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    terça-feira, 4 de março de 2014

    [Novo post] Por que não apoio “Marcha da Família” e muito menos pedidos por volta dos militares




    lucianohenrique publicou: " Demorou para eu tocar neste assunto, por que "haja saco" para algumas coisas. Mas já não era sem tempo. Felipe Patury, figura pouco confiável, publicou o seguinte em sua coluna na Época: No próximo dia 22, em São Paulo, sai da Praça da República rumo" 



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    Nova publicação em Ceticismo Político 











    Demorou para eu tocar neste assunto, por que "haja saco" para algumas coisas. Mas já não era sem tempo. Felipe Patury, figura pouco confiável, publicou o seguinte em sua coluna na Época:


    No próximo dia 22, em São Paulo, sai da Praça da República rumo à Catedral da Sé a segunda edição da Marcha da Família com Deus pela Liberdade. A original fez, em 1964, percurso semelhante dias antes de o ex-presidente João Goulart ser derrubado. Há 50 anos, a organização coube à então primeira-dama do estado, Leonor de Barros, e mulheres de empresários. A atual foi convocada pelas redes sociais, recebeu apoio de lideranças evangélicas, espírita e, pelo Facebook, da apresentadora Rachel Sheherazade, do SBT. O grupo diz contar com a simpatia do filósofo Olavo de Carvalho e até de Denise Abreu, a petista que mandou na aviação civil no governo Lula e ficou famosa por sua predileção por charutos.

    Ao que parece a simpatia de Olavo não é tão forte assim. Será que Patury foi desonesto ao não pesquisar o que Olavo disse em seu próprio perfil? Seja lá como for, aqui está:


    É claro que apóio a Marcha, mas há um problema. A Marcha de 1964 foi a maior manifestação popular da história do Brasil. Levou dois anos para organizá-la, com o apoio de inumeráveis organizações cívicas muito poderosas e influentes (Maçonaria, Liga das Senhoras Católicas, Associações Comerciais de todo o Brasil, ABI, OAB, etc, etc, além de vários governadores de Estados). Agora vocês não têm um milésimo desse apoio. O simples fato de dar à Marcha o nome da manifestação de 1964 já é uma imprudência. Apóio portanto o conteúdo moral da manifestação, mas não a maneira como a coisa está sendo conduzida. Não fui consultado a respeito e acho mesmo um mau sinal que alguém, após dispensar os meus conselhos e fazer tudo à sua própria maneira, me use de garoto-propaganda.

    Várias e várias pessoas já me perguntaram o que acho a respeito disso tudo no Facebook. Agora é o momento de meu parecer: não vejo a coisa com bons olhos.

    Há um sério problema na Marcha da Família atualmente. Primeiro, que essa marcha original foi um movimento conservador. E, hoje em dia, não há mais espaço para um movimento conservador, e sim para uma aliança entre liberais e conservadores. Caso contrário, vamos perder em volume. Segundo, quanto mais o frame "conservador" for propagado, menos atraente tudo vai se tornar para os liberais que também são contra a esquerda.

    É quando pegamos uma das lições principais de Gramsci e jogamos fora: no momento de se criar ações em guerra assimétrica, quanto mais díspares esses grupos lutando a nosso favor forem, melhor. Basta que tenham um objetivo em comum. Entretanto, se este grupo estipula restrições para a entrada no grupo (ex.: é preciso ser contra o aborto, é preciso ser contra o casamento gay, etc.), menos aderência teremos.

    Por esse princípio, Gramsci entendeu que não precisava nem sequer que todos aqueles ao seu lado se interessassem pelo marxismo original. Bastaria que estivessem contra "o capitalismo opressor", e usassem qualquer configuração de conflitos e luta contra os valores ocidentais que já estaria valendo. Pensando assim, ele retirou várias das restrições daqueles que lutariam ao seu lado, em prol de um ataque em larga escala ao senso comum de direita da população.

    Hoje em dia, para ser um gramscista, basta comprar qualquer uma das lutas de classe arbitrárias e ser a favor do inchaço estatal que alguém já será parte do exército gramscista. Não é preciso nem ter lido Marx.

    A Marcha da Família, por outro lado, tenta dar uma visão unificada do que seria uma resposta ao pensamento de esquerda no Brasil. O problema é que a Marcha da Família é um movimento de "defesa de valores específicos", enquanto na verdade o melhor, hoje em dia, seria um movimento de "ataque a valores específicos da esquerda", independentemente de alguém ser ateu ou religioso, ou de alguém apoiar a família tradicional ou não. (Aliás, eu não vejo problemas na Marcha da Família em si. Acho que eles possuem valores interessantes, mesmo que eu não compartilhe de todos. Só não quero que eles posem como "a direita". Eu não sou conservador, e sou de direita.)

    A Marcha da Família, neste sentido, é prejudicial por trazer, mais uma vez, aquela imagem de John Lithgow no filme "Footlose", para a direita - para quem não se lembra deste filme, o papel de Lithgow era o de um reverendo que não queria que "ninguém se divertisse", ou, ao menos, é assim que ele foi percebido. E neste momento não precisamos desta imagem. Precisamos de uma direita mais diversificada, que tenha conservadores, liberais e libertários, todos eles atacando sem dó os cânones da esquerda. Por exemplo, eu tenho visto alguns neo-ateus que debandaram para o liberalismo e hoje atacam a esquerda com uma assertividade e estratégia que os conservadores ainda precisam assimilar. Eu mesmo aprendi a atacar a esquerda de forma assertivae com os neo-ateus, dentre outros. O fato é que a esquerda possui alguns cânones que devem ser atacados, e não precisamos restringir nosso grupo para esmagar ideias como: 
    vitimismos artificiais 
    lutas de classe mais falsas que menstruação de travesti 
    pedidos de inchaço estatal 
    fascismo 
    censura à imprensa e Internet 

    Ao que parece a Marcha da Família pede muito mais do que luta contra esses itens acima, e, portanto, restringe a participação das pessoas e tenta vender uma imagem muito restrita da direita. Em termos de guerra política, no mínimo isso é contraprodutivo. (Em síntese, eu não tenho nada contra a Marcha da Família, mas temo pela forma como ela pode ser usada. E algo me diz que a esquerda vai se aproveitar muito bem disso. Portanto, tomem cuidado, pessoal da Marcha...)

