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    domingo, 8 de dezembro de 2013

    [Novo post] Deputado petista quer demissão de Augusto Nunes por este ter dado espaço a Lobão no Roda Viva





    lucianohenrique publicou: " O deputado petista João Paulo Rillo quer questionar a TV Cultura sobre a indicação do jornalista Augusto Nunes para comandar o programa Roda Viva, o que tem acontecido desde 26 de agosto de 2013. O que Rillo não esperava que é que suas alegações c" 



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    Nova publicação em Ceticismo Político 











    O deputado petista João Paulo Rillo quer questionar a TV Cultura sobre a indicação do jornalista Augusto Nunes para comandar o programa Roda Viva, o que tem acontecido desde 26 de agosto de 2013. 

    O que Rillo não esperava que é que suas alegações contém um sem número de fraudes intelecuais que não passam pelo menor exame cético. Um pouco mais a partir da matéria do Portal Imprensa:


    O deputado estadual João Paulo Rillo (PT-SP) pretende questionar a TV Cultura sobre a indicação do jornalista e colunista da Veja, Augusto Nunes, para o comando do "Roda Viva". Ele alega que o apresentador é "um soldado de José Serra" no programa.


    De acordo com a Revista Fórum, Rillo acredita que desde que o jornalista assumiu a atração, em 26 de agosto deste ano, ficou claro que o programa sofreu uma guinada. "Ele tem um lado, até aí tudo bem, todos temos. Porém, o sujeito faz questão de demonstrar esse lado, e de forma violenta. Ele é tucano e todo mundo sabe disso", afirmou o parlamentar.



    Para o deputado, o apresentador "ultrapassou o limite" na última segunda-feira (2/12), quando o entrevistado do programa foi o músico Lobão. "A gota d'água é levar esse sujeito [Lobão] que precisa ser tratado urgentemente. Ele sofre da Síndrome de Estocolmo, se apaixonou por quem o prendeu. Não tenho a menor dúvida que a ida do Lobão ao programa foi pensada e organizada pelo Augusto Nunes, ele é o antijornalista e antipetista".



    Rillo pretende questionar a Fundação até que Nunes seja removido da função. "Vou usar todas as ferramentas que meu cargo me permite utilizar para tirar esse sujeito de lá. O Roda Viva, que é um programa importante, não pode continuar sendo um programa do PSDB", concluiu.


    Vamos aos fatos: Augusto Nunes substitui Mário Conti, que sempre foi conhecido por sua admiração pelos petistas. Sendo assim, substituir Conti por Nunes significa que tanto podemos ter alguém que admira petistas como alguém que não admira petistas na direção do programa Roda Viva. Mas Rillo diz que Nunes é "o antijornalista e antipetista". O que ele quer dizer? Se alguém toma a orientação contra o PT é "antijornalista", mas se busca o caminho contrário é "jornalista". Assim fica claro que Rillo usa como critério de validação do "jornalismo" de alguém a aderência que possui ao petismo. Bem típico de ditaduras.



    Rillo também diz que Nunes é um "soldado de José Serra" no programa, mas esconde informações relevantes: Mário Conti foi demitido após ter convidado FHC ao programa mesmo após a direção ter dito que não queria que ele fosse convidado.



    O mais divertido (e o que detona todas as alegações de Rillo) é ver a lista de convidados do programa Roda Viva em 2013, depois da entrada de Augusto Nunes. Com exceção de Lobão (que nem aparece na lista, pois seu programa foi muito recente, e a última atualização dessa lista é do mês passado), o resto é majoritariamente composto de pessoas alinhadas à esquerda. Temos até a presença de Tarso Genro, que é um dos principais líderes do PT.



    O que fica claro é que Rillo é um totalitário que não admite vozes discordantes. Após mais de uma dezena de entrevistados pelo programa, a mera convocação de Lobão, como única voz discordante, gerou toda essa fúria pelo deputado petista. Fica provado que eles não aceitam a presença de vozes discordantes, e essa é a principal acusação que podemos fazer contra eles na questão da liberdade de imprensa. O comportamento de Rillo só prova o quanto eles são inimigos da pluralidade de opiniões.


    Como se isso não fosse suficiente, no próprio programa onde Lobão esteve presente, tivemos jornalistas de extrema-esquerda para questioná-lo, como Júlia Duailibi e Alex Solnicki. Este último conseguiu a proeza de dizer que os Black Blocs eram de direita "por que usavam máscaras".

    Por que esse blog se chama Ceticismo Político? Simples: por que criei o paradigma de ceticismo político, no qual devemos priorizar as alegações de nossos inimigos políticos para serem questionadas.

    Rillo disse que Nunes privilegiava os "tucanos". Resultado da investigação: nenhum líder tucano foi chamado para o programa. Rillo disse que Nunes é "agressivo". Resultado da investigação: nenhuma evidência foi apresentada pelo deputado petista. Rillo disse que a presença de Lobão é o cúmulo. Resultado da investigação: a participação de Lobão como entrevistado foi em um programa onde repórteres do PT puderam questioná-lo duramente (e não se deram bem, diga-se). Rillo diz que o programa agora é "do PSDB". Resultado da investigação: em que mundo alternativo vive alguém que diz que programas do PSDB dão 1 hora e meia de arena para o líder petista Tarso Genro?

    Quando eu digo que basta um esquerdista abrir a boca para que se comece uma investigação, é disso que estou falando. A quantidade de fraudes intelectuais que eles lançarão é tão grande que a análise do discurso oponente se torna praticamente um passatempo, como fazer palavras cruzadas.

    Resumo da ópera: Rillo mentiu do início ao fim para esconder seu principal interesse, que é censurar a mídia e proibir opiniões contrárias ao PT.















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    [hagiografia] 8 de Dezembro - Imaculada Conceição da Santíssima Virgem

     



    8 de Dezembro

    • Imaculada Conceição da Santíssima Virgem


    Para ler mais sobre o assunto:
    http://www.lepanto.com.br/catolicismo/doutrina-catolica/a-imaculada-conceicao/
    Em 1854, atendendo aos anseios mais profundos de toda a Igreja, o Papa Pio IX proclamou como dogma de fé a Imaculada Conceição de Maria. Quase
    desde o seu nascimento, o Brasil vive sob o manto e o patrocínio de Maria Imaculada.
    Nossa Pátria, filha e de certa forma obra-prima de Portugal, desde 1646 estava consagrada à Imaculada Conceição, pois naquele ano o Rei D. João
    IV, reunido com as Cortes gerais do Reino, consagrou Portugal e todos os seus domínios a Nossa Senhora da Conceição. À mesma Padroeira Imaculada
    -- sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida -- o Brasil se quis devotar desde seus primórdios de nação plenamente emancipada.
    Em 1904, a Imagem da Aparecida foi solenemente coroada, por mandato do Papa São Pio X, com uma coroa de ouro cravejada de 40 brilhantes que lhe fora oferecida pela Princesa Isabel. E em 1930, atendendo a uma solicitação do Episcopado Brasileiro, o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora da Conceição Aparecida Padroeira Principal do Brasil.
    Para ler uma matéria completa sobre o tema:
    http://www.lepanto.com.br/catolicismo/doutrina-catolica/a-imaculada-conceicao/



    [Catolicos a Caminho] TEMPO DO ADVENTO (08) REAPARIÇÃO DA ESTRELA Som !

     













    • TEMPO DO ADVENTO!




    -(08) REAPARIÇÃO DA ESTRELA !





    -"Ao verem a estrela sentiram grande alegria, e entrando na casa viram o Menino com Maria, Sua mãe".(Mt.2,10).






    O Antigo Testamento dá-nos o significado da estrela.
    Diz-nos que uma estrela marca a vinda messiânica de um rei e encontra-se no oráculo de um vidente Balaão que, pensando ser enviado para amaldiçoar Israel pelo rei Balak de Moab, em vez de o amaldiçoar abençoa-o.
    Enquanto fazia isso, Balaão disse :
    - "Vejo-o, mas não agora; contemplo-o, mas não está próximo : uma estrela sai de Jacob, e um ceptro flamejante surge do seio de Israel, o qual despedaçará os cimos de Moab, e derrubará todos os filhos de Set". (Num.24,17).
    Assim, a estrela, para Mateus, proclamou o nascimeno do há longo tempo esperado rei messiânico.
    No mundo antigo ninguém visitava um deus ou um rei sem lhe levar presentes : Oiro (símbolo de realeza), incenso (simbolo de divindade), e mirra (resina aromática usada para preparar um cadáver humano para a sepultura).
    Também a Igreja interpreta estas ofertas dos Magos, com o seu verdadeiro sentido e à luz do que se lê em Isaías :
    - "Todos virão de Sabá, trazendo-te oiro e incenso e publicando os louvores do senhor".(Is.60.6).
    E ainda dos Salmos :
    - "Os reis de Tarsis e as ilhas pagar-Lhe-ão tributo. Os reis de Sabá e de Seba, oferecer-Lhe-ão presentes. Todos os reis se prostrarão diante d'Ele, as nações O servirão". (Sl.72,10-11).
    O contraste na resposta entre Herodes e os Magos a respeito do nascimento de Jesus circula em volta do uso das palavras gregas que significam "oferecer presentes – "do homage"..
    - "Prostrando-se, adoraram-n'O, e abrindo os cofres, ofereceram-Lhe presentes : Oiro, incenso e mirra".(Mt.2,11),
    Dar presentes significava uma prostração feita a uma pessoa de grande dignidade ou a uma autoridade.
    Herodes finge um culto (cinismo) enquanto os Magos se prostram e prestam homenagem a Jesus.
    A acção é a própria resposta a Jesus através do Evangelho de Mateus ; e ela será a última atitude dos discípulos no fim do Evangelho depois da Ressurreição :
    - "Quando O viram adoraram-n'O; alguns, no entanto, duvidavam ainda".(Mt.28,17).
    As origens de Jesus encaminham-n'O para o Seu destino.
    Uns aceitam-no e prestam-Lhe homenagem; outros rejeitam-n'O e procuram levá-l'O à morte
    Assim, a narrativa da infância de Jesus é um Evangelho em miniatura.
    Quais são as prendas que nós temos, em cada Natal, para ofercer a Jesus ?
    Certamente, não é o oiro e o incenso, mas uma reforma da nossa vida traduzida em amor a Deus e ao próximo.


    Os Magos voltaram para as suas terras mas por outros caminhos.


    John

    Nascimento















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    [Catolicos a Caminho] HISTÓRIA DA SALVAÇÃO (08) ACOLHER O REINO QUE VEM Som !

     















    • HISTÓRIA DA SALVAÇÃO




    (003) ACOLHER O REINO QUE VEM...



    (2º Domingo do Advento – A)


    «Arrependei-vos, pois está próximo o Reino de Deus». (Mt.3,2).


    Sempre que rezamos a Oração que Jesus nos ensinou, (O Pai Nosso), pedimos que "venha a nós o Seu Reino", o Reino de Deus.
    Não somos nós que o construímos.
    O Reino de Deus é uma realidade que está presente na História por decisão e como um Dom de Deus, e que nós somos convidados a acolher.
    Quando entramos em Tempo do Advento o que devemos fazer é reler a nossa vida à luz desse facto, para nos perguntarmos se vivemos em função do Reino de Deus.
    E quando e como é que isso acontece ?
    * Acontece sempre que melhoramos as qualidade das nossas relações interpessoais, procurando criar laços dignos de filhos de Deus.
    * Acontece também sempre que vencemos preconceitos e discriminações, para acolher todos aqueles que o próprio Deus já acolheu nos seus desígnios de salvação, mas que ainda não conhecem a magnanimidade do seu coração de Pai.
    * Acontece sempre que somos generosos no perdão e nos tornamos ministros da reconciliação pela dedicação às causas da paz e da solidariedade.
    * Acontece ainda quando damos prioridade à vontade de Deus nas nossas opções e abrimos espaço à liberdade do Espírito nos nossos corações.
    Evangelizar é criar condições para que todos adoptemos os valores do Evangelho no nosso estilo de vida e assim o Reino de Deus incarne na nossa vida e defina a nossa história pessoal e comunitária.
    «Está perto de vós o Reino de Deus!»
    Foi com esta mensagem também que os primeiros discípulos foram enviados, dois a dois, ao encontro daqueles e daquelas com que Jesus esperava vir depois a encontrar-se.
    Muitas vezes lhes disse ao que o Reino de Deus é semelhante para os encorajar, e mandou-os à sua frente, anunciando a proximidade da sua vinda.
    Ainda hoje a mesma mensagem através do Evangelho, e da nossa acção cristã, continua a ser feita exactamente nos mesmos moldes em ordem ao Reino de Deus.
    Jesus envia-nos à sua frente como arautos divinos dum Deus que nos quer «curar», que nos quer ajudar a recuperar a plenitude da nossa personalidade.
    Por isso nos envia, decididos a criar laços e a fazer amizades que possam ser a plataforma para o anúncio confiante da aproximação do Reino de Deus.
    O seu relacionamento, é-nos manifestado e proposto numa base de respeito e acolhimento, de liberdade e diálogo, de humildade e serviço, de caridade e de paz.
    Deus faz da sua omnipotência um serviço de presença e amor, sem preconceitos nem reservas, para que todos nós aprendamos o amor desinteressado, que não força nem seduz, mas atrai e nos dá felicidade na posse do Reino de Deus preparado para todos os que fazem parte do Plano da História da Salvação.


    John

    Nascimento


    [Catolicos a Caminho] LITURGIA DA PALAVRA 2o DOMINGO DO ADVENTO - A Spm !

     












    É de aconselhar que se leia primeiro toda a Liturgia da Palavra.

    • 2º DOMINGO DO ADVENTO - ANO A!





    Apareceu João Baptista a pregar no deserto...



    A Liturgia da Palavra deste 2º Domingo do Advento – A, faz-nos este convite : Acolhei-vos mutuamente.

    Deus vem como portador da salvação para todos.

    A mensagem que acompanha a Sua vinda fala de paz e reconciliação.

    A reconciliação que se faz na comunidade cristã, entre os que provêm do Judaísmo e os do paganismo, está sempre sujeita ao que é precário, ao equilíbrio instável; existe no presente e entrega-se à esperança em relação ao futuro.

    É todavia o sinal de um mundo reconciliado com Cristo, onde não se levam em conta os privilégios da raça, e de tudo o que separa.

    Confiando em Deus, que liberta o Seu Povo da escravidão, confiando em Cristo que nos liberta do egoísmo, o cristão vive, na alegria, este tempo de purificação, pois sabe que, unido a Cristo, poderá vencer todos os obstáculos.

    A 1ª Leitura, do Livro do profeta Isaías, diz-nos que, num momento da História da Salvação, em que o tronco da dinastia de David estava ressequido, o profeta anuncia a vinda do Messias, descrevendo a Sua figura e a Sua obra.

    - "Naquele dia, sairá um ramo do tronco de Jessé, crescerá um rebento das suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor : espírito de sabedoria e de inteligência, espírito de conselho e fortaleza, espírito de conhecimento e de temor de Deus".(1ª Leitura).

    Descendente da velha árvore de Jessé, o Rei que há-de vir não se pode identificar com qualquer rei temporal.

    As suas qualidades humanas, espirituais e divinas fazem-nos ver neste personagem de Isaías o «Emanuel», o Deus connosco, o Salvador.

    Com a Sua vida inaugura-se uma nova época para a humanidade, principalmente pela implantação da justiça, em Isaías sinónimo de santidade.

    E com esta vitória sobre o pecado, origem da divisão e da guerra entre os homens(GS 78) a paz messiânica estender-se-á à humanidade, atingirá a própria criação, como proclama o Salmo Responsorial :

    - "Em seus dias florescerão a justiça e a paz".

    Na 2 Leitura, S. Paulo diz aos Romanos e hoje também a todos os homens do nosso tempo que Cristo, para o Qual converge toda a Escritura, já veio, e veio para salvar todos os homens.

    É um acontecimento que já se realizou.

    Em virtude da Sua fidelidade, Deus anuncia a salvação aos Judeus, detentores das Promessas.

    Por pura misericórdia, os pagãos têm lugar nas estruturas do Corpo Místico de Cristo.

    - "Acolhei-vos, pois, uns aos outros, como Cristo vos acolheu também, para glória de Deus.(...) Cristo Se fez servidor dos Judeus, para mostrar que Deus é verdadeiro e confirmar as promessas feitas aos nossos antepassados".(2ª Leitura).

    Nenhuma distinção é possível dentro do Cristianismo por motivo da fé recebida.

    Toda a Igreja compartilhando os sentimentos de Cristo, deve levar ao mundo um testemunho de caridade, para preparar a salvação universal.

    O Evangelho é de S. Mateus e diz-nos que, recolhendo e resumindo todos os anúncios do Antigo Testamento acerca da vinda do Salvador, João Baptista é o arauto que Lhe prepara os caminhos, alertando as consciências com a boa notícia da proximidade do Reino.

    - «Arrependei-vos, pois está perto o Reino dos Céus». Dele é que tinha falado o profeta Isaías, ao dizer : «Uma voz brada no deserto : "Preparai o caminho do Senhor, endireitai as Suas veredas"». (Evangelho).

    Esse Reino, já presente na Pessoa de Jesus, é universal; está aberto a todos, desde que aceitem a disposição indispensável, a conversão, que consiste na destruição dos falsos valores, como o farisaísmo ritual, e na transformação do coração e do modo de viver.

    Aceitar-nos reciprocamente é um convite que a Igreja nos dirige.

    A coexistência dos cristãos de origem judaica com os de origem pagã nem sempre foi fácil nas comunidades primitivas.

    Conhecemos a tentação de reserva que os primeiros tinham em relação aos outros e as divisões suscitadas.

    Mas as palavras de Paulo valem também para as nossas comunidades de hoje.

    O cristão, com muita frequência, considera sua pertença ao povo de Deus como um privilégio que o separa dos demais, uma espécie de marca de qualidade; muitos cristãos pertencem a grupos sociológicos (Burguesia, raça branca, organizações cristãs, mundo ocidental) aos quais cabe fazer as maiores concessões a fim de que a coexistência humana dos homens, dos blocos ideológicos, das raças e das classes sociais se torne realidade.

    A Eucaristia proporciona aos cristãos a oportunidade de provar o seu universalismo e recusar uma separação entre os "fracos" e os "fortes", uma vez que nesta mesa o Senhor se oferece por todos.

    É o "vínculo de união" : união com os irmãos, união com Deus em Cristo.

    O anúncio da libertação trazida por Cristo suscita uma grande esperança.

    A nossa geração espera ansiosamente um futuro de liberdade, apesar da fuga de muitos para um passado de recordações, ou para um presente de alienações.

    O povo de Deus mantém viva no mundo esta esperança quando, com os olhos no futuro, vive no presente de modo a merecer confiança, isto é, com fé, caridade e firme esperança.

    O nosso encontro com os outros deve ultrapassar os estreitos limites da pura cortesia e da convivência social; de contrário, esvaziar-se-á.

    A categoria social fundamental é a relação "eu-tu".

    Ora o "tu" do outro homem é o "tu" divino.

    Cada "tu" humano é a imagem do "tu" divino.

    Em consequência, o caminho para os outros e o caminho para Deus coincidem; trata-se de aceitar ou recusar.

    O relacionamento real (não só as "boas maneiras") com o outro varia conforme o relacionamento com Deus.

    Somente na comunidade eclesial, a dos que estão voltados para Deus, é que se pode viver realmente o encontro com os outros, dentro de um mesmo amor.

    Os Cristãos hão-de mostrar uma vontade de mudança de vida, pelo baptismo de água, símbolo do Baptismo de Jesus, o Baptismo «do novo nascimento e da renovação do Espírito Santo»(Tito 3,5), indispensável para o cumprimento do plano da História da Salvação.

    ....................................

    Diz o Catecismo da Igreja Católica :

    719. – João é,«mais do que um profeta»(Lc.7,26). Nele, o Espírito Santo consuma o «falar pelos profetas». João termina o ciclo dos profetas inaugurado por Elias. Anuncia iminente a consolação de Israel; é ele a «voz» do Consolador que vai chegar(Jo.1,23). Tal como o fará o Espírito de verdade, «ele vem como testemunha da luz»(Jo.1,7). A respeito de João, o Espírito cumpre assim as «indagações dos profetas» e o «desejo» dos anjos! (Pe.1,10-12) : «Aquele sobre Quem vires o Espírito Santo descer e repousar, é que baptiza no Espírito Santo. Ora eu vi e dou testemunho que Ele é o Filho de Deus(...) Eis o Cordeiro de Deus».(Jo. 1,33-36).




    Eram baptizados por ele no rio Jordão

    Confessando os próprios pecados.


    sábado, 7 de dezembro de 2013

    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





    Posted: 07 Dec 2013 02:32 PM PST


    Nelson Ribeiro Fragelli comenta uma imagem de Nossa Senhora de La Salette nos seus detalhes mais desconhecidos. Fala do aviso, do castigo e da esperança que todo católico deve ter na interceção de Nossa Senhora.




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    [Novo post] A crença na crença esquerdista, OU o esquerdismo de segunda mão





    lucianohenrique publicou: " Sei que vou incomodar alguns com o que vou dizer, mas tratarei de um fenômeno que notei há alguns tempos em relação ao trato dado pela direita ao esquerdismo. Também usarei insights vindo dos autores neo-ateus, denunciando um fenômeno que eles definem" 



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    Nova publicação em Ceticismo Político 











    Sei que vou incomodar alguns com o que vou dizer, mas tratarei de um fenômeno que notei há alguns tempos em relação ao trato dado pela direita ao esquerdismo. Também usarei insights vindo dos autores neo-ateus, denunciando um fenômeno que eles definem como "crença na crença".

    "Crença na crença" é um termo cunhado por Daniel Dennett, e utilizado bastante por Richard Dawkins, no qual ele criticava alguns ateus por não acreditarem em Deus, mas ao mesmo tempo acharem que a crença em Deus é uma coisa boa. Assim, mesmo não acreditando em Deus, o ateu continuaria acreditando na virtuosidade da crença em Deus.

    Traduzindo esse fenômeno para um padrão específico, podemos redefinir a crença na crença desta forma: não acreditar nas alegações principais de uma pessoa ou grupo, mas acreditar em diversas outras alegações políticas desta pessoa ou grupo.

    Por exemplo, alguns religiosos dizem que "uma pessoa só é moral se for religiosa". Eu não acredito nesta afirmação. Se um ateu não acredita em Deus, mas acredita na afirmação de que "uma pessoa só é moral se for religiosa", então ele acredita na crença religiosa (e em alegações que alguns aderentes fazem a respeito dessa crença). Para Dawkins, isso significa se tornar um religioso de segunda mão. Mas a crença religiosa não é assunto deste post, mas sim o fenômeno da crença na crença.

    É quando noto que muitos adeptos da direita possuem crença na crença esquerdista, tornando-se, sem querer, esquerdistas de segunda mão. Ainda que esquerdistas moderados, os direitistas que possuem crença na crença tem sido muito úteis à esquerda.

    Se tomarmos por base que toda a crença no estado que esquerdistas possuem é retribuída em doses proporcionais com nossa descrença no mesmo estado, podemos tomar como ponto de partida que somos tão descrentes no estado quando o ateu é um descrente em Deus. Assim, quase todo direitista não tem crença na alegação central do esquerdismo.

    Mas agora é que a porca torce o rabo. Pois em relação à sua crença, os esquerdistas fazem diversas afirmações, que, infelizmente, são tomadas como verdade por algumas pessoas da direita.

    Por exemplo, quando o esquerdista defende sua crença no estado, dizendo que é assim que "se fará a justiça social", muitos direitistas caem no truque e dizem: "priorizar a justiça social é uma balela". Qual a alegação política esquerdista que foi aceita de forma injustificada aqui? Simples: "a esquerda defende a justiça social, mas a direita não".

    O problema é que toda uma literatura com base em Milton Friedman e Ludwig von Mises nos mostra exatamente o oposto: a justiça social é melhor defendida com base nos princípios do livre mercado. Foi assim que surgiu a motivação para a abolição da escravatura: lançar pessoas consumidoras no mercado. Isso vale para todas as minorias. A afirmação de que "a esquerda defende a justiça social, mas a direita não" é flagrantemente falsa, mas muitas pessoas da direita a aceitam. Isso é o fenômeno de "crer na crença" do esquerdismo. A partir daí, alguém passa a fazer propaganda do esquerdismo mesmo sem perceber.

    Outro exemplo está em quando um esquerdista diz: "somos adeptos da mudança, mas eles são adeptos da conservação do status quo". Ué, mas conservar o aparelhamento estatal criado pelos esquerdista não é uma conservação do status quo? Mesmo assim, incrivelmente surgiu o rótulo conservador, que é atribuído unicamente a quem é de direita. Aí basta o esquerdista dizer "ele é conservador, então conserva [o status quo], e portanto não quer a sociedade melhor". Se alguém de direita repetir o mesmo discurso, dificilmente perceberá que o esquerdista está rindo nas costas dele. Temos aqui mais um esquerdista de segunda mão.

    Sou um fã de Ann Coulter, que, as vezes, se torna esquerdista de segunda mão ao chamar os esquerdistas de "liberais". Mas como é que podem ser liberais se querem inchar o estado, o órgão repressor que tem o monopólio da ação coerciva legalizada? Ao dar o rótulo "liberal" aos esquerdistas, ela acreditou em crenças de esquerdistas.

    Sei que é polêmico o que afirmo, pois autores como Olavo de Carvalho e Ann Coulter são importantíssimos no combate à esquerda. Mas vez por outra aceitam algumas pequenas crenças esquerdistas que são extremamente benéficas ao esquerdismo (exemplos: "o conservadorismo é característica da direita", "a justiça social é coisa da esquerda, não da direita", "a esquerda é liberal" - e não estou dizendo que os dois autores citados possuem todas essas crenças, mas sim uma ou outra delas). O que estou dizendo é que toda a grande ajuda que eles tem dado à direita seria ainda mais efetiva se não incorporassem instâncias de crença na crença esquerdista.

    Eis a diferença para o paradigma neo-iluminista que defendo. Eu não estou interessado apenas em divergências básicas com os esquerdistas, mas principalmente em desmascarar todas as alegações políticas injustificadas que fazem. Em suma, não só eu rejeito a crença esquerdista, como principalmente a crença na crença esquerdista. Em outras palavras, eu não estou apenas interessado naquilo que os esquerdistas falam sobre suas propostas políticas, mas também naquilo que os esquerdistas falam sobre eles próprios e também sobre seus oponentes.

    Toda essa esfera de discurso esquerdista contém alegações que, se aceitas, dão benefício político ao oponente. Pelo meu paradigma de ceticismo político, uma alegação política é aquela que, se aceita, gera benefício político ao seu oponente. Estas alegações devem ser priorizadas para questionamento. O neo-iluminismo não passa da aplicação do ceticismo político contra a religião política (esquerda).

    Seremos realmente efetivos no combate à esquerda quando demonstrarmos que não só as crenças básicas do esquerdista são inválidas, como principalmente o são as crenças que eles fazem a respeito de seus valores, suas intenções e dos valores e intenções do oponente. Cada rotulagem feita por um esquerdista, por menor que seja, contém afirmações sobre o mundo. Cuidado com aquilo que deixamos de questionar e expor como falso, quando cabível.

    Em resumo: precisamos não apenas rejeitar a crença esquerdista, como também qualquer instância de crença na crença esquerdista.















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    Viver em Deus O Papa expressa seu pesar pela morte de Nelson Mandela




    Viver em Deus





    Posted: 06 Dec 2013 07:17 PM PST















    CNBB







    O papa Francisco escreveu na manhã de sexta-feira, 06, ao presidente da República Sul-Africana, Jacob Zuma, uma mensagem expressando seu pesar pela morte do líder e símbolo da luta anti-racista Nelson Mandela.






    A seguir, a íntegra da mensagem.






    "Soube com tristeza da morte do ex-presidente Nelson Mandela e envio minhas preces e condolências à família Mandela, aos membros do Governo e a todo o povo da África do Sul. Encomendando a alma do falecido às infinitas bênçãos de Deus, peço ao Senhor que console e apoie todos os que choram por esta perda. Louvo o firme compromisso demonstrado por Nelson Mandela ao promover a dignidade humana de todos os cidadãos da nação e forjar uma nova África do Sul, construída sobre os alicerces firmes da não-violência, da reconciliação e da verdade. Rezo para que o exemplo do ex-Presidente inspire as gerações da África do Sul a colocar a justiça e o bem comum no topo de suas aspirações políticas. Com estes sentimentos, invoco sobre todos os povos da África do Sul os dons divinos da paz e prosperidade".






    Papa Francisco






    Título Original: "O exemplo de Mandela inspire as novas gerações", diz papa Francisco












    Site: CNBB


    Editado por Henrique Guilhon




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    Posted: 06 Dec 2013 10:52 PM PST


    - sexta-feira, dezembro 06, 2013 REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA 'VEJA' É SOBRE O 'LIVRO-BOMBA' DE TUMA JR. O DELEGADO CONTA O QUE VIU NO GOVERNO LULA: ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES: UM CRIME DE ESTADO. Embora a matéria de capa seja a morte de Mandela, a reportagem-bomba de Veja desta semana que chega às bancas neste sábado, trata das



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    Homossexualismo O testemunho dum homem bissexual criado por duas lésbicas.





    Homossexualismo





    Posted: 07 Dec 2013 03:05 AM PST


    Por Robert Oscar Lopez





    Nem todas as crianças educadas por "pais" homossexuais são a favor do "casamento" homossexual. Eu sei do que estou a falar porque que eu fui uma dessas crianças.





    Durante as argumentações orais em torno da Proposição 8, o Juiz Anthony Kennedy referiu-se às crianças criadas por pessoas do mesmo sexo. Uma vez que eu fui uma dessas crianças - entre os 2 e os 19 anos, eu fui criado pela minha mãe lésbica e pela sua parceira - eu fiquei curioso em saber o que ele diria. 






    Para além disso, antecipei também o que ele diria uma vez que eu tinha corrido enormes riscos profissionais e sociais ao dar entrada a um sumário amicus com Doug Mainwaring (que é homossexual e contra o "casamento" homossexual), onde nós explicamos que as crianças sentem profundamente a perda dum pai ou duma mãe, independentemente do quanto que amemos os nossos "pais" homossexuais, ou do quanto eles nos amem. As crianças sentem a perda porque eles são incapazes de impedir a decisão de os colocar sem um pai ou sem uma mãe, e a ausência do pai ou da mãe muito provavelmente será irreversível para eles.







    Durante o último ano estive em contacto com adultos que foram criados por duplas homossexuais. Eles estão aterrorizados de falar em público em torno dos seus sentimentos, e como tal - visto que sai do armário, digamos assim - vários pediram-me para ser a voz das suas preocupações. Eu não posso falar por todos as crianças de duplas homossexuais, mas posso falar por um certo número deles, especialmente por aqueles que foram marginalizados pela assim-chamada "pesquisa sociológica científica" em torno da paternidade [sic] homossexual. Aqueles que entraram em contacto comigo professaram uma enorme gratidão e um grande amor pelas pessoas que os educaram, motivo pelo qual é tão difícil para eles expressarem publicamente as suas reservas em torno da paternidade [sic] homossexual.






    Mesmo assim, eles descreveram as dificuldades emocionais que vieram do facto de lhes faltar um pai ou uma mãe. Para listar alguns exemplos: 1) eles sentiram-se desligados das dicas sexuais das pessoas à sua volta, 2) sentiram uma raiva intermitente pelo facto dos seus "pais" [ou "mães] lhes terem privado do/da pai/mãe biológico/biológica (em alguns casos, de ambos pais biológicos), 3) desejaram ter um exemplo do sexo oposto, 4) sentiram vergonha ou culpa por terem "pais" amorosos que os forçaram a uma vida de ausência dum progenitor do sexo oposto.






    Eu já ouvi pediatras e psicólogos a falar do suposto "consenso" em torno da robustez da paternidade [sic] homossexual, mas este consenso é francamente falso. É suposto os pediatras garantirem que as crianças não adoecem e nem faltam às vacinações - não conheço alguém que ponha em causa a habilidade dos pais homossexuais [sic] de garantir estas necessidades básicas das crianças. Os psicólogos chegam-nos da mesma área que tinha o "consenso" de que o homossexualismo era uma doença mental. Nenhuma destas áreas está equipada para responder aos dilemas existenciais da remoção legal da paternidade ou da maternidade como princípio humano, o que é o significado da total "igualdade matrimonial".






    Eu apoio as uniões civis homossexuais (...) mas sempre resisti à ideia de que o governo deveria encorajar as duplas homossexuais a imaginar que as suas parcerias são indistinguíveis dos casamentos de verdade. Tal auto-definição para os homossexuais seria fundamentada numa mentira, e qualquer coisa fundamentada numa mentira fará ricochete.






    As duplas homossexuais mais abastadas e mais bem sucedidas não serão capazes de fornecer a uma criança algo que o casal mais pobre e financeiramente em apuros pode fornecer: um pai e uma mãe. Havendo passado 40 anos imerso na comunidade homossexual, eu vi como essa realidade desperta a raiva e a recriminação maliciosa por parte das duplas homossexuais - que ficam tentados a maldizer os assim-chamados "casais disfuncionais" ou "casais sem valor", e afirmar que "Nós merecemos ter filhos mais do que eles!"






    Mas eu estou aqui para dizer que "Não", e que ter um pai e uma mãe é um valor precioso no seu direito próprio, e não algo que pode ser apagado, mesmo que a comunidade homossexual tenha uma enorme quantidade de verbas, possa enviar a criança para as melhores escolas, e educá-la de modo a que ela possa ser uma "Eagle Scout".






    É perturbadoramente classisista e elitista por parte dos homens homossexuais pensar que eles podem amar a sua [sic] criança sem qualquer tipo de reserva depois de terem tratado a mãe-de-aluguer como uma incubadora, e por parte das lésbicas por pensarem que elas podem amar a criança incondicionalmente depois de terem tratado o doador de esperma como uma embalagem de pasta de dentes.






    É também algo racista e condescendente por parte das duplas homossexuais pensar que elas podem fazer braço-de-ferro com os centros de adopção de modo a que estes lhes possam dar crianças órfãs depois dos homossexuais exibirem poder financeiro ou poder político. 






    Um órfão da Ásia ou da baixa duma cidade foi entregue às autoridades de adopção de modo a que estas possam tomar a melhor decisão para a vida da criança e não para satisfazer uma exigência de mercado feita por homossexuais que querem crianças. Qualquer que tenha sido o trauma que causou a que as crianças passassem ser órfãs, esse trauma não pode ser aumentado entregando-lhes ao stress que é ser adoptado por uma dupla homossexual.






    Finalmente, é prejudicial para todos se os homens homossexuais e as lésbicas dentro de casamentos com orientações sexuais mistas dão início ao processo de divórcio de modo a que possam dar início a um emparelhamento homossexual e educar as suas crianças com um novo parceiro homossexual, ao mesmo tempo que colocam de lado o parente biológico. Normalmente, as crianças querem que os pais parem de discutir, que coloquem de lado as suas diferenças, e que fiquem juntos - mesmo que um deles seja homossexual.






    No meu caso familiar, a minha mãe era divorciada e, dadas as nossas circunstâncias, ela tomou a melhor decisão. Se por acaso ela tivesse premeditado criar uma família paternal homossexual [sic], eu provavelmente não me sentiria em paz com a sua memória visto que saberia que a minha falta por uma figura paternal forte durante a minha infância não era o resultado dum acidente na história da vida, mas sim do seu descuidado desejo de querer tudo. Sou abençoado por não ter que batalhar com tal pensamento traumático em relação à minha mãe. Amo-a porque eu sei que ela fez o possível para me dar uma boa vida.






    Mesmo assim, aquilo que era o melhor, segundo as nossas circunstâncias, nada mais era que um estado de deprivação que é inconsciente forçar a uma criança inocente, se não for absolutamente necessário. O Juiz Kennedy aludiu à visão de crianças a serem adoptadas por duplas homossexuais como se os nossos desejos e as nossas preocupações fossem os mesmos e as mesmas das decisões tomadas pelos nossos pais [sic]. A realidade é mais complicada que isso.






    Colocando de lado todas as analogias históricas com os movimentos civis e as platitudes sentimentais em torno do amor, o facto é que a paternidade homossexual [sic] sofre de problemas insuperáveis pelos quais as crianças pagam o preço por toda a sua vida.







    Quer seja através das mães-de-aluguer, inseminação, divórcio ou adopção comercializada, os problemas morais abundam dentro das duplas homossexuais que insistem em replicar o modelo heterossexual da paternidade. As crianças lançadas para o interior destas dificuldades morais estão bem cientes do papel dos pais [sic] na criação da sua vida stressante e complicada, o que os deixa de lado de tradições tais como o Dia do Pai e o Dia da Mãe, e os coloca numa posição pouco invenjável de serem chamados de "homofóbicos" se eles simplesmente sofrem o stress natural criado pelos "pais" - e o admitem publicamente.







    O casamento [sic] homossexual não seria problemático para mim se isso fosse apenas uma forma de duas pessoas estarem juntas. Como bissexual, eu entendo isso. Infelizmente, o movimento lgbt decidiu que a sua validação aos olhos dos outros depende duma redefinição do "casamento" de modo a incluir as parcerias homossexuais.







    E eis-nos aqui, presos numa onda que encoraja vidas problemáticas para as crianças como forma de afirmar as duplas homossexuais, tal como o movimento [homossexual] exige. É por isso que eu sou a favor das uniões civis mas contra a redefinição do casamento. Mas a minha opinião não conta - eu não sou um juiz, nem médico, nem comentador televisivo, mas apenas e só uma criança que teve que limpar o lixo deixado para trás pela revolução sexual.












    * * * * * * *







    A tragédia do movimento homossexual é mesmo o seu foco ideológica na destruição da familiar. Quem sofre com isso são as crianças mas os activistas lgbt não levam isso em conta.







    As palavras de Robert Lopez voltam a demonstrar o porquê de ser importante fazer uma distinção entre o movimento lgbt (que é um movimento político em nada relacionado com os desejos dos homossexuais) e o homossexual comum (ou bissexual, no caso de Lopez). O movimento lgbt é um movimento opressor e ditador que não respeita opiniões alheias - mesmo que essas opiniões sejam feitas por pessoas que viveram o estilo de vida que este movimento diz ser "normal" - enquanto que o homossexual é um homem ou mulher com um gosto sexual auto-destrutivo.







    A guerra entre o movimento lgbt e os não-simpatizantes com as suas ideias não é entre pessoas que querem ser livres para satisfazer os seus gostos sexuais e outros que querem controlar o que adultos fazem na sua privacidade, mas sim entre um grupo militante que quer destruir uma das estruturas sociais mais importante da civilização Ocidental, e aqueles que sabem que a destruição do casamento (1 homem + 1 mulher), através da sua "redefinição", significa o caos social (que é precisamente o que os financiadores do movimento lgbt desejam que ocorra). 






    Uma das evidências de que o movimento lgbt não representa os homossexuais é precisamente a censura que esse movimento faz aos homossexuais que não se alinham com a sua agenda politica esquerdista. Como já afirmaram alguns homossexuais Republicanos Americanos, e como consequência das críticas do activistas lgbt, é mais difícil ser um Republicano homossexual do que o homossexual no armário.







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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo