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    segunda-feira, 6 de maio de 2013

    "Leonardo" Boff: o papa Ratzinger é "medíocre e desastrado"












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    05:19
    PT convoca Ex-frei e ex-católico Leonardo Boff para fazer …

    Arauto de Deus: Depois da derrota de Dilma Rousseff nas eleições do primeiro turno em Londrina, graças à mobilização do movimento PRÓ-VIDA, o PT …

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    Augusto de Piabetá — 06/05/2013 21:06:33:

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    sábado, 7 de março de 2009

    "Leonardo" Boff: o papa Ratzinger é "medíocre e desastrado"


    (fonte: Fabíola Ortíz, Agência de Notícias de Portugal/LUSA)
    O ex-padre franciscano e teólogo católico Genésio Darci Boff, ou, como é mais conhecido, Leonardo Boff, ex-colega e desafeto declarado do atual papa Bento XVI, classifica o pontífice como "politicamente desastrado" e um "pastor medíocre" pela forma como geriu as declarações de bispos católicos sobre o Holocausto.

    "Este papa é politicamente desastrado. Irritou os protestantes negando-lhes o título de Igrejas. Entrou em conflito com os muçulmanos, e agora com os judeus e todo o povo alemão, a ponto de a primeira ministra Angela Merkel ter que intervir junto ao Vaticano. Na verdade, ele é um pastor medíocre que não sabe suscitar direção à Igreja e ânimo nos fiéis", afirma o fundador da Teologia da Libertação no Brasil, e interpreta a suspensão da excomunhão de quatro bispos, entre eles o inglês Richard Williamson, como um ato conservador de Ratzinger.
    Williamson integra um grupo que contesta as determinações do Concílio Vaticano II, ocorrido na década de 1960 (isto é, o bispo defende práticas conservadoras no catolicismo, entre elas a missa rezada em latim e não na língua do povo, o padre ficar de costas para a audiência e outros costumes medievais), rejeita as propostas de reconciliação entre católicos e judeus e, recentemente, em entrevista à TV sueca, negou a existência do Holocausto durante a II Guerra Mundial.
    Boff questiona a escolha de Ratzinger para papa: "Até hoje é um mistério, pois é uma figura de desunião, de polêmica, quando a função de papa é manter unido o corpo eclesial e animar a fé. Ele faria bem a todos se aplicasse para si as leis canônicas, segundo as quais um bispo ou cardeal que ultrapassou 80 anos solicita afastamento voluntário de sua função".
    Boff, de 71 anos, foi submetido a um processo pela “Sagrada Congregação Para a Defesa da Fé”, ex-Santo Ofício, vulgoTribunal da Inquisição, e foi afastado de todas as suas funções na igreja católica. "Depois que foi feito cardeal e presidente da Congregação, Ratzinger mostrou suas raízes", afirma, referindo que o atual papa foi seu inquisidor em 1984.
    Boff disse que Ratzinger "puniu mais de 150 teólogos e cerceou a liberdade de pensamento na igreja" e acrescenta que "o papa vive cercado pelos grupos mais bajuladores que existem, movimentos extremamente conservadores, tristes como se fossem ao próprio enterro, mas cheios de dinheiro e de capacidade de manipulação do poder sagrado no interesse da mera manutenção institucional da igreja". Segundo Boff, a hierarquia central da igreja católica está desmoralizada, pois sustenta teses "sem sentido de humanidade e de misericórdia".
    Fonte: LUSA - Agência de Notícias de Portugal (http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=387540&visual=26&tema=2)

    Análise da notícia: felizmente nós, cristãos nascidos de novo, não temos nada com isso. É uma briguinha de compadres: nenhuma das partes envolvidas, seja o ex-padre Genésio, seja o ex-nazista Ratzinger, seja o lunático Williamson, ninguém está interessado em saber a vontade de Deus para a humanidade. Não lhes interessa pregar o Evangelho da Salvação, não lhes interessa pregar a Cristo Jesus como único caminho. Só se importam com questiúnculas políticas, para ver quem tem mais poder. O “santo padre” vem a público cercado de uma tal aura de pompa e circunstância que parece aos tolos uma verdadeira epifania, incapaz de cometer qualquer equívoco. Mas não é isso que a História mostra...
    O catolicismo romano deseja que aceitemos, além do primado do “papa” sobre todos os cristãos, a infalibilidade papal. Na verdade, a Igreja Católica Romana só adotou essa doutrina a partir de 1870. Até então, nem ela própria cria na infalibilidade do “papa”. Como sustentar tal doutrina, se é sabido que os “papas” sempre divergiram muito entre si?
    A História registra vários exemplos de contradições e disse-me-disseentre os “papas”:

    - O arianismo foi condenado como heresia no ano 325, por ensinar que Jesus teve um início, não sendo portanto co-eterno com o Pai. Mas pouco depois o “papa” Libério (358) fez a profissão de fé ariana.
    - O “papa” Inocêncio I, instigado por Agostinho de Hipona, condenou Pelágio como herege, mas seu sucessor Zózimo o absolveu; depois, pressionado politicamente, novamente o condenou (431).
    - Leão I (440-461) declarou Maria pecadora: “...O Senhor, tomou da mãe a natureza, não a culpa”; no entanto, Pio IX declara em 1854 o dogma da Imaculada Concepção de Maria.
    - Gregório I (578-590) chama de Anticristo a qualquer que tomar o nome de Bispo Universal.
    - Adriano II (867-872) declarou válido o casamento civil, mas Pio VII (1800-1823) disse que só vale se for religioso.
    - Estevão VI (896-897) trouxe seu antecessor, Formoso (891-896), ajulgamento; como Formoso havia morrido 8 meses antes, o cadáver putrefato foi colocado na cadeira dos réus, vestido com uma luxuosa capa, coroado com uma tiara no crânio pelado, ganhou ricos anéis nos dedos descarnados, e então foi condenado. Arrastado pelas ruas de Roma, o descarnado pontífice foi por fim atirado ao rio Tibre.
    - Pouco depois, João IX (898-900) recuperou o esqueleto do rio, fez com que recebesse de novo as honras eclesiásticas e anulou todas as acusações.
    - Sérgio III (904-911) confirmou as acusações de Estevão VI a Formoso, e as estendeu aos bispos consagrados pelo condenado, excomungando um monte de gente e antecipando a Gestapo em dez séculos.
    - João XXII tachou Francisco de Assis de falso em 1323. Isso mesmo, aquele que depois virou protetor dos passarinhos. Irmão Sol, Irmã Lua... etc.
    - Em 1378, os bispos italianos elegeram Urbano VI “papa”, mas os franceses escolheram Clemente VII. Ambos passaram então a se amaldiçoar mutuamente, até que um novo concílio passou o rodo e demitiu os dois, escolhendo um terceiro para o posto então vago.
    - Por volta de 1420, os franciscanos foram queimados na fogueira pela Inquisição com consentimento do “papa”.
    - Joana D’Arc era, formalmente, uma bruxa, prisioneira da Inquisição. Em 1431 foi queimada por heresia e feitiçaria sob Eugênio IV (1431-1447). Em 1920, Bento XV a canonizou.
    - Os duelos foram autorizados por Eugênio III (1145-1153), mas Júlio II (1503-1513) e Pio IV (1559-1565) os proibiram.
    - Sisto V (1585-1590) tinha uma versão da Bíblia que ele declarava ser autêntica; mas em 1592 Clemente VIII mandou fazer outra porque alegava que a de Sisto estava cheia de erros.
    - Sob Urbano VIII (1623-1644) a Inquisição condenou Galileu, mas em 1992 João Paulo II (1978-2005) pediu desculpas pelo erro.
    Conclusão – a afirmação do ex-padre Genésio “Leonardo” Boff de que “o papa é um desastrado” não constitui, para os verdadeiros cristãos, nenhuma novidade. Por se afastar cada vez mais da Bíblia é que os homens cometem erros cada vez mais grotescos. Cabe a cada um decidir que caminho seguir: se o da Palavra de Deus – perfeita e infalível – ou o da tradição dos homens, tosca, mutável, distorcida. No dia em que os “papas”, teólogos, cardeais e outros dignitários eclesiásticos se preocuparem mais com a Verdade da Palavra de Deus e menos com as questões de política e de poder, aí sim lhes daremos ouvidos.

    DOA A QUEM DOER.

    Nossa Senhora de Medjugorje






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    Augusto de Piabetá: Nossa Senhora de Medjugorje





    Nossa Senhora de Medjugorje



    Teologia ou Ideologia da Libertação
    19/05/2013 Retiro de silêncio -Tema: “Eis que estou à porta e bato” (Pe. Martinho Maria)
    Parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas
    "Espírito Santo, companheiro no caminho para encontrar Jesus"
    VENERÁVEL BISPO FULTON J. SHEEN : O CALVÁRIO E A MISSA - LITURGIA DIÁRIA , 06 DE MAIO DE 2013

    Teologia ou Ideologia da Libertação

    Posted: 06 May 2013 05:37 AM PDT

    O que é a Teologia da libertação? Quais as influencias sob este movimento? O que pensam? É correto chamar de teologia?


    19/05/2013 Retiro de silêncio -Tema: “Eis que estou à porta e bato” (Pe. Martinho Maria)

    Posted: 06 May 2013 05:30 AM PDT

    Venha participar conosco em um dia de Retiro a realizar-se no dia 19/05/2013 das 9:00 às 15:50h, conduzido pelo Pe. Martinho Maria, FMDJ


    Tema do retiro será: "Eis que estou à porta e bato"

    Hoje o Senhor nos visita através dessa palavra. O desejo do Senhor é aquele de vir ao nosso encontro, Deus tem se esforçado de inúmeras maneira para nos visitar. Deus incansavelmente se revela a nós. Nunca como agora, temos tão fácil acesso ao evangelho. Deus hoje quer desesperadamente entrar na vida de cada um. Hoje o Senhor está se servindo de todos os meios, porque Ele quer que você experimente Sua alegria.

    O retiro será no Mosteiro Menino Jesus, na Av. Antônio Carlos Benjamim dos Santos, 3973, São Paulo, Próximo ao Terminal Varginha, em frente ao Campo do Rivelino, para maiores formações:11 5526-2047 e retirocmj@terra.com.br

    HORÁRIO DA CASA

    09h:00 ACOLHIDA E CAFEZINHO
    09h:30min TERÇO MEDITADO COM MARIA
    10h:00min LANCHE
    10h:10min 1ª COLOCAÇÃO
    11h:20min ORAÇÃO E MEDITAÇÃO EM SILÊNCIO
    2h:00min ANGELUS / ALMOÇO
    12h:30min MOMENTO DE LOUVOR
    13h:00min 2ª COLOCAÇÃO
    14h:00min ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO
    14h:45min PREPARAÇÃO PARA MISSA
    15h:00min MISSA
    15h:50min CAFEZINHO E ENCERRAMENTO

    Este retiro inicia às 9h:00 e tem o seu término às 15h:50.
    O valor da Inscrição do retiro é R$ 25,00 por pessoa.
    A programação poderá sofrer alteração.

    OBSERVAÇÕES:

    1) O RETIRO SERÁ CONDUZIDO EM UM CLIMA DE SILÊNCIO E MEDITAÇÃO.
    2) A PROGRAMAÇÃO ACIMA PODERÁ SER ALTERADA DE ACORDO COM O GRUPO QUE SE ENCONTRA NA CASA.
    3)PARA FAZER UM BOM RETIRO, TENHA COM VOCÊ, CANETA E CADERNO PARA ANOTAÇÕES, COMO TAMBÉM A SAGRADA ESCRITURA.

    Com os retiros, pretendemos proporcionar um ambiente de silêncio, para que cada participante faça a experiência profunda do encontro pessoal com o Senhor.
    Diz o Senhor: "Te conduzirei a um local solitário e falarei ao teu coração!" (Os 2,14).

    Nosso empenho:
    Com a ajuda de Nossa Senhora, nos empenhamos em transmitir um pouco da nossa experiência contemplativa e da nossa espiritualidade "Beneditina e Mariana", embasados na "Palavra de Deus" e nas "Mensagens de Nossa Senhora Rainha da Paz".
    A jornada dos retiros é composta por Pregações, Meditações em silêncio, Adoração ao Santíssimo (conduzida), Oração do Santo Terço e Partilha do Grupo, encerrando com a Santa Missa.

    Nosso desejo:
    De um modo particular, nos esforçamos para que cada participante possa ser alimentado e convertido pela Palavra de Deus, fazendo o encontro vital com Cristo Palavra Viva que interpela, orienta e plasma o coração humano, e assim transforma-nos em servidores do anúncio evangélico. Pois é Cristo a única palavra e a única resposta para a nossa vida.
    Desejamos também que cada participante faça uma profunda experiência com Maria Rainha da Paz, que nos ensina a rezar com o coração e a colocar Jesus no centro de nossas vidas.

    O que encontrará:
    Temos a certeza que encontrará aqui, um clima de acolhida, silêncio, paz, simplicidade e família e, sobretudo pessoas preparadas para acompanhar espiritualmente os grupos, indicando o caminho da "Escola de Oração e Santidade". Este é o pedido feito por Nossa Senhora em Medjugorje, e que se encontra em comunhão com o Magistério da Igreja.

    Parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas

    Posted: 06 May 2013 04:58 AM PDT

    Ex-atriz pornô dá uma mensagem para os homens: parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas


    John-Henry Westen

    HOLLYWOOD, EUA, 7 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: "Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela".

    Numa entrevista para "The Porn Effect" (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las.

    Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: "Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa", disse ela.

    A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa indústria.

    "Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas", diz ela. "Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado à pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida".

    Ela diz que a pornografia é "maligna" e "é uma droga, veneno e mentira".

    "Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você".
    Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: "Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia".

    "Espírito Santo, companheiro no caminho para encontrar Jesus"

    Posted: 06 May 2013 04:08 AM PDT



    "O Espírito Santo è nosso amigo e companheiro de caminho e nos indica onde está Jesus": foi o que disse o Papa Francisco na homilia da missa presidida na manhã desta segunda-feira, 06, na Casa Santa Marta, no Vaticano. O Papa também reafirmou a importância do exame de consciência na vida dos cristãos. A homilia foi toda centrada no Espírito Santo, que "em Deus, na pessoa Deus, dá testemunho de Jesus Cristo em nós": "Não se pode entender a vida cristã sem o Espírito Santo: não seria cristã. Seria uma vida religiosa, pagã, piedosa, que crê em Deus, mas sem a vitalidade que Jesus quer para seus discípulos. E o que dá a vitalidade é a presença do Espírito Santo em nós". Prosseguindo a homilia, o Papa disse que o Espírito nos dá o testemunho de Jesus para que possamos transmiti-lo aos outros: "A primeira leitura fala de um belo episódio: o de Lídia, a mulher que ouvia Paulo e a quem o Senhor abriu o coração para que ouvisse as palavras do Apóstolo. È isto que o Espírito Santo faz: abre nosso coração para conhecermos Jesus, nos prepara ao encontro, nos faz caminhar em seu caminho". Francisco falou também da oração, "caminho para obtermos, em todos os momentos, a graça da fecundidade da Páscoa": uma riqueza possível graças ao Espírito Santo. Em seguida, citou o exame de consciência que os cristãos fazem sobre o dia passado, um "exercício que faz bem, pois tomamos consciência exatamente daquilo que o Senhor faz em nosso coração". "Pedimos a graça de nos acostumarmos, de termos familiaridade com o Espírito Santo… è um amigo. È uma presença divina que nos ajuda a seguir avante em nossa vida de cristãos. Peçamos esta graça, hoje, para que tenhamos presente, em todo momento, a fecundidade da Páscoa", encerrou Francisco.
    http://www.news.va/pt/news/espirito-santo-companheiro-no-caminho-para-encontr
    VENERÁVEL BISPO FULTON J. SHEEN : O CALVÁRIO E A MISSA - LITURGIA DIÁRIA , 06 DE MAIO DE 2013
    Posted: 05 May 2013 06:22 PM PDT

    VENERÁVEL BISPO FULTON J. SHEEN : O CALVÁRIO E A MISSA


    Existem certas coisas na vida que são muito bonitas para serem esquecidas, como é o caso do amor materno. Por isso ele é guardado carinhosamente numa foto. O amor dos soldados que sacrificaram as próprias vidas pelo seu país da mesma forma é muito bonito para ser esquecido, por isso sua memória é reverenciada no Memorial Day. Mas, a maior bênção que já aconteceu aqui na terra foi a visitação do Filho de Deus em forma e vestes humanas. Sua vida, acima de todas as vidas, é bela demais para ser esquecida, por isso guardamos com carinho a divindade de Suas Palavras na Sagrada Escritura, e a caridade de Suas Ações em nossas ações cotidianas. Infelizmente, isto é tudo que algumas almas se recordam, propriamente Suas Palavras e Suas Ações; importante como são, elas não são a grande característica do Divino Salvador

    O mais sublime ato na história de Cristo foi Sua Morte. Morte é sempre importante porque ela sela um destino. Todo homem morrendo é uma cena. Toda cena de morte é um lugar sagrado. É por isso que a grande literatura do passado, que abordou as emoções que acompanham a morte, nunca foi ultrapassada. Mas, de todas as mortes na lembrança do homem, nenhuma foi mais importante do que a Morte de Cristo. Todas as pessoas que nasceram neste mundo, nasceram para viver; nosso Senhor veio ao mundo para morrer

    A morte foi uma pedra de tropeço na vida de Sócrates, mas ela foi a coroa da vida de Cristo. Ele mesmo nos disse que veio "para dar a sua vida em resgate de muitos"; que ninguém tiraria a sua vida; mas que ele a daria por Si mesmo
    Se, então, a morte foi o supremo momento pelo qual Cristo viveu, ela foi consequentemente, a realidade mais importante que Ele desejou que fosse lembrada. Ele não pediu para que os homens registrassem Suas Palavras numa Escritura; Ele não pediu para que a sua gentileza para com os pobres fosse gravada na História, mas ele pediu para que os homens fizessem memória de Sua Morte. E, a fim de que esta memória não tivesse nenhuma narrativa confusa por parte dos homens, Ele mesmo instituiu a maneira correta de recordá-la
    O memorial foi instituído na noite anterior à Sua Morte, e desde então ficou conhecido como "A Última Ceia". Tomando o pão em Suas Mãos, Ele disse: "Este é o meu corpo, que será entregue por vós", isto é, entregue à morte. Depois, sobre o cálice de vinho, Ele disse: "Este é o meu sangue, do novo testamento, que será derramado por muitos para remissão dos pecados"

    Desta forma, em um símbolo não sangrento de separar o Sangue do Corpo, separando a consagração do Pão e do Vinho, Cristo se comprometeu a morrer diante do olhar de Deus e dos homens, e representou Sua Morte que aconteceria no próximo dia, às três da tarde. Ele estava oferecendo a si mesmo como Vítima para ser imolada, e para que os homens nunca se esquecessem de que"não há maior amor do que dar a vida por seus amigos", Ele deu o divino mandamento para a Igreja: "Fazei isto em minha memória"

    No dia seguinte, Ele realizou em sua completude o que fora prefigurado e indicado no dia anterior, ao ser crucificado entre os dois ladrões e Seu Sangue se esvair de Seu Corpo para a redenção do mundo

    A Igreja que Cristo fundou não somente preservou a Palavra que Ele falou, e as maravilhas que Ele operou; ela também O levou a sério quando Ele disse: "Fazei isto em memória de mim". E a ação por meio da qual nós revivemos Sua Morte na Cruz é o sacrifício da Missa, no qual nós celebramos como que um memorial do que Ele fez na sua Última Ceia, para prefigurar a Sua Paixão

    Por essa razão, a Missa é para nós o ápice do culto Cristão. Um púlpito no qual as palavras de nosso Senhor são repetidas não nos une a Ele; um coro no qual doces emoções são cantadas nos mantém tão distantes de Sua Cruz quanto de Suas Vestes. Um templo sem altar de sacrifício não existe entre os povos primitivos, e é sem sentido entre os cristãos. E, dessa forma, na Igreja Católica o altar, e não o púlpito ou o coro ou o órgão, é o centro da liturgia, pois nele é revivido o memorial de Sua Paixão

    Seu valor não depende de quem o diz, ou de quem o ouve; seu valor depende Dele que é o único Sumo Sacerdote e Vítima, Jesus Cristo nosso Senhor. Com Ele nós estamos unidos, apesar de nosso nada; em um certo sentido, por um momento, nós perdemos a nossa individualidade; nós unimos nosso intelecto e nossa vontade, nosso coração e nossa alma, nosso corpo e nosso sangue, tão intimamente com Cristo, que o Pai Celeste não vê mais a nós por meio de nossas imperfeições, mas O vê em nós, o Filho Amado no qual Ele pôs Seu bem querer

    A Missa é, por essa razão, o maior evento na história da humanidade ; o único ato que protege o mundo pecaminoso da ira de Deus, porque sustenta a Cruz entre o céu e a terra, renovando, assim, o decisivo momento em que nossa triste e trágica humanidade, de forma inesperada, tomou o rumo da plenitude de uma vida sobrenatural

    O que é importante, neste ponto, é que assumamos a adequada atitude mental diante da Missa, e nos lembremos deste importante fato, que o Sacrifício da Cruz não é algo que aconteceu há dezenove séculos. Ele ainda está acontecendo. Não é algo que aconteceu no passado como a assinatura da Declaração de Independência; é um drama permanente no qual a cortina ainda não foi abaixada. Não deixemos que se pense que tudo já aconteceu há muito tempo, e, dessa forma, não diz mais nada a nós a não ser como algo no passado

    O Calvário pertence a todos os tempos e a todos os lugares. É por isso que, quando Nosso Senhor subiu às alturas do Calvário, foi oportunamente despojado de Suas vestes: Ele salvaria o mundo sem os ornamentos de um mundo passageiro. Suas vestes pertenciam ao tempo, porque elas O localizavam, e O fixavam como um habitante da Galileia. Agora que Ele foi despojado delas e completamente despojado de coisas terrestres, Ele não mais pertence à Galileia, nem a uma província romana, mas ao mundo. Ele se tornou o pobre universal do mundo inteiro, pertencendo não a um povo, mas a todos os homens

    Para expressar melhor a universalidade da Redenção, a cruz foi levantada na encruzilhada da civilização, num ponto central entre as três grandes culturas de Jerusalém, Roma e Atenas, em nome das quais Ele foi crucificado. A cruz foi, dessa forma, afixada como um sinal diante dos olhos dos homens, para arrebatar o indolente, cativar o insensato e seduzir o mundano. Foi o único fato ineludível, ao qual as culturas e as civilizações do Seu tempo não puderam resistir. É também o único fato ineludível do nosso tempo, ao qual não podemos resistir

    As personagens na Cruz são símbolos de todos os que crucificam. Nós estávamos lá em nossos representantes. O que nós fazemos agora para o Cristo Místico, eles fizeram em nossos nomes para o Cristo histórico. Se nós temos inveja dos bons, nós estávamos lá nos escribas e nos fariseus. Se temos medo de perder alguma vantagem temporal ao abraçarmos o Divino Amor e a Verdade, estivemos lá em Pilatos. Se confiamos nas forças materiais e buscamos conquistar por meio do mundo ao invés do espírito, estivemos lá em Herodes. E a história continua nos pecados comuns do mundo

    Todos eles nos tornam cegos para o fato de que Ele é Deus. Existe, então, um tipo de certeza inevitável sobre a Crucifixão. Os homens que são livres para pecar são também livres para crucificar . Enquanto houver pecado no mundo a Crucifixão é uma realidade. Como o poeta colocou :

    "Eu vi o filho do homem passando, Coroado com uma coroa de espinhos. 'Não estava terminado Senhor', disse eu, 'E todo o sofrimento carregado?'

    "Ele voltou para mim seu olhar tremendo : 'Ainda não entendeste? Toda alma é um Calvário e todo pecado é um madeiro" – Fonte : Calvary and the Mass, Fulton J. Sheen - Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

    LITURGIA DO DIA 06 DE MAIO DE 2013

    PRIMEIRA LEITURA: ATOS DOS APÓSTOLOS 16, 11-15


    VI SEMA DA PÁSCOA , (BRANCO - OFÍCIO DIA) - LEITURA DOS ATOS DOS APÓSTOLOS -

    11Embarcados em Trôade, fomos diretamente à Samotrácia e no outro dia a Neápolis; 12e dali a Filipos, que é a cidade principal daquele distrito da Macedônia, uma colônia (romana). Nesta cidade nos detivemos por alguns dias. 13No sábado, saímos fora da porta para junto do rio, onde pensávamos haver lugar de oração. Aí nos assentamos e falávamos às mulheres que se haviam reunido. 14Uma mulher, chamada Lídia, da cidade dos tiatirenos, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava. O Senhor abriu-lhe o coração, para atender às coisas que Paulo dizia. 15Foi batizada juntamente com a sua família e fez-nos este pedido: Se julgais que tenho fé no Senhor, entrai em minha casa e ficai comigo. E obrigou-nos a isso -Palavra do Senhor

    SALMO RESPONSORIAL (149)


    REFRÃO : O SENHOR AMA SEU POVO, DE VERDADE


    1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / e o seu louvor na assembléia dos fiéis! / Alegre-se Israel em Quem o fez, / e Sião se rejubile no seu Rei! -R.

    2. Com danças glorifiquem o seu nome, / toquem harpa e tambor em sua honra! / Porque, de fato, o Senhor ama seu povo / e coroa com vitória os seus humildes. -R.

    3. Exultem os fiéis por sua glória, / e cantando se levantem de seus leitos, / com louvores do Senhor em sua boca / Eis a glória para todos os seus santos. -R.

    EVANGELHO: JOÃO 15, 26-27; 16, 1-4


    PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO JOÃO - 

    Naquele tempo, 26Quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim. 27Também vós dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio 1Disse-vos essas coisas para vos preservar de alguma queda. 2Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus. 3Procederão deste modo porque não conheceram o Pai, nem a mim. 4Disse-vos, porém, essas palavras para que, quando chegar a hora, vos lembreis de que vo-lo anunciei. E não vo-las disse desde o princípio, porque estava convosco - Palavra da salvação


    MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE – "Queridos filhos! Neste tempo de graça, convido-os a aproximarem-se ainda mais de Deus por meio de sua oração pessoal. Utilizem bem o tempo de descanso e dêem à sua alma e aos seus olhos o repouso em Deus. Encontrem a paz na natureza e descobrirão Deus-Criador a Quem poderão render graças por todas as criaturas; assim encontrarão a alegria em seus corações. Obrigada por terem correspondido a Meu apelo" – MENSAGEM DO DIA 25.07.2000


    A IGREJA CELEBRA HOJE , SÃO DOMINGOS SAVIO - 

    O santo de hoje viveu o lema "Antes morrer do que pecar" . Nascido em Turim, na Itália, no ano de 1842, Domingos conheceu muito cedo Dom Bosco e participou do Oratório - lugar de formação integral - onde seu coração se apaixonou por Jesus e Nossa Senhora Auxiliadora . Pequeno na estatura, mas gigante na busca de corresponder ao chamado à santidade, foi um ícone da alegria de ser santo. Um jovem comum, que buscava cumprir os seus deveres e amava a vida de oração . Com a saúde fragilizada, faleceu com apenas 15 anos . São Domingos Sávio, rogai por nós

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    quarta-feira, 13 de março de 2013

    Frei Boff, o verdadeiro!



    Augusto d… · Correspondências · Enviar ·




    Augusto de Piabetá: Frei Boff, o verdadeiro!



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    13/03/2013 08:06:47: / Blogs e Colunistas

    Blog
    Reinaldo Azevedo

    Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

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    11/03/2013
    às 6:41
    Frei Boff, o verdadeiro!

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/frei-boff-o-verdadeiro/

    Palavras-chave:frei, boff, o, verdadeiro!
    Categoria:Catholic Apologetics
    Autorização: Todos os direitos reservados

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    Augusto de Piabetá — 13/03/2013 08:33:32:

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    Blog
    Reinaldo Azevedo

    Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

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    11/03/2013
    às 6:41
    Frei Boff, o verdadeiro!

    No dia 13 do mês passado, escrevi aqui um post bem curtinho. Reproduzo (em azul):
    Tenho lido algumas análises supostamente muito ponderadas sobre a renúncia do papa Bento 16 e sobre o melhor nome para substituí-lo. A Igreja, segundo estes, é só a criadora ou inventora de uma suposta verdade, não a depositária de uma Verdade Revelada. “Ah, Reinaldo, mas a Igreja é esse ente?” Para os católicos, sim, ora essa! Como se é católico, felizmente, por escolha, não por imposição, não se pode cobrar que dirija a instituição alguém que duvide de seus postulados. Se a Igreja Católica fosse um partido político, um sindicato ou uma ONG para falar em nome desta ou daquela minoria, talvez pudesse fazer a vontade de muitos. Mas não é. Ela tem um fundamento e uma medida: os Evangelhos.
    Por que eu o lembro aqui? Vale a pena ler — mesmo os não católicos — a excelente entrevista concedida nesta segunda pelo teólogo e frei Clodovis Boff (foto), que é irmão do buliçoso Leonardo. Os dois já estiveram juntos em algumas jornadas da chamada “Teologia da Libertação”. Clodovis , no entanto, se deu conta de que alguns de seus pares haviam se desviado do caminho da Igreja. Em 2007, ele escreveu um artigo que deixou furiosos seus antigos parceiros de jornada — inclusive o irmão. Antes que volte à entrevista desta segunda, destaco alguns trechos daquele texto (em azul).
    (…)
    Que acontece então na prática teórica da Teologia da Libertação (TdL)? Acontece uma “inversão” de primado epistemológico. Não é mais Deus, mas o pobre, o primeiro princípio operativo da teologia. Mas, uma inversão dessas é um erro de prioridade; por outras, é um erro de princípio e, por isso, de perspectiva. E isso é grave, para não dizer fatal.
    Que o pobre seja um princípio da teologia ou uma perspectiva (ótica ou enfoque), é possível, legítimo e mesmo oportuno. Mas apenas como princípio segundo, como prioridade relativa. Se assim é, a teologia que arranca daí, como é a TdL, só pode ser um “discurso de segunda ordem”, que supõe em sua base uma “teologia primeira”.
    Contudo, não parece que a TdL tenha essa consciência, pois se pensa, para todos os efeitos, como uma teologia inteira à parte, substituindo ou dispensando a “teologia primeira” e fundindo ou, melhor, confundindo o nível “transcendental” com o “categorial”. Em sua prática teórica, continua a pôr o “pobre” como seu princípio, centro e fim. E ainda que não o faça com plena consciência e consentimento epistemológico, o resultado, na prática, é o mesmo, e isso, como dissemos, por causa da ambiguidade com que esta questão essencial é aí tratada.
    Ora, quando o pobre adquire o estatuto de primum epistemológico, o que acontece com a fé e sua doutrina no nível da teologia e também da pastoral? Acontece a instrumentalização da fé em função do pobre. Cai-se no utilitarismo ou funcionalismo em relação à Palavra de Deus e à teologia em geral.
    Que a fé seja útil, isso é certo, mas essa não é sua parte maior nem a mais importante. Uma fé usada principalmente de modo instrumental, sofre fatalmente uma capitis diminutio: é submetida a uma seleção e a uma interpretação de acordo com o que interessa à “ótica do pobre”. Sem dúvida, a fé preenche plenamente também esta ótica, mas também dela transborda por todos os lados, infinitamente.
    Contra as críticas de que estaria usando “olheiras ideológicas”, a TdL apela para ideias como “margens de gratuidade” e “reserva escatológica” para afirmar seu respeito à transcendência da fé. Na verdade, a parte da transcendência é, nesta teologia, a parte menor e menos relevante, a “parte de leão” cabendo, como sempre, à “leitura libertadora” da fé.
    O resultado inevitável é a redução da fé e, em especial, sua politização. Fala?se aqui também, criticamente, da transformação da fé em ideologia. Isso procede toda a vez que se dá à ideologia o sentido preciso que lhe dá o Magistério: o de uma fé que decai de seu nível transcendente para a imanência da política.

    Voltei

    Seguem, agora, alguns trechos de sua excelente entrevista a Alexandre Gonçalves, na Folha. Frei Clodovis tem a coragem intelectual de admitir que estava errado e de renegar algo que ele próprio escreveu no passado. Leiam.

    Folha – Bento 16 foi o grande inimigo da Teologia da Libertação?

    Clodovis Boff - Isso é uma caricatura. Nos dois documentos que publicou, Ratzinger defendeu o projeto essencial da Teologia da Libertação: compromisso com os pobres como consequência da fé. Ao mesmo tempo, critica a influência marxista. Aliás, é uma das coisas que eu também critico. No documento de 1986, ele aponta a primazia da libertação espiritual, perene, sobre a libertação social, que é histórica. As correntes hegemônicas da Teologia da Libertação preferiram não entender essa distinção. Isso fez com que, muitas vezes, a teologia degenerasse em ideologia.

    E os processos inquisitoriais contra alguns teólogos?

    Ele exprimia a essência da igreja, que não pode entrar em negociações quando se trata do núcleo da fé. A igreja não é como a sociedade civil, onde as pessoas podem falar o que bem entendem. Nós estamos vinculados a uma fé. Se alguém professa algo diferente dessa fé, está se autoexcluindo da igreja. Na prática, a igreja não expulsa ninguém. Só declara que alguém se excluiu do corpo dos fiéis porque começou a professar uma fé diferente.
    (…)

    Quando o sr. se tornou crítico à Teologia da Libertação?

    Desde o início, sempre fui claro sobre a importância de colocar Cristo como o fundamento de toda a teologia. No discurso hegemônico da Teologia da Libertação, no entanto, eu notava que essa fé em Cristo só aparecia em segundo plano. Mas eu reagia de forma condescendente: “Com o tempo, isso vai se acertar”. Não se acertou.

    “Não é a fé que confere um sentido sobrenatural ou divino à luta. É o inverso que ocorre: esse sentido objetivo e intrínseco confere à fé sua força.” Ainda acredita nisso?

    Eu abjuro essa frase boba. Foi minha fase rahneriana. [O teólogo alemão] Karl Rahner estava fascinado pelos avanços e valores do mundo moderno e, ao mesmo tempo, via que a modernidade se secularizava cada vez mais.
    Rahner não podia aceitar a condenação de um mundo que amava e concebeu a teoria do “cristianismo anônimo”: qualquer pessoa que lute pela justiça já é um cristão, mesmo sem acreditar explicitamente em Cristo. Os teólogos da libertação costumam cultivar a mesma admiração ingênua pela modernidade. O “cristianismo anônimo” constituía uma ótima desculpa para, deixando de lado Cristo, a oração, os sacramentos e a missão, se dedicar à transformação das estruturas sociais. Com o tempo, vi que ele é insustentável por não ter bases suficientes no Evangelho, na grande tradição e no magistério da igreja.

    Quando o sr. rompeu com o pensamento de Rahner?

    Nos anos 70, o cardeal d. Eugênio Sales retirou minha licença para lecionar teologia na PUC do Rio. O teólogo que assessorava o cardeal, d. Karl Joseph Romer, veio conversar comigo: “Clodovis, acho que nisso você está equivocado. Não basta fazer o bem para ser cristão. A confissão da fé é essencial”. Ele estava certo. Assumi postura mais crítica e vi que, com o rahnerismo, a igreja se tornava absolutamente irrelevante. E não só ela: o próprio Cristo. Deus não precisaria se revelar em Jesus se quisesse simplesmente salvar o homem pela ética e pelo compromisso social.
    (…)

    Esses grupos [da Teologia da Libertação] não foram exceção. Bento 16 sofreu dura oposição em todo o pontificado.

    A maioria das críticas internas a ele partiu de setores da igreja que se deixaram colonizar pelo espírito da modernidade hegemônica e que não admitem mais a centralidade de Deus na vida. Erigem a opinião pessoal como critério último de verdade e gostariam de decidir os artigos da fé na base do plebiscito. Tais críticas só expressam a penetração do secularismo moderno nos espaços institucionais da igreja.

    Como descreveria a relação de Bento 16 com a modernidade?

    É possível identificar um certo pessimismo na sua reflexão. Ele não está só. Há um rio de literatura sobre a crise da modernidade, que remete até mesmo a autores como Nietzsche e Freud. O que ele tem de diferente? Propõe uma saída: a abertura ao transcendente.

    Ainda assim, há pessimismo.

    Há algo que ele precisaria corrigir: Bento 16 leva a sério demais o secularismo moderno. É uma tendência dos cristãos europeus. Eles esquecem que o secularismo é uma cultura de minorias. São poderosas, hegemônicas, mas ainda assim minorias.
    A religião é a opção de 85% da humanidade. Os ateus não passam de 2,5%. Com os agnósticos, não chegam a 15%. Minoria culturalmente importante, sem dúvida: domina o microfone e a caneta, a mídia e a academia. Mas está perdendo o gás. Há um reavivamento do interesse pela espiritualidade entre os jovens.

    Que outras críticas o sr. faria a Bento 16?

    Ele preferiria resolver problemas teológicos a se debruçar sobre questões administrativas na Cúria. E isso gerou diversos constrangimentos no seu pontificado. Ele também não tem o carisma de um João Paulo 2º. De certa forma, era o esperado em um intelectual como ele.
    (…)

    Como vê o futuro da igreja?

    A modernidade não tem mais nada a dizer ao homem pós-moderno. Quais as ideologias que movem o mundo? Marxismo? Socialismo? Liberalismo? Neoliberalismo? Todas perderam credibilidade. Quem tem algo a dizer? As religiões e, sobretudo no Ocidente, a Igreja Católica.

    Encerro

    Explico o meu título em tempos em que se pode esmagar alguém por dizer uma verdade considerada impopular, mas elevar à condição de quase santidade o idiota que diz uma mentira influente. Não acho que o outro Boff, Leonardo, seja “falso” nas suas convicções. Ele deve realmente acreditar no que diz. Só que as suas “verdades” já não são mais as da fé católica, em nome da qual, não obstante, ele procura ainda falar. Também nesse sentido, o “Frei Boff verdadeiro” é Clodovis.

    Por Reinaldo Azevedo

    segunda-feira, 30 de julho de 2012

    Papa adverte sobre perigos de teologia marxista da libertação e pede superar suas graves consequências


    Cavaleiro do Templo


    Papa adverte sobre perigos de teologia marxista da libertação e pede superar suas graves consequências



    A CAMINHO

    SÁBADO, 5 DE DEZEMBRO DE 2009



    Notícias recolhida e traduzida de http://www.aciprensa.com/noticia.php?n=27796

    VATICANO, 05 Dic. 09 / 08:22 am (ACI)

    O Papa Bento XVI advertiu sobre os perigos da teologia da libertação marxista e encorajou a superar as suas graves consequências no meio das comunidades eclesiais, como a rebelião e discórdia, à luz da Instrução Libertatis Nuncius que completa 25 anos de publicação e foi escrito quando ele era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

    Ao receber neste meio-dia do grupo de Bispos do Brasil do Sul 3 e Sul 4 em visita ad limina, o Santo Padre recordou que "em agosto passado se completou o 25 º aniversário da Instrução Libertatis Nuncius da Congregação para a Doutrina da Fé sobre alguns aspectos da teologia da libertação, que sublinha os perigos da aceitação acrítica, realizada por alguns teólogos, de teses e metodologias do marxismo ".

    Bento XVI advertiu, tendo refletido sobre o papel das universidades católicas, que os vestígios da teologia da libertação marxista "mais ou menos visíveis de rebelião, divisão, dissidência, insulto, anarquia, ainda estão sendo sentidos, criando em suas comunidades diocesanas grande sofrimento e grande perda de forças de trabalho".

    Por esse motivo, o Papa exortou "todos aqueles que de alguma forma se sentem atraídos, envolvidos e afetados no íntimo por certos princípios enganosos da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece com mão estendida ".

    Bento XVI recordou também "a regra suprema da fé da Igreja provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que não pode sobreviver de forma independente",como se explica na encíclica Fides et Ratio, de João Paulo II.

    "Que no âmbito dos organismos e das comunidades eclesiais, o perdão oferecido e recebido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim às tribulações da querida Igreja que peregrina na Terra da Santa Cruz ", desejou.

    A Instrução Libertatis Nuntius foi emitida em 6 de agosto de 1984, após a aprovação do Papa João Paulo II, que o então Cardeal Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, procedeu à publicação.

    O objetivo da Instrução, diz o próprio texto, é "atrair a atenção dos pastores, teólogos e todos os fiéis, sobre os desvios e os riscos de desvios, prejudiciais à fé e vida cristã, que envolvem certas formas da teologia da libertação que recorrem, de modo insuficientemente crítico, a conceitos assumidos de diversas correntes do pensamento marxista.

    O texto citado diz que "a certeza de que os graves desvios ideológicos" da teologia da libertação marxista "conduz inevitavelmente a trair a causa dos pobres." Entre outras coisas, a Instrução também adverte que a análise marxista da realidade "arrasta as 'teologias da libertação' a aceitar um conjunto de posições incompatíveis com a visão cristã do homem".

    Mais informações: http://www.aciprensa.com/apologetica/teologia/libertatis.htm

    http://cavaleirodotemplo.blogspot.com.br/2012/07/papa-adverte-sobre-perigos-de-teologia.html
    Postado por Cavaleiro do Templo

    quinta-feira, 12 de julho de 2012

    Os amargos frutos da Teologia da Libertação: esvaziamento da Igreja Católica no Brasil

    http://www.aascj.org.br/home/2012/07/12/os-amargos-frutos-da-teologia-da-libertacao-esvaziamento-da-igreja-catolica-no-brasil/

    12, julho, 2012 Deixar um comentário Ir para os comentários

    “Católicos passam de 93,1% para 64,6% da população em 50 anos − Entre 1960 e 2010, o Brasil viu a parcela de sua população que se declara católica cair de 93,1% para 64,6%”. [1]

    “Em uma década, católicos perdem mais espaço para os evangélicos. − Entre 2000 e 2010, fatia de católicos cai 12% no total da população brasileira; parcela dos evangélicos cresce 43% e de pessoas sem religião sobe 10%”. [2]

    Notícias alarmantes, que, entretanto, parece não terem alarmado os Srs. Bispos do Brasil, como veremos.

    Essa queda não é algo que aconteceu da noite para o dia, a ponto de pegar os Bispos brasileiros de surpresa; nem algo imprevisível, mas resultado de um processo longo, embora se tenha acelerado nas últimas décadas.

    Detenhamo-nos um pouco na análise dos números, para depois investigar as causas desse declínio.

    “A maior nação Católica do mundo”

    O Brasil foi descoberto e colonizado por Portugal, uma nação católica. Os primeiros missionários foram os Padres Jesuítas ainda cheios do zelo inicial de sua fundação. O catolicismo marcou toda a vida do país, fazendo dele a maior nação Católica do mundo, não só em números absolutos, como também em termos percentuais, em relação às demais religiões.

    O crescimento do protestantismo, do espiritismo, de religiões orientais ou afro-brasileiras, bem como do número de pessoas sem religião, foi lento no país até algumas décadas atrás. Em cem anos, segundo os dados do primeiro censo realizado no Brasil em 1872, até os dados do censo de 1970, verifica-se que a proporção de católicos variou apenas 7,9 pontos percentuais, reduzindo de 99,7%, em 1872, para 91,8% em 1970.[3] E ainda assim, segundo sugerem estudos acadêmicos, pelo menos parte desse aumento de não-católicos se deveu à imigração.[4]

    A partir dessa última data (1970), o crescimento das demais religiões e a diminuição do numero de católicos acelerou-se de modo acentuado e o último censo que acaba de ser divulgado, correspondente a 2010, revela que a porcentagem dos católicos caiu para 64,6%. Portanto, nos últimos 40 anos, a Igreja teve uma perda de fiéis de quase 30% (precisamente, 27,2%).

    Acresce a esse quadro que o número de católicos praticantes nesse mesmo período oscilou entre 5 e 10%.[5]

    Ao mesmo tempo, o protestantes passaram de 6,6% em 1980 para 22,2%, sendo que o maior crescimento foi o do Pentecostalismo.

    Embora se apresentem razões sociológicas para explicar tal mudança no quadro religioso do Brasil (migrações maciças da zona rural para as periferias urbanas e maior facilidade nos últimos anos de formação de núcleos pestecostais para acolher os desenraizados), tais explicações são superficiais e não pegam o fundo do problema. Tanto mais quanto o aumento protestante pentecostal deu-se também nas zonas rurais do país: em termos percentuais, a maior concentração protestante se verificou em Rondônia (33,8%), um Estado do noroeste do país, típicamente rural.

    Teologia da Libertação: simples coincidência?

    É bem evidente que as razões mais profundas que explicam a perda de fiéis pela Igreja Católica são de caráter religioso e devem ser procuradas na crise que abala a Igreja no Brasil (como por quase todo o mundo).

    Não é simples coincidência que a aceleração da perda dos fiéis pela Igreja, na década de 1970, se tenha dado ao mesmo tempo em que se disseminavam entre o clero e o episcopado os princípios da Teologia da Libertação. Como essa “teologia” confunde a libertação espiritual com a libertação política, e o estabelecimento do “Reino de Deus” na terra com a implantação uma sociedade socialista e igualitária, os sermões nas igrejas, em sua maioria, assim como os temas das Campanhas da Fraternidade promovidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), referem-se mais a luta de classes e reformas político-sociais e econômicas do que ao Evangelho.

    Tomemos um exemplo concreto. O boletim da Conferência Episcopal assim descreve a Campanha da Fraternidade de 2010 :

    “Lema: Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mt 6,24)

    Tema: Economia e Vida
    Objetivo Geral:Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”.[6]

    Como se vê, não se econtram referências à vida eterna, à salvação das almas, ao pecado, Céu e Inferno. É um linguajar puramente político, de luta de classes, que espanta os fiéis desejosos de ouvir falar das verdades eternas. A referência a “uma sociedade sem exclusão” baseia-se no conceito marxista de que a riqueza dos ricos é constituída mediante a exclusão ou opressão dos pobres. (Sem querermos nos aprofundar, notemos de passagem o caráter “ecumênico” dessas campanhas, que colocam a Igreja Católica não como a única Igreja de Cristo, mas apenas como uma das “Igrejas Cristãs”, entre outras. Isso não facilita o proselitismo das seitas protestantes?).

    O hino da Campanha dos Bispos para este ano tem a seguinte estrofe:

    “Levem a todos meu chamado à liberdade (Cf. Gl 5,13)
    Onde a ganância gera irmãos escravizados.
    Quero a mensagem que humaniza a sociedade
    Falada às claras, publicada nos telhados. (Cf. Mt 10,27).”[7]

    Em suma, a Teologia da Libertação é um veículo religioso a serviço da revolução, conforme a apresentava o Pe. Gustavo Gutierrez, considerado o “pai” dessa corrente, em seu livro Teologia da Libertação, de 1971:

    “O homem latino-americano … na luta revolucionária liberta-se de algum modo da tutela de uma religião alienante que tende à conservação da ordem.”[8]

    Considerarando a Santa Igreja uma “religião alienante” (conceito marxista: “A religião é ópio do povo”, na frase de Marx), os teólogos da libertação e seus seguidores procuram construir uma igreja “desalienada”, que tende, não “à conservação da ordem” mas à sua subversão.

    A consequência é que os fiéis, cansados dessa “religião desalienada”, revolucionária e materialista, centrada em questões econômicas e sociais, acaba muitas vezes apostatando tragicamente, da única e verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vão procurar alhures as palavras de conforto da religião e de guia para sua vida moral: “A quem iremos, Senhor, só tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).

    Acordarão, por fim, os Senhores Bispos brasileiros e se darão conta de que a missão precípua da Igreja não é oferecer solução para os problemas econônicos e sociais, menos ainda procurar estabelecer uma sociedade igualitária, mas sim salvar as almas? Ou continuarão eles enfeitiçados pela miragem utópica da Teologia da Libertação?

    [1] Denise Menchen-Fabio Brisolla, “Católicos passam de 93,1% para 64,6% da população em 50 anos, aponta IBGE” in Folha de S. Paulo, 29/06/2012 edição on line. http://www1.folha.uol.com.br/poder/1112382-catolicos-passam-de-931-para-646-da-populacao-em-50-anos-aponta-ibge.shtml

    [2] Artigo “A fé dos brasileiros” In O Estado de São Paulo, 26 maio 2012, edição online. http://estadaodados.com/html/religiao/

    [3] Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Censo 2010: número de católicos cai e aumenta o de evangélicos, espíritas e sem religião,

    http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2170&id_pagina=1.

    terça-feira, 3 de abril de 2012

    Teologia da Libertação: como desmascarar seus seguidores

    Teologia da Libertação: o Comunismo invade a Igreja

    Apostolado Veritatis Splendor - Memória e Ortodoxia Cristã



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    • Teologia da Libertação: o Comunismo invade a Igreja
    Qua, 30 de Maio de 2007 09:00 Carlos Ramalhete


    Um dos muitos problemas que assolam a Igreja nos dias de hoje é a gravíssima heresia chamada “Teologia da Libertação”. Trata-se de uma heresia materialista, que apresenta uma visão de mundo contrária à Doutrina da Igreja disfarçada com um vocabulário aparentemente cristão.

    Esta heresia é um dos muitos aspectos que tomou o modernismo, heresia que o Santo Padre Pio X qualificou de “síntese de todas as heresias”. Segundo o modernismo, a Verdade absoluta não existe; toda “verdade” é apenas uma opinião, uma visão pessoal que pode e deve mudar com o tempo. Assim, para o modernista, a Doutrina da Igreja, ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, pode e deve ser substituída por algo mais... “moderno”.

    A “Teologia da Libertação” (TL) é o nome dado a esta vertente do modernismo, peculiar à América Latina. Este nome, na verdade, é enganoso; “Teologia” significa “conhecimento, estudo de Deus”- e esta heresia aplica-se apenas à organização social humana. Do mesmo modo, o termo “Libertação” é por eles utilizado como significando algo diametralmente contrário à noção cristã de libertação.

    Os erros da TL são muitos, todos eles baseados em uma negação da ação sobrenatural de Deus. “Sobrenatural” é um termo teológico que significa “acima da natureza humana”.

    Sabemos, porque a Igreja o ensina, que é pela ação sobrenatural de Deus, pela graça de Deus, que podemos evitar o pecado e alcançar a Santidade.

    Sabemos, porque a Igreja o ensina, que o nosso objetivo maior é sermos Santos.

    Sabemos, porque a Igreja o ensina, que no fim dos tempos Nosso Senhor Jesus Cristo voltará em glória para julgar os vivos e os mortos e então, só então, haverá um paraíso na terra.

    A TL, porém, prega um conceito marxista (inspirado pelo teórico do marxismo - do comunismo -, Carlos Marx) segundo o qual haverá um paraíso na Terra quando os pobres retirarem dos ricos as riquezas e as distribuírem, criando assim uma sociedade sem classes.

    O mecanismo desta revolução seria a “luta de classes”: os pobres, revoltando-se contra a sua pobreza, conquistariam o poder e assegurariam uma distribuição igualitária de todos os bens materiais. Para o marxista, logo para o TL, o único pecado que existe é a acumulação de riquezas, vista por eles como essencialmente ruim. Do mesmo modo, eles vêem em qualquer hierarquia um pecado contra a “igualdade” que eles crêem existir entre os homens.

    Assim, a TL considera que o que realmente importa é pregar entre os pobres a revolta contra os ricos, com o fim de estabelecer uma sociedade igualitária. Para a TL, a hierarquia eclesiástica é na verdade um “roubo” do poder que pertenceria ao Povo feito pelos Bispos e padres.

    Para a TL, a Doutrina da Igreja não interessa, assim como não interessa o céu. Interessa sim a organização de movimentos populares para lutar por reivindicações puramente materiais: terras (como o MST), aumentos salariais, etc.
    Vejamos portanto quais são as principais diferenças entre a Doutrina Cristã e a ideologia da TL:

    1 - a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que o homem tende ao mal devido às conseqüências do Pecado Original. É mais fácil fazer o mal que o bem, e assim os vícios devem ser combatidos e as virtudes incentivadas.
    b) Para a TL, o homem é naturalmente bom, mas a organização social “opressora” é má e deve ser combatida.

    2 - a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que é pela Graça de Deus, infundida e aumentada pelos Sacramentos, que podemos fazer o bem.
    b) Para a TL, a graça de Deus é apenas uma expressão, e os Sacramentos são apenas símbolos - a Eucaristia é símbolo da partilha do pão material, o Batismo é símbolo de compromisso com a causa da Revolução comunista, etc.

    3 - a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que somos chamados à Santidade, ou seja, à libertação do pecado, de que só gozaremos em plenitude no Céu após a nossa morte e na Terra após a nossa ressurreição.
    b) Para a TL, “Libertação” significa a obtenção de condições materiais adequadas na terra através de reivindicações políticas: terra, casa própria, sistemas sanitários, etc.

    4 - a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a propriedade particular é uma coisa boa e querida por Deus; é perigoso o apego aos bens materiais, mas ser rico não é pecaminoso.
    b) Para a TL, a propriedade particular é uma abominação, o único pecado existente. O apego aos bens materiais - terra, casa, etc. - porém, é visto por eles como um bem. O objetivo do homem, para eles, é justamente lutar por bens materiais.

    5 - a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a Hierarquia da Igreja é instituída e mantida por Deus.
    b) Para a TL a existência da Hierarquia é sinal de um roubo de poder que deveria pertencer ao “Povo”. É por isso que nas dioceses ainda em poder da TL, não são incentivadas as vocações sacerdotais e as paróquias são substituídas por comunidades dirigidas por leigos.

    6 - a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que é essencial conhecer e seguir a Verdade para podermos chegar à Santidade.
    b) Para a TL qualquer pessoa que “lute contra a opressão”, ou seja, que participe da subversão comunista, é um modelo a ser seguido, ao passo que, por exemplo, um Santo que tenha se dedicado apenas à oração é um exemplo do que deve ser evitado. Assim Che Guevara, Fidel Castro e outros comunistas são considerados por eles como modelos a seguir, enquanto Santa Terezinha do Menino Jesus é para eles um exemplo de vida inútil.

    7 - a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a oração é de suma importância, e a alma, por ser imortal, deve ser cuidado com mais cuidado que o corpo, evitando-se o pecado e buscando-se a Virtude.
    b) Para a TL, a alma não importa, a oração é vista apenas como uma preparação para a ação política e o pecado pessoal não existe. Não há problema em roubar, mentir, cometer adultério, matar até. O único pecado seria o pecado social, ou seja: ter bens materiais em quantidade maior que outras pessoas. Assim, para a TL, todo pobre é santo e todo rico é bandido.

    Devemos, portanto, procurar evitar ao máximo a leitura de livros e folhetos escritos pela TL, assim como procurar sempre impedir suas investidas em nossas regiões, principalmente através da oração. Alguns dos autores TL mais conhecidos são: Gutiérrez, Leonardo Boff (frade franciscano que apostatou, traiu seus votos e hoje vive com uma mulher casada), Frei Betto, Marcelo Barros...

    Fonte: Site "A hora de São Jerônimo".
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    segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

    01 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural - Primeira Aula








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    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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