    Como se isso não fosse o suficiente, ainda temos o fato da Marcha da Família ser associada normalmente à Revolução Militar de 1964, que resultou na implementação de uma ditadura. E nesse jogo, algumas das pessoas da direita caem, dizendo que "os militares precisam voltar". Não, não precisam, e vou dizer o motivo.

    O regime militar de fato nos livrou de um bando de psicopatas com sede de sangue. Regimes marxistas conseguiram, no século XX, ceifar 100 milhões de vítimas. Em Cuba, mataram 100.000 pessoas. Dá para imaginar o que fariam no Brasil. Qualquer pessoa em sã consciência deve gratidão aos militares por terem nos livrados de um bando de psicopatas. Ponto.

    Por outro lado, o regime militar falhou miseravelmente na guerra cultural. É explicado: aquele que investe seus esforços na luta armada direta tende a se desfocar quanto a guerra cultural. O resultado é que a esquerda marxista nadou de braçada durante o regime militar. Difícil imaginar um desempenho pior, em termos de guerra cultural, do que aquele feito pelo regime militar. Merece uma nota zero com louvor.

    É uma dura realidade reconhecermos que, se por um lado os militares nos livraram de marxistas sanguinários em 1964, por outro eles não nos agregaram valor algum em termos de guerra cultural e, por isso, não tem mais espaço no ambiente político atual.

    O novo ambiente é baseado naquele que consegue o poder a partir de derrubadas de hegemonia existentes e construção de novas hegemonias, a partir de guerras de posição, em termos culturais, e isso envolve a inserção de pessoas na academia, nos jornais e em diversos meios de comunicação. Envolve também aparelhamento e desaparelhamento de instituições ligadas ao estado. Tudo isso sem precisar usar a força. Apenas executar a guerra de posição adequadamente. Neste novo território, ganha quem conseguir ocupar os espaços da melhor forma possível.

    No debate público, onde deveríamos focar a maior parte de nossos esforços, ganha quem controlar o frame da melhor forma. É quando, na solicitação por "volta dos militares", vejo alguns direitistas fazendo propaganda para a esquerda.

    É hora em que eu preciso ser duramente honesto, não importando com quem se magoe com o que vou dizer: o pedido por "volta dos militares" quase sempre beira a infantilidade.

    Explicarei o motivo, em alguns bullets: 
    tudo o que o esquerdista quer é um governo totalitário, que controle todo e qualquer passo de nossas vidas, e garanta uma vida nababesca aos donos do estado inchado 
    em prol deste ideal, ele dirá que luta pela "democracia" 
    tudo o que o direitista quer é um governo que não controle cada passo de nossas vidas, ou seja, um governo que nos sirva, ao invés de sermos serviçais do governo 
    em prol deste ideal, alguns da direita dizem que devemos "ter a volta dos militares" 

    Quem quer que não perceba que há algo de gravemente errado nos discursos aí em cima simplesmente não prestou atenção em como funciona a guerra política ou realmente não entendeu a lição número 1 da política.

    O que podemos entender é que, com raiva pela situação atual, alguns direitistas jogam um "foda-se" e pedem "que venham os militares". Ou seja, eles sentem algo e em seguida falam. Mas a fase em que sentimos e automaticamente falamos, especialmente em território aberto, é a infância. É por isso que eu digo que esse comportamento não pode ser tolerável a quem tem mais de 12 anos de idade.

    No caso da esquerda, no entanto, eles sentem que precisam do poder totalitário, mas, em público, falam exatamente o oposto, pedindo "democracia". Qual o motivo pelo qual fazem isso? Por que eles sabem que o frame "democracia" é poderoso, principalmente por que eles viveram sob um regime militar que acusam de ditatorial. Em outras palavras, não importa o quanto eles queiram de totalitarismo (por exemplo, eles apoiam as barbáries de Nicolas Maduro na Venezuela), eles sempre dirão "lutar pela democracia" por que isso dá a eles a autoridade moral necessária. Enquanto isso, alguns da direita dizem "que voltem os militares", dando ao esquerdista a propaganda dos sonhos dele.

    Deixe-me explicar de forma mais didática.

    O esquerdista acorda e abre sua agendinha, antes de suas ações políticas, especialmente aquelas envolvendo lançamento de discursos em território aberto. Eis o que ele tem na agenda: 
    Como esquerdista, não posso esquecer da meta de dar poder totalitário aos meus líderes 
    Mas não posso esquecer de dizer que "quero democracia" enquanto faço isso 
    É essencial para mim que alguns direitistas digam que querem "a volta dos militares" 
    É importante que alguns deles façam isso, pois eu direi que eles querem "ditadura" 
    Com isso, poderei vender a mim e aos meus como "lutadores da democracia" e eles como "adeptos da ditadura" 
    Com alguns draminhas lembrando unhas arrancadas no regime militar, poderei me fingir de vítima e transformá-los em vilões 

    Essa é a verdade nua e crua. Sempre que alguém da direita pediu "volta dos militares", principalmente depois dos anos 80, sempre terminou fazendo propaganda para os esquerdistas, que estão, a cada dia, obtendo cada vez mais poder totalitário. E quanto mais pessoas da direita pedirem "volta de militares" mais fácil o jogo fica para eles, pois tudo serve como propaganda gratuita para a esquerda.

    Eu sei que eles querem o poder totalitário. Qualquer leitor sabe. Mas o que importa, para eles, é como se vendem ao público. E eles tem sido extremamente talentosos ao vender a imagem de "lutadores pela democracia", e, para isso, precisam de um bando de direitistas "motivados" do outro lado dizendo que querem "a volta dos militares". Claro que nestes últimos vemos uma ingenuidade absurda e inaceitável. E pior: esses direitistas que pedem "volta de militares" não recebem um centavo dos esquerdistas. Aí não dá. Ser um serviçal, em termos de propaganda para a esquerda, e não receber nada em troca é demais!

    Ao pessoal que pede a "volta dos militares": comecem a cobrar alto dos esquerdistas pela propaganda feita para ajudá-los. Caso contrário, sugiro que deixem essa ideia para lá.

    Como alternativa à Marcha da Família e "pedido por volta de militares", sugiro uma agenda: 
    Apoiar a todos aqueles que sejam contra a agenda da esquerda, sejam eles: ateus ou teístas, heterossexuais ou homossexuais, puritanos ou "largados", conservadores ou liberais, etc. 
    Não precisamos dizer como os outros devem se comportar, mas definir valores dos quais as pessoas devem fugir, que são os valores da esquerda, como: moral psicopática, apologia a criminosos, cultura do vitimismo, culto ao estado, etc. 
    Devemos rejeitar qualquer "volta de militares", mas lutar para vencer a guerra cultural. Não há outra opção além dessa. 
    Reconhecer que a esquerda jamais ganhou nada. Foi a direita que perdeu. Basta a direita reconhecer isso e investir em consciência política e estratégia política, que recuperamos o território perdido. 
    Devemos causar rejeição social ao comportamento de esquerda, e saber que esquerdismo é uma falha de caráter, e, em muitos casos, uma doença mental. 
    Devemos, em última instância, revisar o estatuto ético do esquerdismo. Ser esquerdista é moralmente errado. 

    Com uma agenda como essa (e olhe que nem coloquei todos os itens), podemos enfim gerar danos ao pensamento de esquerda, e eliminar, por parte deles, qualquer propaganda (ao menos aquelas que sejam feitas com base em nosso discurso) que queiram fazer.

    Alias, é por isso que esquerdistas dificilmente conseguem me atacar, pois minha agenda é não apenas assertiva, como amplamente amparada pelos princípios da guerra política. Lembremos: temos que falar para um eleitorado tão amplo quanto possível, e não apenas para aqueles que possuem todos os valores iguais ao nosso (ver o texto Política e Princípios, da Arte da Guerra Política, de David Horowitz).

    Os esquerdistas sabem que precisam temer meu discurso, pois eles não podem pegar nenhuma parte do que eu digo para usar em favor deles. Eu sou inclusivo, compassivo, tolerante, defensor da pluralidade e ao mesmo tempo ataco-os com uma contundência que poucos conseguem equiparar. Este é o tipo de adversário que devemos ser para a esquerda. Não como o pessoal do "Marcha da Família", que restringe os que pertencem ao seu grupo, ou aqueles que pedem "volta dos militares", e, no fundo, quebram o galho da esquerda.















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    domingo, 2 de março de 2014

    [hagiografia] 2 de Março - São Simplício, Papa e Confessor (+ Roma, 488)

     



    2 de Março
    São Simplício,
    Papa e Confessor (+ Roma, 488)
    Foi Papa de 468 a 483 e assistiu, durante seu pontificado, à queda do Império Romano do Ocidente, acontecimento que abalou o mundo e afetou grandemente as condições de vida da Igreja. Soube conduzir com firmeza a Barca de Pedro em meio aos mares revoltosos, combatendo também com vigor o nestorianismo e o monofisitismo, duas heresias que na época ameaçavam a integridade da doutrina católica.

    [Catolicos a Caminho] HISTÓRIA DA SALVAÇÃO - 8o - DOMINGO COMUM - A - CONFIANÇA EM DEUS Som !

     













    HISTÓRIA DA SALVAÇÃO 




    8º Domingo Comum - A 



    CONFIANÇA EM DEUS 



    Podemos chamar Confiança a um estado de espírito que nos permite ter uma segurança íntima em alguém e acreditar numa pessoa estranha ou numa verdade manifestada de maneira atraente.
    Como virtude cristã, baseia-se profundamente noutra virtude, a Fé, a qual se fundamenta na verdade.
    Diz o Catecismo da Igreja Católica :
    215. - (... ) Deus é a própria verdade, as suas palavras não podem enganar. É por isso que nos podemos entregar com toda a confiança e em todas as coisas à verdade e fidelidade da sua palavra...
    Uma das consequências da fé num único Deus, é exactamente ter Confiança em Deus, em todas as circunstâncias, mesmo na adversidade. (cf.CIC.227).
    É pela Confiança que nos aproximamos dos Sacramentos levados pela fé, e podemos chamar a Deus Senhor e Pai. Gera-se assim uma Confiança filial, pela qual sabemos que Deus nos pode ouvir e, ao mesmo tempo aceitamos que se não formos atendidos é porque isso será melhor para nós, como nos diz ainda o Catecismo da Igreja Católica :
    2738. - A revelação da oração na economia da salvação ensina-nos que a fé se apoia na acção de Deus através da história. A confiança filial é suscitada pela acção por excelência : a Paixão e a Ressurreição de seu Filho...
    A Confiança tem as suas razões na Fé, alimenta-se na Esperança e revela-se através da Caridade ou do Amor de Deus.
    A Confiança em Deus deve levar-nos a viver o presente como uma Presença.
    Viver o presente é o convite que Deus nos faz.
    É também a atitude mais sensata que podemos ter, porque o essencial não depende de nós, por mais que nos asseguremos e nos acautelemos.
    O essencial só pode vir daquele que é Criador e Senhor; o essencial tem um rosto.
    O Evangelho de hoje fala-nos na Confiança cristã na Providência e começa por nos dizer :
    -"Não vos inquieteis quato à vossa vida, com o que haveis de comer ou de beber, nem quanto ao vosso corpo com o que haveis de vestir".(Mt.6,25).
    Viver o presente significa, antes de mais, tornar-se presente no agora : "Não vos inquieteis", "não vos preocupeis", insiste Jesus, porque Ele sabe como as memórias negativas do passado e as expectativas dum futuro inseguro, acabam por poluir a consciência do presente e desviar-nos do "agora", onde podemos desfrutar essa Presença que nos desafia à Confiança.
    Só quem se apercebe e acredita nessa Presença poderá viver em serenidade e na paz, contagiando os outros para a mesma atitude.
    Da maneira como o Evange;ho nos fala, pode parecer que condena o progresso ou o uso dos bens deste mundo, mas o que o Evangelho condena, isso sim, é a sua apropriação injusta e criminosa, que leva alguns a nadar na abundância, enquanto outros vivem à mingua do necessário e indispensável para se viver agora.
    Os bens do mundo e as riquezas devem ser uma oportunidade para um serviço do homem e este, para o serviço de Deus.
    Tudo o mais pode falir dum momento para o outro porque até, aqueles memos em quem tínhamos posto a nossa esperança e a nossa confiança neste mundo, podem falhar com enormes consequências para este mundo e para a vida eterna.
    É que não pode haver salvação sem comunhão.
    A salvação cristã é sempre um acontecimento comunitário, não porque nos salvamos em gruhpo, mas porque o grupo é a expressão completa dessa salvação que deve brotar da nossa confiança em Deus.
    Tudo começa por um refazer de relações multilaterais que devemos alimentar com aquele espírito que S. Paulo recomendou aos Romanos :
    -"Não devais a ninguém coisa alguma a não ser o amor de uns para com os outros, pois quem ama o próximo, cumpre a lei".
    De alguma forma temos uma dívida de amor para com todo o nosso semelhante.
    Cada pessoa que Deus coloca no noso caminho representa um desafio feito à nossa capacidade de amar sem discriminação.
    Assim faremos crescer a grande comunhão cristã que deve assentar na nossa constante e íntima Confiança em Deus., porque a fé nos diz que só o Senhor é Deus. 





    John
    Nascimento



    É SOBRENATURAL! (Sid Roth) Hindú conta sua experiência sobrenatural com ...

    Julio Severo: “É sobrenatural: Hindu conhece Jesus e experimenta milagres” plus 1 more




    Julio Severo: “É sobrenatural: Hindu conhece Jesus e experimenta milagres” plus 1 more





    Posted: 02 Mar 2014 04:43 AM PST




    É sobrenatural: Hindu conhece Jesus e experimenta milagres


    Programa de Sid Roth, que é exibido semanalmente na TV WND, entrevista homem que tem o dom de discernimento espiritual, conforme em 1 Coríntios 12:







    Leitura recomendada:








    Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter: http://twitter.com/juliosevero Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430






    Posted: 01 Mar 2014 11:33 AM PST




    Governo de Obama Tenta Arrancar Partes da Declaração Universal dos Direitos Humanos


    Dr. Stefano Gennarini


    NOVA IORQUE, EUA, 28 de fevereiro (C-FAM) Revoltados por não conseguirem uma definição da família favorável ao homossexualismo num novo documento da ONU, o governo de Obama tentou deletar a linguagem aceita por consenso pelos fundadores da ONU e repetida em documentos desde então.



    Regularmente contenciosa em décadas recentes, a família tem sido uma bola de futebol diplomática com um lado ansioso para reconhecer "formas diversas da família" enquanto o outro se apega à compreensão de que a família é o "grupo fundamental e natural da sociedade," conforme está declarado na Declaração Universal dos Direitos Humanos.


    A portas fechadas, os negociadores da ONU pediram a substituição da definição de família da Declaração Universal dos Direitos Humanos com uma nova descrição longa de famílias que têm "formas e funções diversas" e expressa a "diversidade das preferências individuais."


    A definição proposta excluía a noção de família natural, com base na união de um homem e uma mulher, como a norma para a procriação e criação de filhos. A campanha dos EUA acabou sendo rejeitada pelos países membros da ONU.


    A ação coloca os Estados Unidos numa posição estranha.


    A Declaração Universal dos Direitos Humanos tem um status quase sagrado na ONU. É considerada, junto com a Carta da ONU, como um documento de fundação da nova ordem mundial iniciada depois da 2ª Guerra Mundial.


    Além disso, a definição que a ONU faz da família se reflete nas constituições de aproximadamente 120 países.


    Diplomatas dos EUA argumentaram que famílias estendidas e lares de mães solteiras não estão incluídos na definição clássica da ONU. Delegados dos países tradicionais compreenderam o argumento dos EUA como pretexto para ganhar o reconhecimento das uniões homossexuais porque as famílias estendidas e os lares de mães solteiras sempre foram incluídos na definição da ONU. 


    Propostas semelhantes dos Estados Unidos, embora nunca excluindo a linguagem da Declaração, eram rotineiramente incluídas em documentos da ONU até recentemente. Mas a Assembleia Geral rejeitou a noção de "várias formas da família" em suas duas últimas sessões apesar da insistência de países europeus e dos Estados Unidos. Outrora considerada inofensiva, a frase se envolveu em polêmica por causa da insistência ocidental sobre as questões homossexuais.


    Os países membros da ONU não estão contentes com o novo foco em questões lésbicas, bissexuais ou transgêneras (LGBT) dos Estados Unidos e países europeus. Os países ocidentais ainda têm de colocar em pauta uma resolução sólida que lida com orientação sexual e identidade de gênero e países abertamente [pró-homossexualismo] têm se limitado a campanhas que fazem propagandas internacionais das questões LGBT.


    Os apoiadores das questões LGBT não são os únicos frustrados com a ONU. Há uma tendência de recuos de terminologia da ONU que eram indiscutíveis até recentemente não só nas questões LGBT, mas também relacionadas à saúde sexual e reprodutiva. Grupos abortistas estão frustrados que perderam terreno na ONU. Estão preocupados que não conseguirão implementar sua agenda nas futuras políticas da ONU.


    Diplomatas da ONU provocaram polêmica no ano passado ao rejeitarem a linguagem da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Durante as negociações sobre uma resolução acerca de políticas de mulheres, os diplomatas da ONU pediram que se deletasse uma referência ao "direito inerente à vida, à liberdade e à segurança individual" de todo ser humano, também da Declaração Universal dos Direitos Humanos.


    Tradução: Julio Severo


    Fonte: Friday Fax


    Divulgação: www.juliosevero.com


    Leitura recomendada:







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    Blog Católico do Leniéverson




    Blog Católico do Leniéverson


    • O assunto é retiro de carnaval.... 
    • Frank Castle e os justiceiros informais. Ou: Porque algumas vezes, quando a vida imita a arte, o resultado é o contrário que se espera? 
    • Um debate sobre jornalismo e os conflitos urbanos a luz dos últimos acontecimentos envolvendo profissionais da imprensa da Rede Bandeirantes, no Rio de Janeiro. 
    • O sucesso das parcerias público-privadas X SEPE-RJ. Ou: Porque o Soneto de Itabira explica o atraso da educação no Brasil? 




    Posted: 01 Mar 2014 05:55 AM PST






    Leniéverson Azeredo Gomes






    O tempo de carnaval está praticamente aí e com ele vem a seguinte pergunta: "Devemos curtir o carnaval do mundo ou fazer os chamados 'retiros ou acampamentos de carnaval'?" É claro que o questionamento nos remente a ideia de escolha. A Igreja não obriga as pessoas a participarem do 'carnaval com Cristo', mas faz um convite, um chamado, exorta a uma motivação.


    Existem, dentro da Igreja retiros de todos os tipos, desde os mais animados com músicas e solos de guitarra até os mais silenciosos. Mas há pontos em comum entre as duas que são a celebração de missas diárias, adoração, palestras, confissões, dentre outras coisas. É claro que há retiros de todos os valores, desde os mais baratos até os mais caros.


    Participar de retiros de carnaval, não significa apenas desejar viver um clima de espiritualidade evangélica, mas sim uma oportunidade ímpar, uma oportunidade valiosa, para fazer ou construir novas amizades, em Cristo, amizades que te levam para Cristo. São ambientes que fortalecem o desejo pela fraternidade.


    Por isso, se deve ter em mente, que a ação de se retirar no Senhor, não pode ser em hipótese alguma, uma fuga da vida com a família ou fugir de si mesmo. É um ato de encontro pessoal com o Autor da Vida, com aquele que se dá por inteiro por mim, por você e por todos nós: Deus Trinitário.


    No novo testamento (Mt 26, 36ss; Mc 14,32ss e Lc 22, 39ss) Cristo e os seus discípulos se dirigiam ao Monte das Oliveiras. Ele e os seus apóstolos iam nesse lugar para se retirar. Nos evangelhos de Mateus e Marcos, diz que eles antes de ir para esse lugar cantava o canto dos Salmos. Nos retiros atuais, do século XXI, tanto no processo de preparação e a realização do evento, quanto na ida e vinda dos retirantes, deve ou deveria ter um clima de oração. O louvor a Deus deve ser uma forma de clamor, uma forma de diálogo com Ele.


    Em Mateus e Marcos, Jesus já no Monte das Oliveiras ministrava aos seus discípulos, uma rica palestra, que nada mais nada menos, era uma predição sobre a ressurreição dele mesmo e que Pedro, o negaria três vezes. Da mesma forma, que nos dias de hoje, diversos leigos e padres são convidados para partilhar com quem se retira, assuntos ligados a teologia aplicando a vida cotidiana.


    O texto de Lucas, diferente dos livros de Mateus e Marcos, mostra um Jesus preocupado com a questão da tentação. Ele – Cristo - orava sem cessar, no sentido de pedir aos céus para que somente praticasse coisas santas, somente fizesse a vontade do Pai, ao passo que ensinava, também, aos discípulos a não se renderem a tristeza espiritual, que produz tentação. Nota-se, que o Jesus e os discípulos tinham um hábito, um costume de ir ao Monte para práticas sagradas.


    Nos dias atuais, muitas pessoas, muitos cristãos, tem dificuldade de ver nos retiros uma oportunidade de dizer a si mesmo que deseja 'buscar primeiro o Reino de Deus e a sua justiça' (Mt 6,33). São convidas – não forçadas - , a passarem um carnaval diferente, serem separados da folia, da festa paganizada, do evento da carne. Apesar de tudo, Deus respeita a decisão contrária, mesmo desejando um SIM. Muitos são os chamados, mas poucos são os escolhidos – os que aceitam -. Não aceitam por preguiça, porque o Marido não deixa, tem medo de se lançar ao novo de Deus, porque tem filhos pequenos, porque vão a praia, etc.


    Devemos ser Sal da Terra, Luz do Mundo e profetas das nações (Mateus 5,13), para contagiarmos esse mundo tão cheio de hedonismo, onde se busca o prazer pelo prazer, devemos mostrar a mundos e fundos que comanda a nossa vida: Deus ou o nosso egoísmo?


    Retirai-vos no Senhor e busquem a santidade.




    Posted: 28 Feb 2014 11:48 PM PST


    Leniéverson Azeredo Gomes






    Frank Castle é um típico cidadão nova-iorquino, e, muito jovem, entrou para a academia de polícia, seguindo o exemplo do pai, que também era policial. Ao se formar, passou a lutar – fardado - incansavelmente durante a semana, contra os mais diversos tipos de crimes, principalmente aqueles que eram praticados no subúrbio da maior cidade dos Estados Unidos. Ele se casou com uma formidável mulher e, desse relacionamento, gerou um lindo casal de filhos. O policial Castle é um pai e um marido zeloso e superprotetor, que todos os dias, na medida do possível, sentava junto com o restante da família para ingerir as refeições diárias. 


    No entanto, um acontecimento marcaria para sua vida. Num dia de folga, leva sua família para fazer um piquenique no Central Park – uma imensa área urbanizada de Nova York -. Ao chegar, Castle, deixa a mulher e os filhos – á época tinham entre 7 e 10 anos – que estavam correndo ou soltando pipa, para comprar algo. Na volta, vê sua esposa e filhos serem assassinados por uma gangue de assaltantes.


    Após o fato, passou a se responsabilizar pelo ocorrido, porque, como policial treinado para ser agente da lei, não podia ter deixado a família sozinha. A partir de então, Frank Castle viveu uma intensa batalha psicológica entre o desejo ou não de revanche. Mas, o anseio por vingança, falou mais alto. 


    Resolve abandonar a carreira policial, faz alguns investimentos na compra de diversas armas de fogo, armas brancas – como faca -, instrumentos de luta marcial oriental – como nunchaku -, e, um uniforme colant preto'sui generis' que continha uma caveira grande, no meio do peito. Além disso, ele passa a desenvolver técnicas de lutas para, vingar a morte da sua família e defender a cidade de bandidos e mafiosos, como o Wilson Fisk – mais conhecido como o Rei do Crime-.


    Talvez algumas pessoas estejam se perguntando, essa estória é real? Não, não é real. Trata-se de parte da narrativa biográfica de um dos mais famosos personagens da revista em quadrinhos, chamado Justiceiro (The Punisher, em Inglês). Concebido nos anos 80, pela Marvel Comics, e, desenhado por Stan Lee, o Justiceiro, como o próprio nome diz, fazia justiça com as próprias mãos, com sua própria ética, com seu próprio valor moral.


    O personagem da ficção alternava sua imagem entre o herói – o que preponderava – e o vilão. Ídolo de gente de quase todas as idades, a saga de Frank Castle chegou a virar um filme, nos anos 90, com pessoas de carne e osso, onde o protagonista foi interpretado pelo ator Dolph Lundgren. 


    Mas é preciso cuidado para que a vida, nesse caso, não imite a arte. Pois, muita gente, pode querer virar justiceiros, fazendo vingança com as próprias mãos. É o que vem acontecendo, por exemplo, e foi destacado na imprensa, no Rio de Janeiro. O caso mais chamativo é a de um jovem – na verdade um menor de idade - que foi preso e acorrentado, no início desse mês, a um poste, porque teria – teria porque ainda não se teve a comprovação, apesar de relatos de testemunhas – de que ele teria praticado furtos no Flamengo, bairro da Zona Sul da capital fluminense. Ele foi retirado pela socióloga Yvone Bezerra de Mello, e, após isso tirou uma foto com o suposto menor infrator e postou em redes sociais. As imagens foram publicadas em sites de notícias, gerando uma revolta de militantes dos direitos humanos. Fizeram uma pesquisa para saber se as pessoas concordam a ação dos chamados "Justiceiros do Flamengo", que colocaram o menor lá, a grande maioria disse que sim. O que assustou o povo dos Direitos dos Manos. Aqui, não se trata de defender a instituição 'justiça com as próprias mãos'. Nãooooo! Eu sou contra certas coisas, não no seu mérito, mas porque há outros caminhos fundamentados na ordem, no legalismo, no legislativo, etc, para resolver questões ligadas a política de Segurança Pública. 


    A Sociologia diz que vivemos um período de anomia, ou seja, um momento em que, cada vez mais, se despreza as normas, os valores morais e éticos, a constituição, da decência, o pudor, o caráter, dentre outras coisas. No caso do jovem pendurado, no Rio de Janeiro, em que pese o fato de o mesmo ser culpado ou inocente e; se praticado por milícias ou não, verifica-se que, 'o fazer justiça sem o amparo das forças de segurança oficial', tem evidentemente um significado profundo, onde vários furtos, roubos e assassinatos praticados por menores e adultos, uma justiça morosa – com processos que se acumulam por anos, em plena era da informática -, uma legislação que mais protege bandidos do que as vítimas dos bandidos e o excesso de proteção a bandidos por ONGS de Direitos Humanos – ou seria dos Direitos dos Manos?-. 


    Mas apesar de tudo isso, os fins não justificam os meios, como diria Maquiavel. Graus de anomia não justifica fazer coisas de forma antiética, fora da justiça convencional. Da mesma forma que eu não aprovo a ação de black blocs mascarados e vândalos – viram a questão do cinegrafista da Band?-, não defendo ocupação de reitorias – como a USP -, não defendo invasão de centro de pesquisa que usa animais-, dentre outras coisas, porque, somos um país ordeiro, democrático, onde é preciso – apesar da letargia – acionar os mecanismos de resolução oficial para conquistarmos os nossos anseios. Caso contrário, o Brasil se transformará na terra da barbárie cheia de Frank Castles tupiniquins. O que acham? Tudo, mais uma vez, é questão de escolha. 







    Posted: 28 Feb 2014 11:41 PM PST






    Leniéverson Azeredo Gomes


    Santiago Emílio Andrade, mais conhecido por Santiago Andrade foi o cinegrafista escalado pela emissora a qual trabalha – a Bandeirantes – para cobrir um 'protesto' que objetivava a suspensão do aumento de passagem dos transportes coletivos, na Cinelândia, na cidade do Rio de Janeiro, de R$ 2,75 para R$ 3,00. Um morteiro, provavelmente arremessado por 'manifestantes,' atingiu o profissional, que há um pouco mais de 15 anos atua registrando reportagens, para a sucursal carioca da Band, como é mais conhecida a emissora fundada por João Jorge Saad, nos anos 60, em São Paulo.


    Santiago, segundo boletim médico do Hospital Souza Aguiar – a qual o cinegrafista foi internado-, divulgado pela 'Rede Bandeirantes' teve um afundamento craniano e está em estado grave. Há uma virtude cristã – não se confunda com a teologal - que tem a capacidade de humanizar as pessoas: ela é a compaixão. Por isso, ao cinegrafista e a família dele, a oferta total e irrestrita de orações e desejos de melhoras no seu quadro de saúde. Após tudo isso, deve-se fazer algumas considerações sobre o 'protesto', sobre jornalismo e jornalistas, a demonização da polícia, da defesa do direito de ir e vir, e, as depredações do patrimônio público e privado.


    Desde junho do ano passado, grupos de pessoas têm ocupado as ruas de todo país, em nome de uma causa, por exemplo, as reduções dos aumentos de tarifas – para esses grupos, 'não é só por 20 centavos' -. Pode-se acompanhar todos os dias, um cenário, que mais parece uma praça de guerra. São carros incendiados, imóveis públicos e privados quebrados, direito de ir e vir cerceado – impondo medo nas pessoas -, obrigando a reação da polícia – que muitas vezes é demonizada - para conter a ação de vandalismo.


    Nota-se um traço comum, na maioria esmagadora dessas reuniões em: a presença de bandeiras de movimentos e partidos de esquerda, e, a presença de mascarados que integram o grupo black bloc. Porque "maioria esmagadora", porque em junho, o movimento contou sim com o povo de verdade, mas depois 'ativistas' e partidos de esquerda sequestraram o comando das reivindicações.


    A Imprensa, ahhhh, a Imprensa, virtuosa – ma non tropo – a partir de então, passou a nos empurrar a expressão "protesto que começa pacífico, mas depois vândalos – leia-se black blocs -, apareceram para fazer o 'quebra-quebra'". 


    Não senhores, os tais 'manifestantes' e black blocs são uma coisa só, unha e carne. Isso pode ser visto no final do ano passado, durante a greve de professores, onde os sindicatos – liderados pelo PSOL (um partido de esquerda) admitiram que os black blocs, eram, digamos, uma espécie de aliados.


    Esses mascarados têm aparecido em programas das TVs, como a TV Senado e a TV Câmara, e, pasmem todos, no programa "Fala que eu te escuto", na Rede Record. Tentam emplacar a ideia de que eles não são do mal e, que, são grupos de pessoas que tem uma 'tática diferente de protesto' – alguém tem Engov, aí?


    Pois é, a Rede Globo usou, como é de praxe, a tese esquerdista que, de certa forma, demoniza as polícias e dos polícias. Na reportagem do protesto no Rio de Janeiro, na tarde desta quinta-feira, não foi diferente. Em nota lida, pelo apresentador William Waack, no 'Jornal da Globo', já na madrugada de quinta para sexta, disse que a polícia ou os vândalos é o culpado pela ação que culminou no ocorrido com o cinegrafista. A Vênus Platinada não perdeu tempo e colocou como um dos suspeitos pelo incidente que culminou na internação do profissional de imprensa.


    Em menos de 4 anos, é o segundo cinegrafista da filial carioca da Band, que morreu em conflitos urbanos. Para quem não se lembra, Gelson Domingos da Silva, também Câmera Men, estava cobrindo uma troca de tiros, entre policiais e traficantes na Favela Antares, na Zona Oeste da cidade, quando foi atingido por balas de fuzil vinda dos 'soldados' do tráfico de drogas, foi levado ao Hospital, mas dias depois veio a falecer.


    Além dos dois cinegrafistas, é preciso trazer a memória do ocorrido com a repórter Nadja Haddad, em 2001. Ela, que época trabalhava na Band Rio – hoje está no SBT-, foi escalada para cobrir também uma troca de tiros entre policiais e traficantes de drogas, só que no Complexo do Alemão. No caso dela e do Gelson, houve a discussão sobre o preparo do profissional de imprensa em conflitos violentos urbanos, como, por exemplo, sobre o não uso do colete seguro a prova de bala. Mas o mérito a ser discutido não é esse, o mérito da questão é outro.


    Traficantes e certos 'manifestantes', em comum, cerceiam o direito de ir e vir; implantam o terror. Eles se consideram os 'reis da cocada preta'. Ambos usam máscara, para não ser identificados, se escondem da democracia, querem ter a impunidade para tocar o terror.


    Em que pese à nota da ABRAJI, Associação Brasileira de Jornalismo investigativo, e, também, dos órgãos de comunicação de massa, a imprensa precisa parar de usar o termo 'começa pacífico, mas terminou com vandalismo ou quebra-quebra' e, de alguma forma, incitar esses tipos de movimentos. 


    Isabela Benito e o Febeajor (Festival de Besteirol que assola o Jornalismo) – O SBT RIO, um telejornal do SBT, transmitido de segunda a sexta – das 11:50 às 12:50 - em cadeia para todo o Estado do Rio de Janeiro, direto de Capital Fluminense, é um bom jornal com reportagens ágeis e prestadoras de serviço público. É apresentada pela talentosa jornalista Isabela Benito, e, não é ironia não, é talentosa mesmo, porém, a apresentadora, como outros profissionais de imprensa, vira e mexe, flerta com algumas bobagens, por exemplo, na edição de hoje, incitar, indiretamente, 'protestos' que, na verdade são atos de vandalismo, e, como se transformou em algo comum, a demonização da polícia. Caríssima, tentar usar fontes – leia-se, mídia alternativa – controversas para tentar culpar a polícia, quando a própria Band aventa, unicamente a possibilidade de culpa dos manifestantes, alias, um dos seus entrevistados, asseverou isso também. A Polícia, cara colega, foi feita para garantir a ordem. Ficar combatendo crime e manter com luvas de pelica, é coisa surreal, não? Por isso, menos, Isabela! Menos, Isabela! A Escola Marxista de Frankfurt está fazendo muito mal ao Jornalismo e, pode fazer com que essa atividade profissional mergulhe num poço sem fundo. Será que tem cura?




    Posted: 28 Feb 2014 11:40 PM PST







    Leniéverson Azeredo Gomes







    No dia 20 de fevereiro, o Jornal O Globo, do Rio de Janeiro, exibiu uma reportagem feita pelo jornalista, Rubem Berta, que mostrou uma iniciativa da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, que existe há quase 2 anos. Trata-se de um sistema de parcerias, que recebeu o nome de 'Dupla Escola'. Atualmente, participam do projeto, cerca de 10 mil alunos – 1% dos alunos da rede estadual, que são da ordem de 900.000 estudantes-, mas com a possibilidade real de crescimento nos próximos anos. Para participar do projeto, os alunos passam por um teste de seleção, que acontece em 20 dos 24 colégios de ensino médio, participantes do projeto Dupla Escola,


    Pois bem, o sistema de parcerias se baseou em um modelo que já se destacava desde 2008, onde, uma empresa de telefonia, um grupo ligado a rede de supermercados e institutos como o Airton Senna, naquela época, eram parceiras, respectivamente de escolas estaduais na Tijuca (Zona Norte do Rio de Janeiro), São Gonçalo (Região Metropolitana) e em mais 6 unidades da rede. Os alunos participantes do projeto usam o espaço das empresas ou são orientados pedagogicamente pelas empresas dentro das próprias escolas, onde aprendem, dentre outras coisas, técnicas de produção de derivados de leite e panificação. Nas parcerias, em questão é tudo dividido: enquanto as empresas dão suporte de treinamento e equipamentos, o Estado fica com a responsabilidade de pagar os funcionários e gerir as escolas.


    Há outras escolas da rede, cuja parceria se dá com embaixada de outros países. Uma escola, em Niterói, na Região Metropolitana, tem com a Embaixada da França, , onde alunos recebem aulas de francês. Outra, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, tem o suporte do Condado de Prince George, no estado de Maryland (EUA), para ensinar inglês. No Méier, Zona Norte da capital fluminense, a parceria é com o Ministério de Educação, Cultura e Esporte da Espanha, no Colégio João Cabral de Melo Neto, onde se ensina espanhol. Nos três casos, o ensino de línguas é como se tivesse em um curso particular, pra valer. No caso, de Niterói, por exemplo, há uma professora que leciona francês, que é francesa mesmo.


    De acordo com secretário de Educação, Wilson Risolia, a decisão pelas parcerias se deu, devido a necessidade de aliar a educação regular ao planejamento futuro da vida do aluno:


    "Nos últimos anos, percorremos o mundo, inclusive acompanhados por professores da rede, para entender as melhores práticas de educação. As avaliações que fizemos mostram que escolas com ensino integrado, profissionalizante, e horário ampliado têm melhor desempenho. Buscamos então parceiros estratégicos, que podem ser de governos de outros países a empresas. E o projeto em geral está associado à vocação econômica da região onde implementamos. Todos ganham, já que o investimento vai resultar numa mão de obra mais qualificada". 


    De fato, algumas escolas funcionam em tempo integral – como era nos antigos CIEPS, criados na primeira gestão do Governo Leonel Brizola, nos anos 80 -. Em Niterói, por exemplo, os alunos estudam de 7 da manhã até às 5 da tarde. 


    Pode-se não morrer de amores pela gestão do governador Sergio Cabral Filho – inclusive eu – no entanto, é inegável que o projeto merece bem mais elogios que críticas negativas, mas como já dizia Carlos Drummond de Andrade, no Soneto de Itabira, no meio do caminho havia uma pedra, havia uma pedra no meio do caminho. Explico o busílis e fundamentarei as minhas críticas a respeito desta 'pedra'. Sigamos.


    O Coordenador do Sindicato dos Professores do Estado do Rio de Janeiro (SEPE), Alex Trentino, afirma que esse projeto cria uma espécie de elite dentro da rede pública e pode levar a uma privatização do ensino.


    "A consequência é que são criadas escolas pretensamente de elite, melhores que as outras, com mais investimento, o que é exatamente o contrário do conceito de uma educação que deveria ser igual para todos. Brigamos para que se invista nas escolas que são mais carentes. E por mais que se diga que a iniciativa privada não faça a gestão da escola, sempre há interferência".


    Bem, a coordenadora do projeto 'Dupla Escola', Maria Aparecida Pombo Freitas, rebateu duramente a 'tese' do líder do SEPE:


    "Das vagas que nós oferecemos, 90% são reservadas para alunos da própria rede pública. E o fato de haver um processo de seleção não deixa de ser uma preparação para o que aquele jovem vai encontrar mais à frente, em exames como o Enem".


    Aí, Aí, como tem coisas que me dão uma leseeeeira, mas vamos que vamos. Para quem não sabe, o Sindicato dos Professores do Estado do Rio de Janeiro é majoritariamente formado por militantes do PSOL – um partido de esquerda. Todo partido de esquerda condena o capital, a iniciativa privada, o lucro, usa em demasia a cultura da opressão e a visão equivocada de igualdade. Mas, apesar disso, o leitor poderia fazer a seguinte pergunta: Que mal tem nisso? Oras, deixem de ser bobos, sindicatos não deveriam ter orientação e viés partidários. 


    Nota-se nas críticas do coordenador a ausência de fundamentação técnica. Não usa a Lei de Diretrizes e Bases, não usa a didática, nem outras bases técnicas robustas pedagógicas. Creio eu, que ele sacou da cartola um trecho do livro "Pedagogia do Oprimido", do Paulo Freire. Só pode.


    O coordenador parece viver em outro mundo. O Brasil é um dos países que tem uma posição negativa no Ranking internacional da Educação; tem quantidade enorme de analfabetos literais e funcionais. Criam-se dificuldades para o adolescente aprender uma profissão devido ao Estatuto da Criança e Adolescente, o mercado de trabalho cada vez mais é competitivo, fora o fato de que cresce em escala vertiginosa o número de menores no mundo do crime. 


    Assim, como é um crime, a falácia do coordenador, que parece não entender a dimensão das águas mais profundas. A educação precisa ser levada a sério para que se possa criar uma geração de pessoas com massa crítica, que tenham ocupação mental, que aprendam algo útil e não dependente de projetos assistencialistas, como Bolsa Família e política de cotas. E mais, desde a mais tenra idade, os alunos têm de ter algum contato mais sólido com línguas estrangeiras, sejam lá quais forem. São fundamentais no mercado de trabalho, na realização de projetos científicos e para se virar no exterior.


    Alias, não é a toa que o SEPE e outros sindicatos pelo Brasil afora, são acusados por intelectuais - chamados pela esquerda de "da direita conservadora"-, de ser um dos principais responsáveis pela crise da educação brasileira. A fala do coordenador do SEPE-RJ é a prova inequívoca disso. Enquanto ficarem fazendo política partidária, criticarem a meritocracia e enfurnando a educação com marxismo barato, dar uma de secretaria paralela da educação, perseguirem o ensino religioso nas escolas, incentivando cartilhas que ensinam as crianças a, de certa forma fazerem sexo precoce, as coisas tendem a ficar de mal a pior. Alguém tem dúvida?




















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    [Novo post] Russia invadindo a Ucrânia? É hora de Sarah Palin dizer “Chupa, esquerdalha”!




    lucianohenrique publicou: " Eu não concordo com várias opiniões de Sarah Palin, especialmente nos quesitos religiosos. Mas em termos de entender a política (ao menos em termos de segurança nacional e da democracia como todo), a direita norte-americana sempre manda bem. E ela, co" 



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    Nova publicação em Ceticismo Político 






    Russia invadindo a Ucrânia? É hora de Sarah Palin dizer “Chupa, esquerdalha”!






    Eu não concordo com várias opiniões de Sarah Palin, especialmente nos quesitos religiosos. Mas em termos de entender a política (ao menos em termos de segurança nacional e da democracia como todo), a direita norte-americana sempre manda bem. E ela, com certeza, ocupa uma posição importante neste grupo.

    Na campanha presidencial de 2008, Sarah Palin avisou que se Barack Obama fosse eleito, sua "indecisão" e "equivalência moral" poderia encorajar a Rússia de Vladimir Putin a invadir a Ucrânia. Veja o que ela disse, segundo o site Breidbart:


    Após o exército russo ter invadido a Georgia, a reação do Senator Obama continha indecisão e equivalência moral, o tipo de resposta que serve apenas para encorajar a Rússia de Patin a invadir a Ucrânia logo em seguida.

    Por estes comentários, Sarah Palin foi ridicularizada pela revista Foreign Policy e seu editor Blake Hounshell, que hoje é um dos editores da revista Politico. Na época, House escreveu que os comentários de Palin eram "estranhos" e "extremamente improváveis". Ele também afirmou: "E dado como a Rússia foi capaz de retirar um governo pró-Ocidente sem disparar um tiro, eu não vejo como violência será necessária para fazer Kiev ceder". 

    E agora, quem vai rir da Sarah Palin? É hora de toda a direita apontar o dedo na direção dos esquerdistas que adoram Obama. 















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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo