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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

[Novo post] De Paulo Henrique a Paulo Nogueira é sempre a mesma coisa: manifestações de racismo abominável, agora contra Joaquim Barbosa




lucianohenrique publicou: " O jornalista chapa branca Paulo Nogueira, como esperado, resolveu partir para o ataque contra Joaquim Barbosa, em um texto tão imundo quanto inaceitável (intitulado "De Pelé a Joaquim Barbosa, é sempre a mesma história"), recheado de racismo e baixo n" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











O jornalista chapa branca Paulo Nogueira, como esperado, resolveu partir para o ataque contra Joaquim Barbosa, em um texto tão imundo quanto inaceitável (intitulado "De Pelé a Joaquim Barbosa, é sempre a mesma história"), recheado de racismo e baixo nível, como é de costume na mídia governista. No desmascaramento de toda podridão moral inerente a Nogueira, usarei o ceticismo político, do qual falarei um pouco antes de começar.

Eis a pergunta: por que eu criei o ceticismo político, para que ele, aos poucos, de acordo com minha perspectiva de um novo iluminismo, fosse se tornar o paradigma que sustenta absolutamente tudo que escrevo? Agora você verá o motivo.

Para entendermos melhor como isso funciona, imagine que você é um gerente disputando uma vaga de gerente de unidade em uma organização que tem como valor principal os resultados. Há um outro gerente que diz defender uma filosofia, chamada resultadismo, no qual as pessoas devem focar principalmente em resultados. Ao vê-lo praticando essa filosofia, imagine que você diga "Ah, os resultados não são tudo, entendo que, pela ótica holística, devemos prever novas perspectivas e blá blá blá...". É quando um gerente mais sênior assiste a tudo e lhe diz: "Ei, tonto, você não percebeu que resultadismo é apenas o gancho que ele está usando para conquistar a posição? Você já chegou a olhar os dashboards dele? Será que ele é mais adepto de resultados que você? Não caia mais nesse jogo..."

Eu uso exemplos corporativos para facilitar o entendimento do que é "benefício", em termos políticos. Muitos da direita americana até hoje chamam os esquerdistas de "liberals". Outros no Brasil aceitam chamar esquerdistas de "progressistas". Será que eu exagero? Então veja o título de um livro de John Gray lançado em 2004, intitulado Heresies: Against Progress and Other Illusions. Para mim, Gray é um ótimo filósofo, mas quando os oponentes dele disseram que "são do progresso", ele se auto-intitulou "contra o progresso". Perdeu, coleguinha...

Já deu para você entender onde quero chegar, não? Veremos aqui um exemplo do que estou dizendo ao estudar o caso dos "esquerdistas como defensores de minorias". Em revide a isso, alguns (felizmente, não todos) dizem que a "defesa de minorias" é incorreta por isso e aquilo. Os argumentos geralmente são bons, por causa do princípio da isonomia (pelo qual alguém que pertence deve lutar por mesmos direitos, ao invés de privilégios), mas quase sempre o principal acaba sendo esquecido, e aí entra o ceticismo político martelando em nossa cabeça o seguinte questionamento: quem foi que disse que esquerdistas REALMENTE defendem minorias? Ok, alguém teve ter lhe dito isso, mas POR QUE VOCÊ ACREDITOU?

Pois bem, estamos prontos para tratar do texto nojento de Nogueira:


Não é um assunto fácil de tratar. Mas, ao mesmo tempo, não posso deixar de enfrentá-lo. Começo, então, com uma digressão. Uma das coisas notáveis que o ativista negro Malcom X fez pelo seu povo foi, em suas pregações, elevar-lhe a auto-estima. Malcom X, com seu poder retórico extraordinário, dizia aos que o ouviam que deviam se orgulhar de sua aparência. Os lábios grossos de vocês são lindos, bem como o cabelo crespo, bem como as narinas dilatadas – bem como, sobretudo, a cor de sua pele. Os negros americanos tinham sido habituados a se envergonhar de sua aparência, e a buscar tudo que fosse possível para aproximá-la da dos brancos. O próprio Malcom X, na juventude, alisou os cabelos. Não foi por vaidade que um dos seguidores de Malcom X, Muhammad Ali, dizia que era o homem mais bonito do mundo. Ali estava na verdade dizendo aos negros que eles eram bonitos. Ali casou algumas vezes, sempre com negras. Era mais uma maneira de sublinhar a beleza dos negros. Se Ali, no apogeu, tivesse casado com uma loira a mensagem não poderia ser pior.

Prestaram atenção no baixo nível visto já no começo? Ou seja, para ele o casamento de um negro com alguém não deve ocorrer por questões de atração sexual ou mesmo compatibilidade de gênios, mas por questões políticas. Tivesse Malcolm X sido atraído por uma loira, deveria, então, desistir do relacionamento com ela para optar por uma negra. Mas o critério não deveria ser o da escolha individual? Não, pois Paulo Nogueira pensa em termos de "classes". Vejamos como a baixaria segue:


Pelé, no Brasil, teve uma atitude bem diferente – e não apenas ele. Era como se na ascensão dos negros no Brasil estivesse incluída a mulher branca. Falta de consciência? Alienação? Deslumbramento? Compensação? Alpinismo social? A resposta a esse fenômeno é, provavelmente, uma mistura de todos estes fatores. Pelé casou com uma branca, Rose, há meio século. Depois, passou para uma Xuxa adolescente. É uma bênção para as negras brasileiras que seu orgulho nunca tenha estado na dependência de estímulos de celebridades como Pelé.

Novamente, vemos Paulo Nogueira em completo desrespeito pelo indivíduo negro, desrespeitando seus gostos e interesses. Não sabemos, por exemplo, se Pelé realmente tem preferência por loiras. Por sua trajetória, podemos supor que sim. Na ótica de Nogueira, no entanto, havia "alienação" e "falta de consciência". Será que realmente Pelé passou por cima de seus desejos carnais? Fica claro que, pela posição social ocupada por Pelé, é mais fácil prever que ele simplesmente seguiu seus desejos. E nada mais que isso. (Sim, eu sei que estou pegando leve até agora, mas quero chegar ao final do texto de Nogueira logo...)


Quanto mudou o cenário nestes cinquenta anos fica claro quando se olha a fotografia da namorada de Joaquim Barbosa. Não mudou nada. Quando, algum tempo atrás, falaram que JB fora fotografado em Trancoso numa pizzaria com uma namorada, imediatamente pensei: branca e com idade para ser sua filha. Ao ver a foto, ali estava ela, exatamente como eu antecipara para mim mesmo. Não sou tão inteligente assim. Mas observo as coisas. Seria esperar demais que JB, por tudo que já mostrou, agisse diferentemente. Que estivesse mais para Ali do que para Pelé. Os traços de personalidade já estavam claros. Numa entrevista à Veja, ele se gabou dos ternos de marca estrangeira que estão em seu guarda-roupa. Não é uma coisa pequena senão por ser grande na definição de caráter. A partir desse tipo de coisa, você pode montar os dados básicos do perfil da pessoa. Ou alguém imagina, para ficar num personagem dos nossos dias, um Pepe Mujica falando de grifes a repórteres? De Pelé a JB, o Brasil sob certos aspectos marchou para o mesmo, mesmíssimo lugar. Racismo não faltou, neste tempo todo. Faltou foi gente do calibre de Malcom X e de Muhammad Ali.

Notaram a lógica do infeliz? Racismo é algo que está em Joaquim Barbosa, por ele ter optado se relacionar com uma garota branca e jovem. Mas Malcolm X e Muhammad Ali não são racistas, por terem se casado com garotas negras. Que o discurso da extrema-esquerda tenha descido tanto de nível, a coisa não surpreende, mas agora é que veremos o tamanho da desonestidade intelectual (e racismo exacerbado) de Nogueira.

Vejamos a foto de Jair Oliveira, com Tania Khalil:


Na ótica de Nogueira, Jair Oliveira seria racista por não ter casado com uma negra?

Agora, para colocá-lo em mais constrangimento, vejamos a foto da irmã de Jair Oliveira, Luciana Mello, com seu marido Ike Levy:


Ué, por que Luciana não se casou com um negrão? Lembrando que tanto Luciana Mello quanto Jair Oliveira possuem status suficiente para terem suas escolhas de parceiros mais facilitadas.

Notaram como a coisa se complica quando avaliarmos o ser humano enquanto indivíduos? Devemos lembrar que respeitar o indivíduo é um dos princípios da direita? Indivíduos tem interesses particulares, assim como histórias de vida diferente e mesmo personalidades diferentes.

Algumas pessoas negras possuem atração por brancas, e algumas pessoas brancas possuem atração por negras. Isso é plenamente normal e os desejos sexuais individuais devem ser respeitados.

Paulo Nogueira, por outro lado, volta ao tempo da KKK, onde um negro deveria ser espancado por ter relações sexuais com as brancas. Na ótica de Nogueira, as brancas bonitas e jovens devem ficar apenas à disposição de homens brancos. E se um homem negro nutrir desejo por ela? Ah, isso se torna irrelevante para um socialista, pois indivíduos, para ele, não merecem ser respeitados.

Mas o mais grave de tudo é notar que Nogueira comete um dos racismos mais abjetos possíveis, muito pior do que o caso de Justine Sacco, que foi demitida por postar comentários em seu tweet que teriam ofendido o povo sul-africano. Como agravante, em comparação ao caso de justine, Nogueira atacou um indivíduo, Joaquim Barbosa. Quem não se lembra de Paulo Henrique Amorim sendo racista contra Heraldo Pereira?

Recentemente, Reinaldo Azevedo disse que a esquerda usa algo como se fosse "monopólio da virtude". Mas, na verdade, vemos que eles possuem um monopólio da falta de princípios morais e da hipocrisia levada ao estado da arte.

Paulo Nogueira mostra um raciocínio digno de escravagista, querendo dizer como os negros devem pensar. Aliás, nem um negro deve dizer como um negro deve pensar, assim como um branco não deve dizer como um branco ou negro devem pensar. Somos indivíduos, que não precisamos de que pessoas (especialmente aquelas com segundas intenções, por causa da política) digam como devemos pensar, ou mesmo quais desejos devemos ter.

Em tempo: quem ainda acredita que a extrema-esquerda "defende minorias"?















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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