Banner

Jesus Início

Início


Visitas



addthis

Addrhis

Canal de Videos



    •  


    • http://deiustitia-etfides.blogspot.com.br/


    • -


    Rio de Janeiro

    Santa Sé






    Mostrando postagens com marcador Racismo. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Racismo. Mostrar todas as postagens

    domingo, 23 de fevereiro de 2014

    Uma camiseta de Lobão para Marcelo Freixo. E uma resposta desmoralizante para os que se dizem “jovens judeus de esquerda” do PSOL | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com















    Veja SP
    Veja RJ
    Exame
    Info
    Contigo!
    MdeMulher
    Modaspot
    Capricho
    Revistas e sites
    Assine
    Loja
    SAC
    Grupo Abril
    VEJA
    Notícias
    Temas
    Vídeos e Fotos
    Blogs e Colunistas
    Assine VEJA
    Reinaldo Azevedo
    Lauro Jardim
    Augusto Nunes
    Fernanda Furquim
    Ricardo Setti
    GPS
    Todos os colunistas
    ACERVO DIGITAL


    / Blogs e Colunistas



    Blog
    Reinaldo Azevedo

    Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

    Assine o Feed RSS | Saiba o que é





    22/02/2014 às 21:15
    Uma camiseta de Lobão para Marcelo Freixo. E uma resposta desmoralizante para os que se dizem “jovens judeus de esquerda” do PSOL




    O cantor e compositor Lobão, também colunista da VEJA, é autor de uma frase-emblema destes dias, que define com precisão alguns líderes de esquerda, que virou camiseta: “PEIDEI, mas não fui eu”. Vou pedir ao meu amigo que envie uma a Marcelo Freixo, deputado estadual do Rio (PSOL) e queridinho de alguns artistas do miolo mole, que confundem seus trinados com pensamento político.

    Publiquei aqui um vídeo em que o tal ex-deputado federal Babá aparece numa algazarra promovida pelo PSOL queimando a bandeira de Israel. Quem queima a bandeira de uma país — muito especialmente quando não é um nativo do lugar — não está apenas discordando, de modo episódico, das escolhas do governo de turno. O seu ódio se dirige a uma nação, a um povo. É por isso que os extremistas do Irã queimavam bandeiras americanas quando o presidente era George W. Bush e seguem queimando bandeiras com Barack Obama. Eles não estão contra esse líder ou aquele, mas contra os EUA. Quando alguém queima a bandeira de Israel, está, na prática, pedindo o fim do país.

    No mesmo vídeo, aparece Marcelo Freixo pedindo votos para Babá; recomenda que os eleitores o escolham como vereador. Ou seja: Freixo pede votos para um sujeito que, na prática, pede o fim do estado de Israel. Republico o vídeo e volto em seguida.



    Voltei
    Muito bem. Na página de Freixo no Facebook, há um manifesto atribuído “a jovens judeus de esquerda” — parece ser, assim, um núcleo de jovens judeus do PSOL. O argumento mais forte que apresentam é este: a queima da bandeira e o apoio de Freixo ocorrem em eventos distintos. Ok. ATENÇÃO, PESSOAL! DOU DE BARATO QUE FREIXO NÃO ESTIVESSE NA MANIFESTAÇÃO. DIGAMOS QUE SEJA MESMO VERDADE. E DAÍ? PARA MIM, NÃO MUDA ABSOLUTAMENTE NADA! FREIXO PEDIU VOTOS PARA UM SUJEITO QUE QUEIMA A BANDEIRA DE ISRAEL. E vamos ver como o PSOL costuma tratar o país.

    Reproduzo abaixo, em vermelho, o texto atribuído aos tais “jovens judeus” e volto em seguida. Os números e destaques que aparecem no manifesto são de minha lavra e servem para orientar a minha resposta.
    *

    1: Juventude Judaica tem ligação com Freixo

    2: Mais uma vez a Veja ataca. E o faz de maneira vergonhosa. Reinaldo de Azevedo acusa sem nenhuma prova o Deputado Marcelo Freixo, do PSOL, de 3: participar de atos contra as posturas praticadas pelo estado de Israel e corroborar com a atitude da queima da bandeira deste país.

    Em primeiro lugar, 4: o deputado não esteve presente aos atos que a Veja destaca e “muito menos aparece para meter as digitais”. 5: Isso é feito com uma compilação de dois vídeos diferentes com intenção de incriminar Marcelo Freixo.

    Durante a campanha eleitoral para prefeito, em 2012, 6: esse vídeo veio a tona e o então candidato Marcelo Freixo fez questão de negar que participava dos atos e discordar publicamente da atitude do militante Babá. 7: E fez isso diversas vezes, sendo uma delas diante de 200 jovens judeus de esquerda que estavam felizes por ouvir alguém com capacidade para governar o Rio de Janeiro. Vários desses jovens não só deram seu voto ao deputado, como também foram as ruas fazer campanha.

    Aos que imaginam que isso era estratégia eleitoral, Marcelo Freixo voltou a estar presente outras vezes com esses jovens judeus fora da campanha, estando presente em exposição sobre a vida do ex-primeiro ministro Itzhak Rabin, e 8: debatendo depois as semelhanças entre as ocupações das favelas pela polícia e a ocupação da Palestina por Israel. Isso mostra que o deputado sempre se mostrou disposto a debater a questão. De antissemita, Marcelo Freixo não tem nada.

    9: Muitos de nós, judeus, temos muito orgulho de ter essa ligação com Marcelo Freixo. Continuamos apoiando-o em sua luta a favor dos direitos humanos, contra uma cidade entregue aos negócios e contra os ataques sofridos por ele pela grande mídia, 10: como a Rede Globo e esta reportagem vergonhosa da Veja, assinada por Reinaldo de Azevedo.

    Quanto a acusação infundada de antissemitismo no PSOL, mais uma vez esta não se faz verdadeira. 11: Há uma discordância por parte das práticas do estado de Israel, com alguns em maior grau e outros em um grau menor. Assim como vários judeus fazem este debate de maneira profunda e também discordam destas práticas. 12: Vale ainda dizer que alguns membros desta juventude judaica são filiados e militantes do PSOL e não sofrem qualquer preconceito ou perseguição interna. Diante disso, pode-se dizer que o 13: PSOL tem tanto de antissemitismo quanto a Veja tem de transparência e qualidade.
    Jovens Judeus de Esquerda

    Respondo
    1: “Juventude judaica tem ligações com Freixo” uma pinoia! Alguns judeus jovens podem ter, mas não “a” juventude judaica.

    2: “VEJA ataca uma ova!” Eu escrevi, não a VEJA. As minhas opiniões são as minhas opiniões, não as da revista. Até porque escrevo também na Folha e faço comentários na Jovem Pan. Se eu escrevesse o que pensa cada veículo, daria em cada um deles uma opinião diferente sobre o mesmo assunto. Vão se instruir!

    3: O ato de que participou Babá não era contra “posturas praticadas pelo estado de Israel” (aliás, “praticar posturas” é índice de analfabetismo…). Era contra Israel inteiro. Não mintam!

    4: Freixo não esteve presente? E daí? Muda o quê? Pedir voto a um delinquente moral que queima a bandeira de Israel e estar presente ao ato, para mim, são a mesma coisa.

    5: A “compilação dos dois vídeos” relata apenas o que aconteceu. Dois fatos estão ali:
    a: Babá queimou a bandeira de Israel: fato!
    b? Freixo pediu votos para Babá: fato!

    6: Ele discordou de Babá? Só de Babá. Então leiam o item abaixo intitulado “Recado os supostos jovens judeus de esquerda do PSOL”.

    7: Ah, ficaram “felizes”, é? Acabo com essa “felicidade” indecorosa daqui a pouco — isso na hipótese de que esses jovens judeus psolentos de fato existam.

    8: COMO??? Freixo, então, comparou a questão israelo-palestina à “ocupação das favelas”? É isso mesmo??? A delinquência intelectual assumiu essa proporção? E os sedizentes “jovens judeus” acharam isso bom???

    9: É mesmo? Há “jovens judeus” que se orgulham da ligação com Freixo? Lamento duplamente: porque são jovens; porque são judeus (já falo mais a respeito).

    10: Não é reportagem nem é da VEJA. É um post do Reinaldo Azevedo.

    11: Sei: quando discordam, queimam a bandeira do país. Mas esperem mais um pouquinho…

    12: Eu entendi errado, ou esses que se dizem “jovens judeus” estão se mostrando gratos por não serem discriminados? Não envergonhem a história de seus país, de seus avôs, de seus bisavós, de seus ancestrais.

    13: Isso, então, é reconhecimento da qualidade da VEJA.

    Recado os supostos jovens judeus de esquerda do PSOL
    O propósito de organizar um “manifesto de jovens judeus” contra mim é um só: “Já que a gente é judeu (na hipótese de que esse grupo exista), e Reinaldo não é, então temos mais legitimidade para fazer do que ele para tratar da questão.

    Nem a pau! A questão judaica, o antissemitismo, a existência de Israel, o Holocausto, todos esses temas são importantes demais para que sejam tratados apenas pelos judeus: SÃO TEMAS QUE DIZEM RESPEITO À HUMANIDADE. Se eles são assuntos judaicos o bastante para que Israel tenha o direito de se defender sem pedir autorização a ninguém — como qualquer país —, são também universais o bastante para que não judeus, COMO ESTE CATÓLICO, reajam diante da indignidade.

    Ah, então, vocês são judeus, e eu não? Não dou a mínima! Já recebi, digamos assim, o título de “judeu honorário” das comunidades de São Paulo e Rio — e não creio que seria diferente com outras, de outros estados — e, lamento por vocês, sinto-me mais preparado para defender a causa de Israel do que vocês. Façam o seguinte: conclamem a comunidade judaica a lotar, sei lá, o Morumbi e o Maracanã: aí apareçam lá com as teses do PSOL, e eu compareço com as minhas. Se a questão é saber com quem estão os judeus, eu topo o confronto. Comigo, não, violão! Eu não me intimido com esses faniquitos e correntes na Internet. E sou quem sou porque não me intimido.

    Há um “núcleo de jovens judeus no PSOL”? Então concordam com esta mensagem, estampada na página do partido — e não recorram à canalhice de dar sumiço nela porque fotografei a imagem, com URL e tudo. Leiam (em vermelho). Segue-se a imagem. Volto em seguida.
    O PSOL condena mais um ataque militar de Israel à Faixa de Gaza. Como sempre, em nome de causas supostamente nobres como “combater o terrorismo” se promove as maiores atrocidades e tudo isso com a conivência do presidente estadunidense imperialista Barack Obama.
    Israel ao convocar 75 mil reservistas indica desejo de uma nova escalada à Faixa de Gaza. Somente uma forte e verdadeira solidariedade internacional pode conter esta possível ofensiva militar. Atos em todo mundo acontecem como denúncia e solidariedade.
    O PSOL conclama seus militantes e lideranças a se manifestarem em defesa da Palestina Livre e quer do governo Dilma o cancelamento de relações diplomáticas como primeira medida imediata.
    Partido Socialismo e Liberdade – PSOL BRASIL



    Retomo
    Ok, ok. Defendem a “Palestina Livre” e coisa e tal. Dá pano para manga, mas não entro nisso agora. O que realmente é estupefaciente é pedir que o Brasil rompa relações diplomáticas com a única democracia do Oriente Médio e com o único país em que árabes podem experimentar um regime democrático. O PSOL nunca pediu que o Brasil rompesse relações com a Síria, por exemplo. Ou com o Irã. E, neste momento, está empenhado em defender o governo Chávez, sabidamente antissemita. Vão se catar! Vão se instruir! Vão se informar! E parem de falar em nome dos judeus.

    Será que a mensagem acima é uma exceção? Leiam esta outra maravilha (em vermelho), extraída da página do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), um dos líderes mais mais importantes do partido (dentro de sua barulhenta e violenta desimportância). Segue-se também a imagem.
    Há 64 anos, no dia 15 de maio, era criado unilateralmente o Estado de Israel. Para os palestinos, a data é lembrada como o dia da nakba, termo árabe que significa catástrofe, pois representou sua expulsão e a destruição de suas aldeias. A partir da partilha da Palestina, recomendada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 29 de novembro de 1947 através da criação de um Estado judeu e um Estado árabe, até 15 de maio de 1948, 800 mil palestinos se tornaram refugiados.
    Lamentavelmente, a sessão da ONU foi presidida por um brasileiro, Oswaldo Aranha. Esse processo deliberado de limpeza étnica continua ainda hoje.
    (…)
    É urgente que o governo brasileiro, que hoje se converte em segundo maior importador daquele Estado, pare de comprar tecnologia de defesa testada sobre os palestinos que vivem uma ocupação criminosa e discriminação cotidiana, com seus direitos humanos fundamentais violados dia após dia.



    Retomo
    Como se vê, o preclaro começa lamentando a criação do estado de Israel. Ele acha que foi um infortúnio ter sido um brasileiro a presidir aquela sessão histórica da ONU. E também ele pede que o Brasil rompa relações comerciais com a única democracia do Oriente Médio.

    Freixo pediu votos para um delinquente político que queima a bandeira de um país. Isso é apenas um fato. O PSOL, como partido, é hostil a Israel. Uma de suas mais importantes lideranças publica um texto lamentando a criação do estado judaico.

    Existem “jovens judeus de esquerda” que se identificam com o PSOL??? É uma escolha. Até porque, moçada, quem disse que, por mecanismos muito complexos, que lidam com a ideia de uma culpa que não há (mas fazem o quê?), não possam existir judeus antissemitas? Existem! E, em certa medida, são os mais perversos porque, afinal de contas, usam a sua condição para tentar provar que sua visão de mundo é correta e isenta.

    Pra cima de mim, não! Já vivi o bastante para cair nesse truque. E os judeus que conhecem a história também.

    Se ainda não entenderam, posso exibir fotografias e lhes refrescar a memória. Tenham um pouco mais de compostura histórica, se lhes falta a compostura moral.

    Está respondido, “jovens judeus de esquerda”?Por Reinaldo Azevedo

    Tags: Israel, judeus, Marcelo Freixo, PSOL


    Share on Tumblr

    PSOL


    • .


    domingo, 12 de janeiro de 2014

    Voz da Igreja + O racismo invertido do "Esquenta", de Regina Casé








    Posted: 11 Jan 2014 05:32 AM PST






    Por Marcos Sacramento





    O "ESQUENTA", de Regina Casé, é o programa mais racista da TV? É uma versão barulhenta e colorida de velhos costumes. Num primeiro olhar, parece uma grande festa na periferia, na qual as gírias, danças e modas de regiões com índice de desenvolvimento humano (IDH) baixo e criminalidade alta são irradiadas para todo o país pela tevê.





    vozdaigreja.blogspot.com



    You are subscribed to email updates from Fiel Católico

    To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. 

    Email delivery powered by Google 


    Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610
































































    O racismo invertido do "Esquenta", de Regina Casé

    Por Marcos Sacramento


    Marcos Sacramento

    O “ESQUENTA”, de Regina Casé, é o programa mais racista da TV? É uma versão barulhenta e colorida de velhos costumes. Num primeiro olhar, parece uma grande festa na periferia, na qual as gírias, danças e modas de regiões com índice de desenvolvimento humano (IDH) baixo e criminalidade alta são irradiadas para todo o país pela tevê.


    Vemos meninos contorcendo as articulações em performances de passinho, meninas com minissaia e microvocabulário, rapazes negros com cabelos louros e óculos espelhados de cores berrantes rodando o salão felizes e eufóricos. A festa mistura samba, funk, estilo de vida despreocupado e despudorado, concurso de beleza, humor, artistas de novela, enfim, para usar um termo bem periférico, “tudo junto e misturado”.


    Essas características, apenas, não me incomodam. Não sou quadrado, respeito e até admiro algumas formas de cultura vindas do gueto e abuso do direito de desligar a TV. O que me irrita, e muito, e faz com que chame o programa de escravocrata é a cor de pele predominante nessa festa maluca.


    Certamente o "Esquenta" é o programa com o maior percentual de negros da TV aberta. Enquanto as novelas, seriados e telejornais são predominantemente caucasianos, quem manda ali são os negros e pardos. É esse o ponto. O programa reforça o estereótipo dos negros brasileiros como indivíduos suburbanos, subempregados, mas ainda assim felizes, sempre com um sorriso no rosto, esquecendo-se das mazelas cotidianas por meio da dança, do remelexo, das rimas pobres do funk, do mau gosto de penteados e cortes de cabelo extravagantes.


    Sou negro e não sei sambar, não pinto meu cabelo de louro, não uso cordões, não ando gingando nem falo em dialeto. Não sou exceção, felizmente. Sei que há muitos caras e moças como eu. Muitos são poliglotas, outros gostam de música clássica, vários gostam mais de livros do que de pessoas, outros reclamam do calor da Brasil, certamente há os que são introspectivos e de poucas palavras, e há os que nem sentem falta do feijão quando viajam para o exterior. - Embora o Esquenta não tenha a proposta de ser um programa sobre cultura negra, ele ajuda a construir um estereótipo.


    O Esquenta ajuda a manter uma ordem. Em vez de rapazes elegantes, mostra dançarinos com cabelos bizarros. As moças, sempre de shorts minúsculos e prosódias vulgares, nunca serviriam de modelo para capas da Marie Claire ou da Claudia.


    Regina Casé e seu programa parecem dizer aos jovens dos guetos: “Ei, isso mesmo, aprendam passinho, aprendam a rebolar até o chão, continuem com seu linguajar próprio, porque tudo isso é lindo, é legal, é Brasil, é tudo junto e misturado, continuem com seus empregos modestos, porque a vida é agora, é para ser vivida, curtida com alegria, malemolência, sempre com um sorriso no rosto!”.


    E assim, aquela menina sentada no sofá vai continuar achando o máximo desfilar com pouca roupa e pelos das pernas pintados de loiro pela comunidade. Nunca vai pensar em aprender a falar alemão ou tentar entender os grafites de Banksy, da mesma forma que os rapazes nunca sonharão em trabalhar no Itamaraty e praticarão bullyingcontra os meninos polidos que não falam em dialeto e inventam de estudar violino, já que um programa televisivo de uma das principais emissoras do país legitima seu estilo de vida mal-educado e de poucas perspectivas.


    Como um coronel oligarca e cínico, o programa dá uma recado para a garotada negra e parda da periferia: “É isso, dancem, cantem, divirtam-se. Mas não saiam do seu lugar!”.



    ** Marcos Sacramento, capixaba de Vitória, é jornalista. (O próprio se define como) goleiro mediano no tempo da faculdade, só piorou desde então. Orgulha-se de não saber bater pandeiro nem palmas para programas de TV ruins.
    ____
    Fonte:
    Website "Diário do Centro do Mundo", artigo "O 'Esquenta', de Regina Casé, é o programa mais racista da TV?", disponível em: 
    http://diariodocentrodomundo.com.br/o-esquenta-de-regina-case-e-o-programa-mais-racista-da-tv/
    Acesso 19/12/013vozdaigreja.blogspot.com





    Nenhum comentário:




    Postar um comentário

    Por favor, identifique-se com seu nome ou um apelido (nickname) ao deixar sua mensagem. Na caixa "Comentar como", logo abaixo da caixa de comentários, você pode usar a opção "Nome/URL". O campo "URL" não precisa ser preenchido. 

    ** Seu comentário poderá ser publicado em forma de post, a critério dos autores do blog Fiel Católico.

    *** Comentários que contenham ataques e/ou ofensas pessoais não serão publicados. Nossa proposta é basicamente a catequese e a apologética: apresentar a Sã Doutrina, defender a Fé. Debates são esperados e bem-vindos, desde que se discutam ideias e não pessoas. Demonstrar sim, combater sim, discordar sim, condenar erros sim. Julgar pessoas não.



    sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

    [Novo post] De novo racismo contra Joaquim Barbosa? Sim, de novo. Agora é a vez de José Rainha, ex-líder de ladrões de terras.




    lucianohenrique publicou: " Por um bom tempo, José Rainha ganhou a vida incentivando atos terroristas e criminosos, baseados em invasão e roubo de terras. Um sujeito que tem isso como seu ganha pão não pode ser nenhuma referência de caráter, mas, em seu mais recente ataque a Joa" 



    Para responder a esta publicação digite acima desta linha 






    Nova publicação em Ceticismo Político 











    Por um bom tempo, José Rainha ganhou a vida incentivando atos terroristas e criminosos, baseados em invasão e roubo de terras. Um sujeito que tem isso como seu ganha pão não pode ser nenhuma referência de caráter, mas, em seu mais recente ataque a Joaquim Barbosa, ele realmente se excedeu em termos de desonra e falta de dignidade.

    Segundo a notícia do Terra, José Rainha diz que "Joaquim Barbosa nega sua raça e age como dono de engenho".


    O dia em que o negro entrou na Casa Grande e se encantou com os anéis, ele é tão reacionário quanto o dono de engenho. E o dia em que o negro nega a sua raça, seu sangue e sua história, ele é tão branco como o dono de engenho. O que se está fazendo com o Judiciário é uma vergonha", disse. "Este País mudou de casa grande e senzala? O que ele mudou? Nada. É um dono de engenho!", afirmou.

    A declaração ocorreu após Rainha ter almoçado nesta última quarta-feira com João Paulo, prestes a ir para a prisão, pelos crimes do Mensalão. Ainda na tentativa dele imputar racismo a Joaquim Barbosa, veja mais:


    Para o líder sem-terra, a condenação de João Paulo representa o preconceito que o partido e os movimentos sociais sofrem no País. "Os trabalhadores, negros, miseráveis e sem-terra não têm voz e vez. Aqueles que ocupam cargo que representariam sua classe de origem se negam a ela para defender exatamente os donos de engenho de olhos azuis", disse o líder, que considera o deputado um preso político.

    No texto De Paulo Henrique a Paulo Nogueira é sempre a mesma coisa: manifestações de racismo abominável, agora contra Joaquim Barbosa tratei de mostrar a amoralidade por trás deste jogo da esquerda: atacar seus adversários, fazendo uso de racismo, ao mesmo tempo em que alegam "lutar pelas minorias". Não vou repetir os argumentos daquele texto. Ao invés disso, tratarei de outro aspecto que eu não havia mencionado lá e que é ainda mais abjeto.

    Pelo que se nota do discurso de Rainha, um negro pode ser vítima de racismo se for opositor do PT. Até aqui nada de novo: é o mesmo critério trotskista de Paulo Henrique Amorim e Paulo Nogueira. Rainha é ainda mais acintoso ao dizer que Barbosa "nega a sua raça", pois fica a favor "dos donos de engenho, de olhos azuis", emulando um discurso já utilizado por Lula.

    Os critérios de Rainha são claros: 
    Quem ficar contra o PT, se for negro, renega sua raça 
    Quem estiver a favor do PT, mesmo sendo racista, está "a favor dos negros" 
    Logo, ficar contra o PT é racismo 
    Ainda por essa lógica, quem atacar um negro que faz algo que o PT não gosta, com acusações racistas contra essa pessoa, não está sendo racista 
    Atacar "brancos de olhos azuis" também não é racismo 

    Percebe-se que a mistura de falta de ética com a falta de lógica impera no discurso petralha.

    Finalmente, o maior crime moral de Rainha é desrespeitar a população negra, tratando-os não como indivíduos com desejos e expectativas de acordo com suas personalidades e histórias de vida, mas como coletivos abstratos usados como único propósito da mais suja instância da guerra política.

    Qualquer pessoa de qualquer raça deveria se sentir afrontado com um discurso que diz que "o critério para alguém merecer ser de sua raça é aliar-se ao PT". Não dá para ser mais desrespeito do que isso.

    Rainha basicamente quer dizer que "o negro que não se aliar ao PT não merece ser respeitado". O racismo do ex-líder do MST parece não ter limites.















    Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
    Altere as configurações do seu e-mail em Gerenciar Assinaturas. 

    Problemas para clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 













    quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

    [Novo post] De Paulo Henrique a Paulo Nogueira é sempre a mesma coisa: manifestações de racismo abominável, agora contra Joaquim Barbosa




    lucianohenrique publicou: " O jornalista chapa branca Paulo Nogueira, como esperado, resolveu partir para o ataque contra Joaquim Barbosa, em um texto tão imundo quanto inaceitável (intitulado "De Pelé a Joaquim Barbosa, é sempre a mesma história"), recheado de racismo e baixo n" 



    Para responder a esta publicação digite acima desta linha 






    Nova publicação em Ceticismo Político 











    O jornalista chapa branca Paulo Nogueira, como esperado, resolveu partir para o ataque contra Joaquim Barbosa, em um texto tão imundo quanto inaceitável (intitulado "De Pelé a Joaquim Barbosa, é sempre a mesma história"), recheado de racismo e baixo nível, como é de costume na mídia governista. No desmascaramento de toda podridão moral inerente a Nogueira, usarei o ceticismo político, do qual falarei um pouco antes de começar.

    Eis a pergunta: por que eu criei o ceticismo político, para que ele, aos poucos, de acordo com minha perspectiva de um novo iluminismo, fosse se tornar o paradigma que sustenta absolutamente tudo que escrevo? Agora você verá o motivo.

    Para entendermos melhor como isso funciona, imagine que você é um gerente disputando uma vaga de gerente de unidade em uma organização que tem como valor principal os resultados. Há um outro gerente que diz defender uma filosofia, chamada resultadismo, no qual as pessoas devem focar principalmente em resultados. Ao vê-lo praticando essa filosofia, imagine que você diga "Ah, os resultados não são tudo, entendo que, pela ótica holística, devemos prever novas perspectivas e blá blá blá...". É quando um gerente mais sênior assiste a tudo e lhe diz: "Ei, tonto, você não percebeu que resultadismo é apenas o gancho que ele está usando para conquistar a posição? Você já chegou a olhar os dashboards dele? Será que ele é mais adepto de resultados que você? Não caia mais nesse jogo..."

    Eu uso exemplos corporativos para facilitar o entendimento do que é "benefício", em termos políticos. Muitos da direita americana até hoje chamam os esquerdistas de "liberals". Outros no Brasil aceitam chamar esquerdistas de "progressistas". Será que eu exagero? Então veja o título de um livro de John Gray lançado em 2004, intitulado Heresies: Against Progress and Other Illusions. Para mim, Gray é um ótimo filósofo, mas quando os oponentes dele disseram que "são do progresso", ele se auto-intitulou "contra o progresso". Perdeu, coleguinha...

    Já deu para você entender onde quero chegar, não? Veremos aqui um exemplo do que estou dizendo ao estudar o caso dos "esquerdistas como defensores de minorias". Em revide a isso, alguns (felizmente, não todos) dizem que a "defesa de minorias" é incorreta por isso e aquilo. Os argumentos geralmente são bons, por causa do princípio da isonomia (pelo qual alguém que pertence deve lutar por mesmos direitos, ao invés de privilégios), mas quase sempre o principal acaba sendo esquecido, e aí entra o ceticismo político martelando em nossa cabeça o seguinte questionamento: quem foi que disse que esquerdistas REALMENTE defendem minorias? Ok, alguém teve ter lhe dito isso, mas POR QUE VOCÊ ACREDITOU?

    Pois bem, estamos prontos para tratar do texto nojento de Nogueira:


    Não é um assunto fácil de tratar. Mas, ao mesmo tempo, não posso deixar de enfrentá-lo. Começo, então, com uma digressão. Uma das coisas notáveis que o ativista negro Malcom X fez pelo seu povo foi, em suas pregações, elevar-lhe a auto-estima. Malcom X, com seu poder retórico extraordinário, dizia aos que o ouviam que deviam se orgulhar de sua aparência. Os lábios grossos de vocês são lindos, bem como o cabelo crespo, bem como as narinas dilatadas – bem como, sobretudo, a cor de sua pele. Os negros americanos tinham sido habituados a se envergonhar de sua aparência, e a buscar tudo que fosse possível para aproximá-la da dos brancos. O próprio Malcom X, na juventude, alisou os cabelos. Não foi por vaidade que um dos seguidores de Malcom X, Muhammad Ali, dizia que era o homem mais bonito do mundo. Ali estava na verdade dizendo aos negros que eles eram bonitos. Ali casou algumas vezes, sempre com negras. Era mais uma maneira de sublinhar a beleza dos negros. Se Ali, no apogeu, tivesse casado com uma loira a mensagem não poderia ser pior.

    Prestaram atenção no baixo nível visto já no começo? Ou seja, para ele o casamento de um negro com alguém não deve ocorrer por questões de atração sexual ou mesmo compatibilidade de gênios, mas por questões políticas. Tivesse Malcolm X sido atraído por uma loira, deveria, então, desistir do relacionamento com ela para optar por uma negra. Mas o critério não deveria ser o da escolha individual? Não, pois Paulo Nogueira pensa em termos de "classes". Vejamos como a baixaria segue:


    Pelé, no Brasil, teve uma atitude bem diferente – e não apenas ele. Era como se na ascensão dos negros no Brasil estivesse incluída a mulher branca. Falta de consciência? Alienação? Deslumbramento? Compensação? Alpinismo social? A resposta a esse fenômeno é, provavelmente, uma mistura de todos estes fatores. Pelé casou com uma branca, Rose, há meio século. Depois, passou para uma Xuxa adolescente. É uma bênção para as negras brasileiras que seu orgulho nunca tenha estado na dependência de estímulos de celebridades como Pelé.

    Novamente, vemos Paulo Nogueira em completo desrespeito pelo indivíduo negro, desrespeitando seus gostos e interesses. Não sabemos, por exemplo, se Pelé realmente tem preferência por loiras. Por sua trajetória, podemos supor que sim. Na ótica de Nogueira, no entanto, havia "alienação" e "falta de consciência". Será que realmente Pelé passou por cima de seus desejos carnais? Fica claro que, pela posição social ocupada por Pelé, é mais fácil prever que ele simplesmente seguiu seus desejos. E nada mais que isso. (Sim, eu sei que estou pegando leve até agora, mas quero chegar ao final do texto de Nogueira logo...)


    Quanto mudou o cenário nestes cinquenta anos fica claro quando se olha a fotografia da namorada de Joaquim Barbosa. Não mudou nada. Quando, algum tempo atrás, falaram que JB fora fotografado em Trancoso numa pizzaria com uma namorada, imediatamente pensei: branca e com idade para ser sua filha. Ao ver a foto, ali estava ela, exatamente como eu antecipara para mim mesmo. Não sou tão inteligente assim. Mas observo as coisas. Seria esperar demais que JB, por tudo que já mostrou, agisse diferentemente. Que estivesse mais para Ali do que para Pelé. Os traços de personalidade já estavam claros. Numa entrevista à Veja, ele se gabou dos ternos de marca estrangeira que estão em seu guarda-roupa. Não é uma coisa pequena senão por ser grande na definição de caráter. A partir desse tipo de coisa, você pode montar os dados básicos do perfil da pessoa. Ou alguém imagina, para ficar num personagem dos nossos dias, um Pepe Mujica falando de grifes a repórteres? De Pelé a JB, o Brasil sob certos aspectos marchou para o mesmo, mesmíssimo lugar. Racismo não faltou, neste tempo todo. Faltou foi gente do calibre de Malcom X e de Muhammad Ali.

    Notaram a lógica do infeliz? Racismo é algo que está em Joaquim Barbosa, por ele ter optado se relacionar com uma garota branca e jovem. Mas Malcolm X e Muhammad Ali não são racistas, por terem se casado com garotas negras. Que o discurso da extrema-esquerda tenha descido tanto de nível, a coisa não surpreende, mas agora é que veremos o tamanho da desonestidade intelectual (e racismo exacerbado) de Nogueira.

    Vejamos a foto de Jair Oliveira, com Tania Khalil:


    Na ótica de Nogueira, Jair Oliveira seria racista por não ter casado com uma negra?

    Agora, para colocá-lo em mais constrangimento, vejamos a foto da irmã de Jair Oliveira, Luciana Mello, com seu marido Ike Levy:


    Ué, por que Luciana não se casou com um negrão? Lembrando que tanto Luciana Mello quanto Jair Oliveira possuem status suficiente para terem suas escolhas de parceiros mais facilitadas.

    Notaram como a coisa se complica quando avaliarmos o ser humano enquanto indivíduos? Devemos lembrar que respeitar o indivíduo é um dos princípios da direita? Indivíduos tem interesses particulares, assim como histórias de vida diferente e mesmo personalidades diferentes.

    Algumas pessoas negras possuem atração por brancas, e algumas pessoas brancas possuem atração por negras. Isso é plenamente normal e os desejos sexuais individuais devem ser respeitados.

    Paulo Nogueira, por outro lado, volta ao tempo da KKK, onde um negro deveria ser espancado por ter relações sexuais com as brancas. Na ótica de Nogueira, as brancas bonitas e jovens devem ficar apenas à disposição de homens brancos. E se um homem negro nutrir desejo por ela? Ah, isso se torna irrelevante para um socialista, pois indivíduos, para ele, não merecem ser respeitados.

    Mas o mais grave de tudo é notar que Nogueira comete um dos racismos mais abjetos possíveis, muito pior do que o caso de Justine Sacco, que foi demitida por postar comentários em seu tweet que teriam ofendido o povo sul-africano. Como agravante, em comparação ao caso de justine, Nogueira atacou um indivíduo, Joaquim Barbosa. Quem não se lembra de Paulo Henrique Amorim sendo racista contra Heraldo Pereira?

    Recentemente, Reinaldo Azevedo disse que a esquerda usa algo como se fosse "monopólio da virtude". Mas, na verdade, vemos que eles possuem um monopólio da falta de princípios morais e da hipocrisia levada ao estado da arte.

    Paulo Nogueira mostra um raciocínio digno de escravagista, querendo dizer como os negros devem pensar. Aliás, nem um negro deve dizer como um negro deve pensar, assim como um branco não deve dizer como um branco ou negro devem pensar. Somos indivíduos, que não precisamos de que pessoas (especialmente aquelas com segundas intenções, por causa da política) digam como devemos pensar, ou mesmo quais desejos devemos ter.

    Em tempo: quem ainda acredita que a extrema-esquerda "defende minorias"?















    Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
    Altere as configurações do seu e-mail em Gerenciar Assinaturas. 

    Problemas para clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 













    segunda-feira, 28 de outubro de 2013

    [Novo post] Aluno envia mensagens racistas a si próprio. Agradeçam ao marxismo cultural.




    lucianohenrique publicou: " Fonte: Marxismo Cultural (citando Mr. Conservative) Tentando obter algum tipo de lucro com acusações de "racismo", estudante negro duma escola secundária, candidato a uma posição directiva dentro do governo estudantil, enviou mensagens "racistas" a" 



    Para reposnder a esta publicação digite acima desta linha 






    Nova publicação em Luciano Ayan 







    by lucianohenrique






    Tentando obter algum tipo de lucro com acusações de "racismo", estudante negro duma escola secundária, candidato a uma posição directiva dentro do governo estudantil, enviou mensagens "racistas" a ele mesmo, tentando gerar algum tipo de controvérsia que garantisse uma vitória nas eleições.

    Micah Onditi, de 16 anos, um estudante negro de New Jersey, era candidato para o lugar de presidente da classe, mas perdeu as eleições ficando só com o lugar de Vice-Presidente. Mais tarde ficou-se a saber que as mensagens que haviam causado tal tumulto na escola haviam sido enviadas por ele mesmo usando uma aplicação chamada TextMe.

    Durante algumas semanas, começando em Maio, a "St. Peter's Prep school" de Jersey City encontrava-se em tumulto devido ao textos supostamente racistas, mas uma investigação policial apurou que o aluno mentiu sobre todo o incidente.

    O porta-voz da escola, James Horan, afirmou:


    • Toda a comunidade da "Saint Peter's Prep" está aliviada com o facto deste incidente extremamente angustiante ter chegado ao fim. Saudamos os variados oficiais das forças policiais pelo seu trabalho diligente neste caso durante os últimos meses.

    Uma das mensagens enviadas dizia: "Nós NUNCA permitimos no passado nem NUNCA VAMOS permitir que um negro lidera a nossa escola." Outras mensagens de texto avisavam o estudante para abandonar as eleições, chegando até a mencionar o assunto da escravatura (tudo falso, como já sabemos).

    Quando o incidente foi inicialmente reportado, o pai do rapaz foi rápido em atacar os brancos:


    • É uma escola predominantemente branca e como tal, podem existir algumas secções da mesma que se encontrem receosas do surgimento duma nova cara para o lugar.

    Tal como o filho, o pai é outro mentiroso. Segundo reportagens da News, 40% da escola é composta por alunos que pertencem a uma minoria étnica.

    Sem surpresa alguma, desde que a verdade veio ao de cima, o aluno abandonou a escola.

    Meus comentários

    Vejam o absurdo da coisa toda: mesmo sem evidências, o pai do aluno já dizia que Micah era vítima de racismo. E, da mesma forma, a escola só ficou aliviada depois da comprovação de que as alegações eram falsas.

    Essa é a regra do marxismo cultural: ao se criar um grupo de "vítimas automáticas", por causa do truque da "dívida histórica", as classes que "devem" algo a essas "vítimas" já são culpadas por princípio. Tudo, é claro, como pretexto para inchar estado.

    Quando narrei a história de um taxista que se livrou de uma falsa acusação de estupro por causa de uma gravação em SmartPhone, falei das culpas do feminismo exacerbado em toda essa situação.

    Não há nada que preste no discurso marxista cultural, pois uma pessoa que pertence a uma minoria deve lutar por não ser discriminada, mas não por ter privilégios, até no quesito julgamento.

    Por outro lado, se um grupo tem privilégios, por causa de "dívida histórica" (que não existe, na verdade), então alguns membros deste grupo podem se sentir moralmente autorizados a não seguir as mesmas regras morais que o restante da sociedade.

    Nada disso surpreende, pois a noção de "dívida histórica" é uma fraude sem fim. Juridicamente, nenhum filho adquire automaticamente as dívidas dos pais. Se um sujeito morre e deve dinheiro, todas as posses dele são vasculhadas em prol de se obter o pagamento da dívida, mas isso não implica que os filhos dele devam ser punidos por isso e tenham que pagar algo que não devem.

    É isso que deveríamos ensinar nas escolas: ninguém tem "dívida histórica" com ninguém, pois dívidas históricas não existem. Nenhum grupo deve ser discriminado, e nenhum grupo deve ser protegido de maneira injustificada.

    Em suma, deveríamos explicar ao público de forma consistente uma cosmovisão oposta àquela defendida pelos marxistas culturais.

    quarta-feira, 22 de maio de 2013

    Antropofagia



    ************








    _


    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo