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    terça-feira, 1 de abril de 2014

    AS CRUZADAS Al-Jihad Sulami conclama uma contracruzada à 1ª Cruzada vitoriosa




    AS CRUZADAS





    Al-Jihad Sulami conclama uma contracruzada à 1ª Cruzada vitoriosa


    Posted: 31 Mar 2014 01:30 AM PDT





    Sitio de Jerusalém, Français 770, fol 349 (1187). BnF





    A vitória da 1ª Cruzada representou um abalo moral formidável para o mundo muçulmano.




    Os maometanos da seita seljúcida até então invencíveis haviam sido derrotados pelos cristãos.




    O autor islâmico que ficou para a História como Al Jihad Sulami, presumivelmente de Damasco, compôs um Tratado por volta de 1105, visando inflamar o zelo dos príncipes e emires do mundo islâmico para uma contracruzada contra os católicos que já dominavam Terra Santa.




    O Tratado nos revela o ponto de vista, bastante imaginoso, islâmico sobre as origens da I Cruzada.




    Contudo, nos apresenta de modo muito claro o estado de desmoralização das cortes maometanas, já submersas na luxúria e pusilanimidade, diante das sucessivas derrotas sofridas pelas mãos dos cavaleiros da Cruz.




    O Tratado também deita uma luz esclarecedora sobre o espírito militar agressivo dos mais genuínos representantes do Islã da época. 




    O apelo de Al-Jihad Sulami afasta definitivamente a ideia de uma religião muçulmana pacífica padecendo a agressividade "colonialista" dos francos.




    Os argumentos de natureza econômica são afastados. O Corão e a religião de Maomé ordenam a guerra. As ideias de coexistência pacífica, diálogo ou ecumenismo simplesmente não existem e não podem existir na alma do bom muçulmano.




    Mas, sim a guerra por Alá para extinguir os cristãos, então vitoriosos. 




    Diz Al-Jihad Sulami :





    "...Parte dos infiéis atacou de surpresa a ilha da Sicília, aproveitando as disputas e rivalidades que aí reinavam da mesma maneira que os infiéis também capturaram em Espanha uma cidade após a outra. 




    "Quando ficou confirmada a situação conturbada da Síria [refere-se à Terra Santa] onde os soberanos se detestavam e se combatiam, eles resolveram invadi-la.




    "E Jerusalém era o verdadeiro objetivo de seus desejos. 




    "Examinando os países da Síria, os francos constataram que os Estados estavam em lutas uns contra outros, que seus pontos de vista divergiam e que suas relações repousavam em desejos latentes de vingança.




    "Sua cupidez ficou então reforçada e os animou a se engajar no ataque. De fato, eles conduzem com zelo a guerra santa contra os muçulmanos, mas estes, em revanche, dão provas de uma falta de energia e de união na guerra onde cada qual tenta passar suas obrigações aos outros.




    "Desta maneira, os Francos chegaram a conquistar territórios ainda maiores dos que eles tinham em vista, exterminando e avassalando seus habitantes.




    "Até o momento presente, eles prosseguem seu esforço para aumentar sua conquista. 







    Sitio de Jerusalém, Français 10, fol 412v, BnF


    "Sua cupidez cresce sem cessar na medida em que eles constatam a covardia de seus inimigos que se contentam vivendo guarnecidos contra o perigo.




    "Eles anelam e têm certeza de se tornarem mestres de todo o país e em fazer prisioneiros todos os seus habitantes. 




    "Queira Alá, na sua bondade, frustrar suas esperanças restabelecendo a unidade na comunidade. Ele está próximo de ouvir nossas preces. (...) 




    "Temos assim dissipado vossas dúvidas, e vós deveis agora ter certeza de vossa obrigação em fazer a guerra pela fé.




    "Esta tarefa incumbe mais especialmente aos soberanos, porque Alá lhes confiou o destino de seus súditos, e lhes prescreve cuidar de seus interesses e defender o território muçulmano.




    "É preciso absolutamente que o soberano se engaje todos os anos para atacar os territórios dos infiéis para expulsá-los de lá, do modo que é obrigatório a todos os chefes muçulmanos, para exaltar doravante a palavra da fé e humilhar a fé desses incrédulos, dissuadir os inimigos da religião de Alá de qualquer desejo em empreender novamente uma expedição semelhante.




    "Ficamos tomados por uma surpresa profunda ao ver esses soberanos que continuam levando uma vida fácil e tranquila quando se aproxima uma catástrofe semelhante, como a conquista do país pelos infiéis, a expatriação de uns e a vida de humilhação de outros, sob o jugo dos infiéis e com tudo o que isso representa: morticínios, cativeiros e suplícios que perduram dia e noite". 





    (Fonte: Tratado composto por volta de 1105 por Al-Jihad Sulami Damasco, ed. jornal Sivan asiáticos, 1966, apud Internet Medieval Sourcebook)





















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    [Catolicos a Caminho] BETSAIDA Som !

     











    BETSAIDA 


    A Liturgia da Palavra de hoje – 1 de Abril – A, apresenta-nos várias coisas, especialmente as curas de Jesus na Piscina de Batsaida, apesar de não ser um lugar muito importante.
    Betsaida é uma palavra grega bethsaida originária do aramaico bet-sayida, e que significa a casa da pesca..




    Foi uma das cidades da Galileia por onde passou Jesus :
    - "Ai de ti Betsaida ! Porque, se os milagres realizados entre vós tivessem sido realizados em Tiro e em Sidónia, de há muito teriam feito penitência..." (Mt.11/21)-(Lc.10,13).
    Eram de Betsaida Pedro, André e Filipe :
    - "Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro". (Jo. 1/44)-(Jo.12,21)
    Foi em Betsaida que Jesus curou um cego :
    - "Chegaram a Betsaida e trouxeram-Lhe um cego, suplicando-Lhe que o curasse..." (Mc.8/22).
    Marcos diz que depois da multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus foi para Betsaida :
    - "Logo obrigou os Seus discípulos a subir para a barca e ir à frente para o outro lado, defronte de Betsaida, enquanto Ele próprio despedia a multidão..." (Mc.6/45).
    Mas Lucas diz que depois de irem para Betsaida é que se deu a multiplicação dos pães. Talvez Lucas coloque este episódio num lugar diferente :
    - "Tomando-os consigo, retirou-se para um lugar desviado, na direcção de uma cidade chamada Betsaida". (Lc.9/10).
    Foi aqui em Betsaida que a multidão estava quando Jesus multiplicou os pães.
    Betsaida, fica ao Norte do Mar da Galileia a leste do Jordão.
    Josefo diz que o tetrarca Filipe fundou a sua cidade capital num lugar chamado Julias, em honra da filha de Augusto.
    Pensa-se que Khirbet el Araj seria a aldeia piscatória e et Tell, ao lado, seria a capital Julias, onde Filipe foi sepultado depois de reinar 37 anos.
    Ele viveu nos seus domínios com sua esposa, Salomé, aquela mesma que dançou para Antipas e pediu a cabeça de João Baptista.
    Ela devia ter nascido no ano 10 da nossa era, pelo que era ainda jovem quando se deu o episódio da dança, depois da qual pediu a cabeça de João Baptista.
    E, segundo o Evangwelho de hoje, que é de S. João, Jesus curou um paralítico, que, por ser paralítico, não conseguia entrar nas águas da piscina, quando eram tocadas pelo anjo.
    Este incidente aconteceu quando Jesus foi a Jerusalém para uma festa que João não identificou.
    Mas o importante foi que, para os presentes dequele tempo e para nós hoje, é que era um Sábado :
    -"Ora aquele dia era um sábado. Por isso os judeus disseram ao que tinha sidio curado : hoje é sábado, não te é permitido levar o catre".(Jo.5,9-10).
    Esta piscina, segundo os modernos arqueologistas, devia estar localizada junto da Igreja das Cruzadas, de Santa Ana.
    As escavações que se fizeram, mostram que a piscina era rectangular, composta por quatro pórticos com um quinto, dividido em duas secções, e João conhecia isto muito bem.
    Mas há mais uns pormenores de interesse.
    Com a descrição deste episódio, começa uma nova secção deste 4º Evangelho.
    Jesus revela o verdadeiro sentido das festas judaicas do Sábado (capítulo 5); da Páscoa (capítulo 6); dos Tabernáculos (capítulos 7-10); da Dedicação (capítulos 10-12).
    A afirmação "que esperavam o movimento das águas" que se refere ao anjo do Senhor que descia, é omitida pelos melhores manuscritos, o que leva a duvidar da sua autenticidade. Deve tratar-se duma tradição segundo a qual as águas novas que entravam na piscina tinham especial virtude curativa.
    Os judeus apoiavam a sua proibição de curar ao sábado, no facto de que, nesse dia, Deus repousava do Seu trabalho, segundo a descrição do Génesis (2,2-3).
    Todavia, eles mesmos ensinavam que apesar de tal descanso, Deus continuava a agir no mundo, conservando-o e tendo providência dele.
    Neste argumento se baseia a resposta de Jesus :
    -"Meu Pai trabalha continuamente, e Eu também trabalho".(Jo.5,17).
    Afinal, o que mais nos deve interessar saber a respeito desta cura e do facto de ter sido realizada ao sábado, é que o milagre foi obra de Jesus e o Sábdado (para nós o domungo) é o Dia do Senhor, que devemos celebrar segundo as normas da Igreja como o dia da ressurreição do Senhor.




    John
    Nascimento




    segunda-feira, 31 de março de 2014

    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





    Posted: 31 Mar 2014 06:36 AM PDT


    Veja esta: associações de intépretes e tradutores se organizam para ir à Câmara, em Brasília, para alterar decreto que os qualifica como serviço comum, a exemplo de jardineiros, garçons, etc.1 Igualitarismo puro do decreto, equiparando trabalhos de níveis obviamente diversos. Digamos que uns e outros se dediquem com o mesmo esforço –, os de nível […]




    Posted: 31 Mar 2014 05:19 AM PDT


    O editor de economia da BBC, Robert Peston, investigou como a desaceleração econômica da China pode levar a uma ‘terceira onda’ da crise econômica que abalou o mundo em 2008, noticiou G1. A cidade chinesa de Wuhan é um exemplo: cresceu mais do que qualquer outra cidade do país nas últimas três décadas. Mas hoje […]




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    Juventude Conservadora da UnB




    Juventude Conservadora da UnB




    A Nação que se salvou a si mesma - Final


    Posted: 31 Mar 2014 04:42 AM PDT


    Vitória




    PELO MEIO da tarde de quarta-feira, 1º de abril, tudo estava terminado, e os líderes da classe média do Brasil estavam nos microfones saudando o colapso do comunismo. Em tôdas as janelas do Rio esvoaçavam lençóis e toalhas saudando a vitória, e as ruas de tôdas as grandes cidades do Brasil se encheram de gente alegre e dançando num espírito carnavalesco.




    Do Rio Grande do Sul chegou a notícia de que Jango Goulart fugira para o Uruguai. Também escaparam às pressas Brizola, o Embaixador de Cuba e chefes graduados dos vermelhos, que dispararam para as fronteiras dos países vizinhos, pularam depressa dentro de aviões rumo a Cuba ou se esconderam em embaixadas amigas de países da Cortina de Ferro.




    Navios procedentes da Tchecoslováquia, cheios de mais armas para os revolucionários vermelhos, foram assinalados virando rumo a Havana. E, no Rio, densas nuvens de fumaça subiam dos incineradores da Embaixada Russa, onde grandes quantidades de documentos e papéis foram queimados às pressas.




    Como pôde uma nação dividida, de 80 milhões de pessoas, mudar politicamente tão depressa e pràticamente sem perda de vidas, em contraste com as carnificinas de circo romano de Cuba, ou da Espanha, onde ambos os lados lutaram tão encarniçadamente durante anos?




    O mérito cabe em grande parte ao quadro dos oficiais do Exército Brasileiro, altamente civilizado, que agiu com tanta lealdade e precisão para pôr côbro à ameaça vermelha de apoderar-se do Govêrno, pouco antes de chegar ao ponto de derramamento de sangue. Mas como os generais se apressam em admitir, maior mérito ainda cabe aos civis, que, tendo diante dos olhos a lição de Cuba, por mais de dois anos haviam alertado o povo — e no momento culminante deram o sinal aos militares para agirem.




    Dois dias depois da revolução, o Brasil teve um lembrete do que realmente a tornara possível. Dois de abril tinha sido marcado pelas mulheres da CAMDE como a data para a "Marcha da Família com Deus Pela Liberdade", no Rio de Janeiro. Mas então, com a liberdade conquistada, para que incomodar-se? As mulheres do Rio, todavia, correram aos seus telefones, como suas irmãs de outras cidades haviam feito antes. A marcha teria lugar segundo os planos, mas agora como "marcha de ação de graças a Deus". Quando até o General Castelo Branco, por meio do telefonema de um amigo, aconselhou o cancelamento, temendo violências, Dona Amélia Bastos insistiu, afirmando: "A marcha demonstrará ao mundo que esta é uma revolução do povo — um plebiscito em marcha pela verdadeira democracia!"




    E assim foi: um oceano de humanidade, totalizando mais de um milhão de pessoas, deslocando-se sob uma tempestade de papéis picados caindo dos arranha-céus ao longo das avenidas do Rio; um exército de paz com bandeiras, dizendo com firmeza e reverência a tôda a América do Sul que os brasileiros estavam decididos a permanecer livres.




    Qual Era o Grau de Perigo?




    DIAS DEPOIS da revolução, os brasileiros começaram a tomar conhecimento de quanto tinham estado perto de perder essa liberdade. Varejando antros de subversão, apressadamente abandonados, unidades do serviço militar de informação descobriram toneladas de publicações comunistas, manuais de guerrilhas, arsenais de armas, planos meticulosos para a dominação vermelha, projetos estranhos para o massacre dos principais elementos anticomunistas.




    No Palácio das Laranjeiras, no Rio, havia arquivos comprometedores de correspondência de gente do Govêrno com chefes vermelhos, chequei compensados no valor de milhões de cruzeiros doados a organizações comunistas camufladas.




    Na residência do cunhado de Goulart vieram à tona inúmeras provas dos atos da "Frente de Libertação Nacional" de Brizola — composta por seus "Grupos dos Onze" (conhecidos como G-11) — que êle presidia como "comandante supremo". Os grupos G-11, cuja fôrça não era para desprezar, organizados por Brizola para "salvar o Brasil das garras dos capitalistas internacionais e de seus aliados internos", apurou-se terem um efetivo superior a 30.000 homens.




    Um manual secreto apreendido, distribuído aos comandantes regionais dos G-11, determinava que estes fôssem organizados segundo modelo da "gloriosa Guarda Vermelha da Revolução Socialista de 1917". Os seus membros, chamados "companheiros", juravam "lutar até à morte", aprendiam a organizar greves, a promover agitações e armar confusão; a "destruir, saquear e queimar edifícios públicos assim como empresas privadas" ; a capturar estações telefônicas, de rádio e TV e depósitos de armamento; a raptar e conservar como reféns autoridades que, em caso de insucesso, "deveriam ser imediata e sumariamente mortas" .




    Outro manual tratava das técnicas de "violência planejada, pondo de lado qualquer espécie de sentimentalismo", para eliminar qualquer pessoa que se opusesse- Dava-se atenção especial à execução de oficiais de postos elevados: "Cada oficial suspeito terá um homem responsável por sua eliminação no momento certo"; se o encarregado falhasse em seu dever, êle próprio deveria "sofrer imediatamente a pena de morte".




    Dinheiro Disponível e Dinheiro Falso




    NA LUXUOSA residência de Brizola em Porto Alegre, com 20 cômodos — êle que nos seus discursos gostava de considerar-se "um homem pobre" e "defensor dos oprimidos" — foram encontradas várias centenas de milhões de cruzeiros e também documentos cuidadosamente preparados pondo outros bens dêle, em nome de terceiros, mas especificando que deveriam ser "devolvidos quando pedidos por LB".




    Em Pernambuco, quartel-general dos preparativos comunistas no Nordeste, foram descobertos mais de 10.000 uniformes e o mesmo número de pares de sapatos, além de encomendas para mais 50.000, destinados ao Exército Camponês, que estava sendo recrutado e adestrado por Miguel Arraes, o Governador vermelho de Pernambuco. Havia vários uniformes para os chefes revolucionários, com um de desenho especial destinado ao próprio Arraes.




    Em São Paulo, foi encontrado um vasto depósito de imitações de dinheiro em papel-moeda e moeda metálica, tendo gravadas as imagens de Lenine, Stalin, e Prestes, bem

    como selos postais com a foice e o martelo. Isso era utilizado principalmente para propaganda. Mas também apareceram enormes quantidades de dinheiro falso, tão bem feito que quase não podia ser descoberto; os arquivos de sua utilização indicavam que outros bilhões tinham sido remetidos para organizações vermelhas, não só para financiar a subversão, mas também para acelerar a inflação, um objetivo prioritário dos engenheiros do caos.




    Nas sedes das organizações trabalhistas e na União Nacional de Estudantes havia montes de filmes e impressos da Rússia, China Vermelha e Cuba; ampliações de fotografias de Castro, Khrushchev e Mao Tse-tung para colocar nas paredes e pilhas de fotografias menores para distribuição; além disso, havia grandes estoques de bombas Molotov e material para confeccioná-las.




    Foram apanhados em flagrantes nove agentes, vermelhos chineses, sete dêlès apresentando-se como membros de uma "missão comercial" e dois como correspondentes da Agência de Notícias Nova China. Em poder deles havia planos pormenorizados para o assassinato de preeminentes anticomunistas, bem como maçarocas de dinheiro e registro de gratificações pagas a congressistas e a membros do séquito de Goulart. O dinheiro encontrado com os nove, aparentemente destinado a subornar, elevava-se a mais de um bilhão de cruzeiros, 53.000 dólares americanos, 5.000 libras esterlinas e diversas quantias menores de outras procedências.




    Nova Fechadura na Porta




    CONTRA TODOS êsses elementos subversivos e corruptores os militares agiram depressa, prendendo todos os suspeitos — por um "Ato Institucional" ràpidamente promulgado para orientar o Brasil durante o govêrno provisório — excluindo do cenário político pessoas reputadas como ameaças imediatas para o sucesso da revolução. Muitos foram soltos após investigações; só continuaram detidos aquêles cujos atos provados, e não meras palavras, contribuíram para o quase soçôbro do Brasil.




    Tiveram seus direitos políticos cassados por 10 anos 68 membros expulsos do Congresso e 349 outros brasileiros destacados — entre êles os ex-Presidentes Goulart, Quadros e Kubitschek. Sòmente depois que o Presidente Castelo Branco examinou pessoalmente as provas que havia contra Kubitschek, teve o ex-Presidente também cassados os seus direitos políticos. Aos críticos estrangeiros para quem tais medidas foram excessivamente severas, o nôvo Govêrno limitou-se a dizer: "Quando a casa da gente foi saqueada, não se convidam os ladrões a voltarem para jantar. No mínimo coloca-se uma nova fechadura na porta."




    Visitando Paris após a revolução, e submetido a perguntas mordazes de repórteres franceses acerca do expurgo pós-revolucionário, o Governador Lacerda aludiu à Revolução Francesa de 1789. "O Brasil", observou com vivacidade, "ainda não mandou uma única pessoa para a guilhotina."




    "Um Honesto Meio-Têrmo"




    PERFEITAMENTE dentro do período de 30 dias previsto pela Constituição, o Congresso do Brasil elegeu Presidente o General Castelo Branco até ao término dos dois anos que restavam do Govêrno Goulart. (O Congresso mais tarde aprovaria uma prorrogação do mandato até 1966.) Em vívido contraste com os demagogos baratos que o precederam, Castelo Branco é universalmente reconhecido como honesto, isento da temeridade tão marcante de muitos governantes latino-americanos, e profundamente dedicado aos processos democráticos. É um homem sereno, mas obstinadamente corajoso.




    Sendo êle próprio a antítese do caudilho, Castelo Branco chefia um govêrno que está longe de ser uma ditadura militar. Os partidos políticos como o Congresso existem sem restrições. A imprensa é livre, sem limitações aos desacordos ou à crítica; até o jornal Última Hora, principal defensor de Jango, continua sendo publicado. A "família oficial" do Presidente é composta dos mais notáveis peritos do país em seus respectivos campos: economistas, diplomatas de carreira, engenheiros, etc. A exceção dos ministros das três Forças Armadas e do Marechal Reformado Juarez Távora, Ministro da Viação e Obras Públicas, todos os membros do Gabinete são civis. Todos êles são homens da "classe média", devotados às anunciadas reformas de Castelo.




    Rigoroso homem de centro, Castelo Branco repele a qualificação de "revolução direitista". Êle assevera positivamente: "A extrema direita é reacionária, a extrema esquerda é subversiva. O Brasil precisa seguir um honesto meio-têrmo." Quando, pouco depois da revolução, alguns ricos industriais e latifundiários procuraram impor o que ele considerou reivindicações em benefício próprio, Castelo Branco falou àsperamente: "A solução para os males da extrema esquerda não reside no nascimento de uma direita reacionária." Os latifundiários deviam estar mais, bem informados. Enquanto servira no Nordeste, ele não escondera o fato de que "o aspecto mais desagradável da vida militar para mim é ter de defender proprietários ricos que tratam trabalhadores rurais como escravos" . No início de abril um porta-voz do Govêrno deixou claro: "A revolução não foi feita para manter a injustiça social e privilégios especiais."




    O Presidente não alimenta ilusões quanto à enormidade da sua missão, nem sôbre o pouco tempo de que dispõe para cumpri-la. Os problemas do Brasil estão profundamente enraizados; há regiões de tremenda pobreza e exploração das massas — não por gente de fora, como acusavam os vermelhos, mas por sua própria gente. São necessárias reformas extremas — políticas, econômicas e sociais. A tarefa é desconcertante. Mas, não estando vinculado a nenhum partido ou grupo de pressão — e com podêres dados pelo Ato Institucional, que o tornam responsável apenas perante o Congresso e o povo — o denodado Marechal está empenhado numa tentativa decisiva.




    Reformas em Marcha




    MAL ASSUMIU o cargo, Castelo Branco começou a desmontar a gigantesca e corrupta máquina burocrática; reduziu de 30% o recheado orçamento para o primeiro ano, começou a despejar no funil do Congresso reformas que vão direto ao cerne das dificuldades brasileiras. Cada projeto de lei tem de ser estudado peio Congresso dentro de um prazo de 30 dias ou automàticamente se converterá em lei.




    As reformas políticas já aprovadas abrangem uma emenda constitucional exigindo maioria absoluta nas eleições presidenciais — para desestimular a proliferação de partidos políticos, atualmente em número de 13, e para neutralizar a possibilidade de algum demagogo chegar ao poder com a conivência dos partidos, contrariando a vontade popular.




    As reformas econômicas compreendem medidas destinadas a deter a inflação, como uma redução sensível nas despesas oficiais, a vinculação das futuras escalas salariais à produtividade e ao custo de vida e o fechamento dos meios de evasão das leis sôbre sociedades anônimas e impôsto de renda; uma emenda da Lei de Remessa de Lucros, há muito tempo discriminatória contra os investimentos estrangeiros; proibição de nacionalização e confisco de empresas privadas; eliminação de subsídios para a importação de trigo, petróleo e papel de imprensa; cancelamento da isenção de impostos para jornalistas, juízes, escritores e professôres.




    As reformas sociais, visando a elevar 'o padrão de vida das massas empobrecidas, incluem um programa nacional de construção de casas de baixo preço, destinado a acabar com as horrorosas favelas que são uma vergonha das grandes cidades brasileiras, e um programa de reforma agrária para corrigir a pobreza e as injustiças sofridas pelas massas nordestinas, virtuais servas dos grandes senhores feudais. O cerne do projeto de reforma agrária de Castelo Branco é a imposição de um imposto progressivo, de acôrdo com o tamanho e as frações ociosas da propriedade, que estimulará a utilização da terra e sua redistribuição pelos que não possuem terra própria. Êsse programa compreende assistência técnica e subvenções para auxiliar os pequenos fazendeiros no comêço, além de estradas federais que liguem a fazenda aos mercados.




    Não menos difícil que as reformas políticas, econômicas e sociais é a limpeza moral em que se acha empenhado o regime. Nisto o Presidente deu exemplo. Antes de tomar posse, êle voluntariamente fêz a declaração de seus bens particulares: um apartamento no Rio de Janeiro, cêrca de três milhões de cruzeiros em ações, um automóvel Aero Willys modêlo 1961, um jazigo perpétuo no Cemitério São João Batista, no Rio. Seus discursos à Nação e mensagens ao Congresso ressoam como apelos à moralidade política. "A grande coisa que Castelo Branco já fêz", disse um eminente brasileiro em julho último, "foi a criação de uma imagem de decôro e honestidade no Govêrno."




    Longa Viagem de Volta




    MAS APESAR de seus magnânimos objetivos, poderá o Govêrno Revolucionário — no período que lhe resta — convencer todos os brasileiros da necessidade dos sacrifícios que têm de ser feitos para remediar os males que afligem a Nação?




    Os obstáculos são formidáveis. A maioria da classe de ricos proprietários rurais reage firmemente contra impostos mais elevados e reforma agrária. Das massas camponesas, por outro lado, surgirão novos líderes que acharão excessivamente lentos os projetos de melhoramento social. Comunistas e outros radicais, malgrado seu banimento presente, certamente se reagruparão em segredo, decididos a evitar seus enganos do passado. E o homem da rua, de há muito céptico quanto às promessas oficiais de qualquer procedência, tem de ver suficiente progresso rumo às reformas para dar seu apoio nas eleições livres ora marcadas para 1966.




    A resposta não depende apenas do Marechal e de seus adeptos da classe média. "Ela também depende", dizem os revolucionários brasileiros, "da vontade de todo brasileiro de subordinar os interesses egoístas ao bem da Nação."




    Diz Castelo Branco: "Por tempo demais fomós levados pelos demagogos a pôr a culpa de todos os nossos males no imperialismo ianque. Doravante vamos ser julgados, não por nossas intenções, não por nossas promessas, mas pelo que fizermos!"




    Apoiando o Presidente há os que antes de tudo tornaram um sucesso a revolta da classe média. "Uma coisa é fazer uma revolução", diz Dr. Glycon de Paiva, do Conselho Nacional de Economia, "e outra sustentá-la. O perigo agora é de que nós, que iniciamos esta revolta, nos descuidemos." Para evitar tal perigo, grupos democráticos continuam a postos — patrocinando cursos para adestrar líderes democráticos, especialmente nas classes média e pobre, e criando maneiras de manter o publico atento e esclarecido. Expressando a nova atitude de muitos empresários brasileiros, o industrial Paulo Ayres Filho declara: "Sabemos agora que nós, homens de negócio, não podemos pensar apenas em lucros, mas também nos problemas sociais do país. Temos de provar que a livre-emprêsa pode prestar o melhor serviço a todos."




    Os grupos femininos também não se estão desmobilizando. Diz Dona Amélia Bastos, da CAMDE: "Nós, as mulheres do Brasil, descobrimos a nossa fôrça. Vamos trabalhar agora para conservar a democracia que ajudamos a salvar." As mulheres da CAMDE estão voltando suas energias para a educação e a assistência social. Elas também sugeriram ao Govêrno um plano minucioso para combater o analfabetismo, oferecendo-se para montar uma campanha de âmbito nacional, destinada a angariar fundos para realizar êsse plano.




    Se essa atitude se difundir suficientemente, o Brasil poderá de fato sair do longo mergulho em direção ao caos e dar grandes passos para a realização de seu imenso potencial. E, assim fazendo, poderá contar com o apoio de todo o mundo livre.



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    † Apostolado Católico na Internet Felizes os que não viram e acreditaram




    † Apostolado Católico na Internet




    Felizes os que não viram e acreditaram


    Posted: 30 Mar 2014 06:58 PM PDT










    "Quero seguir escrevendo-lhe até que pela graça de Deus você comece a fazer uma hora santa por dia e tenha a Adoração Perpétua em sua paróquia. 






    É somente uma questão de fé, fé que o Santíssimo Sacramento é realmente a pessoa de Jesus, aqui conosco, neste mesmo lugar e neste mesmo momento!Tomé não acreditou que Jesus tinha ressuscitado. "Se eu não vir em suas mãos o sinal e os pregos, não colocar meu dedo na ferida de seus cravos e não colocar minha mão em seu lado, não acreditarei" (Jo 20,25). 






    Por esta razão, ele é chamado de ''Tomé, o incrédulo". Quem é hoje ''Tomé, o incrédulo''? As pessoas creem na ressurreição, mas sabem onde mora o Senhor Ressuscitado? Hoje, ''Tomé, o incrédulo'' é aquele que não crê que o Santíssimo Sacramento é Jesus, nosso Salvador Ressuscitado, com todo o poder de Sua Ressurreição, que derrama graças abundantes sobre todos aqueles que se aproximam de Sua Divina presença!






    Muitos dirão que ''sim'' acreditam na Presença Real. Mas a fé é muito mais que uma aprovação intelectual. A fé é inseparável do comportamento. Se acreditamos que Jesus está presente no Santíssimo Sacramento, então nos comportamos de acordo com o que cremos. Vamos a Ele, nos aproximamos dEle, corremos para Ele. São Paulo diz: "a fé é a garantia do que se espera; a prova das realidades que não se veem'' (Hb 11,1).






    Se você pudesse ver Jesus no Santíssimo Sacramento não reservaria uma hora todos os dias para estar com Ele? Se você pudesse vê-lo como realmente Ele é, não teria adoração perpétua na sua paróquia? Seria impossível detê-Lo, porque o mundo inteiro viria dia e noite para vê-Lo e estar com Ele.






    Imagine o que aconteceria se Jesus se tornasse visível no Santíssimo Sacramento. Todo mundo ia querer pegar o primeiro voo para ir a sua paróquia. E Jesus não falaria a cada um o que diz ao apóstolo Tomé: "acreditaste porque me viste. Felizes os que não viram e acreditaram"? (Jo 20, 29).






    Jesus aparece a Tomé para que este acreditasse que Ele ressuscitou. A maior maravilha de seu amor é que Ele não apareça a você, meu querido amigo. Em vez disso, Jesus lhe espera no Santíssimo Sacramento. Ele quer que você vá a Ele pela fé, para que por toda a eternidade possa chamar-lhe de ''feliz''. Seu amor é muito grande para dizer: ''Introduz aqui o teu dedo e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado e não sejas incrédulo, mas fiel". (Jo 20,27).






    Creia que o Santíssimo Sacramento é o mesmo que disse essas palavras a Tomé, o mesmo Jesus que atravessou as portas fechadas e que se apresentou no meio dos apóstolos e lhes disse: ''A paz esteja convosco''. 






    Esta é a paz que Jesus quer que você tenha em suas horas santas. A experiência desta paz é muito melhor que se Jesus lhe mostrasse suas chagas... Suas chagas são agora a beleza do paraíso. Essas chagas brilham mais gloriosamente que o sol. Estas chagas são fonte de graça.






    Jesus quer dar-lhe a plenitude destas graças, por vir a Ele pela fé. Por isso é muito melhor que Ele não lhe mostre as Suas chagas visíveis, como o fez com o apóstolo Tomé, porque Ele quer derramar sobre você as graças invisíveis destas chagas com todo o mérito, toda a glória, a beleza e o amor salvífico que emanam delas.






    Com cada hora santa que você fizer, estará dizendo a Jesus: ''Meu Senhor e meu Deus''. (Jo 20,28). E a cada vez Ele lhe dirá: 'Feliz és tu, Tomé, porque vistes e acreditaste'."






    Fonte: Monsenhor Pepe. Cartas a um irmão sacerdote. Adaptado. 








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    sábado, 29 de março de 2014

    [Catolicos a Caminho] VALEMOS O QUE VALE O NOSSO AMOR Som !

     











    VALEMOS O QUE VALE O NOSSO AMOR!... 





    "Meu Deus, tende compaixão de mim,que sou pecador!"


    A Liturgia da Palavra de hoje – 29 de Março – A, apresenta-nos a Parábola do Fariseu e do Publicano que foram ao Templo para rezar, para nos dar a entender qual deles é que nós queremos representar na nossa vida.
    Nós temos uma tendência pronunciada para discriminar e comparar...
    Gostamos de ver o mundo a preto e branco, para justificar os nossos alinhamentos e as nossas reservas.
    Facilmente nos anticipamos ao julgamento de Deus, absolvendo uns e condenando outros, apesar da palavra de Jesus que nos recomenda :
    - "Não julgueis!"
    Na parábola do fariseu e do publicano, Jesus desconcerta-nos ao subverter a nossa tendência.
    O fariseu, que era o modelo da sociedade judaica, é posto em confronto com alguém que representava o inimigo público número um.
    Mas é este, um publicano, que cobrava impostos a favor do ocupante, e por isso suspeito de corrupção, que é apontado como tendo saído do templo "justificado".
    Justificado, não por aquilo que fazia, mas pela humildade com que se apresentou diante do Senhor.
    Apresentou-se despojado, sem credibilidade, sem méritos, mas com amor, o oposto do fariseu.
    Por isso Deus o pôde cumular da sua "piedade" e enviá-lo "justificado", ao contrário do fariseu que estva tão cheio de si, que nele não havia espaço para a intevenção criadora de Deus, nem para a solidariedade dos demais que ele olhava com arrogância e sem amor.
    Mas todos fazemos parte duma mesma humanidade, onde cada um é tocado pela virtude e pela maldade, e duma mesma Igreja que é santa e pecadora.
    No seu interior formamos um corpo solidário e corresponsável ao propósito de se deixar regenerar permanentemente por Deus.
    Esta parábola do fariseu e do publicano é para aqueles que se julgam justos e desprezam todos os outros .
    Ainda uma vez a necessidade de se comparar, para se assegurar que se é melhor do que os outros.
    Quem está seguro de si não precisa de se comparar, mas também sabe que isso é um dom.
    Não nos auto-justificamos, é Outro o único que nos pode justificar.
    Quem se justifica a si próprio vive na inquietação de, a todo o momento, poder ser comparado com outro muito melhor.
    Quando o desprezo habita o nosso coração, ficamos fora do amor e só o amor nos pode justificar.
    Desprezando os outros, colocamo-nos de parte, e ficamos fora da pátria, e da justiça, que é a caridade.
    Mas amar com essa generosidade e gratuidade a que chamamos caridade, também é um dom.
    A caridade é como um rio que corre do coração de Deus para o nosso e do nosso coração para o coração dos outros.
    Estancar essa corrente por desprezo ou indifernça é matar o amor, e nós só valemos pelo que vale o nosso amor.
    Quanto ao resto, não nos comparemos, nem façamos juízos.
    Afinal, que garantias temos nós de que, tendo passado pelas mesmas experiências e pelas mesmas situações, pelos mesmos dramas e pelas mesmas vivências, seríamos melhores do que eles ?
    A subestima pessoal em que facilmente caímos é sinal de solidão e de falta de afecto.
    Não acreditamos no amor que Deus nos tem, porque não o experimentamos, e não o experimentamos porque aqueles que deveriam ser os mediadores e iniciadores nessa experiência, não acreditam ou não assumiram a sua missão.
    Se cada um de nós quisesse fazer parte desta Parábola do Fariseu e do Publicano, qual o lugar que teríamos de ocupar ?
    Uma pergunta a que devemos responder, ainda que só para nós, para vermos qual o caminho que deveremos tomar e qual a classificação que Jesus dará sobre aquilo que valemos e sobre a missão que devemos assumir, para sairmos justificados no nosso tetsemunho de vida.
    Para justificar a todos, Cristo uniu-se aos mais pobres de amor e carecidos de justiça, e esse deve ser também o nosso caminho, por ser o mais seguro para a realização do plano da História da Salvação. 





    John




    Nascimento


    [hagiografia] 29 de Março - Santo Eustásio, Confessor (+ França, 629)

     



    29 de Março
    Santo Eustásio, Confessor
    (+ França, 629)
    Foi discípulo e sucessor de São Columbano, como abade do Mosteiro de Luxeil, no qual viviam 600 monges.
    Hoje também é dia dos Santos Mártires Jonas e Barachiso. Para ler a história destes santos acesse:
    http://www.lepanto.com.br/catolicismo/vida-de-santos/29-de-marco-santos-jonas-e-barachiso/

    sexta-feira, 28 de março de 2014

    Cardeal Orani João Tempesta do Rio de Janeiro denuncia a ideologia de gênero













    25/03/2014 16:29 | Categoria: Notícias
    Cardeal Orani João Tempesta do Rio de Janeiro denuncia a ideologia de gênero

    Cardeal do Rio de Janeiro alerta sobre o perigo da ideologia de gênero e da sua introdução no Plano Nacional de Educação


    Depois de adiada várias vezes devido à pressão popular, a votação do Plano Nacional de Educação (PNE), a vigorar nos próximos dez anos como parâmetro ao sistema educacional brasileiro, esta foi marcada para a próxima quarta-feira, dia 26 de março.

    O documento a ser votado contem, no entanto, uma afronta às famílias brasileiras responsáveis pelas novas gerações, pois introduz, oficialmente, no ensino nacional a revolucionária, sorrateira e perigosa “ideologia de gênero” desmascarada mais de uma vez por estudiosos de renome.

    É importante saber que a palavra gênero substitui – por uma ardilosa e bem planejada manipulação da linguagem – o termo sexo. Tal substituição não se dá, porém, como um sinônimo, mas, sim, como um vocábulo novo capaz de implantar na mente e nos costumes das pessoas conceitos e práticas inimagináveis.

    Nesse modelo inovador de sociedade, não existiria mais homem e mulher distintos segundo a natureza, mas, ao contrário, só haveria um ser humano neutro ou indefinido que a sociedade – e não o próprio sujeito – faria ser homem ou mulher, segundo as funções que lhe oferecer.

    Vê-se, portanto, quão arbitrária, antinatural e anticristã é a ideologia de gênero contida no Plano Nacional de Educação (PNE) e que por essa razão merece a sadia reação dos cristãos e de todas as pessoas de boa vontade a fim de pedir que nossos representantes no Congresso Nacional façam, mais uma vez, jus ao encargo que têm de serem nossos representantes e rejeitem, peremptoriamente, a ideologia de gênero em nosso sistema de ensino.

    As formas de participação – simples, mas imprescindíveis – são as seguintes: 


    b) ligação gratuita pelo telefone 0800 619 619. Tecla “9” pedindo a rejeição à ideologia de gênero em nosso sistema educacional.

    São José, patrono da família, rogai por nós!

    Rio de Janeiro, RJ, 22 de março de 2014.

    † Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
    Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ.




    Bom Negócio - Dilma [original HD]

    Confraria de São João Batista Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração...




    Confraria de São João Batista




    Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração...


    Posted: 28 Mar 2014 03:03 AM PDT


    Santo António de Lisboa (c. 1195-1231), franciscano, doutor da Igreja 

    Sermões para o domingo e as festas dos santos

    «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração»




    «Amarás o Senhor teu Deus.» «Teu» Deus, está dito, e esta é uma razão para amar mais; gostamos mais do que nos pertence do que daquilo que nos é estranho. É certo, o Senhor teu Deus merece ser amado; Ele tornou-Se teu servo, para que tu Lhe pertenças e não te envergonhes de O servir. […] Durante trinta anos, o teu Deus tornou-Se teu servo por causa dos teus pecados, para te arrancar da escravidão do diabo. Portanto, amarás o Senhor teu Deus. Aquele que te fez fez-Se teu servo por ti; ele deu-Se-te por inteiro, para que tu te dês a ti mesmo. Quando eras infeliz, Ele refez a tua felicidade, deu-Se a ti para que tu te reentregues a ti mesmo.




    Portanto, amarás o Senhor teu Deus «com todo o teu coração.» «Todo»: não podes guardar nenhuma parte para ti. Ele quer a oferta total de ti próprio; comprou-te por inteiro, para te ter para Si por inteiro. Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração. Não guardes uma parte de ti mesmo, como Ananias e Safira, porque de outra maneira poderias morrer como eles (Act 5,1 s). Portanto, ama totalmente e não em parte. Porque Deus não tem partes, está inteiramente em toda a parte. E não deseja partilhar o teu ser, Ele que está por inteiro no Seu Ser. Se reservas uma parte de ti mesmo, és teu, e não dele.




    Portanto, queres possuir tudo? Dá-Lhe o que és, e Ele te dará o que é. E não mais terás nada de teu; mas tê-Lo-ás a Ele inteiramente contigo.



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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo