sinal de predestinado". E realmente a doença é, como o sofrimento de toda ordem, o sinal dos predestinados.




    Ora, Nossa Senhora agiria contra o interesse da salvação das almas, se lhes tirasse as doenças.




    Para certas almas convém tirar o sofrimento. Mas normalmente não convém. De maneira que essas pessoas vão a Lourdes e voltam sem terem sido curadas.




    Prova de quanto Nossa Senhora, tão misericordiosa, acha indispensável o sofrimento para a salvação das almas.




    Mas há uma coisa muito bonita: em Lourdes Nossa Senhora dá ao doente tal conformidade com a doença, que eu nunca ouvi contar o caso de uma pessoa que esteve em Lourdes e não sendo curada se revoltasse.




    Pelo contrário, as pessoas voltam enormemente resignadas, satisfeitas de terem ido fazer sua visita a Lourdes, e verem outras que foram curadas.




    Há até casos de pessoas que vêm da Índia, da América, sei lá de onde para serem curadas, e que vendo ao lado outras que têm mais necessidade de serem curadas, pedem a Nossa Senhora isto: que eu não seja curado contanto que aquele seja curado.




    Quer dizer, uma pessoa que aceita a doença e o sofrimento em benefício do outro é um verdadeiro milagre de amor ao próximo por amor de Deus. Um milagre moral arrancado ao egoísmo humano, e que é milagre mais estupendo do que uma cura propriamente dita.





    (Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, palestra proferida em 6/2/65. Sem revisão do autor).


















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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo